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EXPLICAR OS TIPOS DE ALCALOSE E ACIDOSE - O transporte de CO2 exerce grande efeito sobre o estado ácido-básico do sangue e do corpo. - O pH resultante da solução de CO2 no sangue e da consequente dissociação do ácido carbônico é dado pela equação de Henderson-Hasselbalch. É derivada da seguinte maneira: H2CO3 ↔ H + HCO –3 - A concentração de bicarbonato é determinada sobretudo pelos rins, e a PCO2, pelos pulmões. Diagrama de Davenport - As relações entre pH, PCO2 e HCO–3 são convenientemente demonstradas no diagrama de Davenport - Os dois eixos mostram o HCO–3 e o pH, enquanto linhas de PCO2 iguais percorrem o diagrama. - O ponto A representa o plasma normal. - A linha CAB mostra a relação entre HCO–3 e pH conforme o ácido carbônico é adicionado ao sangue total, isto é, faz parte da curva de titulação do sangue e é chamada de linha-tampão. - A inclinação dessa linha também é mais vertical do que aquela medida no plasma separado do sangue em função da presença de hemoglobina, a qual apresenta uma ação-tampão adicional. - Em geral, a inclinação da linha medida no sangue total in vitro é um pouco diferente daquela encontrada em um paciente em razão da ação-tampão do líquido intersticial e de outros tecidos corporais. - Se a concentração plasmática de bicarbonato é alterada pelos rins, a linha-tampão é deslocada. -. O aumento na concentração de bicarbonato desloca a linha-tampão para cima, nesse caso, há um excesso de base que é dado pela distância vertical entre as duas linhas-tampão DE e BAC. - Em contraste, a redução da concentração de bicarbonato desloca a linha-tampão para baixo (linha GF), ocasionando excesso de base negativa, ou déficit de base Diagrama de Davenport demonstrando as relações entre HCO–3, pH e PCO2. (A) Mostra a linha-tampão normal BAC. (B) Representa as alterações que ocorrem na alcalose e acidose respiratórias e metabólicas A distância vertical entre as linhas-tampão constitui o excesso de base, e as linhas entre GF e BAC são o déficit de base (ou o excesso de base negativo). Acidose Respiratória- “acidose” porque o pH cai e “respiratória” porque problemas pulmonares são as causas mais comuns para aumentos na PCO2 do sangue arterial - A acidose respiratória é causada pela elevação na PCO2, que reduz a relação HCO–3/PCO2, diminuindo, dessa forma, o pH. - Isso corresponde ao movimento de A para B no gráfico - Toda vez que a PCO2 sofre elevação, o bicarbonato também aumenta até́ determinado ponto em razão da dissociação de ácido carbônico produzida. - Isso se reflete na inclinação para cima e para a esquerda da linha-tampão do sangue no gráfico - No entanto, a relação HCO–3/PCO2 cai - A retenção de CO2 pode ser provocada por hipoventilação ou incongruência entre ventilação e perfusão. - Se a acidose respiratória persistir, o rim responde conservando HCO–3. Ele é estimulado a fazer isso pelo aumento da PCO2 nas células dos túbulos renais, as quais excretam urina mais ácida, secretando íons H+ - Os íons H+ são excretados como H2PO–4 ou NH–4; os íons de HCO–3 são reabsorvidos. - O aumento resultante do HCO–3 do plasma move a relação HCO–3/PCO2 de volta para cima, em direção ao seu nível normal. Isso corresponde ao movimento de B para D ao longo da linha PCO2 = 60 mmHg e é conhecido como acidose respiratória compensada. - Acontece quando a hipoventilação alveolar resulta em uma acúmulo de CO2 e elevação da PCO2 plasmática. Isso pode ocorrer em depressão respiratória, causada por drogas e álcool, asma, fibrose, distúrbio na troca de gases, etc. - A causa mais comum de acidose respiratória é a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), que inclui o enfisema. No enfisema, o prejuízo da ventilação alveolar está relacionado à perda da área de superfície alveolar para as trocas gasosas. - A acidose respiratória é caracterizada pela presença de um pH reduzido associado com níveis elevados de bicarbonato. Como o problema é de origem respiratória, o corpo não pode realizar compensação respiratória, mas em alguns casos pode ser usada a ventilação mecânica. Compensação: - Qualquer compensação para a acidose respiratória deve ocorrer através de mecanismos renais que excretem H+ e reabsorvam HCO3-. A excreção de H+ aumenta o pH plasmático. A reabsorção de HCO3- fornece tampões adicionais que reagem com o H+, reduzindo sua concentração e aumentando o pH. - Na DPOC o mecanismo de compensação renal para a acidose pode atenuar a variação do pH, mas não levar a valores normais. Alcalose respirato ́ria- É causada pela redução da PCO2, a qual aumenta a relação HCO–3/PCO2 e, assim, eleva o pH. - A diminuição na PCO2 é provocada por hiperventilação, por exemplo, em grandes altitudes. - A compensação renal ocorre por meio do incremento na excreção de bicarbona- to, fazendo com que, dessa maneira, a relação HCO–3/PCO2 volte ao normal (C para F ao longo da linha PCO2 = 20 mmHg). - Após uma prolongada permanência em grandes altitudes, a compensação renal pode chegar perto da total. Há um ex- cesso de base negativo ou deficit de base. - Estados de alcalose são muito menos comuns do que as condições acidóticas. - A alcalose respiratória ocorre como resultado da hiperventilação, quando a ventilação alveolar aumenta sem um aumento concomitante da produção metabólica de CO2. Consequentemente, a pCO2 plasmática cai (em vermelho), ocorrendo alcalose quando a equação é deslocada para a esquerda. - A redução na concentração de CO2 desloca o equilíbrio para a esquerda, e tanto a concentração plasmática de H+ como a de HCO3- caem. - Níveis plasmáticos de HCO3- reduzidos durante a alcalose indicam distúrbio respiratório. - A causa clínica primária da alcalose respiratória é a ventilação artificial excessiva. Felizmente, essa condição é facilmente corrigida pelo ajuste no ventilador. A causa fisiológica mais comum de alcalose respiratória é a hiperventilação histérica causada por ansiedade. Quando essa é a causa, os sintomas neurológicos causados pela alcalose podem ser parcialmente revertidos, fazendo o paciente respirar dentro de um saco de papel. Fazendo isso, o paciente volta a respirar o CO2 exalado, um processo que aumenta a PCO arterial e corrige o problema. Compensação: - A única compensação para o corpo é a renal. -O bicarbonato filtrado não é reabsorvido no túbulo proximal e é secretado no néfron distal. A combinação da excreção de HCO3- e reabsorção de H+ no néfron distal reduza carga corporal do tampão HCO3- e aumenta a carga de H+ o que ajuda a reduzir a alcalose. Acidose metabo ́lica- “metabólica” significa uma alteração primária no HCO–3, ou seja, o numerador da equação de Henderson-Hasselbalch. - Na acidose metabólica, a relação HCO–3/PCO2 cai, diminuindo o pH. O HCO–3 pode ser reduzido pelo acúmulo de ácidos no sangue, como no diabetes melito sem controle, ou após a hipoxia tecidual (como na sepse), que libera ácido láctico. - A alteração correspondente pode ser representada pelo movimento de A em direção a G. - Nesse caso, a compensação respiratória ocorre com o aumento da ventilação, que reduz a PCO2 e eleva a relação HCO–3/PCO2 diminuída. - O estímulo para incrementar a ventilação é principalmente a ação dos íons H+ sobre os quimiorreceptores periféricos. Na Figura, o ponto se move na direção G para F. Há um deficit de base ou excesso de base negativa - Acidose metabólica é um distúrbio do balanço de massas que ocorre quando o ganho de H+ pela dieta e pelo metabolismo superam a sua excreção. - As causas metabólicas da acidose incluem a acidose láctica, que é decorrente do metabolismo anaeróbio, e a cetoacidose, que resulta de uma quebra excessiva de gorduras ou de certos aminoácidos. - As substâncias ingeridas que causam acidose metabólica incluem metanol, ácido acetilsalicílico e etilenoglicol (anticongelante). - A concentração de íons hidrogênio (em vermelho) aumenta devido à contribuição dos ácidos metabólicos. Esse aumento desloca o equilíbrio da equação para a esquerda, aumentando os níveis de CO2 através do consumo do tampão HCO3-. - A acidose metabólica também pode ocorrer se o corpo perder HCO3-. A causa mais comum da perda de bicarbonato é através da diarreia, quando o HCO3- é perdido a partir do intestino. O pâncreas produz HCO3- a partir de CO2 e H2O por um mecanismo semelhante ao renal. Normalmente o HCO3- é liberado no intestino delgado e então, reabsorvido para o sangue, tamponando o H+. Entretanto, se uma pessoa ta com diarreia, o HCO3- não é absorvido, podendo gerar acidose. - A presença de níveis elevados ou reduzidos de HCO3- é um critério importante para distinguirmos a acidose metabólica da acidose respiratória. Compensação: - A acidose metabólica descompensada raramente é vista clinicamente. Na verdade, um sinal comum de acidose metabólica é a hiperventilação, evidência da compensação respiratória ocorrendo em resposta à acidose. - As compensações renais discutidas para a acidose respiratória também ocorrem durante a acidose metabólica: secreção de H+ e reabsorção de HCO3 -. A compensação renal leva vários dias para alcançar eficácia plena, por isso normalmente não é vista em distúrbios de início recente (agudos). Alcalose metabo ́lica- Nesse caso, o aumento da HCO–3 eleva a relação HCO–3/PCO2 e, assim, o pH. - A ingestão excessiva de álcalis e a perda de secreção de ácido gástrico pela êmese constituem as causas. -Outra causa comum de alcalose metabólica é o uso de fármacos que levam ao aumento de excreção renal de H, tais como diuréticos de alça (p. ex., furosemida) e mineralo/glicocorticoides (p. ex., fludrocortisona/hi- drocortisona). - o movimento se dá na direção de A para E. -Algumas vezes, ocorre alguma compensação respiratória com a redução da ventilação alveolar, que eleva a PCO2. - O ponto E se move na direção de D (embora não todo o caminho). No entanto, a compensação respiratória na alcalose metabólica pode, muitas vezes, ser pequena e estar ausente. O excesso de base sofre aumento. - A alcalose metabólica tem duas causas comuns: excesso de vômito do conteúdo ácido estomacal e ingestão excessiva de bicarbonato contido em antiácidos. Em ambos os casos, a alcalose resultante reduz a concentração de H+. - A redução de H+ desloca o equilíbrio para a direita, o que significa uma redução nos níveis de CO2 e um aumento nos níveis de HCO3-. Compensação: O aumento do pH e a redução da PCO2 inibem a ventilação. Durante a hipoventilação o corpo conserva CO2, aumentando a PCO2 e produzindo mais H+ e HCO3-. Essa compensação respiratória ajuda a corrigir o problema do pH, porém eleva ainda mais os níveis de HCO3-. Todavia, a compensação respiratória é limitada, uma vez que a hipoventilação também causa hipóxia. Uma vez que a PO2 cai abaixo de 60mmHg. A hipoventilação é interrompida. - A resposta renal para a alcalose metabólica é a mesma que para a alcalose respiratória: o HCO3- é excretado e o H+ é reabsorvido. - As células intercaladas do ducto coletor são responsáveis pela regulação fina do equilíbrio ácido básico. As células intercaladas tipo A são ativadas na acidose, ao passo que as tipo B são ativadas na alcalose. DESCREVER OS MECANISMOS DE CONTROLE ÁCIDO-BASE DE CURTA E LONGA DURAÇÃO EQUILÍBRIO ÁCIDO BÁSICO - O pH de uma solução é medido como sua concentração de H+. A concentração plasmática normal de H+ é de 0,00004 mEq/L. Por ser um valor tão baixo, a concentração de H+ é expressa em uma escala logarítmica de 0 a 14, na qual o pH 7 é neutro. Se o pH de uma solução é menor que 7, a concentração de H+ é maior que 1. 10 -7. - O pH normal do corpo é de 7,4, ligeiramente alcalino. Uma mudança de 1 unidade de pH representa uma mudança de 10 vezes na concentração de H+. - Um pH anormal pode afetar significativamente a atividade do sistema nervoso. Se o pH é muito baixo – uma condição denominada acidose –, os neurônios tornam-se menos excitáveis, resultando em depressão do SNC. Os pacientes tornam-se confusos e desorientados e, então, entram em coma. Se a depressão do SNC progride, os centros respiratórios deixam de funcionar, levando à morte. - Se o pH é muito alto – uma condição denominada alcalose –, os neurônios tornam-se hiperexcitáveis, disparando potenciais de ação mesmo frente a pequenos sinais. Essa condição se manifesta primeiro por alterações sensoriais, como falta de sensibilidade ou formigamento, e depois por abalos musculares. Se a alcalose é grave, as contrações musculares tornam-se sustentadas (tetania) e paralisam os músculos respiratórios. - Distúrbios no equilíbrio ácido básico está associado com problemas no equilíbrio de K+, isso ocorre devido ao transporte renal que desloca íons K+ e H+ em um antiporte. Na acidose, os rins excretam H+ e reabsorvem K+, usando uma H+-K+-ATPase. Já na alcalose, os rins absorvem H+ e secretam K+. - A maior fonte da produção de ácidos é a produção de CO2 durante a respiração aeróbia, visto que: CO2 + H20 -> H2CO3 -> H+ + HCO3- - A enzima responsável por essa conversão é a anidrase carbônica. - Mecanismos homeostáticos do corpo humano geralmente previnem o acúmulo de CO2 no organismo. SISTEMA TAMPÃO - O tampão é uma molécula que atenua a variação do pH por meio da sua combinação com o H+ ou da liberação deste íon. São encontrados dentro da célula e no plasma, incluem proteínas celulares, íons fosfato e a hemoglobina. - A hemoglobina nos eritrócitos, tampona o H+ produzido pela reação do CO2 com H2O. Cada íon H+ tamponado pela hemoglobina deixa um íon bicarbonato no interior desse eritrócito. Esse HCO3- pode deixar o eritrócito em troca da Cl- plasmático. CO2 + H2O -> H2CO3 -> H+ + HCO- - Se existe um aumento no CO2, a equação desloca-se para a direita, criando um molécula adicional de H+ e outra de HCO3-. A adição de H+ torna a solução mais ácida e reduz seu pH. - A adição de H+ desloca a reaçãopara o lado esquerdo, agora o HCO3- atua como um tampão e se ligar ao H+. A reação é deslocada para a esquerda convertendo parte do H+ adicionado e do tampão bicarbonato a CO2 e H2O. - Se o desequilíbrio do pH é decorrente de ácidos ou de bases não relacionados com o CO2 o problema é classificado como metabólico. - Observe que, quando um distúrbio ácido básico se torna evidente como uma mudança no pH do plasma, os tampões do corpo são ineficazes. A perda da capacidade de tamponamento deixa o corpo com apenas duas opções: compensação respiratória ou compensação renal. E se o problema é de origem respiratória, apenas uma compensação homeostática está disponível – os rins. Se o problema é de origem metabólica, ambos os mecanismos, respiratório e renal, podem compensar. A compensação pode levar os valores de pH próximos à normalidade, porém podem não corrigir o distúrbio completamente. DEFINIR GASOMETRIA ARTERIAL E RELACIONAR COM OS ELETRÓLITOS E OS DADOS DA TABELA - A gasometria arterial é um exame de sangue que é coletado a partir de uma artéria, com o objetivo de avaliar os gases presentes no sangue, como o oxigênio o gás carbônico, assim como sua distribuição, do pH e do equilíbrio ácido básico. Normalmente realizado em pessoa internadas em Unidade de Terapia Intensiva. - Além disso, é um exame que pode ser solicitado durante o internamento para auxiliar no diagnóstico de doenças respiratórias, renais ou infecções graves, além de verificar se o tratamento está sendo eficaz e, assim, pode ser usado como um dos critérios que podem influenciar a alta do paciente - Os principais parâmetros que observamos no exame de gasometria são: pH, SatO2 (saturação de oxigênio), pCO2 (pressão parcial do gás carbônico), HCO3 (bicarbonato), Ânion Gap (AG). Entretanto, podemos encontrar outros parâmetros também como, por exemplo, a dosagem de alguns eletrólitos, são eles: ódio, potássio, cálcio iônico e cloreto, podendo variar devido ao gasômetro usado. O GASÔMETRO - O aparelho de gasometria mede o pH e os gases sanguíneos sob a forma de pressão parcial do gás (pO2 e pCO2), ao passo que os demais parâmetros são calculados. COMO É FEITO O EXAME - A gasometria arterial é feita a partir da coleta de amostra de sangue proveniente da artéria do braço ou da perna. O sangue coletado é levado para o laboratório para que sejam feitos exames bioquímicos para verificar pH sanguíneo, concentração de bicarbonato e pressão parcial de CO2. PARA QUE SERVE - Verificar a função pulmonar, principalmente em crises de asma ou bronquite e em caso de insuficiência respiratória. - Ajuda avaliar o pH e acidez do sangue, o que é útil para auxiliar o diagnóstico de insuficiência renal e fibrose cística, por exemplo; - Avaliar o funcionamento do metabolismo, o que é importante na identificação de doenças cardíacas, acidente vascular cerebral (AVC) ou diabetes tipo II, por exemplo; - Funcionamento dos pulmões após procedimento cirúrgico ou transplante. EXPLICAR OS SINAIS E SINTOMAS - Letargia é o nome dado a um estado físico em que a pessoa fica com seus níveis de energia abaixo do normal. Ela acaba por sentir uma verdadeira diminuição de suas capacidades mentais e físicas, sendo que seu estado de alerta já não fica no mesmo nível. Uma pessoa com letargia, pensa com maior lentidão e pode apresentar uma leve demora para responder perguntas simples. - Desidratação é o termo médico para a condição que ocorre quando o corpo de alguém perde mais água do que está absorvendo. Quando o corpo não tem água suficiente, ele não pode funcionar corretamente. - Emagrecimento é o processo onde o peso perdido é decorrente, em sua maioria, da redução do percentual de gordura corporal e não da perda de massa magra. - Confusão mental é um estado de perturbação que pode tanto estar associado ao rebaixamento do nível de consciência quanto a alterações importantes no fluxo do pensamento e no desempenho de funções cognitivas como atenção, concentração, memória e funções executivas. Como resultado, o indivíduo durante um estado de confusão mental fica desorientado, podendo ter dificuldade para lembrar a data e local onde se encontra, reconhecer pessoas de seu convívio ou mesmo concluir tarefas simples. APRESENTAR OS DADOS EPIDEMOLÓGICOS 5 De acordo com o mesmo relatório, o índice de bulimia e anorexia na Argentina é três vezes maior do que nos Estados Unidos. "Depois do Japão, a Argentina tem a maior incidência mundial de anorexia e bulimia, doenças alimentares que afetam cerca de 7 milhões de mulheres e 1 milhão de homens em todo o mundo", informa o documento.