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Moldagem funcional: Obtenção dos modelos de trabalho
Moldagem preliminar: modelo de estudo
Moldagem trabalho: modelo de trabalho, feito com moldeira individual. Copia que melhor se aproxma do rebordo do paciente.
· Limites estruturais da maxila
I. Freio labial anterior.
2. Sulco vestibulolabial anterior.
3. Freio lateral.
4. Processo zigomático da maxila.
5. Espaço retrozigomático.
16. Tuberosidade.
7. Sulco pterigomaxilar où hamular.
8. Linha vibratória ou linha do "ah".
· DELIMITAÇÃO DA ÁREA BASAL MAXILA
1. Freio do Lábio Superior
2. Fundo de Saco Labial
3. Limite de inserção da Fibromucosa Móvel
4. Bridas E/D
5. Fundo de Saco Bucal
6. Sulco Ptérigo Maxilar /Hamular / Corono Maxilar
7. Tuberosidades Maxilares
8. Fóveas Palatinas
9. Limite Palato DURO / MOLE
10. Processo Zigomático da Maxila
· DELIMITAÇÃO DA ÁREA BASAL
MANDÍBULA
1. Freio do Lábio Inferior
2. Freio Lingual
3. Fundo de Saco Labial
4. Bridas E/D
5. Fundo de Saco Bucal
6. Linha Oblíqua Externa
7. Chanfradura do Masséter
8. Papila Piriforme
9. Fossa Disto Lingual
10. Linha Milo Hioidea
· DELIMITAÇÃO DA AREA CHAPEÁVEL –BASAL E LIMITES DA MOLDEIRA INDIVIDUAL
· Área Chapeável : linha continua para ter tomografia do rebordo.
· Limite de Extensão da Moldeira Individual:
Linha pontilhada, dentro da área chapeavel, 2mm 	que é o limite de extensão da moldeira individual. 
· ALÍVIOS EM CÊRA
Feita com cera 7. Resiliente – macia 
Áreas que não podem ser comprimidas pela moldagem funcional pois deformar a fibromucosa resiliente, assim tem modelo de trabalho distorcido da condição real.
Maxila: rafe palatina, forame incisivo, rugosidades palatinas;
Mandíbula: forame mentual , papila piriforme, crista do rebordo.
Áreas Retentivas que podem dificultar a inserção e retirada das moldeiras individuais levando à fratura do modelo de estudo.
· CONFECCÇÃO DAS MOLDEIRAS INDIVIDUAIS
-Duas linhas: limites da área chapeavel e limite de extensão da moldeira individual.
-Faz alivio de área compressivas e retentivas
-Passa vasilina sobre todo moldelo, pegar duas placas de vidro, passa vasilina.
-Pega lamina de cera 7 dobra da ponta de expessura de 2mm, coloca em cada canto da placa. Pega resina acrílica, coloca no pote paladon e coloca liquido e po mistura e coloca na placa de vidro, pressiona as placas e forma u lençol de acrílico. 
-Fases do acrílico: arenosa, fibrilar, plástica (que usamos para manipular na mão)
-Posiciona o lençol já no modelo aliviado e delimitado. Com lecron recorta no limite da extensão da moldeira (linha pontilhada, com dedo passa com lençol de acrílico para melhorar a adaptação da moldeira
-Com resto que sobrou faz o cabo da moldeira biangulado de 75 graus. Assim tem a moldeira individual. Da o acabamento, cera tem que sair presa dentro da moldeira individual
· ETAPAS PARA REALIZAR A MOLDAGEM FUNCIONAL
• Preparo (recorte) dos modelos de estudo.
• Delimitação da área basal e extensão da moldeira individual.
• Confecção dos alívios das zonas compressivas e das áreas retentivas.
• Modelagem da RAAQ e confecção da moldeira individual.
• Prova e ajuste da moldeira individual.
• Selamento (vedamento) periférico com godiva de baixa fusão.
• Moldagem FUNCIONAL
Moldagem: Final, funcional ou de trabalho Moldagem Funcional
Definição: tem o objetivo de reproduzir em negativo (molde) as estruturas anatômicas e, ao que ao verter gesso sobre este, teremos um modelo (positivo) adequado para confeccionar as dentaduras completas.
É toda moldagem obtida através de uma ação dinâmica das estruturas relacionadas com a prótese.
· Objetivos
1. Determinar a área de assentamento da prótese, e aárea periférica à mesma 
2. Obter detalhes anatômicos da área chapeável
3. Comprimir as zonas de compressão
4. Aliviar zonas consideradas de alívio
· Finalidades:
1. Obter a retenção da prótese
2. Obter a uniformidade no assentamento da base da prótese
3. Fornecer conforto ao paciente
· Ajuste da moldeira superior
Freios, bridas e extensão da borda
Ajuste posterior: 2mm linha do ah
· Moldeira ajustada
· Não deve apresentar dificuldade na colocação e remoção da boca
· Não deve causar dor durante a sua colocação
· Uma vez adaptada à boca, não interferir nos movimentos do lábio e das bochechas
· Moldagem do selado periférico GODIVA DE BAIXA FUSÃO
GODIVA (compound wax)
 Conceito: material de moldagem termoplástico e anelástico.
Classificação:
· Tipo I (para moldagem):
· baixa fusão
· alta fusão
Godiva de baixa fusão - manipulação
· Sobre a Chama (acima de 40°C)
· Hidrocarboneto de diferentes pesos moleculares (cuidado com a volatilização)
· ©Plastificar homogeneamente alternar a área do bastão que está voltada para o calor
· Aquecer por período de tempo- Baixa condutividade térmica
· Após moldagem - remover quando totalmente rígida
A moldagem do selado periférico com godiva (material de baixa densidade) se deve ao fato região não possuir tecido ósseo subjacente evitando a compressão e deformação da góvel.
Plastificação e Moldagem funcional
Coloca a godiva na borda a moldeira, coloca um lado leva na boca, depois o outro lado
Inserção e tracionamento
· Músculo bucinado e orbicular
· SELAMENTO PERIFÉRICO MAXILAR
Maxila:
1. Espaco coronomaxilar
2. Fundo do vestibulo bucal
3. Fundo do vestíbulo labial
4. Freio Labial
5. Término posterior
Exame e recorte do molde
· Moldagem corretiva com pasta de oxido de zinco e eugenol
PASTA ZINCOENÓLICA: anelastico irreversível
Materiais
	
	Anelástico
	Elástico 
	Irreversíveis
	-Gesso
-Pasta de zinco e eugenol 
	-alginato 
-elastomeros poliésteres
	Reversíveis
	-godiva
	Hidrocoloides reversíveis 
Alginatto: elástico irreversível 
Godiva: anelastico reversível 
· Indicações:
· Agente de cimentação;
· Cimento cirúrgico;
· Restaurações provisórias;
· Cimento para obturação de canais radiculares
· Registro de mordida;
· Reembasamento temporário de dentaduras;
· Moldagem funcional em desdentados.
· Tempo de preza
Relação tipo l quantidade de acelerador usado
A moldagem deve ser realizada antes da presa inicial
Base vermelha, branca catalisador
Presa 3 a 6 min começo, final pasta tipo i 10 min pasta tipo ii 15min
· Controle do tempo
· A adição de água: aumenta
· Resfriamento da espátula e do material:aumenta
· Tempo de manipulação: aumenta
· Temperatura e umidade: aumenta
Pode sofrer pelo menos 0,1% de contração
· Preparo e manipulação do material
Espatulação Contínua por Imin. sobre uma placa envolvida por papel impermeável ou bloco de papel plastificado.
Tracionamento da musculatura
Observação: não deve ter bolhas
· Encaixotamento: com cera tipo 7 e vazar com gesso 
· Selado palatino posterior
· Finalidade do selado palatino posterior
· Fornecer retenção à prótese total
· Compensar a contração de polimerização das resinas acrílicas
· Prevenir o deslocamento da prótese frente à forças laterais e horizontais
· Reduzir a sensação de náusea do paciente
· Prevenir acúmulo de alimentos no interior da prôtese
· VPromover íntimo contato com o tecido durante a fala e deglutição
· Reduzir desconforto entre borda posterior da base e dorso da língua
· Travamento posterior 
POST DAMMING, passa cera no fundo 
· Desinfecção do molde
1. Glutaraldeído 2%
2. Hipoclorito de Sódio 1%
3. Clorexidina 2%
4. Aspersão ou imersão durante
5. 10 minutos;
6. Lavar bem o molde após a
7. desinfecção.
· Encaixotamento do molde
Objetivos
· Preservar a forma e espessura do bordo obtido no molde
· Obter um modelo que não necessite muito de recorte
· Confinar gesso durante a vibração - menos bolhas
· Conseguir adequada espessura do modelo com mais facilidade
-Rolete de cera utilidade na lateral, lamina de cera 7 em cima, vaza o gesso tipo 3 com vibração. Remove a cera
-Separação molde- modelo
-Hidrata por 5 min, modelo de trabalho pronto.
Limites estruturais da 
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