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JOÃO GUILHERME MARÓSTICA
ANDERSON MATHEUS DIAS FLEGNER
VALCELI CÁSSIA SOARES FRONZA
ANA MARIA SIQUEIRA
PAULO HENRIQUE DA SILVA
Bacharelado em Educação Física
EFEITOS DO TREINAMENTO DE FORÇA PARA CORRIDA DE RUA
Tutor: Marcel Frezza Pisa/Rafael Menari Archanjo
Claretiano - Centro Universitário
CIDADE
2022
EFEITOS DO TREINAMENTO DE FORÇA PARA CORRIDA DE RUA
Resumo 
Este artigo tem como objetivo analisar os benefícios proporcionados pelo treinamento de força no desempenho de atletas que participam da modalidade esportiva corrida de rua. A adesão por corridas de rua tem crescido consideravelmente nos últimos tempos, em decorrência dos benefícios que a modalidade esportiva proporciona, com destaque para o início de uma vida ativa e a redução de problemas de saúde como a obesidade e o sobrepeso. Assim, busca-se neste artigo demonstrar que o treinamento de força tem sido apontando como instrumento na melhoria dos desempenhos na execução da corrida de rua. Para tanto, realizou-se uma pesquisa bibliográfica em artigos, livros, monografias e demais materiais publicados sobre o assunto. Como conclusão, evidenciou-se que as adaptações neuromusculares produzidas pelo treinamento de força acarretam no melhor desempenho da biomecânica da corrida de rua, diminuindo o gasto energético metabólico durante a realização das atividades.
Palavras-chave: Treinamento de força. Corrida de rua. Benefícios. Desempenho.
1. INTRODUÇÃO
A corrida de rua tem chamado a atenção de vários sujeitos nos últimos tempos, contando com a adesão de vários participantes e ampliando padrões, tanto em função dos objetivos pela procura desta modalidade esportiva, como em aptidão física e o desempenho esportivo para tanto. Todavia, a busca pela economia de corrida pelos atletas desta modalidade esportiva é algo comum, visando alcançar a melhor performance e o menor desgaste físico nas competições. 
Assim, vários sãos os métodos de treinamento utilizados para alcançar tal objetivo, sendo que o treinamento de força tem sido cada vez mais explorado pelos atletas, em decorrência da apresentação de melhoria na performance, diminuição da incidência de lesões e proporcionando melhoria no rendimento. 
Portanto, o objetivo geral desta pesquisa é verificar a eficácia e as vantagens de se escolher do treinamento de força na corrida de rua. No mesmo sentido, tem-se os seguintes objetivos específicos: demonstrar como a musculação pode auxiliar e ter benefícios para a melhoria do rendimento do atleta; apresentar os benefícios proporcionados pelo treinamento de força; destacar quais são as contribuições do treinamento de força para a melhoria do desempenho, principalmente em corredores de endurance.
Trata-se de pesquisa que visa ampliar os conhecimentos dos futuros e dos atuais profissionais da área, visando contribuir para a melhoraria dos serviços prestados pelas assessorias esportivas no sentido de contribuir para o desenvolvimento geral dos alunos e melhorias relacionadas às adaptações neuromusculares geradas pelo treinamento de força, independente das manifestações e tipos de forças treinadas.
Em relação a metodologia utilizada na produção desta pesquisa, optou-se pela realização de um estudo descritivo, utilizando-se da técnica da pesquisa bibliográfica, pautada na análise de livros, artigos e demais materiais publicados em bases de dados eletrônicos como a SciELO, CAPES, Google Acadêmicos e Revistas Científicas. 
2. DESENVOLVIMENTO 
2.1 Considerações gerais sobre o treinamento de força
Não é uma tarefa fácil definir o conceito de força, uma vez que são vários fatores a serem levados em consideração, bem como, diversos aspectos psíquicos relacionados. Para Arruda et. al. (2022) a força consiste na capacidade neuromuscular em superar determinada resistência externa e interna. Trata-se ainda da capacidade de superação da resistência externa por meio dos esforços musculares. O modo pelo qual a força se manifesta caracteriza-se pela forma como o sistema neuromuscular produz altos níveis de impulsos em condições metabólicas anaeróbicas e condições de fadiga. 
Ribeiro (2015, p. 18) citando os estudos de Knuttgen e Kramer (1987), constatou que a força pode ser definida como a “[...] máxima tensão que um músculo ou grupo muscular, pode gerar em um padrão específico de movimento em uma determinada velocidade”. No mesmo sentido, Arruda et. al. (2022) apresentam em seu estudo três aspectos que compõem a manifestação da força, quais sejam: a força de partida, força explosiva e a força máxima. Assim, por meio do treinamento de força tem-se a possibilidade de se obter o aumento da força máxima, a resistência da força e a hipertrofia muscular. 
O treinamento de força recebe, na literatura, diversas nomenclaturas, sendo que o mais comum são: treinamentos resistidos, treinamentos com pesos, musculação, entre outros. Tais definições apontam para o fato de que esse tipo de treinamento se caracteriza pela utilização de pesos e maquinários desenvolvidos para fornecer uma carga mecânica oposta aos movimentos de seguimentos corporais. (RIBEIRO, 2015)
Esse tipo de treinamento acarreta no ser humano diversas adaptações, sejam musculares como neurais, o que beneficia o desempenho de vários atletas em diferentes modalidades esportivas, principalmente naquelas em que há predominância da capacidade de endurance. (BOMPA, 2002)
Nota-se que o treinamento de força apresenta como forte influência na busca por melhores desempenhos em modalidades esportivas que exigem maior resistência a fadiga e que necessita de contrações musculares por um período prolongado, como no caso da corrida de rua, conforme serão apresentados adiante os diversos benefícios que tal treinamento pode proporcionar.
2.2 Dos efeitos psicológicos e fisiológicos do treinamento de força
Inicialmente, é preciso considerar que os exercícios físicos integram o rol de características que compõem o conceito de atividade física. A atividade física diz respeito, de modo geral, aos movimentos que são executados nos mais variados contextos, desde a recreação, brincadeira, jogo, aptidão física, exercício, esporte e da aptidão física, em suma, trata-se da totalidade dos movimentos realizados de modo voluntário. Especificamente falando, diz respeito a todo e qualquer movimento que o sujeito realiza com sua musculatura esquelética, o qual provoca um gasto de energia. (BARBANTI, 1994)
Desse modo, tem-se a distinção da atividade física para o exercício físico, haja vista que o exercício físico compreende-se como formas de atividades físicas planejadas, estruturadas, repetitivas, com vistas ao desenvolvimento da aptidão física, habilidades motoras ou a reabilitação orgânico-funcional. (NAHAS, 2017)
A prática regular de atividades físicas e dentro deste rol, destacando-se os exercícios físicos, musculação e quaisquer variações, proporciona efeitos positivos na composição corporal, com destaque para a redução do tecido adiposo e aumento da massa muscular, consequentemente diminuindo o índice de gordura corporal. 
Cogo (2009) em sua pesquisa constatou que os músculos, os tendões, os ossos e também as cartilagens são fortalecidas quando dos estímulos tróficos proporcionados pela atividade física. O treinamento com pesos em conjunto com o alongamento proporciona o aumento das amplitudes articulares, principalmente quando de pessoas com limitações advindas do sedentarismo ou pelas retrações capsulares em decorrência de imobilizações. 
Os exercícios físicos resistidos têm sido indicados também no tratamento e prevenção de doenças e problemas psicoemocionais, pois atuam na melhoraria dos sintomas proporcionados pelo quadro clínico de doenças como a depressão e a ansiedade, em função do melhor desempenho do sistema neurológico, com destaque para o aumento da produção de neurotransmissores e de sinapses. No mesmo sentido, a endorfina é capaz melhorar significantemente as emoções e os sentimentos do paciente depressivo, em decorrência da sensação de conquista e capacidade que o exercício físico proporcionaao indivíduo. (COGO, 2009)
Portanto, observa-se que os treinamentos possuem como finalidade proporcionar um pleno desenvolvimento do sujeito, compreendendo tanto as questões fisiológicas como as psicoemocionais, que são relevantes para um bom desempenho de atletas em diferentes modalidades esportivas, principalmente as que exigem demasiado esforço físico e concentração, e neste contexto, destaque-se as corridas de rua.
2.3 A importância do treinamento de força no desempenho da corrida de rua
O corpo humano foi desenvolvido para estar em movimento, sendo este pioneiro dos campos funcionais a ser desenvolvido no corpo humano, de modo que, ao passo que o sujeito cresce vai adquirindo a maturação e habilidades locomotoras, os movimentos se intensificam e a caminhada passa a dar lugar à corrida. (OLIVEIRA, 2010)
A corrida de rua consiste em um exercício aeróbico, e assim, pode ser realizado por jovens, adultos e idosos, o que o torna cada vez mais procurado por todas as faixas etárias e ambos os sexos. É uma atividade eficiente na prevenção de depressão, alterações de humor, ansiedade e ainda influencia na melhoria da autoimagem e da autoestima. (FONSECA, 2012)
Colaborando com o assunto, Scalco (2010, p. 315) traz um importante posicionamento a respeito dos benefícios da corrida de rua:
[...] a corrida faz com que o cérebro produza e libere uma série de substâncias, entre elas a endorfina, as quais são responsáveis pela sensação de bem-estar e prazer. Uma vez que o corpo se acostuma a receber o estímulo que provoca boas sensações, fica estabelecida uma espécie de dependência, ou seja, o organismo sente falta dessas substâncias liberadas pelo exercício.
Desta forma, diante dos benefícios que a corrida de rua proporciona ao ser humano, é evidente que os atletas busquem cada vez mais métodos para apresentarem bons resultados durante a execução das atividades, e com isso, explorem diversos tipos de treinamentos, o que dentre os vários, destaca-se o treinamento de força.
A principal motivação e recomendação da prática de treinamento de força para corredores de rua é em função da melhoria do condicionamento físico e a prevenção de lesões. Um estudo realizado por Massi (2016), analisando um experimento realizado por uma academia, notou que após a realização de 7 sessões de treinamentos de força, houve uma melhora significativa no desempenho de corredores de rua, bem como, a redução de lesões. 
No mesmo sentido, Rangel e Farias (2016) afirmam que as lesões são mais comuns em corredores iniciantes, principalmente pelo fato de que não possuem experiência na modalidade. Os corredores de longa distância apresentam lesões normalmente pelo fato de que a frequência da execução do esporte costuma ser baixa. Assim, tanto quando o atleta inicia a prática, como no atleta cuja frequência de competição é baixa, o treinamento de força visa manter uma preparação do físico para o desempenho da modalidade esportiva, prevenindo as lesões que costumam aparecer.
Colaborando com o assunto, Ribeiro (2015, p. 21) discorre: 
Os programas de treinamento que combinam força e resistência aeróbia na mesma sessão de treino é chamado de treinamento concorrente [...]. Através do treinamento concorrente se espera que o atleta possa ter um melhor desempenho nas provas, com um menor desgaste, menor risco de lesões o que é essencial para o esporte de alto rendimento e também para o amador, reabilitação de lesões e tratamento de doenças cardiovasculares.
Portanto, destaca-se que os corredores de rua, sejam iniciantes ou não, devem aderir ao treinamento de força como forma de manter o condicionamento físico, o preparo psicológico e a prevenção de lesões decorrentes da prática da corrida de rua, bem como, como instrumento auxiliador na recuperação das lesões.
3. DISCUSSÃO
O treinamento de força proporciona a melhoria da biomecânica do movimento executado na corrida e sua performance, por meio da melhoria da capacidade física da força, potência e equilíbrio, o que aumenta a estabilidade articular e postural do atleta, influenciando diretamente na prevenção de lesões de ligamento nos membros inferiores. Ademais, o treinamento de força associado aos exercícios proprioceptivos auxilia na redução de lesões ligamentares no joelho de atletas mulheres. (ARRUDA et. al., 2022)
Em comparação aos métodos de treinamento de força e de propriocepção, Lauersen et. al. (2014) constataram que o treinamento de força é a melhor estratégia na prevenção de lesões, comparando-se ainda com os métodos combinados – força e endurance. No estudo produzido por Badillo e Ayestarán (2001) já havia a constatação de que os atletas praticantes de esportes de resistência são beneficiados com o treinamento de força quando a finalidade é a prevenção de lesões e a melhora do rendimento esportivo, o que pode ocorrer com a junção entre o treinamento de força e os treinamentos de resistência, haja vista que as adaptações geradas por tais treinamentos acarretam na melhoria da capacidade de contração muscular, otimizando a energia elástica que o músculo armazena, conferindo flexibilidade e trazendo melhora na mecânica da corrida e as capacidades anaeróbicas do atleta de endurance.
Arruda et. al. (2022) analisando revisões bibliográficas sobre o assunto identificou que além de contribuições na força muscular do atleta de endurance, o treinamento de força proporciona melhorias no metabolismo anaeróbico, aumentando a produção de lactato e diminuindo o tempo do contato com o solo, contribuindo para a produção de força rápida para tanto. Ressalta-se que a distribuição de fibras musculares e demais fatores internos ligados a contração muscular e as adaptações, também podem estar relacionadas com a economia de corrida dos atletas de endurance.
No estudo produzido por Storen e colaboradores (2008), ao analisaram o treinamento de força executado por corredores, concluíram que há uma relação relativamente alta com o treinamento de força e a economia de corrida, bem como com o tempo de exaustão da velocidade aeróbica máxima, apresentando que o treinamento de força máxima é relevante e eficiente para a melhoria de economia de corrida e a intervenção pode ser usada como método de melhoria de performance.
Ainda, os autores supracitados afirmam que o treinamento de força máxima apresenta eficiência em função de não acarretar o aumento de peso corporal e melhorar as adaptações neurais ligadas ao estímulo e pelos níveis de força do atleta aumentar e promover benefícios na eficiência mecânica durante a prova.
Um estudo sobre o treinamento de força destinado a mulheres corredoras de longa distância constatou que demais tipos de treinamento de força cujas intensidades são submáximas, podem contribuir também para a apresentação de resultados positivos na economia de força. O treinamento analisado teve duração de 10 semanas, com a realização de vários exercícios, o que demonstrou que houve uma melhora de 4% na economia de corrida com o treinamento de força submáximo, cujo aumento está diretamente associado ao ganho de força nos membros inferiores que ocasionam modificações nos padrões de recrutamento das unidades motoras recrutadas, concluindo que treinamentos de intensidade submáxima ocasionam modificações na economia de corrida nos atletas de longa distância. (JOHNSTON e col., 1997)
Já a análise realizada por Kelly, Burnett e Newton (2008) apresentou resultados diferentes para a corrida de 3km, onde não restou comprovada nenhuma melhora significativa da performance na prova, apenas quando em comparação com um grupo que treinou apenas o protocolo de corrida. 
Storen et. al. (2008) afirma que o treinamento de resistência aeróbica em conjunto com o treinamento de força máxima melhora o rendimento de grupos que treinam força máxima, no entanto, tal afirmação só é possível quando comparado com grupo que apenas treinou resistência aeróbica. A melhora pode ser notada pelo fato de que há uma contribuição de fibras lentas, características de uma maior capacidade oxidativa, o que é determinante para a diminuiçãodo gasto metabólico no decorrer da corrida.
Arruda et. al. (2015) analisou o estudo produzido por Paavolainen (1999), onde estudou atletas de elite, com substituição de corrida por treinos de força explosiva, cujo resultado foi a melhora no desempenho da corrida de 5km, enquanto que o treino de corrida sem o treino de força explosiva não modificou em nada os resultados. Assim, restou comprovado que o treinamento de força explosiva apresenta benefícios na economia de corrida, um menor tempo de contato com o solo durante as passadas e uma maior potência muscular. 
Colaborando com tais constatações, Nummela et. al. (2007) afirmam que nas corridas de maiores velocidades, o menor tempo de contato está ligado a maior economia de corrida, haja vista que em curto e rápido alongamento, um menor tempo de contato com o solo e uma maior aplicação de força no final do pré-alongamento produz uma situação benéfica na utilização da elasticidade. 
Neste sentido, Cavagna (2010) o armazenamento e liberação de energia elástica proporciona uma maior importância durante as maiores velocidades. O treinamento de força possui ligação direta com a coordenação e a co-ativação muscular dos membros inferiores, produzindo um menor tempo de contato com o solo nos atletas, de modo que, tal associação permite rápida transição da frenagem e a fase propulsiva por meio do recolhimento elástico. 
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com base na análise realizada por este estudo, constatou-se que o ser humano está em movimento desde que nasce, e conforme seu desenvolvimento, os movimentos vão ganhando maturidade e passam a ser mais estruturados e a possuírem objetivos distintos. Atrelado a isso, constatou-se que a inatividade física é a porta de entrada para diversos problemas de saúde, sendo o principal deles o sedentarismo e suas consequências, que vão desde os problemas fisiológicos aos psicoemocionais.
Nesse trabalho, foi possível compreender ainda que a relação entre doenças psicológicas, como a depressão e as atividades físicas, onde, os efeitos da segunda melhora a primeira. Constatou-se, portanto, que as atividades físicas além de melhorarem o aspecto físico, tem importante contribuição psíquica.
A corrida de rua é uma modalidade esportiva que está ganhando cada vez mais adeptos, em função de que sua execução possibilita melhora nos tratamentos da obesidade e do sobrepeso, doenças ligadas ao sedentarismo, entre outros agravos, sendo esta uma das principais e pioneiras busca pelo início de uma vida cada vez mais ativa.
Assim, sendo atletas iniciantes ou não, a busca pela melhoria no desempenho desta modalidade esportiva é uma realidade, de modo que diversos métodos e treinamentos já foram explorados, no entanto, o que melhor responde as expectativas e apresentam resultados mais concretos são os advindos da análise do treinamento de força.
Com base na análise dos vários estudos contemplados nesta pesquisa, o que restou comprovado é que o treinamento de força, de modo geral, proporciona resultados positivos no desempenho dos corredores de rua, uma vez que ocorrem adaptações neuromusculares advindas deste tipo de treinamento, haja vista que há influência no comportamento biomecânico da corrida, diminuindo o gasto energético metabólico durante a execução das atividades. 
Cumpre salientar que este estudo restringiu-se na análise de produções realizadas anteriormente, de modo que, é essencial que novas pesquisas sejam produzidas neste sentido, visando a obtenção de resultados cada vez mais atualizados e mais satisfatórios, haja vista que o campo científico passa por modificações constantes, exigindo sempre análises recentes. 
REFERÊNCIAS
ARRUDA, I. A. et al. Efeitos do treinamento de força na melhora da biomecânica da corrida. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 8, n. 2, p. 219-228, 2022. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/4164/1591. Acesso em: 20 jun. 2022.
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