Prévia do material em texto
MANUAL TÉCNICO DO LOJISTA 2023 ELABORAÇÃO DE PROJETOS E EXECUÇÃO DE OBRAS REVISÃO 01 Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com Reunião in loco Reunião se faz Importante para verificação in loco de todas as instalações e sistemas que atendem a operação, além de entender os processos internos. Envio dos projetos para analise Após cadastro em sistema, basta enviar as documentações para analise via Intranet Mall e iniciar o processo de obra, enviado itens como seguro, cronograma, ART’s e projetos necessários. Assinatura do contrato Contato time de operações Analise dos projetos Arquitetura e complementares Todos os projetos devem ser enviados pelo sistema e os mesmos são analisados internamento e/ou por empresas terceiras. ARQUITETURA (SHOPPING) COMPLEMENTARES (RAMOSKA e FTR) Projetos aprovados Processo de cadastro no sistema Todos os projetos e documentações devem ser enviados e analisados via sistema, portanto solicitar ao time de atendimento os dados para acesso. (Usuário e senha). Liberação acesso dos prestadores Abrir OS via sistema intranet, conforme tutorial enviado em pasta técnica. (VERIFICAR DEMAIS RECOMENDAÇÕES DE OBRA NA PAGINA 04) Antes da abertura a equipe de operações fará uma vistoria dos itens e confirmará a abertura. Inauguração Time de operações aprova a Ordem de serviço Início das obras Verificar todas as informações para início, tais como EPI, horários, acessos, caçambas, vistorias, estacionamento..etc. (PAGINA 05 - 08) Vistorias Solicitar via e-mail as vistorias necessárias, tanto para fechamento do forro, quanto para a final. Para vistoria final a loja deve estar 100% pronta uma dia antes da inauguração, visando abrir sem pendencias. Com a vistoria aprovada, a inauguração é liberada. Logo após entrar em contato com a empresa do tapume para arcar com os custos e solicitar a remoção do mesmo. (INFO’S SOBRE O TAPUME PAGINA 05 E 06) Pronto tudo pronto para iniciar a operação! PASSO-A-PASSO PROCESSO DE OBRA FLUXOGRAMA Manual técnico do lojista O MAIS SHOPPING tem o prazer de tê-lo participando de seu Tenant-Mix. Para que nossa integração seja ainda mais perfeita, você está recebendo um conjunto de documentos de sua loja (em mídia digital) assim distribuídos: • MANUAL TÉCNICO (arquivo PDF). • PLANTA BAIXA DE SUA LOJA (arquivo AUTOCAD/dwg e PDF). • CARIMBO PADRÃO DO SHOPPING(arquivo AUTOCAD/dwg) Os dois arquivos deverão ser enviados para seu Arquiteto, Projetistas complementares e para o Profissional responsável pela execução da obra. Os projetistas utilizarão estes documentos como premissas de Projeto, sendo os mesmos considerados princípios básicos inalteráveis. PONTOS DE ATENÇÃO NA CONTRATAÇÃO DE PRESTADORES! Por norma e para sua segurança, os profissionais por você contratados devem ser obrigatoriamente habilitados no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) ou CAU (Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo) de seu estado (UF). Orientamos aos Srs. LOCATÁRIOS que solicitem aos Srs. Contratados a Carteira Profissional do CREA- UF ou CAU-UF no ato da assinatura de seu Contrato de Projeto ou Obra. A sua garantia diante de eventuais problemas de execução de projetos e obra é a existência de uma ART/RRT específica para o serviço contratado. Todo Projeto ou Obra deverá ser cadastrado no CREA-UF ou CAU-UF, através de uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica). Todas as ART’s / RRT’s devem ser claras quanto à descrição da responsabilidade, ou seja, deve ser especificado por quais serviços o arquiteto/engenheiro é responsável. APRESENTAÇÃO Manual técnico do lojista INDICE 01. Mini glossário e contatos administrativos Shopping 02 02. Condições básicas para inicio de obra 04 03. Responsabilidades do locador (Mediação, obra e tapume) 05 04. Condições gerais para entrega da LUC pela locadora 06 6.1 ARQ Arquitetura 09 6.2 EST Estrutura 19 6.3 ELE Instalações Elétricas e telefonia 21 6.4 HID Instalações Hidráulicas 30 6.5 PCI Combate à Incêndio 32 6.6 DET Detecção de fumaça 38 6.7 ARC Ar condicionado 40 6.8 EXA Sistema de exaustão (Lojas de alimentação) 44 6.9 CO2 CO2 e Saponificante 47 6.10 GÁS Instalação de gás (Praça de alimentação e Restaurantes) 48 00. PROCESSOS PRÉ OBRA 05. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA (LISTAGEM GERAL) 07. LIBERAÇÃO DOS PROJETOS DE ARQ. E COMPLEMENTARES 08. EXECUÇÃO DE OBRAS 8.1 Instruções gerais para execução de obras 50 8.2 Segurança do trabalho 53 8.3 Politica de utilização do estacionamento / vestiários e refeitórios 53 09. CONDIÇÕES PARA ABERTURA DA LOJA 9.1 Informações gerais (Vistorias e abertura) 54 06. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS (DISCIPLINAS) 10. ANEXOS 5.1 Documentações 07 5.2 Projetos 08 7.1 Informações gerais para liberação dos projetos 49 Manual técnico do lojista I 01 O MINI-GLOSSÁRIO que se poderá ler a seguir tem a proposta de familiarizar você, novo LOCATÁRIO, com os termos e conceitos do universo “Shopping Center”. 01. MINIGLOSSÁRIO ABC Área Bruta Comercial: Somatória da ABL + Salões comerciais de terceiros ABL Área Bruta Locável: Somatória da área em m² das lojas (Âncoras, satélites, salas, centro profissional, supermercados e depósitos) Não inclui área de quiosques / stands ou qualquer outro espaço em área comum. ÁREA ÚTIL Área livre da loja para execução da obra. ATC Área Total Construída MIX Plano de distribuição dos tipos de atividades por lojas pelo shopping, de modo a gerar uma convivência lucrativa para todos. MALL Espaço em Área Comum, passível de locação. SUC, LUC E EUC: São os espaços comerciais objetos do contrato entre Locadoras e Locatárias; SUC - Salão de Uso Comercial, LUC - Loja de Uso Comercial e EUC - Espaço de Uso Comercial. SHELL Trata-se do espaço comercial individual, delimitado em suas laterais e fundo por elementos divisores construídos em alvenaria ou drywall; na(s) sua(s) frente(s) por perfis verticais e horizontais, que demarcam limites loja/lojas, lojas/Mall etc.; acima pela laje superior de cobertura de sua loja ou cobertura de estrutura metálica; abaixo por sua laje de piso em nosso ou com contrapiso. LOCATÁRIA Pessoa jurídica que assume determinadas responsabilidades contratuais junto à Locadora. LOCADORA Conjunto empreendedor societário, proprietário e responsável pelo Shopping Center. INSTALADORA Subentende-se a empresa instaladora de qualquer sistema contratada pelo LOCATÁRIO para execução destes serviços. MEGALOJAS Operações que esgotam uma determinada linha de mercadoria, em grande escala, no que diz respeito à variedade de produtos e a especialização, usando grande superfície de loja. LOJAS LAZER Lojas que direcionam todas as suas atividades para o lazer e entretenimento. LOJAS SATÉLITES Lojas que não se enquadram nas categorias de Âncoras, Megalojas ou Lazer. MANUAL TÉCNICO Documento base para execução de Projetos e Obras de LOCATÁRIOS. Determina premissas/procedimentos e informa logística de execução de Projetos e Obras. MERCHANDISING Espaço em Área Comum locado para Divulgação de Marca e/ou Produto NOME FANTASIA Nome comercial usado pelos LOCATÁRIOS, não confundir com razão social da empresa PLANTA ESPECÍF. / PLANTA TÉCNICA: Planta Baixa e Cortes específicos de sua loja, contendo informações relevantes como medidas de largura e profundidade, área de vitrine, área de loja, pé-direito, possíveis interferências estruturais, localização da Loja no shopping e o piso, planta de localização do shopping, etc. PONTOS DE UTILIDADES Pontos de entrega de instalações do Shopping a LUC. Está disponível no limite da loja ou em área técnica, as alimentações de energia elétrica, telefonia, água e esgoto, sprinklers e hidrantes (casos de âncoras, mega lojas e determinadas satélites), água gelada (ar condicionado), ar externo, dreno, supervisão predial, detecção de gás e fumaça. ADM Administração do Shopping: constituída por profissionais preparados para administrar e geriro condomínio, utilizando-se das técnicas mais atuais de gerenciamento. DEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES: Equipe técnica formada por arquitetos, engenheiros e técnicos que promove a interface entre o LOCATÁRIO, sua obra e a Administração de seu Shopping. Orienta, estimula e fiscaliza o LOCATÁRIO e sua equipe, apoiando-os até o momento da inauguração de sua loja. Manual técnico do lojista I 02 01. CONTATOS ADMINISTRATIVOS Superintendente Rodrigo Moyses (11) 94786-4026 rmoyses@gazitbrasil.com Marketing Arnaldo Oliveira (11) 5546-3026 avieira@gazitbrasil.com Financeiro Guilherme Ghelfi (11) 94786-4027 gghelfi@gazitbrasil.com Operações Felipe Celestino – Gerente de Operações fcelestino@gazitbrasil.com (11) 94718-1538 Isabela Pereira – Coordenadora de Operações ipereira@gazitbrasil.com (11) 94786-3964 Letícia Cabral – Arquitetura lcabral@gazitbrasil.com (11) 99869-5868 Mídia Leandro Costa (11) 98949-3719 lcosta@gazitbrasil.com Manual técnico do lojista I 03 mailto:rmoyses@gazitbrasil.com mailto:avieira@gazitbrasil.com mailto:gghelfi@gazitbrasil.com mailto:fcelestino@gazitbrasil.com mailto:ipereira@gazitbrasil.com mailto:lcabral@gazitbrasil.com mailto:lcosta@gazitbrasil.com Para dar inicio à sua obra, o LOCATÁRIO deve: 1. Possuir contrato comercial assinado pelas partes; 2. Ter assinado o termo de recebimento junto a área comercial; 3. Instalar tapume de obra e adesivo (O adesivo deve ser validade pelo time de marketing) 4. Ter recebido a ATA de Kick off / Manual técnico entregue pelo departamento de operações 5. Enviar a DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INICIO DE OBRA (DOCS E PROJETOS) 6. Garantir os itens de segurança de proteção contra incêndio na loja 7. garantir que as liberações de equipe estejam feitas 42hrs antes do inicio de obras, via sistema intranet. 02. CONDIÇÕES BÁSICAS PARA INICIO DE OBRA 01 ASSINATURA CONTRATO COMERCIAL 02 TERMO DE RECEBIMENTO DA ÁREA 03 INSTALAÇÃO DO TAPUME E ADESIVO 04 ATA DE KICK OFF E MANUAL TÉCNICO 05 DOCUMENTOS DE OBRA 06 SEGURANÇA NA OBRA 07 LIBERAÇÃO DE ACESSO FINANCEIRO FINANCEIRO MARKETING OPERAÇÕES ATENDIMENTO AO CLIENTE OPERAÇÕESOPERAÇÕES 03. RESPONSABILIDADES DO LOCADOR Torna-se obrigatório, por parte dos locatários e de seus profissionais contratados, o levantamento das medidas no local, para a completa aferição das medidas da Planta Baixa da Loja. Quaisquer divergências no espaço deverão ser comunicados ao Departamento de Operações até a data de recebimento formal do espaço. Não será permitida, em hipótese alguma, a alteração da posição de entrada dos pontos de energia, telefonia, água, esgoto, sprinkler, alimentação de água gelada (sistema de ar condicionado), tomada de ar externo, tomada de exaustão e/ou desvio de qualquer prumada, dutos ou calhas que tenham função técnica para funcionamento do shopping, quando estas ocorrerem internamente às lojas. A verificação e confirmação da locação e dimensionamento destes pontos de infraestrutura é de responsabilidade do lojista e seus prepostos, através de aferição no local. A visita na loja deve ser feita somente com agendamento prévio, com hora marcada. Os contratados e subcontratados deverão ser acompanhados por algum representante da loja. O Lojista será responsável por eventuais danos causados ao Shopping ou terceiros, por qualquer um de seus prepostos ou empreiteiros, bem como por encargos tributários, taxas de qualquer natureza ou contribuições fiscais durante o período de obras inerentes à sua loja no Shopping. 3.1 OBRA / PRESTADORES ÁREA RESPONSAVEL PELO SUPORTE E ACOMPANHAMENTO Manual técnico do lojista I 04 03. RESPONSABILIDADES DO LOCADOR É de responsabilidade do lojista conferir as dimensões do tapume. O Lojista também deverá providenciar a elaboração de uma arte (adesivo) para ser instalada no tapume e encaminhá-la ao dep. de Marketing para aprovação, e após a sua aprovação, o lojista poderá confeccioná-la. Na arte do adesivo não deverá conter o nome de outras marcas. O nome e logomarca do SHOPPING poderão ser utilizados, se estiver da forma correta (arquivo deverá ser solicitado à Administração). As imagens expressas no adesivo do tapume não poderão ser inadequadas para crianças e clientes, não devendo conter imagens de pessoas nuas ou seminuas ou qualquer tipo de apologia à violência. O adesivo deverá ser tipo blackout e ocupar 100% da área total do tapume, inclusive as abas laterais. O adesivo deverá ser instalado antes da abertura do shopping. O horário padrão para esse serviço é compreendido entre as 23h até 07h. É terminantemente proibida a entrada do tapume sem o adesivo (em hipótese alguma será permitida a instalação do tapume sem a confirmação da colocação do adesivo). O fornecimento e instalação do adesivo são de responsabilidade do Locatário. Na hipótese de a impossibilidade do lojista providenciar a colocação do adesivo referido acima, poderá o Shopping, a seu exclusivo critério, providenciar a sua colocação e, posteriormente, cobrar do Locatário as despesas daí decorrentes. A execução, modificação e retirada do tapume só pode ser feita pela empresa credenciada pelo Shopping. O pagamento das despesas relacionadas ao tapume será repassado ao lojista. 3.2 TAPUMES Afim de prevenir acidentes envolvendo os vidros da fachada, é obrigatória a colocação de tapume padrão, afastado até 80 centímetros do limite da loja. Esse tapume será executado pelo Shopping (empresa terceirizada), porém o custo do aluguel/compra será de responsabilidade exclusiva do Locatário. Na hipótese de o locatário necessitar que seja feita qualquer modificação no tapume, o serviço será cobrado. No caso de pequenos reparos como pintura, iluminação...etc, que não signifique risco de acidente envolvendo a fachada e que não tenha duração superior a 2 dias, a loja estará liberada da colocação de tapume e deverá vedar sua vitrine com papel padrão do Shopping. OBSERVAÇÃO: Nenhum material deverá ficar encostado no tapume, já que este tem função exclusiva de vedação, não suportando esforços. É OBRIGATÓRIA e de responsabilidade do lojista a proteção do piso do shopping na área recuada em até 80 (oitenta) centímetros, os danos causados ao piso serão de responsabilidade do lojista. O tapume deve ser solicitado com 72 horas de antecedência à área de Operações, que fará contato com a empresa credenciada do Shopping. Logo após a instalação, o responsável pela obra deve instalar um porta-cadeado e cadeado com senha na porta do tapume. Não é permitida a perfuração ou qualquer outro tipo de dano ao tapume para a aplicação de corrente ou outro método de fechamento. A senha do cadeado deve ser fornecida a área de operações. Manual técnico do lojista I 05 O tapume deve permanecer em perfeitas condições durante o período de obra; sua limpeza será de exclusiva responsabilidade do lojista e exigida pelo Shopping, todas as vezes que forem necessárias. Qualquer dano causado ao tapume, durante a obra, será de responsabilidade do Locatário, que terá um prazo de 24 (vinte e quatro) horas para consertá-lo, sob suas expensas. Caso o Locatário não execute o conserto acima mencionado, o Shopping poderá, a seu exclusivo critério, fazer o conserto e, posteriormente, repassar o custo ao Locatário. Para retirada e/ou afastamento do tapume, para entrada de vidros ou materiais de grande porte, bem como instalação de letreiro, será necessário fazer a solicitação a área de Operações, com pelo menos 48h de antecedência, que acionará a empresa contratada (o ônus do serviço será repassado ao lojista). A retirada do tapume somente poderá ser efetuada às vésperas da inauguração, e com prévia e expressa autorização do Shopping, após o aceite na Vistoria Final de Obra e tendo todos os projetos necessários devidamente aprovados e toda documentação entregue. Após a retirada do tapume, é necessário que a equipe de obra da loja refaça a pintura e ou acabamentos que pertencem a testeira ou pilares do Shopping, que ficarem danificados pelo tapume. MODIFICAÇÕES DO TAPUME / RETIRADA MANUTENÇÃODO TAPUME 03. RESPONSABILIDADES DO LOCADOR O Lojista que executar obras na loja deverá, inicialmente, consultar a área de Operações do Shopping, informando a natureza das modificações que pretende fazer. A área de Operações do shopping agendará uma reunião inicial obrigatória com o lojista e demais envolvidos no processo para entrega dos projetos e início da obra (reunião de Kick Off). O espaço aéreo de algumas lojas poderá, eventualmente, ser tomado pela passagem de dutos, tubulações ou passarelas técnicas, bem como por descidas de prumadas e shafts. A LOCADORA não poderá atender a qualquer pedido de desvio ou remoção dos mesmos, uma vez que são indispensáveis ao funcionamento do Shopping Center. Ficarão a cargo dos Locatários eventuais fechamentos para proteção da tubulação. 04. CONDIÇÕES GERAIS PARA ENTREGA DA LUC PELA LOCADORA Manual técnico do lojista I 06 05. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA OBRA 5.1 DOCUMENTAÇÕES ▪ SEG Seguro de obra (Seguindo as coberturas abaixo) ▪ ART ART ou RRT de execução (Contendo todas as disciplinas da obra) ▪ CRO Cronograma de obra COBERTURAS IMPORTÂNCIAS SEGURADAS Básica – Obras Civis Instalação e Montagem (sem testes) Garantia aos danos materiais sofridos acidentalmente pela obra em execução. 100% do valor da obra Responsabilidade Civil Geral e Cruzada Sem Fundações Garantia pelos danos materiais e/ou corporais causados acidentalmente a terceiros em decorrência da execução das obras. São considerados terceiros: Lojas vizinhas, shopping e subempreiteiros contratados. R$ 1.000.000,00 Lucros Cessantes decorrentes de RC Geral e Cruzada Garantia da perda de faturamento das lojas vizinhas pela paralisação de suas atividades comerciais, em decorrência de acidentes na obra em execução. R$ 100.000,00 Propriedade Circunvizinhas Sem Fundação Garantia dos danos materiais causados as propriedades do segurado existentes no local de obra, entretanto, que não façam parte do projeto em execução. R$ 100.000,00 Erro de Projeto Garantia pelos danos materiais acidentais sofridos pela obra em execução, diretamente resultantes do erro de projeto. 100% do valor da obra Despesas Extraordinárias Garantia pelas despesas diretamente relacionadas a contratação de mão-de obra adicional, para a conclusão das obras atrasadas em decorrência de sinistro coberto. R$ 20.000,00 RC Empregador decorrente do RC Geral e Cruzada Garante ao segurado o reembolso de eventuais indenizações que vier ser responsabilizado judicialmente pela morte acidental ou Invalidez Total e Permanente acidental dos Empregados no exercício das obras. Esta garantia não substitui as responsabilidades trabalhistas. R$ 200.000,00 Danos Morais decorrentes de RC Geral, Cruzada e Empregador Garante a indenização pelos danos Morais decorrentes dos Danos Materiais e/ou Corporais sofridos por terceiros. R$ 100.000,00 Despesas de Salvamento e contenção de sinistros Garante as despesas relacionadas diretamente com as medidas emergências de proteção à obra e contenção de sinistros ocorridos. 50% da básica limitado a R$ 50.000,00 Manual técnico do lojista I 07 Apresentar os seguintes projetos e suas respectivas ART’s ou RRT’s assinadas e com comprovante de pagamento. ▪ ARQ Projeto de Arquitetura, com apresentação de 3D da fachada ▪ EST Projeto de Estrutura Metálica ▪ ELE Projeto de Instalações Elétricas e iluminação de emergência ▪ HID Projeto de Instalações Hidráulicas (Hidrossanitário) ▪ PCI Projeto de Combate à Incêndio (Sprinklers, Hidrantes, Extintores e Sinalização) ▪ DET Projeto de Detecção e Alarme de Incêndio (ônus da interligação é do lojista) ▪ ARC Projeto de Ar Condicionado (HVAC) ▪ EXA Projeto do Sistema de exaustão (Alimentação, Cabeleireiro, Petshop, Laboratórios*, Podologia e Copiadoras) ▪ GÁS Projeto de Instalação de Gás (Lojas de alimentação) ▪ CO2 Projeto do sistema de CO2 e Saponificante (Lojas alimentação) 05. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA OBRA 5.2 PROJETOS A via da ART deve ser entregue, no mesmo momento da entrega dos projetos executivos pelo seu profissional contratado. Deverá ser fornecida uma via com assinatura original, ou no caso de cópia, a firma deverá estar reconhecida em cartório. Bem como há necessidade do comprovante de pagamento do documento (RRT / ART). Cada projeto contratado (Arquitetura, Estrutura Metálica, Instalações Elétricas e Telefonia, Instalações Hidrossanitárias, Instalações de Gás, Combate à Incêndio, Exaustão, Ar Condicionado e todos mais que se fizerem necessários) deve ser entregue ao LOCATÁRIO juntamente com uma via da ART/RRT específica deste projeto. A execução da obra somente será permitida mediante a apresentação de todos os projetos e respectivas ART/RRT; cronograma de execução; Seguro de obra e ART/RRT do responsável pela obra. A não informação de modificações em projetos já aprovados, quando constatado durante a obra, acarretará em notificação e paralisação imediata dos serviços na loja, até a reapresentação e nova aprovação conforme situação atual. Se não forem atendidas a normas estabelecidas neste documento, essas modificações deverão ser adequadas, mesmo havendo demolição, sempre às custas do lojista. ATENÇÃO: É obrigatório a aprovação sem ressalvas dos projetos de Arquitetura e Estrutura para início de obra. Dessa maneira, é estabelecido que todas as lojas de alimentação equipadas com sistemas fixos de combate a incêndios em cozinhas industriais devem submeter seus projetos à validação e teste (antes da inauguração) da FTR. Necessário a solicitação da data para vistoria com antecedência (10 dias úteis) para equipe de Operações do Shopping. Este serviço terá um custo fixo de R$1.800,00, a ser cobrado no especifico da respectiva loja. Manual técnico do lojista I 08 Manual técnico do lojista I 09 • Todos os projetos complementares serão analisados pelas empresas RAMOSKA e FTR (Empresas contratadas pelo Shopping) e os custos serão repassados ao lojista através do boleto do condomínio. Os valores são de responsabilidade do lojista conforme clausula contratual. • 18.2.4. As partes estabelecem que os projetos mencionados no subitem 18.2 deverão ser submetidos à análise de empresa terceirizada a ser indicada pelo LOCADOR, sendo certo que o LOCATÁRIO deverá arcar com os custos da referida análise, conforme previsto no Caderno Técnico do Lojista/Manual Técnico do Lojista.” Custos por disciplinas (Variáveis de acordo com a metragem da loja). 06. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS CUSTO DE ANALISE DOS PROJETOS COMPLEMENTARES ELE HID EST SPK DET ARC EXA CO² GÁS 1 Até 150m² 94,74 56,84 75,79 75,79 75,79 2 De 151m² à 750m² 123,16 75,79 100,00 100,00 100,00 3 De 751m² à 2.000m² 161,05 100,00 128,42 128,42 128,42 4 Acima de 2.000m², preço por m² 0,19 0,19 0,19 0,19 0,19 ANALISE TERCEIRIZADAS PROJETOS Empresas terceiras especializadas na analise dos projetos complementares no Shopping DESCRITIVO Nº ÁREA LOJA Disciplinas de projeto (Complementares) Analise terceira RAMOSKA Analise terceira FTR 436,84 436,84 436,84 436,84 Custos por tipo de loja ELE HID EST SPK DET ARC EXA CO² GÁS Estudo 1 LOJA SECA - SATÉLITE (Até 150m²) (ex. Roupas, calçados e acessórios) 94,74 -- 75,79 75,79 75,79 436,84 -- -- -- 758,95 LOJA PEQUENA Estudo 2 LOJA SECA - ÃNCORA (De 151m² até 2.000m²) (ex. Roupas, calçados e acessórios) 161,05 -- 128,42 128,42 128,42 436,84 -- -- -- 983,16 LOJA GRANDE Estudo 3 LOJA C/ ÁGUA - SATÉLITE (Até 150m²) (Alimentação e serviços) 94,74 56,84 75,79 75,79 75,79 436,84 436,84 436,84 436,84 2126,32 LOJA PEQUENA COM EXAUSTÃO Estudo 4 LOJA C/ ÁGUA - ÂNCORA (De 151m² até 2.000m²) (Alimentação e serviços) 161,05 100,00 128,42 128,42 128,42 436,84 436,84 436,84 436,84 2393,68 LOJA GRANDE COM EXAUSTÃO (Pior caso pois contempla todas as disciplinas com taxas altas) Estudo 5 LOJA C/ ÁGUA - ÂNCORA (De 151m² até 2.000m²) (Serviços, clínicase supermercados) 161,05 100,00 128,42 128,42 128,42 436,84 -- -- -- 1083,16 LOJA GRANDE SEM EXAUSTÃO Item Reaproveitamento de estrutura e instalações (QUANDO ANALISADO E LIBERADO). Com isso o projeto não é necessário, apenas os laudos e ART da instalação (Analisado e aprovado pelo proprio Shopping). Nº ESTUDO Disciplinas de projeto (Complementares) Média de custo do lojista com analise de projetos complementares Itens que influenciam nos custos com analise Engenharia e Obras Tel/Fax: +55 (21)2221-4705 Celular: +55 (21)99251-6002 www.ftrengenhariarj.com.br Analises de Projetos Tel: (11) 981328971 conformidade@rcastellani.com.br www.rcatellani.com.br Contatos prestadores http://www.ftrengenhariarj.com.br/ mailto:conformidade@rcastellani.com.br http://www.rcatellani.com.br/ Manual técnico do lojista I 10 Condições de apresentação: • Deverá ser entregue em arquivo eletrônico formato DWG (Autocad) e em 1 via em PDF, juntamente com as respectivas ART’s/RRT’s assindas e quitadas, via e-mail para a Arquiteta(o) do shopping, com cópia para o analista de operações, coordenador de operações e gerente de operações . (Vide contatos na pagina 04). • Escala a ser utilizadas nos projetos: 1:25. As lojas que possuírem mais de 100m² poderão apresentar seus projetos na escala 1:50. A unidade de medidas deve ser padrão métrico, Sistema Internacional de medidas (SI). • Todos os desenhos deverão ser apresentados com o máximo de clareza, com o maior número de informações possíveis para ilustrar e elucidar a obra como um todo. Não serão aceitos desenhos incompletos ou sem as cotas indispensáveis à sua leitura. • Todas as pranchas modificadas terão obrigatoriamente a indicação da respectiva revisão, datada. Qualquer modificação que venha a ser introduzida implicará, obrigatoriamente, na reapresentação dos projetos de arquitetura e nos projetos técnicos. • A aprovação das autoridades municipais deverá ser obtida pelas LOCATÁRIAS. No caso de não cumprimento das Normas Municipais e Normas técnicas da ABNT, os custos para a regularização dos itens notificados serão de responsabilidade do LOCATÁRIO. • A LOCADORA tem até 7 dias úteis para analisar os projetos. A LOCADORA pode a qualquer momento solicitar alterações nos projetos. 06. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS CONDIÇÕES DE APRESENTAÇÃO 6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETO 1. Planta baixa da loja, mezanino, teto refletido e patamar técnico quando houver. Além de plantas com paginação de piso e marcação do mobiliário. 2. Corte longitudinal e transversal, nos locais de maior interesse (escadas, corrimãos, rebaixos, etc.). Além das elevações das paredes internas com indicação de todos os acabamentos. 3. Fachadas, quando existir mais de uma voltada para o Mall, com indicação das vitrines, acessos, letreiros, iluminação prevista, materiais e cores a serem utilizadas e cotas. 4. Detalhe e corte do letreiro ou luminoso, mostrando, caso exista, seu avanço em relação ao Mall. 5. Perspectiva 3D interna e de fachada. 6. Memorial Descritivo com especificação dos materiais de acabamento. Indicar especificações dos materiais de acabamento e suas cores definitivas. 7. Detalhes construtivos de forros, vitrines, esquadrias, escada, corrimão, impermeabilização...etc. 8. RRT do responsável técnico pela elaboração do projeto assinada e com comprovante de pagto. Manual técnico do lojista I 11 • As instalações devem ser projetadas dentro dos limites fixados pelas alvenarias ou divisórias e planos de fachada definidos pela face dos perfis metálicos que separam as Lojas Comerciais das outras, do Mall ou de Áreas Comuns do Shopping (ver planta técnica da loja). • Não poderão ser efetuadas, pelas LOCATÁRIAS, aberturas nas lajes de piso e teto da Loja Comercial. • Deverá ser obrigatoriamente respeitada às furações com até no máximo 5 cm de profundidade nas lajes do shopping. • O sistema de fixação dos pendurais deve ser detalhado em projeto com indicação do peso por metro linear (respeitando a premissa de até 15 kg/m²), o mapeamento dos pontos (respeitando até quatro pontos de fixação por metro quadrado) e o procedimento de fixação. • Na área de cúpulas é proibido a fixação de forro e pontos de apoio para atirantar qualquer duto, prever estrutura auxilia. • As saídas de emergência das lojas devem ser dimensionadas conforme o Código de Obras do Município. • As portas de ferro instaladas pelos empreendedores (quando existirem), nas lojas com acesso a áreas comuns de serviço, não poderão ser removidas ou relocadas. 6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA LIMITES DE LUC DIVISÓRIAS / ALVENARIAS • É proibido alterar as divisórias limítrofes da loja, as quais podem apenas receber revestimentos. • Nenhuma instalação poderá ser chumbada e nenhuma estrutura poderá ser apoiada nas divisórias. • Não será permitida a passagem de qualquer tipo de instalação nas divisórias drywall fornecidas pelo Shopping. • Os dispositivos para inspeção e desobstrução de canalização das instalações comuns, se existentes na LUC, devem permanecer com acesso garantido. • Toda divisória a ser construída pelo locatário deverá ser em, gesso acartonado ou bloco de concreto celular autoclavado em caso de necessidade. Não será permitida utilização de tijolo cerâmico. As lojas de alimentação que optarem por gesso acartonado, deverão utilizar material resistente à umidade (gesso acartonado verde RU), assim como todas as áreas molhadas de demais lojas. • Caso seja necessária a fixação de mobiliários, elementos decorativos e funcionais deverão ser previstas contra paredes auxiliares em drywall. • Caso utilizado divisórias em gesso acartonado resistente ao fogo – RF (drywall rosa), este deve ser executado em 4 chapas de 15mm conforme exigido pela Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros. Deve ser apresentado ART específica da execução do drywall estando em conformidade com as normas brasileiras e Corpo de Bombeiros. Manual técnico do lojista I 12 • Não poderá haver diferença de nível entre o piso da loja e do Mall. Quaisquer desníveis constituem sérios obstáculos, inibidores do acesso à loja, além de ser elemento causador de acidentes. • Prever instalação de soleiras na(s) porta(s) de acesso à loja de espessura mínima 0,15m, em material impermeável e diferente do especificado para o interior da loja, no mesmo nível do Mall. • Não será permitida a utilização de piso a base de plurigoma na área de atendimento da loja. Há restrições quanto ao uso de revestimentos vinílicos e melamínicos, todavia deverá ser apresentado catálogo técnico para que haja liberação do SHOPPING. • Não será permitida a utilização de carpetes na área de atendimento. Deverão ser especificados pisos de alta resistência para área de atendimento. • Os rebaixos de piso para passagem de instalações (lojas de alimentação) e enchimentos para elevação de piso, vitrines, etc., para atender imposições do projeto, não poderão ser preenchidos com entulho ou equivalente. Não utilizar Cinesita em áreas molhadas/impermeabilizadas. Poderá ser utilizado para preenchimento blocos de concreto celular, EPS ou similar. • No caso da existência de junta de dilatação no interior da loja, no piso e/ou alvenaria, as LOCATÁRIAS deverão tratá-la mantendo a junta no revestimento de pisos, paredes, jiraus e forro de gesso e integrando-a adequadamente à decoração. 6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA PISOS • Nas LOJAS com instalações de água e esgoto as áreas de piso “molhadas” deverão ser impermeabilizadas com manta asfáltica classe 3APP, com 4mm de espessura, com rodapé de 30 cm acima do piso acabado. A estanqueidade desta manta será posta em teste eletrostático, com apresentação de laudo especifico acompanhado de RRT. • Nas LOJAS da Praça de Alimentação, o projeto deve considerar a execução de enchimento de piso para viabilizar as instalações (HID) e a área sob o enchimento deverá receber impermeabilização. • O projeto arquitetônico deve conter em nota e desenho a previsão e especificação da impermeabilização. • Todas as lojas da áreade alimentação, fast-food, restaurantes e aquelas que tiverem atividades “molhadas”, terão obrigatoriamente manta de impermeabilização (butílica ou asfáltica, tipo Torodin ou similar) aplicada nas áreas molhadas e utilização de drywall verde. • Todo e qualquer dano causado por infiltrações ou vazamentos nas dependências de uso comum do Shopping ou dos demais Locatários, será de exclusiva responsabilidade dos Locatários que dever promover a imediata recuperação. IMPERMEBAILIZAÇÕES Manual técnico do lojista I 13 • Nas lojas em que por definição de projeto arquitetônico não tiver jirau, será obrigatória a instalação de uma plataforma metálica assistida por uma escada fixa, para acesso e manutenção dos equipamentos de ar condicionado. • Para lojas acima de 300m² a plataforma Técnica deverá ter uma compartimentação. O fechamento da plataforma técnica deverá ser executado em divisória de gesso acartonado resistente ao fogo – RF (drywall rosa), em 4 chapas de 15mm conforme exigido pela Instrução Técnica nº 08/18 do Corpo de Bombeiros. Deve ser apresentado ART específica da execução do drywall estando em conformidade com as normas brasileiras e Corpo de Bombeiros. • No caso desta plataforma ficar sobre o forro de gesso, prever alçapão com abertura de no mínimo 0,80 x 0,80 m. • Deverá ser prevista uma circulação de 0,80 cm ao redor do equipamento de ar condicionado para garantir o acesso e manutenção do equipamento. 6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA PLATAFORMA TÉCNICA • Para os forros atirantados à laje de cobertura deverá ser respeitado o limite total de 15 kg/m, seguindo os procedimentos descritos em projetos. • Deverão ser previstos tabicas ou perfis, separando-o das paredes da loja de forma a evitar que movimentos estruturais acabem por provocar rachaduras no mesmo. FORROS • O rodateto é constituído por um perfil metálico e é projetado para destacar a vitrine da loja do forro do shopping. Não será permitido sobrepor, soldar ou pendurar qualquer elemento de fachada no rodateto que deverá permanecer livre e desimpedido. • Os elementos de construção da fachada deverão estar apoiados no piso da LOJA. Para estruturar vitrines, portas de enrolar e demais elementos de vedação e estéticos, deve-se prever projeto estrutural especifico a ser apresentado ao Shopping. • O espaço resultante entre a esquadria da fachada e o perfil vertical (divisor de loja) deverá ser revestido pelo lojista dentro do limite da sua unidade, respeitando o alinhamento da vitrine. Não serão aceitos vãos entre eles. • As fachadas das Lojas deverão ajustar-se harmoniosamente aos demais elementos de acabamento do shopping, devendo ter no mínimo 75% de área de transparência voltada para o Mall. • Prever alçapão de acesso às infraestruturas próximo ao acesso da loja • Não será permitida a instalação de portas de vitrine com abertura para o Mall, nem portas técnicas, para entrada somente de funcionários, ou para depósito na fachada da loja. • As portas pivotantes deverão ter seus pivôs fixados com o recuo necessário para que, quando abertas, fiquem dentro do limite da loja. FACHADAS Manual técnico do lojista I 14 • O rodapé da fachada deverá ser resistente a impacto e à umidade ter altura mínima de 10 cm para proteção do vidro (Pedra ou inox) • As portas de acesso deverão ter, no mínimo, 120 cm de largura (passagem livre) e 210 cm de altura. As portas de enrolar deverão ser perfuradas, com visibilidade para o interior por meio de aberturas (Tipo transvision). As portas de enrolar precisam ser automatizadas, possuir sistema de NO BREAK e portinhola de 60x60cm, para acesso em caso de queda de energia e ter alçapão com correntes para içamento em caso de falha no sistema de NO BREAK. • Para as lojas que não possuem portas voltadas para as galerias técnicas do Shopping, deverá ser previsto aceso, portinhola na porta de enrolar. Deverá ser considerada também, alçapão de 60x60cm no forro da loja para manutenção da porta. • Conforme Lei nº 14.886, de 14 de janeiro de 2009, é obrigatória a colocação de tarja sinalizadora em vitrines que apresentam características de transparência capazes de dificultar sua delimitação, podendo causar acidentes às pessoas. Os vidros das fachadas das lojas deverão ser obrigatoriamente laminados com espessura mínima de 10 mm e incolores, obedecendo às normas técnicas para o cálculo dos panos de vidro. Não será permitida a aplicação de vidros comuns ou fantasia. • As portas de enrolar deverão ser perfuradas, tipo Meia Cana Vazada Tijolinho, com visibilidade para o interior por meio de aberturas de 30x160mm e 40mm entre as aberturas, conforme imagem abaixo. Elas podem ser pintadas de acordo com o acabamento da loja. • Lojas que possuam balcões para atendimento ao público como parte da fachada, deverão respeitar o afastamento mínimo de 60cm em relação ao limite da loja com o Mall. Para as lojas que possuírem porta para o corredor técnico, rever pintura da porta na cor padrão do shopping. 6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA FACHADAS m --- m --- m Min. 2.10 m 1.20 m Vidro laminado de 10mm Divisor de loja (Linha neutra) Rodapé em material resistente com altura mínima 10cm MODELO ESQUEMÁTICO DE FACHADA - S/ ESCALA Consultar o departamento de Operações para altura das testeiras e letreiros 2,50m Manual técnico do lojista I 15 • Para as lojas que não possuem portas voltadas para as galerias técnicas do Shopping, deverá ser previsto acesso, portinhola na porta de enrolar. Deverá ser considerado também, alçapão de 60x60 no forro da loja para manutenção da porta. • Só será permitida lona para fechamento nas lojas de alimentação. As mesmas deverão ter área de transparência na parte central (1 metro de altura), a 1 metro do piso, possibilitando a visualização total da loja. • Lojas acima de 300m² devem possuir barreira de fumaça na divisa com o mall com altura mínima de 50 cm, sendo suas características construtivas conforme Instrução Técnica nº 15/11 do Corpo de Bombeiros. 6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA FACHADAS • Os letreiros deverão ser iluminados, devendo conter apenas o nome fantasia da loja, não sendo admitidas propagandas ou etiquetas de identificação do fabricante. • Os letreiros devem ser balizados pelo teto. • A projeção permitida além do limite da loja será de no máximo 0,15m e a altura mínima de 2,10m. • Deverá ser observado afastamento lateral mínimo de 1,00m em relação às divisas das lojas. • Não é permitido letreiro com movimentos, utilização de iluminação intermitente, colocação de logotipos ou marcas de qualquer produto de terceiros na fachada, bem como a instalação de spots, luminárias tipo front-light e letreiros neon. • Não serão permitidos letreiros com lona ou adesivados. • Não serão permitidos letreiros do tipo bandeira. • Não serão permitidos luminosos com filetes de néon expostos, devendo tais filetes serem protegidos com chapa acrílica ou outro material. • Em hipótese alguma será permitido aplicar, fixar, ou pendurar o letreiro ou luminoso no elemento metálico denominado rodateto. • Só será permitido 1 letreiro por fachada de LOJA. • Vitrines e luminosos deverão ser alimentados em circuito exclusivo com timer a ser acionado 1 (uma) hora antes da abertura e 1 (uma) hora após o fechamento do SHOPPING. LETREIROS Manual técnico do lojista I 16 6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA LOJAS DE ALIMENTAÇÃO • Em hipótese alguma os lixos poderão ficar no corretor técnico do shopping. • As lojas de alimentação deverão possuir lona de fechamento as mesmas deverão ter as bordas de 50cm com a cor predominante da marca ficando o centro da mesma com lona transparente, possibilitando a visualização total da loja. • Respeitar o afastamento mínimo de 60cm em relação ao limite da loja com o Mall. • Não utilizar o uso de divisórias de madeira ou materiais com baixa resistência à umidade na área da loja e cozinha. • Todas as lojas de alimentação deverão prever condições de armazenamento do lixo gerado de pelo menos de 1 dia. Em hipótese alguma os lixos poderão ficar no corretor técnicodo shopping. • As portas do corredor técnico deverão ser identificação com o número da luc., e nome da loja. • Ver sobre lona de fechamento das lojas de alimentação e recuo de balcão de atendimento, no item Fachadas, acima. • Seguir normas da Vigilância Sanitária e Secretário Municipal da Saúde: • Os pisos devem ser revestidos com material liso, antiderrapante, impermeável, lavável, de fácil higienização, resistente ao uso e aos produtos de limpeza e desinfecção. • Os pisos devem ter inclinação suficiente em direção aos ralos para não permitir que a água fique estagnada. • Não é permitida a utilização de papelão, tapetes, carpetes ou outros materiais não sanitários para forração de pisos. • As paredes devem possuir acabamento liso, impermeável, lavável, de cor clara e resistente aos impactos, à higienização e ao calor. • As paredes devem estar livres de umidade, bolores, descascamentos, rachaduras e outras imperfeições. • Os tetos devem possuir acabamento liso, impermeável, lavável, de cor clara, sem frestas e resistente ao calor. Devem estar livres de goteiras, umidade, bolores, descascamentos e rachaduras. • É proibido forro de madeira em ambientes que envolvam a geração de calor e umidade. • As aberturas para ventilação e exaustão devem possuir mecanismos de proteção contra a entrada de animais sinantrópicos (não domésticos) e sujidades. • As portas internas a loja devem possuir acabamento liso, resistente, impermeável, de fácil limpeza e de cor clara. Devem estar ajustadas aos batentes e possuir fechamento automático. • A iluminação deve ser uniforme, sem ofuscamentos, contrastes excessivos, sombras e cantos escuros, e não deve alterar as características sensoriais dos alimentos. • Para todas as lojas de alimentação, é obrigatório a vistoria técnica pela equipe da FTR, visto que os custos serão feitos direto pelo lojista. Manual técnico do lojista I 17 6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA • As lojas que possuírem atividade que produzam ruídos ou vibração maior que 60 dB(A) a 1 metro, em função dos equipamentos e/ou tipos de atividades, superiores ao desejável, com incômodo para o público, outros Locatários ou vizinhança, deverão possuir um projeto específico de isolamento acústico e/ou vibratório, para redução de ruído ≤ 60 dB(A) a 1 metro, atendendo a NBR 10151/2000. • A execução do projeto e das obras de isolamento acústico é de responsabilidade dos Locatários, porém deverão ser submetidos à aprovação do Shopping / Administração. • Os materiais utilizados para isolamento acústicos devem estar em conformidade com a Instrução Técnica nº 10/19 do Corpo de Bombeiros, deverão apresentar laudo técnico de absorção e isolamento emitido pelo: IPT, UFSM ou outro laboratório certificado conforme NBR e ISO. • Deverá ser enviado o Laudo CMAR (Controle de Materiais de Acabamentos e de Revestimentos), ART e comprovante de pagamento da ART, para os materiais termo acústicos posicionadas em piso, paredes/divisórias, teto/forro e cobertura em conformidade com a Instrução Técnica nº10/19 do Corpo de Bombeiros, para o Grupo C. ACÚSTICA • Todos os materiais decorativos combustíveis deverão sofrer processo de ignifugação. • Deverá ser entregue o Laudo CMAR (Controle de Materiais de Acabamentos e de Revestimentos), ART e comprovante de pagamento da ART, para os materiais de acabamento e revestimento posicionadas em piso, paredes/divisórias, teto/forro e cobertura em conformidade com a Instrução Técnica nº10/19 do Corpo de Bombeiros, para o Grupo C. • Os materiais não permitidos deverão ter aplicação de produtos ignifico, de forma que garanta o enquadramento na Instrução Técnica, neste caso deverão ser apresentados laudo e catálogo do produto aplicado, ART do responsável pela aplicação e termo de garantia. • Todos os materiais de acabamento e revestimento devem estar em conformidade com Instrução Técnica nº 10/19. • Todos os materiais deverão ser novos, de primeira linha e satisfazer a todas as exigências contidas nas Normas Técnicas específicas e compatíveis com o grau de segurança e durabilidade ao qual serão submetidos. • Os materiais e texturas a serem escolhidos bem como a teoria das cores a serem aplicados nos acabamentos das lojas deverão estar em sintonia com o alto padrão de acabamento do shopping, cabendo ao Shopping a não aceitação de quaisquer especificações que porventura venham a denegrir ou depreciar sua imagem. • Todos os projetos deverão atender às normas das Concessionárias locais e ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e deverão ser executados por profissionais habilitados junto aos órgão representativos de classe. ACABAMENTOS E REVESTIMENTOS COMBUSTIVEIS Manual técnico do lojista I 18 • Os pisos devem ser revestidos com material liso, antiderrapante, impermeável, lavável, de fácil higienização e resistente ao uso e aos produtos de limpeza e desinfecção. • Os pisos devem ter inclinação suficiente em direção aos ralos para não permitir que a água fique estagnada. • Não é permitida a utilização de papelão, tapetes, carpetes ou outros materiais não sanitários para forração de pisos. • As paredes devem possuir acabamento liso, impermeável, lavável, de cor clara e resistente aos impactos, à higienização e ao calor. • As paredes devem estar livres de umidade, bolores, descascamentos, rachaduras e outras imperfeições. • Os tetos devem possuir acabamento liso, impermeável, lavável, de cor clara, sem frestas resistente ao calor. Devem estar livres de goteiras, umidade, bolores, descascamentos e rachaduras. • É proibido forro de madeira em ambientes que envolvam a geração de calor e umidade. • As aberturas para ventilação e exaustão devem possuir mecanismos de proteção contra a entrada de animais sinantrópicos e sujidades. • As portas devem possuir acabamento liso, resistente, impermeável, de fácil limpeza e de cor clara. Devem estar ajustadas aos batentes e possuir fechamento automático. • A iluminação deve ser uniforme, sem ofuscamentos, contrastes Excessivos, sombras e cantos escuros, e não deve alterar as características sensoriais dos alimentos. 6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA NORMAS DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA E SECRETÁRIA MUNICIPAL DA SAÚDE • O projeto de arquitetura deverá atender a legislação de acessibilidade, considerando: NBR 9050/2015, NBR 15599, Leis Federais nº 10.048/2000 e nº 10.098/2000, Decreto Federal nº 5.296/2004 além dos critérios e parâmetros regulamentares de Leis e Decretos Estaduais e Municipais pertinentes a cada Estado e Município. • Inserir cadeira de roda no projeto, com projeção de rotação. • Prever provador e balcão caixa acessível. • Prever circulação mínima de 0.90m. • Prever 5% de assentos com altura máxima de 75cm e indicação de uso preferencial (Lojas com salão/Restaurantes). ACESSIBILIDADE Manual técnico do lojista I 19 6.2 DISCIPLINA I ESTRUTURA DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETO 1. Planta Baixa dos pavimentos com marcação de pilares e locação dos pilares do jirau em relação aos eixos dos pilares da estrutura do shopping. 2. Cortes com indicação de todos os elementos da estrutura. 3. Detalhe das chapas base de apoios dos pilares e fixação. 4. Memória de cálculo com indicação das cargas adotadas para peso próprio da estrutura, revestimentos, divisórias e sobrecarga. 5. Especificação dos materiais incluindo o tipo de aço a ser utilizados, detalhes dos perfis, das chapas dobradas, das soldas, assim como seu eletrodo. 6. Memorial Descritivo. 7. ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do responsável técnico pela elaboração do projeto. • Para a laje de piso será admissível um carregamento total máximo de 850kgf/m². Caso a loja possua alguma tratativa diferente, será especificado na planta técnica da loja. • A estrutura do jirau não poderá ser apoiada nas paredes divisórias e lajes no acesso ao corredor de serviços, só serão permitidas na laje de piso da loja. • Todos os elementos estruturais deverão ser apoiados através dos pilares metálicos, criados para a sustentação destes. • Os pilares deverão distribuira sobrecarga através das chapas metálicas (dimensões mínimas 400 mm x 400 mm, chapa # 3/8”). • Os componentes da estrutura deverão ser incombustíveis. • Os mezaninos, aprovados em prefeitura, que possuírem área construída superior a 750m² devem ter proteção passiva com resistência ao fogo mínima de 120min. • Os mezaninos com áreas inferiores a 750m² cuja a estrutura seja dependente da estrutura principal do shopping (ancorado) também necessita de proteção passiva com resistência mínima ao fogo de 120 min, ou seja, desde que não comprometa a estabilidade da estrutura do shopping, não necessitam de proteção passiva. Em caso de necessidade, devem ser apresentados laudo e catálogo do material utilizado, ART do responsável pela aplicação e termo de garantia. ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS Manual técnico do lojista I 20 • O LOJISTA receberá o piso da loja em osso e em condições de receber enchimento com densidade máxima de 0,6 ton/m³ (zero vírgula seis toneladas por metro cúbico) e acabamento final. A sobrecarga máxima admissível para o piso da loja é de 300 Kgf/m², compreendendo alvenarias, mezaninos, revestimentos, móveis, equipamentos e outras sobrecargas. • Não serão admitidas cargas puntiformes sobre a laje. Prever base em chapa metálica (diretamente sobre a laje) para descarga dos pilares da estrutura do mezanino, sendo - Chapa medindo 40 X 40 cm, espessura de 12 mm para carga de 1 tonelada. - Chapa medindo 40 X 40 cm, espessura de 16 mm para carga de 1 a 3 toneladas. • Não poderão ser efetuadas aberturas, rasgos ou furações, na laje de piso da loja. • O peso do forro e instalações em forro, não pode ultrapassar a 25 kgf/m², sendo que as lajes em forma de abóbodas (setor lilás) não poderão receber quaisquer sobrecargas, devendo ser criada uma grelha estrutural metálica, apoiada a partir do piso (ou da estrutura do mezanino se existir), para sustentação das demais sobrecargas eventuais como forros, iluminação e dutos. A altura máxima desta grelha metálica horizontal é de 5,00 m. • O limite máximo permitido para construção de mezanino será de 1/3 (um terço) da área da loja, conforme diretriz da Prefeitura Municipal de São Paulo, com pé-direito mínimo de 2,50 m. • Os mezaninos não poderão ser apoiados nas paredes limítrofes da loja, devendo ser executados com estruturas independentes totalmente apoiadas sobre o piso. • Deverá ser apresentado projeto estrutural, com as cargas indicadas e memória de cálculo, com dimensionamento para uma sobrecarga máxima de 300 Kgf/m², além da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do responsável pelo projeto. • A estrutura e o piso dos mezaninos deverão ser metálicos ou de outro material tratado contra combustão, não podendo ser em concreto armado. • Caso uma ou mais faces do mezanino fiquem abertas para o restante da loja, estas deverão ser protegidas por um guarda-corpo com altura mínima de 90 cm. • As escadas de acesso ao mezanino, quando houver, devem obrigatoriamente ser executadas com corrimão e quando helicoidais devem possuir diâmetro mínimo de 1,30 m, não sendo permitidas escadas tipo marinheiro. Quando regulares deverão ter largura livre de 80cm, corrimão de 90cm, pisada min. 27cm e espelho máx. 18cm. • Quando houver guarda corpo, o mesmo deverá ter 1,10m. 6.2 DISCIPLINA I ESTRUTURA ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS Manual técnico do lojista I 21 • As lojas serão alimentadas por um sistema de 5 cabos: 3 FASES + NEUTRO + TERRA, tensão secundária de 380 V (entre fases) e 220 V (entre fase e neutro) conforme carga definida em Planta técnica. Será instalada nas lojas uma caixa do tipo condulete, com uma folga no alimentador de cinco metrôs (Responsab. do Shopping) onde será entregue o ponto de energia. • Todas as instalações deverão ser executadas de acordo com a norma NBR-5410/2004 da ABNT, atendendo às normas de segurança para proteção dos usuários e segurança contra incêndios, como extensão das medidas de segurança adotadas pela instalação geral do shopping, para o benefício do próprios Locatários e não agravamento do prêmio de seguro de incêndio. Deverão ser previstos eletrodutos específicos para os sistemas de telefonia, sonorização e dados. • Todas as instalações serão vistoriadas periodicamente no decurso das obras pelo Departamento de Operações, bem como durante a vistoria final, para verificação da correta execução do projeto e liberação da loja junto à Administração para funcionamento. 1. Planta Baixa com a distribuição de pontos, eletrodutos, circuitos, fiação...etc. 2. Relação de cargas detalhadas por circuito e cálculo de demanda geral. 3. Diagramas trifilares do quadro elétrico com indicação da capacidade dos disjuntores, equilíbrio de fases e seção dos barramentos. 4. Convenções adotadas, notas e observações relevantes. 5. Detalhes executivos de instalação em consonância com os detalhes arquitetônicos e de decoração. 6. Memórias de cálculo e especificação de materiais. 7. Guia de ART do responsável técnico pela elaboração do projeto. 6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA ELÉTRICA DOCUMENTOS À SEREM APRESENTADOS I PROJETO ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS • Circuitos - os circuitos de iluminação deverão ser independentes dos circuitos de tomadas. Adotar condutores de seções mínimas de # 2.5 mm² para todos os circuitos. O circuito da iluminação de emergência também deverá ser independente. • Eletrodutos - Os eletrodutos de seção circular para instalação aparente deverão ser de aço galvanizado, atendendo a norma NBR-13.057/2011 da ABNT, de diâmetro mínimo de 20 mm (3/4”). Os de seção circular para instalação embutida no contra piso ou em alvenaria poderão ser de PVC rígido, classe B, atendendo a norma NBR-15.465/2008 da ABNT, de diâmetro mínimo de 25 mm (3/4”). • Não serão aceitos eletrodutos flexíveis ou mangueiras em instalações aparentes e mesmo em entreforro, exceto para interligação de caixa de ligação a aparelho de iluminação. Em caso de uso de eletrodutos flexíveis, estes deverão ser com alma metálica sem capa de PVC. • Os eletrodutos de seção quadrada (perfilado), caso utilizados, deverão ser de chapa # 1 galvanização eletrolítica, lisos com dimensões 38 x 38 mm, com tampa de pressão. Manual técnico do lojista I 22 • As instalações (eletrodutos, caixas metálicas de passagem, tomadas, interruptores, quadros e luminárias) deverão ser conectadas aos condutores de proteção (TERRA). Em todos os eletrodutos deverá ser instalado condutor de proteção (TERRA), inclusive no eletrodutos que chegam às caixas de interruptores. • A ligação dos aparelhos de iluminação às caixas de ligação e/ou eletrocalhas, com distância máxima de 1,50 m, deverá se efetuar por meio de cabos tripolares 1x3C#1,5 mm² com baixa emissão de halogênio ou equivalente (condutores com características de não propagação e auto extinção de fogo, e com propriedades de baixa emissão de fumaça e de gases tóxicos corrosivos – isolamento 600/1000V, 90º. C), sempre acoplados com prensa cabos nas duas extremidades. • Fiação e Soquetes - Na utilização de lâmpadas de neon, a fiação de ligação deverá ser envolvida por duto de PVC rígido ou tubo de vidro. • Soquetes para lâmpadas fluorescentes ou incandescentes, tomadas e interruptores aparentes, nunca deverão ser fixados diretamente em peças de madeira ou material combustível. Nos casos em que isto se tornar necessário, deverá ser instalado chapa metálica aterrada, sobre a peça de madeira ou material combustível e sobre ela instalado o equipamento elétrico. • Condutores - Todos os condutores de baixa tensão, deverão ser obrigatoriamente, de cobre eletrolítico, isolados para tensão de 750V ou 600/1000V, 90° C, com baixa emissão de halogênios atendendo às especificações da NBR-13.248:2015 da ABNT. • As lojas âncoras receberão o ponto de energia em Média Tensão junto a Cabine Primária na área técnica ou conforme descrito em seu Instrumento Particular de Contrato. • O aterramento de todos os equipamentos de média tensão, quadros elétricos e partes metálicas (suportes, esquadrias, leitos e eletrocalhas, portas metálicas, janelas,telas), deverá ser interligado pelo lojista à barra de terra secundária (BES) e esta deverá ser conectada ao vergalhão do SPDA (3/8”, galvanizado à fogo) através de conector tipo insert ou clips galvanizado. O ponto de conexão devera ser no pilar mais próximo da área técnica do lojista. Na subestação deverá ser instalada barra de terra na parede, para aterramento de todas as partes metálicas, conforme NBR. Deverá ser entregue LAUDO DO ATERRAMENTO com ART. • As estruturas metálicas e as partes metálicas da cobertura em áreas técnicas (grades, suportes, antenas, equipamentos de ar condicionado, geradores, etc.), deverão ser conectadas ao sistema de captores lineares (SPDA) das áreas comuns, sob responsabilidade dos Locatários (somente em caso de subestação ou equipamentos instalados acima do nível do SPDA do Shopping). 1. O quadro elétrico do condicionador de ar da loja (Fan-Coil) será alimentado por circuito trifásico exclusivo (de responsabilidade dos Locatários), a partir do Quadro Elétrico interno à loja. 2. Os aparelhos de iluminação de emergência serão alimentados por circuito monofásico independente e exclusivo a partir do Quadro Elétrico interno à loja. 6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA NOTAS DE PROJETO ELÉTRICO ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS Manual técnico do lojista I 23 A identificação dos condutores deverá obedecer às seguintes convenções: 6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS A - CIRCUITOS TRIFÁSICOS Fase A – Preto Fase B – Branco Fase C – Vermelho, Violeta ou Marrom. Neutro - Azul claro Terra (PE Proteção) – Verde ou Verde Amarelo B - CIRCUITOS MONOFÁSICOS Fase – Preto Retorno – Cinza Neutro - Azul claro Terra (PE Proteção) – Verde ou Verde Amarelo • As emendas entre condutores serão feitas por meio de conectores rápidos do tipo CRI, opcionalmente as emendas poderão ser executadas com solda a estanho 50/50, com a utilização de fita isolante de auto fusão 3M para isolamento das conexões, e com cobertura final com fit isolante plástica. • Emendas para condutores que forem maiores que # 16mm² (exclusivamente) deverão ser executadas por meio de conectores de pressão, comprimidas por meio de ferramenta apropriada. • Todas as estruturas metálicas, dutos de ar condicionado, caixas de passagem / ligação de interruptores / tomadas, quadros e aparelhos de iluminação deverão ser conectados aos condutores de proteção (TERRA). • As caixas para abrigar interruptores e tomadas serão de: 1. Em PVC fabricação TIGRE (amarela) Quando embutidas em drywall da loja, nunca nas paredes limítrofes 2. Alumínio fundido tipo condulete, quando aparentes. Manual técnico do lojista I 24 • Quadro Elétrico Geral - Deverá estar no pavimento térreo e em local de fácil acesso com devida identificação. Estrutura dos quadros de terminais de luz deverá ser adequada para fixação em parede por suporte metálico (de sobrepor). • Os quadros deverão ser construídos em chapa de aço, seção mínima #16MSG (1,519 mm), com tratamento por processo de fosfatização ou equivalente. Grau de Proteção: IP 34. • Deverão ser previstas chapas removíveis, aparafusadas na parte inferior e superior dos quadros para fixação dos eletrodutos na mesma. As partes vivas (barramentos) deverão ser confinadas no interior de invólucros e atrás de barreiras que garantam grau de proteção no mínimo IPXXB ou IPX2, devendo atender as recomendações da norma NBR IEC 60.439-3/2004, da ABNT (Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão - Parte 3: Requisitos particulares para montagem de acessórios de baixa tensão destinados a instalação em locais acessíveis a pessoas não qualificadas durante sua utilização - Quadros de Distribuição). • Os quadros deverão ser equipados com disjuntor geral, barramentos de cobre eletrolítico para as três fases, neutro e terra, de seção compatível com a carga instalada. O barramento neutro deverá ter a mesma seção da das fases. O barramento terra deverá ter, no mínimo, a metade da seção da das fases. Os barramentos de fases e neutro deverão ser isolados da carcaça e o de terra, conectado à mesma. • Disjuntor modular, tensão máxima de operação 600V, 60 Hz, corrente nominal definida em projeto, sem compensação térmica de carcaça, com mecanismo de operação manual com abertura mecanicamente livre, para operações de abertura e fechamento, com possibilidade de utilização de dispositivo de travamento por cadeado e disparo, eletromecânico, de ação direta por curto circuito elementos instantâneos e elemento térmico para proteção contra sobrecargas. • Os disjuntores especificados acima deverão ser de curva “C” (circuitos de cargas mistas) e de curva “D” ou curva “K” (circuitos de motores) e atender as normas ABNT NBR IEC 60.947-2 e NBR NM- 60.898. • Os barramentos dos quadros deverão ser identificados (pintados) com as seguintes cores: Fase A – Preto Fase B – Branco Fase C – Vermelho, Violeta ou marrom Neutro - Azul claro Terra (PE Proteção) – Verde ou Verde Amarelo • As conexões internas deverão ser arranjadas de modo a atender a uma distribuição equilibrada de cargas nas três fases. 6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA QUADRO ELÉTRICO Manual técnico do lojista I 25 • Os quadros deverão ser identificados externamente, com seu número, por meio de plaquetas em policarbonato preto com espessura mínima de 3 mm, dimensões compatíveis com o quadro, gravação em branco, fixadas às portas por parafusos de cabeça redonda, no mínimo com os seguintes dados: nome do fabricante, tipo e número de identificação do quadro, tensão nominal do circuito principal, corrente nominal do circuito principal, capacidade de corrente de curto circuito (em kA), frequência, grau de proteção. • Todos os circuitos deverão ser identificados por meio de plaquetas em policarbonato preto com espessura mínima de 3 mm, dimensões compatíveis com o local, gravação em branco, fixadas aos espelhos por parafusos de cabeça redonda. Deverá ter afixado à sua porta, pelo lado interno, relação de circuitos datilografada e plastificada, contendo o número do circuito e sua área de atuação. • Todo quadro deverá ter afixado à sua porta, pelo lado interno, porta projetos contendo no seu interior o diagrama trifilar e funcional do mesmo. • Interruptor de Fuga (Dispositivo Diferencial Residual – DR) – O QTL deverá obrigatoriamente ter instalado o DR apropriado para circuitos trifásicos + neutro, para tensão nominal de 380V/220V, corrente nominal conforme projeto corrente nominal residual de 30 mA, modelo adequado ao quadro elétrico. • No quadro deverá ter disjuntores identificados “ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA-NÃO DESLIGUE”. Acionamento automático, alimentação de 220 V, 60 Hz, com carregador automático e bateria. O sistema de iluminação de emergência deverá ter autonomia de duas (2) horas de funcionamento ininterrupto; O sistema deve garantir no mínimo 5 Lux em locais planos e escadas. 6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA QUADRO ELÉTRICO Circuito independente Iluminação de emergência Conter IDR e DPS Aterramento do quadro Terminais em todos os disjuntores Timer manual de iluminação de vitrine e letreiro Proteção dos barramentos BOTOEIRA Acionamento externo SINALIZAÇÃO DENTRO DO QUADRO Diagrama unifilar ou trifilar do QDL Manual técnico do lojista I 26 • Os valores adotados para o cálculo de demanda estimado max. de energia para cada loja tiveram por base a demanda constatada em estabelecimentos similares, localizados em outros Shoppings Center. A carga total instalada será analisada pelo departamento de operações e não poderá passar da existente na loja. Caso haja necessidade de acréscimo de carga elétrica, além do previamente estabelecido pelo contrato de locação, o mesmo somente será liberado, desde que exista disponibilidade de carga nos alimentadores principais e na subestação elétrica do shopping. Todas as despesas decorrentes do acréscimo solicitado serão de responsabilidade dos Locatários interessados. • A ligação de energia definitiva da loja somente será disponibilizada através de solicitação ao Departamento deOperações que fará a vistoria técnica das instalações e testes no quadro. O Departamento de Operações deverá ser acionado para vistoria em até 10 dias antes da data de inauguração do Shopping e terá o prazo de 48 horas para atendimento. 6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA ELÉTRICA GERAL I OBSERVAÇÕES Além dos itens anteriores, as âncoras deverão apresentar o proj. ELE da subestação, constituído de: OBSERVAÇÕES PARA LOJAS ÂNCORAS 1. Diagrama unifilar de média tensão e do QGBT, com especificações de equipamentos e cabos. 2. Planta baixa e cortes da subestação. Planta baixa com iluminação, extintor de incêndio, isolamento de corta-fogo, etc. 3. Trajetos dos cabos de baixa tensão entre transformador, QGBT e loja. Detalhes de montagem, placas de identif. e advertência. 4. Aterramento de todos os equipamentos, quadros elétricos e partes metálicas (suportes, esquadrias, leitos e eletrocalhas), interligando a barra de terra secundária (BES) e esta conectada aos cabos TERRA oriundos da cabine de medição do Shopping. 5. Atender a Instrução Técnica nº36/181 do Corpo de Bombeiros. Resumo geral de cargas e cálculo de demandas. 6. Grupo gerador, com indicação em planta baixa, interligação com QGBT e chave de transferência automática (caso exista). • Na entrada da subestação, deverão ser instalados e 1 chave seccionadora TRI de ação simultânea, abertura sob carga, acoplada à base fusível limitador de corrente do tipo LL, com dispositivo de desligamento autom. pela queima de fusível, conforme indicado no diagram. Unifiliar. Estes fusíveis deverão obrigatoriamente estar coordenados com a proteção na derivação do shopping e o cálculo submetido à aprovação do departamento de operações. • A chave seccionadora tripolar de ação simultânea, e base fusível LL, poderão ser substituídas por chave seccionadora tripolar e disjuntor automático tripolar, com relés secundários de proteção, a critério do Lojista/ Projetista. • A chave seccionadora (ou disjuntor automático) na entrada da subestação da loja será intertravada com o dispositivo de proteção do circuito, na cabine de medição do Shopping. Na subestação deverá ser instalada barra de terra na parede, como ponto de interligação dos cabos TERRA oriundos da cabine de medição do Shopping com os cabos TERRA da instalação da loja. • Recomenda-se intertravamentos entre a seccionadora (ou disjuntor) da entrada da subestação e do relé de temperatura, com disjuntor de baixa tensão no QGBT. As estruturas metálicas e as partes metálicas da cobertura em áreas técnicas (grades, suportes, antenas, equipamento de ar condicionado, geradores, etc.), deverão ser conectadas ao sistema de captores lineares (SPDA) das áreas comuns, sob responsabilidade dos Locatários. Manual técnico do lojista I 27 6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA MEDIDOR DE ENERGIA • Todas as lojas entram no rateio de energia do Condomínio (exceções para ancoras ou negociações comerciais especificas) • Verificar a existência de medidor na loja e se é necessário adequação/instalação, validando sempre com a área de operações. • O Fornecimento será escopo do lojista. A instalação do mesmo será fora das lojas, na alimentação elétrica. Garantir que o medidor esteja ao lado do quadro. A compra e instalação do medidor é de responsabilidade do lojista. Localizado ao lado do quadro Manual técnico do lojista I 28 • Deverá ser apresentado projeto luminotécnico detalhado informando a quantidade de intensidade luminosa (lux), especificações das luminárias da área de venda e da vitrine. • Deverá ser apresentada para análise, planta do teto refletido (loja e vitrines), indicando o ponto de todas as instalações do forro (detector de fumaça, sprinkler, difusor de ar condicionado...). • Se a entrada da loja for recuada em relação ao alinhamento frontal, esta área deverá ser iluminada pelos Locatários. • Poderão ser usadas nas áreas de venda, tanto luminárias em trilhos eletrificados quanto luminárias embutidas, e deverão ser do tipo baixa claridade. As luminárias poderão ser direcionáveis e deverão possuir superfície de reflexão espelhada ou semi espelhada. • Fica proibido, o uso de luminárias estroboscópicas, giratórias ou canhões de luz direcionáveis. • A iluminação geral deverá ser feita usando luminárias não ofuscantes. Nenhuma luminária poderá ser instalada fora dos limites da loja. • Se luminárias fluorescentes forem utilizadas, estas deverão ser do tipo embutida e com as lâmpadas protegidas por aletas metálicas, difusores parabólicos ou grades plásticas. Não deverá ser utilizada lente acrílica. Luminárias com lâmpadas HID deverão ter lentes de proteção contra radiações UV. Luminárias incandescentes pendentes poderão ser utilizadas para iluminação geral, somente se os Locatários tenham estabelecido uma identidade baseada neste tema ou conceito. • Nos casos onde for utilizado gás neon, todo o sistema deverá ser aterrado e o transformador deverá ficar em local de acesso restrito ao pessoal especializado. • A intensidade de iluminação para a vitrine e atendimento de loja deverá seguir a NBR ISO/CIE 8995-1:2013. As lâmpadas deverão sem em LED e com 3.000k de luminância. 6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA LUMINOTÉCNICO Manual técnico do lojista I 29 6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA TELEFÔNIA • Caberá ao lojista a responsabilidade pela instalação do cabeamento interno de telefone, a partir do ponto de entrega. • Quaisquer despesas em acréscimo de linha, tronco e fiação, correrão por conta dos Locatários. • Os cabos serão do tipo pares trançados compostos de condutores sólidos de cobre nu # 24AWG, isolados em composto especial, capa externa em PVC não propagante a chama. • Todos os eletrodutos aparentes deverão ser pintados à tinta a base de esmalte sintético na cor cinza escuro. Os eletrodutos aparentes deverão ser fixados no máximo a cada 2,0 m. • O projeto de telefone poderá ser desenhado junto ao projeto elétrico, desde que não haja recomendação contrária da concessionária, e que não dificulte o entendimento do conteúdo dos projetos. O sistema será de linhas individualizadas para cada loja. Estas linhas deverão ser adquiridas pelos Locatários, através da Operadora local ou qualquer operadora credenciada pela Anatel. O Shopping informará a disponibilidade das Operadoras, em momento oportuno. • O projeto e a execução da instalação telefônica deverão atender às recomendações da operadora local no tocante à quantidade mínima e localização de caixas de saída (ponto de telefone). • Será instalada uma caixa de passagem com cabo, com número de pares metálicos definidos na Planta Técnica. • Caberá ao lojista a responsabilidade pela instalação do cabeamento interno de telefone, a partir do ponto de entrega. Quaisquer despesas em acréscimo de linha, tronco e fiação, correrão por conta dos Locatários. • Nos locais em que as tubulações das instalações elétricas e telefonia sejam visíveis pelos futuros clientes (seja em atendimento na loja ou circulando no mall do MAIS SHOPPING), tais componentes deverão, obrigatoriamente, estar recobertos por elementos/revestimentos decorativos compatíveis com o Projeto de Arquitetura da loja. 1. Planta baixa com a distribuição de pontos, tubulações, etc. 2. Detalhes ampliados das instalações sanitárias em escala 1:20. 3. Detalhes ampliados das instalações hidráulicas (elevações ou isométricas na escala 1:20). 4. Convenções adotadas, notas e observações relevantes. 5. Detalhes executivos de instalação em consonância com os detalhes arquitetônicos. 6. Guia de ART do responsável técnico pela elaboração dos projetos. 1. Todas as lojas com atividades afins (“molhadas”) deverão obrigatoriamente aplicar nos pisos das áreas molhadas, manta de impermeabilização apropriada e dentro dos padrões adotados no Shopping, com dreno de impermeabilização. A estanqueidade desta manta será certificada através de laudo + ART/RRT. A utilização de de Drywall verde também é obrigatória para áreas molhadas. Manual técnico do lojista I 30 • Todas as instalações deverãoser executadas de acordo com as normas municipais vigentes e NBR-5626/1998 e NBR-8160/1999 da ABNT, atendendo às normas de segurança para proteção dos usuários, como extensão das medidas de segurança adotadas pela instalação geral do shopping, para o benefício dos próprios Locatários. • Lojas que solicitarem instalação de pontos de água e esgoto serão submetidas à análise técnica e, em caso de possibilidade de atendimento, estas deverão, antes da liberação de execução dos serviços, aceitar o referido orçamento de execução dos serviços. • No ponto de conexão do esgoto de gordura da loja com a rede do shopping deverá ser executada no lado interno da loja, pelos Locatários, uma caixa de retentora de detritos, e em todas as pias internas às lojas deverão ser instaladas caixa retentora de detritos, de responsabilidade dos Locatários. • No interior das lojas, os tubos de queda de esgoto (tomada) deverão ser prolongados até o teto e interligados à tomada de ventilação (responsabilidade dos Locatários). O tubo de ventilação deve ser executado acima do eixo da tubulação horizontal de esgoto (NBR 8160/99). • No ponto de entrada d’água potável na loja é OBRIGATÓRIO a instalação de registro geral e hidrômetro a pulso, ficando de responsabilidade do lojista a instalação. • Lojas com atividade de salão de beleza e pet shop deverão ser dotadas de filtro de cabelo no sistema de esgoto. As tubulações hidráulicas e sanitárias, quando aparentes, deverão ser pintadas com esmalte sintético nas cores verde claro e marrom, respectivamente. 6.4 DISCIPLINAS I HIDRÁULICA ESPECIFICAÇÕES BASICAS DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETOS NOTAS DE PROJETO HIDRÁULICO Manual técnico do lojista I 31 • Tubos. Água fria será de PVC rígido, classe 15, soldáveis, conforme norma NBR 5648:2010 da ABNT. Água quente poderá ser utilizada PVC específico. As tubulações deverão receber isolamento térmico Calhas de La de vidro ou borracha elastomérica sujeita as normas da IT10/18). • Esgoto primário, de esgoto de gordura, esgoto cinza e de ventilação sanitária, de diâmetro igual ou maior que 50 mm serão de PVC, série R, tipo ponta e bolsa, conforme norma NBR-5688/1999 da ABNT. Esgoto secundário (diâmetro de 40 mm) será de PVC, tipo esgoto predial (branco), tipo ponta e bolsa. Drenos de equipamentos de ar condicionado (Fan-Coil) serão de PVC soldável, classe 15, para água (marrom) inclusive as conexões. 6.4 DISCIPLINAS I HIDRÁULICA ESPECIFICAÇÕES BASICAS CONEXÕES • Para tubos de água e esgoto deverão ser de material idêntico ao da tubulação utilizada, apropriadas para o tipo de tubo. • Não será permitida “bolsa a quente" fabricada no local. Os Caixilhos e grelhas para ralos e caixas deverão ser metálicos e cromados. Todos os ralos do piso deverão ser sifonados. DECLIVIDADES • Tubos de esgoto: diâmetros iguais ou menores que 75mm...........................2,0% • Diâmetros iguais a 100mm..............................................................................1,0% • Tubos de ar condicionado - declividade mínima de 1,0%, independente do diâmetro. OBSERVAÇÕES • As instalações hidráulicas deverão ser testadas antes de ligadas à rede geral, a uma pressão de 4kgf/ cm² durante, no mínimo, 24 horas e acompanhadas pelo bombeiro do shopping. • As tubulações de esgotos e de ventilação deverão ser submetidas à pressão de teste hidrostático conforme descrito no anexo “G” da NBR- 8160/1999. Todas as instalações serão vistoriadas periodicamente no decurso das obras pelo departamento de operações que também efetuará uma vistoria final para verificação da correta execução do projeto. • Todas as tubulações aparentes deverão ser fixadas por suportes metálicos com espaçamentos tais que permitam boa rigidez das mesmas. Recomendam-se suportes de fixação a cada 1 metro, para tubos de PVC. Evitar a ancoragem das tubulações na passagem por alvenarias, lajes e divisórias. • Caso seja necessária a instalação de caixa de inspeção em alvenaria, esta deverá ser impermeabilizada. • Toda a instalação deverá ser ventilada com distanciamento dos desconectores conforme NBR 8160/1999. Toda loja com esgoto terá seu ponto de entrega de ventilação sanitária para conexões das ventilações da rede. (Indicada na planta específica). As ventilações da rede deverão ser interligadas no nível do teto conforme NBR 8160/1999. • Todas as lojas que executarem banheiros no seu interior deverão instalar vasos sanitários com caixa de descarga acoplada. Não é permitido o uso de vasos com válvula de descarga. • A interligação do dreno do fan coil ao ponto de dreno na loja (ponto de entrega) será de responsabilidade do lojista. Recomenda-se instalação de tubo sifão nesta interligação. Manual técnico do lojista I 32 1. Planta baixa com a distribuição de pontos, tubulações... etc. 2. Corte e isométrico. 3. Detalhes ampliados das instalações com elevações ou isométricas em escala 1:20. 4. Convenções adotadas, notas e observações relevantes. 5. Detalhes exec. de instalação em consonância com os detalhes arquitetônicos e de decoração. 6. Memorial descritivo. 7. Memorial de cálculo. Lojas com mais de 100 bicos de sprinklers e/ou arranjo de tubulações do tipo fechada (malha/grid/anel). 8. Guia de ART do responsável técnico pela elaboração dos projetos. 9. As instalações de chuveiro contra incêndio obedecerão às Normas - NBR-10.897/2014 da ABNT, Proteção contra incêndio por chuveiro automático, e as exigências do Corpo de Bombeiros. 6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO (SPK) DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETOS ESPECIFICAÇÕES BASICAS Tubulações - deverá ser em aço carbono, com costura conforme norma NBR 5580:2015 (classe M) • Diâmetro nominal de 25 mm a 50 mm (inclusive): rosqueados (galvanizado ou preto). • Diâmetro nominal acima de 50 mm (exclusive): soldados (galvanizado ou preto) ou com pontas bisotadas para solda de topo (preto). • Diâmetro nominal mínimo para rede de sprinklers será de 25 mm (1”). • As deflexões e as derivações na rede de sprinklers deverão ser efetuadas por meio de conexões adequadas. • As conexões para tubulações com diâmetros de 25mm a 50mm (inclusive) serão em aço maleável galvanizado ou preto com rosca BSP (25 kg/cm²). As conexões para tubulações com diâmetros maiores do que 50mm poderão ser em aço maleável ou aço carbono preto para solda de topo classe 150 Lbs. • Somente serão aceitas conexões tipo "boca de lobo" nos tubos com diâmetro mínimo de ф4" (100 mm), e a derivação para solda na "boca de lobo" em diâmetro mínimo de ф2" (50 mm). A quantidade de conexões do tipo ”boca de lobo” devem estar devidamente indicadas e a quantidade total em projeto, devendo na conclusão da obra obrigatoriamente ser apresentados à mesma quantidade de “tampas” apresentada em projeto. • Nas lojas com área de 300m² ou superiores, cuja aprovação no corpo de bombeiros é obrigatória, o sistema deverá ser dimensionado por cálculo hidráulico, conforme recomendado pela norma NBR 10.897/2014 – 8,1mm/min para os 140m² mais desfavoráveis. Está disponibilizada na entrada de cada loja uma vazão máxima de 1600 l/min e 55mca. • Lojas menores de 300m² poderão ser dimensionadas por tabela, para o risco ordinário grupo 2, atendendo integralmente aos critérios da NBR 10.897/2014. • Prever 3 tipos de posições de instalação para os bicos de sprinklers, são elas: pendentes (para baixo), up-right (para cima) e lateral (Sidewall). Esta característica é muito importante, pois se for determinado em projeto o uso de um bico de sprinkler pendente, ele não poderá ser substituído por Up-Right ou lateral, pois a distribuição da água entre eles é diferente. Abaixo foto de cada tipo. • As faixas de temperaturas de acionamento de um bico de sprinkler são definidas por norma e possuem uma padronização universal. É possível identificar essa temperatura através da coloração do líquido termo sensível que está no interior do bulbo conforme a figura abaixo. • Bico de Sprinkler – Tipo ampola, fabricado em liga especial de bronze, fator K = 80, rosca BSP ф 1/2" e temperaturade 68°C. Deverá ser apresentado o atestado de conformidade do INMETRO. No caso de proximidade de coifas e interior de cozinhas, os bicos deverão atuar na temperatura de 79° C. • Garantir proteção metálica em todos os bicos acima da escada e no estoque, evitando que com o acumulo de entregas, os bicos não sejam danificados com alguma caixa e consequentemente acionados. Manual técnico do lojista I 33 6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO (SPK) TIPO DE BICOS SPK • Válvulas - Todas as tubulações deverão possuir dreno no interior da loja com válvula tipo Esfera. • O espaçamento máximo permitido para risco ordinário deve ser conforme NBR 10.897/2014, desde que não ultrapasse a área de atuação do bico. • A área máxima de cobertura por bico é de 2m² sem divisões de parede, ou seja, área livre. • Qualquer compartimento fechado tais como depósito e vitrine, deve ser protegido com um ou mais bicos de sprinkler, conforme a área. • Quando a distância do Fan-Coil ultrapassar 0,80m do piso do jirau deverá ser previsto bico sob o equipamento. Manual técnico do lojista I 34 6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO (SPK) OBSERVAÇÕES • Objetos móveis. Instalações sanitárias. (Não inclui vestiários/ armários e DML). • Recintos de equipamentos elétricos. Desde que esteja compartimentado com paredes corta fogo com tempo mínimo de 120min, portas corta fogo P-90 e monitorado por detecção de incêndio. • A distância máxima do bico ao anteparo superior (laje, forro, duto de ar condicionado) não deve ser superior a 30 cm. • A altura máxima do bico de armazenamento nas áreas de depósito deve ser de 3,70m. • Todas as tubulações aparentes deverão ser rigidamente fixadas à estrutura, por meio de suportes, braçadeiras, espaçadas de no máximo 2,0 metros. • As tubulações aparentes deverão ser pintadas com esmalte sintético na cor vermelha. • O afastamento dos chuveiros a obstruções (vigas, dutos, calhas, etc) devem atender ao exigido pela NBR 10.897/2014. Obstruções e composição de obstruções com dimensões com 1,20m ou superiores deve ter proteção por sprinklers sob a mesma. • Todas as tubulações deverão ser testadas, com acompanhamento do departamento de operações, antes de serem ligadas à rede do Shopping a uma pressão duas vezes maior que a pressão de trabalho (aproximadamente 200 psi) durante, no mínimo, 48 horas. • O projeto de prevenção e combate a incêndio por sprinklers deverá vir acompanhado da ART do responsável técnico. 1. É obrigatória a instalação de chuveiros em forros falsos. Só serão dispensados da instalação, quando atender integralmente aos critérios de isenção do item 7.12.1 da NBR 10.897/2014. 2. Atender também condições especiais referentes a aberturas, shafts, escadas e casas de máquinas. ESTÃO DISPENSADOS DE INSTALAÇÃO DE BICOS DE SPK NOTAS DE PROJETO PCI • Os sistemas de proteção por extintores de incêndio devem ser instalados no interior da loja, em locais visíveis e de fácil acesso, especificados e dimensionados segundo a Norma Técnica do Corpo de Bombeiros Instrução Técnica nº21/18 e deverão ter as características abaixo definidas, em função da atividade da loja e/ou do risco de incêndio. • A capacidade extintora mínima deve ser conforme Instrução Técnica nº21/18 do Corpo de Bombeiros. • É obrigatória a instalação de extintores de incêndio tri-classe, com capacidade extintora mínima 3A: 20B: C, dispostos de forma que o operador percorra no máximo 20m para alcança-lo. E pelo menos uma unidade a menos de 5,00 m do acesso da loja (térreo) e da escada (jirau). Cada loja deverá possuir no mínimo dois extintores, executando-se lojas com área inferior a 50m² por pavimento/jirau. • Deverão possuir sinalização e estarem identificados. Observar também as necessidades específicas para casa de máquinas, sala de quadros elétricos, transformadores e geradores. • A quantidade de unidades extintoras será em função da área e do risco de incêndio conforme as normas. Deve haver no mínimo a proteção das 3 classes extintoras (A, B, C) no pavimento térreo e jirau, podendo utilizar uma ou duas unidades a fim de atender as 3 classes, exceto em jirau exclusivo para áreas técnicas, sendo somente as proteções das classes B e C. • Os extintores deverão ser dispostos de tal maneira, que possam ser alcançados de qualquer ponto da área protegida, sem que haja necessidade do operador percorrer distância superior a 15 metros e pelo menos uma unidade de 5,00m de aceso da loja (térreo) e da escada (jirau). • Os extintores deverão estar localizados em área de fácil visualização e acesso, e instalados a uma altura máxima, sendo do suporte ao piso de 1,60m e altura mínima do piso de 10 cm. Manual técnico do lojista I 35 6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO EXTINTORES TIPOS DE EXTINTORES • Em função da área de determinadas lojas e como consequência do layout interno, inclusive a eventual criação de jiraus, poderá ser necessária à instalação de hidrantes complementares no interior das lojas para atender aos requisitos já mencionados. Esta instalação ocorrerá a partir do ponto de tomada da loja e sob responsabilidade dos Locatários. • Para as Âncoras e Megalojas foram previstas tomadas de hidrantes, para posterior distribuição dos mesmos no interior das lojas em função dos respectivos layouts internos, sob responsabilidade dos Locatários. • Também devem prever proteção por hidrantes às lojas satélites e de alimentação que tenham indicação de ponto de entrega de hidrantes na planta específica da loja. • Devem ser locados em áreas de fácil acesso e de acordo com as exigências do Corpo de Bombeiros, em atendimento a Instrução Técnica nº22/18 respeitando as distâncias a serem percorridas pelo operador, dispositivos de manobra e registros, afastamentos das portas, escadas ou antecâmaras. • Todos os hidrantes em áreas internas às lojas deverão ser munidos de saídas simples, equipados com mangueiras de 38 mm e esguichos reguláveis. • Ao lado de todos os hidrantes será instalado acionador manual tipo QUEBRA VIDRO, conectado a central de Detecção e Alarme de Incêndio do Shopping. • As instalações de detecção internas às lojas (a partir dos pontos de entrega) serão executadas sob responsabilidade dos Locatários, porém obedecendo aos requerimentos e informativos do departamento de operações, de forma a possibilitar a interface das suas instalações internas com as instalações das áreas comuns do Shopping. • Tubos - Deverão ser de aço carbono com costura (classe M), conforme norma NBR-5580/2015 da ABNT, com pontas bisotadas para solda de topo. • Abrigo - em chapa de aço #18 MSG, decapada, fosfatizada, pintada emprimeira demão com fundo antiferruginoso e na segunda demão com tinta a base de esmalte sintético na cor vermelha, com cestas basculantes para mangueiras. • Mangueiras – em 2 lances de 15m, com comprimento total de 30m, de fibra sintética e com revestimento interno de borracha, incorporadas em suas extremidades engates rápidos do tipo STORTZ padrão Corpo de Bombeiros de diâmetro 38 mm. • Esguicho - do tipo regulável de 38 mm com engate STORTZ CB e chave de montagem. • As tubulações aparentes deverão ser pintadas com esmalte sintético, na cor vermelha. • A fixação à estrutura deverá ser rígida e por meio de suportes, braçadeiras, mãos francesas, etc., espaçadas de no máximo 2,00m. Manual técnico do lojista I 36 6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO PROTEÇÃO POR HIDRANTES • Deve ser apresentado projeto de sinalização de emergência conforme Instrução Técnica nº20/18 do Corpo de Bombeiros. • As sinalizações de equipamentos de incêndio e de orientação e salvamento devem ser com pictogramas e textos fotoluminescente. • As placas devem ser constituídas de material rígido (plástico ou chapa metálica), possuir espessura suficiente para que não sejam transferidas para a superfície da placa, possíveis irregularidades das superfícies onde foram aplicadas. • Os materiais das placas não devem propagar chamas, resistir a agentes químicos e limpeza. • Os materiais que constituem a pintura das placas devem ser atóxicose não radioativos, devendo atender às propriedades colorimétricas, de resistência à luz e resistência mecânica. • As formas geométricas e dimensões devem ser conforme Instrução Técnica-20/18. • Deverá ser prevista a instalação de luminárias de emergência indicando a saída, sobre o balcão de atendimento, quadro de energia e no jirau de forma a iluminar a escada de acesso. • Os materiais utilizados não deverão ser aqueles considerados como agravantes do risco de incêndio pelo Instituto de Resseguros do Brasil. Manual técnico do lojista I 37 6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA • Todas as lojas com área superior a 300m² deve apresentar os projetos de combate a incêndio, alarme e detecção de incêndio e iluminação de emergência conforme Instrução Técnica nº 01/18. Os projetos devem ser apresentados em formato no máximo A1. • Deve ser apresentado memorial de cálculo, memoriais descritivos básicos (informações essenciais para análise do Corpo de Bombeiros) e ARTs. CORPO DE BOMBEIROS • Todos os documentos e plantas devem ser apresentados em 03 vias, plantas impressas em colorido conforme IT-01/18, em pasta tipo “romeu e julieta” transparente. (nota: Reforçar as furações das plantas, a fim de evitar extravio no Corpo de Bombeiros, sugestão: utilizar fita crepe). O carimbo específico para este projeto será conforme anexo 16. • As ARTs apresentadas devem estar claramente descritas os sistemas de segurança a qual esta pertence, nome e número da loja. • As lojas deverão estar com as instalações objeto da vistoria do Corpo de Bombeiros finalizadas para teste, respeitando o cronograma doCorpo de Bombeiros que será informado pelo departamento de operações. Caso as instalações não estejam prontas na data estipulada para a vistoria oficial do Bombeiro, a loja será fechada com drywall rosa e não fará parte do AVCB do empreendimento, e por consequência não poderá inaugurar com o Shopping. • O sistema se constitui basicamente por central de Detecção e Alarme de Incêndio, instalados em sala de segurança do Shopping (Administração), dedicado de forma compartilhada às áreas comuns e lojas e por circuitos para detectores de fumaça, acionadores manuais e avisadores visuais (lâmpada estrobo) junto aos hidrantes, todos do tipo endereçável e setorizados por circuitos (laços), em classe “A” (4 fios). Será entregue 1 ponto no limite da loja para Detecção de Fumaça. A distribuição interna dos acionadores manuais (obrigatório ao lado de hidrantes) e detectores é de responsabilidade dos Locatários. • As lojas de alimentação, independente da Legislação, receberão 1 ponto de detecção para interface (sinalização) entre os detectores de gás, internos à loja e a Central de Alarme e Incêndio do Shopping. A distribuição interna dos detectores de gás é de responsabilidade dos Locatários. • A LOCATÁRIA deverá adquirir e instalar o sistema de detecção e alarme de incêndio e integrá-lo com o sistema central do Shopping. O sistema deverá cumprir as exigências da NBR 17.240 e Instrução Técnica 19/11 do Corpo de Bombeiros. • A distribuição interna dos detectores é de responsabilidade dos Locatários, os detectores de fumaça das lojas deverão ser, preferencialmente, do mesmo fornecedor dos detectores do shopping, a fim de se garantir a integração do sistema da loja com o sistema do Shopping. • Caso os detectores instalados pelos Locatários não sejam adequados para interface com o sistema do Shopping, deverá o Locatário adquirir equipamento específico e adicional para cumprir essa necessidade. Deverão ser atendidos pelo sistema de detecção todos os recintos internos às lojas. • A quantidade estimada de detectores é em função da área de cada loja, considerando 1 detector de fumaça para cada 81m² de área (no máximo), devendo ser observadas interferências, obstruções e quantidades de trocas de ar. Nas cozinhas deverão ser instalados detectores termovelocimétricos (1 detector para cada 36m² de área). • O Lojista deverá disponibilizar um módulo de supervisão fora da loja para que seja interligado com o shopping , essa interligação deverá ser custeada e contratada pelo próprio lojista, 7 (sete) dias antes da inauguração, no contato a seguir: claudemir@newseguranca.com.br Tel: 11 995071-4404 • Módulo de supervisão: Em caso de sinistro no interior da loja, a central de detecção do lojista deverá informar à central do shopping (através de contato seco interligado ao módulo de) permitindo que as medidas necessárias sejam tomadas pela brigada de incêndio do shopping. • Módulo de comando: Em caso de sinistro, a central do shopping irá informar à central de detecção do lojista através do módulo de comando (contato seco) para que sejam tomadas as medidas necessárias para realizar a sinalização e evacuação no interior da loja. Manual técnico do lojista I 38 6.6 DISCIPLINAS I ALARME E DETECÇÃO DE INCÊNDIO DETECÇÃO DE FUMAÇA ACIONADORES MANUAIS • Os acionadores manuais deverão ser convencionais compatíveis com o sistema do Shopping, com botão de acionamento protegido por tampo de vidro / acrílico, com LED indicativo de estado de funcionamento, sendo necessário apenas para lojas de alimentação. MÓDULO DE SUPERVISÃO / MÓDULO DE COMANDO SMS__CADERNO TÉCNICO R01__2021.pdf Manual técnico do lojista I 39 6.6 DISCIPLINAS I ALARME E DETECÇÃO DE INCÊNDIO DETECÇÃO DE FUMAÇA • Quebra vidro - Ao lado de todos os hidrantes, deve ser instalado acionador manual tipo QUEBRA VIDRO, conectado a central de Detecção e Alarme de Incêndio da loja. • Central de Alarme: Modelo do Shopping: IO-500 / Fabricante do Shopping: EdwardsTodos deverão ser do tipo convencional ou Endereçável com as características abaixo: • Para lojas até 300m2 recomendamos uma Central Convencional de Detecção e Alarme de Incêndio com no mínimo 2 zonas, separado loja e mezanino / estoque, modelo CIC 06L Intelbras ou similar que converse com a central do shopping através de contato seco. • Para lojas maiores de 300m2 recomendamos a Central Endereçável de Detecção e Alarme de Incêndio modelo CIE 1125 Intelbras ou similar, facilitando a identificação de cada ponto e que converse com a central do shopping através de contato seco. • É obrigatório a utilização de cabo específico (blindado) para Detecção e Alarme de Incêndio e executar o sistema de acordo com a norma vigente NBR-17240 e IT 19 do CBPMESP. • Acionador de alarme e sirene - Os acionadores devem ser distribuídos de forma que uma pessoa não percorra mais do que 30m até um ponto de acionamento. As sirenes devem ser do tipo audiovisual e estarem conforme exigência da NBR. Ao menos um ponto de acionador de alarme e sirene deve ser instalado nos jiraus que não forem somente áreas técnicas. • Central de Alarme a ser instalada é fornecida pelo lojista e deverá fazer ser compatível com a central de alarme do Mais Shopping, marca Edwards, caso não seja, o projeto e instalação deverão conter os seguintes equipamentos homologados: o Módulo monitor SIGA-CT1, fabricante Edwards; o Central de alarme convencional, marca Intelbrás, modelo CIC-06L (até 20 detectores); o Central de alarme endereçável, marca Intelbrás, modelo CIE-1125 (até 125 detectores) o Detector de fumaça convencional, marca Intelbrás, modelo DFC-420. o Detector de fumaça endereçável, marca Intelbrás, modelo DFE-520. o Acionador manual convencional, marca Intelbrás, modelo AMC-420. o Acionador manual endereçável, marca Intelbrás, modelo AMC-520. o Sinalizador audiovisual convencional, marca Intelbrás, modelo SAV-420C. o Sinalizador audiovisual endereçável, marca Intelbrás, modelo SAV-520E. • Para o caso de Mega loja, será necessário a instalação de módulo de comando além do módulo monitor, segue abaixo marca e modelo do módulo: Módulo de comando SIGA-CR, fabricante Edwards. A tubulação deve ser metálica de qualquer tipo, aterrada, e a fiação em par trançado rígido de 1,5 mm. Estes itens, bem como toda a instalação de detecção, devem atender integralmente à Norma da ABNT NBR 9441, Classe A. 1. As especificações e modelos dos equipamentos (detectores,acionadores, alarmes) deverão estar em conformidade com as especificações dos equipamentos das áreas comuns, de forma a criar interface entre as instalações internas das lojas e a central do Shopping. Confirmar especificações com o Departamento de Operações. NOTAS DE PROJETO DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO Manual técnico do lojista I 40 6.7 DISCIPLINAS I AR CONDICIONADO DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETOS • Os projetos de ar condicionado, exaustão de odores, exaustão de vapores graxos e controle de fumaça deverão ser desenvolvidos pelo mesmo projetista (ou empresa). Além das recomendações técnicas da ANVISA, deverão observar as NBRs. • Os sistemas de ar condicionado das lojas serão dotados de unidades condicionadoras tipo “fan- coil”, que serão alimentadas através do sistema de água gelada do Shopping, exceto lojas âncoras que possuirão sistema independente. O LOCATÁRIO deverá adquirir a unidade condicionadora (Fan-Coil) e executar todas as interligações necessárias. • Cada uma das Lojas Âncoras terá o seu sistema independente de ar condicionado, com a respectiva infraestrutura totalmente desvinculada do sistema central do Shopping. • A localização dos equipamentos, tubulações, válvulas e afins, constarão da planta específica enviada ao Locatário. • A instalação de AG fornecida pelo shopping considera os seguintes critérios de cálculo: Temperaturas de 8/18ºC para entrada e saída respectivamente; diferencial de pressão disponível de 10mca. • De forma a garantir a operação do(s) sistema(s) que atende(m) a loja dentro dos parâmetros previstos em projeto, o LOCATÁRIO deverá providenciar junto ao seu instalador, o laudo de TAB. BALANCEAMENTO DOS SISTEMAS (TAB) 1. Planta baixa com a marcação da rede de dutos, layout dos equipamentos, pontos de força e interligação do dreno. 2. Cortes e Detalhes ampliados. 3. Convenções adotadas, notas e observações relevantes, Detalhes executivos de instalação em consonância com os detalhes arquitetônicos e de decoração. 4. Memória de cálculo e especificações de materiais (atenção para o dimensionamento da tomada de ar externo da loja que deverá estar em conformidade com o informado em planta específica). 5. Guia de ART do responsável técnico pela elaboração dos projetos. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETOS • O projeto do sistema de ar condicionado deverá indicar claramente todos os equipamentos e materiais a serem utilizados. • Os elementos de infraestrutura necessários à instalação do sistema de controle de temperatura também deverão constar nos desenhos. • Também deverá estar indicado nos desenhos o espaço para manutenção adequada do condicionador de ar, atendendo o mínimo para manutenção indicado na norma brasileira ABNT- NBR- 16401/2008. Além disso respeitar as normas descritas em Portaria 3.523 de 28/08/98 do Ministério da Saúde. O SHOPPING dispõe de infraestrutura básica para possibilitar o atendimento e/ou permitir o desenvolvimento dos sistemas que serão instalados na loja. Deste modo, as seguintes facilidades encontram-se disponíveis: • Um ponto para captação de ar exterior, com colarinhos dotados de damper junto de cada uma das Lojas. Um ponto de alimentação de água gelada para o sistema de ar condicionado (alimentação e retorno), com registros de espera. • Um ponto para descarga de ar dos sistemas de exaustão de odores para as lojas autorizadas contratualmente pelo SHOPPING. (PETs, Estéticas e Farmácias de manipulação. • A LOCATÁRIA deverá adquirir e instalar a unidade condicionadora (Fan-Coil) em seu Luc, com válvula balanceadora de fluxo e conjunto de controles (sensor de temperatura / V2V com atuador), cabendo também aos LOCATÁRIOS executar as interligações com drenos, dutos de ar exterior, hidráulica, elétrica, controles e bandeja. • Para as âncoras, quando previsto em contrato, serão delimitadas áreas técnicas destinadas à instalação do sistema independente do fornecimento de agua gelada. Os projetos de ar condicionado, exaustão de odores, exaustão de vapores graxos e controle de fumaça deverão ser desenvolvidos pelo mesmo projetista (ou empresa). Além das recomendações técnicas da ANVISA, deverão observar as NBRs. • Os sistemas de ar condicionado das lojas serão dotados de unidades condicionadoras tipo “fan- coil”, que serão alimentadas através do sistema de água gelada do Shopping, exceto lojas âncoras que possuirão sistema independente. O LOCATÁRIO deverá adquirir a unidade condicionadora (Fan-Coil) e executar todas as interligações necessárias. • A localização dos pontos de entrega (água gelada, tomada de ar externo, dreno) constará na planta técnica enviada ao Locatário. • A instalação de água gelada fornecida pelo shopping considera os seguintes critérios de cálculo: Temperaturas de 7/17ºC para entrada e saída respectivamente; diferencial de pressão disponível de 10mca. Manual técnico do lojista I 41 6.7 DISCIPLINAS I AR CONDICIONADO ESPECIFICAÇÕES BASICAS Manual técnico do lojista I 42 6.7 DISCIPLINAS I AR CONDICIONADO ESPECIFICAÇÕES BASICAS I BANDEJAS • A bandeja de recolhimento de água condensada deverá ter caimento para o lado da drenagem, a qual deverá ser feita em dois pontos, um em cada extremidade. A bandeja será em chapa tratada convenientemente contra corrosão e isolada termicamente, quando necessário. ESPECIFICAÇÕES BASICAS I FILTROS DE AR • O sistema de filtragem de ar a ser utilizado será composto por baterias de filtros dos tipos G1 + G4 (ABNT/NBR 16401), montados em armações metálicas que permitam fácil remoção e colocação dos mesmos, instalados na entrada de ar dos condicionadores. As armações deverão ser vedadas na junção com os filtros. A velocidade do ar nos filtros não deverá ser superior a 2,5 m/s. ESPECIFICAÇÕES BASICAS I FABRICANTES HOMOLOGADOS • CARRIER / TROX / TRANE / HITACHI / YORK ESPECIFICAÇÕES BASICAS I VENTILADORES CENTRÍFUGOS • Serão unidades do tipo centrífugo, simples aspiração e com rotores de pás curvadas para trás (Limit Load) ou para a frente (Sirocco). DADOS CONSTRUTIVOS ACIONAMENTO Motor elétrico do tipo indução, IP-54, classe de isolamento B, trifásico, 60 Hz e de alto rendimento. ACOMPLAMENTO Polias reguláveis e correias em “V”, com relação de redução nunca superior a 3:1 VELOCIDADE DE DESCARGA 10,0 m/s (máxima) EFICIÊNCIA MÍNIMA 70% ACESSÓRIOS Protetor de Correias; Trilhos Esticadores; Conexões Flexíveis; Base única com calços de borracha; FABRICAÇÃO Para rotores com diâmetro igual ou superior a 80 cm a caixa espiral deverá ser dividida em 2 partes flangeadas e aparafusadas. ACABAMENTO Pintura a base de epóxi específica para instalação “ao tempo” BALANCEAMENTO Estático e dinâmico • Unidade condicionadora de ar tipo Fan-Coil, serpentina dimensionada com no máximo 8 filas, e no máximo 9 aletas por polegada e que atenda a carga térmica apresentada pelo Locatário. • Duto de ar exterior, sustentação, etc., a partir do ponto de fornecimento deixado pelo Shopping (duto com registro no limite entre Mall e Shell para o caso de satélites e diretamente na fachada para ancoras) até a caixa de misturado fan-coil. Para as lojas que possuírem exaustão de vapores a graxos, veja item especifico. Não será permitido o uso de bandeja coletora de condensado sob o fan-coil. Tubulação de drenagem (do condicionador), indo até o dreno previsto para a loja. • Redes de dutos de distribuição de ar condicionado no interior da loja, dotadas de isolamento térmico, sustentação, difusores, dampers para balanceamento de ar, etc., incluindo ainda pontos de abertura para limpeza interna. Deverão ser em chapa de aço galvanizada, nas bitolas recomendadas pela ABNT-NBR-16401/2008 e isolados termicamente com manta de lã de vidro espessura 1”. • A interligação dos dutos com os equipamentos deverá ser feita com conexões flexíveis de lona de 16 onças ou de lona plástica. Elementos de difusão e retorno de ar. Rede Hidráulica com tubos em SCH 40 sem costura e conexões com isolamento térmico em espuma elastomérica e suportação adequada. Sistema de controle de temperatura do arcondicionado, do tipo proporcional, composto por: • Sensor de temperatura e controlador eletrônico proporcional. Válvula de duas vias do tipo independente de pressão, com retorno por mola. • A LOCATÁRIA deverá adquirir e instalar a unidade condicionadora (Fan-Coil) em seu Luc, com válvula balanceadora de fluxo e conjunto de controles (sensor de temperatura / V2V com atuador), cabendo também aos LOCATÁRIOS executar as interligações com drenos, dutos de ar exterior, hidráulica, elétrica, controles e bandeja. Para as âncoras, quando previsto em contrato, serão delimitadas áreas técnicas destinadas à instalação do sistema independente do fornecimento de agua gelada. • Os projetos de ar condicionado, exaustão de odores, exaustão de vapores graxos e controle de fumaça deverão ser desenvolvidos pelo mesmo projetista (ou empresa). Além das recomendações técnicas da ANVISA, deverão observar as NBRs. Os sistemas de ar condicionado das lojas serão dotados de unidades condicionadoras tipo “fan-coil”, que serão alimentadas através do sistema de água gelada do Shopping, exceto lojas âncoras que possuirão sistema independente. O LOCATÁRIO deverá adquirir a unidade condicionadora (Fan-Coil) e executar todas as interligações necessárias. • A localização dos pontos de entrega (água gelada, tomada de ar externo, dreno) constará na planta técnica enviada ao Locatário. A instalação de água gelada fornecida pelo shopping considera os seguintes critérios de cálculo: Temperaturas de 7/17ºC para entrada • TODAS AS SERPENTINAS DEVERÃO OBRIGATORIAMENTE POSSUIR 8 ROWS E SELECIONADAS PARA UM DIFERENCIAL DE TEMPERATURA DE 10°C (5°C x 15°C) Manual técnico do lojista I 43 6.7 DISCIPLINAS I AR CONDICIONADO ESPECIFICAÇÕES BASICAS (SISTEMA FAN-COIL) Manual técnico do lojista I 44 6.7 DISCIPLINAS I AR CONDICIONADO ESPECIFICAÇÕES BASICAS (SISTEMA FAN-COIL) • Toda a rede de dutos que deverá ser fabricada em chapa de aço galvanizado, de acordo com os processos construtivos da NBR-16.401- 1/2008 da ABNT, SMACNA e normas afins. • Elementos de difusão (difusores ou grelhas) deverão ser providos de registros para balanceamento, destinados a realizar o insuflamento de ar nos ambientes. • O projeto, bem como a execução das instalações de ar condicionado, obedecerá aos parâmetros de demanda referidos nas normas da NBR-16.401 – 1 à 3/2008 da ABNT e da ASHRAE, ajustados • às condições locais. • O projeto deve conter o encaminhamento e dimensionamento da rede de dutos, especificação dos insufladores, dampers para regulagem da vazão de ar, curvas com veios defletores, revestimento do trecho inicial com FLEXLINE, para atenuar ruídos e vibrações, detalhes de isolamentos dos dutos, vazão dos difusores e localização do termostato e quadro de comando. • Sistema de controle de temperatura do ar condicionado, do tipo proporcional, deverá ser composto por: 1. Sensor de temperatura e controlador eletrônico proporcional. 2. Válvula de duas vias do tipo independente de pressão, com retorno por mola. 3. Quadro de controle. 4. Intertravamentos com o sistema de controle de temperatura (de forma que a válvula fique fechada quando o fan coil estiver desligado). 5. Intertravamentos com sistema de detecção e combate a incêndio. • Somente para as lojas localizadas no Subsolo, será permitida a instalação de equipamentos do tipo Cassete hidrônico, devido ao pé direito. • Toda a rede de dutos que deverá ser fabricada em chapa de aço galvanizado, de acordo com os processos construtivos da NBR-16.401-1 da ABNT, SMACNA e normas afins. • Elementos de difusão (difusores ou grelhas) deverão ser providos de registros para balanceamento, destinados a realizar o insuflamento de ar nos ambientes. • O projeto, bem como a execução das instalações de ar condicionado, obedecerá aos parâmetros de demanda referidos nas normas da NBR-16.401 - 1 a 3 da ABNT e da ASHRAE, ajustados às condições locais. • O projeto deve conter o encaminhamento e dimensionamento da rede de dutos, especificação dos insufladores, dampers para regulagem da vazão de ar, curvas com veios defletores, revestimento do trecho inicial com FLEXLINE, para atenuar ruídos e vibrações, detalhes de isolamentos dos dutos, vazão dos difusores e localização do termostato e quadro de comando. SISTEMA DE CONTROLE DE TEMPERATURA DO AR CONDICIONADO, DO TIPO PROPORCIONAL: • Para as lojas cujas atividades determinem o uso de equipamento para exaustão mecânica, será necessário um projeto específico, elaborado por profissionais experientes neste tipo de instalação. A exaustão mecânica tem por finalidade atender as seguintes condições de operação: • Proteção do meio ambiente contra descarga de poluentes. • Requisitos para proteção e segurança contra incêndio. • Contribuição para higiene do local e preparação de alimentos. • Remoção dos vapores e gases decorrentes do processo de produção de alimentos. • Retenção de gordura antes da descarga do fluxo de ar. • Remoção de parte do calor gerado internamente. • Em todos os ambientes dotados com sistema de exaustão, será fornecido um ponto para tomada de ar externo e um local para descarga do ar, quando indicado em planta. • O LOJISTA deverá instalar o sistema de exaustão, bem como o suprimento correspondente utilizando-se obrigatoriamente Coifa Lavadora, dimensionada de modo que a pressão interna da cozinha seja negativa. • Deverão ser respeitadas as seguintes normas: 1. ABNT-NBR-14.518, 2. ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Enginners, Inc.); 3. ARI (Air Conditioning and Refrigeration Institute); 4. AMCA (Air Movement and Control Association, Inc.); 5. SMACNA (Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National Association, Inc.); 6. INDUSTRIAL VENTILATION; 7. NFPA (National Fire Protection Association). Manual técnico do lojista I 45 6.8 DISCIPLINAS I EXAUSTÃO ESPECIFICAÇÕES BASICAS (EXAUSTÃO – LOJAS DE ALIMENTAÇÃO) ESPECIFICAÇÕES DE PROJETO Os projetos de ventilação mecânica deverão obedecer as normas da NFPA (National Fire Pretection Association) e ser acompanhados de memória de cálculo que abrangerá o dimensionamento e a descrição do sistema a ser instalado, indicando: 1. Dimensão dos dutos para condução do ar poluentes. 2. Potência elétrica. 3. Pontos de drenagem na parte inferior dos dutos. 4. local adequado para instalação dos equipamentos. 5. Pontos de inspeção para a limpeza dos dutos. ESPECIFICAÇÕES BASICAS I FABRICANTES HOMOLOGADOS • BERLINER / HIGROTEC / OTAM / PROJELMEC • As velocidades máximas deverão ser compatíveis com o nível de ruídos e perda de pressão razoável. Recomenda-se a velocidade máxima de 10 m/s. • As coifas deverão ter velocidade de captação não inferior de 0,5 m/s. Deverá possuir, em todo o seu perímetro, calha para captação de gordura. • Deverão ser dotados de filtro corta chamas, específicos para retenção de gordura selecionado de acordo com a faixa de velocidade de face recomendada pelo fabricante, contendo no mínimo, as • seguintes indicações: - Vazão Máxima e mínima. - Perda de pressão inicial. - Perda de pressão máxima recomendada. • Deverá ser instalado damper corta – fogo na conexão da coifa ao duto de exaustão, em ponto de fácil acesso para manutenção e limpeza e na saída do duto; seu acionamento deverá ser tanto manual quanto automático, sendo feito por dispositivos mecânicos, elétricos ou pneumáticos. • Independentemente do sistema adotado, as coifas deverão também ser dotadas de filtro metálico específicos para retenção de gordura, tipo labirinto, a fim de que a descarga de ar não seja poluidora (gordura, odores, fumaça) selecionados de acordo com a faixa de velocidade recomendada pelo fabricante. Estes filtros deverão ser montados com uma inclinação mínima de 45°. • Tubulações no interior de forros e/ou shafts, bem como qualquer espaço vazio e não ventilado da edificação, deverão ser complementadas por tubos luva (camisa) ou envolvidos com dutos de chapa galvanizada, com juntas estanques, com ventilação para o exterior. • Considerar área de acessoperiódica para manutenção e fiscalização através de portas de inspeção instaladas a cada 1,5m, ao longo da rede de dutos principalmente perto de “acidentes” / mudança de direções. • Admite-se para efeito de controle de odores, que o sistema de exaustão tome uma parcela de ar proveniente de ambientes condicionados da própria loja, para manter as áreas ventiladas em ligeira depressão em relação aos mesmos (valor equivalente ao ar exterior do self contained). • Todos os sistemas de exaustão deverão ser providos de injeção de ar exterior, para reposição de ar exaurido através da instalação de ventilador de insufla mento com a devida filtragem do ar. • Todos os equipamentos tais como fogões, chapas, fritadeiras, etc... deverão ser providos de captores tipo coifa, os quais devem ser no mínimo 15,00 cm maiores que os equipamentos e com velocidade não inferior 0,50 m/s na área da face. As coifas deverão possuir em todo seu perímetro calha para captação de gordura. Manual técnico do lojista I 46 6.8 DISCIPLINAS I EXAUSTÃO ESPECIFICAÇÕES BASICAS (EXAUSTÃO – LOJAS DE ALIMENTAÇÃO) • Todos os dutos, equipamentos e componentes deverão ser fabricados em material incombustível. Estes sistemas deverão ser totalmente independentes para cada loja, possuindo basicamente: • Ventiladores centrífugos de pás planas ou curvadas para trás (air-foil), com portas de inspeção na voluta e drenos. • Lavador de ar localizado entre as coifas e o ventilador de exaustão. • Coifas fabricadas em chapa de aço inoxidável, AISI 304, soldadas; deverão ainda, ser providas de filtros inerciais, tipo flaming gard e calhas coletoras de gordura. • Dutos de exaustão e descarga de ar executados em chapa de aço preto, bitola 14, sendo sua execução totalmente soldada, isolados termicamente com material apropriado a altas temperaturas. Sistema de extinção de incêndio. • Damper corta-fogo no duto de saída de cada coifa e na saída da loja, devendo este damper ser de acionamento automático (elétrico) e manual. O sistema automático deverá ser por meio de mola e solenoide elétrica. Este damper deverá ser fechado ao ser acionado o sistema de extinção de incêndio. Sensor de fogo para ativar automaticamente o sistema de extinção de incêndio. Este elemento deverá ser instalado no duto de exaustão entre a coifa e o filtro ou lavador de ar. • Sistema de injeção de ar exterior, com vazão de ar definida, de modo a não permitir a contaminação de áreas condicionadas. • Intertravamento elétrico com o sistema de injeção de ar exterior correspondente, de forma a evitar-se a extração de ar sem a devida injeção do mesmo. Manual técnico do lojista I 47 6.8 DISCIPLINAS I EXAUSTÃO ESPECIFICAÇÕES BASICAS (EXAUSTÃO – LOJAS DE ALIMENTAÇÃO) • Os dutos de exaustão deverão ser calculados para uma velocidade interna mínima do ar igual a 10 m/s (em toda a sua extensão, ou seja, desde a coifa até o ponto de descarga), de modo a reduzir o acúmulo de gordura nas paredes internas do mesmo. Possuir espaço adequado à manutenção de todos os equipamentos do sistema. • Somente no caso de sistemas de exaustão que atendam equipamentos sem geração de gordura ou fuligem, como por exemplo, fornos elétricos e banho-maria serão dispensados a instalação: - Filtros de gordura. - Sensor de fogo . - Sistema de extinção de incêndio. • Todos os demais equipamentos, materiais, intertravamentos elétricos e detalhes construtivos indicados neste item deverão ser observados para montagem do sistema. • Todos os equipamentos de cocção deverão ser elétricos ou a gás, não sendo aceito o uso de carvão ou lenha, de modo a diminuir-se o risco de incêndio nos sistemas de exaustão (impregnação dos dutos e equipamentos do sistema com partículas de carvão). • Todo fornecimento e instalação ficarão a cargo do lojista (ventilador, coifas, sistema de CO2 etc). • O lojista deverá fornecer e instalar todos os dutos internos à loja, até o ponto de descarga de ar na área externa. • Os sistemas de exaustão de coifas deverão ser providos de sistema de extinção de incêndio à base de CO2 entre os dampers corta fogo, e saponificante nas coifas e duto até o damper corta fogo. Este sistema deverá ser basicamente provido de: - Bicos de injeção de CO2 em dutos. - Bico de injeção de saponificante nas coifas. - Cilindros dos agentes extintores de incêndio. • Distribuição de agente extintor através de tubos de aço galvanizado. • Botoeira para acionamento manual do sistema, localizada junto à coifa, além do disparo automático através do sensor de fogo. • O sistema deverá ser projetado e instalado por empresa especializada, devendo ser apresentado para aprovação do Shopping. Manual técnico do lojista I 48 6.9 DISCIPLINAS I CO2 E SAPONIFICANTE ESPECIFICAÇÕES BASICAS (SISTEMA DE EXTINSÃO DE INCÊNDIO) • Deverá ser previsto o intertravamento elétrico dos diversos equip. do sistema, de modo que: • Ocorra o desligamento do sistema de exaustão e do sistema de injeção de ar exterior, caso o sistema de extinção de incêndio seja ativado. • O ventilador de suprimento de ar ext. e o ventilador de exaustão só operem simultaneamente. • Desligamento da Válvula solenoide cortando automaticamente o abastecimento de Gás da Loja. INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO • As lojas com exaustão mecânica (lojas de alimentos, etc.), deverão captar ar exterior para alimentação dos locais ventilados através de dutos, interligando a loja até os pontos de captação de ar. O sistema de captação de ar exterior deverá ser provido basicamente de: • Filtros de ar G4 para áreas de atendimento ao público e no mínimo F5 nas áreas de preparo de alimentos. Ventilador centrífugo para captação de ar. Dutos em chapa de aço galvanizado (isolados termicamente quando transitarem em áreas climatizadas. • Elementos de distribuição de ar, providos de registros para balanceamento e Intertravamento elétrico com o sistema de exaustão correspondente, de forma a evitar-se a injeção de ar sem a devida extração do mesmo. SUPRIMENTO DE AR EXTERNO PARA VENTILAÇÃO MECÂNICA 1. O sistema de extinção de incêndio e damper corta-fogo deverá, ainda, possuir dispositivos que permitam sua operação de forma totalmente manual, sem necessidade, por exemplo, de energia elétrica ou outra fonte de energia para acionamento destes dispositivos de segurança (fechamento do damper e abertura da válvula de injeção de agente extintor), além dos dispositivos citados anteriormente. NOTAS DE PROJETO SISTEMA DE EXAUSTÃO I CO2 E SAPONIFICANTE ANÁLISE DO PROJETO DE GÁS - O projeto deverá conter: 1. Plantas baixas – LOJA. 2. Perspectivas Isométricas, Cortes e detalhes. 3. Memória de Cálculo, Memorial Descritivo e Especificações de Materiais. 4. ART recolhida e cópia da carteira do CREA do engenheiro responsável pelo projeto. 5. Laudo de estanqueidade. Manual técnico do lojista I 49 6.10 DISCIPLINAS I INSTALAÇÃO DE GÁS DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETOS ESPECIFICAÇÕES BASICAS (GÁS) • Obedecer as Normas do CNP, ABNT, COMGÁS e as normas específicas do CORPO DE BOMBEIROS. • Considerar a locação de abrigo para o medidor de gás. • Os registros instalados na rede de gás deverão ser do tipo ESFERA. • As tubulações de gás deverão se de cobre CLASSE A / SOLDA, pintando na cor padrão (amarelo), obedecendo à normas e especificações do fabricante quanto as soldas junções, emendas, fixações, etc. • As ligações aos equipamentos deverão ser do TIPO FLEXÍVEL e à PROVA DE EXPLOSÕES. • Não será permitido em hipótese alguma embutir quaisquer tubulações nas alvenarias limítrofes, nem tão pouco recortar a laje de piso para passagem de tubulações. • Todas as tubulações aparentes deverão ser fixadas por suportes metálicos, com espaçamentos que permitam boa rigidez. • As tubulações de distribuição deverão ser aparentes, e quando necessário embutir no enchimento do piso, deverão ser protegidas com fitas especiais (Scotchgard-3M) contra corrosão. • Seguindo as Normas Técnicas, as tubulações deverão ser testadas antes de ser conectadas à rede do SHOPPING. • O LOCATÁRIO deverá fornecere instalar válvula de bloqueio de gás e detector de vazamento de gás, que atuará sobre a válvula solenoide e será conectada ao sistema de detecção e alarme de incêndio. • Toda tubulação localizada em áreas sem circulação permanente de ar, deverá ser envolvida por duto de chapa metálica, os quais deverão ser encaminhados para meio externo, conforme norma pertinente. • Deverão ser instalados sensores de vazamento de gás em todas as lojas de alimentação que se utilizarem gás. Este deverá ser intertravado ao sistema de abastecimento de gás da loja para em caso de vazamento o abastecimento seja cessado automaticamente.. Manual técnico do lojista I 50 07. LIBERAÇÃO DOS PROJETOS DE ARQ. E COMPLEMENTARES INFORMAÇÕES GERAIS • Após a análise e liberação dos projetos e a entrega da documentação solicitada para o Departamento de Operações, os lojistas estarão liberados para iniciar suas obras. • A análise dos projetos pelo Departamento de Operações não substitui a aprovação em Órgãos Públicos quando estas se fazem necessárias. As mesmas são de responsabilidade dos Locatários. • Todos os projetos devem atender as especificações do Caderno Técnico e são de inteira responsabilidade do locatário e/ou seus prepostos. O departamento de operações poderá a qualquer tempo solicitar que o LOCATÁRIO execute adequações nos itens executados se estes não estiverem de acordo com as especificações do Caderno Técnico, mesmo que não tenham, sido mencionados nas análises dos projetos. • Cada disciplina terá um profissional qualificado para avaliação de normas, recomendações constantes neste caderno técnico e para compatibilidade dos projetos com os padrões do Shopping. • Todas as alterações de projetos deverão ser informadas, os projetos revisados e apresentados para nova análise. • A compatibilização e execução dos projetos é de responsabilidade do profissional contratado pelos Locatários. • O Departamento de operações, administração e empreendedor não tem nenhuma responsabilidade técnica ou legal pelos projetos. • Caso as lojas âncoras e semi âncoras solicitarem alimentação direto da concessionária, as mesmas deverão aprovar seus projetos específicos de elétrica nas concessionárias. • Lojas com mais de 300m², deverão apresentar seus projetos de controle de fumaça para o departamento de operações, usando o padrão do Corpo de Bombeiros. • Cabeleireiro, Petshop e lojas de Alimentação, após a aprovação de seus projetos pelo departamento de operações, deverão aprovar na Vigilância Sanitária. • A aprovação dos projetos nos órgãos públicos, necessários para a liberação do funcionamento da Loja, é de exclusiva responsabilidade do Lojista. ALGUNS PROJETOS DEVERÃO SER APROVADOS POR ÓRGÃOS PÚBLICOS E REAPRESENTADOS AO DEPARTAMANETO DE OPERAÇÕES PARA ARQUIVO DA ADMINISTRAÇÃO DO SHOPPING. • O limite da loja em relação ao Mall recebe arremates metálicos para o piso (rodapiso), nas laterais dividindo as lojas (divisores de lojas) e teto (rodateto), definindo o pano vertical de fachada. Estes limites nunca deverão ser ultrapassados, alterados ou removidos. Manual técnico do lojista I 51 08. EXECUÇÃO DE OBRAS NORMAS GERAIS • LIBERAÇÃO DE ACESSO: Via sistema Intranet, entrar em contato junto à administração para cadastro. • HORÁRIO DE TRABALHO: SERVIÇO TURNO HORARIO DE TRABALHO Demolição, serviços com barulho ou cheiro 2ª feira à 6ª feira 23:00 às 06:00 Sábado, Domingo e feriado Serviços que não impactem no funcionamento do Shopping (Sem barulho, cheiro...Ex. Serviços de elétrica, pintura sem cheiro, acabamento...geral.) 2ª feira à 6ª feira 24h Considerar restrições, pois em caso de divergência ou situação que atrapalhe o mall, a obra deverá encerrar os trabalhos e retornar das 23:00 às 06:00 Sábado, Domingo e feriado Remoção de entulho 2ª feira à 6ª feira 23:00 às 06:00 Sábado, Domingo e feriado Entrega de caçamba 2ª feira à 6ª feira 23:00 às 06:00 Sábado, Domingo e feriado Entrega de mercadoria e material de obra (Materiais maiores, tais como caixas, chapas, barras...geral) 2ª feira à 6ª feira 23:00 às 09:00 Sábado, Domingo e feriado 8.1 INSTRUÇÕES GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRAS CIVÍS OBSERVAÇÕES I PISOS • O piso acabado do “Mall”, terá uma diferença entre 7 (sete) e 15 (quinze) cm acima do piso “em osso” das Lojas, sendo que para as lojas de alimentação essa medida de desnível poderá atingir 30 (trinta) cm, não tendo o Empreendedor, Administradora e/ou Construtora nenhuma responsabilidade por diferenças maiores ou menores que porventura possam ocorrer. Quando locado uma LUC que já era espaço de outra operação o LOCATÁRIO receberá a LUC de acordo com o vistoriado em visita previa para fechamento de contrato. Laje de concreto armado em “osso”, rebaixada em relação ao nível do piso acabado do Mall, verificar • medida na planta cadastral. OBSERVAÇÕES I LIMITE DA LOJA E FACHADA • Não poderão ser embutidos nas alvenarias limítrofes, dutos de ar condicionado e/ou exaustão, caixas, encanamentos de instalações hidráulicas, eletrodutos, e demais instalações técnicas. Estes elementos poderão ser fixados às mesmas com braçadeiras. Onde se localizam as juntas de dilatação estrutural da edificação, as mesmas devem ser respeitadas pelo LOJISTA, que deve executar os acabamentos de sua loja (em piso, paredes, tetos) de modo a manter a funcionalidade das mesmas. No caso de existência de juntas de dilatação transversais aos planos de vitrines, o projetista deverá propor solução para que esses elementos permitam tal movimentação. OBSERVAÇÕES I INFORMAÇÕES GERAIS Manual técnico do lojista I 52 8.1 INSTRUÇÕES GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRAS CIVÍS OBSERVAÇÕES I PAREDES • As paredes divisórias serão em “drywall”, com espessura de 14 cm e/ou bloco de concreto quando limítrofes da edificação, com pontos de instalações prediais no limite da LOJA. • As paredes divisórias das LOJAS têm a função apenas de vedação, não podendo ser usadas para qualquer tipo de fixação ou apoio. • Quando houver, junta de dilatação estas serão entregues devidamente tratadas pelo MAIS SHOPPING, cabendo a cada Lojista observá-la em conformidade com a decoração do LUC. • Poderá eventualmente ocorrer passagem de colunas ou tubulações junto aos pilares e parede dos LUC. Estas são indispensáveis ao funcionamento do MAIS SHOPPING e não serão desviadas ou removidas, sob qualquer pretexto. OBSERVAÇÕES I TETOS • Os tetos das lojas (lajes) serão entregues sem acabamento. Ocasionalmente, poderá haver dutos e/ou tubulações do MAIS SHOPPING junto aos tetos, sendo que nestes casos, em hipótese alguma poderão ser removidos ou relocados e, se necessário, deverão ser previstas aberturas no forro para acesso a tais dutos e/ou tubulações. • Os tetos dos (LUC) serão entregues aparentes seja estrutura metálica ou de concreto, sem qualquer tipo de revestimento. • Quando houver, junta de dilatação, na área interna das lojas estas deverão ser obedecidas e conservadas, principalmente quando da colocação do forro de acabamento, para evitar danos, cabendo a cada Lojista colocá-lo em conformidade com a decoração do LUC. Manual técnico do lojista I 53 8.1 INSTRUÇÕES GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRAS CIVÍS INSTALAÇÕES Instalações elétricas, telefônicas, hidráulicas, etc., no interior das lojas serão executadas pelas LOCATÁRIAS e não poderá ser embutida na alvenaria do Shopping Center. Nos casos de lojas executadas com divisórias em painel-wall, será permitida somente a passagem de eletrodutos entre o painel da loja e o painel do shopping. Os pontos de entrega serão deixados no limite da Loja Comercial conforme descrito abaixo: INSTALAÇÕES I ELÉTRICA • O sistema será de linhas individualizadas para cada loja. Estas linhas deverão ser adquiridas pelos Locatários, através da Operadora local ou qualquer operadora credenciada pela Anatel. • O Dep. de Operações informará a disponibilidade das Operadoras, em momento oportuno. INSTALAÇÕES I TELECOMUNICAÇÕES • Fornecimento de um ponto de ligação de "sprinklers" no limite da Loja. Caso necessário, será fornecidoum ponto de hidrante no limite da loja, para lojas acima de 300m². Lembrando que a mangueira deve ser tipo 2 (escopo lojista) e tem alcance m´paximo de 30m, recomendamos fazer o estudo de alcance a mangueira e prever instalação de outro ponto de hidrante caso necessário. • O locatário e responsáveis da obra deverão instalar um dreno para rede de SPK da loja, esse dreno deve estar capeado e com um manômetro medindo a pressão da rede. INSTALAÇÕES I COMBATE A INCÊNDIO • Para LUC específico será previsto um ponto de água, o registro deverá ser fornecido pelo lojista e instalado no seu perímetro. A medição de consumo será exclusiva por LUC e por meio de hidrômetro a pulso. • Os hidrômetros a pulso serão instalados no interior da LUC com a anuência e supervisão da COMITÊ TÉCNICO. Após a instalação deverão ser lacrados pelo MAIS SHOPPING. Para alimentação dos quiosques deverá ser prevista a interligação com o ponto de entrega no piso. • Fornecimento de um ponto de água e esgoto, serão de acordo com a necessidade da loja, ficando a critério do dep. de operações avaliar caso a caso, podendo ser cobrados valores relativos ao fornecimento dos mesmos. Fornecimento de um ponto plugado para ligação de ventilação sanitária para as lojas que receberem pontos de esgoto sanitário, esgoto cinza e esgoto de gordura. Fornecimento de um ponto de esgoto de dreno de ARC para todas as lojas do shopping. INSTALAÇÕES I HIDRÁULICA • Cada LUC terá ponto de energia elétrica, na tensão 380/220V, corrente alternada 60 Hz fornecido pelo MAIS SHOPPING, constituído de 03 (três) fases, 01 neutro e 01 (um) terra. No interior de cada loja será previsto alimentador a partir dos cofres de derivação extraíveis, instalados nos barramentos, no limite de cada loja, com condutores isolados em PVC, instalados dentro de eletrodutos metálicos. • O cabo alimentador será deixado no perímetro da Loja, a partir do ponto de derivação sendo responsabilidade do lojista qualquer extensão além desse limite, inclusive até seu quadro de distribuição. • Fornecimento de um ponto (duto) de exaustão e um de ar externo no limite do LUC, nas dimensões existentes. Será encargo do locatário fornecimento e instalação dos seguintes itens: Complementação da rede de dutos (ambas), instalação de DCFs, Instalação de ventiladores e lavador de vapores a graxos e sistema de combate na coifa (Saponificante) e CO2 (dutos) e quadro elétrico na instalação de exaustão. E dutos interligados à caixa de mistura do fan-coil. Manual técnico do lojista I 54 8.1 INSTRUÇÕES GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRAS CIVÍS INSTALAÇÕES I ALARME E DETECÇÃO DE INCÊNDIO • Será previsto ponto de entrega no limite da loja para Detecção de Fumaça. A distribuição interna dos acionadores manuais (obrigatório ao lado de hidrantes) e detectores é de responsabilidade dos Locatários. • A LOCATÁRIA deverá adquirir e instalar o sistema de detecção e alarme de incêndio e integrá-lo com o sistema central do Shopping. O sistema deverá cumprir as exigências do CBM. • ATENÇÃO: A ligação do sistema de detecção de fumaça com o laço do shopping deverá ser executado pela equipe técnica do shopping e não pelo lojista. INSTALAÇÕES I AR CONDICIONADO • Cada LUC terá um ponto de coleta para ligação exclusiva dos drenos dos condicionadores de ar, não sendo permitido seu uso para qualquer outra finalidade. INSTALAÇÕES I EXAUSTÃO GORDURA • Para as LUCs cuja operação possam provocar odores (PETs, Farmácias de manipulação, Estética, Laboratórios com coleta de material para exames, Podologia e Copiadoras) deverão ser instaladas pelo LOCATÁRIO sistemas de exaustão independente ou cortinas de ar no limite da loja/Mall, e filtros especiais no fancoil visando mitigar o problema. • Não será fornecido ponto de exaustão de odores para sanitários de lojas Ancoras ou LUCs. Quando necessárias todas as instalações deverão ser provisionadas pelo Locatário. INSTALAÇÕES I EXAUSTÃO ODORES • O LUC destinado à alimentação, fast-food, restaurantes terá, no corredor técnico, um ponto de gás abastecido pela rede de distribuição interna do MAIS SHOPPING. Serão previstas as medições particulares individuais por meio de medidor a ser fornecido pela COMGÁS para as lojas de alimentação, restaurantes localizadas nos corredores técnicos do 1° pavimento. INSTALAÇÕES I GÁS • O sistemas não possuem intervenções com as lojas. • As lojas devem ter sinalização de emergência (sinalização em equipamentos de combate a incêndio e áreas de risco) e sinalização de salvamento (rotas de fuga). INSTALAÇÕES I SUPERVISÃO E CONTROLE PREDIAL / SONORIZAÇÃO / CFTV / EMERGÊNCIA • Os operários de Lojistas poderão utilizar, respeitosa e higienicamente, os vestiários e refeitório do Shopping, mantendo-os em perfeito estado de conservação e limpeza. Não será permitido aos operários das lojas dormirem ou fazer refeições no interior das obras; para tal, deverão utilizar o refeitório disponibilizado pelo Shopping. • Não será permitido o estacionamento de automóveis de Lojistas, empreiteiros, instaladores, projetistas e operários na portaria e/ou docas de carga e descarga. Todos os veículos que transportarem materiais para as obras dos Lojistas deverão, após a descarga, se afastar da portaria/ docas de carga e descarga. • Veículos de Lojistas, empreiteiros, instaladores, projetistas e operários poderão utilizar o estacionamento externo e efetuando o pagamento de acordo com a permanência (Passar pela cancela e pagar estacionamento ou fechar pacote mensalista – Consultas valores). Manual técnico do lojista I 55 8.2 SEGURANÇA DO TRABALHO EXECUÇÃO DE OBRA • É de responsabilidade integral do Lojista, cumprir e fazer cumprir pelos seus prepostos, empreiteiros, operários, etc. todas as normas, leis, portarias e regulamentos relativos à segurança do trabalho e proteção coletiva, conforme disposto na CLT e Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, independente do que preceituam as normas estabelecidas pelo Shopping. • As recomendações feitas pela Administração, pelos Supervisores de Segurança e Brigada de Incêndio sobre as questões de segurança, prevenção contra incêndio, arrumação, limpeza e quaisquer outras, deverão ser, obrigatoriamente, acatadas de imediato pelo Lojista e contratados. • Garantir que haja sempre em obra, extintores tipo ABC lacrados e pressurizados. • É obrigatório o uso de EPI, de acordo com a função a ser exercida, sendo de total responsabilidade da empresa contratada para execução dos serviços. Na ausência dos equipamentos básicos (sapato e capacete) e dos equipamentos específicos, a permanência dos funcionários na obra será proibida, podendo ainda a obra ser embargada pela área técnica do Shopping ou Brigada de Incêndio. • Garantir a contratação de profissionais habilitados para execução os serviços, além de incluir as documentações necessárias para cada atividade. - ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) - NR-10 (Norma Regulamentadora - Instalações e serviços com eletricidade) - NR-35 (Norma Regulamentadora – Serviços em altura) • OBSERVAÇÕES: Ocorrendo um acidente de trabalho com o empregado do Lojista, seus contratados ou empreiteiros, o acidentado deverá ser assistido por um representante do Lojista, que se incumbirá de tomar as medidas cabíveis. 8.3 NORMAS GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRA VESTIÁRIOS E SANITÁRIOS ESTACIONAMENTO Manual técnico do lojista I 55 09. ABERTURA DE LOJA INFORMAÇÕES GERAIS • Para a realização da Vistoria Final de Obra, a obra deverá estar concluída e a loja deverá estar limpa, sem entulhos e sem equipes trabalhando no local. • A loja deverá, obrigatoriamente, atender aos seguintes requisitos para que seja realizada a Vistoria Final de Obra: • Para abertura/inauguração da loja é preciso entrar em contato com a área de Operações através de e-mail, solicitando a vistoria com 2 (dois) dias úteis de antecedência. • A vistoria final só poderá ser realizada de segundas a quintas, entre 09 e 15 h. Na ocasião da vistoria final, será elaborado um relatório, o qual apontará todas as não conformidadesverificadas no local. • Após a vistoria, a Administração do Shopping irá autorizar ou não a abertura da loja. • Para liberação da obra todos os custos de tapume deverão estar quitados juntos as devidas empresas (AMONTEC). • Todos os projetos devem estar com o status aprovado. • Para a realização da vistoria, o Lojista deverá ter a prévia aprovação das instalações de sprinklers, gás, CO2/ saponificante, detecção e exaustão (no caso das lojas de alimentação). A aprovação destas instalações será comprovada através de laudos tecnicamente válidos, elaborados pelos contratados e assinados por profissional habilitado. • A retirada do tapume só ocorrerá depois de autorizada à abertura da loja ao público. Após a retirada do tapume a loja deverá iniciar sua operação obrigatoriamente no horário de abertura do Shopping. • Qualquer evento de inauguração da loja deve ser comunicado com antecedência de 7 (sete) dias ao Departamento de Marketing. OBSERVAÇÕES ANEXOS10 LAUDOS, VISTORIAS, DETALHAMENTOS E TERMOS. ANEXO 01: Termo de recebimento da loja ANEXO 02: Termo de responsabilidade ANEXO 03: Termo de recebimento da pasta técnica ANEXO 04: Comunicação de início de obras e pedido de ligação provisória ANEXO 05: Relação do pessoal de obra ANEXO 06: Detalhes para impermeabilização dos pisos das lojas ANEXO 07: Carimbo padrão ANEXO 08: Esquema básico de tapume ANEXO 09: Diagrama unifilar típico ANEXO 10: Sistema sprinklers. dreno de sprinklers ANEXO 11: Esquema de medição de água ANEXO 12: Lojas âncoras e satélites. ligações elétricas de fan-coils ANEXO 01 TERMO DE RECEBIMENTO DA LOJA Ao MAIS SHOPPING Ref.: Início das obras de instalação comercial ESPAÇO COMERCIAL: _____________________________, Nº_______________. Venho por meio desta, declarar a V.Sas. estar ciente e de acordo com as condições de entrega do ESPAÇO COMERCIAL, N° ____________, após ter verificado “in loco” as medidas, posicionamento dos pontos de instalações prediais da mesma, e obedecer às normas estabelecidas pelo MAIS SHOPPING para a instalação do ESPAÇO COMERCIAL. São Paulo, ______ de _______________________ de _____ Atenciosamente, _______________________________________ Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL (nome legível e assinatura) Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com ANEXO 02 TERMO DE RESPONSABILIDADE Ao MAIS SHOPPING Eu, _____________________________________________, na qualidade de Locatário (a) da LUC Nº ___________ do MAIS, declaro para todos os fins de direito, ser responsável por todas as obrigações assumidas no Instrumento Particular de Contrato de Locação e Outras Avenças referentes à locação da LUC acima referida para uso comercial, localizada no Mais Shopping, bem como responsável pelas obrigações constantes no Caderno Técnico que é parte integrante daquele contrato, incluindo, mas não se limitando as seguintes obrigações: a) Assumir toda e qualquer responsabilidade decorrente da Legislação Trabalhista e Previdenciária, não apenas de nossos empregados, como também de toda mão de obra de qualquer natureza que porventura venha (mos) a contratar ou utilizar, inclusive de subempreiteiros; b) Inexistência de vínculo trabalhista ou subordinação hierárquica entre nossos empregados, Mais Shopping e ____________________. c) Garantir a identificação dos operários que trabalharão nas nossas obras e eventuais visitantes, através de crachá padronizado, devendo os mesmos portá-los à vista para fácil identificação e permissão de entrada e permanência nas dependências do Mais Shopping; d) Responder perante o Mais Shopping, e demais terceiros interessados por todos e quaisquer danos causados em decorrência da execução de nossas obras, inclusive por atos de nossas subempreiteiras, empreiteiras, prepostos, empregados ou pessoas que tenham acesso ao local das obras, bem como por qualquer transgressão a determinações legais; e) Cumprir e fazer com que nossos prepostos, contratados, subcontratados e visitantes cumpram as leis, normas, regulamentos e portarias relativas à segurança do trabalho, notadamente o uso de EPI’s (Bota, capacete e óculos), sendo obrigatório o uso de roupas e calçados adequados no interior da obra, não sendo admitidas pessoas descalças, usando chinelos, tênis ou sandálias. A circulação de prepostos, contratados, subcontratados e visitantes da Locatária está restrita as dependências da loja e aos acessos até esta e deverá ser previamente autorizada pelo Mais shopping que solicitará documentações pertinentes; f) Responsabilizamo-nos por todos e quaisquer tributos, encargos e contribuições de qualquer natureza, de competência da União, dos Estados e dos Municípios, que incidam sobre as obras de nossa loja; g) Responsabilizamo-nos pela guarda e transporte de equipamentos empregados na obra e no interior da obra; h) Responsabilizamo-nos por realizar seguro para a cobertura de todas as responsabilidades a que estejamos sujeitos pela lei, pelos regulamentos administrativos e demais instrumentos, em valores compatíveis, inclusive responsabilidade civil. São Paulo, ______ de _______________________ de _____ Atenciosamente, _______________________________________ Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL (nome legível e assinatura) Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com ANEXO 03 TERMO DE RECEBIMENTO PASTA TÉCNICA Ao MAIS SHOPPING Declaramos ter recebido do MAIS SHOPPING a PASTA TÉCNICA para projetistas e instaladores, contendo o Manual Técnico para Elaboração de Projetos e Instruções Gerais para Execução das Instalações Comerciais, bem como a respectiva Planta Técnica da loja supracitada, o carimbo padrão para projetos e o Manual de Conduta para Contratadas e Subcontratados dos lojistas. Declaramos também ter conhecimento das sanções previstas nos instrumentos contratuais compactuados quanto ao não cumprimento dos prazos e solicitações do SHOPPING durante o período que antecede a inauguração do Empreendimento. São Paulo, ______ de _______________________ de _____ Atenciosamente, _______________________________________ Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL (nome legível e assinatura) Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com ANEXO 04 COMUNICAÇÃO DE INÍCIO DE OBRAS E PEDIDO DE LIGAÇÃO PROVISÓRIA Ao MAIS SHOPPING Ref: Início das obras de instalações comerciais e pedido de ligação provisória. Loja nº. _________ - Nome Fantasia ________________ Prezados Senhores. Tendo recebido a aprovação por parte de V.Sas. dos projetos de instalações comerciais, e assinado o “Termo de Recebimento de Loja”, comunicamos pela presente o início imediato das obras necessárias à montagem da Loja. Para tanto solicitamos a ligação da energia e água provisória, para o dia __________. Iniciaremos a montagem do tapume básico, a partir do dia ___________ e informamos ainda que o responsável pela obra será o Sr. __________________, cujo endereço e telefone de contato são _________________________________. Segue anexa a esta, relação de pessoal que trabalhará na obra, contendo nome e R.G., em 02 (duas) vias. Assumimos toda e qualquer responsabilidade por eventuais danos causados e estamos cientes de todas as normas regulamentares que serão obedecidas durante a referida obra. São Paulo, ______ de _______________________ de _____ Atenciosamente, _______________________________________ Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL (nome legível e assinatura) Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com ANEXO 05 RELAÇÃO DO PESSOAL DE OBRA Ao MAIS SHOPPING São Paulo, ______de______________________de 20____. Lojista:____________________________ LUC:______________________________ Nº____________ Piso________________ Vimos por meio desta, encaminhar relaçãode nomes, identidades e função do pessoal que prestará serviço na obra da LUC informada acima: Assumimos toda e qualquer responsabilidade pelos funcionários relacionados acima, e estamos cientes de todas as normas e regulamentos que deverão ser atendidos durante a referida obra. Esta solicitação tem validade somente se acompanhada da respectiva documentação dos relacionados acima. _______________________________________ Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL (nome legível e assinatura) NOME R.G. PERÍODO FUNÇÃO Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com ANEXO 06 DETALHES PARA IMPERMEABILIZAÇÃO DE PISOS DAS LOJAS Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com ANEXO 07 CARIMBO PADRÃO Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com ANEXO 08 ESQUEMA BÁSICO DE TAPUME Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com ANEXO 09 DIAGRAMA UNIFILAR TIPICO Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com ANEXO 10 SISTEMA SPRINKLERS. DRENO DE SPRINKLERS Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com ANEXO 11 ESQUEMA DE MEDIÇÃO DE ÁGUA Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com ANEXO 12 LOJAS ÂNCORAS E SATÉLITES. LIGAÇÕES ELÉTRICAS DE FAN-COILS Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com Bem vindo! Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52 Slide 53 Slide 54 Slide 55 Slide 56 Slide 57 Slide 58 Slide 59 Slide 60 Slide 61 Slide 62 Slide 63 Slide 64 Slide 65 Slide 66 Slide 67 Slide 68 Slide 69 Slide 70 Slide 71 Slide 72 Slide 73