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Cadu – 6°β / TIII • Quadro inflamatório infeccioso dos vasos linfáticos presentes na derme. - Secundária a presença de toxina bacteriana, principalmente SP e SA. - Pode acometer hipoderme. - Necessita de “porta de entrada” para a bactéria. FATORES DE RISCO • Traumas. • Úlceras de decúbito. • DM. • Quebra da barreira cutânea. - Episódio prévio de erisipela. - Questões locorregionais. • Cirurgia. FISIOPATOLOGIA • Bactéria penetra pela porta de entrada e inicia a colonização atingindo epiderme e derme. • Há a liberação de toxinas que causam processo inflamatório local, o que altera a estrutura dessas camadas da pele. • São formados flictemas ou necrose local. • Toxinas atingem os vasos linfáticos e formam cordões inflamatórios. APRESENTAÇÃO CLÍNICA • Flictemas. - Erisipela bolhosa. • “Aspecto de casca de laranja”. - Quando comprometimento linfático. LESÃO • Quente. • Dolorosa. • Eritematosa • Limites bem definidos. • MMII e região malar, predominantemente, mas pode ocorrer em qualquer região do corpo. ERISIPELA Cadu – 6°β / TIII SINTOMAS SISTÊMICOS • Mal estar. • Febre, • Calafrios. DIAGNÓSTICO CLÍNICO • Presença de porta de entrada. • Sinais e sintomas. COMPLICAÇÕES • Abscessos localizados. • Sepse. • Erisipela de repetição. TRATAMENTO - Ambulatorial ou hospitalar, a depender da apresentação do paciente. LEVE ou MODERADA - Ambulatorial. • Penicilina G procaína. • Penicilina V oral. • Eritromicina. - Quando alergia à penicilina. GRAVE / TOXEMIA - Hospitalar. • Penicilina G cristalina. • Eritromicina. - Quando alergia à penicilina. PROFILAXIA - Quando quadro de repetição, havendo risco de comprometimento da circulação linfática. • Penicilina G benzatina. - 4 em 4 semanas. - No mínimo 5 anos.