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17 Isabela Kerstin ➢ Balão gástrico : 200 a 300 ml de água destilada ou SF ➢ Balão esofágico : 30 mmHg ( 2/3 da PAM ) insuflado com ar ➢ Deixar com pressão maior do que a saída do sangue TIPS ou TIPSS – TRANSJUGULAR INTRAHEPATIC PORTAL SHUNT ➢ Passagem de um ‘’ stent’’ por via transjugular – hemodinâmica / radiologia intervencionista ➢ Radioscopia localizado ➢ Veia jugular cava superior veia hepática ➢ É passado um Stent que comunica a veia hepática com os ramos portais dentro do parênquima hepático ➢ Forma-se um shunt intra-hepático comunicando a circulação portal com a circulação sistêmica o O shunt / by-pass permitirá que o sangue passe da via portal ( obstruída ) para a veia hepática ➢ Com o tempo, ele perde a função por entupir ➢ Pode ser utilizado como ponte em indivíduos que serão transplantados : o a hipertensão portal temporariamente Indicações ➢ Sangramento ativo refratário ➢ Prevenção secundária de sangramento varicoso o Pcte que já sangrou, e se deseja prevenir que o pcte sangre novamente ➢ Ascite refratária ➢ Hidrotórax hepático refratário ➢ Sd de Budd Chiari Contraindicação ➢ Prevenção primária de sangramento varicoso o Não fazer TIPS em Pcte que nunca sangrou ➢ ICC : pois aumentaria a pré carga ➢ Hipertensão pulmonar grave ➢ Doença policística hepática ➢ Obstrução biliar ➢ Sepse INDICAÇÃO DE CIRURGIA ➢ Falha na 2ª intervenção endoscópica ➢ Persistência da hemorragia com instabilidade ➢ Hemodinâmica ➢ Hemotransfusão ≥ volemia CIRURGIA DE EMERGENCIA ➢ Mortalidade alta Transecção esofágica : ➢ O esôfago é transseccionado e reanastomosado – inibe o fluxo varicoso ➢ Ao longo do tempo, as varizes formarão novamente 18 Isabela Kerstin Derivação portocava calibrada ➢ É uma anastomose porto-cava, porém, não é realizada diretamente entre veia porta e veia cava pois o fluxo é muito grande roubaria fluxo do fígado e desencadearia piora da hepatopatia. Por isso deve ser calibrada, ou seja, com uma prótese ( haverá ⊖ fluxo, não terá o fluxo total da porta para o sistema cava ) ➢ Parar o sangramento na emergência pois rouba o fluxo portal ➢ Risco de encefalopatia CIRURGIAS PROGRAMADAS Derivação esplenorrenal distal ( Warren ) ➢ Esquistossomose ➢ Cirrose ➢ Eletiva ➢ ⊖ encefalopatia no cirrótico o Pode desencadear, porém ⊖ em relação as outras abordagens cirúrgicas ➢ Na imagem é possível visualizar as varizes subindo pela veia gástrica e pelos vasos breves pelo baço ➢ Realiza-se a desconexão da veia esplênica da veia porta e anastomosa-se a veia esplênica na veia renal E. Dessa forma, corta-se essa via de refluxo sanguíneo fluxo começa a voltar para o sistema cava. o Veia esplênica + Mesentérica superior formam a veia porta o Veia renal e veia esplênica são bem próximas uma da outra Desconexão ázigo-portal com esplenectomia ( DAPE ) ➢ Indicação : esquistossomose ➢ Não é utilizada em cirróticos ➢ O problema está na veia porta que não drena para a veia hepática começa haver fluxo retrogrado e formação de Colaterais : gástrica E, esplênica forma as varizes de esôfago ➢ Realizada com a desvascularização da veia gástrica E, as tributárias, a esplênica e o baço o Desvascularização até 5 cm do esôfago ➢ O baço ↑ muito de volume no pcte com esquistossomose vasos breves começam a subir varizes entre o estomago e o baço ➢ Cessa a transmissão de sangue do sistema porta para as varizes ➢ Funciona bem, mas pode ter recidiva após alguns anos PREVENÇÃO DO SANGRAMENTO Primária ➢ Pcte ainda nunca sangrou ➢ Rastreamento de varizes por EDA ➢ Betabloqueador não seletivo ➢ Ligadura das varizes em apenas alguns casos : nos pctes o Médio e grosso calibre o Child-C T