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PLANO DE CURSO Aprovação Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais: em 20/04/2018 Parecer CEE nº 214/2018. Unidade Escolar CNPJ 18.715.599/0001-05 Razão Social: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais Nome de Fantasia SEE Esfera Administrativa Estadual/Distrital Endereço (Rua, Nº) Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves Rodovia Papa João Paulo II, n.º 4143 – Prédio Minas 11º Andar - Serra Verde Cidade/UF/CEP Belo Horizonte / Minas Gerais /CEP: - 31630-900 Telefone/Fax 3915-3530 E-mail de contato educacaoprofissional@educacao.mg.gov.br Eixo Tecnológico Gestão e Negócios Habilitação, qualificações e especializações: 1. Habilitação: Técnico em Comercio Exterior Carga Horária: 800:00 horas mailto:educacaoprofissional@educacao.mg.gov.br SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 2 Sumário CAPÍTULO 1 – Identificação do Curso ............................................................................... 3 CAPÍTULO 2 – Justificativa e Objetivos ............................................................................ 3 2.1- Justificativa .......................................................................................................... 3 2.2 - Objetivos ............................................................................................................. 4 CAPÍTULO 3 – Requisitos de Acesso ................................................................................ 4 CAPÍTULO 4 – Perfil Profissional de Conclusão ............................................................... 4 4.1 – Técnicoem Comércio Exterior .......................................................................................... 4 CAPÍTULO 5 – Organização Curricular .............................................................................. 5 CAPÍTULO 6 – Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores ............................................................................................................................. 7 CAPÍTULO 7 – Critérios de Avaliação ................................................................................ 7 7.1 – Avaliação ............................................................................................................ 7 7.2 – Distribuição de Pontos ...................................................................................................... 7 7. 3 – Da Aprovação ................................................................................................... 7 7.4 – Dos Estudos de Recuperação .......................................................................................... 8 7.5 – Da Reclassificação ........................................................................................................... 8 CAPÍTULO 8 - Instalações e Equipamentos ...................................................................... 8 8.1 – Instalações eEquipamentos ............................................................................... 8 8.3 – Bibliografia ................................................................................................................. 16 CAPÍTULO 9 – Perfil do Pessoal Docente e Técnico ...................................................... 21 CAPÍTULO 10 – Modelário de Certificados e Diplomas .................................................. 21 SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 3 CAPÍTULO 1 – Identificação do Curso O curso de Técnico em Comércio Exterior autorizado pela Secretaria de Estado de Educação, pertence ao Eixo Tecnológico de Gestão e Negócios será ofertado em escolas da rede estadual de ensino na modalidade presencial com carga horária total de 800 horas, dividida em 02 (dois) módulos semestrais. O curso desenvolver-se-á conforme indicado no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos e na Resolução CNE/CEB nº 6, de 20 de setembro de 2012, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. CAPÍTULO 2 – Justificativa e Objetivos 2.1- Justificativa Segundo dados do Censo Escolar de 2014, em Minas Gerais somente 6,51% dos alunos do Ensino Médio estavam matriculados em algum curso de Educação Profissional. É necessário, portanto, ampliar a oferta de cursos técnicos para os jovens mineiros, atendendo às demandadas das comunidades e dos arranjos produtivos locais. No intuito de contribuir para a superação desses desafios, a Secretaria de Estado de Educação instituiu a “Rede Estadual de Educação Profissional” com o propósito de potencializar a oferta de cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio nas escolas estaduais, aproveitando a capacidade instalada da rede pública estadual. A Rede Estadual de Educação Profissional busca ampliar a oferta de cursos técnicos nas Escolas da Rede Estadual, contribuindo para a profissionalização dos jovens com vistas à participação como cidadão no mundo do trabalho e atendendo às demandas das comunidades e dos arranjos produtivos locais. A proposta de ampliação da oferta de educação profissional nas Escolas Estaduais vai de encontro às metas e estratégias previstas no Plano Nacional de Educação para o decênio 2014-2023 – Lei 13.005/2014. Consoante a isso, a necessidade dos países em obter bens e serviços não produzidos em seu território é considerado um dos fatores que estimula as relações comerciais. Segundo Paul Krugman (1991), a existência de vantagens comparativas, vantagens de especialização e economias de escala são fatores condicionantes para o surgimento do comércio internacional entre os países. Nesse contexto, as relações comerciais entre países tornou-se um dos principais vetores de impulsão da economia, pois o comércio internacional força os países a investirem no desenvolvimento de tecnologias que os tornem competitivos ao realizarem suas transações. Outro aspecto são os acordos que possibilitam maior flexibilização na comercialização dos produtos com demais países. No caso do Brasil ressalta-se que no início do século XX o país passou a atuar no comércio internacional mais fortemente, sobretudo comercializando o café com os Estados Unidos e países do Continente Europeu. E, no início da década de 1990, o Brasil inicia SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 4 uma política de abertura comercial mais agressiva com o resto do mundo. Salienta-se que nesse período houve uma série de incentivos para atrairmos diversas multinacionais que contribuíram para elevarmos os padrões dos bens produzidos internamente, bem como estimular as empresas a aumentarem a competitividade no mercado. A partir disso, a economia brasileira passa a deter umapauta exportadora mais diversificada e atuar de maneira mais contundente no comércio internacional exportando além de suas Commodities, produtos manufaturados. Por essa razão, o curso Técnico em Comércio Exterior reflete promissora oportunidade para quem está interessado em obter sucesso nesse setor. 2.2 - Objetivos O curso de Técnico em Comércio Exterior tem como objetivos formar profissionais aptos a exercer as atividades pertinentes às relações de comércio exterior e desenvolver atividades técnicas e críticas sobre as implicações sociais e econômicas resultantes do desempenho do setor interno e externo. CAPÍTULO 3 – Requisitos de Acesso Os candidatos à matrícula deverão reunir os seguintes requisitos de acesso: - Apresentar comprovante de Ensino Médio, modalidades regular ou de Educação de Jovense Adultos, nasespecificações deemcursoouconcluído, conforme o caso. - Quando o número de candidatos for superior ao número de vagas ofertadas na Escola Estadual, será realizado sorteio observando-se os princípios da transparência e publicidade. CAPÍTULO 4 – Perfil Profissional de Conclusão 4.1 – Técnicoem Comércio Exterior O Técnico em ComércioExterior, no exercício pleno de suas atribuições, deverá ser um indivíduo que presta apoio às análises de mercado; aplica a legislação específica dos países envolvidos nas negociações; controla e coordena o processo de exportação e importação; cumpre os trâmites aduaneiros e supervisiona procedimentos de transporte, armazenamento e logística internacional. Nesse sentido, ao concluir o curso de Técnico em Comércio Exterior, o aluno deverá ter construído as seguintes competências: • Refletir os contextos do comércio no país e no exterior buscando alternativas de redução de fatores negativos à economia local; • Executar as operações decorrentes de transações comerciais nacionais e SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 5 MÓDULO I MÓDULO II internacionais como (operações cambiais, financeiras, legais, outras); • Aplicar as regras comerciais internacionais, as políticas cambiais e alfandegárias em consonância com os trâmites cambiais, aduaneiros e de logística (portuários); • Gerenciar processos de importação e exportação atuando de forma criativa e em consonância com os requisitos legais; • Gerenciar planejamentos de transporte, armazenamento e logística internacional; • Identificar os segmentos das cadeias produtivas do setor agropecuário; • Atuar de forma compromissada com o desenvolvimento social e econômico local primando pelo uso sustentável de recursos. • Dotar oaluno de competências ehabilidades que o levem agerir processos de compra e venda de produtos e serviços; • Atuar de forma criativa no que tange à criação e divulgação de produtos e serviços. • Planejar os aspectos fiscais de uma importação e/ou exportação; • Desenvolver as rotinas do despacho aduaneiro; • Auxiliar nos registros contábeis dos contratos de câmbio; • Assessorar a tomada de decisão nos níveis estratégicos e táticos das organizações. CAPÍTULO 5 – Organização Curricular A organização curricular da Habilitação profissional de Técnico em Comércio Exterior, integrante do Eixo Tecnológico Gestão e Negócios, está estruturado em 02 (dois) módulos semestrais de 400:00 horas, com a duração total de 800:00 horas. Ao concluir com êxito os três módulos o aluno terá a Habilitação Profissional de Técnico em Comércio Exterior, desde que tenha concluído, também, o Ensino Médio ou equivalente e fará jus ao Diploma de Técnico em Comércio Exterior. Os componentes curriculares que possibilitam a formação de Técnico em Comércio Exterior estão assim organizados na Matriz curricular: HABILITAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DE TÉCNICO EM COMÉRCIO SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 7 CAPÍTULO 6 – Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores O aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores do educando poderá ser realizado pela instituição de ensino, desde que sejam diretamente relacionados ao perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação ou habilitação profissional do curso e que tenham sido desenvolvidos: Em qualificações profissionais e etapas ou módulos de nível técnico regularmente concluídosemoutroscursosdeEducação Profissional TécnicadeNível Médio; Em cursos destinados à formação inicial e continuada, ou qualificação profissional de, no mínimo, 160 horas de duração, mediante avaliação; Em outros cursos de Educação Profissional, inclusive no trabalho, por meios informais ou em cursos superiores de graduação, mediante avaliação; Por reconhecimento, em processos formais de certificação profissional, realizado em instituição devidamente credenciada pela Secretaria ou no âmbito de sistemas nacionais de certificação profissional; Valorização da experiência extraescolar, mediante avaliação. CAPÍTULO 7 – Critérios de Avaliação 7.1 – Avaliação Além de aspectos relativos à assiduidade e pontualidade, serão considerados como critérios de avaliação o interesse, a participação cooperativa e visão crítica do processo de aprendizagem, assim como o envolvimento nos temas e conteúdos propostos, na elaboração e discussões de trabalhos em grupo, relatórios de atividades, autoavaliação, roteiros, pesquisas, portfólio, avaliações escritas e outros. A avaliação constitui-se, portanto, num processo contínuo e permanente com a utilização de instrumentos diversificados. 7.2 – Distribuição de Pontos A avaliação será expressa em pontos cumulativos, numa escala de 0 (zero) a 100 (cem), por componente curricular, assim distribuídos: 60 pontos: em atividades (inscritas no art. 51 do Adendo ao Regimento Escolar). 40 pontos: em provas ou testes definidos pelo professor 7. 3 – Da Aprovação SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 8 Será considerado aprovado o aluno que alcançar: I – Frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária semestral. II – Aproveitamento mínimo de 60(sessenta) pontos cumulativos, por conteúdo curricular. III 7.4 – Dos Estudos de Recuperação A escola deve oferecer aos alunos diferentes oportunidades de aprendizagem definidas em seu Plano de Intervenção Pedagógica, ao longo de todo o semestre letivo e no período de férias, a saber: - estudos contínuos derecuperação; - estudos periódicos de recuperação, aplicados imediatamente após a verificação de defasagem; - estudos independentes de recuperação, no período de férias escolares, com avaliação antes do início do ano letivo subsequente; O Plano de Estudos Independentes de Recuperação deve ser elaborado pelo professor responsável pelo Componente Curricular e entregue ao aluno antes do término do Módulo. 7.5 – Da Reclassificação Excepcionalmente, o aluno que apresentar desempenho satisfatório e frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento), no final do período letivo, poderá ser submetido à reclassificação, para definir o grau de desenvolvimento e experiência, posicionando-o no semestre subsequente permitindo-lhe o prosseguimento de estudos, conforme definido no Adendo ao Regimento Escolar. CAPÍTULO 8 - Instalações e Equipamentos 8.1 – Instalações eEquipamentos • Salas de Aula; • Biblioteca; • Laboratório de Informática. • 20 Microcomputadores ligados em rede • 01 Sistema Operacional (Windows) e MS-Office 8.2 - Ementas COMPONENTES CURRICULARES EMENTAS SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 9 Português Instrumental Leitura e compreensão de textos pertencentes a gêneros variados. Abordagem pontual de elementos linguísticos, discursivos e situacionais que permitam ao aluno produzir textos orais e escritos adequados a diferentes gêneros e situações de comunicação da área de Vendas: retextualização de textos técnicos e informativos em textos promocionais; produção de relatórios escritos e apresentações orais. Empreendedorismo O estudo de empreendedorismo oferece aos estudantes instrumentos para identificação e entendimento da nova realidade do mundo do trabalho. Definição de empreendedorismo e empreendedor. Estudo do processo empreendedor, identificando oportunidades de negócios e o desenvolvendo da criatividade. Estudo do perfil empreendedor e autoavaliação do perfil empreendedor, analisando o comportamento empresarial, o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias ao empreendedor. Reflexão sobre ética no empreendedorismo. Levantamento de metas e objetivos na ação empreendedora. Construção da visão de negócio. Estudo e análise de mercado. Identificação das fontes de financiamento do negócio. Construção da rede de relações (networking). Elaboração e apresentação de um plano de negócios simplificado. Análise de viabilidade econômica do negócio. Inglês Instrumental Diálogos comerciais. Gêneros discursivos: jornalísticos,charges, cartas, receitas, cartoons, informativos, literários. Estudo da estrutura dos verbos modais. Aperfeiçoar o processo de leitura especifica (Skimming). Desenvolvimento da competência de nível intermediário em língua inglesa. Aprimoramento de habilidades de produção e compreensão oral e escrita, através do estudo de vocabulário, das estruturas linguísticas e funções comunicativas e de atividades de prática de comunicação em situações contextualizadas. Gestão de Negócios Conceitos e praticas da gestão estratégica. Os fatores da concorrência sob o enfoque macro e microeconômico. Análise da estrutura empresarial e da concorrência. Planejamento Estratégico – diagnóstico, visão, negócio, missão, princípios e objetivos e o papel das competências essenciais, na gestão de pessoas e processos. Indicadores de controle. Fundamentos do Comércio Internacional Apresentar os principais aspectos do Comércio Exterior, focando os conceitos básicos de Exportação e de Importação; estrutura e funcionamento da OMC além de uma análise da Balança Comercial Brasileira. 1. Comércio Exterior - 1.1 Evolução - 1.2 Características - 1.3 A importância do Comercio Exterior - 2. Exportação - 2.1 Definição - 2.2 Exportação de Bens - 2.3 Exportação de Serviços - 2.4 Vantagens exportação para o País e para a empresa - 2.5 O que exportar? Para onde exportar? Como exportar? - 3. Importação - 3.1 Definição - 3.2 Vantagens da importação - 3.3 O que importar? De onde importar? Como SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 10 importar?4. Balança Comercial Brasileira e Balanço de Pagamentos - 4.1 Principais produtos exportados/importados - 4.2 Principais parceiros comerciais - 5. CCI – Câmara do Comércio Internacional - 5.1 Incoterms - 6. OMC - Organização Mundial do Comércio - 6.1 Históricos - Objetivos - Estrutura - 6.2 Regras do comércio mundial - 7. Estrutura do comércio exterior brasileiro -Ministério das Relações Exteriores - MRE - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio - Exterior - MDIC Ministério da Fazenda – MF. Informática Aplicada Era da computação, e evolução de tecnologias. Hardware.Componentes básicos de um computador.A indústria de software no Brasil. História da internet. Software de edição de textos. Som, vídeo e gráficos, efeitos de transição. Uso da Internet como ferramenta de pesquisa – sites de órgãos regulamentadores, legislação, novos produtos, tendências, mercados, mapas e logística. Editores de texto – modelos de propostas de documentos, cartas de apresentação, mala direta. Planilhas eletrônicas – operações matemáticas, cálculos, fórmulas, gráficos. Editores de Apresentação. Correio Eletrônico – grupo de contatos – clientes. Banco de dados e sistema de informação e automação comercial. Marketing Internacional O conceito do marketing internacional. Analisando as oportunidades globais de mercado. O ambiente internacional (aspectos econômicos, financeiros, políticos, normativos e culturais). Características dos mercados na economia globalizada. O composto de marketing nos mercados internacionais. Decisões do composto de marketing internacional e organização do marketing internacional da organização. Desenvolvimento das estratégias globais de marketing. Estratégia de acesso ao mercado internacional. Seleção de mercados, entrada e formas de operação. Estratégias de produtos e de comunicação no mercado global. Estratégias de preços e competitividade internacional. Matemática Aplicada Razão e proporção. Regra de três simples e composta. Porcentagem. Logaritmos. Resolução de equações do 1º e 2º grau. Resolução de sistemas. Capitalização Simples. Capitalização Composta. Juros Simples e Juros Compostos. Desconto Simples e Composto. Séries de Pagamentos. Taxa Interna de Retorno. Sistemas de Amortização. Utilização de calculadoras financeiras. Uso da Planilha eletrônica Excel na Matemática Financeira. SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 11 Ética Profissional 1. Ética e Moral 1.1. Conceitos de Moral e Ética 1.2. Diferenças e semelhanças conceituais 2. Ética Geral 2.1. A Ética como dimensão intrínseca à convivência humana. 3. Ética Empresarial 3.1. A importância da ética nos relacionamentos empresariais 3.2. A ética das empresas como instrumento de controle 4. Ética Profissional 4.1. Convivência humana, profissionalização e suas exigências éticas. 4.2. A profissão do técnico em transporte de cargas e suas exigências éticas frente à sociedade. 5. Responsabilidade Social 5.1. Responsabilidade social das empresas 5.2. Responsabilidade social da profissão Direito I Noções básicas de direito e suas aplicações na área da logística; Atividades financeiras; Direito tributário: Sistema tributário; Tributos. Introdução ao estudo do Direito: Origem e acepções. Direito Público e Direito Privado: classificação. Atividade Financeira do Estado: Modalidades de Receitas públicas: originárias e derivadas. Direito Tributário: Conceito. Fontes tributárias principais; Princípios constitucionais tributários. Tributo. Sujeitos da Obrigação Tributária. Suspensão do Crédito Tributário. Extinção do Credito Tributário. Obrigação Tributária. Natureza e Desenvolvimento do Direito Internacional. Direito Internacional Público e Direito Internacional Privado. Direito Internacional Público: conceito, fundamentação e desenvolvimento histórico. Posição geral no quadro das ciências jurídicas. Sujeitos de Direito Internacional Público. Estados. Organizações Internacionais. Capacidade jurídica e de ação. Fontes do Direito Internacional Público. Tratados. Conceito. Classificação. Conclusão. Vigência Gestão de Operações e Custos em Comércio Exterior Organização e implantação de gerência de comércio exterior. Classificação de mercadorias. Aspectos administrativos na exportação e importação. Documentação envolvida na exportação e importação. Despacho aduaneiro na exportação e importação. Siscomex. Definição de Gestão de Operações - O Sistema de Produção - O Conceito de Pacote de Valor - Particularidades da Gestão de Operações para Bens e Serviços - A Função da Produção; - Objetivos de Desempenho; - A Importância Relativa dos Objetivos de Desempenho; - A Importância da Gestão de Projetos; - Programação de Projetos; - Técnica de Gestão de Projetos: PERT e CPM; - Probabilidades de Conclusão do Projeto; - O Processo e Natureza do Planejamento Agregado; - Estratégias do Planejamento Agregado; - Métodos para a Programação Agregada; - Aspectos gerais; - Conceitos fundamentais de gestão estratégica de custos; - Princípios de Gestão Estratégica de Custos. - Aspectos gerais; - Custeio por absorção; - Introdução ao sistema de custeio por atividade. - Objetivos do custeio ABC; - Características básicas do custeio ABC; - Campos de aplicação do custeio ABC; - Vantagens e desvantagens do custeio ABC; - Cálculo do custo no sistema ABC. - Objetivos do TDABC; - Críticas ao ABC; - Vantagens e desvantagens do TDABC ; - Cálculo do TDABC. SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 12 Negócios Internacionais Estratégias vencedoras em Negociação- Análise da negociação e suas abordagens - Desenvolvendo a comunicação e os estilos de negociação- Processo de negociação - Gerente enquanto um negociador - Negociações multilaterais - grupos, equipes e políades - Negociador de sucesso - Aspectos multiculturais nas negociações, enfatizando as negociações internacionais - Geopolítica pós II Guerra Multilateralismo e políticas comerciais; - Processos de integração econômica - Cenário atual; - Integração x Fragmentação - Abordagens econômicas da internacionalização; - Abordagens comportamentais da internacionalização; - Estratégias de internacionalização; - Fatores ambientais de marketing internacional - Histórico da inserção brasileira no comércio internacional; - Estrutura de comércio exterior do Brasil; - A dinâmica das exportações brasileiras; - Sistemática de exportaçãoe importação; - Comércio exterior santanense - Blocos Internacionais; - Globalização; - A Aldeia Global Fundamentos de Economia Conceitos Fundamentais da Ciência Economia. Noções de Microeconomia, comportamento do consumidor, lei da oferta e da demanda. Noções de Macroeconomia, agregados econômicos. Conceitos da Economia Internacional. Teorias do Comércio Internacional. A Economia enquanto ciência. Definições, objeto e princípios da Economia. A evolução do Pensamento Econômico. O Sistema Econômico e a alocação dos recursos produtivos. Distinção entre a Micro e a Macroeconomia. Teorias do Consumidor e da Produção Funcionamento do mercado: Oferta e Demanda. Elasticidade dos produtos. Estruturas de Mercado e Concorrência. PIB. O Sistema Monetário: A Moeda e suas funções. Inflação e juros: noções. O Setor Público: elementos de política e o déficit público. De que trata a economia internacional?; objeto, a metodologia e a importância da economia internacional. Mercantilismo; Teorias clássicas: teoria das vantagens absolutas e teoria das vantagens comparativas; Abordagens modernas: Teorema Heckscher- Ohlin, Paradoxo de Leontief, Teorema Heckscher-Ohlin Samuelson, Teorema Stolper-Samuelson, Teorema de Rybczynski; Novas teorias: modelo padrão, diversidade dos gostos dos consumidores, ciclo-produto, mercados imperfeitos. Noções de Contabilidade Estudo do conceito de contabilidade, seus objetivos e sua finalidade. Definição de patrimônio, as três funções básicas da contabilidade, registro de operações contábeis (mecanismo, operações através de razonetes, localização e a definição do saldo), diferença entre débito e crédito, conhecimento dos principais livros contábeis e conceitos básicos sobre os principais demonstrativos contábeis (Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado e Balancete de Verificação). O objeto da Contabilidade. Elaboração do inventário geral inicial. Relação patrimonial básica. Elaboração do inventário geral final. Apuração do resultado pela comparação de dois inventários. Conceito de ativo, passivo e patrimônio líquido. Conceito de origens e aplicação de recursos. Conceito de variações SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 13 permutativas. Registros contábeis. Registro de impostos (IPI, IR, IOF, ICMS e Impostos de Exportação). Noção de débito e crédito. Elaboração e estrutura legal do Balanço Patrimonial. Conceito de receitas e despesas. Conceito de variações modificativas. Registros contábeis. Noção de débito e crédito. Elaboração e estrutura legal da DRE - Demonstração do Resultado do Exercício. Conceito de análise das informações das Demonstrações Contábeis. Análise vertical e horizontal do Balanço Patrimonial. Análise vertical e horizontal da DRE - Demonstração do Resultado do Exercício. A contabilidade de custos, a contabilidade financeira e a contabilidade gerencial; terminologia contábil básica; princípios contábeis aplicados a custos; algumas classificações e nomenclaturas de custos; custeio por absorção; critérios de rateio dos custos indiretos; materiais diretos; mão-de-obra direta. Inteligência de Mercado Conceitos e definições essenciais para se construir inteligência de Mercado. Diferenciação e posicionamento. Segmentação. Comportamento do consumidor. Gestão do conhecimento. Movimentos e indicadores econômicos. Premissas para análise de mercado. Ferramentas utilizadas pela área de Inteligência de Mercado. Conceitos e Definições de Inteligência de mercado (IM);O nível de sofisticação de IM em âmbito global; Pilares da IM; Planejamento estratégico Diferenciação e posicionamento. Marketing de Serviços. Diferenciação e comportamento de compra organizacional; Posicionamento; Segmentação de mercado; Comportamento do consumidor; Movimentos e indicadores econômicos. Premissas para análise de mercado; Ferramentas utilizadas pela área de IM; Análise de setores industriais e concorrentes; Estratégias competitivas: as cinco forças de Porter; Matriz Swot. Pesquisa de mercado para IM; Problema de pesquisa; Objetivos de pesquisa; Tipos de pesquisa; Coleta de dados; Amostragem; Análise de resultados. SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 14 Direito II Legislação Aduaneira: órgãos intervenientes, regimes aduaneiros especiais e classificação de mercadorias, Siscomex, Incoterms, tratados comerciais (blocos econômicos, multilaterais, bilaterais). Acordos e tratados internacionais em que o Brasil é signatário. Tópicos da legislação aduaneira adotada em países que possuem relações de comércio internacional com o Brasil. Características próprias. Características comuns, burocracia de liberação. Armazenagem e transportes, direitos e obrigações. Tarifas de comércio. Acordos bilaterais de favorecimento. Introdução a Legislação Aduaneira Comparada; Conceito de Legislação Aduaneira; Comparada e razões de seu estudo; Competência da União para legislar sobre o comércio exterior; Aduana ou alfândega. Terminologia derivada. Tributos aduaneiros; Direito Aduaneiro e sua posição no Sistema Jurídico. Elaboração de normas; Órgãos aplicadores da Legislação Aduaneira administrativos e judiciais; Doutrina, legislação e jurisprudência e sua exteriorização; Fontes legais da Legislação Aduaneira no Brasil. Normas internacionais; Legislação Aduaneira no Brasil e Legislação Aduaneira Comparada. Regimes Aduaneiros Especiais (Regulamento Aduaneiro artigos 262º ao 266º); Trânsito Aduaneiro (Regulamento Aduaneiro artigos 267º ao 305º); Admissão Temporária (Regulamento Aduaneiro artigos 306º ao 334º). Drawback (Regulamento Aduaneiro artigos 335º ao 355º). Entreposto Aduaneiro (Regulamento Aduaneiro artigos 356º ao 371º). Entreposto Industrial sob Controle Informatizado – RECOF (RA artigos 372º ao 380º. Recom (Regulamento Aduaneiro artigos 381º ao 384º); Exportação Temporária (Regulamento Aduaneiro artigos 385º ao 410º); Repetro e Repex (Regulamento Aduaneiro artigos 411º ao 423º); Loja Franca (Regulamento A artigos 424º ao 427º).Depósito Especial, Afiançado, Alfandegado Certificado e Depósito Franco(Regulamento Aduaneiro artigos 428º ao 451º). Saúde e Segurança do Trabalho Conceito de Saúde e de Segurança do Trabalho, Conceitos de Qualidade de vida, Custos dos acidentes e doenças ocupacionais. Histórico e objetivos da Segurança do Trabalho, Aspectos econômicos e sociais, Conceito de Saúde e de Segurança do Trabalho, Conceitos de Qualidade de vida, Conceito de Sistema e Sistema de Segurança do Trabalho (SST), Planejamento, organização e direção, Custos dos acidentes, doenças ocupacionais. SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 15 Logística Inernacional Global sourcing e logística internacional. Logística integrada da distribuição física internacional. Planejamento em logística internacional. Estudo da estrutura logística em um projeto de exportação. Tendências da logística integrada no mundo globalizado. Tipos de cargas e navios. Formas de contratação de transporte marítimo. Tipos de containers e sua contratação. Prestadores de serviços logísticos. Transportes aéreos, tarifas, formas de contratação, cargas perigosas. Transportes rodoviários e ferroviários internacionais. Seguros de transporte internacional. Multimodalidade dos transportes internacionais e sua otimização na viabilização de negócios. Evolução da Logística no Brasil e no Mundo; O ambiente do comércio internacional; Introdução a Operações Globais; A importância da logística nas operações internacionais; Gerenciamento dos pedidos de exportação e estratégias de estoques; Estratégias associativas de intercâmbio no comércio internacional; Transporte internacional. Armazenamento na Zona Primária; Modal Marítimo; Modal Fluvial; Modal Rodoviário; Modal Ferroviário; Modal Aéreo; Agente logístico; Logística expressa; Organismos internacionais e acordos comerciais entre países. Sistemática de Importação e Exportação História e fundamentosdo comércio exterior brasileiro. MDIC. CAMEX. SECEX. SRF. BACEN. Portal Siscomex. BIRD. FMI. OMC. BLOCOS ECONÔMICOS. ALCMS. Procedimentos de Importação. Procedimentos de Exportação. Abertura dos Portos Brasileiros às Nações Amigas; Independência e Tratado de Comércio com a Inglaterra; Ciclo da borracha e crescimento da cultura cafeeira; Fim do Tratado Comercial com a Grã-Bretanha; Diversificação dos destinos de exportação; Aumento das exportações do café; Diversificação da carteira de produtos exportados; Crescimento da balança comercial brasileira; Acordo de reciprocidade comercial com os Estados Unidos; Apogeu do ciclo da borracha e Acordo de Taubaté; A Primeira Guerra Mundial e a crise do setor cafeeiro; Quebra no valor de matérias primas; Ascensão do algodão e aumento da indústria; Alta do café e rompimento com os países do Eixo; Fase democrática do nacional desenvolvimentismo; Conselho Nacional de Comércio Exterior; Fim do Milagre Econômico Brasileiro; A década perdida; Celebração do Tratado de Assunção e o Plano Real; Diversificação da pauta e recorde nas exportações. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC); Câmara de Comércio Exterior (CAMEX); Secretaria de Comércio Exterior (SECEX); Secretaria da Receita Federal (SRF); Banco Central do Brasil (BACEN); Portal Único de Comércio Exterior (Portal Siscomex). Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD); Fundo Monetário Internacional (FMI); Organização Mundial do Comércio (OMC); Blocos Econômicos; Áreas de Livre Comércio / Área de Livre Comércio de Macapá e Santana (ALCMS). Exportação: Aspectos Conceituais; Registro de Exportadores e Importadores (REI); Classificação de mercadorias; Documentação; Incoterms 2010; Modalidades de Pagamento; SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 16 Câmbio na Exportação; Tratamento Tributário; Financiamento; Fluxograma básico. Importação: Aspectos conceituais; Documentação; Câmbio na Importação; Tratamento Tributário; Regimes especiais; Seguros; Fluxograma básico. 8.3 – Bibliografia • AAKER, D. A. Administração estratégica de mercado. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. • AGUIAR, Silvio. Integração das ferramentas da qualidade ao PDCA e ao programa seis sigma. Nova Lima: • ALBERTIN, A. L. Comércio eletrônico: modelo, aspectos e contribuições de sua aplicação. 5ª. edição. São Paulo: Atlas, 2004. • ALBERTIN, A. L.; ALBERTIN, R. M. M. Tecnologia da informação e desempenho empresarial: as dimensões de seu uso e sua relação com os benefícios de negócios. 1ª. edição. São Paulo: Atlas, 2005. • ALBRECHT, K. Agregando valor a negociação. São Paulo: Makron Books, 2005. • ALMEIDA, R. Manual de planejamento estratégico. São Paulo: Atlas, 2003. • ASSAFNETO, A.Matemáticafinanceira esuasaplicações. 12.ed.,SãoPaul:Atlas, 2012. • BACHA, C. J. C. Macroeconomia Aplicada à Análise da Economia Brasileira. São Paulo: Edusp, 2004. • BALLOU, R. H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. • BARBOSA, M. 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CAPÍTULO 10 – Modelário de Certificados e Diplomas SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 22 Ao aluno concluinte dos Módulos I, II e III do curso será conferido o diploma de TÉCNICO EM COMÉRCIO EXTERIOR, satisfeitas as exigências relativas: • ao cumprimento do currículo previsto para a habilitação; • à apresentação do certificado de conclusão do Ensino Médio ou equivalente. O certificado e o diploma terão validade nacional, desde que o curso tenha Plano aprovado e cadastro no SISTEC/MEC. 23 24 25 26