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- Apesar de não ser uma doença que traz mortalidade, ela traz alta morbidade, como um grande impacto econômico e o absenteísmo (diminuição da produção tanto escolar quanto laboral). - Acomete de 20 a 30% da população adulta e de 20 a 40% da população infantil. - Regiões úmidas são bastante propícias para o desenvolvimento de rinites alérgicas. - Rinite Alérgica (é a mais frequente, os pacientes entram em contato com o antígeno e começam a apresentar os sintomas em cerca de 20 a 30 minutos após o contato). - Rinite Não Alérgica. - Rinite Atrófica. - Muitas vezes, a rinite alérgica pode estar associada a um quadro de rinite idiopática, gerando uma rinite mista. A rinite idiopática é aquela que aparece os sintomas (coriza, espirros) quando há uma mudança de clima, quando se pega o vento frio do ar- condicionado, sem necessariamente ter tido contato com antígenos... Na rinite eosinofílica não-alérgica haverá uma eosinofilia na mucosa nasal, sendo mediada pelos eosinófilos. Giovanna Lopes Também há outros tipos de rinites, como a medicamentosa (por abuso de vasoconstritor, por exemplo) e a por contato de substâncias químicas (como pela cocaína, por exemplo). - É uma doença inflamatória da mucosa nasal mediada por IgE (esses pacientes terão a IgE aumentada, exceto os pacientes que possuem rinite alérgica local – um tipo muito específico). Assim, se há dúvidas se é uma rinite alérgica ou idiopática, o médico pode solicitar a dosagem de IgE total. - Como nesses casos a IgE total sobe, a IgG tende a abaixar, por isso os pacientes alérgicos possuem mais tendência à infecções recorrente da via aérea (como otite serosa, otite média aguda -> nos quadros otológicos, sempre é importante lembrar de tratar o nariz, pois a tuba auditiva fica nessa região...). - É uma Reação de Hipersensibilidade Tipo I: O paciente com rinite alérgica tem mais chance de ter outras alergias associadas, como alergia medicamentosa (geralmente à penicilinas), dermatites, asma... - É a maioria dos casos, chega até 70% dos casos, e é mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens (porque ela tende a melhorar as crises com o passar dos anos do paciente). - Como a rinite é uma doença de caráter genético, um dos pontos importantes é a avaliação do histórico familiar, como um dos pais alérgicos ou os dois pais alérgicos (nesse caso, a criança tem uma chance altíssima de ser alérgica também). Quando o irmão mais velho é alérgico, a segunda criança já tem um certo fator de proteção quando nasce, pois os pais já tomaram várias medidas de controle para evitar o contato com os antígenos, então a segunda criança não terá tanta sensibilização com os antígenos. - A rinite é o resultado de uma hiper-ação do sistema imune, assim, há mais hiper-atividade na criança que vai melhorando ao longo do tempo, mas algumas crianças viram adultos com rinite e asma com sintomas bem importantes ainda. - Principais sintomas: o Obstrução nasal. o Espirros. o Rinorreia (geralmente aquosa). o Prurido nasal. o Prurido ocular (fica vermelho e com edema, atrapalha bastante a vida social, trabalho, escola...). o Tosse seca. - Fisiopatologia: o Hipersensibilidade mediada por IgE a alérgenos específicos. o Reação do tipo I de Gell e Coombs: Geneticamente predisposto e sensibilizado (o paciente tem o contato com o antígeno e, no primeiro momento pode não ter sintomas ou ter sintomas leves, mas no segundo momento ocorre a reação mastocitária já estabelecida, apresentando os sintomas mais fortes). Reação Mastocitária: prurido, espirros, rinorreia, obstrução nasal. Principais alérgenos: ácaros (poeira domiciliar), fungos (principalmente o Aspergillus), epitélios (animais de estimação), pólens... No primeiro momento, temos a fase de Sensibilização, o antígeno (em vermelho) irá ser apresentado para o linfócito T e o linfócito B irá produzir a IgE. Em cada fase dessa terá os mediadores. Na fase de Sensibilização, teremos as IL-4 e IL-13, e na Resposta Tardia teremos a IL-3, IL-5 e do GM-CSF (fator estimulador de colônias de granulócitos-macrófagos). O IgE produzido irá se acoplar na superfície do mastócito. Em um segundo momento (após a sensibilização do paciente) que o paciente tiver contato com o antígeno, ele irá entrar em contato com o IgE, onde teremos um estímulo do linfócito B através das IL-4, 6 e 13, e depois entra o estímulo do mastócito para o eosinófilo na fase tardia com as IL-3 e 5. Quando o IgE se acopla na superfície e degranula o mastócito e libera várias substâncias, principalmente a histamina, mas também libera leucotrienos e prostaglandinas. É nessa liberação que começa os sintomas (coriza, espirro, prurido...). Na fase da Resposta Imediata, se o paciente persistir e não tomar o medicamento e a crise não parar, ele entrará na fase de Resposta Tardia, com uma inflamação mais persistente, com edema da mucosa nasal, e a persistência do eosinófilo (é a célula que mantém a Resposta Inflamatória Tardia da rinite alérgica). Deve-se tomar o anti-histamínico na fase da Resposta Imediata (na fase da Resposta Tardia não adianta tomar só o anti- histamínico, principalmente se ele não for de 3ª geração com o fator anti- PAF mais importante). Na fase da Resposta Tardia, deve-se tomar o corticoide. - Fase Imediata: o Ocorre de 10 a 30 minutos do contato com o antígeno. o Histamina (principal mediador), triptase, protease. o Prurido, obstrução nasal, rinorreia, espirros (em quadros virais podemos encontrar esses mesmos sintomas, além de febre, cefaleia, dor de garganta, menos o prurido. Às vezes, o paciente é tão alérgico que o paciente pega o vírus e ele desencadeia toda a resposta inflamatória do alérgico e faz persistir por mais tempo). - Fase Tardia: o Ocorre quando não se toma o medicamento na Fase Imediata e a inflamação e as crises persistem. o Ocorre a partir de 4 horas do contato com o antígeno. o Quimiotaxia e migração de neutrófilos, basófilos, eosinófilos, linfócitos T e macrófagos. o Obstrução nasal (o paciente não tem mais coriza, espirros...). o Há um risco de o paciente desenvolver uma rinite medicamentosa em razão do uso prolongado de vasoconstritor nasal (Neosoro, Sorine...) em busca da melhora da obstrução e respiração. - Histamina: o Vasodilatação. o Aumento da permeabilidade vascular. o Aumento da secreção glandular. o Sintomas: espirro, prurido, rinorreia, obstrução. - Leucotrienos: o Ação semelhante a Histamina, porém mais potente. o Fase Tardia (manutenção da inflamação). o Sintomas: obstrução prolongada. - Prostaglandinas: o Aumento da permeabilidade vascular. o Agregação e ativação plaquetária. o Sintomas: prurido. - Fatores Desencadeantes: Aeroalérgenos: fragmentos de insetos que ficam no ar. Hamster traz a tríade mais agressiva para o alérgeno (mofo, ácaro e pelo). O peso molecular no pelo do gato é muito baixo, então ele penetra muito fácil na via aérea, causando também muita asma. O pólen dá bastante sintoma ocular. - ARIA: Allergic Rhinitis and its Impact on Asthma - Classificar é importante pois determina se o paciente vai precisar de um tratamento mais prolongado, se vai precisar de um tratamento adjuvante, ou se vai tratar apenas nas crises. - Intermitente: Menos de 4 dias por semana ou menos de 4 semanas por ano (é o paciente que tem crise quando tem contato com o antígeno, quando vai fazer uma faxina...). - Persistente: Mais de 4 dias por semana e mais de 4 semanas por ano (é aquele paciente que todo mês aparece doente). Quanto ao grau (o quanto que a doença prejudica a vida do paciente), pode ser: - Leve: Sono normal, atividades normais (esporte, lazer, trabalho, escola), sintomas não são incômodos. - Moderada/Grave: Presença de um ou mais pontos, como o sono comprometido, atividades comprometidas (esporte, lazer – respiração prejudicada -, trabalho, escola), sintomas são incômodos. Esse tipode paciente aparece bastante no PS. Se já é um paciente com tendência ao ronco ou apneia do sono, só vai piorar. A respiração oral cansa mais porque ela é ativa e precisa dos músculos da caixa torácica, ao contrário da respiração nasal que é passiva e não precisa dos músculos. - Espirros em salva. - Coriza abundante. - Prurido nasal e faríngeo (é frequente crianças terem epistaxe devido ao prurido nasal intenso). - Obstrução nasal. - Tosse (geralmente seca e noturna) -> importante diferenciar na criança se é uma tosse de asma leve (hiper-reatividade brônquica pode causar tosse persistente) ou apenas alérgica devido a rinossecreção posterior. - Hiposmia. - Comprometimento do sono. - Sintomas oculares (lacrimejamento, hiperemia conjuntival, prurido ocular...). - Olheiras clássicas: dupla prega palpebral (Dennie-Morgan) com edema de pálpebra inferior. - “Saudação do Alérgico” (deixa uma linha transversa no dorso do nariz). - Anormalidades craniofacial: palato ogival (alonga no sentido cranial e a arcada dentária é jogada para frente -> a criança precisará fazer tratamento ortodôntico no futuro), alongamento facial, flacidez (hipotonia) no lábio superior (respirador oral crônico). - Rinoscopia: Mucosa nasal pálida (típico dos alérgicos) ou azulada (quadros crônicos), hipertrofia dos cornetos inferiores (inflamação crônica – o paciente tem uma obstrução mais permanente e, mesmo tentando desinflamar com o tratamento clínico, o paciente pode precisar da abordagem cirúrgica) e secreção hialina. Edema de septo nasal e corneto inferior - É clínico com base na anamnese e exame físico do paciente, juntamente com o histórico familiar (fator genético importante). - Exames Laboratoriais: o Hemograma: aumento dos eosinófilos (eosinofilia -> em crianças, diferenciar se não é de parasitose intestinal). o Testes alérgicos: teste cutâneo (injeta o antígeno e vê o grau de resposta do indivíduo na pele -> ter cuidado com pacientes com dermatite e os muito alérgicos pelo risco de choque anafilático), nível sérico de IgE (total e específica – sensibilização a ácaros, epitélio de gato, pólen... Isso ajuda a orientar o paciente a tomar medidas de controle na sua casa). o Citologia nasal (pede em raros casos, mais na rinite eosinofílica). o Rinomanometria (mais utilizado em pesquisa). - Exames de Imagem: Não se pede de rotina, mas em alguns casos se pede uma TC em casos de rinossinusite crônica com polipose associada (rinite crônica). - Testes Alérgicos. - Teste Cutâneo de Hipersensibilidade Imediata (TCHI). - Nível sérico do IgE: usado na dermatite, em casos de anafilaxia e impossibilidade de parar o uso de corticoide sistêmico. - Higiene Ambiental (encapar colchões e travesseiros, não acumular livros e bichos de pelúcia, nunca varrer e sempre usar aspirador de pó e panos úmidos, abrir as janelas e deixar arejar...). - Tratamento Medicamentoso. - Imunoterapia. - Prevenção de sensibilização em pacientes não sensibilizados. - Prevenção de nova sensibilização em pacientes previamente sensibilizados. - Diminuir a taxa de exacerbações das alergias respiratórias (as crises de rinite pioram a asma). - Auxiliar no controle das alergias respiratórias. - Anti-histamínicos orais (sempre preferir os de 2ª e 3ª geração, pois eles possuem o fator de desinflamar a mucosa e não dar sono. Evitar os de 1ª geração, pois causam muita sonolência e não são eficazes em reduzir o edema da mucosa) e tópicos. - Corticoides orais (bloqueador mais potente dos mediadores da inflamação, mas não se pode usá-lo por muito tempo, então é ótimo para tirar o indivíduo da crise, mas não para manutenção do tratamento) e tópicos (pode ser em terapia contínua em até 90 dias, mas pode ressecar e dar pequenas epistaxes). - Antileucotrienos (usado em pacientes com quadros mais persistentes e de grau moderado a grave. Pode ser utilizado em até 6 meses com segurança comprovada. Potencializam seu efeito quando são associados aos anti- histamínicos). É contraindicado em quem está tendo sangramentos e quem toma anti-coagulante). - Anti-histamínico + Corticoide oral = associar em casos de inflamação muito intensa para bloquear todos os mediadores. - Descongestionantes nasais sistêmicos (são todos os anti-gripais -> anti- histamínico de 1ª geração + descongestionante - vasoconstritor + analgésico) e tópicos (Neosoro -> causa vasoconstrição). - Estabilizador de mastócito (não é muito utilizado, apenas se o paciente tiver alguma contraindicação dos medicamentos acima). - Anticorpo monoclonal anti-IgE (é um imunobiológico para indivíduos muito graves -> utilizado em alergia alimentar e asma grave). - São antagonistas competitivos para o receptor de Histamina (H1). - A Histamina é o principal mediador na degranulação mastocitária. - Apresentam início rápido. - Atuam melhorando o prurido nasal, espirros e sintomas oculares. - Possuem menor efeito na obstrução nasal (não ajudam). Clássicos: Sedação, pois atravessam a barreira hematoencefálica, interação com álcool. Recentes: Não causam sedação. - Ação rápida. A Desloratadina possui um fator anti-inflamatório melhor que a Loratadina. A Loratadina é a mais utilizada por conta do custo mais baixo. A Bilastina é o anti-histamínico mais moderno. Loratadina pode ser utilizada em grávidas a partir dos 6 meses (a Dexclorfeniramina pode ser utilizada antes dos 6 meses, mas causam sonolência). - Considerados efetivos na rinite alérgica. - Ação complementar aos anti-histamínicos no controle dos sintomas. A eficiência deles é maior com o efeito cumulativo, ou seja, nos primeiros 30 minutos de crise o anti-histamínico age muito bem, a partir da 8ª hora prevalece o efeito do corticoide, depois de 24 horas desinflama mais, depois de 10 dias o indivíduo já está bem melhor. - Inibe a infiltração local de mastócitos, eosinófilos e linfócitos. - Liberação de citocinas (IL-1, 2, 3, 4, 5, 6, 8) e INF-α. - Inibem a produção de leucotrienos e prostaglandinas. - Redução local de mastócitos, da permeabilidade vascular e da secreção das glândulas mucosas. - Podem ser utilizados por um período mais prolongado. - Melhora dos sintomas de obstrução nasal, rinorreia, espirros, prurido, sintomas oculares. - Eficientes após 8 a 24 horas. - Efeitos adversos: epistaxes, ressecamento nasal. Budesonida é liberada na gestante, mas pode causar pequenos sangramentos. - Promovem a redução do prurido nasal, dos espirros e da congestão. - Não melhoram os sintomas oculares. - Azelastina, levocabastina e olopatadina (ocular). - Início de ação rápido, cerca de 15 minutos (é bom pra usar no início da crise). - Boa ação na fase inicial dos quadros de rinite. - Quase não se usam mais. - Utilizado em casos mais graves de rinite e asma devido aos seus efeitos colaterais. - Serve mais para tirar da crise, não é indicado para manutenção. - Agonistas α-adrenérgicos (sistêmicos), promovem a diminuição do fluxo sanguíneo nos sinusoides venosos nos cornetos inferiores. Orais: Efedrina, pseudoefedrina e fenilefrina. - Aumento da PA, taquicardia, retenção urinária, tremor e insônia. Tópicos: Nafazolina, Oximetazolina, Xilometazolina. - O Tópico não deve ser usado por mais que 5 a 7 dias: o Efeito rebote (tópico) -> atrapalha o feedback do controle neural da vasodilatação e vasoconstrição do corneto inferior. o Rinite medicamentosa (o paciente fica viciado no medicamento). o Redução do fluxo em até 40%: destruição epitelial + perfuração septal (em casos de vasoconstrição muito intensa). - Estabiliza a membrana dos mastócitos, reduz a degranulação (age antes de inflamar). Não tem efeito depois que o processo da inflamação já está estabelecido. - Inibe a liberação de Histamina. - Controla: espirros, rinorreia e prurido. - É útil para sintomas episódicos (por exemplo, o contato com gato).- Seu uso é seguro, sem efeito adverso. - É menos eficaz que corticoide tópico. - Os leucotrienos são mediadores inflamatórios. - Alívio da obstrução, prurido, congestão e rinorreia. - Boa alternativa para a asma + rinite alérgica. - Montelucaste (não dá sono e pode vir associado com o anti-histamínico). - É a única forma terapêutica capaz de alterar o curso natural das doenças alérgicas mediadas por IgE. - Altera-se o padrão de linfócitos T auxiliares característicos dos alérgicos, denominados Th2, para a linhagem Th1 (não alérgicos). Th2 -> Linfócito B -> Plasmócito -> IgE. Th1 -> Linfócito B -> Plasmócito -> IgG. - Indicado para casos moderados a graves de difícil controle. - É um tratamento prolongado (de 6 meses a 1 ano) e não é barato. - Origem inflamatória sem participação de mecanismo alérgico. - Não ocorre reação de Gell e Coombs do tipo I mediada por IgE específica. - Grupo heterogêneo (cada tipo irá responder de um jeito diferente). - Diagnósticos de exceção. - Rinite Eosinofílica Não Alérgica. - Rinite Idiopática. - Rinite Irritativa. - Rinite Ocupacional. - Rinite no Idoso. - Rinite Hormonal. - Rinite Gestacional. - Rinite Gustativa. - Existem vários fatores associados: o Hiperreatividade neural. o Temperatura ambiente (Rinite Idiopática – “choque térmico”). o Umidade do ar (Rinite Idiopática). o Exercício Físico. o Fatores hormonais (gestantes -> corneto inferior com mais vasodilatação). o Fatores ambientais: substâncias irritantes (mesmo sem a pessoa ser alérgica, como a fumaça, produtos de limpeza...). - Infecção pela Klebsiella ozaenae – potencial de imobilidade ciliar. - O diagnóstico é clínico: 2 ou mais sinais e sintomas clínicos por 6 meses, como: epistaxe recorrente, anosmia episódica, secreção purulenta, crostas nasais (amareladas, esverdeadas e apodrecidas), 2 ou mais cirurgias sinusais. - A principal queixa é o mau cheiro extremamente intenso. - Não tem tratamento específico, precisa ficar fazendo limpezas recorrentes. - Não se sabe a causa ao certo, mas acredita-se em fatores nutricionais e deficiência de algumas vitaminas. - Depois que causa uma atrofia importante, algumas cirurgias com implantes podem ser realizadas, pois o paciente vai ficando com o “Nariz Vazio”, onde vai ocorrer um turbilhão do ar e favorece a formação de crostas. - É uma doença bem rara. Tomografia Computadorizada – “Nariz Vazio” - É a atrofia da mucosa nasal por fatores indeterminados. - A mucosa fica tão ressecada que chega a “colar” no osso.