Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

MANUAL TÉCNICO 
DO LOJISTA 2023
ELABORAÇÃO DE PROJETOS E EXECUÇÃO DE OBRAS
REVISÃO 01
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
Reunião in loco
Reunião se faz Importante para
verificação in loco de todas as
instalações e sistemas que atendem a
operação, além de entender os
processos internos.
Envio dos projetos 
para analise
Após cadastro em sistema, basta enviar
as documentações para analise via
Intranet Mall e iniciar o processo de
obra, enviado itens como seguro,
cronograma, ART’s e projetos
necessários.
Assinatura 
do contrato
Contato time de 
operações
Analise dos projetos 
Arquitetura e complementares
Todos os projetos devem ser enviados
pelo sistema e os mesmos são
analisados internamento e/ou por
empresas terceiras.
ARQUITETURA (SHOPPING)
COMPLEMENTARES (RAMOSKA e FTR)
Projetos 
aprovados
Processo de cadastro 
no sistema
Todos os projetos e documentações
devem ser enviados e analisados via
sistema, portanto solicitar ao time de
atendimento os dados para acesso.
(Usuário e senha).
Liberação acesso dos 
prestadores
Abrir OS via sistema intranet, conforme 
tutorial enviado em pasta técnica. 
(VERIFICAR DEMAIS RECOMENDAÇÕES DE OBRA 
NA PAGINA 04)
Antes da abertura a equipe de operações fará
uma vistoria dos itens e confirmará a abertura.
Inauguração
Time de operações aprova a Ordem 
de serviço 
Início das obras
Verificar todas as informações para início,
tais como EPI, horários, acessos,
caçambas, vistorias, estacionamento..etc.
(PAGINA 05 - 08)
Vistorias
Solicitar via e-mail as vistorias necessárias, tanto
para fechamento do forro, quanto para a final.
Para vistoria final a loja deve estar 100% pronta
uma dia antes da inauguração, visando abrir sem
pendencias.
Com a vistoria aprovada, a inauguração é
liberada. Logo após entrar em contato com a
empresa do tapume para arcar com os custos e
solicitar a remoção do mesmo.
(INFO’S SOBRE O TAPUME PAGINA 05 E 06)
Pronto tudo pronto para iniciar a operação!
PASSO-A-PASSO PROCESSO DE OBRA
FLUXOGRAMA
Manual técnico do lojista
O MAIS SHOPPING tem o prazer de tê-lo participando de seu Tenant-Mix. Para que nossa integração
seja ainda mais perfeita, você está recebendo um conjunto de documentos de sua loja (em mídia
digital) assim distribuídos:
• MANUAL TÉCNICO (arquivo PDF).
• PLANTA BAIXA DE SUA LOJA (arquivo AUTOCAD/dwg e PDF).
• CARIMBO PADRÃO DO SHOPPING(arquivo AUTOCAD/dwg)
Os dois arquivos deverão ser enviados para seu Arquiteto, Projetistas complementares e para o
Profissional responsável pela execução da obra. Os projetistas utilizarão estes documentos como
premissas de Projeto, sendo os mesmos considerados princípios básicos inalteráveis.
PONTOS DE ATENÇÃO NA CONTRATAÇÃO DE PRESTADORES!
Por norma e para sua segurança, os profissionais por você contratados devem ser obrigatoriamente
habilitados no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) ou CAU (Conselho Regional de
Arquitetura e Urbanismo) de seu estado (UF).
Orientamos aos Srs. LOCATÁRIOS que solicitem aos Srs. Contratados a Carteira Profissional do CREA-
UF ou CAU-UF no ato da assinatura de seu Contrato de Projeto ou Obra. A sua garantia diante de
eventuais problemas de execução de projetos e obra é a existência de uma ART/RRT específica para
o serviço contratado. Todo Projeto ou Obra deverá ser cadastrado no CREA-UF ou CAU-UF, através
de uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica).
Todas as ART’s / RRT’s devem ser claras quanto à descrição da responsabilidade, ou seja, deve ser
especificado por quais serviços o arquiteto/engenheiro é responsável.
APRESENTAÇÃO 
Manual técnico do lojista
INDICE 
01. Mini glossário e contatos administrativos Shopping 02
02. Condições básicas para inicio de obra 04
03. Responsabilidades do locador (Mediação, obra e tapume) 05
04. Condições gerais para entrega da LUC pela locadora 06
6.1 ARQ Arquitetura 09
6.2 EST Estrutura 19
6.3 ELE Instalações Elétricas e telefonia 21
6.4 HID Instalações Hidráulicas 30
6.5 PCI Combate à Incêndio 32
6.6 DET Detecção de fumaça 38
6.7 ARC Ar condicionado 40
6.8 EXA Sistema de exaustão (Lojas de alimentação) 44
6.9 CO2 CO2 e Saponificante 47
6.10 GÁS Instalação de gás (Praça de alimentação e Restaurantes) 48
00. PROCESSOS PRÉ OBRA
05. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA (LISTAGEM GERAL)
07. LIBERAÇÃO DOS PROJETOS DE ARQ. E COMPLEMENTARES
08. EXECUÇÃO DE OBRAS
8.1 Instruções gerais para execução de obras 50
8.2 Segurança do trabalho 53
8.3 Politica de utilização do estacionamento / vestiários e refeitórios 53
09. CONDIÇÕES PARA ABERTURA DA LOJA
9.1 Informações gerais (Vistorias e abertura) 54
06. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS (DISCIPLINAS) 
10. ANEXOS
5.1 Documentações 07
5.2 Projetos 08
7.1 Informações gerais para liberação dos projetos 49
Manual técnico do lojista I 01
O MINI-GLOSSÁRIO que se poderá ler a seguir tem a proposta de familiarizar você, novo LOCATÁRIO,
com os termos e conceitos do universo “Shopping Center”.
01. MINIGLOSSÁRIO
ABC Área Bruta Comercial: Somatória da ABL + Salões comerciais de terceiros
ABL
Área Bruta Locável: Somatória da área em m² das lojas (Âncoras, satélites, salas, centro profissional,
supermercados e depósitos) Não inclui área de quiosques / stands ou qualquer outro espaço em área
comum.
ÁREA ÚTIL Área livre da loja para execução da obra.
ATC Área Total Construída
MIX
Plano de distribuição dos tipos de atividades por lojas pelo shopping, de modo a gerar uma
convivência lucrativa para todos.
MALL Espaço em Área Comum, passível de locação.
SUC, LUC E EUC:
São os espaços comerciais objetos do contrato entre Locadoras e Locatárias; SUC - Salão de Uso
Comercial, LUC - Loja de Uso Comercial e EUC - Espaço de Uso Comercial.
SHELL
Trata-se do espaço comercial individual, delimitado em suas laterais e fundo por elementos divisores
construídos em alvenaria ou drywall; na(s) sua(s) frente(s) por perfis verticais e horizontais, que
demarcam limites loja/lojas, lojas/Mall etc.; acima pela laje superior de cobertura de sua loja ou
cobertura de estrutura metálica; abaixo por sua laje de piso em nosso ou com contrapiso.
LOCATÁRIA Pessoa jurídica que assume determinadas responsabilidades contratuais junto à Locadora.
LOCADORA Conjunto empreendedor societário, proprietário e responsável pelo Shopping Center.
INSTALADORA
Subentende-se a empresa instaladora de qualquer sistema contratada pelo LOCATÁRIO para execução
destes serviços.
MEGALOJAS
Operações que esgotam uma determinada linha de mercadoria, em grande escala, no que diz
respeito à variedade de produtos e a especialização, usando grande superfície de loja.
LOJAS LAZER Lojas que direcionam todas as suas atividades para o lazer e entretenimento.
LOJAS SATÉLITES Lojas que não se enquadram nas categorias de Âncoras, Megalojas ou Lazer.
MANUAL TÉCNICO
Documento base para execução de Projetos e Obras de LOCATÁRIOS.
Determina premissas/procedimentos e informa logística de execução de Projetos e Obras.
MERCHANDISING Espaço em Área Comum locado para Divulgação de Marca e/ou Produto
NOME FANTASIA Nome comercial usado pelos LOCATÁRIOS, não confundir com razão social da empresa
PLANTA ESPECÍF. / 
PLANTA TÉCNICA:
Planta Baixa e Cortes específicos de sua loja, contendo informações relevantes como medidas de
largura e profundidade, área de vitrine, área de loja, pé-direito, possíveis interferências estruturais,
localização da Loja no shopping e o piso, planta de localização do shopping, etc.
PONTOS DE 
UTILIDADES
Pontos de entrega de instalações do Shopping a LUC. Está disponível no limite da loja ou em área
técnica, as alimentações de energia elétrica, telefonia, água e esgoto, sprinklers e hidrantes (casos de
âncoras, mega lojas e determinadas satélites), água gelada (ar condicionado), ar externo, dreno,
supervisão predial, detecção de gás e fumaça.
ADM
Administração do Shopping: constituída por profissionais preparados para administrar e geriro
condomínio, utilizando-se das técnicas mais atuais de gerenciamento.
DEPARTAMENTO 
DE OPERAÇÕES:
Equipe técnica formada por arquitetos, engenheiros e técnicos que promove a interface entre o
LOCATÁRIO, sua obra e a Administração de seu Shopping. Orienta, estimula e fiscaliza o LOCATÁRIO e
sua equipe, apoiando-os até o momento da inauguração de sua loja.
Manual técnico do lojista I 02
01. CONTATOS ADMINISTRATIVOS 
Superintendente
Rodrigo Moyses 
(11) 94786-4026
rmoyses@gazitbrasil.com
Marketing
Arnaldo Oliveira
(11) 5546-3026
avieira@gazitbrasil.com
Financeiro 
Guilherme Ghelfi
(11) 94786-4027
gghelfi@gazitbrasil.com
Operações
Felipe Celestino – Gerente de Operações
fcelestino@gazitbrasil.com
(11) 94718-1538
Isabela Pereira – Coordenadora de Operações
ipereira@gazitbrasil.com
(11) 94786-3964
Letícia Cabral – Arquitetura
lcabral@gazitbrasil.com
(11) 99869-5868 
Mídia
Leandro Costa
(11) 98949-3719
lcosta@gazitbrasil.com
Manual técnico do lojista I 03
mailto:rmoyses@gazitbrasil.com
mailto:avieira@gazitbrasil.com
mailto:gghelfi@gazitbrasil.com
mailto:fcelestino@gazitbrasil.com
mailto:ipereira@gazitbrasil.com
mailto:lcabral@gazitbrasil.com
mailto:lcosta@gazitbrasil.com
Para dar inicio à sua obra, o LOCATÁRIO deve:
1. Possuir contrato comercial assinado pelas partes;
2. Ter assinado o termo de recebimento junto a área comercial;
3. Instalar tapume de obra e adesivo (O adesivo deve ser validade pelo time de marketing)
4. Ter recebido a ATA de Kick off / Manual técnico entregue pelo departamento de operações
5. Enviar a DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INICIO DE OBRA (DOCS E PROJETOS)
6. Garantir os itens de segurança de proteção contra incêndio na loja
7. garantir que as liberações de equipe estejam feitas 42hrs antes do inicio de obras, via sistema intranet.
02. CONDIÇÕES BÁSICAS PARA INICIO DE OBRA
01
ASSINATURA 
CONTRATO 
COMERCIAL
02
TERMO DE 
RECEBIMENTO 
DA ÁREA
03
INSTALAÇÃO 
DO TAPUME 
E ADESIVO
04
ATA DE KICK 
OFF E MANUAL 
TÉCNICO
05
DOCUMENTOS 
DE OBRA
06
SEGURANÇA NA 
OBRA
07
LIBERAÇÃO DE 
ACESSO
FINANCEIRO FINANCEIRO MARKETING OPERAÇÕES
ATENDIMENTO 
AO CLIENTE
OPERAÇÕESOPERAÇÕES
03. RESPONSABILIDADES DO LOCADOR
Torna-se obrigatório, por parte dos locatários e de seus profissionais contratados, o levantamento
das medidas no local, para a completa aferição das medidas da Planta Baixa da Loja. Quaisquer
divergências no espaço deverão ser comunicados ao Departamento de Operações até a data de
recebimento formal do espaço.
Não será permitida, em hipótese alguma, a alteração da posição de entrada dos pontos de energia,
telefonia, água, esgoto, sprinkler, alimentação de água gelada (sistema de ar condicionado), tomada
de ar externo, tomada de exaustão e/ou desvio de qualquer prumada, dutos ou calhas que tenham
função técnica para funcionamento do shopping, quando estas ocorrerem internamente às lojas.
A verificação e confirmação da locação e dimensionamento destes pontos de infraestrutura é de
responsabilidade do lojista e seus prepostos, através de aferição no local.
A visita na loja deve ser feita somente com agendamento prévio, com hora marcada. Os contratados
e subcontratados deverão ser acompanhados por algum representante da loja.
O Lojista será responsável por eventuais danos causados ao Shopping ou terceiros, por qualquer um
de seus prepostos ou empreiteiros, bem como por encargos tributários, taxas de qualquer natureza
ou contribuições fiscais durante o período de obras inerentes à sua loja no Shopping.
3.1 OBRA / PRESTADORES
ÁREA RESPONSAVEL PELO SUPORTE E ACOMPANHAMENTO
Manual técnico do lojista I 04
03. RESPONSABILIDADES DO LOCADOR
É de responsabilidade do lojista conferir as dimensões do tapume. O Lojista também deverá
providenciar a elaboração de uma arte (adesivo) para ser instalada no tapume e encaminhá-la ao
dep. de Marketing para aprovação, e após a sua aprovação, o lojista poderá confeccioná-la.
Na arte do adesivo não deverá conter o nome de outras marcas. O nome e logomarca do SHOPPING
poderão ser utilizados, se estiver da forma correta (arquivo deverá ser solicitado à Administração).
As imagens expressas no adesivo do tapume não poderão ser inadequadas para crianças e clientes,
não devendo conter imagens de pessoas nuas ou seminuas ou qualquer tipo de apologia à violência.
O adesivo deverá ser tipo blackout e ocupar 100% da área total do tapume, inclusive as abas
laterais. O adesivo deverá ser instalado antes da abertura do shopping. O horário padrão para esse
serviço é compreendido entre as 23h até 07h. É terminantemente proibida a entrada do tapume
sem o adesivo (em hipótese alguma será permitida a instalação do tapume sem a confirmação da
colocação do adesivo).
O fornecimento e instalação do adesivo são de responsabilidade do Locatário. Na hipótese de a
impossibilidade do lojista providenciar a colocação do adesivo referido acima, poderá o Shopping, a
seu exclusivo critério, providenciar a sua colocação e, posteriormente, cobrar do Locatário as
despesas daí decorrentes.
A execução, modificação e retirada do tapume só pode ser feita pela empresa credenciada pelo
Shopping. O pagamento das despesas relacionadas ao tapume será repassado ao lojista.
3.2 TAPUMES
Afim de prevenir acidentes envolvendo os vidros da fachada, é obrigatória a colocação de tapume
padrão, afastado até 80 centímetros do limite da loja. Esse tapume será executado pelo Shopping
(empresa terceirizada), porém o custo do aluguel/compra será de responsabilidade exclusiva do
Locatário. Na hipótese de o locatário necessitar que seja feita qualquer modificação no tapume, o
serviço será cobrado.
No caso de pequenos reparos como pintura, iluminação...etc, que não signifique risco de acidente
envolvendo a fachada e que não tenha duração superior a 2 dias, a loja estará liberada da colocação
de tapume e deverá vedar sua vitrine com papel padrão do Shopping.
OBSERVAÇÃO: Nenhum material deverá ficar encostado no tapume, já que este tem função
exclusiva de vedação, não suportando esforços.
É OBRIGATÓRIA e de responsabilidade do lojista a proteção do piso do shopping na área recuada em
até 80 (oitenta) centímetros, os danos causados ao piso serão de responsabilidade do lojista.
O tapume deve ser solicitado com 72 horas de antecedência à área de Operações, que fará contato
com a empresa credenciada do Shopping. Logo após a instalação, o responsável pela obra deve
instalar um porta-cadeado e cadeado com senha na porta do tapume. Não é permitida a perfuração
ou qualquer outro tipo de dano ao tapume para a aplicação de corrente ou outro método de
fechamento. A senha do cadeado deve ser fornecida a área de operações.
Manual técnico do lojista I 05
O tapume deve permanecer em perfeitas condições durante o período de obra; sua limpeza será de
exclusiva responsabilidade do lojista e exigida pelo Shopping, todas as vezes que forem necessárias.
Qualquer dano causado ao tapume, durante a obra, será de responsabilidade do Locatário, que terá
um prazo de 24 (vinte e quatro) horas para consertá-lo, sob suas expensas.
Caso o Locatário não execute o conserto acima mencionado, o Shopping poderá, a seu exclusivo
critério, fazer o conserto e, posteriormente, repassar o custo ao Locatário.
Para retirada e/ou afastamento do tapume, para entrada de vidros ou materiais de grande porte,
bem como instalação de letreiro, será necessário fazer a solicitação a área de Operações, com pelo
menos 48h de antecedência, que acionará a empresa contratada (o ônus do serviço será repassado
ao lojista).
A retirada do tapume somente poderá ser efetuada às vésperas da inauguração, e com prévia e
expressa autorização do Shopping, após o aceite na Vistoria Final de Obra e tendo todos os projetos
necessários devidamente aprovados e toda documentação entregue.
Após a retirada do tapume, é necessário que a equipe de obra da loja refaça a pintura e ou
acabamentos que pertencem a testeira ou pilares do Shopping, que ficarem danificados pelo
tapume.
MODIFICAÇÕES DO TAPUME / RETIRADA
MANUTENÇÃODO TAPUME
03. RESPONSABILIDADES DO LOCADOR
O Lojista que executar obras na loja deverá, inicialmente, consultar a área de Operações do
Shopping, informando a natureza das modificações que pretende fazer.
A área de Operações do shopping agendará uma reunião inicial obrigatória com o lojista e demais
envolvidos no processo para entrega dos projetos e início da obra (reunião de Kick Off).
O espaço aéreo de algumas lojas poderá, eventualmente, ser tomado pela passagem de dutos,
tubulações ou passarelas técnicas, bem como por descidas de prumadas e shafts.
A LOCADORA não poderá atender a qualquer pedido de desvio ou remoção dos mesmos, uma vez
que são indispensáveis ao funcionamento do Shopping Center. Ficarão a cargo dos Locatários
eventuais fechamentos para proteção da tubulação.
04. CONDIÇÕES GERAIS PARA ENTREGA DA LUC PELA LOCADORA
Manual técnico do lojista I 06
05. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA OBRA
5.1 DOCUMENTAÇÕES
▪ SEG Seguro de obra (Seguindo as coberturas abaixo)
▪ ART ART ou RRT de execução (Contendo todas as disciplinas da obra)
▪ CRO Cronograma de obra
COBERTURAS IMPORTÂNCIAS SEGURADAS
Básica – Obras Civis Instalação e Montagem (sem testes)
Garantia aos danos materiais sofridos acidentalmente pela obra em execução.
100% do valor da obra
Responsabilidade Civil Geral e Cruzada Sem Fundações
Garantia pelos danos materiais e/ou corporais causados acidentalmente a terceiros em decorrência
da execução das obras. São considerados terceiros: Lojas vizinhas, shopping e subempreiteiros
contratados.
R$ 1.000.000,00
Lucros Cessantes decorrentes de RC Geral e Cruzada
Garantia da perda de faturamento das lojas vizinhas pela paralisação de suas atividades comerciais,
em decorrência de acidentes na obra em execução.
R$ 100.000,00
Propriedade Circunvizinhas Sem Fundação
Garantia dos danos materiais causados as propriedades do segurado existentes no local de obra,
entretanto, que não façam parte do projeto em execução.
R$ 100.000,00
Erro de Projeto
Garantia pelos danos materiais acidentais sofridos pela obra em execução, diretamente resultantes
do erro de projeto.
100% do valor da obra
Despesas Extraordinárias
Garantia pelas despesas diretamente relacionadas a contratação de mão-de obra adicional, para a
conclusão das obras atrasadas em decorrência de sinistro coberto.
R$ 20.000,00
RC Empregador decorrente do RC Geral e Cruzada
Garante ao segurado o reembolso de eventuais indenizações que vier ser responsabilizado
judicialmente pela morte acidental ou Invalidez Total e Permanente acidental dos Empregados no
exercício das obras. Esta garantia não substitui as responsabilidades trabalhistas.
R$ 200.000,00
Danos Morais decorrentes de RC Geral, Cruzada e Empregador
Garante a indenização pelos danos Morais decorrentes dos Danos Materiais e/ou Corporais sofridos
por terceiros.
R$ 100.000,00
Despesas de Salvamento e contenção de sinistros
Garante as despesas relacionadas diretamente com as medidas emergências de proteção à obra e
contenção de sinistros ocorridos.
50% da básica limitado a
R$ 50.000,00
Manual técnico do lojista I 07
Apresentar os seguintes projetos e suas respectivas ART’s ou RRT’s assinadas e com comprovante de
pagamento.
▪ ARQ Projeto de Arquitetura, com apresentação de 3D da fachada
▪ EST Projeto de Estrutura Metálica
▪ ELE Projeto de Instalações Elétricas e iluminação de emergência 
▪ HID Projeto de Instalações Hidráulicas (Hidrossanitário)
▪ PCI Projeto de Combate à Incêndio (Sprinklers, Hidrantes, Extintores e Sinalização)
▪ DET Projeto de Detecção e Alarme de Incêndio (ônus da interligação é do lojista)
▪ ARC Projeto de Ar Condicionado (HVAC)
▪ EXA Projeto do Sistema de exaustão (Alimentação, Cabeleireiro, Petshop, Laboratórios*, Podologia e Copiadoras)
▪ GÁS Projeto de Instalação de Gás (Lojas de alimentação)
▪ CO2 Projeto do sistema de CO2 e Saponificante (Lojas alimentação)
05. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA OBRA
5.2 PROJETOS
A via da ART deve ser entregue, no mesmo momento da entrega dos projetos executivos pelo seu
profissional contratado. Deverá ser fornecida uma via com assinatura original, ou no caso de cópia, a
firma deverá estar reconhecida em cartório. Bem como há necessidade do comprovante de
pagamento do documento (RRT / ART).
Cada projeto contratado (Arquitetura, Estrutura Metálica, Instalações Elétricas e Telefonia,
Instalações Hidrossanitárias, Instalações de Gás, Combate à Incêndio, Exaustão, Ar Condicionado e
todos mais que se fizerem necessários) deve ser entregue ao LOCATÁRIO juntamente com uma via
da ART/RRT específica deste projeto. A execução da obra somente será permitida mediante a
apresentação de todos os projetos e respectivas ART/RRT; cronograma de execução; Seguro de obra
e ART/RRT do responsável pela obra.
A não informação de modificações em projetos já aprovados, quando constatado durante a obra,
acarretará em notificação e paralisação imediata dos serviços na loja, até a reapresentação e nova
aprovação conforme situação atual. Se não forem atendidas a normas estabelecidas neste
documento, essas modificações deverão ser adequadas, mesmo havendo demolição, sempre às
custas do lojista.
ATENÇÃO: É obrigatório a aprovação sem ressalvas dos projetos de Arquitetura e Estrutura para
início de obra.
Dessa maneira, é estabelecido que todas as lojas de alimentação equipadas com sistemas fixos de
combate a incêndios em cozinhas industriais devem submeter seus projetos à validação e teste
(antes da inauguração) da FTR. Necessário a solicitação da data para vistoria com antecedência
(10 dias úteis) para equipe de Operações do Shopping.
Este serviço terá um custo fixo de R$1.800,00, a ser cobrado no especifico da respectiva loja.
Manual técnico do lojista I 08
Manual técnico do lojista I 09
• Todos os projetos complementares serão analisados pelas empresas RAMOSKA e FTR (Empresas
contratadas pelo Shopping) e os custos serão repassados ao lojista através do boleto do
condomínio. Os valores são de responsabilidade do lojista conforme clausula contratual.
• 18.2.4. As partes estabelecem que os projetos mencionados no subitem 18.2 deverão ser
submetidos à análise de empresa terceirizada a ser indicada pelo LOCADOR, sendo certo que o
LOCATÁRIO deverá arcar com os custos da referida análise, conforme previsto no Caderno Técnico
do Lojista/Manual Técnico do Lojista.”
Custos por disciplinas (Variáveis de acordo com a metragem da loja).
06. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS
CUSTO DE ANALISE DOS PROJETOS COMPLEMENTARES
ELE HID EST SPK DET ARC EXA CO² GÁS
1 Até 150m² 94,74 56,84 75,79 75,79 75,79
2 De 151m² à 750m² 123,16 75,79 100,00 100,00 100,00
3 De 751m² à 2.000m² 161,05 100,00 128,42 128,42 128,42
4 Acima de 2.000m², preço por m² 0,19 0,19 0,19 0,19 0,19
ANALISE TERCEIRIZADAS PROJETOS 
Empresas terceiras especializadas na analise dos projetos complementares no 
Shopping
DESCRITIVO
Nº ÁREA LOJA
Disciplinas de projeto (Complementares)
Analise terceira RAMOSKA Analise terceira FTR
436,84 436,84 436,84 436,84
Custos por tipo de loja
ELE HID EST SPK DET ARC EXA CO² GÁS
Estudo 1
LOJA SECA - SATÉLITE (Até 150m²) 
(ex. Roupas, calçados e acessórios) 
94,74 -- 75,79 75,79 75,79 436,84 -- -- -- 758,95 LOJA PEQUENA
Estudo 2
LOJA SECA - ÃNCORA (De 151m² até 2.000m²) 
(ex. Roupas, calçados e acessórios) 
161,05 -- 128,42 128,42 128,42 436,84 -- -- -- 983,16 LOJA GRANDE
Estudo 3
LOJA C/ ÁGUA - SATÉLITE (Até 150m²) 
(Alimentação e serviços)
94,74 56,84 75,79 75,79 75,79 436,84 436,84 436,84 436,84 2126,32 LOJA PEQUENA COM EXAUSTÃO
Estudo 4
LOJA C/ ÁGUA - ÂNCORA (De 151m² até 2.000m²) 
(Alimentação e serviços)
161,05 100,00 128,42 128,42 128,42 436,84 436,84 436,84 436,84 2393,68
LOJA GRANDE COM EXAUSTÃO 
(Pior caso pois contempla todas as 
disciplinas com taxas altas)
Estudo 5
LOJA C/ ÁGUA - ÂNCORA (De 151m² até 2.000m²) 
(Serviços, clínicase supermercados)
161,05 100,00 128,42 128,42 128,42 436,84 -- -- -- 1083,16 LOJA GRANDE SEM EXAUSTÃO
Item
Reaproveitamento de estrutura e instalações (QUANDO ANALISADO E LIBERADO). Com isso o projeto não é necessário, apenas os laudos e ART da instalação (Analisado e aprovado pelo proprio Shopping).
Nº ESTUDO
Disciplinas de projeto (Complementares) Média de custo do lojista com analise de 
projetos complementares
Itens que influenciam nos custos com analise
Engenharia e Obras
Tel/Fax: +55 (21)2221-4705
Celular: +55 (21)99251-6002
www.ftrengenhariarj.com.br
Analises de Projetos
Tel: (11) 981328971
conformidade@rcastellani.com.br
www.rcatellani.com.br
Contatos prestadores
http://www.ftrengenhariarj.com.br/
mailto:conformidade@rcastellani.com.br
http://www.rcatellani.com.br/
Manual técnico do lojista I 10
Condições de apresentação:
• Deverá ser entregue em arquivo eletrônico formato DWG (Autocad) e em 1 via em PDF,
juntamente com as respectivas ART’s/RRT’s assindas e quitadas, via e-mail para a Arquiteta(o) do
shopping, com cópia para o analista de operações, coordenador de operações e gerente de
operações . (Vide contatos na pagina 04).
• Escala a ser utilizadas nos projetos: 1:25. As lojas que possuírem mais de 100m² poderão
apresentar seus projetos na escala 1:50. A unidade de medidas deve ser padrão métrico, Sistema
Internacional de medidas (SI).
• Todos os desenhos deverão ser apresentados com o máximo de clareza, com o maior número de
informações possíveis para ilustrar e elucidar a obra como um todo. Não serão aceitos desenhos
incompletos ou sem as cotas indispensáveis à sua leitura.
• Todas as pranchas modificadas terão obrigatoriamente a indicação da respectiva revisão, datada.
Qualquer modificação que venha a ser introduzida implicará, obrigatoriamente, na
reapresentação dos projetos de arquitetura e nos projetos técnicos.
• A aprovação das autoridades municipais deverá ser obtida pelas LOCATÁRIAS. No caso de não
cumprimento das Normas Municipais e Normas técnicas da ABNT, os custos para a regularização
dos itens notificados serão de responsabilidade do LOCATÁRIO.
• A LOCADORA tem até 7 dias úteis para analisar os projetos. A LOCADORA pode a qualquer
momento solicitar alterações nos projetos.
06. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS
CONDIÇÕES DE APRESENTAÇÃO
6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA
DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETO
1. Planta baixa da loja, mezanino, teto refletido e patamar técnico quando houver. Além de plantas
com paginação de piso e marcação do mobiliário.
2. Corte longitudinal e transversal, nos locais de maior interesse (escadas, corrimãos, rebaixos,
etc.). Além das elevações das paredes internas com indicação de todos os acabamentos.
3. Fachadas, quando existir mais de uma voltada para o Mall, com indicação das vitrines, acessos,
letreiros, iluminação prevista, materiais e cores a serem utilizadas e cotas.
4. Detalhe e corte do letreiro ou luminoso, mostrando, caso exista, seu avanço em relação ao Mall.
5. Perspectiva 3D interna e de fachada.
6. Memorial Descritivo com especificação dos materiais de acabamento. Indicar especificações dos
materiais de acabamento e suas cores definitivas.
7. Detalhes construtivos de forros, vitrines, esquadrias, escada, corrimão, impermeabilização...etc.
8. RRT do responsável técnico pela elaboração do projeto assinada e com comprovante de pagto.
Manual técnico do lojista I 11
• As instalações devem ser projetadas dentro dos limites fixados pelas alvenarias ou divisórias e
planos de fachada definidos pela face dos perfis metálicos que separam as Lojas Comerciais das
outras, do Mall ou de Áreas Comuns do Shopping (ver planta técnica da loja).
• Não poderão ser efetuadas, pelas LOCATÁRIAS, aberturas nas lajes de piso e teto da Loja
Comercial.
• Deverá ser obrigatoriamente respeitada às furações com até no máximo 5 cm de profundidade
nas lajes do shopping.
• O sistema de fixação dos pendurais deve ser detalhado em projeto com indicação do peso por
metro linear (respeitando a premissa de até 15 kg/m²), o mapeamento dos pontos (respeitando
até quatro pontos de fixação por metro quadrado) e o procedimento de fixação.
• Na área de cúpulas é proibido a fixação de forro e pontos de apoio para atirantar qualquer duto,
prever estrutura auxilia.
• As saídas de emergência das lojas devem ser dimensionadas conforme o Código de Obras do
Município.
• As portas de ferro instaladas pelos empreendedores (quando existirem), nas lojas com acesso a
áreas comuns de serviço, não poderão ser removidas ou relocadas.
6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA
LIMITES DE LUC
DIVISÓRIAS / ALVENARIAS
• É proibido alterar as divisórias limítrofes da loja, as quais podem apenas receber revestimentos.
• Nenhuma instalação poderá ser chumbada e nenhuma estrutura poderá ser apoiada nas
divisórias.
• Não será permitida a passagem de qualquer tipo de instalação nas divisórias drywall fornecidas
pelo Shopping.
• Os dispositivos para inspeção e desobstrução de canalização das instalações comuns, se
existentes na LUC, devem permanecer com acesso garantido.
• Toda divisória a ser construída pelo locatário deverá ser em, gesso acartonado ou bloco de
concreto celular autoclavado em caso de necessidade. Não será permitida utilização de tijolo
cerâmico. As lojas de alimentação que optarem por gesso acartonado, deverão utilizar material
resistente à umidade (gesso acartonado verde RU), assim como todas as áreas molhadas de
demais lojas.
• Caso seja necessária a fixação de mobiliários, elementos decorativos e funcionais deverão ser
previstas contra paredes auxiliares em drywall.
• Caso utilizado divisórias em gesso acartonado resistente ao fogo – RF (drywall rosa), este deve ser
executado em 4 chapas de 15mm conforme exigido pela Instrução Técnica do Corpo de
Bombeiros. Deve ser apresentado ART específica da execução do drywall estando em
conformidade com as normas brasileiras e Corpo de Bombeiros.
Manual técnico do lojista I 12
• Não poderá haver diferença de nível entre o piso da loja e do Mall. Quaisquer desníveis
constituem sérios obstáculos, inibidores do acesso à loja, além de ser elemento causador de
acidentes.
• Prever instalação de soleiras na(s) porta(s) de acesso à loja de espessura mínima 0,15m, em
material impermeável e diferente do especificado para o interior da loja, no mesmo nível do Mall.
• Não será permitida a utilização de piso a base de plurigoma na área de atendimento da loja. Há
restrições quanto ao uso de revestimentos vinílicos e melamínicos, todavia deverá ser
apresentado catálogo técnico para que haja liberação do SHOPPING.
• Não será permitida a utilização de carpetes na área de atendimento. Deverão ser especificados
pisos de alta resistência para área de atendimento.
• Os rebaixos de piso para passagem de instalações (lojas de alimentação) e enchimentos para
elevação de piso, vitrines, etc., para atender imposições do projeto, não poderão ser preenchidos
com entulho ou equivalente. Não utilizar Cinesita em áreas molhadas/impermeabilizadas. Poderá
ser utilizado para preenchimento blocos de concreto celular, EPS ou similar.
• No caso da existência de junta de dilatação no interior da loja, no piso e/ou alvenaria, as
LOCATÁRIAS deverão tratá-la mantendo a junta no revestimento de pisos, paredes, jiraus e forro
de gesso e integrando-a adequadamente à decoração.
6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA
PISOS
• Nas LOJAS com instalações de água e esgoto as áreas de piso “molhadas” deverão ser
impermeabilizadas com manta asfáltica classe 3APP, com 4mm de espessura, com rodapé de 30
cm acima do piso acabado. A estanqueidade desta manta será posta em teste eletrostático, com
apresentação de laudo especifico acompanhado de RRT.
• Nas LOJAS da Praça de Alimentação, o projeto deve considerar a execução de enchimento de piso
para viabilizar as instalações (HID) e a área sob o enchimento deverá receber impermeabilização.
• O projeto arquitetônico deve conter em nota e desenho a previsão e especificação da
impermeabilização.
• Todas as lojas da áreade alimentação, fast-food, restaurantes e aquelas que tiverem atividades
“molhadas”, terão obrigatoriamente manta de impermeabilização (butílica ou asfáltica, tipo
Torodin ou similar) aplicada nas áreas molhadas e utilização de drywall verde.
• Todo e qualquer dano causado por infiltrações ou vazamentos nas dependências de uso comum
do Shopping ou dos demais Locatários, será de exclusiva responsabilidade dos Locatários que
dever promover a imediata recuperação.
IMPERMEBAILIZAÇÕES
Manual técnico do lojista I 13
• Nas lojas em que por definição de projeto arquitetônico não tiver jirau, será obrigatória a
instalação de uma plataforma metálica assistida por uma escada fixa, para acesso e manutenção
dos equipamentos de ar condicionado.
• Para lojas acima de 300m² a plataforma Técnica deverá ter uma compartimentação. O
fechamento da plataforma técnica deverá ser executado em divisória de gesso acartonado
resistente ao fogo – RF (drywall rosa), em 4 chapas de 15mm conforme exigido pela Instrução
Técnica nº 08/18 do Corpo de Bombeiros. Deve ser apresentado ART específica da execução do
drywall estando em conformidade com as normas brasileiras e Corpo de Bombeiros.
• No caso desta plataforma ficar sobre o forro de gesso, prever alçapão com abertura de no mínimo
0,80 x 0,80 m.
• Deverá ser prevista uma circulação de 0,80 cm ao redor do equipamento de ar condicionado para
garantir o acesso e manutenção do equipamento.
6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA
PLATAFORMA TÉCNICA
• Para os forros atirantados à laje de cobertura deverá ser respeitado o limite total de 15 kg/m,
seguindo os procedimentos descritos em projetos.
• Deverão ser previstos tabicas ou perfis, separando-o das paredes da loja de forma a evitar que
movimentos estruturais acabem por provocar rachaduras no mesmo.
FORROS
• O rodateto é constituído por um perfil metálico e é projetado para destacar a vitrine da loja do
forro do shopping. Não será permitido sobrepor, soldar ou pendurar qualquer elemento de
fachada no rodateto que deverá permanecer livre e desimpedido.
• Os elementos de construção da fachada deverão estar apoiados no piso da LOJA. Para estruturar
vitrines, portas de enrolar e demais elementos de vedação e estéticos, deve-se prever projeto
estrutural especifico a ser apresentado ao Shopping.
• O espaço resultante entre a esquadria da fachada e o perfil vertical (divisor de loja) deverá ser
revestido pelo lojista dentro do limite da sua unidade, respeitando o alinhamento da vitrine. Não
serão aceitos vãos entre eles.
• As fachadas das Lojas deverão ajustar-se harmoniosamente aos demais elementos de
acabamento do shopping, devendo ter no mínimo 75% de área de transparência voltada para o
Mall.
• Prever alçapão de acesso às infraestruturas próximo ao acesso da loja
• Não será permitida a instalação de portas de vitrine com abertura para o Mall, nem portas
técnicas, para entrada somente de funcionários, ou para depósito na fachada da loja.
• As portas pivotantes deverão ter seus pivôs fixados com o recuo necessário para que, quando
abertas, fiquem dentro do limite da loja.
FACHADAS
Manual técnico do lojista I 14
• O rodapé da fachada deverá ser resistente a impacto e à umidade ter altura mínima de 10 cm
para proteção do vidro (Pedra ou inox)
• As portas de acesso deverão ter, no mínimo, 120 cm de largura (passagem livre) e 210 cm de
altura. As portas de enrolar deverão ser perfuradas, com visibilidade para o interior por meio de
aberturas (Tipo transvision). As portas de enrolar precisam ser automatizadas, possuir sistema de
NO BREAK e portinhola de 60x60cm, para acesso em caso de queda de energia e ter alçapão com
correntes para içamento em caso de falha no sistema de NO BREAK.
• Para as lojas que não possuem portas voltadas para as galerias técnicas do Shopping, deverá ser
previsto aceso, portinhola na porta de enrolar. Deverá ser considerada também, alçapão de
60x60cm no forro da loja para manutenção da porta.
• Conforme Lei nº 14.886, de 14 de janeiro de 2009, é obrigatória a colocação de tarja sinalizadora
em vitrines que apresentam características de transparência capazes de dificultar sua delimitação,
podendo causar acidentes às pessoas. Os vidros das fachadas das lojas deverão ser
obrigatoriamente laminados com espessura mínima de 10 mm e incolores, obedecendo às
normas técnicas para o cálculo dos panos de vidro. Não será permitida a aplicação de vidros
comuns ou fantasia.
• As portas de enrolar deverão ser perfuradas, tipo Meia Cana Vazada Tijolinho, com visibilidade
para o interior por meio de aberturas de 30x160mm e 40mm entre as aberturas, conforme
imagem abaixo. Elas podem ser pintadas de acordo com o acabamento da loja.
• Lojas que possuam balcões para atendimento ao público como parte da fachada, deverão
respeitar o afastamento mínimo de 60cm em relação ao limite da loja com o Mall. Para as lojas
que possuírem porta para o corredor técnico, rever pintura da porta na cor padrão do shopping.
6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA
FACHADAS
m
--- m --- m
Min. 2.10 m
1.20 m
Vidro laminado de 10mm
Divisor de loja (Linha neutra)
Rodapé em material 
resistente com altura mínima 10cm
MODELO ESQUEMÁTICO DE FACHADA - S/ ESCALA
Consultar o departamento de Operações para altura das testeiras e letreiros
2,50m
Manual técnico do lojista I 15
• Para as lojas que não possuem portas voltadas para as galerias técnicas do Shopping, deverá ser
previsto acesso, portinhola na porta de enrolar. Deverá ser considerado também, alçapão de
60x60 no forro da loja para manutenção da porta.
• Só será permitida lona para fechamento nas lojas de alimentação. As mesmas deverão ter área de
transparência na parte central (1 metro de altura), a 1 metro do piso, possibilitando a visualização
total da loja.
• Lojas acima de 300m² devem possuir barreira de fumaça na divisa com o mall com altura mínima
de 50 cm, sendo suas características construtivas conforme Instrução Técnica nº 15/11 do Corpo
de Bombeiros.
6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA
FACHADAS
• Os letreiros deverão ser iluminados, devendo conter apenas o nome fantasia da loja, não sendo
admitidas propagandas ou etiquetas de identificação do fabricante.
• Os letreiros devem ser balizados pelo teto.
• A projeção permitida além do limite da loja será de no máximo 0,15m e a altura mínima de
2,10m.
• Deverá ser observado afastamento lateral mínimo de 1,00m em relação às divisas das lojas.
• Não é permitido letreiro com movimentos, utilização de iluminação intermitente, colocação de
logotipos ou marcas de qualquer produto de terceiros na fachada, bem como a instalação de
spots, luminárias tipo front-light e letreiros neon.
• Não serão permitidos letreiros com lona ou adesivados.
• Não serão permitidos letreiros do tipo bandeira.
• Não serão permitidos luminosos com filetes de néon expostos, devendo tais filetes serem
protegidos com chapa acrílica ou outro material.
• Em hipótese alguma será permitido aplicar, fixar, ou pendurar o letreiro ou luminoso no elemento
metálico denominado rodateto.
• Só será permitido 1 letreiro por fachada de LOJA.
• Vitrines e luminosos deverão ser alimentados em circuito exclusivo com timer a ser acionado 1
(uma) hora antes da abertura e 1 (uma) hora após o fechamento do SHOPPING.
LETREIROS
Manual técnico do lojista I 16
6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA
LOJAS DE ALIMENTAÇÃO
• Em hipótese alguma os lixos poderão ficar no corretor técnico do shopping.
• As lojas de alimentação deverão possuir lona de fechamento as mesmas deverão ter as bordas de
50cm com a cor predominante da marca ficando o centro da mesma com lona transparente,
possibilitando a visualização total da loja.
• Respeitar o afastamento mínimo de 60cm em relação ao limite da loja com o Mall.
• Não utilizar o uso de divisórias de madeira ou materiais com baixa resistência à umidade na área
da loja e cozinha.
• Todas as lojas de alimentação deverão prever condições de armazenamento do lixo gerado de
pelo menos de 1 dia. Em hipótese alguma os lixos poderão ficar no corretor técnicodo shopping.
• As portas do corredor técnico deverão ser identificação com o número da luc., e nome da loja.
• Ver sobre lona de fechamento das lojas de alimentação e recuo de balcão de atendimento, no
item Fachadas, acima.
• Seguir normas da Vigilância Sanitária e Secretário Municipal da Saúde:
• Os pisos devem ser revestidos com material liso, antiderrapante, impermeável, lavável, de fácil
higienização, resistente ao uso e aos produtos de limpeza e desinfecção.
• Os pisos devem ter inclinação suficiente em direção aos ralos para não permitir que a água fique
estagnada.
• Não é permitida a utilização de papelão, tapetes, carpetes ou outros materiais não sanitários para
forração de pisos.
• As paredes devem possuir acabamento liso, impermeável, lavável, de cor clara e resistente aos
impactos, à higienização e ao calor.
• As paredes devem estar livres de umidade, bolores, descascamentos, rachaduras e outras
imperfeições.
• Os tetos devem possuir acabamento liso, impermeável, lavável, de cor clara, sem frestas e
resistente ao calor. Devem estar livres de goteiras, umidade, bolores, descascamentos e
rachaduras.
• É proibido forro de madeira em ambientes que envolvam a geração de calor e umidade.
• As aberturas para ventilação e exaustão devem possuir mecanismos de proteção contra a entrada
de animais sinantrópicos (não domésticos) e sujidades.
• As portas internas a loja devem possuir acabamento liso, resistente, impermeável, de fácil
limpeza e de cor clara. Devem estar ajustadas aos batentes e possuir fechamento automático.
• A iluminação deve ser uniforme, sem ofuscamentos, contrastes excessivos, sombras e cantos
escuros, e não deve alterar as características sensoriais dos alimentos.
• Para todas as lojas de alimentação, é obrigatório a vistoria técnica pela equipe da FTR, visto que
os custos serão feitos direto pelo lojista.
Manual técnico do lojista I 17
6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA
• As lojas que possuírem atividade que produzam ruídos ou vibração maior que 60 dB(A) a 1 metro,
em função dos equipamentos e/ou tipos de atividades, superiores ao desejável, com incômodo
para o público, outros Locatários ou vizinhança, deverão possuir um projeto específico de
isolamento acústico e/ou vibratório, para redução de ruído ≤ 60 dB(A) a 1 metro, atendendo a
NBR 10151/2000.
• A execução do projeto e das obras de isolamento acústico é de responsabilidade dos Locatários,
porém deverão ser submetidos à aprovação do Shopping / Administração.
• Os materiais utilizados para isolamento acústicos devem estar em conformidade com a Instrução
Técnica nº 10/19 do Corpo de Bombeiros, deverão apresentar laudo técnico de absorção e
isolamento emitido pelo: IPT, UFSM ou outro laboratório certificado conforme NBR e ISO.
• Deverá ser enviado o Laudo CMAR (Controle de Materiais de Acabamentos e de Revestimentos),
ART e comprovante de pagamento da ART, para os materiais termo acústicos posicionadas em
piso, paredes/divisórias, teto/forro e cobertura em conformidade com a Instrução Técnica
nº10/19 do Corpo de Bombeiros, para o Grupo C.
ACÚSTICA
• Todos os materiais decorativos combustíveis deverão sofrer processo de ignifugação.
• Deverá ser entregue o Laudo CMAR (Controle de Materiais de Acabamentos e de Revestimentos),
ART e comprovante de pagamento da ART, para os materiais de acabamento e revestimento
posicionadas em piso, paredes/divisórias, teto/forro e cobertura em conformidade com a
Instrução Técnica nº10/19 do Corpo de Bombeiros, para o Grupo C.
• Os materiais não permitidos deverão ter aplicação de produtos ignifico, de forma que garanta o
enquadramento na Instrução Técnica, neste caso deverão ser apresentados laudo e catálogo do
produto aplicado, ART do responsável pela aplicação e termo de garantia.
• Todos os materiais de acabamento e revestimento devem estar em conformidade com Instrução
Técnica nº 10/19.
• Todos os materiais deverão ser novos, de primeira linha e satisfazer a todas as exigências contidas
nas Normas Técnicas específicas e compatíveis com o grau de segurança e durabilidade ao qual
serão submetidos.
• Os materiais e texturas a serem escolhidos bem como a teoria das cores a serem aplicados nos
acabamentos das lojas deverão estar em sintonia com o alto padrão de acabamento do shopping,
cabendo ao Shopping a não aceitação de quaisquer especificações que porventura venham a
denegrir ou depreciar sua imagem.
• Todos os projetos deverão atender às normas das Concessionárias locais e ABNT (Associação
Brasileira de Normas Técnicas) e deverão ser executados por profissionais habilitados junto aos
órgão representativos de classe.
ACABAMENTOS E REVESTIMENTOS COMBUSTIVEIS
Manual técnico do lojista I 18
• Os pisos devem ser revestidos com material liso, antiderrapante, impermeável, lavável, de fácil
higienização e resistente ao uso e aos produtos de limpeza e desinfecção.
• Os pisos devem ter inclinação suficiente em direção aos ralos para não permitir que a água fique
estagnada.
• Não é permitida a utilização de papelão, tapetes, carpetes ou outros materiais não sanitários para
forração de pisos.
• As paredes devem possuir acabamento liso, impermeável, lavável, de cor clara e resistente aos
impactos, à higienização e ao calor.
• As paredes devem estar livres de umidade, bolores, descascamentos, rachaduras e outras
imperfeições.
• Os tetos devem possuir acabamento liso, impermeável, lavável, de cor clara, sem frestas
resistente ao calor. Devem estar livres de goteiras, umidade, bolores, descascamentos e
rachaduras.
• É proibido forro de madeira em ambientes que envolvam a geração de calor e umidade.
• As aberturas para ventilação e exaustão devem possuir mecanismos de proteção contra a entrada
de animais sinantrópicos e sujidades.
• As portas devem possuir acabamento liso, resistente, impermeável, de fácil limpeza e de cor
clara. Devem estar ajustadas aos batentes e possuir fechamento automático.
• A iluminação deve ser uniforme, sem ofuscamentos, contrastes Excessivos, sombras e cantos
escuros, e não deve alterar as características sensoriais dos alimentos.
6.1 DISCIPLINA I ARQUITETURA
NORMAS DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA E SECRETÁRIA MUNICIPAL DA SAÚDE
• O projeto de arquitetura deverá atender a legislação de acessibilidade, considerando:
NBR 9050/2015, NBR 15599, Leis Federais nº 10.048/2000 e nº 10.098/2000, Decreto Federal nº
5.296/2004 além dos critérios e parâmetros regulamentares de Leis e Decretos Estaduais e
Municipais pertinentes a cada Estado e Município.
• Inserir cadeira de roda no projeto, com projeção de rotação.
• Prever provador e balcão caixa acessível.
• Prever circulação mínima de 0.90m.
• Prever 5% de assentos com altura máxima de 75cm e indicação de uso preferencial (Lojas com
salão/Restaurantes).
ACESSIBILIDADE
Manual técnico do lojista I 19
6.2 DISCIPLINA I ESTRUTURA
DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETO
1. Planta Baixa dos pavimentos com marcação de pilares e locação dos pilares do jirau em relação
aos eixos dos pilares da estrutura do shopping.
2. Cortes com indicação de todos os elementos da estrutura.
3. Detalhe das chapas base de apoios dos pilares e fixação.
4. Memória de cálculo com indicação das cargas adotadas para peso próprio da estrutura,
revestimentos, divisórias e sobrecarga.
5. Especificação dos materiais incluindo o tipo de aço a ser utilizados, detalhes dos perfis, das
chapas dobradas, das soldas, assim como seu eletrodo.
6. Memorial Descritivo.
7. ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do responsável técnico pela elaboração do projeto.
• Para a laje de piso será admissível um carregamento total máximo de 850kgf/m². Caso a loja
possua alguma tratativa diferente, será especificado na planta técnica da loja.
• A estrutura do jirau não poderá ser apoiada nas paredes divisórias e lajes no acesso ao corredor
de serviços, só serão permitidas na laje de piso da loja.
• Todos os elementos estruturais deverão ser apoiados através dos pilares metálicos, criados para a
sustentação destes.
• Os pilares deverão distribuira sobrecarga através das chapas metálicas (dimensões mínimas 400
mm x 400 mm, chapa # 3/8”).
• Os componentes da estrutura deverão ser incombustíveis.
• Os mezaninos, aprovados em prefeitura, que possuírem área construída superior a 750m² devem
ter proteção passiva com resistência ao fogo mínima de 120min.
• Os mezaninos com áreas inferiores a 750m² cuja a estrutura seja dependente da estrutura
principal do shopping (ancorado) também necessita de proteção passiva com resistência mínima
ao fogo de 120 min, ou seja, desde que não comprometa a estabilidade da estrutura do shopping,
não necessitam de proteção passiva. Em caso de necessidade, devem ser apresentados laudo e
catálogo do material utilizado, ART do responsável pela aplicação e termo de garantia.
ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS
Manual técnico do lojista I 20
• O LOJISTA receberá o piso da loja em osso e em condições de receber enchimento com densidade
máxima de 0,6 ton/m³ (zero vírgula seis toneladas por metro cúbico) e acabamento final. A
sobrecarga máxima admissível para o piso da loja é de 300 Kgf/m², compreendendo alvenarias,
mezaninos, revestimentos, móveis, equipamentos e outras sobrecargas.
• Não serão admitidas cargas puntiformes sobre a laje. Prever base em chapa metálica
(diretamente sobre a laje) para descarga dos pilares da estrutura do mezanino, sendo
- Chapa medindo 40 X 40 cm, espessura de 12 mm para carga de 1 tonelada.
- Chapa medindo 40 X 40 cm, espessura de 16 mm para carga de 1 a 3 toneladas.
• Não poderão ser efetuadas aberturas, rasgos ou furações, na laje de piso da loja.
• O peso do forro e instalações em forro, não pode ultrapassar a 25 kgf/m², sendo que as lajes em
forma de abóbodas (setor lilás) não poderão receber quaisquer sobrecargas, devendo ser criada
uma grelha estrutural metálica, apoiada a partir do piso (ou da estrutura do mezanino se existir),
para sustentação das demais sobrecargas eventuais como forros, iluminação e dutos. A altura
máxima desta grelha metálica horizontal é de 5,00 m.
• O limite máximo permitido para construção de mezanino será de 1/3 (um terço) da área da loja,
conforme diretriz da Prefeitura Municipal de São Paulo, com pé-direito mínimo de 2,50 m.
• Os mezaninos não poderão ser apoiados nas paredes limítrofes da loja, devendo ser executados
com estruturas independentes totalmente apoiadas sobre o piso.
• Deverá ser apresentado projeto estrutural, com as cargas indicadas e memória de cálculo, com
dimensionamento para uma sobrecarga máxima de 300 Kgf/m², além da ART (Anotação de
Responsabilidade Técnica) do responsável pelo projeto.
• A estrutura e o piso dos mezaninos deverão ser metálicos ou de outro material tratado contra
combustão, não podendo ser em concreto armado.
• Caso uma ou mais faces do mezanino fiquem abertas para o restante da loja, estas deverão ser
protegidas por um guarda-corpo com altura mínima de 90 cm.
• As escadas de acesso ao mezanino, quando houver, devem obrigatoriamente ser executadas com
corrimão e quando helicoidais devem possuir diâmetro mínimo de 1,30 m, não sendo permitidas
escadas tipo marinheiro. Quando regulares deverão ter largura livre de 80cm, corrimão de 90cm,
pisada min. 27cm e espelho máx. 18cm.
• Quando houver guarda corpo, o mesmo deverá ter 1,10m.
6.2 DISCIPLINA I ESTRUTURA
ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS
Manual técnico do lojista I 21
• As lojas serão alimentadas por um sistema de 5 cabos: 3 FASES + NEUTRO + TERRA, tensão
secundária de 380 V (entre fases) e 220 V (entre fase e neutro) conforme carga definida em
Planta técnica. Será instalada nas lojas uma caixa do tipo condulete, com uma folga no
alimentador de cinco metrôs (Responsab. do Shopping) onde será entregue o ponto de energia.
• Todas as instalações deverão ser executadas de acordo com a norma NBR-5410/2004 da ABNT,
atendendo às normas de segurança para proteção dos usuários e segurança contra incêndios,
como extensão das medidas de segurança adotadas pela instalação geral do shopping, para o
benefício do próprios Locatários e não agravamento do prêmio de seguro de incêndio. Deverão
ser previstos eletrodutos específicos para os sistemas de telefonia, sonorização e dados.
• Todas as instalações serão vistoriadas periodicamente no decurso das obras pelo Departamento
de Operações, bem como durante a vistoria final, para verificação da correta execução do projeto
e liberação da loja junto à Administração para funcionamento.
1. Planta Baixa com a distribuição de pontos, eletrodutos, circuitos, fiação...etc.
2. Relação de cargas detalhadas por circuito e cálculo de demanda geral.
3. Diagramas trifilares do quadro elétrico com indicação da capacidade dos disjuntores, equilíbrio
de fases e seção dos barramentos.
4. Convenções adotadas, notas e observações relevantes.
5. Detalhes executivos de instalação em consonância com os detalhes arquitetônicos e de
decoração.
6. Memórias de cálculo e especificação de materiais.
7. Guia de ART do responsável técnico pela elaboração do projeto.
6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA
ELÉTRICA
DOCUMENTOS À SEREM APRESENTADOS I PROJETO
ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS
• Circuitos - os circuitos de iluminação deverão ser independentes dos circuitos de tomadas. Adotar
condutores de seções mínimas de # 2.5 mm² para todos os circuitos. O circuito da iluminação de
emergência também deverá ser independente.
• Eletrodutos - Os eletrodutos de seção circular para instalação aparente deverão ser de aço
galvanizado, atendendo a norma NBR-13.057/2011 da ABNT, de diâmetro mínimo de 20 mm
(3/4”). Os de seção circular para instalação embutida no contra piso ou em alvenaria poderão ser
de PVC rígido, classe B, atendendo a norma NBR-15.465/2008 da ABNT, de diâmetro mínimo de
25 mm (3/4”).
• Não serão aceitos eletrodutos flexíveis ou mangueiras em instalações aparentes e mesmo em
entreforro, exceto para interligação de caixa de ligação a aparelho de iluminação. Em caso de uso
de eletrodutos flexíveis, estes deverão ser com alma metálica sem capa de PVC.
• Os eletrodutos de seção quadrada (perfilado), caso utilizados, deverão ser de chapa # 1
galvanização eletrolítica, lisos com dimensões 38 x 38 mm, com tampa de pressão.
Manual técnico do lojista I 22
• As instalações (eletrodutos, caixas metálicas de passagem, tomadas, interruptores, quadros e
luminárias) deverão ser conectadas aos condutores de proteção (TERRA). Em todos os eletrodutos
deverá ser instalado condutor de proteção (TERRA), inclusive no eletrodutos que chegam às
caixas de interruptores.
• A ligação dos aparelhos de iluminação às caixas de ligação e/ou eletrocalhas, com distância
máxima de 1,50 m, deverá se efetuar por meio de cabos tripolares 1x3C#1,5 mm² com baixa
emissão de halogênio ou equivalente (condutores com características de não propagação e auto
extinção de fogo, e com propriedades de baixa emissão de fumaça e de gases tóxicos corrosivos –
isolamento 600/1000V, 90º. C), sempre acoplados com prensa cabos nas duas extremidades.
• Fiação e Soquetes - Na utilização de lâmpadas de neon, a fiação de ligação deverá ser envolvida
por duto de PVC rígido ou tubo de vidro.
• Soquetes para lâmpadas fluorescentes ou incandescentes, tomadas e interruptores aparentes,
nunca deverão ser fixados diretamente em peças de madeira ou material combustível. Nos casos
em que isto se tornar necessário, deverá ser instalado chapa metálica aterrada, sobre a peça de
madeira ou material combustível e sobre ela instalado o equipamento elétrico.
• Condutores - Todos os condutores de baixa tensão, deverão ser obrigatoriamente, de cobre
eletrolítico, isolados para tensão de 750V ou 600/1000V, 90° C, com baixa emissão de halogênios
atendendo às especificações da NBR-13.248:2015 da ABNT.
• As lojas âncoras receberão o ponto de energia em Média Tensão junto a Cabine Primária na área
técnica ou conforme descrito em seu Instrumento Particular de Contrato.
• O aterramento de todos os equipamentos de média tensão, quadros elétricos e partes metálicas
(suportes, esquadrias, leitos e eletrocalhas, portas metálicas, janelas,telas), deverá ser interligado
pelo lojista à barra de terra secundária (BES) e esta deverá ser conectada ao vergalhão do SPDA
(3/8”, galvanizado à fogo) através de conector tipo insert ou clips galvanizado. O ponto de
conexão devera ser no pilar mais próximo da área técnica do lojista. Na subestação deverá ser
instalada barra de terra na parede, para aterramento de todas as partes metálicas, conforme
NBR. Deverá ser entregue LAUDO DO ATERRAMENTO com ART.
• As estruturas metálicas e as partes metálicas da cobertura em áreas técnicas (grades, suportes,
antenas, equipamentos de ar condicionado, geradores, etc.), deverão ser conectadas ao sistema
de captores lineares (SPDA) das áreas comuns, sob responsabilidade dos Locatários (somente em
caso de subestação ou equipamentos instalados acima do nível do SPDA do Shopping).
1. O quadro elétrico do condicionador de ar da loja (Fan-Coil) será alimentado por circuito trifásico
exclusivo (de responsabilidade dos Locatários), a partir do Quadro Elétrico interno à loja.
2. Os aparelhos de iluminação de emergência serão alimentados por circuito monofásico
independente e exclusivo a partir do Quadro Elétrico interno à loja.
6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA
NOTAS DE PROJETO ELÉTRICO
ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS
Manual técnico do lojista I 23
A identificação dos condutores deverá obedecer às seguintes convenções:
6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA
ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS
A - CIRCUITOS TRIFÁSICOS
Fase A – Preto
Fase B – Branco
Fase C – Vermelho, Violeta ou Marrom.
Neutro - Azul claro
Terra (PE Proteção) – Verde ou Verde Amarelo
B - CIRCUITOS MONOFÁSICOS
Fase – Preto
Retorno – Cinza
Neutro - Azul claro
Terra (PE Proteção) – Verde ou Verde Amarelo
• As emendas entre condutores serão feitas por meio de conectores rápidos do tipo CRI,
opcionalmente as emendas poderão ser executadas com solda a estanho 50/50, com a utilização
de fita isolante de auto fusão 3M para isolamento das conexões, e com cobertura final com fit
isolante plástica.
• Emendas para condutores que forem maiores que # 16mm² (exclusivamente) deverão ser
executadas por meio de conectores de pressão, comprimidas por meio de ferramenta apropriada.
• Todas as estruturas metálicas, dutos de ar condicionado, caixas de passagem / ligação de
interruptores / tomadas, quadros e aparelhos de iluminação deverão ser conectados aos
condutores de proteção (TERRA).
• As caixas para abrigar interruptores e tomadas serão de:
1. Em PVC fabricação TIGRE (amarela)
Quando embutidas em drywall da loja, nunca nas paredes limítrofes
2. Alumínio fundido
tipo condulete, quando aparentes.
Manual técnico do lojista I 24
• Quadro Elétrico Geral - Deverá estar no pavimento térreo e em local de fácil acesso com devida
identificação. Estrutura dos quadros de terminais de luz deverá ser adequada para fixação em
parede por suporte metálico (de sobrepor).
• Os quadros deverão ser construídos em chapa de aço, seção mínima #16MSG (1,519 mm), com
tratamento por processo de fosfatização ou equivalente. Grau de Proteção: IP 34.
• Deverão ser previstas chapas removíveis, aparafusadas na parte inferior e superior dos quadros
para fixação dos eletrodutos na mesma. As partes vivas (barramentos) deverão ser confinadas no
interior de invólucros e atrás de barreiras que garantam grau de proteção no mínimo IPXXB ou
IPX2, devendo atender as recomendações da norma NBR IEC 60.439-3/2004, da ABNT (Conjuntos
de manobra e controle de baixa tensão - Parte 3: Requisitos particulares para montagem de
acessórios de baixa tensão destinados a instalação em locais acessíveis a pessoas não qualificadas
durante sua utilização - Quadros de Distribuição).
• Os quadros deverão ser equipados com disjuntor geral, barramentos de cobre eletrolítico para as
três fases, neutro e terra, de seção compatível com a carga instalada. O barramento neutro
deverá ter a mesma seção da das fases. O barramento terra deverá ter, no mínimo, a metade da
seção da das fases. Os barramentos de fases e neutro deverão ser isolados da carcaça e o de
terra, conectado à mesma.
• Disjuntor modular, tensão máxima de operação 600V, 60 Hz, corrente nominal definida em
projeto, sem compensação térmica de carcaça, com mecanismo de operação manual com
abertura mecanicamente livre, para operações de abertura e fechamento, com possibilidade de
utilização de dispositivo de travamento por cadeado e disparo, eletromecânico, de ação direta
por curto circuito elementos instantâneos e elemento térmico para proteção contra sobrecargas.
• Os disjuntores especificados acima deverão ser de curva “C” (circuitos de cargas mistas) e de
curva “D” ou curva “K” (circuitos de motores) e atender as normas ABNT NBR IEC 60.947-2 e NBR
NM- 60.898.
• Os barramentos dos quadros deverão ser identificados (pintados) com as seguintes cores:
Fase A – Preto
Fase B – Branco
Fase C – Vermelho, Violeta ou marrom
Neutro - Azul claro
Terra (PE Proteção) – Verde ou Verde Amarelo
• As conexões internas deverão ser arranjadas de modo a atender a uma distribuição equilibrada
de cargas nas três fases.
6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA
QUADRO ELÉTRICO
Manual técnico do lojista I 25
• Os quadros deverão ser identificados externamente, com seu número, por meio de plaquetas em
policarbonato preto com espessura mínima de 3 mm, dimensões compatíveis com o quadro,
gravação em branco, fixadas às portas por parafusos de cabeça redonda, no mínimo com os
seguintes dados: nome do fabricante, tipo e número de identificação do quadro, tensão nominal
do circuito principal, corrente nominal do circuito principal, capacidade de corrente de curto
circuito (em kA), frequência, grau de proteção.
• Todos os circuitos deverão ser identificados por meio de plaquetas em policarbonato preto com
espessura mínima de 3 mm, dimensões compatíveis com o local, gravação em branco, fixadas aos
espelhos por parafusos de cabeça redonda. Deverá ter afixado à sua porta, pelo lado interno,
relação de circuitos datilografada e plastificada, contendo o número do circuito e sua área de
atuação.
• Todo quadro deverá ter afixado à sua porta, pelo lado interno, porta projetos contendo no seu
interior o diagrama trifilar e funcional do mesmo.
• Interruptor de Fuga (Dispositivo Diferencial Residual – DR) – O QTL deverá obrigatoriamente ter
instalado o DR apropriado para circuitos trifásicos + neutro, para tensão nominal de 380V/220V,
corrente nominal conforme projeto corrente nominal residual de 30 mA, modelo adequado ao
quadro elétrico.
• No quadro deverá ter disjuntores identificados “ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA-NÃO DESLIGUE”.
Acionamento automático, alimentação de 220 V, 60 Hz, com carregador automático e bateria. O
sistema de iluminação de emergência deverá ter autonomia de duas (2) horas de funcionamento
ininterrupto; O sistema deve garantir no mínimo 5 Lux em locais planos e escadas.
6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA
QUADRO ELÉTRICO
Circuito independente Iluminação de emergência
Conter IDR e DPS
Aterramento do quadro
Terminais em todos os disjuntores
Timer manual de iluminação de vitrine e letreiro
Proteção dos barramentos
BOTOEIRA
Acionamento externo
SINALIZAÇÃO
DENTRO DO QUADRO 
Diagrama unifilar ou 
trifilar do QDL 
Manual técnico do lojista I 26
• Os valores adotados para o cálculo de demanda estimado max. de energia para cada loja tiveram
por base a demanda constatada em estabelecimentos similares, localizados em outros Shoppings
Center. A carga total instalada será analisada pelo departamento de operações e não poderá
passar da existente na loja. Caso haja necessidade de acréscimo de carga elétrica, além do
previamente estabelecido pelo contrato de locação, o mesmo somente será liberado, desde que
exista disponibilidade de carga nos alimentadores principais e na subestação elétrica do shopping.
Todas as despesas decorrentes do acréscimo solicitado serão de responsabilidade dos Locatários
interessados.
• A ligação de energia definitiva da loja somente será disponibilizada através de solicitação ao
Departamento deOperações que fará a vistoria técnica das instalações e testes no quadro. O
Departamento de Operações deverá ser acionado para vistoria em até 10 dias antes da data de
inauguração do Shopping e terá o prazo de 48 horas para atendimento.
6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA
ELÉTRICA GERAL I OBSERVAÇÕES 
Além dos itens anteriores, as âncoras deverão apresentar o proj. ELE da subestação, constituído de:
OBSERVAÇÕES PARA LOJAS ÂNCORAS
1. Diagrama unifilar de média tensão e do QGBT, com especificações de equipamentos e cabos.
2. Planta baixa e cortes da subestação. Planta baixa com iluminação, extintor de incêndio, isolamento de corta-fogo, etc.
3. Trajetos dos cabos de baixa tensão entre transformador, QGBT e loja. Detalhes de montagem, placas de identif. e advertência.
4. Aterramento de todos os equipamentos, quadros elétricos e partes metálicas (suportes, esquadrias, leitos e eletrocalhas),
interligando a barra de terra secundária (BES) e esta conectada aos cabos TERRA oriundos da cabine de medição do Shopping.
5. Atender a Instrução Técnica nº36/181 do Corpo de Bombeiros. Resumo geral de cargas e cálculo de demandas.
6. Grupo gerador, com indicação em planta baixa, interligação com QGBT e chave de transferência automática (caso exista).
• Na entrada da subestação, deverão ser instalados e 1 chave seccionadora TRI de ação simultânea,
abertura sob carga, acoplada à base fusível limitador de corrente do tipo LL, com dispositivo de
desligamento autom. pela queima de fusível, conforme indicado no diagram. Unifiliar. Estes
fusíveis deverão obrigatoriamente estar coordenados com a proteção na derivação do shopping e
o cálculo submetido à aprovação do departamento de operações.
• A chave seccionadora tripolar de ação simultânea, e base fusível LL, poderão ser substituídas por
chave seccionadora tripolar e disjuntor automático tripolar, com relés secundários de proteção, a
critério do Lojista/ Projetista.
• A chave seccionadora (ou disjuntor automático) na entrada da subestação da loja será
intertravada com o dispositivo de proteção do circuito, na cabine de medição do Shopping. Na
subestação deverá ser instalada barra de terra na parede, como ponto de interligação dos cabos
TERRA oriundos da cabine de medição do Shopping com os cabos TERRA da instalação da loja.
• Recomenda-se intertravamentos entre a seccionadora (ou disjuntor) da entrada da subestação e
do relé de temperatura, com disjuntor de baixa tensão no QGBT. As estruturas metálicas e as
partes metálicas da cobertura em áreas técnicas (grades, suportes, antenas, equipamento de ar
condicionado, geradores, etc.), deverão ser conectadas ao sistema de captores lineares (SPDA)
das áreas comuns, sob responsabilidade dos Locatários.
Manual técnico do lojista I 27
6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA
MEDIDOR DE ENERGIA
• Todas as lojas entram no rateio de energia do Condomínio (exceções para ancoras ou negociações
comerciais especificas)
• Verificar a existência de medidor na loja e se é necessário adequação/instalação, validando
sempre com a área de operações.
• O Fornecimento será escopo do lojista. A instalação do mesmo será fora das lojas, na alimentação
elétrica. Garantir que o medidor esteja ao lado do quadro. A compra e instalação do medidor é de
responsabilidade do lojista.
Localizado ao lado do quadro
Manual técnico do lojista I 28
• Deverá ser apresentado projeto luminotécnico detalhado informando a quantidade de
intensidade luminosa (lux), especificações das luminárias da área de venda e da vitrine.
• Deverá ser apresentada para análise, planta do teto refletido (loja e vitrines), indicando o ponto
de todas as instalações do forro (detector de fumaça, sprinkler, difusor de ar condicionado...).
• Se a entrada da loja for recuada em relação ao alinhamento frontal, esta área deverá ser
iluminada pelos Locatários.
• Poderão ser usadas nas áreas de venda, tanto luminárias em trilhos eletrificados quanto
luminárias embutidas, e deverão ser do tipo baixa claridade. As luminárias poderão ser
direcionáveis e deverão possuir superfície de reflexão espelhada ou semi espelhada.
• Fica proibido, o uso de luminárias estroboscópicas, giratórias ou canhões de luz direcionáveis.
• A iluminação geral deverá ser feita usando luminárias não ofuscantes. Nenhuma luminária poderá
ser instalada fora dos limites da loja.
• Se luminárias fluorescentes forem utilizadas, estas deverão ser do tipo embutida e com as
lâmpadas protegidas por aletas metálicas, difusores parabólicos ou grades plásticas. Não deverá
ser utilizada lente acrílica. Luminárias com lâmpadas HID deverão ter lentes de proteção contra
radiações UV. Luminárias incandescentes pendentes poderão ser utilizadas para iluminação geral,
somente se os Locatários tenham estabelecido uma identidade baseada neste tema ou conceito.
• Nos casos onde for utilizado gás neon, todo o sistema deverá ser aterrado e o transformador
deverá ficar em local de acesso restrito ao pessoal especializado.
• A intensidade de iluminação para a vitrine e atendimento de loja deverá seguir a NBR ISO/CIE
8995-1:2013. As lâmpadas deverão sem em LED e com 3.000k de luminância.
6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA
LUMINOTÉCNICO
Manual técnico do lojista I 29
6.3 DISCIPLINAS I ELÉTRICA E TELEFÔNIA
TELEFÔNIA 
• Caberá ao lojista a responsabilidade pela instalação do cabeamento interno de telefone, a partir
do ponto de entrega.
• Quaisquer despesas em acréscimo de linha, tronco e fiação, correrão por conta dos Locatários.
• Os cabos serão do tipo pares trançados compostos de condutores sólidos de cobre nu # 24AWG,
isolados em composto especial, capa externa em PVC não propagante a chama.
• Todos os eletrodutos aparentes deverão ser pintados à tinta a base de esmalte sintético na cor
cinza escuro. Os eletrodutos aparentes deverão ser fixados no máximo a cada 2,0 m.
• O projeto de telefone poderá ser desenhado junto ao projeto elétrico, desde que não haja
recomendação contrária da concessionária, e que não dificulte o entendimento do conteúdo dos
projetos. O sistema será de linhas individualizadas para cada loja. Estas linhas deverão ser
adquiridas pelos Locatários, através da Operadora local ou qualquer operadora credenciada pela
Anatel. O Shopping informará a disponibilidade das Operadoras, em momento oportuno.
• O projeto e a execução da instalação telefônica deverão atender às recomendações da operadora
local no tocante à quantidade mínima e localização de caixas de saída (ponto de telefone).
• Será instalada uma caixa de passagem com cabo, com número de pares metálicos definidos na
Planta Técnica.
• Caberá ao lojista a responsabilidade pela instalação do cabeamento interno de telefone, a partir
do ponto de entrega. Quaisquer despesas em acréscimo de linha, tronco e fiação, correrão por
conta dos Locatários.
• Nos locais em que as tubulações das instalações elétricas e telefonia sejam visíveis pelos
futuros clientes (seja em atendimento na loja ou circulando no mall do MAIS SHOPPING), tais
componentes deverão, obrigatoriamente, estar recobertos por elementos/revestimentos
decorativos compatíveis com o Projeto de Arquitetura da loja.
1. Planta baixa com a distribuição de pontos, tubulações, etc.
2. Detalhes ampliados das instalações sanitárias em escala 1:20.
3. Detalhes ampliados das instalações hidráulicas (elevações ou isométricas na escala 1:20).
4. Convenções adotadas, notas e observações relevantes.
5. Detalhes executivos de instalação em consonância com os detalhes arquitetônicos.
6. Guia de ART do responsável técnico pela elaboração dos projetos.
1. Todas as lojas com atividades afins (“molhadas”) deverão obrigatoriamente aplicar nos pisos das
áreas molhadas, manta de impermeabilização apropriada e dentro dos padrões adotados no
Shopping, com dreno de impermeabilização. A estanqueidade desta manta será certificada
através de laudo + ART/RRT. A utilização de de Drywall verde também é obrigatória para áreas
molhadas.
Manual técnico do lojista I 30
• Todas as instalações deverãoser executadas de acordo com as normas municipais vigentes e
NBR-5626/1998 e NBR-8160/1999 da ABNT, atendendo às normas de segurança para proteção
dos usuários, como extensão das medidas de segurança adotadas pela instalação geral do
shopping, para o benefício dos próprios Locatários.
• Lojas que solicitarem instalação de pontos de água e esgoto serão submetidas à análise técnica e,
em caso de possibilidade de atendimento, estas deverão, antes da liberação de execução dos
serviços, aceitar o referido orçamento de execução dos serviços.
• No ponto de conexão do esgoto de gordura da loja com a rede do shopping deverá ser executada
no lado interno da loja, pelos Locatários, uma caixa de retentora de detritos, e em todas as pias
internas às lojas deverão ser instaladas caixa retentora de detritos, de responsabilidade dos
Locatários.
• No interior das lojas, os tubos de queda de esgoto (tomada) deverão ser prolongados até o teto e
interligados à tomada de ventilação (responsabilidade dos Locatários). O tubo de ventilação deve
ser executado acima do eixo da tubulação horizontal de esgoto (NBR 8160/99).
• No ponto de entrada d’água potável na loja é OBRIGATÓRIO a instalação de registro geral e
hidrômetro a pulso, ficando de responsabilidade do lojista a instalação.
• Lojas com atividade de salão de beleza e pet shop deverão ser dotadas de filtro de cabelo no
sistema de esgoto. As tubulações hidráulicas e sanitárias, quando aparentes, deverão ser pintadas
com esmalte sintético nas cores verde claro e marrom, respectivamente.
6.4 DISCIPLINAS I HIDRÁULICA
ESPECIFICAÇÕES BASICAS
DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETOS
NOTAS DE PROJETO HIDRÁULICO
Manual técnico do lojista I 31
• Tubos. Água fria será de PVC rígido, classe 15, soldáveis, conforme norma NBR 5648:2010 da
ABNT. Água quente poderá ser utilizada PVC específico. As tubulações deverão receber
isolamento térmico Calhas de La de vidro ou borracha elastomérica sujeita as normas da IT10/18).
• Esgoto primário, de esgoto de gordura, esgoto cinza e de ventilação sanitária, de diâmetro igual
ou maior que 50 mm serão de PVC, série R, tipo ponta e bolsa, conforme norma NBR-5688/1999
da ABNT. Esgoto secundário (diâmetro de 40 mm) será de PVC, tipo esgoto predial (branco), tipo
ponta e bolsa. Drenos de equipamentos de ar condicionado (Fan-Coil) serão de PVC soldável,
classe 15, para água (marrom) inclusive as conexões.
6.4 DISCIPLINAS I HIDRÁULICA
ESPECIFICAÇÕES BASICAS
CONEXÕES
• Para tubos de água e esgoto deverão ser de material idêntico ao da tubulação utilizada,
apropriadas para o tipo de tubo.
• Não será permitida “bolsa a quente" fabricada no local. Os Caixilhos e grelhas para ralos e caixas
deverão ser metálicos e cromados. Todos os ralos do piso deverão ser sifonados.
DECLIVIDADES
• Tubos de esgoto: diâmetros iguais ou menores que 75mm...........................2,0%
• Diâmetros iguais a 100mm..............................................................................1,0%
• Tubos de ar condicionado - declividade mínima de 1,0%, independente do diâmetro.
OBSERVAÇÕES
• As instalações hidráulicas deverão ser testadas antes de ligadas à rede geral, a uma pressão de
4kgf/ cm² durante, no mínimo, 24 horas e acompanhadas pelo bombeiro do shopping.
• As tubulações de esgotos e de ventilação deverão ser submetidas à pressão de teste hidrostático
conforme descrito no anexo “G” da NBR- 8160/1999. Todas as instalações serão vistoriadas
periodicamente no decurso das obras pelo departamento de operações que também efetuará
uma vistoria final para verificação da correta execução do projeto.
• Todas as tubulações aparentes deverão ser fixadas por suportes metálicos com espaçamentos tais
que permitam boa rigidez das mesmas. Recomendam-se suportes de fixação a cada 1 metro, para
tubos de PVC. Evitar a ancoragem das tubulações na passagem por alvenarias, lajes e divisórias.
• Caso seja necessária a instalação de caixa de inspeção em alvenaria, esta deverá ser
impermeabilizada.
• Toda a instalação deverá ser ventilada com distanciamento dos desconectores conforme NBR
8160/1999. Toda loja com esgoto terá seu ponto de entrega de ventilação sanitária para
conexões das ventilações da rede. (Indicada na planta específica). As ventilações da rede deverão
ser interligadas no nível do teto conforme NBR 8160/1999.
• Todas as lojas que executarem banheiros no seu interior deverão instalar vasos sanitários com
caixa de descarga acoplada. Não é permitido o uso de vasos com válvula de descarga.
• A interligação do dreno do fan coil ao ponto de dreno na loja (ponto de entrega) será de
responsabilidade do lojista. Recomenda-se instalação de tubo sifão nesta interligação.
Manual técnico do lojista I 32
1. Planta baixa com a distribuição de pontos, tubulações... etc.
2. Corte e isométrico.
3. Detalhes ampliados das instalações com elevações ou isométricas em escala 1:20.
4. Convenções adotadas, notas e observações relevantes.
5. Detalhes exec. de instalação em consonância com os detalhes arquitetônicos e de decoração.
6. Memorial descritivo.
7. Memorial de cálculo. Lojas com mais de 100 bicos de sprinklers e/ou arranjo de tubulações do
tipo fechada (malha/grid/anel).
8. Guia de ART do responsável técnico pela elaboração dos projetos.
9. As instalações de chuveiro contra incêndio obedecerão às Normas - NBR-10.897/2014 da ABNT,
Proteção contra incêndio por chuveiro automático, e as exigências do Corpo de Bombeiros.
6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO (SPK)
DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETOS
ESPECIFICAÇÕES BASICAS
Tubulações - deverá ser em aço carbono, com costura conforme norma NBR 5580:2015 (classe M)
• Diâmetro nominal de 25 mm a 50 mm (inclusive): rosqueados (galvanizado ou preto).
• Diâmetro nominal acima de 50 mm (exclusive): soldados (galvanizado ou preto) ou com pontas
bisotadas para solda de topo (preto).
• Diâmetro nominal mínimo para rede de sprinklers será de 25 mm (1”).
• As deflexões e as derivações na rede de sprinklers deverão ser efetuadas por meio de conexões
adequadas.
• As conexões para tubulações com diâmetros de 25mm a 50mm (inclusive) serão em aço maleável
galvanizado ou preto com rosca BSP (25 kg/cm²). As conexões para tubulações com diâmetros
maiores do que 50mm poderão ser em aço maleável ou aço carbono preto para solda de topo
classe 150 Lbs.
• Somente serão aceitas conexões tipo "boca de lobo" nos tubos com diâmetro mínimo de ф4" (100
mm), e a derivação para solda na "boca de lobo" em diâmetro mínimo de ф2" (50 mm). A
quantidade de conexões do tipo ”boca de lobo” devem estar devidamente indicadas e a
quantidade total em projeto, devendo na conclusão da obra obrigatoriamente ser apresentados à
mesma quantidade de “tampas” apresentada em projeto.
• Nas lojas com área de 300m² ou superiores, cuja aprovação no corpo de bombeiros é obrigatória,
o sistema deverá ser dimensionado por cálculo hidráulico, conforme recomendado pela norma
NBR 10.897/2014 – 8,1mm/min para os 140m² mais desfavoráveis. Está disponibilizada na
entrada de cada loja uma vazão máxima de 1600 l/min e 55mca.
• Lojas menores de 300m² poderão ser dimensionadas por tabela, para o risco ordinário grupo 2,
atendendo integralmente aos critérios da NBR 10.897/2014.
• Prever 3 tipos de posições de instalação para os bicos de sprinklers, são elas: pendentes (para
baixo), up-right (para cima) e lateral (Sidewall). Esta característica é muito importante, pois se for
determinado em projeto o uso de um bico de sprinkler pendente, ele não poderá ser substituído
por Up-Right ou lateral, pois a distribuição da água entre eles é diferente. Abaixo foto de cada
tipo.
• As faixas de temperaturas de acionamento de um bico de sprinkler são definidas por norma e
possuem uma padronização universal. É possível identificar essa temperatura através da
coloração do líquido termo sensível que está no interior do bulbo conforme a figura abaixo.
• Bico de Sprinkler – Tipo ampola, fabricado em liga especial de bronze, fator K = 80, rosca BSP ф
1/2" e temperaturade 68°C. Deverá ser apresentado o atestado de conformidade do INMETRO.
No caso de proximidade de coifas e interior de cozinhas, os bicos deverão atuar na temperatura
de 79° C.
• Garantir proteção metálica em todos os bicos acima da escada e no estoque, evitando que com o
acumulo de entregas, os bicos não sejam danificados com alguma caixa e consequentemente
acionados.
Manual técnico do lojista I 33
6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO (SPK)
TIPO DE BICOS SPK
• Válvulas - Todas as tubulações deverão possuir dreno no interior da loja com válvula tipo Esfera.
• O espaçamento máximo permitido para risco ordinário deve ser conforme NBR 10.897/2014,
desde que não ultrapasse a área de atuação do bico.
• A área máxima de cobertura por bico é de 2m² sem divisões de parede, ou seja, área livre.
• Qualquer compartimento fechado tais como depósito e vitrine, deve ser protegido com um ou
mais bicos de sprinkler, conforme a área.
• Quando a distância do Fan-Coil ultrapassar 0,80m do piso do jirau deverá ser previsto bico sob o
equipamento.
Manual técnico do lojista I 34
6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO (SPK)
OBSERVAÇÕES
• Objetos móveis. Instalações sanitárias. (Não inclui vestiários/ armários e DML).
• Recintos de equipamentos elétricos. Desde que esteja compartimentado com paredes corta fogo
com tempo mínimo de 120min, portas corta fogo P-90 e monitorado por detecção de incêndio.
• A distância máxima do bico ao anteparo superior (laje, forro, duto de ar condicionado) não deve
ser superior a 30 cm.
• A altura máxima do bico de armazenamento nas áreas de depósito deve ser de 3,70m.
• Todas as tubulações aparentes deverão ser rigidamente fixadas à estrutura, por meio de suportes,
braçadeiras, espaçadas de no máximo 2,0 metros.
• As tubulações aparentes deverão ser pintadas com esmalte sintético na cor vermelha.
• O afastamento dos chuveiros a obstruções (vigas, dutos, calhas, etc) devem atender ao exigido
pela NBR 10.897/2014. Obstruções e composição de obstruções com dimensões com 1,20m ou
superiores deve ter proteção por sprinklers sob a mesma.
• Todas as tubulações deverão ser testadas, com acompanhamento do departamento de
operações, antes de serem ligadas à rede do Shopping a uma pressão duas vezes maior que a
pressão de trabalho (aproximadamente 200 psi) durante, no mínimo, 48 horas.
• O projeto de prevenção e combate a incêndio por sprinklers deverá vir acompanhado da ART do
responsável técnico.
1. É obrigatória a instalação de chuveiros em forros falsos. Só serão dispensados da instalação,
quando atender integralmente aos critérios de isenção do item 7.12.1 da NBR 10.897/2014.
2. Atender também condições especiais referentes a aberturas, shafts, escadas e casas de
máquinas.
ESTÃO DISPENSADOS DE INSTALAÇÃO DE BICOS DE SPK
NOTAS DE PROJETO PCI
• Os sistemas de proteção por extintores de incêndio devem ser instalados no interior da loja, em
locais visíveis e de fácil acesso, especificados e dimensionados segundo a Norma Técnica do Corpo
de Bombeiros Instrução Técnica nº21/18 e deverão ter as características abaixo definidas, em
função da atividade da loja e/ou do risco de incêndio.
• A capacidade extintora mínima deve ser conforme Instrução Técnica nº21/18 do Corpo de
Bombeiros.
• É obrigatória a instalação de extintores de incêndio tri-classe, com capacidade extintora mínima
3A: 20B: C, dispostos de forma que o operador percorra no máximo 20m para alcança-lo. E pelo
menos uma unidade a menos de 5,00 m do acesso da loja (térreo) e da escada (jirau). Cada loja
deverá possuir no mínimo dois extintores, executando-se lojas com área inferior a 50m² por
pavimento/jirau.
• Deverão possuir sinalização e estarem identificados. Observar também as necessidades
específicas para casa de máquinas, sala de quadros elétricos, transformadores e geradores.
• A quantidade de unidades extintoras será em função da área e do risco de incêndio conforme as
normas. Deve haver no mínimo a proteção das 3 classes extintoras (A, B, C) no pavimento térreo e
jirau, podendo utilizar uma ou duas unidades a fim de atender as 3 classes, exceto em jirau
exclusivo para áreas técnicas, sendo somente as proteções das classes B e C.
• Os extintores deverão ser dispostos de tal maneira, que possam ser alcançados de qualquer ponto
da área protegida, sem que haja necessidade do operador percorrer distância superior a 15
metros e pelo menos uma unidade de 5,00m de aceso da loja (térreo) e da escada (jirau).
• Os extintores deverão estar localizados em área de fácil visualização e acesso, e instalados a uma
altura máxima, sendo do suporte ao piso de 1,60m e altura mínima do piso de 10 cm.
Manual técnico do lojista I 35
6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO
EXTINTORES
TIPOS DE EXTINTORES
• Em função da área de determinadas lojas e como consequência do layout interno, inclusive a
eventual criação de jiraus, poderá ser necessária à instalação de hidrantes complementares no
interior das lojas para atender aos requisitos já mencionados. Esta instalação ocorrerá a partir do
ponto de tomada da loja e sob responsabilidade dos Locatários.
• Para as Âncoras e Megalojas foram previstas tomadas de hidrantes, para posterior distribuição
dos mesmos no interior das lojas em função dos respectivos layouts internos, sob
responsabilidade dos Locatários.
• Também devem prever proteção por hidrantes às lojas satélites e de alimentação que tenham
indicação de ponto de entrega de hidrantes na planta específica da loja.
• Devem ser locados em áreas de fácil acesso e de acordo com as exigências do Corpo de
Bombeiros, em atendimento a Instrução Técnica nº22/18 respeitando as distâncias a serem
percorridas pelo operador, dispositivos de manobra e registros, afastamentos das portas, escadas
ou antecâmaras.
• Todos os hidrantes em áreas internas às lojas deverão ser munidos de saídas simples, equipados
com mangueiras de 38 mm e esguichos reguláveis.
• Ao lado de todos os hidrantes será instalado acionador manual tipo QUEBRA VIDRO, conectado a
central de Detecção e Alarme de Incêndio do Shopping.
• As instalações de detecção internas às lojas (a partir dos pontos de entrega) serão executadas sob
responsabilidade dos Locatários, porém obedecendo aos requerimentos e informativos do
departamento de operações, de forma a possibilitar a interface das suas instalações internas com
as instalações das áreas comuns do Shopping.
• Tubos - Deverão ser de aço carbono com costura (classe M), conforme norma NBR-5580/2015 da
ABNT, com pontas bisotadas para solda de topo.
• Abrigo - em chapa de aço #18 MSG, decapada, fosfatizada, pintada emprimeira demão com fundo
antiferruginoso e na segunda demão com tinta a base de esmalte sintético na cor vermelha, com
cestas basculantes para mangueiras.
• Mangueiras – em 2 lances de 15m, com comprimento total de 30m, de fibra sintética e com
revestimento interno de borracha, incorporadas em suas extremidades engates rápidos do tipo
STORTZ padrão Corpo de Bombeiros de diâmetro 38 mm.
• Esguicho - do tipo regulável de 38 mm com engate STORTZ CB e chave de montagem.
• As tubulações aparentes deverão ser pintadas com esmalte sintético, na cor vermelha.
• A fixação à estrutura deverá ser rígida e por meio de suportes, braçadeiras, mãos francesas, etc.,
espaçadas de no máximo 2,00m.
Manual técnico do lojista I 36
6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO
PROTEÇÃO POR HIDRANTES
• Deve ser apresentado projeto de sinalização de emergência conforme Instrução Técnica nº20/18
do Corpo de Bombeiros.
• As sinalizações de equipamentos de incêndio e de orientação e salvamento devem ser com
pictogramas e textos fotoluminescente.
• As placas devem ser constituídas de material rígido (plástico ou chapa metálica), possuir
espessura suficiente para que não sejam transferidas para a superfície da placa, possíveis
irregularidades das superfícies onde foram aplicadas.
• Os materiais das placas não devem propagar chamas, resistir a agentes químicos e limpeza.
• Os materiais que constituem a pintura das placas devem ser atóxicose não radioativos, devendo
atender às propriedades colorimétricas, de resistência à luz e resistência mecânica.
• As formas geométricas e dimensões devem ser conforme Instrução Técnica-20/18.
• Deverá ser prevista a instalação de luminárias de emergência indicando a saída, sobre o balcão de
atendimento, quadro de energia e no jirau de forma a iluminar a escada de acesso.
• Os materiais utilizados não deverão ser aqueles considerados como agravantes do risco de
incêndio pelo Instituto de Resseguros do Brasil.
Manual técnico do lojista I 37
6.5 DISCIPLINAS I COMBATE A INCÊDIO
SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA
• Todas as lojas com área superior a 300m² deve apresentar os projetos de
combate a incêndio, alarme e detecção de incêndio e iluminação de
emergência conforme Instrução Técnica nº 01/18. Os projetos devem ser
apresentados em formato no máximo A1.
• Deve ser apresentado memorial de cálculo, memoriais descritivos básicos
(informações essenciais para análise do Corpo de Bombeiros) e ARTs.
CORPO DE BOMBEIROS
• Todos os documentos e plantas devem ser apresentados em 03 vias, plantas impressas em
colorido conforme IT-01/18, em pasta tipo “romeu e julieta” transparente. (nota: Reforçar as
furações das plantas, a fim de evitar extravio no Corpo de Bombeiros, sugestão: utilizar fita
crepe). O carimbo específico para este projeto será conforme anexo 16.
• As ARTs apresentadas devem estar claramente descritas os sistemas de segurança a qual esta
pertence, nome e número da loja.
• As lojas deverão estar com as instalações objeto da vistoria do Corpo de Bombeiros finalizadas
para teste, respeitando o cronograma doCorpo de Bombeiros que será informado pelo
departamento de operações. Caso as instalações não estejam prontas na data estipulada para a
vistoria oficial do Bombeiro, a loja será fechada com drywall rosa e não fará parte do AVCB do
empreendimento, e por consequência não poderá inaugurar com o Shopping.
• O sistema se constitui basicamente por central de Detecção e Alarme de Incêndio, instalados em
sala de segurança do Shopping (Administração), dedicado de forma compartilhada às áreas
comuns e lojas e por circuitos para detectores de fumaça, acionadores manuais e avisadores
visuais (lâmpada estrobo) junto aos hidrantes, todos do tipo endereçável e setorizados por
circuitos (laços), em classe “A” (4 fios). Será entregue 1 ponto no limite da loja para Detecção de
Fumaça. A distribuição interna dos acionadores manuais (obrigatório ao lado de hidrantes) e
detectores é de responsabilidade dos Locatários.
• As lojas de alimentação, independente da Legislação, receberão 1 ponto de detecção para
interface (sinalização) entre os detectores de gás, internos à loja e a Central de Alarme e Incêndio
do Shopping. A distribuição interna dos detectores de gás é de responsabilidade dos Locatários.
• A LOCATÁRIA deverá adquirir e instalar o sistema de detecção e alarme de incêndio e integrá-lo
com o sistema central do Shopping. O sistema deverá cumprir as exigências da NBR 17.240 e
Instrução Técnica 19/11 do Corpo de Bombeiros.
• A distribuição interna dos detectores é de responsabilidade dos Locatários, os detectores de
fumaça das lojas deverão ser, preferencialmente, do mesmo fornecedor dos detectores do
shopping, a fim de se garantir a integração do sistema da loja com o sistema do Shopping.
• Caso os detectores instalados pelos Locatários não sejam adequados para interface com o sistema
do Shopping, deverá o Locatário adquirir equipamento específico e adicional para cumprir essa
necessidade. Deverão ser atendidos pelo sistema de detecção todos os recintos internos às lojas.
• A quantidade estimada de detectores é em função da área de cada loja, considerando 1 detector
de fumaça para cada 81m² de área (no máximo), devendo ser observadas interferências,
obstruções e quantidades de trocas de ar. Nas cozinhas deverão ser instalados detectores
termovelocimétricos (1 detector para cada 36m² de área).
• O Lojista deverá disponibilizar um módulo de supervisão fora da loja para que seja interligado
com o shopping , essa interligação deverá ser custeada e contratada pelo próprio lojista, 7 (sete)
dias antes da inauguração, no contato a seguir: claudemir@newseguranca.com.br Tel: 11
995071-4404
• Módulo de supervisão: Em caso de sinistro no interior da loja, a central de detecção do lojista
deverá informar à central do shopping (através de contato seco interligado ao módulo de)
permitindo que as medidas necessárias sejam tomadas pela brigada de incêndio do shopping.
• Módulo de comando: Em caso de sinistro, a central do shopping irá informar à central de
detecção do lojista através do módulo de comando (contato seco) para que sejam tomadas as
medidas necessárias para realizar a sinalização e evacuação no interior da loja.
Manual técnico do lojista I 38
6.6 DISCIPLINAS I ALARME E DETECÇÃO DE INCÊNDIO
DETECÇÃO DE FUMAÇA
ACIONADORES MANUAIS
• Os acionadores manuais deverão ser convencionais compatíveis com o sistema do Shopping, com
botão de acionamento protegido por tampo de vidro / acrílico, com LED indicativo de estado de
funcionamento, sendo necessário apenas para lojas de alimentação.
MÓDULO DE SUPERVISÃO / MÓDULO DE COMANDO
SMS__CADERNO TÉCNICO R01__2021.pdf
Manual técnico do lojista I 39
6.6 DISCIPLINAS I ALARME E DETECÇÃO DE INCÊNDIO
DETECÇÃO DE FUMAÇA
• Quebra vidro - Ao lado de todos os hidrantes, deve ser instalado acionador manual tipo QUEBRA
VIDRO, conectado a central de Detecção e Alarme de Incêndio da loja.
• Central de Alarme: Modelo do Shopping: IO-500 / Fabricante do Shopping: EdwardsTodos
deverão ser do tipo convencional ou Endereçável com as características abaixo:
• Para lojas até 300m2 recomendamos uma Central Convencional de Detecção e Alarme de
Incêndio com no mínimo 2 zonas, separado loja e mezanino / estoque, modelo CIC 06L Intelbras
ou similar que converse com a central do shopping através de contato seco.
• Para lojas maiores de 300m2 recomendamos a Central Endereçável de Detecção e Alarme de
Incêndio modelo CIE 1125 Intelbras ou similar, facilitando a identificação de cada ponto e que
converse com a central do shopping através de contato seco.
• É obrigatório a utilização de cabo específico (blindado) para Detecção e Alarme de Incêndio e
executar o sistema de acordo com a norma vigente NBR-17240 e IT 19 do CBPMESP.
• Acionador de alarme e sirene - Os acionadores devem ser distribuídos de forma que uma pessoa
não percorra mais do que 30m até um ponto de acionamento. As sirenes devem ser do tipo
audiovisual e estarem conforme exigência da NBR. Ao menos um ponto de acionador de alarme e
sirene deve ser instalado nos jiraus que não forem somente áreas técnicas.
• Central de Alarme a ser instalada é fornecida pelo lojista e deverá fazer ser compatível com a
central de alarme do Mais Shopping, marca Edwards, caso não seja, o projeto e instalação
deverão conter os seguintes equipamentos homologados:
o Módulo monitor SIGA-CT1, fabricante Edwards;
o Central de alarme convencional, marca Intelbrás, modelo CIC-06L (até 20 detectores);
o Central de alarme endereçável, marca Intelbrás, modelo CIE-1125 (até 125 detectores)
o Detector de fumaça convencional, marca Intelbrás, modelo DFC-420.
o Detector de fumaça endereçável, marca Intelbrás, modelo DFE-520.
o Acionador manual convencional, marca Intelbrás, modelo AMC-420.
o Acionador manual endereçável, marca Intelbrás, modelo AMC-520.
o Sinalizador audiovisual convencional, marca Intelbrás, modelo SAV-420C.
o Sinalizador audiovisual endereçável, marca Intelbrás, modelo SAV-520E.
• Para o caso de Mega loja, será necessário a instalação de módulo de comando além do módulo
monitor, segue abaixo marca e modelo do módulo: Módulo de comando SIGA-CR, fabricante
Edwards. A tubulação deve ser metálica de qualquer tipo, aterrada, e a fiação em par trançado
rígido de 1,5 mm. Estes itens, bem como toda a instalação de detecção, devem atender
integralmente à Norma da ABNT NBR 9441, Classe A.
1. As especificações e modelos dos equipamentos (detectores,acionadores, alarmes) deverão estar
em conformidade com as especificações dos equipamentos das áreas comuns, de forma a criar
interface entre as instalações internas das lojas e a central do Shopping. Confirmar
especificações com o Departamento de Operações.
NOTAS DE PROJETO DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO
Manual técnico do lojista I 40
6.7 DISCIPLINAS I AR CONDICIONADO
DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETOS
• Os projetos de ar condicionado, exaustão de odores, exaustão de vapores graxos e controle de
fumaça deverão ser desenvolvidos pelo mesmo projetista (ou empresa). Além das
recomendações técnicas da ANVISA, deverão observar as NBRs.
• Os sistemas de ar condicionado das lojas serão dotados de unidades condicionadoras tipo “fan-
coil”, que serão alimentadas através do sistema de água gelada do Shopping, exceto lojas âncoras
que possuirão sistema independente. O LOCATÁRIO deverá adquirir a unidade condicionadora
(Fan-Coil) e executar todas as interligações necessárias.
• Cada uma das Lojas Âncoras terá o seu sistema independente de ar condicionado, com a
respectiva infraestrutura totalmente desvinculada do sistema central do Shopping.
• A localização dos equipamentos, tubulações, válvulas e afins, constarão da planta específica
enviada ao Locatário.
• A instalação de AG fornecida pelo shopping considera os seguintes critérios de cálculo:
Temperaturas de 8/18ºC para entrada e saída respectivamente; diferencial de pressão disponível
de 10mca.
• De forma a garantir a operação do(s) sistema(s) que atende(m) a loja dentro dos parâmetros
previstos em projeto, o LOCATÁRIO deverá providenciar junto ao seu instalador, o laudo de TAB.
BALANCEAMENTO DOS SISTEMAS (TAB)
1. Planta baixa com a marcação da rede de dutos, layout dos equipamentos, pontos de força e
interligação do dreno.
2. Cortes e Detalhes ampliados.
3. Convenções adotadas, notas e observações relevantes, Detalhes executivos de instalação em
consonância com os detalhes arquitetônicos e de decoração.
4. Memória de cálculo e especificações de materiais (atenção para o dimensionamento da tomada
de ar externo da loja que deverá estar em conformidade com o informado em planta específica).
5. Guia de ART do responsável técnico pela elaboração dos projetos.
DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETOS
• O projeto do sistema de ar condicionado deverá indicar claramente todos os equipamentos e
materiais a serem utilizados.
• Os elementos de infraestrutura necessários à instalação do sistema de controle de temperatura
também deverão constar nos desenhos.
• Também deverá estar indicado nos desenhos o espaço para manutenção adequada do
condicionador de ar, atendendo o mínimo para manutenção indicado na norma brasileira ABNT-
NBR- 16401/2008. Além disso respeitar as normas descritas em Portaria 3.523 de 28/08/98 do
Ministério da Saúde.
O SHOPPING dispõe de infraestrutura básica para possibilitar o atendimento e/ou permitir o
desenvolvimento dos sistemas que serão instalados na loja. Deste modo, as seguintes facilidades
encontram-se disponíveis:
• Um ponto para captação de ar exterior, com colarinhos dotados de damper junto de cada uma
das Lojas. Um ponto de alimentação de água gelada para o sistema de ar condicionado
(alimentação e retorno), com registros de espera.
• Um ponto para descarga de ar dos sistemas de exaustão de odores para as lojas autorizadas
contratualmente pelo SHOPPING. (PETs, Estéticas e Farmácias de manipulação.
• A LOCATÁRIA deverá adquirir e instalar a unidade condicionadora (Fan-Coil) em seu Luc, com
válvula balanceadora de fluxo e conjunto de controles (sensor de temperatura / V2V com
atuador), cabendo também aos LOCATÁRIOS executar as interligações com drenos, dutos de ar
exterior, hidráulica, elétrica, controles e bandeja.
• Para as âncoras, quando previsto em contrato, serão delimitadas áreas técnicas destinadas à
instalação do sistema independente do fornecimento de agua gelada. Os projetos de ar
condicionado, exaustão de odores, exaustão de vapores graxos e controle de fumaça deverão ser
desenvolvidos pelo mesmo projetista (ou empresa). Além das recomendações técnicas da
ANVISA, deverão observar as NBRs.
• Os sistemas de ar condicionado das lojas serão dotados de unidades condicionadoras tipo “fan-
coil”, que serão alimentadas através do sistema de água gelada do Shopping, exceto lojas âncoras
que possuirão sistema independente. O LOCATÁRIO deverá adquirir a unidade condicionadora
(Fan-Coil) e executar todas as interligações necessárias.
• A localização dos pontos de entrega (água gelada, tomada de ar externo, dreno) constará na
planta técnica enviada ao Locatário.
• A instalação de água gelada fornecida pelo shopping considera os seguintes critérios de cálculo:
Temperaturas de 7/17ºC para entrada e saída respectivamente; diferencial de pressão disponível
de 10mca.
Manual técnico do lojista I 41
6.7 DISCIPLINAS I AR CONDICIONADO
ESPECIFICAÇÕES BASICAS
Manual técnico do lojista I 42
6.7 DISCIPLINAS I AR CONDICIONADO
ESPECIFICAÇÕES BASICAS I BANDEJAS
• A bandeja de recolhimento de água condensada deverá ter caimento para o lado da drenagem, a
qual deverá ser feita em dois pontos, um em cada extremidade. A bandeja será em chapa tratada
convenientemente contra corrosão e isolada termicamente, quando necessário.
ESPECIFICAÇÕES BASICAS I FILTROS DE AR
• O sistema de filtragem de ar a ser utilizado será composto por baterias de filtros dos tipos G1 +
G4 (ABNT/NBR 16401), montados em armações metálicas que permitam fácil remoção e
colocação dos mesmos, instalados na entrada de ar dos condicionadores. As armações deverão
ser vedadas na junção com os filtros. A velocidade do ar nos filtros não deverá ser superior a 2,5
m/s.
ESPECIFICAÇÕES BASICAS I FABRICANTES HOMOLOGADOS
• CARRIER / TROX / TRANE / HITACHI / YORK
ESPECIFICAÇÕES BASICAS I VENTILADORES CENTRÍFUGOS
• Serão unidades do tipo centrífugo, simples aspiração e com rotores de pás curvadas para trás
(Limit Load) ou para a frente (Sirocco).
DADOS CONSTRUTIVOS
ACIONAMENTO Motor elétrico do tipo indução, IP-54, classe de isolamento B, trifásico, 60 Hz e de alto rendimento.
ACOMPLAMENTO Polias reguláveis e correias em “V”, com relação de redução nunca superior a 3:1
VELOCIDADE DE DESCARGA 10,0 m/s (máxima)
EFICIÊNCIA MÍNIMA 70%
ACESSÓRIOS Protetor de Correias; Trilhos Esticadores; Conexões Flexíveis; Base única com calços de borracha;
FABRICAÇÃO
Para rotores com diâmetro igual ou superior a 80 cm a caixa espiral deverá ser dividida em 2 partes flangeadas e 
aparafusadas.
ACABAMENTO Pintura a base de epóxi específica para instalação “ao tempo”
BALANCEAMENTO Estático e dinâmico
• Unidade condicionadora de ar tipo Fan-Coil, serpentina dimensionada com no máximo 8 filas, e
no máximo 9 aletas por polegada e que atenda a carga térmica apresentada pelo Locatário.
• Duto de ar exterior, sustentação, etc., a partir do ponto de fornecimento deixado pelo Shopping
(duto com registro no limite entre Mall e Shell para o caso de satélites e diretamente na fachada
para ancoras) até a caixa de misturado fan-coil. Para as lojas que possuírem exaustão de vapores
a graxos, veja item especifico. Não será permitido o uso de bandeja coletora de condensado sob o
fan-coil. Tubulação de drenagem (do condicionador), indo até o dreno previsto para a loja.
• Redes de dutos de distribuição de ar condicionado no interior da loja, dotadas de isolamento
térmico, sustentação, difusores, dampers para balanceamento de ar, etc., incluindo ainda pontos
de abertura para limpeza interna. Deverão ser em chapa de aço galvanizada, nas bitolas
recomendadas pela ABNT-NBR-16401/2008 e isolados termicamente com manta de lã de vidro
espessura 1”.
• A interligação dos dutos com os equipamentos deverá ser feita com conexões flexíveis de lona de
16 onças ou de lona plástica. Elementos de difusão e retorno de ar. Rede Hidráulica com tubos em
SCH 40 sem costura e conexões com isolamento térmico em espuma elastomérica e suportação
adequada. Sistema de controle de temperatura do arcondicionado, do tipo proporcional,
composto por:
• Sensor de temperatura e controlador eletrônico proporcional. Válvula de duas vias do tipo
independente de pressão, com retorno por mola.
• A LOCATÁRIA deverá adquirir e instalar a unidade condicionadora (Fan-Coil) em seu Luc, com
válvula balanceadora de fluxo e conjunto de controles (sensor de temperatura / V2V com
atuador), cabendo também aos LOCATÁRIOS executar as interligações com drenos, dutos de ar
exterior, hidráulica, elétrica, controles e bandeja. Para as âncoras, quando previsto em contrato,
serão delimitadas áreas técnicas destinadas à instalação do sistema independente do
fornecimento de agua gelada.
• Os projetos de ar condicionado, exaustão de odores, exaustão de vapores graxos e controle de
fumaça deverão ser desenvolvidos pelo mesmo projetista (ou empresa). Além das
recomendações técnicas da ANVISA, deverão observar as NBRs. Os sistemas de ar condicionado
das lojas serão dotados de unidades condicionadoras tipo “fan-coil”, que serão alimentadas
através do sistema de água gelada do Shopping, exceto lojas âncoras que possuirão sistema
independente. O LOCATÁRIO deverá adquirir a unidade condicionadora (Fan-Coil) e executar
todas as interligações necessárias.
• A localização dos pontos de entrega (água gelada, tomada de ar externo, dreno) constará na
planta técnica enviada ao Locatário. A instalação de água gelada fornecida pelo shopping
considera os seguintes critérios de cálculo: Temperaturas de 7/17ºC para entrada
• TODAS AS SERPENTINAS DEVERÃO OBRIGATORIAMENTE POSSUIR 8 ROWS E SELECIONADAS
PARA UM DIFERENCIAL DE TEMPERATURA DE 10°C (5°C x 15°C)
Manual técnico do lojista I 43
6.7 DISCIPLINAS I AR CONDICIONADO
ESPECIFICAÇÕES BASICAS (SISTEMA FAN-COIL)
Manual técnico do lojista I 44
6.7 DISCIPLINAS I AR CONDICIONADO
ESPECIFICAÇÕES BASICAS (SISTEMA FAN-COIL)
• Toda a rede de dutos que deverá ser fabricada em chapa de aço galvanizado, de acordo com os
processos construtivos da NBR-16.401- 1/2008 da ABNT, SMACNA e normas afins.
• Elementos de difusão (difusores ou grelhas) deverão ser providos de registros para
balanceamento, destinados a realizar o insuflamento de ar nos ambientes.
• O projeto, bem como a execução das instalações de ar condicionado, obedecerá aos parâmetros
de demanda referidos nas normas da NBR-16.401 – 1 à 3/2008 da ABNT e da ASHRAE, ajustados
• às condições locais.
• O projeto deve conter o encaminhamento e dimensionamento da rede de dutos, especificação
dos insufladores, dampers para regulagem da vazão de ar, curvas com veios defletores,
revestimento do trecho inicial com FLEXLINE, para atenuar ruídos e vibrações, detalhes de
isolamentos dos dutos, vazão dos difusores e localização do termostato e quadro de comando.
• Sistema de controle de temperatura do ar condicionado, do tipo proporcional, deverá ser
composto por:
1. Sensor de temperatura e controlador eletrônico proporcional.
2. Válvula de duas vias do tipo independente de pressão, com retorno por mola.
3. Quadro de controle.
4. Intertravamentos com o sistema de controle de temperatura (de forma que a válvula fique
fechada quando o fan coil estiver desligado).
5. Intertravamentos com sistema de detecção e combate a incêndio.
• Somente para as lojas localizadas no Subsolo, será permitida a instalação de equipamentos do
tipo Cassete hidrônico, devido ao pé direito.
• Toda a rede de dutos que deverá ser fabricada em chapa de aço galvanizado, de acordo com os
processos construtivos da NBR-16.401-1 da ABNT, SMACNA e normas afins.
• Elementos de difusão (difusores ou grelhas) deverão ser providos de registros para
balanceamento, destinados a realizar o insuflamento de ar nos ambientes.
• O projeto, bem como a execução das instalações de ar condicionado, obedecerá aos parâmetros
de demanda referidos nas normas da NBR-16.401 - 1 a 3 da ABNT e da ASHRAE, ajustados às
condições locais.
• O projeto deve conter o encaminhamento e dimensionamento da rede de dutos, especificação
dos insufladores, dampers para regulagem da vazão de ar, curvas com veios defletores,
revestimento do trecho inicial com FLEXLINE, para atenuar ruídos e vibrações, detalhes de
isolamentos dos dutos, vazão dos difusores e localização do termostato e quadro de comando.
SISTEMA DE CONTROLE DE TEMPERATURA DO AR CONDICIONADO, DO TIPO PROPORCIONAL:
• Para as lojas cujas atividades determinem o uso de equipamento para exaustão mecânica, será
necessário um projeto específico, elaborado por profissionais experientes neste tipo de
instalação. A exaustão mecânica tem por finalidade atender as seguintes condições de operação:
• Proteção do meio ambiente contra descarga de poluentes.
• Requisitos para proteção e segurança contra incêndio.
• Contribuição para higiene do local e preparação de alimentos.
• Remoção dos vapores e gases decorrentes do processo de produção de alimentos.
• Retenção de gordura antes da descarga do fluxo de ar.
• Remoção de parte do calor gerado internamente.
• Em todos os ambientes dotados com sistema de exaustão, será fornecido um ponto para tomada
de ar externo e um local para descarga do ar, quando indicado em planta.
• O LOJISTA deverá instalar o sistema de exaustão, bem como o suprimento correspondente
utilizando-se obrigatoriamente Coifa Lavadora, dimensionada de modo que a pressão interna da
cozinha seja negativa.
• Deverão ser respeitadas as seguintes normas:
1. ABNT-NBR-14.518,
2. ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Enginners, Inc.);
3. ARI (Air Conditioning and Refrigeration Institute);
4. AMCA (Air Movement and Control Association, Inc.);
5. SMACNA (Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National Association, Inc.);
6. INDUSTRIAL VENTILATION;
7. NFPA (National Fire Protection Association).
Manual técnico do lojista I 45
6.8 DISCIPLINAS I EXAUSTÃO 
ESPECIFICAÇÕES BASICAS (EXAUSTÃO – LOJAS DE ALIMENTAÇÃO)
ESPECIFICAÇÕES DE PROJETO
Os projetos de ventilação mecânica deverão obedecer as normas da NFPA (National Fire Pretection
Association) e ser acompanhados de memória de cálculo que abrangerá o dimensionamento e a
descrição do sistema a ser instalado, indicando:
1. Dimensão dos dutos para condução do ar poluentes.
2. Potência elétrica.
3. Pontos de drenagem na parte inferior dos dutos.
4. local adequado para instalação dos equipamentos.
5. Pontos de inspeção para a limpeza dos dutos.
ESPECIFICAÇÕES BASICAS I FABRICANTES HOMOLOGADOS
• BERLINER / HIGROTEC / OTAM / PROJELMEC
• As velocidades máximas deverão ser compatíveis com o nível de ruídos e perda de pressão
razoável. Recomenda-se a velocidade máxima de 10 m/s.
• As coifas deverão ter velocidade de captação não inferior de 0,5 m/s. Deverá possuir, em todo o
seu perímetro, calha para captação de gordura.
• Deverão ser dotados de filtro corta chamas, específicos para retenção de gordura selecionado de
acordo com a faixa de velocidade de face recomendada pelo fabricante, contendo no mínimo, as
• seguintes indicações:
- Vazão Máxima e mínima.
- Perda de pressão inicial.
- Perda de pressão máxima recomendada.
• Deverá ser instalado damper corta – fogo na conexão da coifa ao duto de exaustão, em ponto de
fácil acesso para manutenção e limpeza e na saída do duto; seu acionamento deverá ser tanto
manual quanto automático, sendo feito por dispositivos mecânicos, elétricos ou pneumáticos.
• Independentemente do sistema adotado, as coifas deverão também ser dotadas de filtro metálico
específicos para retenção de gordura, tipo labirinto, a fim de que a descarga de ar não seja
poluidora (gordura, odores, fumaça) selecionados de acordo com a faixa de velocidade
recomendada pelo fabricante. Estes filtros deverão ser montados com uma inclinação mínima de
45°.
• Tubulações no interior de forros e/ou shafts, bem como qualquer espaço vazio e não ventilado da
edificação, deverão ser complementadas por tubos luva (camisa) ou envolvidos com dutos de
chapa galvanizada, com juntas estanques, com ventilação para o exterior.
• Considerar área de acessoperiódica para manutenção e fiscalização através de portas de
inspeção instaladas a cada 1,5m, ao longo da rede de dutos principalmente perto de “acidentes” /
mudança de direções.
• Admite-se para efeito de controle de odores, que o sistema de exaustão tome uma parcela de ar
proveniente de ambientes condicionados da própria loja, para manter as áreas ventiladas em
ligeira depressão em relação aos mesmos (valor equivalente ao ar exterior do self contained).
• Todos os sistemas de exaustão deverão ser providos de injeção de ar exterior, para reposição de
ar exaurido através da instalação de ventilador de insufla mento com a devida filtragem do ar.
• Todos os equipamentos tais como fogões, chapas, fritadeiras, etc... deverão ser providos de
captores tipo coifa, os quais devem ser no mínimo 15,00 cm maiores que os equipamentos e com
velocidade não inferior 0,50 m/s na área da face. As coifas deverão possuir em todo seu
perímetro calha para captação de gordura.
Manual técnico do lojista I 46
6.8 DISCIPLINAS I EXAUSTÃO 
ESPECIFICAÇÕES BASICAS (EXAUSTÃO – LOJAS DE ALIMENTAÇÃO)
• Todos os dutos, equipamentos e componentes deverão ser fabricados em material incombustível.
Estes sistemas deverão ser totalmente independentes para cada loja, possuindo basicamente:
• Ventiladores centrífugos de pás planas ou curvadas para trás (air-foil), com portas de inspeção na
voluta e drenos.
• Lavador de ar localizado entre as coifas e o ventilador de exaustão.
• Coifas fabricadas em chapa de aço inoxidável, AISI 304, soldadas; deverão ainda, ser providas de
filtros inerciais, tipo flaming gard e calhas coletoras de gordura.
• Dutos de exaustão e descarga de ar executados em chapa de aço preto, bitola 14, sendo sua
execução totalmente soldada, isolados termicamente com material apropriado a altas
temperaturas. Sistema de extinção de incêndio.
• Damper corta-fogo no duto de saída de cada coifa e na saída da loja, devendo este damper ser de
acionamento automático (elétrico) e manual. O sistema automático deverá ser por meio de mola
e solenoide elétrica. Este damper deverá ser fechado ao ser acionado o sistema de extinção de
incêndio. Sensor de fogo para ativar automaticamente o sistema de extinção de incêndio. Este
elemento deverá ser instalado no duto de exaustão entre a coifa e o filtro ou lavador de ar.
• Sistema de injeção de ar exterior, com vazão de ar definida, de modo a não permitir a
contaminação de áreas condicionadas.
• Intertravamento elétrico com o sistema de injeção de ar exterior correspondente, de forma a
evitar-se a extração de ar sem a devida injeção do mesmo.
Manual técnico do lojista I 47
6.8 DISCIPLINAS I EXAUSTÃO 
ESPECIFICAÇÕES BASICAS (EXAUSTÃO – LOJAS DE ALIMENTAÇÃO)
• Os dutos de exaustão deverão ser calculados para uma velocidade interna mínima do ar igual a 10
m/s (em toda a sua extensão, ou seja, desde a coifa até o ponto de descarga), de modo a reduzir
o acúmulo de gordura nas paredes internas do mesmo. Possuir espaço adequado à manutenção
de todos os equipamentos do sistema.
• Somente no caso de sistemas de exaustão que atendam equipamentos sem geração de gordura
ou fuligem, como por exemplo, fornos elétricos e banho-maria serão dispensados a instalação:
- Filtros de gordura.
- Sensor de fogo .
- Sistema de extinção de incêndio.
• Todos os demais equipamentos, materiais, intertravamentos elétricos e detalhes construtivos
indicados neste item deverão ser observados para montagem do sistema.
• Todos os equipamentos de cocção deverão ser elétricos ou a gás, não sendo aceito o uso de
carvão ou lenha, de modo a diminuir-se o risco de incêndio nos sistemas de exaustão
(impregnação dos dutos e equipamentos do sistema com partículas de carvão).
• Todo fornecimento e instalação ficarão a cargo do lojista (ventilador, coifas, sistema de CO2 etc).
• O lojista deverá fornecer e instalar todos os dutos internos à loja, até o ponto de descarga de ar
na área externa.
• Os sistemas de exaustão de coifas deverão ser providos de sistema de extinção de incêndio à base
de CO2 entre os dampers corta fogo, e saponificante nas coifas e duto até o damper corta fogo.
Este sistema deverá ser basicamente provido de:
- Bicos de injeção de CO2 em dutos.
- Bico de injeção de saponificante nas coifas.
- Cilindros dos agentes extintores de incêndio.
• Distribuição de agente extintor através de tubos de aço galvanizado.
• Botoeira para acionamento manual do sistema, localizada junto à coifa, além do disparo
automático através do sensor de fogo.
• O sistema deverá ser projetado e instalado por empresa especializada, devendo ser apresentado
para aprovação do Shopping.
Manual técnico do lojista I 48
6.9 DISCIPLINAS I CO2 E SAPONIFICANTE
ESPECIFICAÇÕES BASICAS (SISTEMA DE EXTINSÃO DE INCÊNDIO)
• Deverá ser previsto o intertravamento elétrico dos diversos equip. do sistema, de modo que:
• Ocorra o desligamento do sistema de exaustão e do sistema de injeção de ar exterior, caso o
sistema de extinção de incêndio seja ativado.
• O ventilador de suprimento de ar ext. e o ventilador de exaustão só operem simultaneamente.
• Desligamento da Válvula solenoide cortando automaticamente o abastecimento de Gás da Loja.
INTERTRAVAMENTO ELÉTRICO
• As lojas com exaustão mecânica (lojas de alimentos, etc.), deverão captar ar exterior para
alimentação dos locais ventilados através de dutos, interligando a loja até os pontos de captação
de ar. O sistema de captação de ar exterior deverá ser provido basicamente de:
• Filtros de ar G4 para áreas de atendimento ao público e no mínimo F5 nas áreas de preparo de
alimentos. Ventilador centrífugo para captação de ar. Dutos em chapa de aço galvanizado
(isolados termicamente quando transitarem em áreas climatizadas.
• Elementos de distribuição de ar, providos de registros para balanceamento e Intertravamento
elétrico com o sistema de exaustão correspondente, de forma a evitar-se a injeção de ar sem a
devida extração do mesmo.
SUPRIMENTO DE AR EXTERNO PARA VENTILAÇÃO MECÂNICA
1. O sistema de extinção de incêndio e damper corta-fogo deverá, ainda, possuir dispositivos que
permitam sua operação de forma totalmente manual, sem necessidade, por exemplo, de energia
elétrica ou outra fonte de energia para acionamento destes dispositivos de segurança
(fechamento do damper e abertura da válvula de injeção de agente extintor), além dos
dispositivos citados anteriormente.
NOTAS DE PROJETO SISTEMA DE EXAUSTÃO I CO2 E SAPONIFICANTE
ANÁLISE DO PROJETO DE GÁS - O projeto deverá conter:
1. Plantas baixas – LOJA.
2. Perspectivas Isométricas, Cortes e detalhes.
3. Memória de Cálculo, Memorial Descritivo e Especificações de Materiais.
4. ART recolhida e cópia da carteira do CREA do engenheiro responsável pelo projeto.
5. Laudo de estanqueidade.
Manual técnico do lojista I 49
6.10 DISCIPLINAS I INSTALAÇÃO DE GÁS
DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I PROJETOS
ESPECIFICAÇÕES BASICAS (GÁS)
• Obedecer as Normas do CNP, ABNT, COMGÁS e as normas específicas do CORPO DE BOMBEIROS.
• Considerar a locação de abrigo para o medidor de gás.
• Os registros instalados na rede de gás deverão ser do tipo ESFERA.
• As tubulações de gás deverão se de cobre CLASSE A / SOLDA, pintando na cor padrão (amarelo),
obedecendo à normas e especificações do fabricante quanto as soldas junções, emendas,
fixações, etc.
• As ligações aos equipamentos deverão ser do TIPO FLEXÍVEL e à PROVA DE EXPLOSÕES.
• Não será permitido em hipótese alguma embutir quaisquer tubulações nas alvenarias limítrofes,
nem tão pouco recortar a laje de piso para passagem de tubulações.
• Todas as tubulações aparentes deverão ser fixadas por suportes metálicos, com espaçamentos
que permitam boa rigidez.
• As tubulações de distribuição deverão ser aparentes, e quando necessário embutir no
enchimento do piso, deverão ser protegidas com fitas especiais (Scotchgard-3M) contra corrosão.
• Seguindo as Normas Técnicas, as tubulações deverão ser testadas antes de ser conectadas à rede
do SHOPPING.
• O LOCATÁRIO deverá fornecere instalar válvula de bloqueio de gás e detector de vazamento de
gás, que atuará sobre a válvula solenoide e será conectada ao sistema de detecção e alarme de
incêndio.
• Toda tubulação localizada em áreas sem circulação permanente de ar, deverá ser envolvida por
duto de chapa metálica, os quais deverão ser encaminhados para meio externo, conforme norma
pertinente.
• Deverão ser instalados sensores de vazamento de gás em todas as lojas de alimentação que se
utilizarem gás. Este deverá ser intertravado ao sistema de abastecimento de gás da loja para em
caso de vazamento o abastecimento seja cessado automaticamente..
Manual técnico do lojista I 50
07. LIBERAÇÃO DOS PROJETOS DE ARQ. E COMPLEMENTARES
INFORMAÇÕES GERAIS
• Após a análise e liberação dos projetos e a entrega da documentação solicitada para o
Departamento de Operações, os lojistas estarão liberados para iniciar suas obras.
• A análise dos projetos pelo Departamento de Operações não substitui a aprovação em Órgãos
Públicos quando estas se fazem necessárias. As mesmas são de responsabilidade dos Locatários.
• Todos os projetos devem atender as especificações do Caderno Técnico e são de inteira
responsabilidade do locatário e/ou seus prepostos. O departamento de operações poderá a
qualquer tempo solicitar que o LOCATÁRIO execute adequações nos itens executados se estes
não estiverem de acordo com as especificações do Caderno Técnico, mesmo que não tenham,
sido mencionados nas análises dos projetos.
• Cada disciplina terá um profissional qualificado para avaliação de normas, recomendações
constantes neste caderno técnico e para compatibilidade dos projetos com os padrões do
Shopping.
• Todas as alterações de projetos deverão ser informadas, os projetos revisados e apresentados
para nova análise.
• A compatibilização e execução dos projetos é de responsabilidade do profissional contratado
pelos Locatários.
• O Departamento de operações, administração e empreendedor não tem nenhuma
responsabilidade técnica ou legal pelos projetos.
• Caso as lojas âncoras e semi âncoras solicitarem alimentação direto da concessionária, as mesmas
deverão aprovar seus projetos específicos de elétrica nas concessionárias.
• Lojas com mais de 300m², deverão apresentar seus projetos de controle de fumaça para o
departamento de operações, usando o padrão do Corpo de Bombeiros.
• Cabeleireiro, Petshop e lojas de Alimentação, após a aprovação de seus projetos pelo
departamento de operações, deverão aprovar na Vigilância Sanitária.
• A aprovação dos projetos nos órgãos públicos, necessários para a liberação do funcionamento da
Loja, é de exclusiva responsabilidade do Lojista.
ALGUNS PROJETOS DEVERÃO SER APROVADOS POR ÓRGÃOS PÚBLICOS E REAPRESENTADOS AO
DEPARTAMANETO DE OPERAÇÕES PARA ARQUIVO DA ADMINISTRAÇÃO DO SHOPPING.
• O limite da loja em relação ao Mall recebe arremates metálicos para o piso (rodapiso), nas laterais
dividindo as lojas (divisores de lojas) e teto (rodateto), definindo o pano vertical de fachada. Estes
limites nunca deverão ser ultrapassados, alterados ou removidos.
Manual técnico do lojista I 51
08. EXECUÇÃO DE OBRAS
NORMAS GERAIS
• LIBERAÇÃO DE ACESSO:
Via sistema Intranet, entrar em contato junto à administração para cadastro.
• HORÁRIO DE TRABALHO:
SERVIÇO TURNO HORARIO DE TRABALHO
Demolição, serviços com barulho ou cheiro
2ª feira à 6ª feira 
23:00 às 06:00
Sábado, Domingo e feriado
Serviços que não impactem no funcionamento do Shopping (Sem barulho, 
cheiro...Ex. Serviços de elétrica, pintura sem cheiro, acabamento...geral.)
2ª feira à 6ª feira
24h
Considerar restrições, pois em caso de 
divergência ou situação que atrapalhe 
o mall, a obra deverá encerrar os 
trabalhos e retornar das 23:00 às 06:00 
Sábado, Domingo e feriado
Remoção de entulho
2ª feira à 6ª feira 
23:00 às 06:00
Sábado, Domingo e feriado
Entrega de caçamba
2ª feira à 6ª feira 
23:00 às 06:00
Sábado, Domingo e feriado
Entrega de mercadoria e material de obra 
(Materiais maiores, tais como caixas, chapas, barras...geral)
2ª feira à 6ª feira 
23:00 às 09:00 
Sábado, Domingo e feriado
8.1 INSTRUÇÕES GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRAS CIVÍS
OBSERVAÇÕES I PISOS
• O piso acabado do “Mall”, terá uma diferença entre 7 (sete) e 15 (quinze) cm acima do piso “em
osso” das Lojas, sendo que para as lojas de alimentação essa medida de desnível poderá atingir 30
(trinta) cm, não tendo o Empreendedor, Administradora e/ou Construtora nenhuma
responsabilidade por diferenças maiores ou menores que porventura possam ocorrer. Quando
locado uma LUC que já era espaço de outra operação o LOCATÁRIO receberá a LUC de acordo
com o vistoriado em visita previa para fechamento de contrato. Laje de concreto armado em
“osso”, rebaixada em relação ao nível do piso acabado do Mall, verificar
• medida na planta cadastral.
OBSERVAÇÕES I LIMITE DA LOJA E FACHADA
• Não poderão ser embutidos nas alvenarias limítrofes, dutos de ar condicionado e/ou exaustão,
caixas, encanamentos de instalações hidráulicas, eletrodutos, e demais instalações técnicas. Estes
elementos poderão ser fixados às mesmas com braçadeiras. Onde se localizam as juntas de
dilatação estrutural da edificação, as mesmas devem ser respeitadas pelo LOJISTA, que deve
executar os acabamentos de sua loja (em piso, paredes, tetos) de modo a manter a
funcionalidade das mesmas. No caso de existência de juntas de dilatação transversais aos planos
de vitrines, o projetista deverá propor solução para que esses elementos permitam tal
movimentação.
OBSERVAÇÕES I INFORMAÇÕES GERAIS
Manual técnico do lojista I 52
8.1 INSTRUÇÕES GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRAS CIVÍS
OBSERVAÇÕES I PAREDES
• As paredes divisórias serão em “drywall”, com espessura de 14 cm e/ou bloco de concreto
quando limítrofes da edificação, com pontos de instalações prediais no limite da LOJA.
• As paredes divisórias das LOJAS têm a função apenas de vedação, não podendo ser usadas para
qualquer tipo de fixação ou apoio.
• Quando houver, junta de dilatação estas serão entregues devidamente tratadas pelo MAIS
SHOPPING, cabendo a cada Lojista observá-la em conformidade com a decoração do LUC.
• Poderá eventualmente ocorrer passagem de colunas ou tubulações junto aos pilares e parede dos
LUC. Estas são indispensáveis ao funcionamento do MAIS SHOPPING e não serão desviadas ou
removidas, sob qualquer pretexto.
OBSERVAÇÕES I TETOS
• Os tetos das lojas (lajes) serão entregues sem acabamento. Ocasionalmente, poderá haver dutos
e/ou tubulações do MAIS SHOPPING junto aos tetos, sendo que nestes casos, em hipótese alguma
poderão ser removidos ou relocados e, se necessário, deverão ser previstas aberturas no forro
para acesso a tais dutos e/ou tubulações.
• Os tetos dos (LUC) serão entregues aparentes seja estrutura metálica ou de concreto, sem
qualquer tipo de revestimento.
• Quando houver, junta de dilatação, na área interna das lojas estas deverão ser obedecidas e
conservadas, principalmente quando da colocação do forro de acabamento, para evitar danos,
cabendo a cada Lojista colocá-lo em conformidade com a decoração do LUC.
Manual técnico do lojista I 53
8.1 INSTRUÇÕES GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRAS CIVÍS
INSTALAÇÕES
Instalações elétricas, telefônicas, hidráulicas, etc., no interior das lojas serão executadas pelas
LOCATÁRIAS e não poderá ser embutida na alvenaria do Shopping Center. Nos casos de lojas
executadas com divisórias em painel-wall, será permitida somente a passagem de eletrodutos entre
o painel da loja e o painel do shopping. Os pontos de entrega serão deixados no limite da Loja
Comercial conforme descrito abaixo:
INSTALAÇÕES I ELÉTRICA
• O sistema será de linhas individualizadas para cada loja. Estas linhas deverão ser adquiridas pelos
Locatários, através da Operadora local ou qualquer operadora credenciada pela Anatel.
• O Dep. de Operações informará a disponibilidade das Operadoras, em momento oportuno.
INSTALAÇÕES I TELECOMUNICAÇÕES
• Fornecimento de um ponto de ligação de "sprinklers" no limite da Loja. Caso necessário, será
fornecidoum ponto de hidrante no limite da loja, para lojas acima de 300m². Lembrando que a
mangueira deve ser tipo 2 (escopo lojista) e tem alcance m´paximo de 30m, recomendamos fazer
o estudo de alcance a mangueira e prever instalação de outro ponto de hidrante caso necessário.
• O locatário e responsáveis da obra deverão instalar um dreno para rede de SPK da loja, esse
dreno deve estar capeado e com um manômetro medindo a pressão da rede.
INSTALAÇÕES I COMBATE A INCÊNDIO
• Para LUC específico será previsto um ponto de água, o registro deverá ser fornecido pelo lojista e
instalado no seu perímetro. A medição de consumo será exclusiva por LUC e por meio de
hidrômetro a pulso.
• Os hidrômetros a pulso serão instalados no interior da LUC com a anuência e supervisão da
COMITÊ TÉCNICO. Após a instalação deverão ser lacrados pelo MAIS SHOPPING. Para alimentação
dos quiosques deverá ser prevista a interligação com o ponto de entrega no piso.
• Fornecimento de um ponto de água e esgoto, serão de acordo com a necessidade da loja, ficando
a critério do dep. de operações avaliar caso a caso, podendo ser cobrados valores relativos ao
fornecimento dos mesmos. Fornecimento de um ponto plugado para ligação de ventilação
sanitária para as lojas que receberem pontos de esgoto sanitário, esgoto cinza e esgoto de
gordura. Fornecimento de um ponto de esgoto de dreno de ARC para todas as lojas do shopping.
INSTALAÇÕES I HIDRÁULICA
• Cada LUC terá ponto de energia elétrica, na tensão 380/220V, corrente alternada 60 Hz fornecido
pelo MAIS SHOPPING, constituído de 03 (três) fases, 01 neutro e 01 (um) terra. No interior de
cada loja será previsto alimentador a partir dos cofres de derivação extraíveis, instalados nos
barramentos, no limite de cada loja, com condutores isolados em PVC, instalados dentro de
eletrodutos metálicos.
• O cabo alimentador será deixado no perímetro da Loja, a partir do ponto de derivação sendo
responsabilidade do lojista qualquer extensão além desse limite, inclusive até seu quadro de
distribuição.
• Fornecimento de um ponto (duto) de exaustão e um de ar externo no limite do LUC, nas
dimensões existentes. Será encargo do locatário fornecimento e instalação dos seguintes itens:
Complementação da rede de dutos (ambas), instalação de DCFs, Instalação de ventiladores e
lavador de vapores a graxos e sistema de combate na coifa (Saponificante) e CO2 (dutos) e
quadro elétrico na instalação de exaustão. E dutos interligados à caixa de mistura do fan-coil.
Manual técnico do lojista I 54
8.1 INSTRUÇÕES GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRAS CIVÍS
INSTALAÇÕES I ALARME E DETECÇÃO DE INCÊNDIO
• Será previsto ponto de entrega no limite da loja para Detecção de Fumaça. A distribuição interna
dos acionadores manuais (obrigatório ao lado de hidrantes) e detectores é de responsabilidade
dos Locatários.
• A LOCATÁRIA deverá adquirir e instalar o sistema de detecção e alarme de incêndio e integrá-lo
com o sistema central do Shopping. O sistema deverá cumprir as exigências do CBM.
• ATENÇÃO: A ligação do sistema de detecção de fumaça com o laço do shopping deverá ser
executado pela equipe técnica do shopping e não pelo lojista.
INSTALAÇÕES I AR CONDICIONADO
• Cada LUC terá um ponto de coleta para ligação exclusiva dos drenos dos condicionadores de ar,
não sendo permitido seu uso para qualquer outra finalidade.
INSTALAÇÕES I EXAUSTÃO GORDURA
• Para as LUCs cuja operação possam provocar odores (PETs, Farmácias de manipulação, Estética,
Laboratórios com coleta de material para exames, Podologia e Copiadoras) deverão ser instaladas
pelo LOCATÁRIO sistemas de exaustão independente ou cortinas de ar no limite da loja/Mall, e
filtros especiais no fancoil visando mitigar o problema.
• Não será fornecido ponto de exaustão de odores para sanitários de lojas Ancoras ou LUCs.
Quando necessárias todas as instalações deverão ser provisionadas pelo Locatário.
INSTALAÇÕES I EXAUSTÃO ODORES
• O LUC destinado à alimentação, fast-food, restaurantes terá, no corredor técnico, um ponto de
gás abastecido pela rede de distribuição interna do MAIS SHOPPING. Serão previstas as medições
particulares individuais por meio de medidor a ser fornecido pela COMGÁS para as lojas de
alimentação, restaurantes localizadas nos corredores técnicos do 1° pavimento.
INSTALAÇÕES I GÁS
• O sistemas não possuem intervenções com as lojas.
• As lojas devem ter sinalização de emergência (sinalização em equipamentos de combate a
incêndio e áreas de risco) e sinalização de salvamento (rotas de fuga).
INSTALAÇÕES I SUPERVISÃO E CONTROLE PREDIAL / SONORIZAÇÃO / CFTV / EMERGÊNCIA
• Os operários de Lojistas poderão utilizar, respeitosa e higienicamente, os vestiários e refeitório do
Shopping, mantendo-os em perfeito estado de conservação e limpeza. Não será permitido aos
operários das lojas dormirem ou fazer refeições no interior das obras; para tal, deverão utilizar o
refeitório disponibilizado pelo Shopping.
• Não será permitido o estacionamento de automóveis de Lojistas, empreiteiros, instaladores,
projetistas e operários na portaria e/ou docas de carga e descarga. Todos os veículos que
transportarem materiais para as obras dos Lojistas deverão, após a descarga, se afastar da
portaria/ docas de carga e descarga.
• Veículos de Lojistas, empreiteiros, instaladores, projetistas e operários poderão utilizar o
estacionamento externo e efetuando o pagamento de acordo com a permanência (Passar pela
cancela e pagar estacionamento ou fechar pacote mensalista – Consultas valores).
Manual técnico do lojista I 55
8.2 SEGURANÇA DO TRABALHO 
EXECUÇÃO DE OBRA
• É de responsabilidade integral do Lojista, cumprir e fazer cumprir pelos seus prepostos,
empreiteiros, operários, etc. todas as normas, leis, portarias e regulamentos relativos à segurança
do trabalho e proteção coletiva, conforme disposto na CLT e Normas Regulamentadoras do
Ministério do Trabalho, independente do que preceituam as normas estabelecidas pelo Shopping.
• As recomendações feitas pela Administração, pelos Supervisores de Segurança e Brigada de
Incêndio sobre as questões de segurança, prevenção contra incêndio, arrumação, limpeza e
quaisquer outras, deverão ser, obrigatoriamente, acatadas de imediato pelo Lojista e contratados.
• Garantir que haja sempre em obra, extintores tipo ABC lacrados e pressurizados.
• É obrigatório o uso de EPI, de acordo com a função a ser exercida, sendo de total
responsabilidade da empresa contratada para execução dos serviços. Na ausência dos
equipamentos básicos (sapato e capacete) e dos equipamentos específicos, a permanência dos
funcionários na obra será proibida, podendo ainda a obra ser embargada pela área técnica do
Shopping ou Brigada de Incêndio.
• Garantir a contratação de profissionais habilitados para execução os serviços, além de incluir as
documentações necessárias para cada atividade.
- ASO (Atestado de Saúde Ocupacional)
- NR-10 (Norma Regulamentadora - Instalações e serviços com eletricidade)
- NR-35 (Norma Regulamentadora – Serviços em altura)
• OBSERVAÇÕES: Ocorrendo um acidente de trabalho com o empregado do Lojista, seus contratados
ou empreiteiros, o acidentado deverá ser assistido por um representante do Lojista, que se
incumbirá de tomar as medidas cabíveis.
8.3 NORMAS GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRA
VESTIÁRIOS E SANITÁRIOS
ESTACIONAMENTO
Manual técnico do lojista I 55
09. ABERTURA DE LOJA
INFORMAÇÕES GERAIS
• Para a realização da Vistoria Final de Obra, a obra deverá estar concluída e a loja deverá estar
limpa, sem entulhos e sem equipes trabalhando no local.
• A loja deverá, obrigatoriamente, atender aos seguintes requisitos para que seja realizada a
Vistoria Final de Obra:
• Para abertura/inauguração da loja é preciso entrar em contato com a área de Operações através
de e-mail, solicitando a vistoria com 2 (dois) dias úteis de antecedência.
• A vistoria final só poderá ser realizada de segundas a quintas, entre 09 e 15 h. Na ocasião da
vistoria final, será elaborado um relatório, o qual apontará todas as não conformidadesverificadas no local.
• Após a vistoria, a Administração do Shopping irá autorizar ou não a abertura da loja.
• Para liberação da obra todos os custos de tapume deverão estar quitados juntos as devidas
empresas (AMONTEC).
• Todos os projetos devem estar com o status aprovado.
• Para a realização da vistoria, o Lojista deverá ter a prévia aprovação das instalações de sprinklers,
gás, CO2/ saponificante, detecção e exaustão (no caso das lojas de alimentação). A aprovação
destas instalações será comprovada através de laudos tecnicamente válidos, elaborados pelos
contratados e assinados por profissional habilitado.
• A retirada do tapume só ocorrerá depois de autorizada à abertura da loja ao público. Após a
retirada do tapume a loja deverá iniciar sua operação obrigatoriamente no horário de abertura do
Shopping.
• Qualquer evento de inauguração da loja deve ser comunicado com antecedência de 7 (sete) dias
ao Departamento de Marketing.
OBSERVAÇÕES
ANEXOS10 LAUDOS, VISTORIAS, DETALHAMENTOS E TERMOS.
ANEXO 01: Termo de recebimento da loja
ANEXO 02: Termo de responsabilidade 
ANEXO 03: Termo de recebimento da pasta técnica
ANEXO 04: Comunicação de início de obras e pedido de ligação provisória
ANEXO 05: Relação do pessoal de obra
ANEXO 06: Detalhes para impermeabilização dos pisos das lojas
ANEXO 07: Carimbo padrão
ANEXO 08: Esquema básico de tapume
ANEXO 09: Diagrama unifilar típico
ANEXO 10: Sistema sprinklers. dreno de sprinklers
ANEXO 11: Esquema de medição de água
ANEXO 12: Lojas âncoras e satélites. ligações elétricas de fan-coils
ANEXO 01
TERMO DE RECEBIMENTO DA LOJA
Ao MAIS SHOPPING
Ref.: Início das obras de instalação comercial ESPAÇO COMERCIAL:
_____________________________, Nº_______________.
Venho por meio desta, declarar a V.Sas. estar ciente e de acordo com as condições de
entrega do ESPAÇO COMERCIAL, N° ____________, após ter verificado “in loco” as
medidas, posicionamento dos pontos de instalações prediais da mesma, e obedecer às
normas estabelecidas pelo MAIS SHOPPING para a instalação do ESPAÇO COMERCIAL.
São Paulo, ______ de _______________________ de _____
Atenciosamente,
_______________________________________
Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL
(nome legível e assinatura)
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
ANEXO 02
TERMO DE RESPONSABILIDADE
Ao MAIS SHOPPING
Eu, _____________________________________________, na qualidade de Locatário (a) da LUC Nº
___________ do MAIS, declaro para todos os fins de direito, ser responsável por todas as obrigações
assumidas no Instrumento Particular de Contrato de Locação e Outras Avenças referentes à locação da
LUC acima referida para uso comercial, localizada no Mais Shopping, bem como responsável pelas
obrigações constantes no Caderno Técnico que é parte integrante daquele contrato, incluindo, mas não
se limitando as seguintes obrigações:
a) Assumir toda e qualquer responsabilidade decorrente da Legislação Trabalhista e Previdenciária, não
apenas de nossos empregados, como também de toda mão de obra de qualquer natureza que
porventura venha (mos) a contratar ou utilizar, inclusive de subempreiteiros;
b) Inexistência de vínculo trabalhista ou subordinação hierárquica entre nossos empregados, Mais
Shopping e ____________________.
c) Garantir a identificação dos operários que trabalharão nas nossas obras e eventuais visitantes, através
de crachá padronizado, devendo os mesmos portá-los à vista para fácil identificação e permissão de
entrada e permanência nas dependências do Mais Shopping;
d) Responder perante o Mais Shopping, e demais terceiros interessados por todos e quaisquer danos
causados em decorrência da execução de nossas obras, inclusive por atos de nossas subempreiteiras,
empreiteiras, prepostos, empregados ou pessoas que tenham acesso ao local das obras, bem como por
qualquer transgressão a determinações legais;
e) Cumprir e fazer com que nossos prepostos, contratados, subcontratados e visitantes cumpram as leis,
normas, regulamentos e portarias relativas à segurança do trabalho, notadamente o uso de EPI’s (Bota,
capacete e óculos), sendo obrigatório o uso de roupas e calçados adequados no interior da obra, não
sendo admitidas pessoas descalças, usando chinelos, tênis ou sandálias. A circulação de prepostos,
contratados, subcontratados e visitantes da Locatária está restrita as dependências da loja e aos acessos
até esta e deverá ser previamente autorizada pelo Mais shopping que solicitará documentações
pertinentes;
f) Responsabilizamo-nos por todos e quaisquer tributos, encargos e contribuições de qualquer natureza,
de competência da União, dos Estados e dos Municípios, que incidam sobre as obras de nossa loja;
g) Responsabilizamo-nos pela guarda e transporte de equipamentos empregados na obra e no interior da
obra;
h) Responsabilizamo-nos por realizar seguro para a cobertura de todas as responsabilidades a que
estejamos sujeitos pela lei, pelos regulamentos administrativos e demais instrumentos, em valores
compatíveis, inclusive responsabilidade civil.
São Paulo, ______ de _______________________ de _____
Atenciosamente,
_______________________________________
Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL
(nome legível e assinatura)
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
ANEXO 03
TERMO DE RECEBIMENTO PASTA 
TÉCNICA
Ao MAIS SHOPPING
Declaramos ter recebido do MAIS SHOPPING a PASTA TÉCNICA para projetistas e
instaladores, contendo o Manual Técnico para Elaboração de Projetos e Instruções
Gerais para Execução das Instalações Comerciais, bem como a respectiva Planta Técnica
da loja supracitada, o carimbo padrão para projetos e o Manual de Conduta para
Contratadas e Subcontratados dos lojistas.
Declaramos também ter conhecimento das sanções previstas nos instrumentos
contratuais compactuados quanto ao não cumprimento dos prazos e solicitações do
SHOPPING durante o período que antecede a inauguração do Empreendimento.
São Paulo, ______ de _______________________ de _____
Atenciosamente,
_______________________________________
Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL
(nome legível e assinatura)
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
ANEXO 04
COMUNICAÇÃO DE INÍCIO DE OBRAS 
E PEDIDO DE LIGAÇÃO PROVISÓRIA
Ao MAIS SHOPPING
Ref: Início das obras de instalações comerciais e pedido de ligação provisória.
Loja nº. _________ - Nome Fantasia ________________
Prezados Senhores.
Tendo recebido a aprovação por parte de V.Sas. dos projetos de instalações comerciais, e
assinado o “Termo de Recebimento de Loja”, comunicamos pela presente o início
imediato das obras necessárias à montagem da Loja. Para tanto solicitamos a ligação da
energia e água provisória, para o dia __________. Iniciaremos a montagem do tapume
básico, a partir do dia ___________ e informamos ainda que o responsável pela obra
será o Sr. __________________, cujo endereço e telefone de contato são
_________________________________. Segue anexa a esta, relação de pessoal que
trabalhará na obra, contendo nome e R.G., em 02 (duas) vias.
Assumimos toda e qualquer responsabilidade por eventuais danos causados e estamos
cientes de todas as normas regulamentares que serão obedecidas durante a referida
obra.
São Paulo, ______ de _______________________ de _____
Atenciosamente,
_______________________________________
Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL
(nome legível e assinatura)
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
ANEXO 05
RELAÇÃO DO PESSOAL DE OBRA
Ao MAIS SHOPPING
São Paulo, ______de______________________de 20____.
Lojista:____________________________
LUC:______________________________
Nº____________ Piso________________
Vimos por meio desta, encaminhar relaçãode nomes, identidades e função do pessoal
que prestará serviço na obra da LUC informada acima:
Assumimos toda e qualquer responsabilidade pelos funcionários relacionados acima, e
estamos cientes de todas as normas e regulamentos que deverão ser atendidos durante
a referida obra.
Esta solicitação tem validade somente se acompanhada da respectiva documentação dos
relacionados acima.
_______________________________________
Locatário e/ou responsável pelo ESPAÇO COMERCIAL
(nome legível e assinatura)
NOME R.G. PERÍODO FUNÇÃO
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
ANEXO 06
DETALHES PARA IMPERMEABILIZAÇÃO DE 
PISOS DAS LOJAS
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
ANEXO 07
CARIMBO PADRÃO
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
ANEXO 08
ESQUEMA BÁSICO DE TAPUME
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
ANEXO 09
DIAGRAMA UNIFILAR TIPICO
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
ANEXO 10
SISTEMA SPRINKLERS. DRENO DE SPRINKLERS
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
ANEXO 11
ESQUEMA DE MEDIÇÃO DE ÁGUA
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
ANEXO 12
LOJAS ÂNCORAS E SATÉLITES. LIGAÇÕES 
ELÉTRICAS DE FAN-COILS
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
Bem vindo!
Rua Amador Bueno, 229 Santo Amaro I SP Brasil CEP: 04752-005 
Tel. 11-5546-3033 I E-mail: sac.maisshopping@gazitbrasil.com
	Slide 1
	Slide 2
	Slide 3
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34
	Slide 35
	Slide 36
	Slide 37
	Slide 38
	Slide 39
	Slide 40
	Slide 41
	Slide 42
	Slide 43
	Slide 44
	Slide 45
	Slide 46
	Slide 47
	Slide 48
	Slide 49
	Slide 50
	Slide 51
	Slide 52
	Slide 53
	Slide 54
	Slide 55
	Slide 56
	Slide 57
	Slide 58
	Slide 59
	Slide 60
	Slide 61
	Slide 62
	Slide 63
	Slide 64
	Slide 65
	Slide 66
	Slide 67
	Slide 68
	Slide 69
	Slide 70
	Slide 71
	Slide 72
	Slide 73

Mais conteúdos dessa disciplina