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LABORATÓRIO DE ERGONOMIA E SEGURANÇA INDUSTRIAL VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL Você já parou para pensar em quais eram as principais ferramentas utilizadas na Idade da Pedra? Este é o período da pré-história conhecido pela criação de ferramentas de pedra. Na era moderna, a ferramenta quase indispensável, usada diariamente por milhões de pessoas no mundo, é o smartphone. Para compreender o funcionamento dos aspectos ligados à ergonomia, é preciso entender que, com o passar do tempo, os seres humanos têm modificado o ambiente para atender a determinadas necessidades. Assim, pode-se dizer que existe o ambiente natural, constituído por elementos da natureza, paisagens, cachoeiras e montanhas. O ser humano, então, retira da natureza alguns elementos e os adapta para suprir necessidades físicas ou expandir suas capacidades. A humanidade saiu de uma época em que utilizava artefatos primitivos, como machados com pedra lascada, e chegou à era dos artefatos tecnológicos sofisticados, como o smartphone. Com o desenvolvimento dos artefatos, começaram a surgir problemas na interação com as ferramentas. A partir disso, começam a ser estudados o modo de uso e a adequação das peças às características do utilizador e a otimização dos utensílios para garantir que essa interface ocorra com o mínimo de atritos possível. No fim da Segunda Guerra Mundial, surgiu a primeira organização de ergonomia, a Ergonomics Research Society (SOUZA, 2018), no Reino Unido. mailto:contato@algetec.com.br LABORATÓRIO DE ERGONOMIA E SEGURANÇA INDUSTRIAL VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br No Brasil, a Associação Brasileira de Ergonomia foi criada em 31 de agosto de 1983. Em 1990, o Ministério do Trabalho e Previdência Social instituiu a Portaria nº 3.751, a qual baixou a Norma Regulamentadora 17, que diz: 17.1.1 As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho. A ergonomia envolve diversas áreas do conhecimento, estando presente nos campos da engenharia, psicologia e fisioterapia, entre outros. Todas essas áreas contribuem de alguma maneira com o conhecimento ergonômico. Por exemplo: é preciso conhecer sociologia para entender as relações de trabalho, liderança e chefia. Já o conhecimento de arquitetura contribui com a determinação de layouts de espaços nos ambientes de trabalho. Atualmente, a ergonomia expandiu seu alcance também para as atividades ocupacionais, mesmo em ambientes industriais. No ano de 2020, por exemplo, por conta da pandemia de covid-19, houve uma demanda maior do trabalho realizado em home office, em que o colaborador trabalha em sua residência, que difere completamente de um escritório convencional. O trabalho na residência exige a utilização de dispositivos diferentes, pois é um outro ambiente, então tudo isso é muito relevante para os aspectos ergonômicos. mailto:contato@algetec.com.br LABORATÓRIO DE ERGONOMIA E SEGURANÇA INDUSTRIAL VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br Figura 1 – Home office e os aspectos ergonômicos. A demanda ergonômica sempre esteve presente, desde que a humanidade começou a desenvolver artefatos tecnológicos. No entanto, no início do século XX, ocorreu um aumento da mecanização das atividades, com industrialização massiva, e vários aspectos humanos foram negligenciados. Naquela época, se pensava muito no aumento de produtividade, mas não nos custos humanos que isso traria. Muitos autores dividem o desenvolvimento da ergonomia em três fases. A primeira delas tratou basicamente dos aspectos físicos da interação do homem com seu ambiente de trabalho, ferramentas e equipamentos. Num segundo momento, ganharam foco os aspectos cognitivos dessa interação. Então, passaram a ser considerados aspectos como questões de leitura, memorização e nível de atenção exigidos no trabalho. Por fim, os aspectos organizacionais, ou seja, a divisão de tarefas e responsabilidades no ambiente de trabalho. Avalia-se a forma como o trabalho está mailto:contato@algetec.com.br LABORATÓRIO DE ERGONOMIA E SEGURANÇA INDUSTRIAL VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br sendo realizado e se é possível reorganizá-lo para ficar mais dinâmico, menos monótono e, com isso, melhorar as condições dos colaboradores. Percebe-se, então, que é possível avaliar a ergonomia no trabalho a partir de questões físicas (esforço elevado, movimento repetitivo, postura inadequada), ambientais (ruído, calor, vibração), cognitivas (carga mental, tomada de decisão, memória, estresse) e organizacionais (trabalho em turno, horas extras). Todos esses fatores devem ser avaliados em uma análise ergonômica no posto de trabalho. Um posto de trabalho é a menor unidade produtiva, então, normalmente, é composto por uma pessoa (colaborador) e todos os equipamentos que utiliza na execução de sua atividade, estando incluídos os aspectos relativos à tarefa, aos equipamentos e ao ambiente que ocupa. Nesse ambiente, diversos problemas podem ser encontrados. O primeiro tipo de problema diz respeito às interfaces e aos acionamentos, ou seja, à utilização dos dispositivos para a execução das tarefas. É possível, inclusive, haver problemas relacionados aos aspectos cognitivos da interface entre o colaborador e seu ambiente de trabalho. Por exemplo: dificuldade na decodificação de mensagens ou dificuldade de aprendizagem e memorização. Isso também se refere aos processos decisórios que o trabalhador tem que tomar na execução de suas atividades. Por exemplo, um ambiente em que isso é muito visível seria em uma torre de controle de tráfego aéreo. A natureza da atividade faz com que os profissionais envolvidos nesse trabalho tenham que tomar decisões rápidas. Logo, deve-se prezar por um ambiente favorável para que isso aconteça. Outra categoria de problemas que podem ocorrer no ambiente produtivo diz respeito à acessibilidade. mailto:contato@algetec.com.br LABORATÓRIO DE ERGONOMIA E SEGURANÇA INDUSTRIAL VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br Figura 2 – Acessibilidade no ambiente de trabalho. A acessibilidade trata não somente dos portadores de necessidades especiais, mas da inclusão de todos nas atividades que são realizadas dentro da empresa. Por exemplo: quando se coloca um piso tátil no ambiente fabril, as pessoas com problemas de visão conseguem se deslocar ali, mas isso não prejudica o deslocamento de quem não tem essa condição. Então, é um processo inclusivo que está sendo efetuado dentro da empresa. Com relação às condições ambientais de trabalho, a NR-17 (BRASIL, 2020) preconiza que: 17.5.1 As condições ambientais de trabalho devem estar adequadas às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado. Nesse sentido, a antropometria do trabalhador e as dimensões do posto de trabalho devem ser adequadas às atividadesque serão exercidas. Os espaços e as mailto:contato@algetec.com.br LABORATÓRIO DE ERGONOMIA E SEGURANÇA INDUSTRIAL VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br questões referentes a levantamento de cargas e movimentação de materiais também são tratados pela NR-17 (BRASIL, 2020): 17.2.2 Não deverá ser exigido nem admitido o transporte manual de cargas, por um trabalhador cujo peso seja suscetível de comprometer sua saúde ou sua segurança. Podem ser identificados também, em um posto de trabalho, riscos físicos, químicos e biológicos. Estes dizem respeito a temperatura, ruído, iluminação e todos os fatores de risco a que os colaboradores são expostos. Além disso, há aspectos relacionados a dados de higiene, assepsia e agentes patogênicos: vírus, bactérias, etc. Tais aspectos são especificamente tratados nas demais normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho. As recomendações ergonômicas presentes na NR-17, com relação às condições de conforto no local de trabalho, são as seguintes: 17.5.2 Nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, são recomendadas as seguintes condições de conforto: a) níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR 10152, norma brasileira registrada no INMETRO; b) índice de temperatura efetiva entre 20°C (vinte) e 23°C (vinte e três graus centígrados); c) velocidade do ar não superior a 0,75m/s; d) umidade relativa do ar não inferior a 40 (quarenta) por cento. Além das questões ambientais, a supervisão constante do trabalho e a cobrança de metas também são importantes de serem avaliadas. Muitas vezes, são metas distantes da realidade, então, tudo tem que ser tratado com muito cuidado. As questões organizacionais e gerenciais (aquelas que partem do alto escalão das empresas) e as questões participativas (se os colaboradores são motivados a participar da organização mailto:contato@algetec.com.br LABORATÓRIO DE ERGONOMIA E SEGURANÇA INDUSTRIAL VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br do ambiente em que trabalham) são também pontos relevantes a serem levados em conta. Os cargos, os salários e a previsão de uma progressão funcional e na carreira também influenciam na motivação do trabalhador. Estes fazem parte dos aspectos psicossociais, que são aqueles relacionados a como as pessoas interagem entre si, não só nas questões de liderança e chefia dentro da hierarquia, mas também nos conflitos que surgem entre os próprios colaboradores. Além disso, também há o ambiente, que envolve a comunicação, a troca de experiências e o espaço para descontração. Tudo isso influencia no desempenho humano. Há, ainda, os problemas relacionados ao layout do ambiente produtivo. Em ambientes dinâmicos, a questão do fluxo e da circulação é um diferencial. Logo, uma sinalização adequada, com demarcação dos locais de risco e das vias de circulação, é uma solução que influencia no layout do posto de trabalho. Então, associado às ferramentas de engenharia, o planejamento sistemático do layout vai gerar resultados muito interessantes do ponto de vista humano. A NR-17, em seu Anexo II, faz menção especial ao trabalho de teleatendimento/telemarketing. Esse tipo de atividade merece atenção especial, sobretudo no que se refere às condições de conforto da estação de trabalho, em que o trabalhador desenvolve suas atividades na maior parte do tempo sentado. São recomendações para os assentos utilizados nos postos de trabalho: 17.3.3 Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem atender aos seguintes requisitos mínimos de conforto: a) altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da função exercida; b) características de pouca ou nenhuma conformação na base do assento; c) borda frontal arredondada; d) encosto com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região lombar. mailto:contato@algetec.com.br LABORATÓRIO DE ERGONOMIA E SEGURANÇA INDUSTRIAL VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br 17.3.4 Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados sentados, a partir da análise ergonômica do trabalho, poderá ser exigido suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador. A negligência nos aspectos citados pode provocar efeitos prejudiciais ao corpo. Então, é comum que, no estudo dos assuntos referentes à ergonomia, sejam encontrados estes dois termos: LER e DORT. LER é a sigla utilizada para “lesões por esforços repetitivos” e se refere ao grupo de afecções do sistema musculoesquelético, as quais apresentam manifestações clínicas distintas variando em intensidade. DORT é a sigla para “distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho” e, segundo a Comissão de Reumatologia Ocupacional (2011), foi introduzida para substituir a LER, por duas razões: a) Devido a maioria dos trabalhadores com sintomas no sistema musculo- esquelético não apresentar evidência de lesão em nenhuma estrutura. b) Além do esforço repetitivo (sobrecarga dinâmica), outros tipos de sobre- cargas no trabalho podem ser lesivas para o trabalhador, tais como: Sobrecarga estática (uso de contração muscular por tempos prolongados para manutenção de postura); Excesso de força aplicada para execução de tarefas; Uso de equipamentos que transmitam vibração excessiva; Trabalhos realizados com posturas inadequadas. Embora o primeiro termo esteja presente na legislação, é um tema que tende a cair em desuso, primeiramente porque já inicia com lesão, e o propósito da ergonomia é adequar esses temas ao trabalho humano antes que a lesão ocorra. No que se refere à ergonomia no Brasil, a análise ergonômica do trabalho (AET) deverá conter, de acordo com a NR-17 (BRASIL, 2020), minimamente, as seguintes etapas: mailto:contato@algetec.com.br LABORATÓRIO DE ERGONOMIA E SEGURANÇA INDUSTRIAL VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br As análises ergonômicas do trabalho deverão ser datadas, impressas, ter folhas numeradas e rubricadas e contemplar, obrigatoriamente, as seguintes etapas de execução: explicitação da demanda do estudo; análise das tarefas, atividades e situações de trabalho; discussão e restituição dos resultados aos trabalhadores envolvidos; recomendações ergonômicas específicas para os postos avaliados; avaliação e revisão das intervenções efetuadas com a participação dos trabalhadores, supervisores e gerentes; avaliação da eficiência das recomendações. A primeira é mais importante: a análise da demanda e do contexto. Então, para se fazer uma análise ergonômica, é necessário conhecer a demanda. Ou seja, por que este ambiente requer uma análise ergonômica do trabalho? Por exemplo: É em função de um trabalhador que foi afastado por doença? É em função de um novo projeto? Qual motivo está me levando? Qual o contexto do posto de trabalho? Nesse primeiro item, é preciso entender o que é a demanda e o que tem causado problemas no ambiente de trabalho, o que nem sempre é considerado ou devidamente avaliado. Com a demanda definida, deve-se fazer uma análise global. É o momento de entender a empresa. Devem ser obtidas informaçõescomo: seu grau de evolução técnica; sua posição no mercado; sua situação econômico-financeira. Então, é preciso entender a empresa e sua situação para estabelecer o que pode ser modificado e o que é tangível de ser mudado. Na terceira etapa, deve-se conhecer a população de trabalhadores. São obtidos dados como: faixa etária; rotatividade; experiência; tempo na função e na empresa. O próximo passo, dentro desse posto de trabalho, é avaliar se a descrição das tarefas prescritas condiz com as tarefas reais. A tarefa prescrita é aquilo que a empresa definiu como objetivo para um trabalhador, o que muitas vezes acaba ocorrendo de forma diferente na prática. A verdade só vai ser vista quando você for ao campo de trabalho e fizer esse levantamento. mailto:contato@algetec.com.br LABORATÓRIO DE ERGONOMIA E SEGURANÇA INDUSTRIAL VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br Deve-se definir, também, de que forma você vai coletar as informações. Como opção, é possível fazer filmagens, inspeções e entrevistas. Tudo isso influencia no grau de confiabilidade do resultado, pois se trata de um documento científico. Logo, tem que ser possível sua reprodução. Então, quando se faz uma análise ergonômica, é preciso ter um método definido. Com base no diagnóstico, estabelece-se um plano de ação para cada problema identificado e, na sequência, o cronograma de implementação das modificações e alterações. Ao final, é interessante testar a ideia e as melhorias a serem implementadas. Sempre devem ser feitos testes e avaliações para ver se, de fato, suas propostas melhoram o ambiente do local. Vale ressaltar que, quanto maior for o número de profissionais envolvidos na análise ergonômica do trabalho, mais conhecimentos de distintas áreas irão estar atentos a melhorias e, assim, melhor e mais efetiva será essa análise. Por fim, recomenda-se a leitura integral da NR-17 – Ergonomia (BRASIL, 2020). É importante destacar que constantemente ocorrem alterações na legislação na área de segurança do trabalho, por isso é necessário estar sempre atualizado. mailto:contato@algetec.com.br LABORATÓRIO DE ERGONOMIA E SEGURANÇA INDUSTRIAL VERIFICAÇÃO DE INCONFORMIDADES EM UM AMBIENTE INDUSTRIAL ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Secretaria do Trabalho. Ministério da Economia. Norma Regulamentadora NR 17 – Ergonomia, 2018. Disponível em: https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/ SST_NR/NR-17.pdf. Acesso em: 28 nov. 2020. COMISSÃO DE REUMATOLOGIA OCUPACIONAL. LER/DORT: cartilha para pacientes. São Paulo: Editora Rian Narcizo Mariano, 2011. Disponível em: http://www.saude.campinas.sp.gov.br/sua_saude/cuidados/cartilha_ler_dort_sbr.pdf. Acesso em: 28 nov. 2020. FRANCESCHI, Alessandro de. Ergonomia / Alessandro de Franceschi. – Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, Colégio Técnico Industrial de Santa Maria; Rede e-Tec Brasil, 155 p.: il.; 28 cm, 2013. SOUZA, Dulce América de. Ergonomia aplicada [recurso eletrônico] / Dulce América de Souza; [revisão técnica: Sabrina Assmann Lucke]. Porto Alegre: SAGAH, 2018. mailto:contato@algetec.com.br https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/%20SST_NR/NR-17.pdf http://www.saude.campinas.sp.gov.br/sua_saude/cuidados/cartilha_ler_dort_sbr.pdf