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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL IDENTIFICAÇÃO 1. Acadêmico: ANA PAULA DA SILVA RAMOS 2. Matrícula: 4333728 3. Curso: FARMÁCIA 4. Turma: FLC14463BFR 5. Disciplina: ANÁLISE DE ALIMENTOS 6. Tutor(a) Externo(a): KELY LIMA DADOS DA PRÁTICA 1. Título: ANÁLISE DE PROTEÍNAS 2. Semestre: 5 (2º PERÍODO) 3. Data: 15/09/2023 INTRODUÇÃO Proteínas não são apenas componente de alimentos com função nutricional, também são indispensáveis para diversos processos celulares, são formadas por aminoácidos e possuem ligações polipeptídicas e possuem importantes funções como proteção do organismo, reguladores, estruturais e homeostase (Motta, 2005). Segundo Cecchi (2003) as proteínas são encontradas em muitos alimentos, principalmente nos de origem animal, mas também são encontradas em fontes vegetais, e ao ter uma alimentação variada e equilibrada, pode-se ter a ingestão adequada para se ter uma boa saúde. OBJETIVOS OBJETIVO GERAL: Executar o procedimento adequado para determinar o teor de proteína de alimentos. OBJ. ESPECÍFICOS: · 1. compreender os conceitos que envolvem a análise de proteínas; · 2. determinar o teor de proteína bruta pelo método de Kjeldahl. MATERIAIS · EPIs (jaleco, luvas e óculos de proteção); · Ácido bórico; · Ácido clorídrico; · Ácido sulfúrico; · Álcool etílico; · Balança analítica; · Bloco digestor; · Bureta; · Capela; · Destilador; · Erlenmeyer; · Pipeta graduada; · Pisseta; · Proveta; · Selenito de sódio; · Solução de ácido clorídrico; · Solução de hidróxido de sódio; · Sulfato de cobre; · Sulfato de sódio; · Tubo de digestão; · Verde de bromocresol; · Vermelho de metila. METODOLOGIA PROCEDIMENTOS 1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO: Foi colocado os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”. Para esse experimento foi necessário a utilização do jaleco, luvas e máscara. 2. PREPARANDO A CAPELA: Acendi a luz, liguei o exaustor e abri a janela. Em seguida, movi os itens que estão no armário inferior para o interior da capela. 3. PREPARANDO A MISTURA DIGESTORA: Posicionei o béquer 1 no pote de gelo. Liguei a balança, abri a cúpula e posicionei a placa de Petri sobre a balança. Tarei a balança para desprezar a massa da placa de Petri. Pesei 2,17 g de selenito de sódio (Na₂SeO₃) e, em seguida, transferi para o béquer 1. Pesei 4 g de sulfato de cobre (CuSO₄), transferi para o béquer 1 e, após isso, pesei 21,4 g de sulfato de sódio (Na₂SO₄) e adicionei ao mesmo béquer. Medi aproximadamente, 175 mL de água destilada, com o auxílio da proveta, e transferi para o béquer 1. Finalizei o preparo da mistura digestora e adicionei com o auxílio da proveta, 200 mL de ácido sulfúrico (H₂SO₄) no béquer 1. Quando a mistura digestiva ficou pronta, retirei o béquer do pote de gelo. 4. PROMOVENDO A DIGESTÃO: Escolhi por qual amostra começar o experimento. Adicionei 0,1 g da amostra escolhida ao tubo de ensaio. Adotei 0,1 g para todas as amostras. Em seguida, movi o tubo de ensaio para o interior da capela. Liguei o bloco digestor e aguardei o equipamento pré-aquecer a temperatura de 100 °C. Enquanto aguardava que a temperatura fosse alcançada, transferi, utilizando a pipeta graduada, aproximadamente 7 mL da mistura digestora para o tubo de ensaio. Verifiquei se o bloco digestor atingiu a temperatura recomendada e transferi o tubo de ensaio para o bloco digestor. Configurei o bloco digestor apertando o botão “F” do equipamento e aumentando a sua temperatura em 150 °C, após isso, apertei o botão “F” novamente e configure o tempo para 15 minutos. Acionei o botão “T” do bloco digestor para iniciar os ciclos de aumento de temperatura até alcançar 350 °C. Aguardei o tubo digestor ser retirado do bloco e deixe-o resfriar no interior da capela. Notei a mudança de coloração. Logo depois, movi o tudo digestor para a bancada do destilador. 5. PREPARANDO A SOLUÇÃO INDICADORA: No segundo béquer, preparei uma solução indicadora. Pesei 0,25 g de verde de bromocresol (C21H14Br4O5S) e despejei sobre o segundo béquer e repeti o procedimento para 0,25 g de vermelho de metila (C15H15N3O2). Adicionei 250 mL de álcool etílico (C2H5OH) na proveta e transferi para o béquer 2. Misturei os reagentes presentes no béquer 2. Ao final, posicionei o segundo béquer na mesa do destilador. 6. PROMOVENDO A DESTILAÇÃO: Transferi 10 mL de água destilada, da pisseta para o tubo digestor, com o auxílio da proveta. Coloquei o tubo com a amostra já diluída no destilador. Com o auxílio da proveta, adicionei aproximadamente 25 mL de NaOH no copo dosador. Em seguida, adicionei 10 mL de ácido bórico (H3BO3) ao Erlenmeyer e, com o conta gotas, adicionei a solução indicadora (contida no segundo béquer) no Erlenmeyer. Posicionei o Erlenmeyer no destilador. Realizei o processo de destilação. Para isso ajustei a temperatura do destilador e liguei o aquecimento, o sensor da caldeira e o destilador de nitrogênio. 7. PROMOVENDO A TITULAÇÃO: Movi o Erlenmeyer com a solução destilada para bureta. Abri a válvula da bureta e titulei o destilado sob agitação com o ácido clorídrico, até que a solução presente no Erlenmeyer alterou sua cor de verde para lilás. Observei a quantidade de HCl utilizado para titulação (2,7ml). 8. FINALIZANDO O EXPERIMENTO: Limpei todos os instrumentos utilizados, desliguei os equipamentos e acessei o menu de opções para reiniciar a prática com uma amostra diferente. Utilizei o fator de correção para realizar os cálculos: soja=5,71, leite em pó=6,38 e arroz polido=5,95. RESULTADOS E DISCUSSÕES 1. A partir dos resultados obtidos, realize uma análise crítica, comparando seu resultado com dados teóricos. Em relação a amostra de leite em pó, quanto a coloração, há sim variação de lilás a verde, e novamente a lilás após a destilação do nitrogênio e ao adicionar (e girar) 2,7ml de HCL. Utilizando do cálculo indicado no sumário teórico, figura 1, o percentual bruto de proteína da amostra de leite foi 24,11%. Figura 1. Equação para determinar o percentual de proteína bruta. Fonte: LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE ALIMENTOS, ANÁLISE DE PROTEÍNAS. Sumário teórico: pág. 3. 2. Qual a importância da análise de proteínas dos alimentos? É importante por podermos ter o conhecimento e a capacidade de averiguar as quantidades de proteína em diversos alimentos, e assim garantir uma boa distribuição dos alimentos para comercialização e consumo, estipulando quantidades adequadas na dieta para buscar ter boa saúde. REGISTRO FOTOGRÁFICO A seguir pode-se analisar as etapas finais do experimento com amostra de leite. Imagem 1.Após a destilação do Nitrogênio a solução fica lilás novamente. Imagem 2. Volume em que a solução ficou lilás novamente. REFERÊNCIAS ALGETEC. Soluções Tecnológicas em Educação. Laboratório virtual de Análise de Alimentos, experimento Análise de Proteínas. Acesso em: 15/09/2023. Disponível em: https://uniasselvi.grupoa.education/sagah/object/default/57970256 CECCHI, Heloisa Mascia. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. 2. ed. rev. Campinas: Editora da Unicamp, 2003. 208 p. Acesso em 15/09/2023. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/442339317/CECCHI-M-Fundamentos-teoricos-e-praticos-em-analise-de-alimentos-2%C2%AA-Ed-pdf MOTTA, V. T. Bioquímica básica. Cap. 2. Laboratório Autolab LTDA, 2005. Acesso em 15/09/2023. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/588055772/Capitulo-VALTER-T-MOTTA-BIOQUIMICA-BASICA-Aminoacidos-e-proteinas