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P1/UC1 – UNIT – ALAGOAS HABILIDADES CLÍNICAS – AULAS 2, 3, 4 E 5 R EL AÇ ÃO MÉDIC O - PAC I EN T E O estudo desse relacionamento deve partir das seguintes premissas: • A relação médico-paciente constitui a parte fundamental da prática médica, devendo ser foco de atenção e estudo a partir do momento em que o estudante encontra-se com seu primeiro paciente, permanecendo assim durante toda a sua vida profissional • O exame clínico, especialmente a anamnese, continua sendo o elemento principal do tripé no qual se apoia a medicina moderna. Os outros dois componentes são os exames laboratoriais e os equipamentos que produzem valores, traçados e imagens dos órgãos • Para se entender o relacionamento com os pacientes, é necessário adquirir uma boa compreensão dos mecanismos psicodinâmicos envolvidos neste processo • A aprendizagem da relação médico-paciente está intimamente interligada à aprendizagem do método clínico e ambas dependem de treinamento prolongado, sempre sob supervisão • É indispensável a aquisição de conhecimentos básicos das Humanidades (filosofia, antropologia, psicologia, sociologia e outras), pois a relação médico-paciente ultrapassa o âmbito dos fenômenos biológicos, dentro do qual se costuma aprisionar a profissão médica. A experiência demonstra que um aprendizado correto do exame clínico é importante para o paciente, mesmo que o estudante não saiba prescrever medicamentos ou realizar cirurgias. Isso ocorre porque sua presença ao lado do paciente pode ter ação terapêutica, tal qual a do médico. Importante compreender que cultivar os princípios bioéticos e as virtudes morais é indissociável do exame clínico e faz parte da relação médico-paciente. AN AMN ESE Anamnese (aná =trazer de novo; mnesis =memória) significa trazer de volta à mente todos os fatos relacionados com a doença e o paciente. De início, deve-se ressaltar que a anamnese é a parte mais importante da medicina: primeiro, porque é o núcleo em torno do qual se desenvolve a relação médico-paciente, que, por sua vez, é o principal pilar do trabalho do médico; segundo, porque é cada vez mais evidente que o progresso tecnológico somente é bem utilizado se o lado humano da medicina é preservado. Conclui-se, portanto, que cabe à anamnese uma posição ímpar, insubstituível, na prática médica. A anamnese inclui os seguintes elementos: • Identificação • Queixa principal • História da doença atual • Interrogatório sintomatológico • Antecedentes pessoais e familiares • Hábitos de vida • Condições socioeconômicas e culturais. As principais perguntas que se referem à dor, nos dão bons indicativos para continuação da anamnese. São elas: • Onde dói? (o paciente deve mostrar o local) • Quando começou? • Como começou? (súbito ou progressivo) • Como evoluiu? (como estava antes e como está agora) • Qual o tipo da dor? (queimação, pontada, pulsátil, cólica, constritiva, contínua, cíclica, profunda, superficial) • Qual a duração da crise? (se a dor for cíclica) • É uma dor que se espalha ou não? • Qual a intensidade da dor? (forte, fraca ou usar escala de 1 a 10). • A dor impede a realização de alguma tarefa? • Em que hora do dia ela é mais forte? • Existe alguma coisa que o sr. faça que a dor melhore? • E que piora? • A dor é acompanhada de mais algum sintoma? I MPOR T ÂN CI A DE C ADA C AR AC T ER Í STI C A 1. Nome: Primeiro dado da identificação. Nunca é demais criticar o hábito de designar o paciente pelo número do leito ou pelo diagnóstico. "Paciente do leito 5" ou "aquele caso de cirrose hepática da Enfermaria 7" são expressões que jamais devem ser usadas para caracterizar uma pessoa. 2. Idade: Cada grupo etário tem sua própria doença, e bastaria essa assertiva para tornar clara a importância da idade. A todo momento, o raciocínio diagnóstico se apoia nesse dado e, quando se fala em "doenças próprias da infância à: está se consagrando o significado do fator idade no processo de adoecimento. Vale ressaltar que, no contexto da anamnese, a relação médico-paciente apresenta peculiaridades de acordo com as diferentes faixas etárias 3. Sexo: Não se falando nas diferenças fisiológicas, sempre importantes do ponto de vista clínico, há enfermidades que só ocorrem em determinado sexo. Exemplo clássico é a hemofilia, transmitida pelas mulheres, mas que só aparece nos homens. É óbvio que existem doenças específicas para cada sexo no que se P1/UC1 – UNIT – ALAGOAS refere aos órgãos sexuais. As doenças endócrinas adquirem muitas particularidades em função desse fator. A questão de gêneros, bastante estudada nos últimos anos, aponta para um processo de adoecimento diferenciado no homem e na mulher, ainda quando a doença é a mesma. 4. Etnia: A influência da etnia no processo do adoecimento conta com muitos exemplos; o mais conhecido é o da anemia falciforme, uma alteração sanguínea específica dos negros, mas que, em virtude da miscigenação, pode ocorrer em pessoas de outra cor. Outro exemplo é a hipertensão arterial, que mostra comportamento evolutivo diferente nos pacientes negros: além de ser mais frequente nesse grupo, a hipertensão arterial apresenta maior gravidade, com lesões renais mais intensas e maior incidência de acidentes vasculares encefálicos. Em contrapartida, pessoas de cor branca estão mais predispostas aos cânceres de pele. 5. Estado civil: Não só os aspectos sociais referentes ao estado civil podem ser úteis ao examinador. Aspectos médico-trabalhistas e periciais podem estar envolvidos, e o conhecimento do estado civil passa a ser um dado valioso . 6. Profissão/ocupação: É um dado de crescente importância na prática médica, e sobre ele teceremos algumas considerações em conjunto com o item que se segue. 7. Local de trabalho: Em certas ocasiões, existe uma relação direta entre o trabalho do indivíduo e a doença que lhe acometeu. Enquadram-se nessa categoria as chamadas doenças profissionais e os acidentes de trabalho. Por exemplo, indivíduos que trabalham em pedreiras ou minas podem sofrer uma doença pulmonar determinada por substância inaladas ao exercerem sua profissão; chama-se pneumoconiose, e é uma típica doença profissional. Em outras situações, ainda que a ocupação não seja diretamente relacionada com a doença, o ambiente no qual o trabalho é executado poderá envolver fatores que agravam uma afecção preexistente. 8. Naturalidade: Local onde o paciente nasceu. 9. Procedência: Este item geralmente refere-se à residência anterior do paciente. Por exemplo, ao atender a um paciente que mora em Goiânia (GO), mas que anteriormente residiu em Belém (PA), deve-se registrar esta última localidade como a procedência. 10. Endereço: Quanto a este item, anota-se a residência atual. Nesse local deve ser incluído o endereço do paciente. As doenças infecciosas e parasitárias se distribuem pelo mundo em função de vários fatores, como climáticos, hidrográficos e de altitude. Conhecer o local da residência é o primeiro passo nessa área. Além disso, deve-se lembrar de passagem que a população tem muita mobilidade e os movimentos migratórios influem de modo decisivo na epidemiologia de muitas doenças infecciosas e parasitárias. É na identificação do paciente e, mais especificamente, no registro de sua residência que esses dados emergem para uso clínico. Citemos como exemplos a doença de Chagas, a esquistossomose, a malária e a hidatidose. A distribuição geográfica dessas importantes endemias deve estar na mente de todos nós, pois a todo momento nos veremos diante de casos suspeitos. 11. Religião: A religião à qual o paciente se filia tem relevância no processo saúde-doença. Alguns dados bastante objetivos, como a proibição à hemotransfusão em testemunhas de Jeová e o não uso de carnes pelos fiéis da Igreja Adventista, têm uma repercussão importante no planejamento terapêutico. Outros dados mais subjetivos podem influenciar a relaçãomédico- paciente, uma vez que o médico usa em sua fala a pauta científica, que muitas vezes pode se contrapor à pauta religiosa pela qual o paciente compreende o mundo em que vive 12. Filiação: Ter conhecimento desse fato facilita o encaminhamento para exames complementares, outros especialistas ou mesmo a hospitais, nos casos de internação. O cuidado do médico em não onerar o paciente, buscando alternativas dentro do seu plano de saúde, é fator de suma importância na adesão ao tratamento proposto. 13. Nome da mãe: importante para identificação do paciente, para não haver erros. 14. Cuidador: faz-se necessário para que se firme a relação de corresponsabilidade ética no processo de tratamento do paciente. Q U EIX A PR IN CI PAL E D UR AÇ ÃO (Q PD) É motivo da consulta. Sintomas ou problemas que motivaram o paciente a procurar atendimento médico, repetindo, se possível, as expressões por ele utilizadas. • Utilizar aspas quando anotar as palavras usadas pelo paciente. • Ter cuidado com o diagnóstico feito pelos pacientes. Muitos usam, por exemplo, pressão alta ou menopausa como sintomas, mas deve-se perguntar exatamente o que ele está sentindo e não o que ele acha que é. • Quando o paciente chega ao médico encaminhado por outro colega ou instituição médica, no item correspondente à "queixa principal" registra-se de modo especial o motivo da consulta. H I ST ÓR I A DA DOENÇ A A TU AL (H DA) É um registro cronológico e detalhado do motivo que levou o paciente a procurar assistência médica, desde o seu início até a data atual. A HDA, abreviatura já consagrada no linguajar médico, é a parte principal da anamnese e costuma ser a chave mestra para chegar ao diagnóstico. Algumas histórias são simples e curtas, constituídas de poucos sintomas, facilmente dispostos em ordem cronológica e PONTOS-CHAVE ▪ Sugestões para se obter a “queixa principal”: • Qual o motivo da consulta? • Por que o(a) senhor(a) me procurou? • O que o(a) senhor(a) está sentindo? • O que o(a) está incomodando? ▪ Exemplos de "queixa principal": • Dor de ouvido • Dor no peito há 2 h • Exame periódico para o trabalho. P1/UC1 – UNIT – ALAGOAS cujas relações entre si aparecem sem dificuldade. Outras histórias são longas, complexas e compostas de inúmeros sintomas cujas inter-relações não são fáceis de se encontrar. • 1º Passo - Sintoma-guia: estudante deve escolher como sintoma-guia a queixa de mais longa duração, o sintoma mais salientado pelo paciente ou simplesmente começar pelo relato da "queixa principal' • 2º Passo - Determinar a época em que teve início aquele sintoma. • 3º Passo - Investigar a maneira como evoluiu o sintoma. ESQ U EMA PAR A AN ÁLI SE DE U M SI NT OMA Os elementos que compõem o esquema para análise de qualquer sintoma (Quadro 6.3) são: - Início - Características do sintoma - Fatores de melhora ou piora - Relação com outras queixas - Evolução - Situação atual. I NT ERR OGAT ÓRI O SI ST E MAT OL ÓGI C O (I S) Feito a HDA, se faz necessário avaliar área por área do corpo, fazendo perguntas de acordo com as divisões preestabelecidas a fim de notificar quaisquer sintomas que tenha passado despercebido por ambos ou afirmando quando não houver. • Sintomas gerais • Pele e fâneros • Cabeça e pescoço • Tórax (incluindo mama) • Abdome • Sistema geniturinário • Sistema hemolinfopoético • Sistema endócrino • Sistema osteo-muscular • Sistema neuro-psíquico LEMBRAR DE REFERIR OS SINTOMAS COM NOMES TÉCNICOS SINTOMAS GERAIS FEB R E = Sensação de aumento da temperatura corporal acompanhada ou não de outros sintomas. AST ENI A = Sensação de fraqueza. C EFAL EI A = Significa dor de cabeça SUDORESE = Eliminação abundante de suor. CALAFRIOS = Sensação momentânea de frio com ereção de pelos e arrepiamento da pele. CÃIBRAS = Contrações involuntárias de um músculo ou grupo muscular. PRURIDO = Sensação de coceira. PELE E FÂNEROS ALTERAÇÕES NA PELE NORMAS PARA SE OBTER UMA BOA HDA - Deixe que o paciente fale sobre sua doença - Determine o sintoma-guia - Descreva o sintoma-guia com suas características e analise- o minuciosamente - Use o sintoma-guia como fio condutor da história e estabeleça as relações das outras queixas com ele em ordem cronológica - Verifique se a história obtida tem começo, meio e fim - Não induza respostas - Apure evolução, exames e tratamentos realizados em relação à doença atual - Leia a história que escreveu para o paciente, a fim de ele possa confirmar ou corrigir algum dado relatado, ou mesmo acrescentar alguma queixa esquecida. P1/UC1 – UNIT – ALAGOAS ALTERAÇÕES NOS FÂNEROS CABEÇA E PESCOÇO LACRIMEJAMENTO = Eliminação de lágrimas, independentemente do choro. XANTOPSIA; IANTOPSIA; DOROPSIA = Visão amarelada, violeta e verde, respectivamente. DI PL OPI A = Visão dupla, constante ou intermitente. FOTOFOBIA = Hipersensibilidade à luz. NISTAGMO = Movimentos repetitivos rítmicos dos olhos. ESC OT OMAS = Manchas ou pontos escuros no campo visual, descritos como manchas, moscas que voam diante dos olhos ou pontos luminosos. ALUCINAÇÕES VISUAIS = Sensação de luz, cores ou reproduções de objetos. AMBLIOPIA = Redução ou perda da visão sem que o olho afetado mostre qualquer anomalia estrutural. AMAUROSE = Perda parcial ou total da visão por afecção do nervo óptico ou dos centros nervosos. HEMIANOPSIA = cegueira para metade do campo visual de um dos olhos. OT AL GI A = A dor de ouvido. OT ORR EI A = Saída de líquido pelo ouvido. OT ORR AGI A = Perda de sangue pelo canal auditivo, relação com traumatismo. EXOFTALMIA = Projeção dos olhos para fora HIPOCUSIA = Diminuição leve ou moderada da audição. SURDEZ = Perda acentuada da audição. ACUSIA = Perda total da audição. ZUMBIDOS = Sensação subjetiva de diferentes tipos de ruídos. VER TI GEM E T ONT UR A = Sensação de estar girando em tomo dos objetos (vertigem subjetiva) ou os objetos girando em tomo de si (vertigem objetiva). R IN ORR EI A = Coriza, descarga mucosa pelo nariz. EPISTAXE = Hemorragia nasal. DI SPN EI A = Dificuldade para respirar. HIPOSMIA = Diminuição do olfato. ANOSMIA = Abolição do olfato. HIPEROSMIA = Aumento do olfato. CACOSMIA = Consiste em sentir mau cheiro, sem razão para tal. PAROSMIA = Perversão do olfato. RINOLALIA = Voz anasalada. POLIFAGIA OU HIPEROREXIA = Fome exagerada. INAPETÊNCIA OU ANOREXIA = Falta de apetite. SIALOSE = Excessiva produção de secreção salivar. HALITOSE = Mau hálito. PIGARRO = Ato de raspar a garganta. DISFONIA = Sintoma caracterizado por rouquidão no qual se observam alterações na altura, intensidade, qualidade e ressonância da voz. AFONIA = Diminuição ou perda da voz. H EMOPT I SE = Eliminação de sangue pela boca, através da glote, proveniente dos brônquios ou pulmões. TÓRAX DISPNEIA NÓDULOS MAMÁRIOS SECREÇÃO MAMILAR T OSSE = seca ou com expectoração. Frequência, intensidade, tonalidade, relação com o decúbito, período em que predomina. EX PEC T OR AÇ ÃO = Volume, cor, odor, aspecto e consistência. Tipos de expectoração: mucoide, serosa, purulenta, mucopurulenta, hemoptoica. VÔMI C A = Eliminação súbita, através da glote, de quantidade abundante de pus ou líquido de aspecto mucoide ou seroso. CHIEIRA = Ruído sibilante percebido pelo paciente durante a respiração. CORNAGEM = Ruído grave provocado pela passagem do ar pelas vias respiratórias altas reduzidas de calibre. ESTRIDOR = Respiração ruidosa, algo parecido com cornagem. TIRAGEM = Aumento da retração dos espaços intercostais. SOLUÇO = Contrações espasmódicas do diafragma, concomitantes com o fechamento da glote, acompanhadas de um ruído rouco. PAL PI T AÇ ÕES = Percepção incômoda dos batimentos cardíacos. CIANOSE = Coloração azulada da pele. EDEMA = Acúmulo anormal de líquido no espaço intersticial devido ao desequilíbrio entre pressãohidrostática e osmótica. ODINOFAGIA = Dor retroesternal durante a deglutição. PI R OSE = Sensação de queimação retroesternal. REGURGITAÇÃO = Volta à cavidade bucal de alimento ou de secreções contidas no esôfago ou no estômago. ERUCTAÇÃO = Expulsão ruidosa de ar, gases ou ácido do estômago (Arroto). HEMATÊMESE = Vômito de sangue. T AQU IC AR DI A = Aumento da frequência cardíaca. BRADICARDIA = Diminuição da frequência cardíaca. ABDOME N ÁU SEAS = Desconforto gástrico, acompanhado de impulso para vomitar. VÔMI T OS = Expulsão ativa do conteúdo gástrico ou da porção inicial do intestino pela boca. DISPEPSIA = Conjunto de sintomas constituído de desconforto epigástrico, empanzinamento, sensação de distensão por gases, náuseas, intolerância a determinados alimentos. DIARREIA = Aumento do número de evacuações e/ou a presença de fezes amolecidas. DISENTERIA = Infecção do intestino grosso que causa dores abdominais, ulceração das mucosas, tenesmo e diarreia. ESTEATORREIA = Aumento da quantidade de gorduras excretadas nas fezes. MEL EN A = Hemorragia digestiva. Aspecto "em borra de café". ENTERORRAGIA = Hemorragia digestiva com aspecto sangue vivo. DI ST EN SÃO AB DOMIN AL = Sensação de gases no abdome. FLATULÊNCIA = liberação de gases. I CT ERÍ CI A = Coloração amarelada de pele e mucosas devido ao acúmulo de bilirrubina no organismo. SISTEMA GÊNITO-URINÁRIO OLIGÚRIA = Diminuição da quantidade de urina. AN ÚR IA = Ausência de excreção urinária. POL IÚ RI A = Aumento do volume urinário em 24 horas. DI SÚRI A = Micção difícil e dolorosa. N OC TÚR I A = Micção frequente à noite. POLACIÚRIA = Aumento da frequência miccional, com pequena eliminação de urina. H EMATÚ RI A = Presença de sangue na urina. HEMOGLOBINÚRIA = Presença de hemoglobina na urina. VARICOCELE = Dilatação anormal das veias testiculares. PRIAPISMO = Ereção persistente, dolorosa, sem desejo sexual. HEMOSPERRNIA = Sangue no esperma. EJACULAÇÃO PRECOCE = É definida como a incapacidade de controlar o processo de ejaculação. ANORGASMIA = É a incapacidade de chegar ao orgasmo durante o coito. P1/UC1 – UNIT – ALAGOAS POL I MEN ORR EI A = Menstruação ocorre com intervalos menores que 21 dias. OL I GOMEN ORR EI A = Menstruação ocorre com intervalos maiores que 35 dias. AMEN ORR EI A = Falta de menstruação por um período de tempo maior do que três ciclos prévios. HIPERMENORREIA =menstruação dura mais de 8 dias. HIPOMENORREIA = Quando a menstruação dura menos de 2 dias. MENORRAGIA= Há excessiva perda de sangue durante o fluxo menstrual. METRORRAGIA = Hemorragia com sangramento não cíclico, inexistindo, portanto, ritmo ou periodicidade. DI SMEN OR R EI A = é um conjunto de sintomas que podem acompanhar a menstruação (cólica menstrual) CÓLICAS = Violenta contração da musculatura da parede de certas vísceras do organismo, provocando dor intermitente e agudo no abdome. DI SPAR EU NI A = Dor no ato sexual. FRIGIDEZ = Falta de desejo sexual nas mulheres. SISTEMA HEMOLINFOPOIÉTICO PET ÉQ UI AS = Pequena hemorragia, do tamanho da cabeça de alfinete. EQ U I MOSES = Pequeno derrame sanguíneo debaixo da pele. HEMATOMAS = Acúmulo de sangue tecidual com presença de sangue extravasado e coágulos em alguma atividade. ERITEMAS = Vermelhidão cutânea por vasodilatação, que desaparece por digito pressão. PÁPULAS = Mancha rósea na pele com elevação. ESPLENOMEGALIA = Aumento do volume do baço. HEPATOMEGALIA = Aumento do volume do fígado. PAL I DEZ = falta de sangue em determinada área corporal, causando descoramento local. H EMORR AGI A SISTEMAS OSTEOARTICULARES, CARDIORRESPIRATÓRIOS, GASTROINTESTINAIS, GENITOURINÁRIOS E NEUROLÓGICOS. SISTEMA ENDÓCRINO Alterações no desenvolvimento físico e sexual, pele seca, queda de cabelo, unhas quebradiças. NANISMO GIGANTISMO B ÓC I O = aumento da glândula tireóide, formando um nódulo no pescoço GAL ACT ORR EI A = Secreção excessiva de leite. GINECOMASTIA = Crescimento das glândulas mamárias nos homens. HIRSUTISMO = Desenvolvimento anormal dos pelos na mulher, com padrão masculino de distribuição e volume. VIRILISMO = Desenvolvimento de caracteres sexuais secundários masculinos na mulher. SISTEMA ÓSTEO-MUSCULAR DOR MI AL GI A = dor no músculo DEFORMIDADE SINAIS INFLAMATÓRIOS ARTICULARES EDEMA RIGIDEZ FR AQU EZ A MU SCUL A R C ÂIB R AS ESPASMOS MU SC UL AR ES ALTERAÇÃO NA COLORAÇÃO E TEMPERATURA SENSIBILIDADE DAS EXTREMIDADES SISTEMA NEURO-PSÍQUICO APATIA = Estado de indiferença, em que o indivíduo não responde aos estímulos da vida emocional, social ou física. Falta de interesse ou desejos. C ON VUL SÕES = Condição decorrente de descargas elétricas anormais no cérebro que produzem alterações fisiológicas. AMN ÉSI A = Perda da memória, transitória ou permanente. PARESIAS = Paralisia de nervo ou músculo que não perdeu inteiramente a sensibilidade e o movimento. PARALISIAS = Incapacidade de realização do movimento voluntário. PARESTESIAS = Dormência, formigamento. ANESTESIAS = Perda sensitiva total. HIPOESTESIA = Diminuição da sensibilidade tátil. HIPERESTESIA = Aumento da sensibilidade. DISBASIA = Distúrbios da marcha. SON O VER TI GEM = Sensação de estar girando em tomo dos objetos SÍ NC OPE/LI POT Í MI A = perda temporária da consciência provocada por uma diminuição do fluxo sanguíneo cerebral (desmaio) OBS: QUASE TODOS OS SISTEMAS POSSUEM DOR COMO SINTOMA.