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PLANO DE CURSO 
 
Aprovação Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais: em 20/04/2018 Parecer 
CEE nº 214/2018. 
 
 
 
Unidade Escolar 
 
CNPJ 18.715.599/0001-05 
Razão Social: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais 
Nome de Fantasia SEE 
Esfera Administrativa Estadual/Distrital 
Endereço (Rua, Nº) Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves 
Rodovia Papa João Paulo II, n.º 4143 – Prédio Minas 
11º Andar - Serra Verde 
 
Cidade/UF/CEP 
 
Belo Horizonte / Minas Gerais /CEP: - 31630-900 
Telefone/Fax 3915-3530 
E-mail de contato educacaoprofissional@educacao.mg.gov.br 
Eixo Tecnológico Gestão e Negócios 
 
 
Habilitação, qualificações e especializações: 
1. Habilitação: Técnico em Comercio Exterior 
 Carga Horária: 800:00 horas 
mailto:educacaoprofissional@educacao.mg.gov.br
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
2 
 
 
 
 
Sumário 
CAPÍTULO 1 – Identificação do Curso ............................................................................... 3 
CAPÍTULO 2 – Justificativa e Objetivos ............................................................................ 3 
2.1- Justificativa .......................................................................................................... 3 
2.2 - Objetivos ............................................................................................................. 4 
CAPÍTULO 3 – Requisitos de Acesso ................................................................................ 4 
CAPÍTULO 4 – Perfil Profissional de Conclusão ............................................................... 4 
4.1 – Técnicoem Comércio Exterior .......................................................................................... 4 
CAPÍTULO 5 – Organização Curricular .............................................................................. 5 
CAPÍTULO 6 – Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências 
Anteriores ............................................................................................................................. 7 
CAPÍTULO 7 – Critérios de Avaliação ................................................................................ 7 
7.1 – Avaliação ............................................................................................................ 7 
7.2 – Distribuição de Pontos ...................................................................................................... 7 
7. 3 – Da Aprovação ................................................................................................... 7 
7.4 – Dos Estudos de Recuperação .......................................................................................... 8 
7.5 – Da Reclassificação ........................................................................................................... 8 
CAPÍTULO 8 - Instalações e Equipamentos ...................................................................... 8 
8.1 – Instalações eEquipamentos ............................................................................... 8 
8.3 – Bibliografia ................................................................................................................. 16 
CAPÍTULO 9 – Perfil do Pessoal Docente e Técnico ...................................................... 21 
CAPÍTULO 10 – Modelário de Certificados e Diplomas .................................................. 21 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
3 
 
 
CAPÍTULO 1 – Identificação do Curso 
 
 
O curso de Técnico em Comércio Exterior autorizado pela Secretaria de Estado de 
Educação, pertence ao Eixo Tecnológico de Gestão e Negócios será ofertado em escolas 
da rede estadual de ensino na modalidade presencial com carga horária total de 800 
horas, dividida em 02 (dois) módulos semestrais. O curso desenvolver-se-á conforme 
indicado no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos e na Resolução CNE/CEB nº 6, de 20 
de setembro de 2012, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação 
Profissional Técnica de Nível Médio. 
 
 
CAPÍTULO 2 – Justificativa e Objetivos 
2.1- Justificativa 
Segundo dados do Censo Escolar de 2014, em Minas Gerais somente 6,51% dos alunos do 
Ensino Médio estavam matriculados em algum curso de Educação Profissional. É 
necessário, portanto, ampliar a oferta de cursos técnicos para os jovens mineiros, 
atendendo às demandadas das comunidades e dos arranjos produtivos locais. 
 
No intuito de contribuir para a superação desses desafios, a Secretaria de Estado de 
Educação instituiu a “Rede Estadual de Educação Profissional” com o propósito de 
potencializar a oferta de cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio nas 
escolas estaduais, aproveitando a capacidade instalada da rede pública estadual. 
 
A Rede Estadual de Educação Profissional busca ampliar a oferta de cursos técnicos nas 
Escolas da Rede Estadual, contribuindo para a profissionalização dos jovens com vistas à 
participação como cidadão no mundo do trabalho e atendendo às demandas das 
comunidades e dos arranjos produtivos locais. 
 
A proposta de ampliação da oferta de educação profissional nas Escolas Estaduais vai de 
encontro às metas e estratégias previstas no Plano Nacional de Educação para o decênio 
2014-2023 – Lei 13.005/2014. 
Consoante a isso, a necessidade dos países em obter bens e serviços não produzidos 
em seu território é considerado um dos fatores que estimula as relações comerciais. 
 
Segundo Paul Krugman (1991), a existência de vantagens comparativas, vantagens 
de especialização e economias de escala são fatores condicionantes para o surgimento do 
comércio internacional entre os países. Nesse contexto, as relações comerciais entre 
países tornou-se um dos principais vetores de impulsão da economia, pois o comércio 
internacional força os países a investirem no desenvolvimento de tecnologias que os 
tornem competitivos ao realizarem suas transações. Outro aspecto são os acordos que 
possibilitam maior flexibilização na comercialização dos produtos com demais países. 
 
No caso do Brasil ressalta-se que no início do século XX o país passou a atuar no 
comércio internacional mais fortemente, sobretudo comercializando o café com os Estados 
Unidos e países do Continente Europeu. E, no início da década de 1990, o Brasil inicia 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
4 
 
 
uma política de abertura comercial mais agressiva com o resto do mundo. Salienta-se que 
nesse período houve uma série de incentivos para atrairmos diversas multinacionais que 
contribuíram para elevarmos os padrões dos bens produzidos internamente, bem como 
estimular as empresas a aumentarem a competitividade no mercado. A partir disso, 
a economia brasileira passa a deter umapauta exportadora mais diversificada e atuar 
de maneira mais contundente no comércio internacional exportando além de suas 
Commodities, produtos manufaturados. 
 
Por essa razão, o curso Técnico em Comércio Exterior reflete promissora oportunidade para 
quem está interessado em obter sucesso nesse setor. 
 
 
2.2 - Objetivos 
 
 
O curso de Técnico em Comércio Exterior tem como objetivos formar profissionais aptos a 
exercer as atividades pertinentes às relações de comércio exterior e desenvolver 
atividades técnicas e críticas sobre as implicações sociais e econômicas resultantes do 
desempenho do setor interno e externo. 
 
 
CAPÍTULO 3 – Requisitos de Acesso 
 
Os candidatos à matrícula deverão reunir os seguintes requisitos de acesso: 
 
- Apresentar comprovante de Ensino Médio, modalidades regular ou de 
Educação de Jovense Adultos, nasespecificações deemcursoouconcluído, 
conforme o caso. 
- Quando o número de candidatos for superior ao número de vagas 
ofertadas na Escola Estadual, será realizado sorteio observando-se os 
princípios da transparência e publicidade. 
 
 
 
CAPÍTULO 4 – Perfil Profissional de Conclusão 
 
 
4.1 – Técnicoem Comércio Exterior 
 
O Técnico em ComércioExterior, no exercício pleno de suas atribuições, deverá ser um 
indivíduo que presta apoio às análises de mercado; aplica a legislação específica dos 
países envolvidos nas negociações; controla e coordena o processo de exportação e 
importação; cumpre os trâmites aduaneiros e supervisiona procedimentos de transporte, 
armazenamento e logística internacional. 
 
Nesse sentido, ao concluir o curso de Técnico em Comércio Exterior, o aluno deverá ter 
construído as seguintes competências: 
• Refletir os contextos do comércio no país e no exterior buscando alternativas de 
redução de fatores negativos à economia local; 
• Executar as operações decorrentes de transações comerciais nacionais e 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
5 
 
 
MÓDULO I MÓDULO II 
internacionais como (operações cambiais, financeiras, legais, outras); 
• Aplicar as regras comerciais internacionais, as políticas cambiais e 
alfandegárias em consonância com os trâmites cambiais, aduaneiros e de 
logística (portuários); 
• Gerenciar processos de importação e exportação atuando de forma criativa 
e em consonância com os requisitos legais; 
• Gerenciar planejamentos de transporte, armazenamento e logística internacional; 
• Identificar os segmentos das cadeias produtivas do setor agropecuário; 
• Atuar de forma compromissada com o desenvolvimento social e econômico local 
primando pelo uso sustentável de recursos. 
• Dotar oaluno de competências ehabilidades que o levem agerir processos de 
compra e venda de produtos e serviços; 
• Atuar de forma criativa no que tange à criação e divulgação de produtos e serviços. 
• Planejar os aspectos fiscais de uma importação e/ou exportação; 
• Desenvolver as rotinas do despacho aduaneiro; 
• Auxiliar nos registros contábeis dos contratos de câmbio; 
• Assessorar a tomada de decisão nos níveis estratégicos e táticos das organizações. 
 
 
 
CAPÍTULO 5 – Organização Curricular 
 
 
A organização curricular da Habilitação profissional de Técnico em Comércio Exterior, 
integrante do Eixo Tecnológico Gestão e Negócios, está estruturado em 02 (dois) 
módulos semestrais de 400:00 horas, com a duração total de 800:00 horas. 
 
Ao concluir com êxito os três módulos o aluno terá a Habilitação Profissional de 
Técnico em Comércio Exterior, desde que tenha concluído, também, o Ensino Médio ou 
equivalente e fará jus ao Diploma de Técnico em Comércio Exterior. 
 
 
 
 
 
 
Os componentes curriculares que possibilitam a formação de Técnico em Comércio Exterior 
estão assim organizados na Matriz curricular: 
HABILITAÇÃO 
PROFISSIONAL 
TÉCNICA DE NÍVEL 
MÉDIO DE TÉCNICO 
EM COMÉRCIO 
 
SEM CERTIFICAÇÃO 
TÉCNICA 
 
 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
 
 
 
 
 
 
 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
7 
 
 
 
CAPÍTULO 6 – Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores 
 
 
O aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores do educando poderá ser 
realizado pela instituição de ensino, desde que sejam diretamente relacionados ao 
perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação ou habilitação profissional 
do curso e que tenham sido desenvolvidos: 
 
 Em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico 
regularmente concluídosemoutroscursosdeEducação Profissional 
TécnicadeNível Médio; 
 Em cursos destinados à formação inicial e continuada, ou qualificação 
profissional de, no mínimo, 160 horas de duração, mediante avaliação; 
 Em outros cursos de Educação Profissional, inclusive no trabalho, por 
meios informais ou em cursos superiores de graduação, mediante 
avaliação; 
 Por reconhecimento, em processos formais de certificação profissional, 
realizado em instituição devidamente credenciada pela Secretaria ou no 
âmbito de sistemas nacionais de certificação profissional; 
 Valorização da experiência extraescolar, mediante avaliação. 
 
 
CAPÍTULO 7 – Critérios de Avaliação 
 
 
7.1 – Avaliação 
 
 
Além de aspectos relativos à assiduidade e pontualidade, serão considerados como 
critérios de avaliação o interesse, a participação cooperativa e visão crítica do processo 
de aprendizagem, assim como o envolvimento nos temas e conteúdos propostos, na 
elaboração e discussões de trabalhos em grupo, relatórios de atividades, 
autoavaliação, roteiros, pesquisas, portfólio, avaliações escritas e outros. A 
avaliação constitui-se, portanto, num processo contínuo e permanente com a 
utilização de instrumentos diversificados. 
 
 
7.2 – Distribuição de Pontos 
 
 
A avaliação será expressa em pontos cumulativos, numa escala de 0 (zero) a 100 
(cem), por componente curricular, assim distribuídos: 
 
 60 pontos: em atividades (inscritas no art. 51 do Adendo ao Regimento Escolar). 
 40 pontos: em provas ou testes definidos pelo professor 
 
 
7. 3 – Da Aprovação 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
8 
 
 
 
Será considerado aprovado o aluno que alcançar: 
I – Frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária semestral. 
II – Aproveitamento mínimo de 60(sessenta) pontos cumulativos, por conteúdo curricular. 
III 
 
7.4 – Dos Estudos de Recuperação 
A escola deve oferecer aos alunos diferentes oportunidades de aprendizagem definidas 
em seu Plano de Intervenção Pedagógica, ao longo de todo o semestre letivo e no 
período de férias, a saber: 
- estudos contínuos derecuperação; 
- estudos periódicos de recuperação, aplicados imediatamente após a 
verificação de defasagem; 
- estudos independentes de recuperação, no período de férias escolares, com 
avaliação antes do início do ano letivo subsequente; 
 
O Plano de Estudos Independentes de Recuperação deve ser elaborado pelo professor 
responsável pelo Componente Curricular e entregue ao aluno antes do término do 
Módulo. 
 
 
7.5 – Da Reclassificação 
 
 
Excepcionalmente, o aluno que apresentar desempenho satisfatório e frequência inferior 
a 75% (setenta e cinco por cento), no final do período letivo, poderá ser submetido à 
reclassificação, para definir o grau de desenvolvimento e experiência, posicionando-o 
no semestre subsequente permitindo-lhe o prosseguimento de estudos, conforme 
definido no Adendo ao Regimento Escolar. 
 
 
CAPÍTULO 8 - Instalações e Equipamentos 
 
 
8.1 – Instalações eEquipamentos 
• Salas de Aula; 
• Biblioteca; 
• Laboratório de Informática. 
• 20 Microcomputadores ligados em rede 
• 01 Sistema Operacional (Windows) e MS-Office 
 
 
8.2 - Ementas 
 
COMPONENTES 
CURRICULARES 
EMENTAS 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
9 
 
 
 
Português Instrumental Leitura e compreensão de textos pertencentes a gêneros 
variados. Abordagem pontual de elementos linguísticos, 
discursivos e situacionais que permitam ao aluno produzir textos 
orais e escritos adequados a diferentes gêneros e situações de 
comunicação da área de Vendas: retextualização de textos 
técnicos e informativos em textos promocionais; produção de 
relatórios escritos e apresentações orais. 
Empreendedorismo O estudo de empreendedorismo oferece aos estudantes 
instrumentos para identificação e entendimento da nova 
realidade do mundo do trabalho. Definição de 
empreendedorismo e empreendedor. Estudo do processo 
empreendedor, identificando oportunidades de negócios e o 
desenvolvendo da criatividade. Estudo do perfil empreendedor e 
autoavaliação do perfil empreendedor, analisando o 
comportamento empresarial, o desenvolvimento de habilidades 
e competências necessárias ao empreendedor. Reflexão sobre 
ética no empreendedorismo. Levantamento de metas e objetivos 
na ação empreendedora. Construção da visão de negócio. 
Estudo e análise de mercado. Identificação das fontes de 
financiamento do negócio. Construção da rede de relações 
(networking). Elaboração e apresentação de um plano de 
negócios simplificado. Análise de viabilidade econômica do 
negócio. 
Inglês Instrumental Diálogos comerciais. Gêneros discursivos: jornalísticos,charges, cartas, receitas, cartoons, informativos, literários. 
Estudo da estrutura dos verbos modais. Aperfeiçoar o processo 
de leitura especifica (Skimming). Desenvolvimento da 
competência de nível intermediário em língua inglesa. 
Aprimoramento de habilidades de produção e compreensão oral 
e escrita, através do estudo de vocabulário, das estruturas 
linguísticas e funções comunicativas e de atividades de prática 
de comunicação em situações contextualizadas. 
Gestão de Negócios Conceitos e praticas da gestão estratégica. Os fatores da 
concorrência sob o enfoque macro e microeconômico. Análise 
da estrutura empresarial e da concorrência. Planejamento 
Estratégico – diagnóstico, visão, negócio, missão, princípios e 
objetivos e o papel das competências essenciais, na gestão de 
pessoas e processos. Indicadores de controle. 
Fundamentos do 
Comércio Internacional 
Apresentar os principais aspectos do Comércio Exterior, focando 
os conceitos básicos de Exportação e de Importação; estrutura 
e funcionamento da OMC além de uma análise da Balança 
Comercial Brasileira. 1. Comércio Exterior - 1.1 Evolução - 1.2 
Características - 1.3 A importância do Comercio Exterior - 2. 
Exportação - 2.1 Definição - 2.2 Exportação de Bens - 2.3 
Exportação de Serviços - 2.4 Vantagens exportação para o País 
e para a empresa - 2.5 O que exportar? Para onde exportar? 
Como exportar? - 3. Importação - 3.1 Definição - 3.2 Vantagens 
da importação - 3.3 O que importar? De onde importar? Como 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
10 
 
 
 
 importar?4. Balança Comercial Brasileira e Balanço de 
Pagamentos - 4.1 Principais produtos exportados/importados - 
4.2 Principais parceiros comerciais - 5. CCI – Câmara do 
Comércio Internacional - 5.1 Incoterms - 6. OMC - Organização 
Mundial do Comércio - 6.1 Históricos - Objetivos - Estrutura - 6.2 
Regras do comércio mundial - 7. Estrutura do comércio exterior 
brasileiro -Ministério das Relações Exteriores - MRE - Ministério 
do Desenvolvimento, Indústria e Comércio - Exterior - MDIC 
Ministério da Fazenda – MF. 
Informática Aplicada Era da computação, e evolução de tecnologias. 
Hardware.Componentes básicos de um computador.A indústria 
de software no Brasil. História da internet. Software de edição de 
textos. Som, vídeo e gráficos, efeitos de transição. Uso da 
Internet como ferramenta de pesquisa – sites de órgãos 
regulamentadores, legislação, novos produtos, tendências, 
mercados, mapas e logística. Editores de texto – modelos de 
propostas de documentos, cartas de apresentação, mala direta. 
Planilhas eletrônicas – operações matemáticas, cálculos, 
fórmulas, gráficos. Editores de Apresentação. Correio Eletrônico 
– grupo de contatos – clientes. Banco de dados e sistema de 
informação e automação comercial. 
Marketing Internacional O conceito do marketing internacional. Analisando as 
oportunidades globais de mercado. O ambiente internacional 
(aspectos econômicos, financeiros, políticos, normativos e 
culturais). Características dos mercados na economia 
globalizada. O composto de marketing nos mercados 
internacionais. Decisões do composto de marketing 
internacional e organização do marketing internacional da 
organização. Desenvolvimento das estratégias globais de 
marketing. Estratégia de acesso ao mercado internacional. 
Seleção de mercados, entrada e formas de operação. 
Estratégias de produtos e de comunicação no mercado global. 
Estratégias de preços e competitividade internacional. 
Matemática Aplicada Razão e proporção. Regra de três simples e composta. 
Porcentagem. Logaritmos. Resolução de equações do 1º e 2º 
grau. Resolução de sistemas. Capitalização Simples. 
Capitalização Composta. Juros Simples e Juros Compostos. 
Desconto Simples e Composto. Séries de Pagamentos. Taxa 
Interna de Retorno. Sistemas de Amortização. Utilização de 
calculadoras financeiras. Uso da Planilha eletrônica Excel na 
Matemática Financeira. 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
11 
 
 
 
Ética Profissional 1. Ética e Moral 1.1. Conceitos de Moral e Ética 1.2. Diferenças 
e semelhanças conceituais 2. Ética Geral 2.1. A Ética como 
dimensão intrínseca à convivência humana. 3. Ética Empresarial 
3.1. A importância da ética nos relacionamentos empresariais 
3.2. A ética das empresas como instrumento de controle 4. Ética 
Profissional 4.1. Convivência humana, profissionalização e suas 
exigências éticas. 4.2. A profissão do técnico em transporte de 
cargas e suas exigências éticas frente à sociedade. 5. 
Responsabilidade Social 5.1. Responsabilidade social das 
empresas 5.2. Responsabilidade social da profissão 
Direito I Noções básicas de direito e suas aplicações na área da logística; 
Atividades financeiras; Direito tributário: Sistema tributário; 
Tributos. Introdução ao estudo do Direito: Origem e acepções. 
Direito Público e Direito Privado: classificação. Atividade 
Financeira do Estado: Modalidades de Receitas públicas: 
originárias e derivadas. Direito Tributário: Conceito. Fontes 
tributárias principais; Princípios constitucionais tributários. 
Tributo. Sujeitos da Obrigação Tributária. Suspensão do Crédito 
Tributário. Extinção do Credito Tributário. Obrigação Tributária. 
Natureza e Desenvolvimento do Direito Internacional. Direito 
Internacional Público e Direito Internacional Privado. Direito 
Internacional Público: conceito, fundamentação e 
desenvolvimento histórico. Posição geral no quadro das ciências 
jurídicas. Sujeitos de Direito Internacional Público. Estados. 
Organizações Internacionais. Capacidade jurídica e de ação. 
Fontes do Direito Internacional Público. Tratados. Conceito. 
Classificação. Conclusão. Vigência 
Gestão de Operações e 
Custos em Comércio 
Exterior 
Organização e implantação de gerência de comércio exterior. 
Classificação de mercadorias. Aspectos administrativos na 
exportação e importação. Documentação envolvida na 
exportação e importação. Despacho aduaneiro na exportação e 
importação. Siscomex. Definição de Gestão de Operações - O 
Sistema de Produção - O Conceito de Pacote de Valor - 
Particularidades da Gestão de Operações para Bens e Serviços 
- A Função da Produção; - Objetivos de Desempenho; - A 
Importância Relativa dos Objetivos de Desempenho; - A 
Importância da Gestão de Projetos; - Programação de Projetos; 
- Técnica de Gestão de Projetos: PERT e CPM; - Probabilidades 
de Conclusão do Projeto; - O Processo e Natureza do 
Planejamento Agregado; - Estratégias do Planejamento 
Agregado; - Métodos para a Programação Agregada; - Aspectos 
gerais; - Conceitos fundamentais de gestão estratégica de 
custos; - Princípios de Gestão Estratégica de Custos. - Aspectos 
gerais; - Custeio por absorção; - Introdução ao sistema de 
custeio por atividade. - Objetivos do custeio ABC; - 
Características básicas do custeio ABC; - Campos de aplicação 
do custeio ABC; - Vantagens e desvantagens do custeio ABC; - 
Cálculo do custo no sistema ABC. - Objetivos do TDABC; - 
Críticas ao ABC; - Vantagens e desvantagens do TDABC ; - 
Cálculo do TDABC. 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
12 
 
 
 
Negócios Internacionais Estratégias vencedoras em Negociação- Análise da negociação 
e suas abordagens - Desenvolvendo a comunicação e os estilos 
de negociação- Processo de negociação - Gerente enquanto um 
negociador - Negociações multilaterais - grupos, equipes e 
políades - Negociador de sucesso - Aspectos multiculturais nas 
negociações, enfatizando as negociações internacionais - 
Geopolítica pós II Guerra Multilateralismo e políticas comerciais; 
- Processos de integração econômica - Cenário atual; - 
Integração x Fragmentação - Abordagens econômicas da 
internacionalização; - Abordagens comportamentais da 
internacionalização; - Estratégias de internacionalização; - 
Fatores ambientais de marketing internacional - Histórico da 
inserção brasileira no comércio internacional; - Estrutura de 
comércio exterior do Brasil; - A dinâmica das exportações 
brasileiras; - Sistemática de exportaçãoe importação; - 
Comércio exterior santanense - Blocos Internacionais; - 
Globalização; - A Aldeia Global 
Fundamentos de 
Economia 
Conceitos Fundamentais da Ciência Economia. Noções de 
Microeconomia, comportamento do consumidor, lei da oferta e 
da demanda. Noções de Macroeconomia, agregados 
econômicos. Conceitos da Economia Internacional. Teorias do 
Comércio Internacional. A Economia enquanto ciência. 
Definições, objeto e princípios da Economia. A evolução do 
Pensamento Econômico. O Sistema Econômico e a alocação 
dos recursos produtivos. Distinção entre a Micro e a 
Macroeconomia. Teorias do Consumidor e da Produção 
Funcionamento do mercado: Oferta e Demanda. Elasticidade 
dos produtos. Estruturas de Mercado e Concorrência. PIB. O 
Sistema Monetário: A Moeda e suas funções. Inflação e juros: 
noções. O Setor Público: elementos de política e o déficit público. 
De que trata a economia internacional?; objeto, a metodologia e 
a importância da economia internacional. Mercantilismo; Teorias 
clássicas: teoria das vantagens absolutas e teoria das vantagens 
comparativas; Abordagens modernas: Teorema Heckscher- 
Ohlin, Paradoxo de Leontief, Teorema Heckscher-Ohlin 
Samuelson, Teorema Stolper-Samuelson, Teorema de 
Rybczynski; Novas teorias: modelo padrão, diversidade dos 
gostos dos consumidores, ciclo-produto, mercados imperfeitos. 
Noções de Contabilidade Estudo do conceito de contabilidade, seus objetivos e sua 
finalidade. Definição de patrimônio, as três funções básicas da 
contabilidade, registro de operações contábeis (mecanismo, 
operações através de razonetes, localização e a definição do 
saldo), diferença entre débito e crédito, conhecimento dos 
principais livros contábeis e conceitos básicos sobre os 
principais demonstrativos contábeis (Balanço Patrimonial, 
Demonstração do Resultado e Balancete de Verificação). O 
objeto da Contabilidade. Elaboração do inventário geral inicial. 
Relação patrimonial básica. Elaboração do inventário geral final. 
Apuração do resultado pela comparação de dois inventários. 
Conceito de ativo, passivo e patrimônio líquido. Conceito de 
origens e aplicação de recursos. Conceito de variações 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
13 
 
 
 
 permutativas. Registros contábeis. Registro de impostos (IPI, IR, 
IOF, ICMS e Impostos de Exportação). Noção de débito e 
crédito. Elaboração e estrutura legal do Balanço Patrimonial. 
Conceito de receitas e despesas. Conceito de variações 
modificativas. Registros contábeis. Noção de débito e crédito. 
Elaboração e estrutura legal da DRE - Demonstração do 
Resultado do Exercício. Conceito de análise das informações 
das Demonstrações Contábeis. Análise vertical e horizontal do 
Balanço Patrimonial. Análise vertical e horizontal da DRE - 
Demonstração do Resultado do Exercício. A contabilidade de 
custos, a contabilidade financeira e a contabilidade gerencial; 
terminologia contábil básica; princípios contábeis aplicados a 
custos; algumas classificações e nomenclaturas de custos; 
custeio por absorção; critérios de rateio dos custos indiretos; 
materiais diretos; mão-de-obra direta. 
Inteligência de Mercado Conceitos e definições essenciais para se construir inteligência 
de Mercado. Diferenciação e posicionamento. Segmentação. 
Comportamento do consumidor. Gestão do conhecimento. 
Movimentos e indicadores econômicos. Premissas para análise 
de mercado. Ferramentas utilizadas pela área de Inteligência de 
Mercado. Conceitos e Definições de Inteligência de mercado 
(IM);O nível de sofisticação de IM em âmbito global; Pilares da 
IM; Planejamento estratégico Diferenciação e posicionamento. 
Marketing de Serviços. Diferenciação e comportamento de 
compra organizacional; Posicionamento; Segmentação de 
mercado; Comportamento do consumidor; Movimentos e 
indicadores econômicos. Premissas para análise de mercado; 
Ferramentas utilizadas pela área de IM; Análise de setores 
industriais e concorrentes; Estratégias competitivas: as cinco 
forças de Porter; Matriz Swot. Pesquisa de mercado para IM; 
Problema de pesquisa; Objetivos de pesquisa; Tipos de 
pesquisa; Coleta de dados; Amostragem; Análise de resultados. 
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14 
 
 
 
Direito II Legislação Aduaneira: órgãos intervenientes, regimes 
aduaneiros especiais e classificação de mercadorias, Siscomex, 
Incoterms, tratados comerciais (blocos econômicos, 
multilaterais, bilaterais). Acordos e tratados internacionais em 
que o Brasil é signatário. Tópicos da legislação aduaneira 
adotada em países que possuem relações de comércio 
internacional com o Brasil. Características próprias. 
Características comuns, burocracia de liberação. Armazenagem 
e transportes, direitos e obrigações. Tarifas de comércio. 
Acordos bilaterais de favorecimento. Introdução a Legislação 
Aduaneira Comparada; Conceito de Legislação Aduaneira; 
Comparada e razões de seu estudo; Competência da União para 
legislar sobre o comércio exterior; Aduana ou alfândega. 
Terminologia derivada. Tributos aduaneiros; Direito Aduaneiro e 
sua posição no Sistema Jurídico. Elaboração de normas; Órgãos 
aplicadores da Legislação Aduaneira administrativos e judiciais; 
Doutrina, legislação e jurisprudência e sua exteriorização; 
Fontes legais da Legislação Aduaneira no Brasil. Normas 
internacionais; Legislação Aduaneira no Brasil e Legislação 
Aduaneira Comparada. Regimes Aduaneiros Especiais 
(Regulamento Aduaneiro artigos 262º ao 266º); Trânsito 
Aduaneiro (Regulamento Aduaneiro artigos 267º ao 305º); 
Admissão Temporária (Regulamento Aduaneiro artigos 306º ao 
334º). Drawback (Regulamento Aduaneiro artigos 335º ao 355º). 
Entreposto Aduaneiro (Regulamento Aduaneiro artigos 356º ao 
371º). Entreposto Industrial sob Controle Informatizado – 
RECOF (RA artigos 372º ao 380º. Recom (Regulamento 
Aduaneiro artigos 381º ao 384º); Exportação Temporária 
(Regulamento Aduaneiro artigos 385º ao 410º); Repetro e Repex 
(Regulamento Aduaneiro artigos 411º ao 423º); Loja Franca 
(Regulamento A artigos 424º ao 427º).Depósito Especial, 
Afiançado, Alfandegado Certificado e Depósito 
Franco(Regulamento Aduaneiro artigos 428º ao 451º). 
Saúde e Segurança do 
Trabalho 
Conceito de Saúde e de Segurança do Trabalho, Conceitos de 
Qualidade de vida, Custos dos acidentes e doenças 
ocupacionais. Histórico e objetivos da Segurança do Trabalho, 
Aspectos econômicos e sociais, Conceito de Saúde e de 
Segurança do Trabalho, Conceitos de Qualidade de vida, 
Conceito de Sistema e Sistema de Segurança do Trabalho 
(SST), Planejamento, organização e direção, Custos dos 
acidentes, doenças ocupacionais. 
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15 
 
 
 
Logística Inernacional Global sourcing e logística internacional. Logística integrada da 
distribuição física internacional. Planejamento em logística 
internacional. Estudo da estrutura logística em um projeto de 
exportação. Tendências da logística integrada no mundo 
globalizado. Tipos de cargas e navios. Formas de contratação 
de transporte marítimo. Tipos de containers e sua contratação. 
Prestadores de serviços logísticos. Transportes aéreos, tarifas, 
formas de contratação, cargas perigosas. Transportes 
rodoviários e ferroviários internacionais. Seguros de transporte 
internacional. Multimodalidade dos transportes internacionais e 
sua otimização na viabilização de negócios. Evolução da 
Logística no Brasil e no Mundo; O ambiente do comércio 
internacional; Introdução a Operações Globais; A importância da 
logística nas operações internacionais; Gerenciamento dos 
pedidos de exportação e estratégias de estoques; Estratégias 
associativas de intercâmbio no comércio internacional; 
Transporte internacional. Armazenamento na Zona Primária; 
Modal Marítimo; Modal Fluvial; Modal Rodoviário; Modal 
Ferroviário; Modal Aéreo; Agente logístico; Logística expressa; 
Organismos internacionais e acordos comerciais entre países. 
Sistemática de 
Importação e Exportação 
História e fundamentosdo comércio exterior brasileiro. MDIC. 
CAMEX. SECEX. SRF. BACEN. Portal Siscomex. BIRD. FMI. 
OMC. BLOCOS ECONÔMICOS. ALCMS. Procedimentos de 
Importação. Procedimentos de Exportação. Abertura dos Portos 
Brasileiros às Nações Amigas; Independência e Tratado de 
Comércio com a Inglaterra; Ciclo da borracha e crescimento da 
cultura cafeeira; Fim do Tratado Comercial com a Grã-Bretanha; 
Diversificação dos destinos de exportação; Aumento das 
exportações do café; Diversificação da carteira de produtos 
exportados; Crescimento da balança comercial brasileira; 
Acordo de reciprocidade comercial com os Estados Unidos; 
Apogeu do ciclo da borracha e Acordo de Taubaté; A Primeira 
Guerra Mundial e a crise do setor cafeeiro; Quebra no valor de 
matérias primas; Ascensão do algodão e aumento da indústria; 
Alta do café e rompimento com os países do Eixo; Fase 
democrática do nacional desenvolvimentismo; Conselho 
Nacional de Comércio Exterior; Fim do Milagre Econômico 
Brasileiro; A década perdida; Celebração do Tratado de 
Assunção e o Plano Real; Diversificação da pauta e recorde nas 
exportações. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e 
Comércio Exterior (MDIC); Câmara de Comércio Exterior 
(CAMEX); Secretaria de Comércio Exterior (SECEX); Secretaria 
da Receita Federal (SRF); Banco Central do Brasil (BACEN); 
Portal Único de Comércio Exterior (Portal Siscomex). Banco 
Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD); 
Fundo Monetário Internacional (FMI); Organização Mundial do 
Comércio (OMC); Blocos Econômicos; Áreas de Livre Comércio 
/ Área de Livre Comércio de Macapá e Santana (ALCMS). 
Exportação: Aspectos Conceituais; Registro de Exportadores e 
Importadores (REI); Classificação de mercadorias; 
Documentação; Incoterms 2010; Modalidades de Pagamento; 
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16 
 
 
 
 Câmbio na Exportação; Tratamento Tributário; Financiamento; 
Fluxograma básico. Importação: Aspectos conceituais; 
Documentação; Câmbio na Importação; Tratamento Tributário; 
Regimes especiais; Seguros; Fluxograma básico. 
 
 
 
8.3 – Bibliografia 
 
• AAKER, D. A. Administração estratégica de mercado. 7. ed. Porto Alegre: 
Bookman, 2007. 
• AGUIAR, Silvio. Integração das ferramentas da qualidade ao PDCA e ao 
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• ALBERTIN, A. L. Comércio eletrônico: modelo, aspectos e contribuições 
de sua aplicação. 5ª. edição. São Paulo: Atlas, 2004. 
• ALBERTIN, A. L.; ALBERTIN, R. M. M. Tecnologia da informação e 
desempenho empresarial: as dimensões de seu uso e sua relação com os 
benefícios de negócios. 1ª. edição. São Paulo: Atlas, 2005. 
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• ALMEIDA, R. Manual de planejamento estratégico. São Paulo: Atlas, 2003. 
• ASSAFNETO, A.Matemáticafinanceira esuasaplicações. 12.ed.,SãoPaul:Atlas, 
2012. 
• BACHA, C. J. C. Macroeconomia Aplicada à Análise da Economia Brasileira. 
São Paulo: Edusp, 2004. 
• BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: planejamento, 
organização e logística empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. 
• BARBOSA, M. A.; MEDEIROS JUNIOR, R. J. Matemática Financeira. Curitiba, PR: 
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná, 2012. 
• BARTOLOMEU, D. B.; FILHO, J. V. C. Logística ambiental de resíduos sólidos. 
São Paulo: Atlas, 2011. 
• BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa - atualizada pelo novoacordo 
ortográfico. 
37. ed. São Paulo: Abril. 2009. 
• BERNARDI, L. A. Manual de empreendedorismo e gestão: Fundamentos, 
estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2003. 
• BERTAGLIA, P. R. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento. 2. 
ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 
• BETHLEM, A. de S. Estratégia empresarial: conceitos, processo e 
administração estratégica. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2004. 
• BLANCHARD, K.; PEALE, N. V. Poder da administração ética. – 4. ed. – Rio de 
Janeiro: Record, 2001. 
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• BOWERSOX, D. J.; CLOSS, D.J. Logística Empresarial: o processo de integração 
da cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas, 2004. 
• BRASIL. Lei nº 12.305 de 2 de agosto de 2010 – Política nacional de resíduos 
sólidos. 2ª ed. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2012. 
• BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. Matemática Financeira: com HP 12c e Excel. 5. ed. São 
Paulo: Atlas, 2008. 
• BURROWS, T. Como criar apresentações 1-2. 2. Ed. São Paulo: Publifolha, 2001. 
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Janeiro, FGV, 2006. 
• CASTRO, L. T.; NEVES, M. F. Administração de vendas: planejamento, 
estratégia e gestão. São Paulo: Atlas, 2008. 
• CEREJA, W. R.; MAGALHÃES, T. C. Texto e Interação: uma proposta de interação 
textual a partir de gêneros e projetos. 4. ed. São Paulo: Atual, 2013. 
• CHER, R. Empreendedorismo na veia: um aprendizado constante. – Rio de 
Janeiro: Campus, 2007. 
• CHIAVENATO, I. Administração nos Novos Tempos. 2. ed. São Paulo: Elsevier, 
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• CHIAVENATO, I. Administração: teoria, processo e prática. – 4.ed. – Rio de 
Janeiro: Elsevier, 2007. 
• CHIAVENATO, I. Comportamento Organizacional. Rio de Janeiro: Campus, 2005. 
• CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3 
ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 
• CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 
• CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas. 3. Ed. Rio de Janeiro: Campus, 2009. 
• CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos 
humanos nas organizações. – 3.ed. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 
• CHIAVENATO, I. Princípios da administração: o essencial em teoria geral 
da administração. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 
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Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 
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estatístico da qualidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 
• COSTA, N. P. da. Marketing para empreendedores: Um guia para montar e 
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Paulo: Atlas, 2003. 
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prestação de serviços. Porto Alegre: Bookman, 2007. 
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• DOLABELA, F. O Segredo de Luísa. São Paulo: Picture, 1999. 
• DOLABELA, F. O Segredo de Luísa. São Paulo: Sextante, 2008. 
• DOLABELA, F. Oficina do Empreendedor. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. 
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Saraiva,2005. 
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pensar, criar e moldara novaempresa: exemplosecasos brasileiros –São 
Paulo: Saraiva, 2010. 
• FERREIRA, R. J. Contabilidade Básica. 7ª edição, Ed. Ferreira, 2009. 
• FERREIRA, R. M.; LUPPI, R. de A. F. Correspondência Comercial e Oficial: Com 
Técnicas de Redação. 15. ed. São Paulo: Wmf Martins Fontes, 2011. 
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Cultura, 2000. 
• FILOMENO, J. G. B. Manualde Direito do Consumidor. 10. Ed. São Paulo: Atlas, 
2010. 
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Básico e Intermediário. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 
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Ed.– São Paulo: Atlas, 2010. 
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São Paulo: Atlas, 2010. 
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Cengane Learning, 2011. 
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• OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento Estratégico: conceitos, metodologia e 
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• OLIVEIRA, G. F. Matemática financeira descomplicada: para os cursos de 
Economia, Administração e Contabilidade. São Paulo: Ed. Atlas, 2013. 
• OLIVEIRA, L. M. de et al. Manual de Contabilidade Tributária. 10. ed. São 
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clientes e pessoas. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. 
• VAZQUEZ, J. L. Comércio Exterior Brasileiro. 9ª ed. São Paulo: Atlas, 2009. 
• VELLOSO, F. de C. Informática: conceitos básicos. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 
2003. 
• VERGARA, S. C.. Gestão de Pessoas. 10. Ed. São Paulo: Atlas, 2011. 
• VIEIRA FILHO, G. Gestãoda Qualidade Total: umaabordagem prática. 3.ed. 
Campinas: Editora Alínea, 2010. 
• VIEIRA SOBRINHO, J. D. Matemática financeira. 7. ed., São Paulo: Atlas, 2000. 
• VIZEU, F.; GONÇALVES, S. A. Pensamento Estratégico: origem, princípios e 
perspectivas. São Paulo: Atlas, 2010. 
• WOOD JR., T.; PICARELLI FILHO, V. Remuneração estratégica: a nova 
vantagem competitiva. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2004. 
• ZACCARELLI, S. B. Estratégia e sucesso nasempresas. São Paulo: Saraiva, 2000. 
• ZIKMUND,W. G. Princípios depesquisa demarketing. São Paulo, Ed. Thompson, 
2006. 
 
 
 
 
 
 
 
CAPÍTULO 9 – Perfil do Pessoal Docente e Técnico 
A contratação dos docentes e técnicos que irão atuar no curso de Técnico em 
Agronegócio será feita pela escola, que deve designar o número de profissionais 
necessários, observando a legislação que estabelece normas para a organização do 
quadro depessoal ededesignaçãoparao exercício de função pública na Rede Estadual. 
 
 
CAPÍTULO 10 – Modelário de Certificados e Diplomas 
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
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Ao aluno concluinte dos Módulos I, II e III do curso será conferido o diploma de 
TÉCNICO EM COMÉRCIO EXTERIOR, satisfeitas as exigências relativas: 
• ao cumprimento do currículo previsto para a habilitação; 
• à apresentação do certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente. 
 
 
O certificado e o diploma terão validade nacional, desde que o curso tenha Plano 
aprovado e cadastro no SISTEC/MEC. 
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