Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

- Apesar de não ser uma doença que traz mortalidade, ela traz alta 
morbidade, como um grande impacto econômico e o absenteísmo (diminuição 
da produção tanto escolar quanto laboral). 
- Acomete de 20 a 30% da população adulta e de 20 a 40% da população 
infantil. 
- Regiões úmidas são bastante propícias para o desenvolvimento de rinites 
alérgicas. 
 
- Rinite Alérgica (é a mais frequente, os pacientes entram em contato com 
o antígeno e começam a apresentar os sintomas em cerca de 20 a 30 
minutos após o contato). 
- Rinite Não Alérgica. 
- Rinite Atrófica. 
- Muitas vezes, a rinite alérgica pode estar associada a um quadro de rinite 
idiopática, gerando uma rinite mista. 
 
A rinite idiopática é aquela que aparece os sintomas (coriza, espirros) 
quando há uma mudança de clima, quando se pega o vento frio do ar-
condicionado, sem necessariamente ter tido contato com antígenos... 
Na rinite eosinofílica não-alérgica haverá uma eosinofilia na mucosa nasal, 
sendo mediada pelos eosinófilos. 
Giovanna Lopes 
Também há outros tipos de rinites, como a medicamentosa (por abuso de 
vasoconstritor, por exemplo) e a por contato de substâncias químicas (como 
pela cocaína, por exemplo). 
 
 
- É uma doença inflamatória da mucosa nasal mediada por IgE (esses 
pacientes terão a IgE aumentada, exceto os pacientes que possuem rinite 
alérgica local – um tipo muito específico). Assim, se há dúvidas se é uma 
rinite alérgica ou idiopática, o médico pode solicitar a dosagem de IgE 
total. 
- Como nesses casos a IgE total sobe, a IgG tende a abaixar, por isso os 
pacientes alérgicos possuem mais tendência à infecções recorrente da via 
aérea (como otite serosa, otite média aguda -> nos quadros otológicos, 
sempre é importante lembrar de tratar o nariz, pois a tuba auditiva fica 
nessa região...). 
- É uma Reação de Hipersensibilidade Tipo I: O paciente com rinite 
alérgica tem mais chance de ter outras alergias associadas, como alergia 
medicamentosa (geralmente à penicilinas), dermatites, asma... 
- É a maioria dos casos, chega até 70% dos casos, e é mais comum em 
crianças, adolescentes e adultos jovens (porque ela tende a melhorar as 
crises com o passar dos anos do paciente). 
- Como a rinite é uma doença de caráter genético, um dos pontos 
importantes é a avaliação do histórico familiar, como um dos pais alérgicos 
ou os dois pais alérgicos (nesse caso, a criança tem uma chance altíssima de 
ser alérgica também). Quando o irmão mais velho é alérgico, a segunda 
criança já tem um certo fator de proteção quando nasce, pois os pais já 
tomaram várias medidas de controle para evitar o contato com os antígenos, 
então a segunda criança não terá tanta sensibilização com os antígenos. 
- A rinite é o resultado de uma hiper-ação do sistema imune, assim, há 
mais hiper-atividade na criança que vai melhorando ao longo do tempo, 
mas algumas crianças viram adultos com rinite e asma com sintomas bem 
importantes ainda. 
- Principais sintomas: 
o Obstrução nasal. 
o Espirros. 
o Rinorreia (geralmente aquosa). 
o Prurido nasal. 
o Prurido ocular (fica vermelho e com edema, atrapalha bastante a 
vida social, trabalho, escola...). 
o Tosse seca. 
 
- Fisiopatologia: 
o Hipersensibilidade mediada por IgE a alérgenos específicos. 
o Reação do tipo I de Gell e Coombs: 
 Geneticamente predisposto e sensibilizado (o paciente tem o 
contato com o antígeno e, no primeiro momento pode não ter 
sintomas ou ter sintomas leves, mas no segundo momento ocorre a 
reação mastocitária já estabelecida, apresentando os sintomas 
mais fortes). 
 Reação Mastocitária: prurido, espirros, rinorreia, obstrução 
nasal. 
 Principais alérgenos: ácaros (poeira domiciliar), fungos 
(principalmente o Aspergillus), epitélios (animais de estimação), 
pólens... 
No primeiro momento, temos a fase de Sensibilização, o antígeno (em 
vermelho) irá ser apresentado para o linfócito T e o linfócito B irá produzir 
a IgE. Em cada fase dessa terá os mediadores. Na fase de Sensibilização, 
teremos as IL-4 e IL-13, e na Resposta Tardia teremos a IL-3, IL-5 e do 
GM-CSF (fator estimulador de colônias de granulócitos-macrófagos). O IgE 
produzido irá se acoplar na superfície do mastócito. Em um segundo 
momento (após a sensibilização do paciente) que o paciente tiver contato 
com o antígeno, ele irá entrar em contato com o IgE, onde teremos um 
estímulo do linfócito B através das IL-4, 6 e 13, e depois entra o estímulo 
do mastócito para o eosinófilo na fase tardia com as IL-3 e 5. Quando o IgE 
se acopla na superfície e degranula o mastócito e libera várias substâncias, 
principalmente a histamina, mas também libera leucotrienos e 
prostaglandinas. É nessa liberação que começa os sintomas (coriza, espirro, 
prurido...). Na fase da Resposta Imediata, se o paciente persistir e não 
tomar o medicamento e a crise não parar, ele entrará na fase de Resposta 
Tardia, com uma inflamação mais persistente, com edema da mucosa nasal, e 
a persistência do eosinófilo (é a célula que mantém a Resposta Inflamatória 
Tardia da rinite alérgica). Deve-se tomar o anti-histamínico na fase da 
Resposta Imediata (na fase da Resposta Tardia não adianta tomar só o anti-
histamínico, principalmente se ele não for de 3ª geração com o fator anti-
PAF mais importante). Na fase da Resposta Tardia, deve-se tomar o 
corticoide. 
 
- Fase Imediata: 
o Ocorre de 10 a 30 minutos do contato com o antígeno. 
o Histamina (principal mediador), triptase, protease. 
o Prurido, obstrução nasal, rinorreia, espirros (em quadros virais 
podemos encontrar esses mesmos sintomas, além de febre, cefaleia, 
dor de garganta, menos o prurido. Às vezes, o paciente é tão alérgico 
que o paciente pega o vírus e ele desencadeia toda a resposta 
inflamatória do alérgico e faz persistir por mais tempo). 
 
- Fase Tardia: 
o Ocorre quando não se toma o medicamento na Fase Imediata e a 
inflamação e as crises persistem. 
o Ocorre a partir de 4 horas do contato com o antígeno. 
o Quimiotaxia e migração de neutrófilos, basófilos, eosinófilos, 
linfócitos T e macrófagos. 
o Obstrução nasal (o paciente não tem mais coriza, espirros...). 
o Há um risco de o paciente desenvolver uma rinite medicamentosa em 
razão do uso prolongado de vasoconstritor nasal (Neosoro, Sorine...) 
em busca da melhora da obstrução e respiração. 
 
- Histamina: 
o Vasodilatação. 
o Aumento da permeabilidade vascular. 
o Aumento da secreção glandular. 
o Sintomas: espirro, prurido, rinorreia, obstrução. 
 
- Leucotrienos: 
o Ação semelhante a Histamina, porém mais potente. 
o Fase Tardia (manutenção da inflamação). 
o Sintomas: obstrução prolongada. 
 
- Prostaglandinas: 
o Aumento da permeabilidade vascular. 
o Agregação e ativação plaquetária. 
o Sintomas: prurido. 
 
- Fatores Desencadeantes: 
 
Aeroalérgenos: fragmentos de insetos que ficam no ar. Hamster traz a 
tríade mais agressiva para o alérgeno (mofo, ácaro e pelo). O peso molecular 
no pelo do gato é muito baixo, então ele penetra muito fácil na via aérea, 
causando também muita asma. O pólen dá bastante sintoma ocular. 
 
- ARIA: Allergic Rhinitis and its Impact on Asthma 
- Classificar é importante pois determina se o paciente vai precisar de um 
tratamento mais prolongado, se vai precisar de um tratamento adjuvante, ou 
se vai tratar apenas nas crises. 
- Intermitente: Menos de 4 dias por semana ou menos de 4 semanas por 
ano (é o paciente que tem crise quando tem contato com o antígeno, quando 
vai fazer uma faxina...). 
- Persistente: Mais de 4 dias por semana e mais de 4 semanas por ano (é 
aquele paciente que todo mês aparece doente). 
 Quanto ao grau (o quanto que a doença prejudica a vida do paciente), 
pode ser: 
- Leve: Sono normal, atividades normais (esporte, lazer, trabalho, escola), 
sintomas não são incômodos. 
- Moderada/Grave: Presença de um ou mais pontos, como o sono 
comprometido, atividades comprometidas (esporte, lazer – respiração 
prejudicada -, trabalho, escola), sintomas são incômodos. Esse tipode 
paciente aparece bastante no PS. Se já é um paciente com tendência ao 
ronco ou apneia do sono, só vai piorar. A respiração oral cansa mais porque 
ela é ativa e precisa dos músculos da caixa torácica, ao contrário da 
respiração nasal que é passiva e não precisa dos músculos. 
 
- Espirros em salva. 
- Coriza abundante. 
- Prurido nasal e faríngeo (é frequente crianças terem epistaxe devido ao 
prurido nasal intenso). 
- Obstrução nasal. 
- Tosse (geralmente seca e noturna) -> importante diferenciar na criança se 
é uma tosse de asma leve (hiper-reatividade brônquica pode causar tosse 
persistente) ou apenas alérgica devido a rinossecreção posterior. 
- Hiposmia. 
- Comprometimento do sono. 
- Sintomas oculares (lacrimejamento, hiperemia conjuntival, prurido 
ocular...). 
 
 
- Olheiras clássicas: dupla prega palpebral (Dennie-Morgan) com edema de 
pálpebra inferior. 
- “Saudação do Alérgico” (deixa uma linha transversa no dorso do nariz). 
- Anormalidades craniofacial: palato ogival (alonga no sentido cranial e a 
arcada dentária é jogada para frente -> a criança precisará fazer 
tratamento ortodôntico no futuro), alongamento facial, flacidez (hipotonia) 
no lábio superior (respirador oral crônico). 
 
- Rinoscopia: Mucosa nasal pálida (típico dos alérgicos) ou azulada (quadros 
crônicos), hipertrofia dos cornetos inferiores (inflamação crônica – o 
paciente tem uma obstrução mais permanente e, mesmo tentando 
desinflamar com o tratamento clínico, o paciente pode precisar da 
abordagem cirúrgica) e secreção hialina. 
Edema de septo nasal e corneto inferior 
 
- É clínico com base na anamnese e exame físico do paciente, juntamente 
com o histórico familiar (fator genético importante). 
- Exames Laboratoriais: 
o Hemograma: aumento dos eosinófilos (eosinofilia -> em crianças, 
diferenciar se não é de parasitose intestinal). 
o Testes alérgicos: teste cutâneo (injeta o antígeno e vê o grau de 
resposta do indivíduo na pele -> ter cuidado com pacientes com 
dermatite e os muito alérgicos pelo risco de choque anafilático), nível 
sérico de IgE (total e específica – sensibilização a ácaros, epitélio de 
gato, pólen... Isso ajuda a orientar o paciente a tomar medidas de 
controle na sua casa). 
o Citologia nasal (pede em raros casos, mais na rinite eosinofílica). 
o Rinomanometria (mais utilizado em pesquisa). 
- Exames de Imagem: Não se pede de rotina, mas em alguns casos se pede 
uma TC em casos de rinossinusite crônica com polipose associada (rinite 
crônica). 
- Testes Alérgicos. 
- Teste Cutâneo de Hipersensibilidade Imediata (TCHI). 
 
- Nível sérico do IgE: usado na dermatite, em casos de anafilaxia e 
impossibilidade de parar o uso de corticoide sistêmico. 
 
- Higiene Ambiental (encapar colchões e travesseiros, não acumular livros 
e bichos de pelúcia, nunca varrer e sempre usar aspirador de pó e panos 
úmidos, abrir as janelas e deixar arejar...). 
- Tratamento Medicamentoso. 
- Imunoterapia. 
 
- Prevenção de sensibilização em pacientes não sensibilizados. 
- Prevenção de nova sensibilização em pacientes previamente sensibilizados. 
- Diminuir a taxa de exacerbações das alergias respiratórias (as crises de 
rinite pioram a asma). 
- Auxiliar no controle das alergias respiratórias. 
 
- Anti-histamínicos orais (sempre preferir os de 2ª e 3ª geração, pois eles 
possuem o fator de desinflamar a mucosa e não dar sono. Evitar os de 1ª 
geração, pois causam muita sonolência e não são eficazes em reduzir o 
edema da mucosa) e tópicos. 
- Corticoides orais (bloqueador mais potente dos mediadores da inflamação, 
mas não se pode usá-lo por muito tempo, então é ótimo para tirar o 
indivíduo da crise, mas não para manutenção do tratamento) e tópicos 
(pode ser em terapia contínua em até 90 dias, mas pode ressecar e dar 
pequenas epistaxes). 
- Antileucotrienos (usado em pacientes com quadros mais persistentes e de 
grau moderado a grave. Pode ser utilizado em até 6 meses com segurança 
comprovada. Potencializam seu efeito quando são associados aos anti-
histamínicos). É contraindicado em quem está tendo sangramentos e quem 
toma anti-coagulante). 
- Anti-histamínico + Corticoide oral = associar em casos de inflamação muito 
intensa para bloquear todos os mediadores. 
- Descongestionantes nasais sistêmicos (são todos os anti-gripais -> anti-
histamínico de 1ª geração + descongestionante - vasoconstritor + 
analgésico) e tópicos (Neosoro -> causa vasoconstrição). 
- Estabilizador de mastócito (não é muito utilizado, apenas se o paciente 
tiver alguma contraindicação dos medicamentos acima). 
- Anticorpo monoclonal anti-IgE (é um imunobiológico para indivíduos muito 
graves -> utilizado em alergia alimentar e asma grave). 
 
 
- São antagonistas competitivos para o receptor de Histamina (H1). 
- A Histamina é o principal mediador na degranulação mastocitária. 
- Apresentam início rápido. 
- Atuam melhorando o prurido nasal, espirros e sintomas oculares. 
- Possuem menor efeito na obstrução nasal (não ajudam). 
 Clássicos: Sedação, pois atravessam a barreira hematoencefálica, 
interação com álcool. 
 Recentes: Não causam sedação. 
- Ação rápida. 
A Desloratadina possui um fator anti-inflamatório melhor que a Loratadina. 
A Loratadina é a mais utilizada por conta do custo mais baixo. A Bilastina é 
o anti-histamínico mais moderno. 
 
Loratadina pode ser utilizada em grávidas a partir dos 6 meses (a 
Dexclorfeniramina pode ser utilizada antes dos 6 meses, mas causam 
sonolência). 
 
 
- Considerados efetivos na rinite alérgica. 
- Ação complementar aos anti-histamínicos no controle dos sintomas. A 
eficiência deles é maior com o efeito cumulativo, ou seja, nos primeiros 30 
minutos de crise o anti-histamínico age muito bem, a partir da 8ª hora 
prevalece o efeito do corticoide, depois de 24 horas desinflama mais, 
depois de 10 dias o indivíduo já está bem melhor. 
- Inibe a infiltração local de mastócitos, eosinófilos e linfócitos. 
- Liberação de citocinas (IL-1, 2, 3, 4, 5, 6, 8) e INF-α. 
- Inibem a produção de leucotrienos e prostaglandinas. 
- Redução local de mastócitos, da permeabilidade vascular e da secreção das 
glândulas mucosas. 
- Podem ser utilizados por um período mais prolongado. 
- Melhora dos sintomas de obstrução nasal, rinorreia, espirros, prurido, 
sintomas oculares. 
- Eficientes após 8 a 24 horas. 
- Efeitos adversos: epistaxes, ressecamento nasal. 
Budesonida é liberada na gestante, mas pode causar pequenos 
sangramentos. 
 
 
 
- Promovem a redução do prurido nasal, dos espirros e da congestão. 
- Não melhoram os sintomas oculares. 
- Azelastina, levocabastina e olopatadina (ocular). 
- Início de ação rápido, cerca de 15 minutos (é bom pra usar no início da 
crise). 
- Boa ação na fase inicial dos quadros de rinite. 
- Quase não se usam mais. 
 
- Utilizado em casos mais graves de rinite e asma devido aos seus efeitos 
colaterais. 
- Serve mais para tirar da crise, não é indicado para manutenção. 
 
 
- Agonistas α-adrenérgicos (sistêmicos), promovem a diminuição do fluxo 
sanguíneo nos sinusoides venosos nos cornetos inferiores. 
 Orais: Efedrina, pseudoefedrina e fenilefrina. 
- Aumento da PA, taquicardia, retenção urinária, tremor e insônia. 
 Tópicos: Nafazolina, Oximetazolina, Xilometazolina. 
- O Tópico não deve ser usado por mais que 5 a 7 dias: 
o Efeito rebote (tópico) -> atrapalha o feedback do controle neural da 
vasodilatação e vasoconstrição do corneto inferior. 
o Rinite medicamentosa (o paciente fica viciado no medicamento). 
o Redução do fluxo em até 40%: destruição epitelial + perfuração 
septal (em casos de vasoconstrição muito intensa). 
 
- Estabiliza a membrana dos mastócitos, reduz a degranulação (age antes de 
inflamar). Não tem efeito depois que o processo da inflamação já está 
estabelecido. 
- Inibe a liberação de Histamina. 
- Controla: espirros, rinorreia e prurido. 
- É útil para sintomas episódicos (por exemplo, o contato com gato).- Seu uso é seguro, sem efeito adverso. 
- É menos eficaz que corticoide tópico. 
 
 
- Os leucotrienos são mediadores inflamatórios. 
- Alívio da obstrução, prurido, congestão e rinorreia. 
- Boa alternativa para a asma + rinite alérgica. 
- Montelucaste (não dá sono e pode vir associado com o anti-histamínico). 
 
- É a única forma terapêutica capaz de alterar o curso natural das doenças 
alérgicas mediadas por IgE. 
- Altera-se o padrão de linfócitos T auxiliares característicos dos alérgicos, 
denominados Th2, para a linhagem Th1 (não alérgicos). 
Th2 -> Linfócito B -> Plasmócito -> IgE. 
Th1 -> Linfócito B -> Plasmócito -> IgG. 
- Indicado para casos moderados a graves de difícil controle. 
- É um tratamento prolongado (de 6 meses a 1 ano) e não é barato. 
 
 
- Origem inflamatória sem participação de mecanismo alérgico. 
- Não ocorre reação de Gell e Coombs do tipo I mediada por IgE específica. 
- Grupo heterogêneo (cada tipo irá responder de um jeito diferente). 
- Diagnósticos de exceção. 
 
 
- Rinite Eosinofílica Não Alérgica. 
- Rinite Idiopática. 
- Rinite Irritativa. 
- Rinite Ocupacional. 
- Rinite no Idoso. 
- Rinite Hormonal. 
- Rinite Gestacional. 
- Rinite Gustativa. 
 
- Existem vários fatores associados: 
o Hiperreatividade neural. 
o Temperatura ambiente (Rinite Idiopática – “choque térmico”). 
o Umidade do ar (Rinite Idiopática). 
o Exercício Físico. 
o Fatores hormonais (gestantes -> corneto inferior com mais 
vasodilatação). 
o Fatores ambientais: substâncias irritantes (mesmo sem a pessoa ser 
alérgica, como a fumaça, produtos de limpeza...). 
 
- Infecção pela Klebsiella ozaenae – potencial de imobilidade ciliar. 
- O diagnóstico é clínico: 2 ou mais sinais e sintomas clínicos por 6 meses, 
como: epistaxe recorrente, anosmia episódica, secreção purulenta, crostas 
nasais (amareladas, esverdeadas e apodrecidas), 2 ou mais cirurgias 
sinusais. 
- A principal queixa é o mau cheiro extremamente intenso. 
- Não tem tratamento específico, precisa ficar fazendo limpezas 
recorrentes. 
- Não se sabe a causa ao certo, mas acredita-se em fatores nutricionais e 
deficiência de algumas vitaminas. 
- Depois que causa uma atrofia importante, algumas cirurgias com implantes 
podem ser realizadas, pois o paciente vai ficando com o “Nariz Vazio”, onde 
vai ocorrer um turbilhão do ar e favorece a formação de crostas. 
- É uma doença bem rara. 
Tomografia Computadorizada – “Nariz Vazio” 
 
 
 
- É a atrofia da mucosa nasal por fatores indeterminados. 
- A mucosa fica tão ressecada que chega a “colar” no osso.

Mais conteúdos dessa disciplina