Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Larissa Janaina Da Matta Rodrigues – 201903162238 
 
Aprendendo a Terapia Cognitivo Comportamental – Capítulo 2 
 
A relação entre terapeuta e paciente embora não seja considerada o principal 
mecanismo para a mudança, uma boa aliança é muito importante para o tratamento. 
A TCC utiliza um tipo específico de Aliança, o empirismo colaborativo que é mais 
direcionado para a promoção da mudança cognitiva e comportamental. 
Na perspectiva cognitiva comportamental a empatia é a capacidade de colocar-se no 
lugar do paciente conseguindo prever o que ele está sentindo pensando, mas ao 
mesmo tempo se manter no objetivo de identificar possíveis distorções, raciocínio 
ilógico ou comportamento desadaptativo, que possa estar favorecendo o problema. 
A autenticidade é uma das soluções mais importantes para mostrar empatia. 
Profissionais que usam da sua autenticidade são capazes de se comunicar verbal ou 
não verbalmente de uma maneira natural, honesta e emocional mostrando para seus 
pacientes que entendem a situação verdadeiramente. 
Não é suficiente demonstrar apenas preocupação, o terapeuta precisa substituir essa 
preocupação por ações que reduzam o sofrimento e ajudem o paciente a lidar melhor 
com os conflitos. 
O empirismo colaborativo, palavras que descrevem bem a aliança terapêutica, é o 
termo mais usado para descrever esse relacionamento na TCC. 
O terapeuta e paciente focam juntos em identificar pensamentos e comportamentos 
problemáticos, enxergar distorções cognitivas e os padrões comportamentais 
improdutivo, quando então detectados os defeitos, planejam práticas e estratégias de 
enfrentamento para essas dificuldades, podendo desenvolver Alívio dos sintomas e a 
melhor eficácia pessoal. 
Na TCC o relacionamento entre terapeuta e paciente, tem uma relação parecida com 
professor e aluno. 
Bons professores na TCC transmitem conhecimento de uma forma mais eficaz, utilizam 
o método socrático para encorajar o paciente a se envolver por completo no processo 
de aprendizagem. 
O uso do humor Na terapia é de grande relevância, tendo muitos efeitos positivos Na 
capacidade do paciente de reconhecer suas distorções cognitivas, podendo então 
experimentar e expressar emoções saudáveis e prazer, mesmo sendo de grande 
benefício o uso do humor tem riscos, o terapeuta deve estar sempre atento a resposta 
do paciente sobre as demonstrações do humor. 
As 3 principais razões para o uso do humor na TCC é de que o humor pode ajudar na 
normalização e humanização da aliança terapêutica, Podendo auxiliar também os 
pacientes a quebrar padrões rígidos de pensamento e comportamento E por último Ter 
uma maior produtividade nas habilidades que serão reveladas, fortalecidas e 
intensificadas. O humor então é um ótimo recurso para combater sintomas e enfrentar 
o estresse. 
Os 3 principais domínios que influenciam a personalização da Aliança terapêutica são: 
questões situacionais, histórico sociocultural e diagnóstico e sintomas. 
As questões situacionais são as tensões atuais da vida como por exemplo uma 
separação, perda de emprego, problemas financeiros, luto, coisas que acontecem sem 
presumir e que podem precisar de ajustes no relacionamento terapêutico. 
As questões socioculturais, são elementos que podem influenciar tanto o terapeuta 
como o paciente na construção da relação terapêutica. Estariam ligadas a etnia, a 
religião, a orientação sexual, a idade, a situação socioeconômica, grau de escolaridade 
e etc. 
O diagnóstico e sintomas seria o tipo de personalidade, a doença, os sintomas de cada 
paciente que podem ter uma grande influência no relacionamento terapêutico. 
Apesar do conceito de transferência ter surgido na psicanálise e na psicoterapia 
psicodinâmica, para TCC o foco está nas maneiras habituais de pensar e agir que são 
repetidos no setting terapêutico. 
Avaliando a transferência na TCC o terapeuta consegue observar os esquemas e os 
padrões associados de comportamento, que muito provavelmente foram construídos 
dentro das circunstâncias dos relacionamentos importantes do passado. 
Outro ponto de grande responsabilidade do terapeuta é analisar possíveis reações de 
contratransferência, que possam estar afetando o desenvolvimento da relação 
 terapêutica. 
A contra transferência na TCC seria a relação do terapeuta com o paciente que ativa 
pensamentos automáticos e esquemas, podendo influenciar o processo de terapia. 
Caso seja identificado o desenvolvimento da contratransferência é importante que o 
terapeuta tente identificar seus pensamentos automáticos e esquemas, para depois 
conseguir trabalhar na modificação das cognições.

Mais conteúdos dessa disciplina