Prévia do material em texto
340 VO LU M E 3 C IÊ N CI AS D A N AT U RE ZA e s ua s te cn ol og ia s figura abaixo. Considerando o choque perfeitamente inelástico, o módulo da velocidade dos veículos ime- diatamente após a colisão é: a) 30 km/h b) 40 km/h c) 60 km/h d) 70 km/h e) 75 km/h 14. (Ime 2021) Um projetil de massa m é disparado com velocidade v contra dois blocos A e B, de massas MA = 800 m e MB = 199 m, que estão inicialmente em repouso, um sobre o outro, conforme mostra a figura. O projetil atinge o bloco A, fazendo o conjunto se movimentar de uma distância d, da posição O até a posição D. Considerando g a aceleração da gravidade local, o coeficiente de atrito estático mínimo μe entre os blocos, de modo que o bloco B não deslize sobre o bloco A, é: a) 2.10 gd v 6 2 b) 2.10 gd v 6 c) 10 gd v 6 2 d) 3.10 gd v 6 e) 3.10 gd v 6 2 15. (Epcar (Afa) 2023) Três canaletas planas e horizontais, sendo as duas primeiras semicirculares e a terceira com perfil de um quarto de circunferência, são dispostas con- forme figura a seguir. Nas entradas de cada canaleta encontram-se três partículas, A, B e C, de massas m, m e 2m, respectivamente. O sistema composto pelas canaletas e partículas é conservativo e todas as colisões são frontais, sendo que, entre A e B, perfeitamente elástica(s), e entre, B e C, parcialmente elástica(s), com coeficiente de restituição igual a 0,5. No instante inicial, a partícula A é lançada com velocidade e B e C estão em repouso, conforme indica a figura. O impulso sofrido pelo conjunto de partículas, desde o lançamento de A até a saída de C, na terceira canaleta, tem módulo igual a a) 4 3 mv b) mv c) 2 mv d) 5 mn 16. (Ime 2023) Um sistema de medição da energia de um projé- til funciona conforme a figura acima. No aparato mostrado, um provete, que pode ser equiparado a uma máquina térmica, recebe 250 J de uma fonte quente (pólvora) e possui rendimento de 40%. Tal equipamento dispara um projétil à velocidade v contra um alvo móvel de alumínio solidário a uma mola inicialmente relaxada de constante elástica k. O projétil aloja-se completamente no interior do alvo. Acoplado ao sistema alvo-mola, um mostrador permite a leitura direta da energia E absorvida pela mola após o impacto, conforme a deflexão x máxima experimentada. 341 VO LU M E 3 C IÊ N CI AS D A N AT U RE ZA e s ua s te cn ol og ia s Dados: - constante elástica da mola: k = 5000 N/m; - massa do projétil: 5 g; - massa do alvo móvel de alumínio: 495 g. Observação: - despreze o atrito entre o alvo móvel e o solo. Diante do exposto, determine: a) a velocidade inicial v do projétil; b) a deflexão x máxima experimentada pela mola, após o impacto do projétil; c) o valor de energia E indicada pelo mostrador aco- plado ao sistema. 17. (Ufjf-pism 1) Após uma exaustiva tarde caçando pokémons, você decidiu jogar sinuca para testar seus conhecimentos sobre alguns conceitos da mecânica newtoniana. Com o taco, você imprimiu uma velocidade inicial de 50 cm/s à bola branca, cuja massa é de 300 gramas. Ela se chocou com a bola 8 de massa 200 gramas e, após a colisão, sua velocidade era de 10 cm/s, mantendo a mesma direção e sentido do movimento inicial. a) Qual o ganho de energia cinética da bola branca devido à tacada? b) Calcule a velocidade que a bola 8 ganhou após a colisão com a bola branca. c) A colisão é elástica ou inelástica? Justifique com cál- culos a sua resposta. 18. (Unicamp - Adaptada) O tempo de viagem de qualquer entrada da Unicamp até a região central do campus é de apenas alguns minutos. Assim, a economia de tempo obtida, desrespeitando-se o limite de velocidade, é muito pequena, enquanto o risco de acidentes aumenta significativamente. Considere que um ônibus de massa M = 9000, via- jando a 80 km/h, colide na traseira de um carro de massa mA = 1000 kg que se encontrava parado. A colisão é inelástica, ou seja, carro e ônibus seguem grudados após a batida. Calcule a velocidade do con- junto logo após a colisão. 19. (Fmj) Uma bola de massa 1 kg é chutada a 12 m/s, a partir do solo, formando um ângulo de 45° com a horizontal. Ao atingir o ponto mais alto de sua tra- jetória, a bola colide e adere a um balde de massa 2 kg, que se encontra em repouso na extremidade de uma plataforma plana e horizontal, conforme mostra a figura. Considerando a aceleração da gravidade 10 m/s2, 2 1,4, e a resistência do ar desprezível, deter- mine a velocidade da bola, em m/s, imediatamente antes e depois da colisão totalmente inelástica com o balde. 20. (Ufmg) Em julho de 1994, um grande cometa denominado Shoemaker-Levi 9 atingiu Júpiter, em uma colisão frontal e inelástica. De uma nave no espaço, em repouso em relação ao planeta, observou-se que a velocidade do cometa era de 6,0 . 104 m/s antes da colisão. Considere que a massa do cometa é 3,0 . 1014 kg e que a massa de Júpiter é 1,8 . 1027 kg. Com base nessas informações, CALCULE a velocidade, em relação à nave, com que Júpiter se deslocou no espaço, após a colisão. 342 VO LU M E 3 C IÊ N CI AS D A N AT U RE ZA e s ua s te cn ol og ia s Gabarito (e.i.) 1. E 2. C 3. D 4. B 5. A 6. B 7. D 8. B 9. C 10. D 11. A 12. E 13. C 14. A 15. C 16. a) v0 = 200 m/s b) x = 0,02 m c) E = 1 J 17. a) Ec = 3,75⋅10 (-2) J b) vp = 60 cm/s c) O choque foi elástico, pois como dá para notar pelo cálculo feito no item anterior, as velocidades finais das bolas são diferentes, excluindo a possibilidade de cho- que inelástico. 18. v = 72 km/h. 19. Imediatamente antes da colisão, a velocidade da bola é igual à velocidade horizontal (v0x) de 8,4 m/s. A velocidade final (vf) após o choque inelástico é cal- culada com a conservação da quantidade de movimento (Q), de 2,8 m/s. 20: v = 10(-8) m/s