Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

CADERNO TÉCNICO 
DE OBRAS 
SHOPPING DA ILHA 
2022 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 2 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
SUMÁRIO 
1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ...................................................................................... 5 
2. ROTEIROS DE DISPOSIÇÕES GERAIS E PRAZOS ........................................................... 6 
3. OBRIGAÇÕES DO SHOPPING ....................................................................................... 7 
3.1. CONDIÇÕES DE ENTREGA DAS LOJAS ................................................................. 7 
3.1.1. SHELL ........................................................................................................... 7 
3.1.1. INSTALAÇÕES .............................................................................................. 8 
4. OBRIGAÇÕES DO LOJISTA ............................................................................................ 9 
5. ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ..................................................................................... 9 
5.1. PROJETISTAS........................................................................................................ 9 
5.1.1. ENTREGA DOS PROJETOS .......................................................................... 10 
5.2. PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS ................................................. 11 
5.3. ANÁLISE E LIBERAÇÃO DOS PROJETOS .............................................................. 11 
5.4. MULTA DE REANÁLISE ....................................................................................... 12 
6. EXECUÇÃO DE OBRAS ............................................................................................... 12 
6.1. CONDIÇÕES GERAIS .......................................................................................... 12 
6.2. CONDIÇÕES PARA INÍCIO E EXECUÇÃO DAS OBRAS ......................................... 13 
6.3. RESPONSABILIDADES ........................................................................................ 14 
6.4. FISCALIZAÇÃO ................................................................................................... 15 
6.5. DISPOSIÇÕES BÁSICAS PARA EXECUÇÃO DA OBRA .......................................... 16 
6.6. TESTES ............................................................................................................... 16 
6.7. CANTEIRO DE OBRAS ........................................................................................ 17 
6.8. FORNECIMENTO DE ÁGUA E ENERGIA .............................................................. 18 
6.9. TAPUME ............................................................................................................ 19 
6.10. ACESSO DE PESSOAL, MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ................................... 20 
6.10.1. PESSOAL .................................................................................................... 20 
6.10.2. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS .................................................................. 20 
6.11. HORÁRIO DE TRABALHO ............................................................................... 21 
6.12. SEGURANÇA DO TRABALHO .......................................................................... 22 
6.13. LIBERAÇÃO DA LOJA PARA INAUGURAÇÃO .................................................. 23 
6.14. CONSIDERAÇÕES ........................................................................................... 24 
7. PROJETO DE ARQUITETURA ...................................................................................... 24 
7.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS .................................................................................. 24 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 3 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
7.2. PAREDES ............................................................................................................ 25 
7.3. PISO ................................................................................................................... 26 
7.4. FORRO ............................................................................................................... 27 
7.5. FACHADA ........................................................................................................... 28 
7.6. LETREIRO ........................................................................................................... 29 
7.7. MEZANINO ........................................................................................................ 30 
7.8. ESPAÇO AÉREO .................................................................................................. 31 
7.9. ATENDIMENTO A PORTADORES DE DEFICIÊNCIA ............................................. 32 
8. PROJETO ESTRUTURAL .............................................................................................. 32 
9. PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ...................................................................... 33 
9.1. CONDIÇÕES DE RECEBIMENTO DA LOJA ........................................................... 34 
9.1.1. Âncoras ..................................................................................................... 34 
9.1.2. Satélites e alimentação ............................................................................. 34 
9.2. CONDIÇÕES DO PROJETO .................................................................................. 35 
9.2.1. Iluminação ................................................................................................. 37 
9.3. PROJETO TELEFÔNICO ....................................................................................... 38 
10. PROJETOS ESPECIAIS ............................................................................................. 38 
10.1. ANTENA DE SOM / TV ................................................................................... 38 
10.2. AUTOMAÇÃO E SUPERVISÃO PREDIAL (ASP) ................................................ 38 
10.3. BOTÃO ANTIPÂNICO ..................................................................................... 39 
11. PROJETO HIDRÁULICO........................................................................................... 39 
11.1. PROJETO SANITÁRIO ..................................................................................... 39 
12. PROJETO DE GÁS ................................................................................................... 40 
13. DETECTOR DE VAZAMENTO DE GÁS ..................................................................... 43 
14. PROJETO DE COMBATE E PREVENÇÃO À INCÊNDIO ............................................. 45 
14.1. INSTALAÇÕES DE SPRINKLERS ....................................................................... 45 
14.2. EXTINTORES .................................................................................................. 47 
14.3. HIDRANTES .................................................................................................... 48 
14.4. DETECÇÃO E ALARME ................................................................................... 48 
15. PROJETO DE AR CONDICIONADO .......................................................................... 49 
15.1. Condições de Projeto .................................................................................... 50 
15.2. Considerações Adicionais .............................................................................. 50 
15.3. SISTEMA DE AR CONDICIONADO .................................................................. 50 
15.3.1. Características Gerais ................................................................................ 50 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 4 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
15.3.2. Componentes Básicos do Sistema ............................................................51 
15.3.3. Portaria 3523/98 do MINISTÉRIO DA SAÚDE: ........................................... 53 
15.3.4 Ar exterior: ................................................................................................ 53 
16. PROJETO DE EXAUSTÃO E VENTILAÇÃO MECÂNICA ............................................. 54 
16.1. DUTOS DE EXAUSTÃO DE COIFAS ................................................................. 57 
16.3.3 SISTEMA DE EXAUSTÃO DE SANITÁRIOS E DEPÓSITOS: ............................... 60 
 
 
ANEXOS: 
01- Termo de Recebimento de loja ..................................................................................66 
02- Cronograma padrão....................................................................................................67 
03- Esquema Básico do Tapume.......................................................................................67 
04- Modelo de Porta da Galeria........................................................................................67 
13- Esquema Controle da Automação de Ar Condicionado..............................................68 
14- Desenho Esquemático de Ligação/ Instalações do Fancoil...........................69, 70 e 71 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 5 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 
Este CADERNO TÉCNICO foi elaborado com o objetivo de padronizar o 
relacionamento entre o LOJISTA e/ou seus prepostos legalmente habilitados, e o 
SHOPPING DA ILHA. 
As disposições apresentadas a seguir são exigências básicas para a elaboração dos 
projetos e execução das obras da loja e visam orientar, esclarecer e dar subsídios para a 
instalação da sua loja, garantindo a qualidade, a segurança, a ordem (durante e após a 
obra), eficiência e prazos, requisitos primordiais para o SHOPPING DA ILHA. 
A aprovação dos projetos pelo SHOPPING, não constitui responsabilidade em relação 
à solidez, eficiência ou bom funcionamento das instalações, e não exclui a necessidade 
de atendimento às exigências municipais, estaduais, federais e das Concessionárias de 
Serviços Públicos. O LOJISTA será responsável pela execução dos projetos e as 
aprovações que se fizerem necessárias perante aos órgãos competentes, e pelas obras 
que executar ou que forem executadas por qualquer um de seus fornecedores ou 
prepostos. 
O LOJISTA, ao aceitar o contrato com o SHOPPING, obriga-se a cumprir integralmente 
estas instruções, permitindo ampla e total fiscalização quanto ao cumprimento destas, 
sendo de sua total responsabilidade a não observância do conteúdo estabelecido neste 
CADERNO TÉCNICO. 
Este documento pode ser alterado ou complementado a qualquer momento, e 
reenviado aos interessados para formalização da atualização. 
 
Importante: 
• A loja que não estiver com a fachada completa e todas as infras em perfeito 
funcionamento, em até 04 dias antes da data prevista de inauguração, não está 
autorizada a inaugurar. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 6 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
2. ROTEIROS DE DISPOSIÇÕES GERAIS E PRAZOS 
As etapas a serem procedidas desde o desenvolvimento dos trabalhos até a 
conclusão da obra devem ser: 
a. Recebimento do documento: 
 Manual Técnico 
 Planta específica 
b. Envio dos Projetos Básicos da SUC para aprovação do SHOPPING DA ILHA em 
DWG via e-mail: 
 Projeto de arquitetura, memorial 
 Projeto de estrutura, memorial 
Até 30 dias antes do início das obras 
 
O prazo de análise dos projetos, pelo SHOPPING será de até de 7 dias, a contar a 
partir do recebimento completo dos projetos básicos. 
c. Envio dos Projetos Executivos da SUC para aprovação do SHOPPING DA ILHA em 
DWG via e-mail: 
 Projeto de arquitetura, memorial e RRT 
 Projeto de estrutura, memorial e ART 
 Projeto de instalações elétricas, memorial e ART 
 Projeto de instalações de telecomunicações, memorial e ART 
 Projeto de instalações hidráulicas/ sanitárias, memorial e ART 
 Projeto de instalações Gás GLP, memorial e ART, Projeto de combate a incêndio, 
memorial e ART 
 Projeto de ar condicionado e exaustão, memorial e ART 
Até 30 dias antes do início das obras 
O prazo de análise do SHOPPING será de até de 7 dias, a contar a partir do 
recebimento dos projetos executivos. 
d. Após liberação pelo SHOPPING, o LOJISTA deverá emitir 01 via completa dos 
projetos e 01 via da ART/RRT (liberados), e dispor na obra. que deverão ser 
entregues na administração do SHOPPING DA ILHA: 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 7 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
e. Início das obras: 
Após entrega e aprovação de todos os projetos, ART’s, Seguro de Obra e Cronograma de 
Obras. 
 
f. Solicitação ao SHOPPING de agendamento dos testes de instalações prediais: 
Até 10 dias antes da inauguração 
Os Testes devem ser realizados antes do fechamento do forro com 
acompanhamento do SHOPPING. 
 
g. Deverão estar concluídos os trabalhos que envolvam massa de cimento, pisos, 
alvenaria e mezanino; 
Até 05 dias antes da inauguração. 
h. Solicitação ao SHOPPING de agendamento de vistoria final de obra: 
Até 10 dias antes da inauguração 
i. Deverão estar concluídas as obras de decoração e arremates da LOJA 
Até 02 dias antes da inauguração 
 
No caso de não cumprimento do check list, a loja não está liberada a inaugurar 
3. OBRIGAÇÕES DO SHOPPING 
3.1. CONDIÇÕES DE ENTREGA DAS LOJAS 
3.1.1. SHELL 
Piso: Com rebaixamento de 5 a 15 cm em relação ao piso acabado do MALL. 
Paredes: Paredes divisórias entre LOJAS em placas de gesso cartonado, tipo “Gypsum”, 
conforme indicado no projeto. Perfis de 70 mm colocados alternadamente a cada 30cm; 
Teto: Em concreto estrutural pré moldado (área SHOPPING) sem acabamento e em 
concreto laje protendida (área torre comercial), sem acabamento. 
Obs.: Ocasionalmente poderá haver dutos ou tubulações do SHOPPING junto a paredes 
ou teto das LOJAS, sendo que nestes casos em hipótese alguma poderão ser removidos 
ou relocados e, se necessário, deverão ser previstas aberturas no forro/ divisórias da loja 
para acesso a tais dutos e/ou tubulações. É expressamente proibido realizar qualquer 
tipo de furação na laje sem anuência e fiscalização da equipe do SHOPPING. 
 
Fachada: A fachada deve ser executada pelo LOJISTA, no vazio delimitado pelos perfis 
verticais divisores de LOJAS, a cantoneira de piso definidora do limite da loja e a verga 
metálica (rodapiso e rodateto). 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 8 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Obs.: É expressamente proibido realizar qualquer tipo de furação ou fixação nos perfis e 
cantoneiras, para qualquer tipo de estrutura. 
 
3.1.1. INSTALAÇÕES 
Elétrica: Um ponto de força em 380V trifásico, sendo 3 fases + neutro + terra, instalado 
na loja, em local indicado na Planta específica da loja. 
Telefone: Uma caixa de distribuição com 03cabos UTP CAT 5e para LOJAS satélites/ 
mega LOJAS e alimentação, 06 cabos UTP CAT 5e para LOJAS âncoras, a serem instaladas 
no limite da área locada. A aquisição das linhas telefônicas será de responsabilidade do 
LOJISTA, que será proprietário e titular das referidas linhas. 
Hidráulica, quando aplicável: As LOJAS terão um ponto de água fria, no local indicado 
na Planta Específica da loja. 
Esgoto, quando aplicável: As LOJAS terão um ponto de esgoto no local indicado na 
Planta específica. 
Gás, quando aplicável: As LOJAS terão um ponto de gás, no local indicado na Planta 
Específica da loja. 
Prevenção e combate a incêndio: Um ponto de entrega para o sistema de sprinkler no 
local indicado na Planta Específica da loja, do qual derivará a distribuição do LOJISTA; 
Um ponto de interligação ao sistema de detecção e alarme de incêndio, no local 
indicado na Planta Específica da loja; 
Hidrante, quando aplicável:no local indicado na Planta Específica da loja. 
Ar condicionado/ ventilação mecânica: O SHOPPING dispõe de infraestrutura básica 
para possibilitar o atendimento e/ou permitir o desenvolvimento dos sistemas que 
serão instalados na loja – água gelada para FANCOIL, exceto para as LOJAS âncoras que 
possuirão sistema próprio de ar condicionado. 
O dreno do Ar Condicionado deverá ser interligado ao ponto de esgoto – com sifão. 
Obs.: Deste modo, as seguintes facilidades encontram-se disponíveis: 
Um ponto de alimentação de ar exterior. 
Um ponto de alimentação e retorno de água gelada. 
Um ponto para descarga de ar dos sistemas de exaustão mecânica, previamente 
aprovado. 
Caso a loja necessite de um ponto de água na casa de máquinas, a instalação da infra é 
de responsabilidade do lojista. 
 
Notas: 
 
A infraestrutura do sistema de controle a ser instalada no interior da loja (eletrodutos, 
fiação, etc.) ficará a cargo do LOJISTA. 
Todo o fornecimento e instalação dos sistemas que atendem a loja (ar exterior, 
tubulação para água gelada, fancoil, etc.), a partir dos pontos de espera deixados pelo 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 9 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
SHOPPING (conforme descrição dos sistemas e itens específicos), ficarão a cargo do 
LOJISTA. 
 
4. OBRIGAÇÕES DO LOJISTA 
Cumprir as normas de elaboração/ apresentação de projetos e execução de obras 
exigidas pela Prefeitura do Município de São Luís, Concessionárias Locais e pelo 
SHOPPING DA ILHA, constantes neste CADERNO TÉCNICO, parte integrante do contrato 
de locação. 
Projetar e executar toda a decoração, bem como todas as instalações referentes ao 
LOJISTA, dentro dos limites fixados pelas paredes limítrofes (fundo e lateral), do 
rodateto na fachada (perfil metálico), perfil divisor de LOJAS e perfil que delimita o piso 
da loja e o “MALL”. 
Garantir o acesso aos dispositivos de inspeção/ desobstrução de canalização das 
instalações do SHOPPING, se existentes, dentro da loja. 
Executar proteção mecânica nos dutos e tubulações do SHOPPING, que possam 
passar pela loja. 
Conferir no local todas as medidas fornecidas nas plantas, cortes e fachadas, antes 
da elaboração dos projetos executivos. 
Havendo necessidade de aumento dos pontos fornecidos pelo SHOPPING, o 
LOJISTA deverá encaminhar via email para a área de Qualidade e Comercial, com 
memória de cálculo, a justificativa da solicitação para avaliação do SHOPPING, assim 
que assinar o contrato. No caso de possibilidade técnica de atendimento, todos os 
custos, inclusive de revisão dos projetos do SHOPPING, serão de responsabilidade do 
LOJISTA. 
Providenciar os EPI’S (Equipamentos de Proteção Individual) e EPC’S (Equipamentos 
de Proteção Coletivas) à todos os funcionários e pessoal que realizar visitas ou trabalhos 
em sua loja durante o período de obras. 
5. ELABORAÇÃO DOS PROJETOS 
5.1. PROJETISTAS 
Os profissionais a serem contratados deverão ser tecnicamente capazes e idôneos, 
especializados em projetos de instalações comerciais e estarem legalmente habilitados 
no CAU (Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo) e/ou no CREA (Conselho 
Regional de Engenharia e Agronomia) de acordo com as normas ABNT, Posturas 
Municipais, normas das concessionárias e conforme as recomendações desta norma. 
O LOJISTA e os seus contratados poderão definir com toda a liberdade criativa o 
partido Arquitetônico, layout da LOJA e seleção de materiais de acabamento, uma vez 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 10 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
respeitado este CADERNO TÉCNICO, termos contratuais e legislação em vigor (Órgãos 
Públicos), às normas da ABNT e concessionarias de serviços públicos. 
 
Os LOJISTAS deverão apresentar os seguintes projetos: 
• ARQUITETURA; 
• ESTRUTURA (Mezanino, Mezanino Técnico e etc.); 
• INSTALAÇÃO ELÉTRICA; 
• INSTALAÇÕES TELEFÔNICA; 
• INSTALAÇÃO HIDROSANITÁRIA (esses, quando houver) 
• INSTALAÇÃO DE GÁS (esses, quando houver) 
• COMBATE e PREVENÇÃO à INCÊNDIO; 
• AR CONDICIONADO; 
• EXAUSTÃO / INSUFLAMENTO MECÂNICO (esses, quando houver); 
• SISTEMA FIXO DE CO2 PARA EXTINÇÃO DE INCÊNDIO NOS SISTEMAS DE 
EXAUSTÃO DE COIFAS COM GERAÇÃO DE GORDURA; 
• INSTALAÇÕES ESPECIAIS PARA SUPERVISÃO DA CLIMATIZAÇÃO; 
• INSTALAÇÕES ESPECIAIS COMPLEMENTARES (Som, Antena TV e outros, quando 
houver). 
 
Para que os projetos técnicos possam ser elaborados, o SHOPPING fornecerá ao 
LOJISTA as características técnicas de sua loja como: Planta específica e Caderno 
Técnico. 
As indicações da Planta Específica são orientativas, podendo variar de acordo com 
os projetos executivos em andamento e com as normas municipais, prevalecendo o 
executado na obra. 
Todas as medidas e interferências deverão ser verificadas no local. 
É obrigatória, por parte do LOJISTA e de seus profissionais contratados, a 
conferência “In loco” das indicações da Planta Específica de sua loja, para completa 
aferição das medidas e dos pontos de entrega, e outras interferências que porventura 
atravessem o espaço aéreo da loja. 
A utilização de mezaninos será determinada pelo próprio LOJISTA, no âmbito das 
normas municipais, de suas necessidades e das limitações de utilização do espaço 
interno da loja (exemplo: passagem de instalações do SHOPPING). Devendo ser 
apresentado projeto específico para avaliação técnica (análise) do SHOPPING. 
5.1.1. ENTREGA DOS PROJETOS 
Os desenhos dos projetos deverão ser apresentados em DWG e PDF através de e-
mail para área de Qualidade. Todos os desenhos deverão ser apresentados dobrados no 
formato A4, identificados pelo número do SUC e respectivo pavimento, e pelo nome 
fantasia do ocupante. 
Os projetos e documentos deverão enviados à área de Qualidade, acompanhados da 
das ART’s/ RRT’s e CREA/ CAU dos responsáveis técnicos pelos projetos. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 11 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
A “Liberação” dos projetos não significa que o SHOPPING assume qualquer 
responsabilidade por sua elaboração e exatidão, a qual caberá aos projetistas 
contratados pelo LOJISTA. 
Todos os projetos deverão estar acompanhados de memorial descritivo, com as 
especificações detalhadas dos materiais utilizados, memória de cálculo, quadros de 
carga e demanda e detalhes executivos específicos que se fizerem necessários. 
O SHOPPING solicitará a revisão do projeto caso venha a ser verificada situação 
em desacordo com as disposições mencionadas acima, ou ainda, solicitar os detalhes 
complementares que julgar necessário. 
A fachada da loja será motivo de especial atenção, e deverá ser analisada 
individualmente e em relação ao conjunto por parte do SHOPPING. 
5.2. PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS 
O prazo final para entrega do projeto arquitetônico será de 10 (DEZ) DIAS 
CORRIDOS a partir do recebimento deste CADERNO TÉCNICO. Para os projetos 
complementares, o prazo é de 20 (VINTE) DIAS CORRIDOS a partir do recebimento 
deste CADERNO TÉCNICO. 
O SHOPPING terá 7 (SETE) DIAS CORRIDOS para a análise dos projetos básicos e 
dos projetos executivos, podendo ainda solicitar informações ou detalhes 
complementares que julgar necessário. 
Caso haja exigência de informações ou detalhe(s) complementar(es), ou ainda 
necessidade de retificações dos já apresentados, o LOJISTA TERÁ 07 (SETE) DIAS 
CORRIDOS de prazo para cumpri-la. Recomendamos a antecipação da entrega do 
projeto de arquitetura, já que ele é básico para o desenvolvimento dos demais projetos. 
Desta forma, os projetos complementares serão executados a partir do projeto de 
arquitetura aprovado já liberado pelo SHOPPING. 
A entrega dos projetos só será considerada completa quando os mesmos forem 
entregues em sua totalidade. 
5.3. ANÁLISE E LIBERAÇÃO DOS PROJETOS 
Os projetos serão analisados, tendo por princípio as regras e instruções 
estabelecidas neste CADERNO TÉCNICO,observando aspectos técnicos de segurança, 
funcionalidade e harmonia como os padrões dos projetos do SHOPPING. 
Toda e qualquer alteração no projeto de arquitetura liberado, implicará em 
reapresentação do projeto modificado ao SHOPPING, para nova análise. 
Consequentemente, os projetos complementares que já tenham sido entregues, 
deverão ser compatibilizados com o projeto alterado e também reapresentados para 
nova análise. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 12 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Os projetos revisados deverão ter suas revisões discriminadas e numerados nos 
campos apropriados nas pranchas. Ex: R00, R01, R02, etc. 
O projeto que receber o status “APROVADO” não necessitará de reapresentação, 
mas deve cumprir na execução das obras, todas as observações feitas no nível de 
exigência. 
O projeto com status “APROVADO COM RESSALVAS” e/ou “NÃO APROVADO” 
deverá atender integralmente às observações feitas, revisadas e reapresentado, no 
prazo máximo de 7 (SETE) DIAS CORRIDOS após o recebimento dos comentários. 
Os projetos não liberados pelo SHOPPING serão devolvidos e considerados não 
entregues para efeito do cumprimento dos prazos. 
5.4. MULTA DE REANÁLISE 
Serão cobradas taxas para as reapresentações de projetos, a partir da terceira 
análise. Sendo os custos conforme descriminados abaixo: 
LOJAS satélites/ alimentação: 
Arquitetura: R$150,00 
Estrutural: R$400,00 
Outros complementares: R$350,00 
 
LOJAS mega-LOJAS/ âncoras: 
Arquitetura: R$325,00 
Estrutural: R$1.500,00 
Outros complementares: R$350,00 
 
A cobrança será feita até 15 dias após o recebimento do projeto – para a realização 
da 3ª análise. Será enviado boleto de cobrança diretamente ao LOJISTA. 
Valores não serão negociados. 
6. EXECUÇÃO DE OBRAS 
6.1. CONDIÇÕES GERAIS 
É muito importante que o LOJISTA tenha todos os serviços contratados sob a 
coordenação de um único profissional, que será o interlocutor e preposto do LOJISTA 
junto ao SHOPPING, indicando-o antes do início das obras. 
As obras deverão ser executadas de acordo com os projetos e especificações 
apresentados ao SHOPPING. Os projetos aprovados deverão estar impressos e expostos 
na obra. Sempre que houver revisão, os mesmos deverão ser atualizados. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 13 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
A partir do momento em que as LOJAS estiverem à disposição do LOJISTA para 
início de suas obras de instalação e decoração, as despesas que essas mesmas obras 
vierem a acarretar, ainda que por estimativa, notadamente no que concerne ao 
consumo de água, energia, retirada de entulho, segurança e administração, serão 
reembolsadas ao SHOPPING pelo LOJISTA. 
Caberá ao LOJISTA realizar as providências necessárias para a obtenção dos Alvarás. 
As LOJAS de Alimentação, Farmácias, Pet Shop e Supermercados deverão providenciar a 
aprovação dos projetos junto à Fiscalização Sanitária. 
A liberação dos projetos não exime o LOJISTA de aprovar os projetos nos Órgãos 
Públicos e Concessionárias caso venha a ser necessário. Correndo estas aprovações às 
suas expensas e sob a sua exclusiva responsabilidade. 
A área de Operações do SHOPPING agendará a reunião inicial obrigatória, com o 
LOJISTA e demais envolvidos no processo para entrega de projetos e início da obra 
(reunião de Boas Vindas). 
6.2. CONDIÇÕES PARA INÍCIO E EXECUÇÃO DAS 
OBRAS 
O LOJISTA deverá ter apresentado as APÓLICES DE SEGURO, cobertura básica 
(danos de qualquer origem causados à obra segurada), com cobertura para 
“Responsabilidade Civil Geral/Cruzada” (danos materiais/físicos, causados a terceiros e 
empreiteiros em decorrência da obra, incluindo o próprio SHOPPING e outros Locatários 
e usuários), e com cobertura a “Lucros Cessantes de Terceiros” (perdas emergentes, ou 
seja, prejuízos financeiros que a obra segurada causar a terceiros, incluindo o próprio 
SHOPPING e outros Locatários e usuários). 
• Valores Mínimos: 
1. Cobertura Básica – Obras Civis, Instalações e Montagem: com limite de 
indenização correspondente a 100% do valor da mão de obra (mão-de-obra + 
material). 
2. Responsabilidade Civil Geral / Cruzada: com limite de indenização de R$ 
1.000.000,00. 
3. Lucros Cessantes de Terceiros: com limite de indenização de R$ 250.000,00 
(Sublimite da cobertura de responsabilidade civil). 
4. Propriedades Circunvizinhas: com limite de indenização de R$ 200.000,00. 
Para início da obra, todos os projetos (arquitetura e complementares) deverão 
estar aprovados. 
O LOJISTA deverá ter apresentado as Anotações de Responsabilidade Técnica – 
ART’s e RRT’s (devidamente quitadas) junto ao CREA e CAU de execuções de todos os 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 14 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
projetos e obras. O endereço das documentações deverá constar a SUC da loja de 
acordo com o informado no contrato de locação. 
6.3. RESPONSABILIDADES 
Cada LOJISTA é o único responsável, junto ao SHOPPING, pela execução das obras e 
instalações de sua loja. 
Todas as obras concernentes à implantação das LOJAS, tais como: decoração, 
fachada, elementos de vedação, instalações elétricas, hidrossanitárias, sprinkler, ar 
condicionado e quaisquer outras, úteis ou necessárias ao seu funcionamento, serão 
executados sob inteira responsabilidade do LOJISTA, tudo em conformidade com os 
projetos específicos, previamente liberados para execução pelo SHOPPING e aprovados 
nos órgãos competentes. 
O LOJISTA é responsável pelas despesas relativas ao período das obras, bem como 
por quaisquer fornecimentos e/ou serviços feitos pelo SHOPPING, previstos ou não 
neste CADERNO TÉCNICO. 
O LOJISTA é responsável por quaisquer danos causados por seus empregados, 
contratados e empreiteiros ao SHOPPING e/ou a terceiros, bem como por qualquer 
transgressão a determinações legais, assumindo integral responsabilidade por eventuais 
infrações. 
O LOJISTA obriga-se a reembolsar o SHOPPING por qualquer dano causado às 
partes comuns e a terceiros. 
Caberá ao LOJISTA à obtenção do “Alvará de Localização” de sua loja, bem como 
anterior aprovação do projeto na prefeitura, quando necessário, e o “Alvará de 
Funcionamento” individual da loja. 
O LOJISTA é responsável pela identificação e todos os funcionários de sua obra. Os 
mesmos deverão possuir crachás de identificação individual. 
O LOJISTA é responsável por seus prepostos e empregados, devendo retirar 
qualquer indivíduo considerado inconveniente pelo SHOPPING, no prazo máximo de 24 
horas após receber a notificação por escrito ou email, sob pena de ser proibida a 
entrada dos demais funcionários à referida loja. 
Todos os materiais aplicados na instalação das LOJAS deverão estar absolutamente 
de acordo com as especificações aprovadas pelo SHOPPING. Qualquer material rejeitado 
por parte do SHOPPING deverá ser retirado do canteiro em até 24 horas após o 
recebimento da notificação por escrito ou email, sob pena de embargo da respectiva 
obra. 
O SHOPPING não permitirá a entrada de quaisquer materiais enviados para as obras 
dos LOJISTAS com notas em nome do SHOPPING. O LOJISTA será o único responsável 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 15 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
por qualquer irregularidade que porventura venha a ocorrer na emissão de notas fiscais 
que acompanharem os materiais destinados a obra da loja. 
Providenciar os EPI’S (Equipamentos de Proteção Individual) e EPC’S (Equipamentos 
de Proteção Coletivas) à todos os funcionários e pessoal que realizar visitas ou trabalhos 
em sua loja durante o período de obras. Não serão permitidos funcionários trajando 
roupas inadequadas ou chinelas. 
6.4. FISCALIZAÇÃO 
O SHOPPING manterá uma equipe de profissionais técnicos para fiscalizar a 
execução das obras das LOJAS. Estes cuidarão da fidelidade dos projetosliberados para 
execução, pelos LOJISTAS, seus empregados, contratados, empreiteiros e 
subempreiteiros, objetivando preservar os resultados pretendidos pelo SHOPPING 
quanto à qualidade e segurança do prédio, bem como garantir a sua inauguração e o 
início de atividades comerciais dentro dos prazos previstos – o SHOPPING não é 
GERENCIADOR da obra das LOJAS. Esta responsabilidade caberá aos LOJISTAS e 
responsáveis contratados por estes. 
O SHOPPING terá acesso livre a qualquer loja em obra, a qualquer tempo, para 
verificar o andamento e a qualidade dos serviços, a fiel execução dos projetos e a 
qualidade dos materiais empregados. A senha do cadeado do tapume deverá ser 
repassada ao SHOPPING sempre que houver alterações. 
O SHOPPING poderá suspender qualquer trabalho no qual se evidencie risco de 
acidentes, não cumprimento dos projetos liberados para execução, barulhos e/ou odor 
durante o funcionamento do SHOPPUNG, não atendimento às posturas municipais, ou 
especificações em desacordo com as normas e instruções deste CADERNO TÉCNICO. 
Nestes casos as obras serão paralisadas, até a normalização dos itens acima descritos. 
A fiscalização do SHOPPING não exclui a responsabilidade do LOJISTA pelo uso de 
materiais ou técnicos inadequados na execução de suas obras, não implicando em 
qualquer responsabilidade do SHOPPING quanto à qualidade dos serviços e obras. 
A falta de objeção, por parte do SHOPPING a qualquer alteração feita, não significa 
aprovação desta, podendo ser exigida sua retificação a qualquer tempo, mesmo após a 
inauguração da loja. 
É facultado ao SHOPPING exigir a substituição de prepostos, empreiteiro ou 
empregado do LOJISTA, que considerar tecnicamente inadequado ou incompatível com 
as normas estabelecidas neste CADERNO TÉCNICO, sem que esta substituição implique 
em qualquer responsabilidade do SHOPPING no que diz respeito ao custo e o prazo de 
execução das obras da loja. 
A suspensão dos trabalhos não exime o LOJISTA das obrigações e penalidades, 
previstas em contrato, referentes a prazos e multas. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 16 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
6.5. DISPOSIÇÕES BÁSICAS PARA EXECUÇÃO DA OBRA 
Recomendamos que o “Responsável Técnico pela Execução das Obras” tome 
conhecimento pleno deste CADERNO TÉCNICO, mantendo-o como permanente guia de 
consulta e orientação, e devendo este está exposto na obra para consultas. 
Todas as argamassas utilizadas deverão ser do tipo pré-fabricado tipo qualimassa ou 
similar. 
Será admitido o uso de braçadeiras e buchas de nylon S8 para fixação de eletrodutos, 
caixas de passagem, tubos de hidráulica e outros elementos das instalações prediais. 
Não será permitido o uso de eletroduto flexível corrugado PVC. 
Nas LOJAS da Praça de Alimentação e/ou que disponham de fornecimento de água e 
esgoto, a área sob piso elevado a ser executado, deverá ser impermeabilizada com 
manta asfáltica 4 (quatro) mm em toda a extensão do piso, devendo inclusive cobrir as 
paredes até uma altura de 50cm do piso acabado. 
6.6. TESTES 
O LOJISTA deverá testar suas instalações: água fria, esgoto, gás, incêndio, ar 
condicionado e outras mencionadas neste CADERNO TÉCNICO. 
Os testes serão efetuados pelo LOJISTA, e devem solicitar a presença do SHOPPING, 
durante a execução das obras, mediante requerimento na Intranet com no mínimo 24 
horas de antecedência, como segue: 
Rede de sprinkler: a rede deverá ser testada, antes de ligada à rede geral, com uma 
pressão de 14kgf/cm2 por um período de 12 horas (os bicos deverão estar na altura do 
forro) e deverá ser entregue laudo de estanqueidade juntamente com a ART. 
Tubulações de água gelada do ar condicionado: serão testadas antes do isolamento 
com uma pressão de 10kgf/cm2 por um período de 6 horas; 
Tubulações de Gás: serão testadas com uma pressão de 1000mmca por um período 
de 1 hora, e deverá ser entregue laudo de estanqueidade juntamente com a ART. 
Tubulação de Água Fria: serão testadas, antes de ligadas à rede geral, com uma 
pressão de 4kgf/cm2 (para PVC) por um período de 6 horas; 
Rede de esgoto: manter a rede com carga estática de água durante 1 hora, antes de 
ligada à rede geral. 
Manta de Impermeabilização: depois de vistoriada e aprovada deverá ser testada 
por um período de 24 horas com lâmina d’água de 20cm (ou o máximo possível) em 
toda a sua extensão, ou teste eletrostático, e deverá ser entregue laudo de 
estanqueidade. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 17 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
QDL: deverá sofrer teste de continuidade, isolamento e balanceamento de fases. A 
verificação somente será executada após a instalação de todos os equipamentos 
concluídos. 
Após aprovação dos testes pelo SHOPPING, o LOJISTA deverá apresentar Relatórios/ 
Atestados de Estanqueidade e Funcionamento de cada um dos itens acima citados com 
ART. 
Caso os testes não sejam acompanhados pelo SHOPPING os mesmos não serão 
considerados válidos e a Loja não será liberada para inauguração. 
6.7. CANTEIRO DE OBRAS 
O canteiro de obra de cada loja será seu próprio espaço físico e a área de MALL 
contida no tapume devidamente protegida – o piso deverá estar protegido. Não será 
permitido o uso do MALL como área de trabalho, depósito de materiais e equipamentos 
ou local para despejo de lixo e entulho. 
As instruções para o recebimento e transporte de materiais, bem como a retirada de 
entulho e lixo, são motivos de normas específicas, apresentadas na seção materiais e 
equipamentos (entrada, saída e trânsito) deste CADERNO TÉCNICO. 
Qualquer material encontrado nas partes comuns será considerado abandonado e 
sujeito à remoção, e terá seu descarte cobrado do LOJISTA. 
Sempre que, a critério exclusivo do SHOPPING, for julgado indispensável manipular 
algum material fora de espaço da loja, o mesmo designará local e horário para o serviço. 
Ferramentas, equipamentos, e quaisquer materiais utilizados por cada LOJISTA, 
deverão ser mantidos dentro do próprio local da loja, sendo a respectiva guarda de sua 
exclusiva responsabilidade. 
Não será permitido em nenhuma hipótese: fumar, cozinhar, comer ou esquentar 
comida no interior da LOJA e áreas comuns do SHOPPING. 
Será motivo de expresso conhecimento e autorização do SHOPPING: 
• O transporte e depósito de equipamentos ou materiais que ultrapassem a carga 
útil ou acidental de 300 kg/m²; 
• O uso de equipamentos que provoquem vibrações prejudiciais à estrutura e 
instalações do prédio, ou provoquem danos aos LOJISTAS vizinhos; 
• A utilização de maquinário que venha a ultrapassar a capacidade das cargas 
elétricas previstas. 
• A utilização de maçarico, equipamento de solda ou outros elementos que 
produzam riscos de incêndio ou calor excessivo. 
 
CONDUTA NO CANTEIRO DE OBRAS 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 18 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Para que o andamento das obras das LOJAS e do SHOPPING aconteça com 
segurança e harmonia, o LOJISTA deverá observar e dar ciência aos seus empreiteiros e 
prepostos das condições estabelecidas a seguir. 
• Todas as obras devem ser executadas dentro da Loja, independente do horário, 
sendo terminantemente proibido o uso de áreas comuns (MALL, pátios 
externos, galerias de serviço) para esse fim. 
• O preparo das massas, concretos, argamassas somente podem ser feito dentro 
do espaço de cada Loja, dentro de “masseira” apropriada, pois as lajes não são 
impermeabilizadas. 
• Nenhuma peça estrutural (viga, pilar ou laje) ou instalação de qualquer tipo do 
SHOPPING pode ser alterada pelo LOJISTA, sob pena de multa a critério do 
SHOPPING. 
• O SHOPPING em nenhuma hipótese está obrigado a fornecer máquinas, 
equipamentos, materiais e bens de serviços às obras dos LOJISTAS. 
• As obras deverão ser executadas em conformidade com os projetos e 
especificações submetidos ao SHOPPINGe por ele “Liberados para Execução”. 
• Antes do fechamento do forro, especialmente se em gesso, o LOJISTA deverá 
solicitar ao SHOPPING, vistoria das instalações já executadas, não podendo 
fechar o forro antes da vistoria do SHOPPING. 
• O LOJISTA cumprirá prontamente as ordens de serviços recebidas do SHOPPING, 
bem como as regulamentações decorrentes dos regimentos, instruções, 
circulares, avisos e demais disposições normativas aplicáveis no que couber ao 
LOJISTA. 
• O LOJISTA deverá contribuir para que no canteiro de obras, e em toda a obra, 
seja mantido o respeito, higiene, moralidade, ordem e segurança. 
• Os operários deverão apresentar-se no canteiro de obra devidamente fardados 
(uniformizados), identificados e em boas condições de higiene, sendo 
obrigatório o uso de calçados fechados, capacetes e demais EPI’s indispensáveis 
para a execução das obras com segurança e sem acidentes. 
• Não retirar de seu lugar próprio, sem a competente autorização, qualquer 
objeto ou material das áreas comuns do SHOPPING. 
• Não permitir a apresentação de funcionários em estado de embriaguez, e 
também a ingestão de bebidas alcoólicas ou a utilização de qualquer substância 
tóxica, bem como a prática de jogos de azar nas dependências do SHOPPING ou 
das próprias LOJAS. 
• Afastar, imediatamente, qualquer funcionário cuja permanência na obra seja 
considerada inconveniente pelo SHOPPING. 
• A vigilância/ segurança de cada Loja, e dos materiais e ferramentas no interior 
da mesma, é de responsabilidade exclusiva do LOJISTA. 
6.8. FORNECIMENTO DE ÁGUA E ENERGIA 
O SHOPPING disponibilizará pontos de água para execução das obras, em locais 
estratégicos, ao longo do MALL ou na área externa, de forma a possibilitar a captação de 
água pelo LOJISTA. É indispensável o uso de reservatório – sendo responsabilidade do 
LOJISTA. O transporte de água para loja deverá ocorrer apenas nos horários que o 
SHOPPING está fechado. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 19 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Alertamos aos LOJISTAS e responsáveis técnicos pelas obras que as lajes do piso das 
LOJAS não se encontram impermeabilizados. O emboço ou quaisquer serviços que 
utilizam água deverá ser preparado em caixas estanques, preferencialmente, plásticas. 
O manuseio incorreto da água durante a execução das obras poderá resultar em 
danos ao SHOPPING ou às LOJAS nos pavimentos inferiores, sendo de responsabilidade 
do LOJISTA os custos em decorrência de quaisquer danos. 
O SHOPPING disponibilizará pontos de energia elétrica para execução das obras, na 
frente de loja – exceto para âncoras que terão pontos de entrega provisórios exclusivos. 
A carga elétrica utilizada para a execução da obra não poderá ultrapassar o limite 
disponibilizado na entrega da loja (especificado na Planta Técnica). O uso de 
equipamento na obra que ultrapassar esta carga deverá ser motivo de solicitação prévia 
ao SHOPPING, devendo o LOJISTA obedecer às orientações que lhe serão fornecidas. 
O LOJISTA deverá solicitar via Intranet ao SHOPPING, o fornecimento de energia 
provisória, com uma antecedência mínima de 48 horas. Caso a loja já possua medidor, 
será feita a medição inicial para a cobrança do consumo. Caso a loja não possua 
medidor, o shopping irá colocar um medidor provisório na entrada da loja para medir o 
consumo. 
Alertamos para o alto risco que as instalações elétricas provisórias de obra mal 
executadas podem ocasionar, especialmente às pessoas que trabalham na obra. Para 
evitar acidentes, o LOJISTA deve manter todas as emendas permanentemente isoladas, 
instalar disjuntores para os circuitos de iluminação, tomadas e outros equipamentos 
especiais e utilizar condutores nas seções adequadas às cargas utilizadas. Lembre-se que 
a proteção das pessoas é prioridade no SHOPPING. 
A energia provisória somente será liberada após a colocação dos extintores exigidos 
e após liberação para início das obras pelo SHOPPING. 
6.9. TAPUME 
O tapume de obras será instalado pelo LOJISTA em Eucatex até o forro do MALL, 
adesivado com o layout aprovado previamente pela equipe de Marketing do SHOPPING 
(marketingsdi@sacavalcante.com.br). Deverá ser autoportante – não poderá ser fixado 
no rodateto/ divisor lateral de LOJAS/ ou com parafusos no piso. O tapume deverá ser 
colocado avançando 50 cm do MALL em relação à linha de fachada da loja. As portas 
deverão ter abertura voltada para o interior da loja. Deverá ser colocado um cadeado 
com senha, e a mesma deverá ser repassada ao SHOPPING. 
Não será permitida a utilização de madeirite ROSA – este quando molhado solta 
uma pigmentação que faz manchar o piso. 
Não será permitida a fixação, pintura ou instalação de qualquer item que venha a 
diferir do padrão previsto para o tapume de obra. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 20 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
É obrigatória a colocação dos projetos carimbados aprovados pelo SHOPPING na 
parte interna do tapume. 
O piso, parede e teto do SHOPPING, caso venham a estar dentro da área fechada por 
tapumes, deverá estar devidamente protegido, e em caso de danos, o custo deverá ser 
custeado pelo lojista. 
Não será permitido de forma alguma o início das obras sem o tapume. 
A retirada só poderá ser efetuada às vésperas da inauguração, e com prévia 
autorização do SHOPPING, após o aceite na Vistoria Final de Obra e tendo todos os 
projetos necessários devidamente aprovados e toda documentação entregue. Após a 
retirada do tapume, é necessário que a equipe da obra da loja refaça a pintura e/ou 
acabamentos que pertencem a testeira, forro ou pilares do SHOPPING, que ficarem 
danificados pelo tapume. 
6.10. ACESSO DE PESSOAL, MATERIAIS E 
EQUIPAMENTOS 
6.10.1. PESSOAL 
O acesso de pessoal, LOJISTAS, profissionais e operários à obra será através da doca. 
Não será permitido o acesso à obra das LOJAS ou do SHOPPING, em nenhuma hipótese, 
menores de 18 anos, pessoal não identificado, ou portando-se de trajes inadequados. 
O LOJISTA ou responsável pela obra deverá preencher na Intranet, com 48 horas de 
antecedência, a relação de funcionários, contendo nome, identidade, função e empresa, 
além dos documentos relacionados abaixo: 
 ART de Execução de Obra 
 Cópia do CREA do Responsável Técnico pela Obra 
 Seguro de Obras – Riscos de Engenharia 
 Contrato entre Loja e Empreiteira/ Funcionários 
 Carta do Preposto (PREO) – assinada pelo LOJISTA e Preposto 
 Cópia do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) 
 Certificado NR10 (Eletricista) 
 Certificado NR35 (Trabalho em altura, acima de H=2,00) 
 Ficha de Registro de entrega de EPI's 
 
Os documentos relacionados acima devem ser entregues ao SHOPPING, digitalizados, 
COMPLETOS. 
6.10.2. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 21 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
A entrada de material e equipamento para os locais dos serviços dar-se-á pela DOCA 
do SHOPPING. O controle de entrada e circulação dos materiais e equipamentos será 
realizado pela equipe de segurança do SHOPPING. 
Os veículos de entrega permanecerão no local de descarga apenas o tempo 
estritamente necessário, não sendo permitido o estacionamento de qualquer veículo 
nestes locais. 
O LOJISTA será o único responsável pelo recebimento, transporte e guarda dos 
materiais e equipamentos chegados, não sendo permitida a descarga sem a presença do 
seu preposto ou responsável devidamente autorizado. 
Os funcionários do SHOPPING estão proibidos de receber e transportar qualquer 
material ou equipamento destinado às LOJAS. 
O trabalho de carga e descarga de materiais e equipamentos das obras das LOJAS, 
bem como seu transporte dentro do prédio, deverá ser feito rigorosamente dentro dos 
horários da obra e nos locais previamente determinados pelo SHOPPING, a serem 
indicados na ocasião da execuçãodas obras. 
Não será permitida a entrada de materiais soltos ou a granel, tais como: areia, pedra, 
saibro, terra de emboço, gesso e outros, devendo os mesmos estar adequadamente 
ensacados. 
A armazenagem de materiais nas LOJAS deverá ser feita de modo a evitar a 
sobrecarga na laje de piso. 
Todos os materiais, máquinas e equipamentos que não possam ser conduzidos 
manualmente deverão ser transportados em carrinhos adequados, com rodas de 
borracha, não se admitindo em hipótese nenhuma, carrinhos com rodas metálicas nem 
o arrasto sobre o piso nas áreas comuns. 
Todo entulho e lixo produzido no interior da Loja deverão ser ensacados, retirados 
pelo LOJISTA e depositados em locais indicado para este fim, devendo ser apresentado 
ao SHOPPING o manifesto de descarte de resíduos. O SHOPPING não disponibilizará 
local para depósito de entulho e nem tanto se responsabilizará pelo descarte do 
entulho. 
O entulho ensacado deve ser depositado no piso da Loja de forma distribuída 
respeitando-se a sobrecarga máxima de 300 kgf/m². 
6.11. HORÁRIO DE TRABALHO 
As execuções das obras deverão obedecer aos seguintes critérios: 
Entrada e saída de material – de 22:00h as 09:00h 
Obras externas das LOJAS – de 22:00h as 09:00h 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 22 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Obras internas – 24hs, sendo liberados durante o dia apenas os serviços que não 
emitam cheiro, ruídos ou poeira, podendo o SHOPPING solicitar a suspensão dos 
serviços se fizer necessário. 
6.12. SEGURANÇA DO TRABALHO 
Cada LOJISTA deverá cumprir e fazer cumprir, por parte de seus prepostos, 
empreiteiros e operários, todas as normas, leis, portarias e regulamentos relativos à 
segurança de trabalho e proteção coletiva, conforme disposto na CLT, Normas 
Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e deste CADERNO TÉCNICO. 
É obrigação do LOJISTA e do PREO o fornecimento de todos os equipamentos de 
proteção individual e coletiva aos seus funcionários, empreiteiros, operários e visitantes 
que trabalhem ou circulem em sua obra, cabendo-lhe a responsabilidade pelo 
funcionamento e imposição do uso desses equipamentos. 
Durante todo o período de execução das obras de instalação das LOJAS, é 
obrigatória a existência de 02 (dois) extintores ABC de 6 kg (dentro da validade e 
pressurizado) e um conjunto adicional de extintores para LOJAS com área acima de 
200 m². Chama-se especial atenção para o grande risco de incêndio na fase de 
instalação das LOJAS, muitas vezes causado por negligência, como curto-circuito em 
materiais combustíveis, vapores de cola, faíscas de lixamento, maçaricos etc. O LOJISTA 
ou o responsável pela obra deverá manter a mais rigorosa vigilância sobre os fatos 
acima citados, fiscalizando com atenção o cumprimento de todas as normas de 
segurança, posto que seja o único responsável pelos sinistros decorrentes da negligência 
ou inépcia seu ou de seus prepostos. 
Será obrigatória a manutenção dos extintores de incêndio em locais visíveis e de fácil 
acesso, nos tipos e quantidades exigidos na “Autorização para início de Obras”. A 
quantidade mínima de extintores é de dois para cada 100 m² de loja, ou fração, para 
cada loja, ou a critério da Equipe de Segurança do SHOPPING. 
Alertamos o LOJISTA e o Responsável Técnico pela execução da obra, para que a 
utilização de ferramentas, tais como: serras manuais; soldas; maçaricos; e outros sejam 
manuseados por profissionais devidamente habilitados, evitando-se assim possíveis 
acidentes. 
É TERMINANTEMENTE PROIBIDO FUMAR NO INTERIOR DAS LOJAS, CORREDORES, 
MALL, ÁREA DE VIVÊNCIA E/OU NOS CANTEIRO DE OBRAS; o transporte ou consumo 
de bebidas alcoólicas no interior das LOJAS, sendo prontamente afastado o infrator, 
ou ainda pessoas em estado de embriaguez. É proibido o porte e uso de armas de fogo 
ou armas brancas por funcionários dos LOJISTAS, mesmo que possuam autorização 
legal para tal. 
Os empreiteiros e funcionários, seminus, descalços ou usando tamancos, chinelos ou 
sandálias não poderão entrar, locomover-se ou executar qualquer serviço no canteiro de 
obras. Todos os funcionários deverão estar de fardamento e crachá de identificação. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 23 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Todos os avisos de perigo deverão ser rigorosamente respeitados. 
Serviços de solda, colagem de fórmica ou similar deverão ser comunicados ao 
SHOPPING com 24 horas de antecedência, para acionamento da Brigada. E só poderão 
ser realizados serviços com cola até as 7h da manhã. É terminantemente proibido a 
utilização de gás GLP (gás de cozinha) nas obras. 
As recomendações feitas pela fiscalização do SHOPPING sobre questões de 
segurança, arrumação e limpeza deverão ser obrigatoriamente acatadas pelos LOJISTAS, 
sob pena de interdição da obra. 
Os LOJISTAS deverão cumprir as Leis e Portarias do Ministério do Trabalho, que 
regulam a Segurança do Trabalho, além das instruções contidas neste CADERNO 
TÉCNICO. 
A ocorrência de acidentes de trabalho será informada imediatamente ao SHOPPING, 
juntamente com a CAT, sem que isso implique em corresponsabilidade, que é única e 
exclusiva do LOJISTA. Ocorrendo um acidente de trabalho com o empregado do LOJISTA, 
de seus contratados ou empreiteiros, o acidentado deverá ser assistido por um 
representante do LOJISTA, que se incumbirá de tomar as medidas cabíveis. 
Sempre que necessário, o SHOPPING determinará normas de segurança mais 
extensivas que deverão ser imediatamente acatadas pelos LOJISTAS. 
6.13. LIBERAÇÃO DA LOJA PARA INAUGURAÇÃO 
Até 5 (cinco) dias antes da inauguração, deverá ser solicitada a vistoria prévia das 
obras de sua loja, e a vistoria final de inauguração até 48h antes da inauguração, não 
podendo ocorrer as vistorias nos finais de semana e/ou feriados. 
A vistoria somente será realizada, com a conclusão de todos os serviços, 
equipamentos instalados, taxas pagas, os testes previstos para as instalações prediais 
efetuados e aprovados e ART’S devidamente quitadas e assinadas. 
A inauguração da loja só será realizada caso todas as exigências abaixo tenham sido 
cumpridas: 
• Todos os projetos entregues e liberados pelo SHOPPING; 
• Todas as modificações e correções necessárias e solicitadas durante a obra 
tenham sido cumpridas; 
• Aprovações de projetos exigíveis pelos Órgãos Públicos tenham sido 
apresentadas ao SHOPPING, quando aplicável; 
• Todos os documentos legais necessários para o seu funcionamento tenham sido 
obtidos e apresentados ao SHOPPING como, por exemplo, alvará, liberação de 
letreiro (quando aplicável) etc; 
• Estejam em dia com suas obrigações contratuais; 
• O LOJISTA poderá iniciar suas atividades comerciais após a conclusão total das 
obras e das instalações de todo o empreendimento, entretanto, o SHOPPING 
poderá proibir o funcionamento das atividades, se entender que as instalações 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 24 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
da Loja não satisfazem os requisitos mínimos de estética e de segurança para o 
adequado funcionamento do SHOPPING; 
 
6.14. CONSIDERAÇÕES 
O CADERNO TÉCNICO e seu conjunto de instruções como apresentados, tem como 
objetivo orientar e esclarecer a execução dos projetos e obras para as LOJAS, sem, 
contudo, esgotar a matéria, podendo a qualquer tempo ser completada e/ou modificada 
pelo SHOPPING. 
Prevalecerão em relação a estas instruções aquelas que, eventualmente constarem 
de forma diversa dos contratos específicos com os respectivos LOJISTAS. 
Eventuais modificações que venham a ser implementadas, nas presentes normas 
serão imediatamente comunicadas, aos LOJISTAS. Os casos omissos serão resolvidos 
pelo SHOPPING ou por seu preposto. 
7. PROJETO DE ARQUITETURA 
7.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS 
O projeto de Arquitetura deverá mostrar as soluções previstas para o piso, parede,teto, mobiliário e iluminação, contendo: 
 Planta baixa da loja totalmente cotada, indicando a área da loja e mezanino, a 
disposição do mobiliário (layout), localização das máquinas de Ar Condicionado, 
pilares metálicos de apoio do mezanino, porta de acesso à galeria técnica de 
acordo com a planta fornecida pelo SHOPPING, junta de dilatação (caso exista 
no espaço interno da loja) e alçapão de visita às instalações acima do forro, caso 
necessário; 
 Elevações de todas as paredes internas; 
 Dois cortes, transversal e longitudinal, totalmente cotados, passando pelos 
locais de maior interesse, para melhor elucidação do projeto (cotar o pé-direito 
sob e sobre o mezanino); 
 Fachada(s), indicando o local do letreiro; 
 Imagens em 3D da fachada e parte interna da loja; 
 Indicação e especificações de todos os materiais de acabamento da loja e do 
mobiliário, inclusive com definição de cores, sobre as plantas, cortes, elevações 
e fachada(s); 
 Projeto de iluminação indicando o tipo de luminárias, lâmpadas e disposição das 
mesmas; 
 Detalhes construtivos, em escala adequada, como: 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 25 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 Necessário o uso de soleiras na divisa da loja com o MALL. 
 Nas vitrines, deverá ser previsto rodapé para proteção mecânica dos vidros e 
divisas de gesso acartonado, com altura de 20 centímetros de granito ou aço 
inox. 
 Arremate junto aos perfis metálicos do SHOPPING na fachada da loja (rodateto, 
soleira e laterais); 
 Detalhe do tratamento da junta de dilatação, caso exista no interior da loja; 
 Projeto específico do letreiro com dimensões e especificações de todos os 
materiais, cores, dizeres, tipo de iluminação com nível de iluminação adequada 
e fixação; 
 Detalhe da escada de acesso ao mezanino/ plataforma técnica; 
 Outros projetos específicos que venham a ser solicitado; 
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica – CREA) e/ou RRT (Registro de 
Responsabilidade Técnica – CAU) do autor do projeto e responsável técnico pela 
execução da obra, com comprovante de pagamento. 
Os materiais e acabamentos deverão ser compatíveis e estar em harmonia com os 
padrões do SHOPPING e os objetivos comerciais da loja. 
Os materiais utilizados deverão ser incombustíveis e/ou passar pelo processo de 
IGNIFUGAÇÃO. 
As juntas de dilatação estrutural da edificação devem ser respeitadas, sendo que os 
acabamentos das LOJAS (tanto pisos, paredes e forros), quando os demais elementos 
construtivos, deverão ser projetados e executados de modo a manter a funcionalidade 
das mesmas – quando aplicável. 
As portas da circulação de serviço do SHOPPING, quando houver, não poderão ser 
removidas ou alteradas de posicionamento. 
Deverá apresentar na Arquitetura o ponto de Dreno de Fim de Linha do Sprinkler. 
Deverá estar em área de fácil acesso, com distância livre de passagem 70cm, portanto 
manômetro e válvula de bloqueio. No projeto, também deverá constar a sinalização do 
QDL e do Medidor de Energia. 
7.2. PAREDES 
As paredes divisórias entre LOJAS cumprem exclusivamente a função de vedação, 
não podendo ser alteradas de qualquer forma e utilizadas para suporte de quaisquer 
elementos, tais como: estrutura metálica dos mezaninos, prateleiras, forros, vitrines, 
revestimentos que necessitem de chumbador, instalações ou qualquer outro elemento 
que descarregue peso sobre as mesmas. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 26 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
a) As paredes limítrofes das LOJAS não poderão ser utilizadas para estruturar ou 
apoiar componentes internos, não tendo função estrutural, somente de 
divisória; 
b) As divisórias serão entregues com uma placa de drywall central e montantes, 
devendo cada LOJISTA obrigatoriamente colocar outra placa de drywall lateral. 
Nas LOJAS da praça de alimentação, a primeira placa (baixo) deverá ser em RU; 
c) Quando necessário engastar ou fixar algum elemento nas paredes, será 
obrigatório realizar instalação de montantes auxiliares e placa de drywall; 
d) As paredes limítrofes existentes não poderão sofrer rasgos, furos, perfurações, 
etc; 
e) Será permitida somente a construção em paredes tipo drywall. Não serão 
permitidas paredes em bloco de concreto ou tijolo cerâmico, salvo para LOJAS 
de alimentação e LOJAS sensíveis (joalherias, telefonia, ou LOJAS que possuam 
cofre). 
f) Caso a loja possua câmara frigorifica, deverá ser instalada material ESOPAINEL. 
g) As paredes divisórias internas deverão ser em material de alta resistência à 
umidade, preferencialmente pintadas com tinta impermeável à base de 
borracha clorada, epóxi ou similar. 
h) No caso de uso de azulejos ou outro material que exija rejuntamento, esse 
deverá ser cuidadosamente executado, após limpas as juntas, de modo a não 
apresentarem falhas no rejuntamento. Não é aconselhável o uso de 
revestimento colado sobre as paredes, bancadas e superfícies em geral. O uso 
de divisórias de qualquer material com baixa resistência à umidade, só será 
permitido no mezanino, em áreas destinadas a escritório. 
i) Deverá estar determinado em projeto o local específico para estoque 
(despensa), recomendando-se a adoção de armários abertos, com prateleiras 
monolíticas em ardósia, mármore, granito ou chapa metálica, apoiada em 
alvenaria rebocada. Quando o espaço da LOJA não permitir a despensa, os 
armários destinados a estoque devem obedecer às especificações acima, válidas 
também para os armários sob bancadas. Não é aconselhável a colocação de 
armário no vão sob pias, devendo o sifão ou qualquer outra instalação ficar 
totalmente livre. 
7.3. PISO 
Não poderá haver qualquer diferença de níveis no piso da loja. A utilização de 
capachos na entrada da loja deverá ser aprovada previamente pelo SHOPPING. Os 
projetos das LOJAS, que tenham instalações hidrossanitárias, deverão considerar a 
execução de um piso elevado para passagem das tubulações. Não será permitido o 
enchimento com entulho, devendo ser utilizado concreto celular ou isopor. 
A área sob o piso elevado deverá receber impermeabilização com manta asfáltica de 
piso 4 mm de espessura, em toda sua extensão, inclusive cobrindo as paredes até a 
altura de 50cm do piso acaba 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 27 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Para as LOJA de Alimentação não serão permitidos os pisos assentados com cola, 
como os pisos melamínicos, vinílicos, emborrachados e etc., a não ser em áreas 
destinadas a escritório, sem qualquer atividade de manipulação, cocção, estocagem ou 
venda de alimentos. Os pisos recomendados são os monolíticos fundidos tipo granilite, 
ou pisos com junta seca, desde que assentados com argamassa de cimento, como 
granito ou piso marmorizado em placas, rejuntado com massa plástica ou rejuntamento 
epóxi.do. 
Após a instalação da manta, a mesma deverá ser vistoriada e testada na presença da 
fiscalização do SHOPPING por um período de 24 horas com lâmina d’água de 20 cm (ou 
o máximo possível) em toda a sua extensão ou através de teste eletrostático. Nos dois 
casos, o LOJISTA deverá apresentar um Laudo de Estanqueidade com ART. 
A aplicação da manta deverá seguir as informações dispostas na NR18. 
No caso de utilização de enchimentos para elevação de vitrines/ áreas técnicas, os 
mesmos não poderão ser executados com entulho, mas sim receber plaqueado, 
concreto celular, argila expandida, ou outro material leve, previamente aprovado pelo 
SHOPPING. 
A sobrecarga máxima admissível é de 800 kg/m², compreendendo revestimentos, 
mobiliário, equipamentos, divisórias etc., não sendo admitidas cargas puntiformes, 
exceto para o piso L4 que deverá ser considerada uma sobrecarga máxima admissível 
de 685 kg/m², seguindo o mesmo princípio. 
No caso de recuo da fachada em relação ao alinhamento da loja com o “MALL”, as 
propostasserão avaliadas pelo SHOPPING. Essa área não pode ser utilizada como área 
de vendas e/ou exposição de mercadorias. 
7.4. FORRO 
Os forros quando atirantados não poderão transmitir a laje esforços superiores à 
50kgf/m². Não poderá perfurar a laje acima de 5,0 cm. 
Obrigatoriamente os forros em gesso deverão ser do tipo “flutuante”, isolando-o das 
paredes de forma a evitar rachaduras e trincas devido aos movimentos estruturais do 
empreendimento. 
Não serão admitidos materiais combustíveis acima do forro. No caso de existência de 
equipamentos técnicos instalados acima dos forros falsos, é necessário prever acesso 
fácil e seguro, através de alçapão de visita e indicar no projeto. Para forro com rebaixo 
em relação à laje superiores à 70cm, deverão ser instalados bicos de SPK no entreforro. 
Deverão ser respeitadas as condições impostas pela Postura Municipal, Corpo de 
Bombeiros. 
Altura livre no acesso à loja e onde não houver mezanino – 3,80m. LOJAS que 
possuem layout com laje aparente, deverão apresentar projeto para aprovação. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 28 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
7.5. FACHADA 
Todas as fachadas voltadas para o MALL deverão respeitar os limites verticais 
(rodateto/piso do MALL), horizontais e laterais. 
Deverão ser realizadas estruturas auxiliares para sustentação da fachada – 
autoportante. 
Os elementos de construção da fachada deverão estar apoiados no piso e teto da 
loja, não sendo permitida a utilização do rodateto ou das paredes laterais para fixação 
destes elementos – utilizando furações máximas de 5cm. 
Não será permitido a avanço da fachada além do limite útil da LOJA, os arremates de 
fachada devem ser feitos com os elementos construtivos existentes, ou seja, limite do 
piso das áreas comuns, pilares e divisórias, e rodateto, estando em harmonia com os 
demais elementos do SHOPPING, e quando julgados de má qualidade, comprometendo 
o nível de acabamento desejado, serão impugnados pela comissão técnica e sua 
reconstrução será a expensas do LOJISTA. 
Em caso de recuo da fachada em relação ao limite útil da LOJA, deverá constar no 
projeto o arremate com o piso do “MALL”; sugerimos a utilização do mesmo piso do 
MALL para composição do piso. Os elementos de construção da fachada deverão estar 
apoiados no piso da LOJA, não sendo permitida a utilização do rodateto ou das paredes 
laterais para fixação destes elementos. Qualquer trilho que venha a existir para a 
abertura de porta, deverá ser embutido no contra piso interno da LOJA, com a sua 
superfície superior coincidindo com o nível do piso acabado, sem ressalto; 
A porta de acesso à loja deverá ter no mínimo 1,20m de largura e 2,10m de altura, e 
ter sentido de abertura para o interior da loja. As portas duplas deverão ter 02 pontos 
de fechamento (trancas) – não será permitido avançar o limite da loja com o MALL. 
Qualquer trilho que venha a existir para abertura da porta, deverá ser embutido no 
contra piso interno da loja, com a sua superfície superior coincidindo com o nível do piso 
acabado, sem ressalto. 
As fachadas deverão ter um rodapé mínimo de 20 cm, executado com material 
incombustível, resistente a impactos, e imune à água e/ou produtos empregados na 
limpeza dos pisos das áreas comuns. 
As vitrines deverão prever uma transparência de pelo menos 75% da área de 
fachada, considerando-se a sua altura e largura total, devendo ter um nível de 
iluminação compatível com atividade da loja utilizando aparelhos apropriados para 
evitar ofuscamentos. 
Os vidros das portas de entrada e das vitrines, mesmos quando encaixilhados, devem 
ser obrigatoriamente temperados, incolores, lisos e transparentes, com espessura 
mínima de 10 mm. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 29 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
É vedada a utilização de iluminação intermitente, bem como de neon aparente junto 
à vitrine da loja. 
Deverão ser apresentados detalhes referentes à soleira, pilares ou alvenarias 
divisórias e fechamento no nível do forro do “MALL”, fornecidos nestas Normas, a fim 
de informar como os materiais da fachada da loja serão arrematados no encontro com 
os perfis metálicos do SHOPPING. 
Quando houver utilização de portas de enrolar, obrigatoriamente a mesma deverá 
ser vazada (com perfil tipo transvision com micro furo de 2,0mm), permitindo a visualização 
do interior da loja. Será obrigatório a instalação de portinhola para acesso manual. 
As vitrines na fachada da LOJA deverão ser iluminadas com lâmpadas de LED. Em 
todos os casos, os aparelhos de iluminação devem ser apropriados para evitar 
ofuscamentos. 
O fechamento vertical em gesso a acartonado e os perfis metálicos de estruturação 
que apoiam o mesmo, para instalação da fachada da LOJA, e que estão acima do 
rodateto, não tem função estrutural e não permitem apoio, fixação ou atirantamento de 
qualquer elemento. 
O fechamento em LONA não será permitido. 
Os balcões das LOJAS da praça de alimentação terão como limite o alinhamento da 
loja com o MALL, inclusive a projeção do balcão. As bancadas devem ser 
preferencialmente em pedra monolítica (granito, ardósia, mármore, etc.). Em nenhuma 
hipótese podem ser assentadas sobre base de madeira nem revestidas com materiais 
que exijam rejuntamento. 
7.6. LETREIRO 
O projeto de fachada deverá mostrar o letreiro, devendo o mesmo conter apenas o 
nome fantasia da loja, não sendo admitido merchandising no letreiro ou em qualquer 
lugar da loja que possa ser visto do MALL.O letreiro deverá estar localizado dentro dos 
limites da LOJA, não podendo ultrapassar a face externa e a linha inferior do Rodateto; 
O projeto do letreiro deverá ser apresentado em separado, com planta, corte e vista, 
detalhes construtivos, de fixação e especificação de materiais. 
Todos os letreiros deverão ser iluminados por um circuito exclusivo, e 
obrigatoriamente deverão ter timer para ligamento e desligamento com programação 
horaria, não sendo permitido o desligamento manual, programado para o horário de 
funcionamento do SHOPPING. Caso haja alteração no horário de funcionamento do 
SHOPPING, a programação deverás ser ajustada, de acordo com a alteração. 
Horários: 
Segunda a Sábado: das 09:45h às 22:15h. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 30 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Domingos: das 12h às 22:15h. 
Feriados os quais as LOJAS não abrem: das 12h ás 22:15h. 
Os letreiros de identificação da loja devem estar contidos dentro dos limites da 
fachada ocupando no máximo 40% (quarenta por cento) da largura da fachada, a 2,20m 
(mínimo), 3,00m (máximo) acima do piso e não poderá avançar mais do que 15 (quinze) 
cm além do limite útil da loja com o MALL. Não será permitida a utilização de letreiros 
do tipo bandeira ou lona. 
Não serão permitidos letreiros lampejantes, cintilantes, com animação, sonoros, com 
neon exposto, de plástico/acrílico moldado, de plástico/acrílico injetado moldado, tipo 
caixa com predominância de lona Night & Day iluminada ou não é pintado na fachada ou 
vitrine (com exceção de letras individuais aplicadas sobre a vitrine). 
Todos os dispositivos de fixação e suportes de montagem deverão estar totalmente 
escondidos e independentes da estrutura da LOJA. 
 Não serão permitidos avisos de cartões de crédito ou qualquer outro tipo de cartão, 
anúncios de papel, rótulos gomados, faixas ou bandeiras. Só serão permitidos decalques 
sobre segurança pública e/ou exigências do PROCON. 
 Só será permitido um letreiro por fachada de LOJA, letreiros adicionais só em 
situações especiais desde que aprovados previamente. 
As áreas de vitrine e letreiro serão cuidadosamente analisadas de modo a assegurar 
os padrões de harmonia e estética previstos para o SHOPPING. O projeto, se necessário, 
deverá ser aprovado pelo órgão municipal competente. 
7.7. MEZANINOOs mezaninos ou plataformas técnicas, quando existentes, deverão obrigatoriamente 
ser projetados e executados em estrutura metálica e atender os seguintes requisitos: 
A área máxima de ocupação (30% da área da loja) e os pés-direitos mínimos (2,50m 
sob e 2,20m sobre) do mezanino deverão estar de acordo com as posturas municipais 
locais vigentes. Caso a loja opte por uma área maior, deve regularizar junto aos órgãos 
responsáveis. 
Acesso ao mezanino, ou eventuais planos internos em níveis diferentes, deverão 
estar interligados por escadas, com dimensões de espelho e piso, seguindo as 
determinações de Projetos da Lei complementar do Estado do Maranhão, conforme 
descrito abaixo: 
Art. 85. As escadas construídas para atender a mezaninos e áreas privadas de qualquer edificação, 
desde que a população seja inferior a 20 pessoas, deve: 
I - ter largura mínima de 80 cm (oitenta centímetros); 
II - ter piso antiderrapante; e 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 31 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
III - ser dotada de corrimão. 
Art. 86. Toda escada deve ser disposta de forma a assegurar passagem com altura livre igual ou 
superior a 2,10 m (dois metros e dez centímetros). 
Art. 87. O comprimento do patamar de qualquer escada não pode ser inferior à largura adotada 
para a escada. 
Art. 88. Toda escada deve obedecer à fórmula de Blondel: 2 h + p = 62 a 64 cm, sendo “h” a 
altura do degrau e “p” a largura. 
Art. 89. Os degraus de qualquer escada devem ter altura máxima de 18,5 cm (dezoito centímetros 
e cinqüenta milímetros) e profundidade mínima de 28 cm (vinte e oito centímetros). 
Parágrafo único. Os pisos dos degraus podem apresentar saliência de até 1,5 cm (um centímetro e 
cinqüenta milímetros), mas que não deve ser computada na dimensão mínima exigida. 
Art. 90. As escadas de uso coletivo devem ter, obrigatoriamente, corrimãos em ambos os lados, com: 
I - altura constante, sem interrupções, entre 80 cm (oitenta centímetros) e 92 cm (noventa e dois 
centímetros), acima do nível da borda do piso dos degraus; e 
II - afastamento das paredes de, no mínimo, 4 cm (quatro centímetros). 
Art. 91. Quando a largura da escada de uso coletivo for superior a 1,80 m (um metro e oitenta 
centímetros), deve ser instalado também corrimão intermediário. 
Art. 92. Os guarda-corpos das escadas de uso coletivo devem ter as seguintes alturas mínimas: 
I - 92 cm (noventa e dois centímetros) nas escadas internas; 
II - 1,05 m (um metro e cinco centímetros) ao longo dos patamares, corredores e mezaninos; e 
III - 1,30 m (um metro e trinta centímetros) em escadas externas à edificação e, também, nas 
antecâmaras tipo balcão. 
Art. 94. Os pisos dos degraus das escadas não devem ser escorregadios, nem apresentar ressaltos 
em suas superfície. 
O piso deverá ser de material incombustível, como painel “wall” ou similar revestido 
com material decorativo desejado, desde que também incombustível. 
As paredes divisórias do mezanino também deverão ser em material incombustível, 
tipo painel “drywall”, sical, sendo vedadas alvenarias convencionais. 
Todos os elementos estruturais do mezanino deverão apoiar-se na laje do piso. Não 
serão permitidos apoios/ engastes nas paredes limítrofes, nos pilares e vigas de 
concreto da estrutura do SHOPPING ou atirantamentos nas lajes de teto. 
Os pilares dos mezaninos e/ou plataformas deverão ser apoiados sobre chapas 
metálicas com a dimensão mínima de 500 X 500 x 16 mm, que devem ser fixadas com 
adesivo estrutural (SIKADUR 32, ou similar), não sendo permitida em nenhuma hipótese 
a fixação mecânica no piso (parabolt). 
Deverá ser apresentado ao SHOPPING, Projeto Estrutural para análise. O calculista 
estrutural e executor da obra não poderão ser a mesma empresa/prestador. 
7.8. ESPAÇO AÉREO 
O espaço aéreo de algumas LOJAS poderá, eventualmente, ser utilizado para 
passagem de dutos ou tubulações do SHOPPING, bem como por descidas de prumadas 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 32 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
junto a pilares e/ou alvenarias. Não poderá ser atendido qualquer pedido de desvio ou 
remoção dos mesmos, por serem indispensáveis ao funcionamento do SHOPPING. 
7.9. ATENDIMENTO A PORTADORES DE DEFICIÊNCIA 
O projeto deve atender a legislação de acessibilidade, considerando: NBR 9050/2015, 
NBR 15599, Leis Federais nº 10.048/2000 e nº 10.098/2000, Decreto Federal nº 
5.296/2004. 
Provadores: É obrigatório que todas as LOJAS possuam pelo menos 1 (um) provador 
com características físicas (largura da porta, espaço livre) para atender os portadores de 
deficiência. 
Caixas: 
• O projeto de iluminação deve assegurar que a face do atendente seja 
uniformemente iluminada. 
• Caixas de pagamento acessíveis e dispositivos de pagamento devem possuir 
superfície de manuseio e alcance visual com altura entre 0,80 m a 0,90 m do 
piso acabado e devem ter espaço para a aproximação lateral ou frontal para a 
P.C.R., conforme a seguir: 
a) para aproximação frontal, deve ser assegurada altura livre sob a superfície 
de no mínimo 0,73 m, com profundidade livre mínima de 0,30 m. Deve ser 
garantida ainda circulação adjacente que permita giro de 180° à P.C.R.; 
b) para aproximação lateral, deve ser assegurada passagem livre de 0,90 m de 
largura 
 
Largura dos corredores: Os corredores devem ser dimensionados de acordo com o 
fluxo de pessoas, assegurando uma faixa livre de barreiras ou obstáculos, conforme 
6.12.6. As larguras mínimas para corredores em edificações e equipamentos urbanos 
são: 
• 0,90 m para corredores de uso comum com extensão até 4,00 m; 
• 1,20 m para corredores de uso comum com extensão até 10,00 m; e 1,50 m para 
corredores com extensão superior a 10,00 m; 
• 1,50 m para corredores de uso público; 
• maior que 1,50 m para grandes fluxos de pessoas, conforme aplicação da 
equação apresentada em 6.12.6. 
8. PROJETO ESTRUTURAL 
A loja que apresentar mezanino, plataforma técnica, estrutura da fachada ou tiver 
estruturas especiais, deverá apresentar o projeto estrutural, contendo: 
 Plantas e cortes da estrutura; 
 Detalhes de fixação e apoio sobre a laje; 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 33 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 Memorial de cálculo e indicação de cargas da estrutura e escada; 
 Projeto de estruturação da Fachada – autoportante; 
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA) do autor do projeto; 
A estrutura deverá ser metálica, e apoiada diretamente sobre o piso estrutural da 
LOJA (autoportante). A sobrecarga total máxima admissível para a laje de piso é de 1000 
kg/m², sendo: 
● Mezanino = 300 kg/m², sendo cargas permanentes + acidentais; 
● A sobrecarga livre restante poderá ser distribuída na laje de piso. 
● Carga pontual de pilares internos = 4,0 tf. Pilares (limítrofes) divisa de LOJAS = 2,0 tf; 
● Distância mínima entre pilares = 3m. 
 
Obs: O valor da carga pontual máxima dos pilares metálicos poderá ser modificado 
em alguns casos. 
Para LOJAS Âncoras: Em caso de impossibilidade de seguir a distância mínima entre 
os pilares, prevista acima, as vigas metálicas poderão ser apoiadas diretamente nos 
pilares de concreto, com a utilização de chapas e chumbadores químicos. É 
recomendável que o projetista use chapas em todo o contorno do pilar 
(encamisamento) minimizando o uso de chumbadores. 
Nas LOJAS de alimentação os pilares metálicos deverão ser instalados antes da 
aplicação da manta asfáltica de impermeabilização, e esta deverá subir 50cm do piso 
acabado envolvendo toda a estrutura. 
Caso alguma face do mezanino fique aberta para a loja, esta mesma deverá estar 
protegida com guarda corpo de, no mínimo, 90 cm de altura, a partir do piso acabado do 
mezanino e conter barras com distância máxima de 11cm entre elas. O guarda corpo 
deverá seguir as normas vigentes do Corpo de Bombeiros Estadual.Os projetos estruturais deverão ser compatibilizados com os demais projetos de 
outras disciplinas. 
Os mezaninos só poderão ser utilizados para depósito de mercadoria e vitrine, não 
sendo permitido o uso de mezanino para acesso ao púbico/escritório. 
9. PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
As instalações elétricas deverão obedecer às normas da ABNT NBR 5410 (rev. 2008) e 
NBR 14136: 2012 VERSÃO CORRIGIDA 5:2021, as posturas municipais vigentes, NR-10 – 
Segurança em instalações e serviços em eletricidade e normas da Concessionária local. 
Cada loja deverá apresentar ao SHOPPING o seu projeto de instalações elétricas, 
contendo: 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 34 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 Planta de piso e forro, com indicação de todas as tubulações, circuitos e fiações, 
com pontos de iluminação, pontos de força e posicionamento do quadro e do 
medidor de energia; 
 Detalhes executivos de instalações em consonância com os detalhes 
arquitetônicos e de decoração, discriminando, entre outros, os tipos de lâmpada 
e luminárias utilizadas. 
 Diagrama trifilar indicando a distribuição dos circuitos e o balanceamento por 
fase; 
 Quadro de carga completo indicando as cargas instaladas por fase e demandas; 
 Memorial de cálculo descritivo de queda de tensão, nível de iluminação das 
vitrines e letreiros e proteção geral da loja com as especificações técnicas dos 
componentes e materiais; 
 O consumo interno de energia elétrica de cada loja será medido individualmente 
através de medidor, instalado e fornecido pelo LOJISTA no interior da loja em 
local de fácil acesso e visualização; Modelos que podem ser utilizados: 
CONJUNTO DE MEDIÇÃO KRON CMK 120 ou MEDIDOR ABB SERIE OD 4110 OU 
MEDIDOR SCHNEIDER ELECTRIC. 
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA) do autor do projeto. 
 
9.1. CONDIÇÕES DE RECEBIMENTO DA LOJA 
9.1.1. Âncoras 
As LOJAS âncoras deverão submeter projeto de viabilidade/subestação à 
concessionária local, desde a medição, cabines primárias, até a loja, sendo de inteira 
responsabilidade do lojista a aprovação e execução do projeto. 
9.1.2. Satélites e alimentação 
O LOJISTA deverá considerar a carga prevista (KVA) de sua loja, indicada na planta 
específica/ Contrato. A carga total instalada (KVA) não poderá exceder os valores 
previstos para cada loja. Caso haja necessidade de modificação do KVA informado, o 
lojista deverá apresentar projeto para validação do SHOPPING, e arcar com as 
modificações necessárias para atendê-lo. 
Alertamos para ausência de tensão 110 v no sistema elétrico do SHOPPING. 
As LOJAS satélites e de alimentação terão sua energia medida através de medidor 
eletrônico padrão (CONJUNTO DE MEDIÇÃO KRON CMK 120 ou MEDIDOR ABB SERIE 
OD 4110 OU MEDIDOR SCHNEIDER ELECTRIC) cuja compra e instalação serão de 
responsabilidade do LOJISTA, o mesmo deverá ser instalado no interior da loja em local 
de fácil acesso. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 35 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
O medidor de energia deverá ser instalado no 1º piso da loja e em local de fácil 
acesso, assim como o QDL, sem estar obstruído pela escada ou qualquer outro 
equipamento/mobiliário. 
9.2. CONDIÇÕES DO PROJETO 
O projeto deverá prever circuito INDEPENDENTE de iluminação e tomada e, no 
mínimo, um quadro de distribuição independente, não podendo ultrapassar a carga 
prevista na planta específica. 
O quadro deverá ser montado em caixa de sobrepor ou imbutido, tipo painel, em 
chapa metálica nº 16 bwg, com porta em chapa 14, grau de proteção ip 55, pintura 
eletrostática cor cinza ral 7032 e cor laranja para placa de montagem, com barramentos 
de cobre eletrolítico de capacidade mínima compatível com a carga a ser instalada e 
placa de acrílico para proteção de contatos diretos. Deverão ser providos de Dispositivo 
Diferencial de Residual – DR ou DDR, apropriados para circuitos trifásicos + neutro, 
tensão nominal 380 V, modelo adequado ao painel. Os disjuntores deverão ter 
identificação do circuito ao qual pertencem de modo a permitir sua identificação a 
qualquer momento. Na parte interna da porta de cada quadro deverá ser fixado um 
diagrama trifilar plastificado identificando os circuitos e locais alimentados pelo quadro. 
Mesmo com a instalação do Dispositivo Diferencial de Residual – DR ou DDR, o projeto 
deve conter um disjuntor geral, de modo a proteger todos os circuitos. Além disso, 
deverá ser instalado 4 dispositivos de proteção contra surto (DPS), na entrada da 
alimentação (após O DISJUNTOR). O quadro (carcaça) e a tampa, deverão estar 
aterrados. E a porta do quadro identificada com placa informando Risco de Choque 
Elétrico. Todos os disjuntores deverão seguir padrão Alemão DIN. 
O quadro de distribuição independente deverá ser instalado em local de livre acesso, 
com no mínimo 1,00m² de área livre e com sua aresta inferior a 1,20 m do piso acabado. 
Não poderá estar em base metálica, na escada, em área de passagem ou atrás de 
portas. 
O QDL deverá prever a instalação de Timer para o controle da iluminação do letreiro 
e vitrine. 
As LOJAS de alimentação devem dispor de intertravamento entre o sistema de 
exaustão com as tomadas de alimentação de fritadeiras elétricas e válvulas de 
solenoides da linha de gás canalizado de forma que somente haja fonte energética com 
o sistema de exaustão acionado. O registro (“damper”) corta-fogo e o sistema ativo de 
extinção devem estar interligados ao equipamento motrix do fluxo de exaustão e de 
insuflamento do ar externo de compensação. 
Os alimentadores de energia serão entregues no limite da loja na tensão de 380 
trifásico + Neutro + Terra, derivarão dos busway’s, que circulam acima do forro no 
MALL. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 36 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
O LOJISTA deverá providenciar o prolongamento adequado desses alimentadores 
através de eletrodutos até o seu quadro terminal de distribuição e pontos de consumo, 
sendo que as emendas serão em caixas, através de conectores apropriados ou com 
solda de estanho, devidamente isoladas com fita de alta fusão (1000 Volts) e fita 
isolante comum (600 Volts). 
Os condutores aplicados em eletrodutos, eletrocalhas e/ou perfilados, deverão ser 
constituídos de condutor propriamente dito, em cobre eletrolítico de alta pureza e que 
deverão atender as especificações NBR 6880 e NBR 7288 da ABNT, para tensão efetiva 
de 750 V, 70° C, as cores dos condutores devem obedecer a NBR 5410/2004. 
O fio neutro nunca poderá ser conectado ao fio terra e todas as emendas deverão ser 
feitas em caixas de passagem, com fita isolante plástica, Pirelli, 3m ou similar. 
Os eletrodutos serão de ferro galvanizado nas instalações aparentes e de PVC rígido 
nos entreforros e embutidos nas alvenarias ou piso. 
Tubo eletroduto de aço galvanizado, seção circular, com costura rígida, tipo pesado 
com rosca e luva. 
Tubo eletroduto de PVC rígido, seção circular, fabricado de acordo com as normas 
ABNT, tipo ER-1. 
Em hipótese alguma serão admitidos circuitos em fios aparentes ou tipo duplast, 
mais comumente conhecido como "plast chumbo", sendo vetado o uso de mangueira, 
eletrodutos corrugado ou de polietileno. 
Os perfilados e eletrocalhas deverão ser metálicos, eletrocalha lisa ou perfurada 
metálica em chapa nº 14, "U", galvanizada eletrolítica com abas e tampa aparafusada, 
para instalação dos cabos de baixa tensão. Deverá obrigatoriamente utilizar derivações 
adequadas, como saída lateral e prensa cabos para cabos PP pendentes ou qualquer 
outro tipo de derivação. 
Os condutores deverão ser constituídos em cobre eletrolítico de alta pureza, com 
características de não propagação e auto extinção de chamas, livre de halogênio, com 
baixa emissão de fumaça e gases tóxicos (Afumex / Afitox ou Similar), atendendo as 
especificações daNBR NM 247 e NBR 13.248 da ABNT, para tensão efetiva de 0,6/1,0 kV 
90º (Circuitos Alimentadores) e 750V, 70º (Circuitos de Distribuição). 
Todas as deflexões e terminações deverão ser feitas por caixas de passagem: 
• Chapas estampadas esmaltadas # 16, quando embutidas; 
• Alumínio fundido tipo condulete, quando aparentes; 
 
Todas as estruturas metálicas, dutos de ar condicionado, caixas de passagem / 
ligação, de interruptores / tomadas, painéis e aparelhos de iluminação deverão ser 
conectadas ao condutor de proteção (terra). 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 37 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Nenhum componente das instalações elétricas, tais como luminárias, soquetes, 
tomadas e interruptores poderá ser fixado sobre material combustível. Se necessário o 
material deverá ser revestido com chapa metálica devidamente aterrada. 
Todas as conexões com caixa de passagem, quadros, eletrocalhas e etc, deverão ser 
providas de UNIDUT CÔNICO (rosca ou encaixe), protegendo os condutores e qualquer 
tipo de danificação mecânica no isolamento e emenda. 
9.2.1. Iluminação 
O projeto luminotécnico deverá priorizar o desempenho e conforto visuais 
proporcionados pelos aparelhos de iluminação, e sua distribuição adequada, de modo a 
impedir ofuscamento que resulte em desconforto visual, quer direto da fonte de luz, 
quer refletido ou por ausência de iluminação adequada. Em todos os casos, os aparelhos 
de iluminação devem ser apropriados para evitar ofuscamentos. 
Todas as luminárias deverão ser metálicas, ligadas a terra, não sendo admitidas 
luminárias de material combustível e deverão ser alimentadas por cabos PP, com secção 
transversal de no mínimo 3x 2,5mm², tipo pendente com plugue fêmea (2P +T) 
devidamente isolados. Isto só será admissível para o caso de uma única luminária, sendo 
vetado o uso para agrupamento de luminárias. 
Sugerimos um índice de iluminação de 750 LUX para as áreas de vendas e de 1.500 
LUX para as vitrines, obedecendo a NBR ISO/CIE 8995-1: 2013 e NBR 5413. 
Os reatores para lâmpadas fluorescentes deverão ser alto fator de potência e partida 
rápida (para reatores duplos) e correção individual (para reatores simples), não devendo 
ser instalados diretamente sobre, ou mesmo próximos, a materiais combustíveis; caso 
seja necessário, será obrigatória sua instalação sobre chapa de amianto, de forma a 
evitar riscos de incêndio, em caso de superaquecimento. 
Deverão ser instalados sistemas autônomos de iluminação de emergência junto ao 
caixa, na entrada da loja, no acesso ao mezanino e sobre a escada. Nas LOJAS com 
mezanino deverá ter uma no salão do mezanino e uma no fancoil. 
Estes sistemas deverão ter acionamento automático, no mínimo 2 (duas) lâmpadas 
de quartz-iodo ou LED de 60w/12v, bateria incorporada e carregador. O sistema de 
iluminação de emergência deverá ter autonomia mínima de 2,5 horas de funcionamento 
ininterrupto. 
A iluminação de emergência deverá atender as recomendações da norma ANBT NBR 
10.898/1999 (Sistema de iluminação de emergência), e fazer constar do Projeto de 
Aprovação dos Bombeiros da respectiva LOJA. 
O projeto de instalação elétrica deverá conter a especificação dos modelos das 
luminárias e lâmpadas adotadas, bem como detalhes de instalação. 
É vetada a utilização de iluminação intermitente, pisca-pisca, bem como de neon. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 38 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
9.3. PROJETO DE DADOS 
O projeto de instalação telefônica deverá conter: 
 Planta indicando todas as tubulações, com os pontos de telefonia; 
 Memorial descritivo com as especificações técnicas dos componentes e 
materiais, 
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA) do autor do projeto; 
As linhas de telefone para uso de cada loja (satélites ou ancoras) serão ligadas 
através de tubulação, terminando em caixa de distribuição LOJAS ancoras, a serem 
instaladas no limite da área locada. A partir desta toda tubulação e fiação de telefone no 
interior da loja deverão ser executadas pelo LOJISTA em estrita obediência as normas da 
ABNT e Anatel. Em nenhum caso serão permitidas fiações aparentes. 
Os eletrodutos, perfilados e calhas aparentes serão de aço galvanizado, rosqueável, 
com costura rígida, tipo pesado com rosca e luva. 
Os eletrodutos embutidos poderão ser de PVC rígido, rosqueável, seção circular, 
fabricado de acordo com a norma NBR 6150. 
Operadoras autorizadas para comercializar o serviço de internet e telefonia dentro 
do SHOPPING da Ilha: 
EXO - (27) 99241-7875 – Whatsapp / (27) 3010-0000 
Oi - Planos Oi Fixo e Velox : 103 31 / Central de atendimento Oi: 1057 / Oi 
empresas: 0800 079 3131 ou 0800 031 0800 
Embratel - 103 21 / Atendimento Empresas: 0800 721 1021 
OBS.: SOMENTE A E-LOGIC TEM AUTORIZAÇÃO PARA REALIZAR PASSAGEM DE 
CABEAMENTO LÓGICO DENTRO DO SHOPPING DA ILHA. 
10. PROJETOS ESPECIAIS 
10.1. ANTENA DE SOM / TV 
O LOJISTA que venha a necessitar de ponto de antena de som/TV deverá solicitar 
autorização por escrito ao SHOPPING. O LOJISTA é responsável pela instalação e 
ampliação dos sinais no interior de sua loja. 
10.2. AUTOMAÇÃO E SUPERVISÃO PREDIAL (ASP) 
Está previsto o seguinte controle: Controle do ar condicionado (válvula de 2 vias e 
quadro de comando do fancoil) – Conforme Anexo 13 deste Caderno Técnico. 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 39 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
10.3. BOTÃO ANTIPÂNICO 
Cada loja deverá possuir um botão antipânico para emergências. É obrigatória a 
instalação do botão em suas dependências, próximo ao balcão caixa, em altura inferior 
ao balcão. Todas as LOJAS receberão botão de pânico na sua inauguração e caso a loja 
perca ou danifique o mesmo, será cobrado o valor de R$ 50,00 por botão. A troca de 
baterias para os botões é de responsabilidade do lojista. 
11. PROJETO HIDRÁULICO 
O projeto de instalação de água deverá conter: 
 Planta com os pontos da rede hidráulica; 
 Corte indicando a altura dos mesmos; 
 Esquema isométrico; 
 Memorial de cálculo descritivo com as especificações técnicas dos componentes 
e materiais; 
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA) do autor do projeto. 
Deverão obedecer às normas da ABNT NBR 5626/98 e as posturas estaduais vigentes. 
O LOJISTA deverá ligar sua rede a partir do ponto existente para este fim, no limite da 
loja, devendo ser instalado um registro geral após este ponto. Caso haja necessidade de 
implementação de um ponto novo ou alteração do ponto existente, o lojista deverá 
apresentar projeto e arcar com as intervenções necessárias. 
O consumo interno de água de cada loja será medido individualmente através de 
hidrômetro - LAO, instalado e fornecido pelo LOJISTA no interior da loja em local de fácil 
acesso e visualização. 
A rede deverá ser calculada para permitir uma velocidade d’água não superior a 2,0 
m/s. 
As tubulações deverão ser aparentes ou embutidas em parede auxiliar – não sendo 
permitido embutir nas paredes limítrofes, em PVC soldável (classe 15). Quando for 
necessária água quente a tubulação será de cobre (classe A) isolado termicamente com 
calha de poliuretano. 
Os aquecedores deverão ser elétricos, ter válvulas de segurança de pressão e dupla 
proteção através de dois termostatos de controle. 
11.1. PROJETO SANITÁRIO 
O projeto de instalação de esgoto deverá conter: 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 40 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 Planta com os pontos da rede de esgoto; 
 Corte indicando a altura dos mesmos; 
 Esquema isométrico; 
 Memorial de cálculo descritivo com as especificações técnicas dos componentes 
e materiais; 
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA) do autor do projeto. 
Deverão obedecer às normas da ABNT NBR 8160/99, as posturas estaduais vigentes e 
as exigências daslegislações sanitárias vigentes (Resolução RDC nº 216 de 15 de 
setembro de 2004) ANVISA, que dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas 
para Serviços de Alimentação. 
As instalações de esgoto primário deverão ser devidamente ventiladas. 
Não será permitido o despejo de materiais incompatíveis com o coletor principal, 
seja por sua composição química ou física. 
As tubulações de esgoto deverão ser de PVC série R conforme Norma 8160. Todos os 
ralos deverão ser sifonados. 
Não serão permitidas curvas forçadas na tubulação de esgoto com emprego de calor. 
Recomenda-se o uso de curvas e/ou joelhos com ângulo máximo de 45°. 
Todas as pias deverão possuir caixa de gordura individual, que deverá ser provida de 
luva metálica no septo para passagem somente de água de esgoto. 
Nas LOJAS de alimentação, o despejo para o esgoto deverá passar obrigatoriamente 
por caixa de gordura geral. Não serão admitidos ralos de piso de cozinha que não 
estejam conectados à esta. 
Está previsto para todas as LOJAS um ponto de dreno para o ar condicionado, 
interligado à rede de esgoto primário, devendo ser utilizado Sifão. 
12. PROJETO DE GÁS 
O projeto de instalação de gás deverá conter: 
 Planta contendo as tubulações e os pontos de consumo, com indicação de 
pressão e vazão nos mesmos; 
 Corte indicando a altura dos mesmos; 
 Esquema isométrico; 
 Memorial de cálculo descritivo com as especificações técnicas dos componentes 
e materiais; 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 41 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA) do autor do projeto. 
Deverão obedecer às normas da ABNT NBR 15526:2009 Emenda 1:2012 e as posturas 
estaduais vigentes e será executada pelo LOJISTA a partir do ponto de entrada, correndo 
por sua conta toda a instalação e aprovação, se necessário, junto aos órgãos 
competentes. 
Deverá ser fornecido e instalado, pela empresa responsável pelo fornecimento e 
manutenção do sistema, um medidor de gás individual para cada loja. Contactar: 
SUPERGASBRAS 
Ricardo - Consultor Industrial - (98) 9 8119-2375 ou (98) 3228-0824 
O gás a ser fornecido será o GÁS GLP. 
A tubulação de gás deverá ser executada conforme abaixo: 
• Aço carbono preto, com ou sem costura, conforme ABNT NBR 5580 e 5590, com 
espessura mínima correspondente a Schedule 40; 
• Tubos de condução de cobre rígido sem costura conforme NBR 13206; 
• Tubo de condução de cobre flexível sem costura classes 2 ou 3 conforme NBR 
14745; 
• A vedação das roscas, quando não soldadas, deve ser efetuada com Araldite 
Industrial. 
• As conexões podem ser em: 
• Ferro maleável preto, NBR 6943 e NBR 6925; 
• Cobre e ligas de cobre, para acoplamento roscado ou soldado, conforme NBR 
11720; 
• Conexões de compressão para uso com tubos de cobre, conforme NBR 15277; 
• Quando a tubulação for roscada, as conexões deverão ser vedadas com teflon; é 
proibido o uso de fibras vegetais ou tinta como vedantes. 
Para conexão aos equipamentos deverá ser utilizado tubo flexível metálico 
construído de acordo com a NBR 14177. 
Os suportes das tubulações devem estar distanciados no máximo a 2 metros entre 
eles. O isolamento entre as tubulações e os suportes deve ser realizado com material 
plástico ou similar, de modo que não ocorra o contato direto entre eles; 
O encamisamento (tubo luva) das tubulações deverá ser autorizado pelo SHOPPING e 
será necessário nas seguintes situações: 
• Em tubulações que passem por áreas enclausuradas; 
• Em tubulações que passem por paredes ou lajes. Nesses casos, é necessário a 
utilização de tubo luva, sendo esse totalmente preenchido, a fim de evitar 
vazamentos. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 42 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
As conexões para solda serão em aço carbono ASTM 105, testadas pelo processo 
líquido penetrante Day Test. Todo trecho vertical deverá ser envolto em concreto ou 
tijolo maciço, no mínimo 20 cm de cada lado. 
As portas dos armários dos medidores e reguladores serão em venezianas fixas para 
ventilação permanente ou 1/10 da área do compartimento. 
Todo ambiente onde for instalado aparelho / equipamento a gás deverá ter uma 
ventilação permanente de 800 cm2, sendo uma superior de 600cm2 (janelas ou 
basculantes) e outra inferior de 200 cm2 (portas). 
Tubulações que atravessarem paredes ou forem embutidas em concreto no piso 
e/ou parede interna da Loja (drywall) deverão ser instaladas em local autorizado, e 
ainda envolvida com fita Scotch 3M e tubo luva, sendo que o encaminhamento das 
mesmas deverá ser identificado e sinalizado na cor amarela, para que não haja nenhuma 
intervenção acidental. Em hipótese alguma a tubulação de gás pode passar por 
ambiente não ventilado, locais que propiciem acúmulo de gás ou nas paredes contíguas 
a estes ambientes, tais como entre laje, entre forro, parede de tijolo vazado ou drywall e 
locais para captação de ar para sistemas de ventilação; 
Nos locais onde essa tubulação transita, ficará vedada a instalação de quaisquer 
elementos de projetos elétricos, eletrônicos ou passiveis de provocar chama ou 
centelha. 
As tubulações aparentes serão em aço zincado, SCD 40, sem costura, interligadas por 
conexões de ferro maleável, classe 20 (300 LBS-rosca NTP), pintadas com esmalte 
sintético na cor amarelo, com a inscrição – “PERIGO” – GÁS, pintada em preto a cada 
2,00m. 
Todas as LOJAS serão providas de ventilação e exaustão mecânica. 
Nas LOJAS da praça de alimentação, os fogões e outros equipamentos, deverão ter 
sua instalação complementada com coifa com exaustor para conduzir os produtos de 
combustão para o ar livre. 
Os cafés, sorveterias, ou semelhantes, deverão prever instalação de coifa/ exaustor 
simples. 
Os tubos de gás devem ter um afastamento mínimo de 20 cm das canalizações de 
outras naturezas. As tubulações de gás próximas umas das outras, devem guardar entre 
si um espaçamento pelo menos igual ao diâmetro da maior tubulação. 
As tubulações, antes de ligadas à rede principal, deverão ser submetidas a ensaios de 
estanqueidade de acordo com a NBR 15526, com ar ou gás inerte, a uma pressão de 1,5 
vezes a pressão de trabalho ou 0,2 kgf/cm² (a que for maior), durante 1 hora, sem haver 
queda de pressão. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 43 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Deverá ser utilizado manômetro de coluna d’água ou de mercúrio durante o teste. 
O instalador deverá enviar ao SHOPPING laudo da realização dos testes e 
verificações, em papel timbrado da instaladora, onde constarão a data da realização dos 
testes, o nome e o número do CREA do responsável técnico e resultado dos testes 
acompanhados da ART do responsável pela instalação. 
Deverá ser previsto uma válvula de bloqueio, do tipo esfera, na área da cozinha a 
1,60m do piso. Os registros dos pontos de consumo deverão ficar em local de fácil 
acesso e ventilado e ser de fecho rápido de esfera, com copo de bronze e esfera aço 
inox. 
Não será permitida a instalação de recipiente com líquido ou gás inflamável no 
interior da loja. 
13. DETECTOR DE VAZAMENTO DE GÁS 
Instalar solenoide na entrada de gás da loja, interligando a um sensor de alarme de 
vazamento posicionado junto aos pontos de consumo da cozinha e exaustão mecânica 
da própria loja conforme detalhes abaixo. 
O LOJISTA deverá providenciar instalação de detectores de gás próximos aos 
registros dos equipamentos, medidores e entrada da rede. 
O circuito dos sensores deverá ser interligado com a válvula solenoide e central de 
alarme. 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 44 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 45 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
14. PROJETO DE COMBATE E PREVENÇÃO À 
INCÊNDIO 
Oprojeto de prevenção e combate a incêndio deverá conter: 
 Plantas e cortes devidamente cotados, com distâncias e diâmetros do percurso 
da rede e pontos de sprinklers, extintores, hidrantes e detectores; 
 Detalhamento de suportes de fixação das tubulações, defletores e outros; 
 Especificação dos materiais e legenda específica (em memorial ou planta); 
 Perspectiva isométrica esquemática; 
 Legenda e memória de cálculo; 
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA) do autor do projeto. 
NORMAS APLICÁVEIS 
Norma do Corpo de Bombeiros do estado em que o SHOPPING está inserido; 
NBR 10897:2020 – Sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos — 
requisitos; 
NBR 13714:2000 – Sistemas de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio; 
NBR 12693:2021 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio; 
NBR 16820:2020 – Sistemas de sinalização de emergência – projeto, requisitos e 
métodos de ensaio 
NBR 10898:2013 – Sistemas de iluminação de emergência; 
NBR 17240:2010 – Sistema de detecção e alarme de incêndio; 
Decretos do Corpo de Bombeiro; 
NFPA (National Fire Protection Association). 
14.1. INSTALAÇÕES DE SPRINKLERS 
O projeto e execução da rede de sprinklers no interior da Loja são de 
responsabilidade do LOJISTA e deverá ser elaborado de acordo com as normas já 
mencionadas, onde a edificação enquadrou-se no risco ordinário, e submetido à 
aprovação pelo SHOPPING e Corpo de Bombeiros do estado que o SHOPPING está 
inserido, antes da sua execução. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 46 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
As LOJAS deverão providenciar suas proteções através da utilização ou emprego de 
extintores, sprinklers (chuveiros automáticos), hidrantes (quando necessário) e 
detecção. 
A rede de alimentação do SHOPPING se limita à entrada da Loja, onde está prevista 
uma válvula para a interligação com o sistema da mesma. 
O SHOPPING garantirá a pressão e a vazão necessárias ao funcionamento de todo 
sistema. Caso a válvula de entrega da loja não seja suficiente para suprir a necessidade, 
o LOJISTA deverá apresentar projeto para aprovação, e após a sua aprovação, ficará a 
cargo do lojista providenciar a troca e demais custos relacionados a este. 
Os tubos deverão ser obrigatoriamente em aço carbono sem costura, preto ou 
galvanizado, rosqueados para diâmetros até 2" e soldados para diâmetros superiores. 
As roscas deverão ser do tipo bsp (25 kg/cm²). Não será admitida luva para emenda 
das tubulações. 
As conexões deverão ser em ferro maleável classe 10 para diâmetros até 2" e em 
aço carbono soldável para diâmetros superiores. 
Toda a rede deverá ser pintada com fundo anticorrosivo (zarcão) e com 2 demãos 
de tinta esmalte vermelho, conforme normas. Quando a loja não possuir forro, e desejar 
utilizar as instalações aparentes, a tubulação de combate à incêndio, poderá ser pintada 
da cor desejada, desde que a cada 2m haja marcação na cor vermelha identificando a 
tubulação. 
As tubulações deverão ser executadas com fio de cânhamo e zarcão e ou sisal. Para 
os bicos será aceito fita teflon ou veda junta. Fica vedada a utilização de araldite. 
A rede deverá ser fixada com braçadeira do tipo gota com vergalhão rosqueado de 
3/8” galvanizado e chumbador 3/8" tipo cone jaqueta, não sendo aceito suportes 
flexíveis. 
Os suportes deverão ser instalados entre cada conexão da rede e no máximo a cada 
2,00 m. 
Deverá ser utilizado sprinklers (chuveiros automáticos) com diâmetro de 1/2", do 
tipo "pendente" ou "up-right", nas áreas sem forro e com canopla nas áreas de forro 
falso. Nas áreas de mezanino, estoque e casa de máquinas deverá ser utilizada 
obrigatoriamente proteção do tipo gaiola em todos os bicos de sprinkler. 
Os modelos deverão ser aprovados pela ABNT, obedecendo as seguintes 
temperaturas de acionamento: 
• De 68°C (bulbo vermelho) para a área de loja, mezaninos e vitrine; 
• De 93°C (bulbo verde) / De 79°C (bulbo amarelo) para área de cozinha; 
• De 144°C (bulbo azul) para interior de dutos e dispositivos do sistema de 
exaustão da cozinha profissional. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 47 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 
Deverá ser previsto um ponto de sprinkler de 93°C (bulbo verde) / de 79°C (bulbo 
amarelo) sobre os exaustores do sistema de exaustão da cozinha. 
Cada bico atenderá a uma área máxima de 12m², com espaçamento limites de 
4x3m, devendo haver um ponto para cada compartimento fechado, independente da 
área, tais como: provadores, vitrines fechadas, depósitos, casa de máquinas, vão das 
escadas, quando a fachada for recuada, no hall de entrada da loja. 
Para LOJAS com entreforro igual ou maior a 80cm de altura, deverá ser previsto 
bicos de sprinkler no mesmo. 
Deverá ser observado as seguintes distâncias para a atuação dos pontos de 
sprinkler: 
• Máxima entre dois pontos: 4,60m 
• Mínima entre dois pontos: 1,80m 
• Máxima da parede: 2,30m 
• Mínima da parede: 0,60m 
• Máxima do ponto à laje do teto: 0,30m 
 
A rede de sprinkler, antes do interligamento ao ponto do SHOPPING deverá ser 
testada com duas vezes a pressão de trabalho por 2 horas. O teste deverá ser 
comunicado previamente ao SHOPPING e só terá validade quando a BRIGADA do 
SHOPPING liberar o início. O teste deverá ser realizado por bomba independente 
interligada no freno da loja. A pressão a ser utilizada é de 14 BAR. 
Deverá ser previsto um ponto para dreno da rede de sprinklers da Loja. Este ponto 
deverá coincidir com a cota mais baixa da rede. Neste ponto deverá ser instalado um 
registro esfera. No fim de linha do dreno da rede de sprinklers da Loja deverá ser 
instalado um manômetro para aferição da pressão da rede. 
14.2. EXTINTORES 
Todas as LOJAS do SHOPPING deverão possuir, no mínimo, dois extintores a cada 
150m² de piso, de pó ABC (ABC-6kg), localizado preferencialmente junto ao quadro de 
força / área técnica. 
Nas LOJAS de alimentação, recomenda-se a proteção de cozinhas profissionais por 
extintores de incêndio que utilizem agentes supressores, que produzam reação química 
de saponificação, com o objetivo de resfriar a gordura ou óleo vegetal comestível. 
Os extintores deverão ter a marca de conformidade ABNT/INMETRO e constar nos 
projetos, sendo localizados em local de fácil acesso e devidamente sinalizados conforme 
as normas do Corpo de Bombeiros do estado que o SHOPPING está inserido. 
 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 48 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
14.3. HIDRANTES 
Nas LOJAS com as indicações de entrada de hidrantes (casos especiais), o sistema 
de hidrante próprio será interligado a rede de abastecimento de hidrantes do 
SHOPPING. Os hidrantes serão simples (classificação tipo 3 de acordo com o código do 
Corpo de Bombeiros do estado em que o SHOPPING está inserido) e cada caixa deverá 
conter 1 registro do tipo globo angular 45º; 1 adaptador com diâmetro 2½” RSF x engate 
rápido STORZ com diâmetro 1½”; 2 lances de mangueiras de incêndio tipo 2, 3 4 ou 5, fio 
sintético, com revestimento interno de borracha, diâmetro de 1½” , comprimento de 
15m com união de engate rápido STORZ e diâmetro de 1½”; 1 esguicho do tipo avulso 
com diâmetro de 1½” e 1 chave de mangueira. 
Para tanto, nestas LOJAS, está previsto um ponto de interligação no limite da Loja, 
onde a rede interna, a ser executada pelo LOJISTA, deverá ser conectada. 
Caso a válvula de entrega da loja não seja suficiente para suprir a necessidade, o 
LOJISTA deverá apresentar projeto para aprovação, e após a sua aprovação, ficará a 
cargo do lojista providenciar a troca e demais custos relacionados a este. 
14.4. DETECÇÃO E ALARME 
O LOJISTA deverá providenciar a instalação do sistema de detecção a partir do 
módulo de detecção e alarme de incêndio e de acordo com as normas vigentes, 
conforme especificações abaixo: 
LOJAS comcentral de incêndio interna – própria: 
• Todas as LOJAS. 
• A interligação do sistema entre a Loja e o SHOPPING será de responsabilidade 
do SHOPPING. Para isso, a loja deverá deixar 2m do contato seco para fora da 
Loja (no MALL). 
 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 49 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 
NOTA: VISANDO A PERFEITA COMPATIBILIDADE TÉCNICA COM O SISTEMA GERAL DO 
SHOPPING, APRESENTAMOS ABAIXO A DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS 
RECOMENDADOS: 
1 – Detector pontual de fumaça, tipo óptico, convencional – Cod.: FDO-181C (Siemens); 
2 – Detector pontual de temperatura, convencional – Cod.: FDT-181C (Siemens); 
3 – Base de montagem para detectores série “FD” – Cod.: FDB-181C (Siemens); 
4 – Central / Fonte convencional para Loja: 
✓ Até 6 dispositivos: modelo CAC0624K 
✓ Acima de 6 dispositivos: modelo CAC4800K 
15. PROJETO DE AR CONDICIONADO 
O projeto de ar condicionado deverá conter: 
 
 Planta baixa das instalações de ar condicionado em toda a loja (dutos de insuflamento, 
tomada e duto de ar exterior e retorno); 
 Encaminhamento e diâmetro das tubulações de água gelada até o ponto 
disponibilizado pelo SHOPPING; 
 Legenda e memória de cálculo de carga térmica; 
 Cortes (no mínimo), um transversal e outro longitudinal; 
 Detalhes de fixação, conexões hidráulicas, isolamento de dutos e outros 
necessários a melhor compreensão do projeto; 
 Esquemas elétricos de ligação do quadro de comando ao quadro de distribuição 
geral; 
 Esquema hidráulico; 
 Especificações técnicas e seleção dos equipamentos; (RECOMENDAMOS A 
COMPRA DO EQUIPAMENTO SOMENTE APÓS A APROVAÇÃO DO MESMO PELO 
SHOPPING) 
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA) do autor do projeto. 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 50 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Deverão ser obedecidas as normas constantes da NBR-16401:2008 (parte 1, 2 e 3) 
e, em casos omissos, a da ASHRAE (American Society of Heating Refrigeration and Air 
Conditioning Engineers). 
Todos os materiais e equipamentos deverão ainda estar de acordo com as normas 
locais de proteção contra incêndio. Os materiais a serem utilizados na confecção dos 
sistemas deverão ser preferencialmente do tipo não combustível ou auto-extinguível. 
O LOJISTA deverá providenciar, junto ao instalador da loja, todo o balanceamento 
do(s) sistema(s) que atende(m) a loja (ar condicionado, exaustão, etc.), de modo a 
garantir a operação do(s) mesmo(s) dentro dos parâmetros previstos em projeto. O 
balanceamento deverá ser executado no prazo definido pelo SHOPPING, sendo o 
resultado apresentado nos formulários padronizados. 
Prever infraestrutura para Automação do ar condicionado para futura interligação 
com o SHOPPING. 
Caso a válvula de entrega da loja não seja suficiente para suprir a necessidade, o 
LOJISTA deverá apresentar projeto para aprovação, e após a sua aprovação, ficará a 
cargo do lojista providenciar a troca e demais custos relacionados a este. 
É obrigatória a instalação de uma válvula balanceadora na entrada de água gelada 
da loja, com a especificação de acordo com o projeto. 
15.1. Condições de Projeto 
Condições Simultâneas de Temperatura e Umidade: 
Internas: .....................TBS 23ºC/50%UR; 
Externas: .....................TBS 33,5ºC/TBU 26,0º. 
15.2. Considerações Adicionais 
Não deverão ser previstos vãos permanentemente abertos para o exterior ou para 
ambientes não condicionados, sendo qualquer porta ou vão considerado fechado (o 
MALL do SHOPPING é condicionado). 
Deverá ser considerada a carga elétrica (iluminação, equipamentos etc.) prevista no 
projeto de iluminação e distribuição elétrica da loja, devendo este também estar de 
acordo com a disponibilidade de carga prevista pelo SHOPPING. 
15.3. SISTEMA DE AR CONDICIONADO 
15.3.1. Características Gerais 
Os sistemas de ar condicionado das LOJAS satélites serão dotados de unidades 
condicionadoras tipo fancoil, que serão alimentadas através do sistema de água gelada 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 51 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
do SHOPPING. As LOJAS âncoras desenvolverão sistemas próprios e independentes de ar 
condicionado. 
O sistema do SHOPPING será de água gelada, trabalhando com um diferencial de 
temperatura de 20 ºF (10 ºC), com água entrando na serpentina do condicionador de ar 
a 45 ºF (7,2 ºC). 
Com este diferencial de temperatura, a taxa de vazão de água gelada será igual a 
1,20 GPM/TR. 
Obrigatoriamente deverá ser instalado sistema de controle de temperatura 
ambiente. Todo o sistema de ar condicionado será fornecido e instalado pelo LOJISTA. 
Caso a válvula de entrega da loja não seja suficiente para suprir a necessidade, o 
LOJISTA deverá apresentar projeto para aprovação, e após a sua aprovação, ficará a 
cargo do lojista providenciar a troca e demais custos relacionados a este. 
15.3.2. Componentes Básicos do Sistema 
O sistema será composto basicamente pelos seguintes elementos: 
CONDICIONADORES DE AR: Deverão ser com serpentina de 8 (oito) filas (rows), inclusive 
com quadro elétrico – Conforme anexo 14 deste Caderno Técnico. 
 
• Deve ser confeccionado com gabinete em chapa de aço galvanizada e pintura 
com tratamento anticorrosivo e acabamento em primer e esmalte sintético de 
alta resistência, aplicadas pelo processo eletrostático, num mínimo de duas 
demãos de cada. 
• Possuir um ou dois ventiladores centrífugos de dupla aspiração. Possuir 
serpentina para circulação de água gelada de no mínimo 8 (oito) filas (rows), 
dimensionada para condições extremas de operação. 
• O LOJISTA deverá apresentar folha de seleção da serpentina emitida por 
software do fabricante do fancoil. Possuir filtros de ar, descartáveis, classe G4, 
instalados conforme instruções do fabricante. 
• Se o equipamento não estiver instalado em local estanque deverá ser previsto a 
instalação de caixa de mistura equipada com dampers para interligação dos 
dutos de retorno e de ar externo. 
 
BANDEJA COLETORA DE CONDENSADO: Em chapa de aço galvanizado #18, tratada 
contra corrosão, localizada abaixo do condicionador em toda a sua extensão e sob o 
fechamento hidráulico e tubo de drenagem com sifão (para o condicionador e a 
bandeja), indo até o ponto de dreno previsto para a loja (diâmetro mínimo de ¾’). 
Deverão ser dois drenos separados: um para a bandeja (40mm) e outro para o fancoil. 
 
FECHAMENTO HIDRÁULICO: 
• Um registro de gaveta de haste ascendente, ou esfera na tubulação de retorno e 
um na tubulação de alimentação para bloqueio e manutenção do 
condicionador; 
• Uma válvula de 2 vias elétrica proporcional, normalmente fechada, localizada na 
tubulação de alimentação para controle; 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 52 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
• Um filtro Y localizado antes da válvula de 2 vias. 
• Um registro de esfera ou gaveta com diâmetro igual a ½’’ ou maior, localizado 
no ponto inferior de entrada e saída da tubulação para drenagem do 
condicionador; 
• Pontos de inserção de termômetro e manômetro, na tubulação de alimentação 
e retorno; 
• Ligação final da tubulação de alimentação e retorno ao condicionador realizada 
através de uniões para diâmetros até 2” (inclusive) e flanges para diâmetros 
igual ou maiores que 2 1/2”. 
Todos esses acessórios devem ser instalados junto ao condicionador, sobre a bandeja 
de coleta de condensado. 
 
DRENO 
• Todas as LOJAS possuem um ponto de dreno de ar condicionado. Não será 
permitido o despejo de qualquer tipo de esgoto (primário ou secundário) neste 
dreno, mas somente o dreno de água de condensação do ar condicionado. 
• O LOJISTA deverá prever a interligação sifonada do dreno da bandeja da água de 
condensação das válvulas de controle e da bandeja da água de condensação do 
fancoil ao ponto de dreno de ar condicionado fornecido pelo SHOPPINGno 
interior da loja 
 
TUBULAÇÃO SCH 40, SEM COSTURA: 
• Registros e conexões especificados para trabalhos sob pressão de 150 PSI. 
• Para diâmetros até 2" (inclusive) deverão ser galvanizados e com conexões 
rosqueadas. 
• Acima de 2" deverão ser em tubos de aço preto com conexões soldadas. Para 
suportação da tubulação, ver detalhe em anexo. 
 
ISOLAMENTO DA TUBULAÇÃO DE ÁGUA GELADA: 
• Deverão ser isoladas com calhas de poliuretano expandido de 1,5’ de espessura, 
auto extinguível; véu de vidro e pintura externa de barreira de vapor a base de 
emulsão asfáltica. 
• Como proteção mecânica, deverá ser usado alumínio corrugado de 0,15mm de 
espessura. Outra opção é a espuma elastomérica sintética de cor preta com 
estrutura celular fechada e com elevado fator de resistência à difusão de vapor 
d´água (m=7000), condutibilidade térmica a 0°C de 0,035W/(m°k) e 
comportamento ao fogo M1 de fabricação Armstrong tipo “ Class 1” da linha 
AF/Armaflex com espessura nominal de ¾” de polegada (referência “ M “ Class 1 
Armaflex). 
 
DUTOS DE DISTRIBUIÇÃO DE AR: 
• Em chapa de aço galvanizada, isolados termicamente com lã de vidro de 25 mm 
de espessura e com proteção externa de filme de alumínio já aderido à manta 
de lã de vidro, ou MPU (NÃO DEVERÁ SER EMPREGADO ISOPOR). 
• A suportação dos dutos deverá ser feita com barra chata tratada contra corrosão 
ou perfilado. 
 
ELEMENTOS DE DIFUSÃO: 
• Difusores ou grelhas providos de registros para balanceamento. 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 53 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
15.3.3. Portaria 3523/98 do MINISTÉRIO DA SAÚDE: 
Deverá ser apresentado um plano de manutenção, operação e controle (PMOC) 
para instalações acima de 5TR. 
De acordo com a Lei nº 13.589, de 4 de janeiro de 2018 da Presidência da 
República, “Todos os edifícios de uso público e coletivo que possuem ambientes de ar 
interior climatizado artificialmente devem dispor de um Plano de Manutenção, 
Operação e Controle – PMOC dos respectivos sistemas de climatização, visando à 
eliminação ou minimização de riscos potenciais à saúde dos ocupantes”. 
O PMOC do sistema de ar condicionado deve ser mantido na loja e estar à 
disposição do SHOPPING a qualquer momento. 
A inauguração da loja está vinculada à entrega do PMOC. 
15.3.4 Ar exterior: 
• Dutos em chapa de aço galvanizado isolados termicamente quando transitarem 
em áreas climatizadas; 
• Elementos de distribuição de ar provido de registros para balanceamento; 
• Intertravamento elétrico com o sistema de exaustão correspondente, de forma 
a evitar-se a injeção de ar sem a devida extração do mesmo, quando aplicável; 
• Filtros de ar com classe mínima de filtragem de acordo com a Tabela 5 da norma 
da ABNT NBR 16401-3; 
 
 
Observação: É admitido a utilização de filtro classe G3 em sistemas isolados com 
unidades inferiores a 10kW e para equipamentos de pequeno porte (fancoletes, splits e 
multi-splits), desde que o ar externo seja provido de filtragem das classes estipuladas na 
tabela evidenciada anteriormente. 
 
Observações Gerais 
De acordo com a Resolução – RE nº 9 da ANVISA a “Taxa de Renovação do Ar 
adequada de ambientes climatizados será, no mínimo, de 27 m3/hora/pessoa, exceto no 
caso específico de ambientes com alta rotatividade de pessoas. Nestes casos a Taxa de 
Renovação do Ar mínima será de 17 m3/hora/pessoa”. 
 
Normas 
Devem ser obedecidas as normas da ABNT NBR- 16401 e, em casos omissos, as 
normas da American Society of Heating , Refrigerating and Air Conditioning Engineers 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 54 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
(ASHRAE), bem como, Portaria nº 3.523 GM/MS de 28 de agosto de 1998 do Ministério 
da Saúde e Resolução nº 9, de 16 de janeiro de 2003, da Agência Nacional de Vigilância 
Sanitária - ANVISA. 
Captação de Ar Exterior 
É fornecido pelo SHOPPING um ponto de tomada de ar exterior, no limite das 
LOJAS. Eventualmente poderão existir mais de um ponto de tomada de ar exterior, 
cabendo ao LOJISTA interligá-los de forma a obter a vazão necessária ao seu projeto de 
ar condicionado. 
Para as LOJAS de alimentação e restaurantes o LOJISTA deverá captar ar exterior 
diretamente no meio externo mediante conexão com o sistema previamente 
disponibilizado pelo SHOPPING ou, em situações onde esse sistema não exista 
previamente deverá estudar em conjunto com o SHOPPING a melhor solução técnica, 
ficando certo desde já que a responsabilidade de instalação do novo sistema será do 
LOJISTA. A estanqueidade em torno do duto a ser instalado pelo LOJISTA é de 
responsabilidade do mesmo. 
 
Reforma de LOJAS 
Em caso de reforma da loja, na qual não se altere o sistema de ar condicionado, 
deve ser apresentado laudo técnico, acompanhado de ART (Anotação de 
Responsabilidade Técnica), onde deverá ser especificado a potência instalada, vida útil 
do equipamento, bem como, possíveis vícios e danos que a máquina possa apresentar 
para a avaliação do Comitê Técnico do SHOPPING. 
O LOJISTA deve contratar empresa especializada para fazer a manutenção do 
fancoil existente, caso o equipamento tenha 10 anos ou mais de instalação a 
permanência do mesmo deverá ser aprovada e analisada pelo SHOPPING. 
 
16. PROJETO DE EXAUSTÃO E VENTILAÇÃO 
MECÂNICA 
O projeto de exaustão deverá conter: 
 Posicionamento adequado para o equipamento despoluidor e demais 
equipamentos, com acesso fácil para manutenção e eventual remoção. 
 Posicionamento e dimensões das coifas. 
 Posicionamento dos dampers corta-fogo e na saída da loja, devendo este 
damper ser de acionamento automático e manual por plug fusível, este damper 
deverá ser fechado ao ser acionado o sistema de extinção de incêndio. 
 Rede de dutos com corte indicando o caminhamento até sua descarga através 
do shaft e localização das portas de inspeção a cada 1,50m; 
 Detalhes da descarga do duto de exaustão no meio externo. Posicionamento do 
comando externo para sinalização e desligamento do sistema de exaustão 
mecânica. 
 Indicação de ralo de gordura próximo ao filtro eletrostático. 
 Localização dos painéis de força. 
Highlight
Highlight
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 55 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 Esquema elétrico para intertravamento com o sistema de injeção de ar exterior 
correspondente, de forma a evitar-se a extração de ar sem a devida injeção do 
mesmo. 
 Especificações técnicas e seleção dos equipamentos; 
 ART (Anotação de Responsabilidade Técnica - CREA) do autor do projeto. 
(RECOMENDAMOS A COMPRA DO EQUIPAMENTO SOMENTE APÓS A 
APROVAÇÃO DO MESMO PELO SHOPPING). 
Notas: 
Os sistemas de exaustão devem ser classificados quanto ao equipamento de cocção 
utilizado, conforme NBR 14518:2020, onde podem ser classificados como leve, 
moderados, severos e combustível sólido (Conforme tabela 5) e de acordo com essa 
classificação deve ser instalado o sistema de exaustão apropriado (Conforme tabela 6). 
Abaixo, os elementos do sistema de exaustão e ventilação mecânica e suas 
especificações de instalação: 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 56 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 
 
Portas de Inspeção 
 
Devem ser instaladas a cada 1,5m e preferencialmente perto dos acidentes como 
curvas e subida de prumadas, devem medir 0,30 x 0,60 m e caso os dutos sejam 
menores adaptar para o mais próximo da medida original. Devem ser instaladas fora do 
fluxo com colarinho de 0,10cm soldados no duto e flangeados na outra ponta. As portas 
devem ser fixadas com parafusos e porcas do tipo volante. - NBR 14518 Item-5.2.3.1 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 57 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 
 
16.1. DUTOS DE EXAUSTÃO DE COIFAS 
Para Exaustão com particulados de Gordura 
 
Os dutos deverão ser em chapa de aço preta,bitola #16 - NBR 14518 5.2.2.1, sendo 
sua execução totalmente soldada. Deverão ser previstas, para os dutos horizontais, 
portas de visita para limpeza a cada 1.50m flangeadas e aparafusadas. Para os dutos 
verticais, deverão ser deixados pontos de dreno na parte inferior da prumada. 
Deverão ser termicamente isolados com duas camadas sobrepostas de manta de 
fibra cerâmica com 38mm de espessura cada e de 128 kg/m³ de densidade, referência 
KAWOOL da Morganite ou CER-WOOL da Premier ou de manta Fiberfrax Durablancket 
com 1" de espessura cada e de 128 Kg/m³ de densidade da Carborundum ou de manta 
agulhada de lã de basalto de 40 mm de espessura cada e 130Kg/m³ de densidade da 
Termolana, revestidas com filme de alumínio. Os dutos em área de cozinha/preparo ou 
que passarem por áreas fora da loja, deverão possuir rechapeamento em chapa de aço 
galvanizada, bitola 24, sobre isolamento térmico para proteção mecânica do mesmo. 
Nos dutos de saída de cada coifa, deverão ser instalados "dampers" corta-fogo de 
acionamento automático e manual. 
 
 Para exaustão sem geração de gordura 
 
Nos sistemas que atendam exclusivamente a equipamentos que liberem somente 
calor e/ou vapor d’água será permitida a utilização de dutos de chapa de aço 
galvanizada, nas espessuras previstas na NBR 16401 da ABNT, com juntas flangeadas ou 
com chavetas do mesmo material do duto. 
As coifas serão em chapa de aço inoxidável, soldadas, bitola #20 no mínimo. 
Deverão ser providas de filtros inerciais, também em aço inoxidável, com espessura 
mínima de 25mm e ponto de drenagem nas duas extremidades com tampo. Se as coifas 
atenderem a equipamentos que liberem exclusivamente calor e/ou vapor d’água, será 
permitida a utilização de chapa de aço galvanizada, com espessura mínima de 0,90mm, 
na sua construção e terão a isenção de filtros inerciais. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 58 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
O isolamento térmico terá 2" de espessura em manta de lã de vidro com filme 
aderido. Em áreas de cozinha/preparo, deverão possuir recapeamento em chapa de aço 
galvanizada, bitola 24, sobre o isolamento. 
Para exaustão sem particulados de gordura, ficam dispensados a instalação de 
precipitador eletrostático, damper corta-fogo e sistema de extinção de incêndio. 
 
Dutos fornos a lenha com braseiro 
 
Todos os dutos de exaustão, desde o ponto de conexão às coifas, até o ponto de 
descarga, deverão ser executados em chapa de aço preta com espessura mínima de 
1,50mm, ou chapa de aço inoxidável com espessura mínima de 1,25mm, ou concreto, 
fibrocimento e alvenaria revestidos com tijolo refratário internamente. No caso em que 
dutos metálicos atravessem áreas condominiais, estes deverão ser termicamente 
isolados com material incombustível específico para altas temperaturas (oitocentos 
graus Celsius). 
Nos sistemas que atendam equipamentos que utilizam combustíveis sólidos (carvão 
ou lenha) como fonte térmica, os dutos não poderão ser de chapa galvanizada. 
No caso de braseiros e fornos a lenha é obrigatório o emprego de eliminadores de 
gordura. 
Nas cozinhas que utilizam equipamentos de cocção que funcionam com 
combustíveis sólidos (carvão ou lenha) como fonte térmica, em qualquer tipo de 
economia, será obrigatório o dispositivo exigido neste artigo. 
 
NOTAS: 
Os demais itens apontados anteriormente para a fabricação e/ou instalação de 
todos os equipamentos, tais como coifa, duto, damper, exaustor e todos os itens 
necessários para um sistema de exaustão, também serão obrigatórios para este sistema, 
entretanto, de forma individual, ou seja: 
O sistema que atenda a liberação de “LENHA, CARVÃO OU BRASEIRO” requer uma 
instalação única e independente de todos os demais sistemas existentes, para a sua 
aprovação e o seu bom funcionamento. 
16.2 ELEMENTO DESPOLUIDOR 
 
O elemento despoluidor adotado pelo SHOPPING deverá ser do tipo coifa auto 
lavadora de ar silencioso, localizado entre as coifas e o ventilador de exaustão. Os 
lavadores de ar deverão ter eficiência mínima de 90%, conforme especificações abaixo: 
• Câmara de condensação contínua dos vapores integrada à coifa; 
• Drenagem automática dos condensadores, aproveitando a imiscibilidade e baixa 
densidade das substâncias graxas evaporadas proveniente da cocção; 
• Dosagem automática de detergente; 
• Lavagem contínua da câmara de condensação e tubulação da água de 
recirculação; 
• Drenagem automática da água de recirculação, com limpeza da tubulação de 
esgoto. 
Como alternativa à coifa lavadora podem usados filtros eletrostáticos ou lavador de 
gases. 
Obs.: A instalação de filtro de carvão ativado não poderá ser substituta do 
elemento despoluidor sendo permitido apenas como um complemento do sistema. 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 59 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO: Deverão ser previstos intertravamento elétrico entre os 
diversos equipamentos do sistema de exaustão da loja de modo que: 
Ocorra o desligamento da exaustão e da ventilação caso o sistema de extinção de 
incêndio seja ativado. 
• Os dampers corta-fogo sejam fechados caso o sistema de extinção de incêndio 
seja ativado. 
• O ventilador para captação de ar exterior, elemento despoluidor e ventilador de 
exaustão só operem simultaneamente. 
• Toda a instalação seja desligada caso o elemento despoluidor seja desativado 
por falha. 
Obs: O sistema de extinção de incêndio e damper corta-fogo, deverão ainda possuir 
dispositivos que permitam sua operação de forma totalmente manual, sem necessidade 
de energia elétrica ou outra fonte de energia para acionamento destes dispositivos de 
segurança (fechamento do damper e abertura da válvula de injeção de CO2 / 
Saponificante). 
Nota: O LOJISTA deverá providenciar junto ao instalador da loja, todo o balanceamento 
dos sistemas que atendem a loja (ar condicionado e exaustão mecânica), de modo a 
garantir a operação dos mesmos dentro dos parâmetros previstos em projeto. 
Dampers Corta – Fogo 
Deverão ser do tipo elétrico com acionamento por bobina solenoide e deverá ter a 
possibilidade do seu acionamento ser de forma mecânica / manual. 
Não será aceito damper do tipo plug fusível exceto para exaustão de retirada de calor 
(sem particulados de gordura). 
Deverá ser considerado no projeto: 
 
• Previsão de vazão de ar, nunca inferior a 60 renovações horárias do volume da 
cozinha, exceto quando previsto climatização na cozinha; 
• Ponto de drenagem na parte inferior dos dutos verticais; 
• A velocidade mínima do ar deverá ser de 10 m/s, de modo a permitir o arraste 
de gordura no fluxo do ar. 
• As velocidades máximas deverão ser compatíveis com o nível de ruído e perda 
de pressão razoável. Recomenda-se a velocidade máxima de 12,5 m/s. 
• Todos os sistemas de exaustão deverão ser providos de injeção de ar exterior, 
para a reposição do ar exaurido, através da instalação do ventilador de 
insuflamento com a devida filtragem do ar (mínima G-4). 
• Não deverá ser feita a tomada de ar para os sistemas de exaustão de coifas. 
Cozinhas, depósitos, etc., utilizando-se o ar do MALL, ou o ar condicionado da 
própria loja, evitando-se com esta medida, o aumento do consumo de energia 
do conjunto. 
• Admite-se, para efeito de controle de odores, que o sistema de exaustão tome 
uma parcela de ar proveniente de ambientes condicionados, para manter as 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 60 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
áreas ventiladas em ligeira depressão, em relação aos mesmos (valor menor ou 
igual ao ar exterior do fancoil) 
• O locatário deverá complementar a instalação (dutos, grelhas) de tal maneira 
que a loja permaneça com pressão negativa em relação ao MALL. 
• Posicionamento adequado para o elemento filtrante e demais equipamentos, 
com acesso fácil para manutenção e eventualremoção. 
• Indicação de ralo de gordura próximo ao elemento despoluidor. 
• Localização dos painéis de força, tensão 220V ou 380V trifásico, 60 Hz. 
• Esquema elétrico para intertravamento com o sistema de injeção de ar exterior 
correspondente, de forma a evitar-se a extração de ar sem a devida injeção do 
mesmo. 
• Memorial de cálculo e descritivo do projeto citando listagem de material assim 
como elementos de cocção ao qual o sistema atua. 
NOTAS: 
Os cálculos para as vazões das coifas deverão estar de acordo com as descrições do 
“Industrial Ventilation” (seção 5, pág. 108 e 109) e NBR 14518:2020 da ABNT. 
 
16.3.3 SISTEMA DE EXAUSTÃO DE SANITÁRIOS E DEPÓSITOS: 
Normas: Deve ser obedecida a norma da ABNT, e, em casos omissos, as normas 
internacionais da ASHRAE. 
Cálculo: Deverá ser considerado o mínimo de 15renovações por hora para sanitários 
e 6renovações por para depósitos. 
 
Dutos: 
• Os dutos para exaustão e insuflamento de sanitários devem ser executados com 
chapa galvanizada, e isolados com lã de vidro caso passem por áreas 
condicionadas. 
Exaustores: 
• Ventilador(es) Centrífugo, de simples aspiração, com rotor de pás curvadas, 
inclinadas para frente, para o sistema de exaustão com visita de acesso à voluta 
para limpeza e manutenção. 
• Todo equipamento dotado de motores e/ou partes móveis, deverá ser equipado 
com sistema que evite a transmissão de vibrações para a estrutura do 
SHOPPING, especialmente os ventiladores. 
 
Intertravamento Elétrico: Os motores dos ventiladores dos sistemas de ventilação 
mecânica e do condicionador de ar deverão ser intertravados eletricamente com o 
Sistema de Combate a Incêndio CO2- damper(s) corta-fogo. 
Quadro Elétrico de Ventilação Mecânica: O Quadro Elétrico de Ventilação Mecânica 
deverá ser dotado de disjuntor trifásico, chave magnética, relê de sobrecarga, relé de 
falta de fase, botoeiras liga/desliga tipo “push-bottom”. 
Insuflamento: As instalações de exaustão devem sempre prever o suprimento de 90% 
da vazão de ar exaurido com ar exterior filtrado. 
Reforma de LOJAS: Em caso de reforma da loja, na qual não se altere o sistema de 
exaustão, deve ser apresentado Parecer Técnico, acompanhado de ART, cujas 
recomendações deverão ser atendidas durante a reforma ou manutenção. 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 61 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
16.4 SISTEMA FIXO DE COMBATE A INCÊNDIO EM 
EXAUSTÃO DE COZINHA 
O sistema fixo de combate a incêndio deve proteger a coifa, a rede de dutos e caixa 
lavadora. 
O sistema deverá ser automático à base de CO2 e agente úmido saponificante, 
seguir a NFPA 12, NBR 14.518, NFPA 17A e UL-300. 
 
O sistema deve ser composto por: 
• Central de alarme; 
• Sensores de temperatura; 
• Bicos aspersores; 
• Válvula Solenoide; 
• Comando Elétrico; 
• Garrafa de armazenamento dos agentes de combate; 
• Alarme sonoro; 
• Botoeira de acionamento manual. 
 
Central de Alarme 
O sistema fixo de combate a incêndio deve ser controlado por uma central de 
automação com baterias (para que o sistema atue mesmo em falta de energia elétrica) e 
deve ter laços suficientes para: 
 
• Contato para as bobinas solenoides para o fechamento dos dampers do sistema; 
• Contato para a chave magnética para o desligamento do motor do exaustor e 
insuflamento; Monitoramento do detector de gás; 
• Contato para a válvula solenoide para o fechamento do gás de cozinha; 
• Monitoramento dos sensores de temperatura (dutos, coifa e caixa lavadora) 
com acionamento de alarme sonoro; 
• Acionamento dos comandos eletromecânico ou eletromagnético dos sistemas 
de CO2 e saponificante com os seus respectivos produtos armazenados; 
• Disponibilizar envio de um contato seco para a central de detecção do 
SHOPPING; 
• Diferenciar e acionar apenas o agente necessário, ou seja, se o sensor de 
temperatura localizado na coifa emitir contato para a central, apenas o sistema 
referente a coifa (saponificante) será acionado, da mesma forma será para os 
dutos e elemento despoluidor com o emprego do agente extintor CO2; 
Em caso de queda de energia, a alimentação deverá ser automaticamente 
transferida para uma fonte de alimentação de emergência, (carregador flutuador com 
sistema de bateria) com a energia normalizada, devem-se recarregar as baterias 
automaticamente. 
 
 
 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 62 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Sensores de Temperatura 
 
(Agente extintor CO2): Devem ser instalados ao longo dos dutos de 3 e 3 metros, e no 
elemento despoluidor e regulados acima do ponto fulgor da gordura ou acima da 
temperatura de operação do sistema de exaustão. 
 
(Agente extintor Saponácio): Devem ser instalados nos captores(coifa) ao qual o sistema 
proteger, onde o seu posicionamento deve seguir as dimensões da coifa e elementos de 
cocção ao qual a mesma atua. 
 
Instalação de botoeira para acionamento manual do sistema, localizada junto à coifa, 
além do disparo automático pelo sensor de fogo. 
 
A quantidade requerida de CO2 deve ser calculada considerando o volume necessário 
para inundação do precipitador eletrostático e dutos. 
 
O dimensionamento da tubulação deve ser feito com base na vazão requerida em casa 
difusor, dentro dos requisitos de pressão residual de projeto, de modo a evitar o 
congelamento de CO2 no interior dos tubos. 
 
Tubulações e Difusores 
 
(Agente extintor CO2): devem ser instalados difusores ao longo dos dutos, após o 
damper acima da coifa e no elemento despoluidor. 
 
A distribuição dos difusores deve ser através de tubulação aço carbono sem costura, 
preto ou galvanizado classe SCH 40 – ASTM A 53, com diâmetro mínimo de ½” e 
conexões classe 300; 
 
(Agente extintor Saponácio): Devem ser instalados difusores ao longo da coifa com a 
especificação para cada equipamento de cocção localizado abaixo do captor. 
 
Importante: É PROIBIDO A DISPERÇÃO DE GÁS CO2 NAS COIFAS. 
 
Nota: Os SHOPPINGs que já possuem dispersores de CO2 para área de coifas deverão 
substitui-los por elemento saponificante na reforma/ou obra da loja. Até que isto 
aconteça os funcionários das LOJAS deverão ser orientados quanto ao risco de 
sufocamento caso o sistema seja acionado. 
 
Válvula Solenoide 
• O sistema contra incêndio deve possuir uma válvula solenoide de corte de gás 
sendo localizada na parte externa da loja ou dentro caso a válvula seja instalada 
na entrada da tubulação de gás; 
• A válvula solenoide deve ser normalmente aberta; 
• A válvula solenoide deve ser acionada pela central do sistema de combate a 
incêndio seguindo os seguintes dispositivos: sensores dos dutos, elemento 
despoluidor, sensores das coifas e detector de gás natural ou GLP. 
 
Comando Elétrico (Válvula de Acionamento do Gás CO2) 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 63 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
• Deve possuir um dispositivo onde o mesmo possa acionar o sistema 
mecanicamente sem a necessidade de energia elétrica. 
• Deve ser instalado (Válvula + Cilindro) em local de fácil acesso e não deve ter sua 
passagem obstruída por qualquer tipo de objeto. 
 
Garrafa de Armazenamento dos Agentes de Combate 
• As garrafas devem possuir identificação de carga, recarga e reteste; 
• As garrafas devem ser fixadas na parede; 
As garrafas devem ser apropriadas ao gás que se destinam a armazenar; 
A garrafa de CO2 não deve ser instalada em local de difícil acesso devido ao 
acionamento mecânico do comando elétrico que fica acoplada a mesma. 
 
Alarme Sonoro 
 
Cada loja deve possuir um alarme que possua potência suficiente para cobrir toda a área 
da cozinha, se a loja possuir um mezanino onde o acesso é pela cozinha, depósito ou 
qualquer outro local onde o alarme sonoro não possa ser ouvido deve ser instalado um 
segundo alarme para cobrir o local. 
 
Botoeira de Acionamento Direto: A botoeira deveser localizada na cozinha em um local 
de fácil acesso preferencialmente próximo as coifas, porém, não junto ou na rota de 
fuga da cozinha. 
O sensor ou botoeira envia um sinal para a central; 
A central emite pulsos elétricos acionando os dampers, chave magnética (desligando o 
motor da exaustão + insuflamento), alarme sonoro, válvula solenoide do gás (fechando a 
passagem de gás) e emitindo um contato seco aberto o módulo de monitoramento de 
zona para contato com a central de alarme do SHOPPING; 
Depois de 30 segundos de alarme a central envia um contato seco para a central de 
alarme do SHOPPING e um pulso para o comando elétrico dispersando o agente extintor 
nos dutos / elemento despoluidor ou coifas ou ainda na coifa, dutos e elemento 
despoluidor dependendo da intensidade do sinistro; Em caso de vazamento de GÁS na 
loja(detectado pelo detector de gás), a Central de detecção e alarme do sistema, deverá 
soar o alarme, fechar a válvula solenoide do gás e enviar um aviso para o SHOPPING de 
vazamento de gás, através de um modulo codificador e endereços instalado na fachada 
da loja, com as respectivas conexões para interligação do sistema da loja com o 
SHOPPING, nesse caso o sistema não poderá disparar o acionamento do sistema 
(dispersão de CO2 ou Saponificante), fechar os dampers, desligar a exaustão / 
ventilação, ela deverá apenas fazer o fechamento da válvula solenoide da tubulação de 
gás. 
 
Segurança pessoal: Devem ser previstos meios para rápido abandono dos ambientes 
protegidos com sistema fixo de CO2. O ambiente deve conter placa com os seguintes 
dizeres: “Atenção! - Ambiente protegido com CO2. Ao alarme, abandone o recinto”. 
O sistema deve ser temporizado de modo há disparar 30 segundos após a detecção do 
incêndio pela central a fim de dar tempo necessário para dispersão das pessoas do local 
da cozinha antes da dispersão do gás CO2. 
Se o sensor de temperatura for acionado independente de sua localidade seja na coifa, 
dutos ou elemento despoluidor o sistema deve seguir o seguinte protocolo: 
 
• acionamento do alarme sonoro; 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 64 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
• envio do contato seco para a central de alarme do SHOPPING; 
• fechamento dos dampers; 
• desligamento dos motores da exaustão; 
• fechamento da válvula solenoide da tubulação de gás; 
• disparo do agente extintor da localidade do sensor; 
O elemento do agente extintor deve ser dispersado de acordo com a localização do 
sensor: (dutos/elemento despoluidor = CO2 / coifas = agente úmido saponificante); 
O tempo mínimo de retenção da concentração de CO2 nos equipamentos 
inundados deve ser de 60 segundos. O tempo máximo de descarga para atingir a 
concentração de projeto deve ser de 60 segundos; 
O dimensionamento do volume do cilindro de CO2 e das tubulações, 
respectivamente, deve ser feito com base conceito de inundação total conforme a NBR 
12.232 e na vazão requerida em cada difusor, dentro dos requisitos de pressão residual 
de projeto, de modo a evitar o congelamento de CO2 no interior dos tubos. 
O dimensionamento do volume do cilindro e das tubulações respectivamente, 
deverá seguir as recomendações do fabricante mediante a produtos “pré-
engenheirados” assim como a NFPA 17A e UL-300. 
O sistema deverá ser projetado e instalado por empresa especializada, devendo o 
projeto ser apresentado para avaliação do SHOPPING. 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 65 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
 
 
 
 
 
ANEXOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 66 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
ANEXO 01 
TERMO DE RECEBIMENTO DE LOJA 
 
 
Ao 
SDI – SHOPPING DA ILHA 
 
 
Eu_________________________________________________________, LOCATÁRIO/ 
REPRESENTANTE da Loja ________________________________Nº___________, venho 
pelo presente declarar a V.Sas. que estou de acordo com as condições de entrega da 
minha LOJA, após ter verificado “in loco” as medidas, posicionamento e pontos de 
instalações prediais da mesma, e obedecer às normas estabelecidas pelo SHOPPING DA 
ILHA para a instalação da LOJA, bem como as cláusulas contratuais. 
 
Atenciosamente, 
 
_________________________________________ 
Assinatura Locatário/ Representante 
Nome: 
 
Obs. 01: 
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________. 
 
São Luís - MA, ________ de ____________________ de 20______. 
 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 67 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
ANEXO 02 
CRONOGRAMA PADRÃO 
UTILIZAR PADRÃO DA LOJA/ CONSTRUTORA. 
ANEXO 03 
Esquema Básico do Tapume 
 
OBS: Material a ser utilizado: Eucatex. 
ANEXO 04 
Modelo Porta Galeria Técnica 
 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 68 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
ANEXO 05 
Esquema Controle da Automação de Ar Condicionado 
 
 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 69 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
ANEXO 06 
Desenho Esquemático de Ligação/ Instalações do Fancoil 
 
Parte 01 
 
 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 70 
CADERNO TÉCNICO 
R10 
Parte 02 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Av. Daniel de La Touche, n°987 
Cohama – São Luís - MA 
CEP 65.074-115 
 71 
CADERNO TÉCNICO 
R10

Mais conteúdos dessa disciplina