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CUIDADOS COM VIAS AÉREAS Ventilação mecânica Necessita de uma interface Interface invade a traquéia: VMI Interface não invade a traquéia: VMNI ou VNI Apesar de ser um recurso indispensável para suporte de vida Apresenta uma constelação de complicações... Das quais entendemos ainda muito pouco!!! Você conhece alguma? Precisamos estar atentos, o manejo inadequado do suporte ventilatório pode comprometer diversos órgãos e sistemas!!! Vias aéreas artificiais Inserção por via nasal, oral ou transtraqueal de um tubo que per mita a passagem dos gases respiratórios para que complicações relacionadas a hipóxia ou hipoventilação sejam evitadas ✓Obtenção de acesso adequado às vias aéreas do paciente ✓ Proteção dos pulmões contra aspiração de conteúdo de secreções gástricas ✓ Permite aspiração direta de secreções ✓Acesso para VM TIPOS DE VIAS AÉREAS ARTIFICIAIS TUBOS ENDOTRAQUEAIS (TOT) Possui na face lateral a indicação do diâmetro e a distância medida a partir da extremidade inferior para o correto posicionamento em relação à linha dos dentes incisivos Tipos de vias aéreas artificiais Tubos endotraqueais (TOT) Dotados de cuff inflável de alto volume e baixa pressão, com redução da compressão da mucosa, com melhor vedação e menor possibilidade de vazamento aéreo Qual a função do cuff ? Qual a função do cuff ? O cuff oferece certa proteção da via aérea contra aspiração de conteúdo gástrico, além de otimizar a ventilação por minimizar o escape de ar (evita a despressurização do sistema) Alguns tubos permitem entrada adicional lateral para aspiração de secreção subglótica. A aspiração subglótica e oral reduz a carga de bactérias aspiradas em torno do cuff, reduzindo a frequência de pneumonia induzida pela ventilação TOT X Intubação endotraqueal https://www.youtube.com/watch?v=MnQtw-zJoWg Intubação endotraqueal Intubação orotraqueal Intubação endotraqueal A intubação endotraqueal nasal é utilizada, com tubos de menor calibre, preferencialmente em pacientes com traumatismos faciais ou maxilofaciais. Inserção mais difícil e risco de necrose do septo nasal e da narina. Intubação traqueal Intubação traqueal Intubação traqueal Intubação endotraqueal Anestesia Extensão do pescoço Ventilar e oxigenar o pcte Intubação Intubação endotraqueal Falhas: Evitar mais de 2 ou 3 tentativas ESCOLHA DO TUBO IDADE DIÂMETRO 2,5 – 3,0PREMATURO/ RN 7,5 em diante14 OU MAIS 6,5 – 7,010 – 12 ANOS 4,5 – 6,04 – 8 ANOS 3,5 – 4,0 6 – 12 MESES Sanchez, A; Kantor, B; WJM.- 1995 Intubação traqueal Tratamento pós-intubação Ausculta do torax Certificar se foi eficaz “Cuff ” é inflado pressão adequada Colocação na VM Fixação do tubo Radiografia do tórax Gasometria – avaliação dos gases arteriais INCISIVOS SUPERIORES 21- 22 cm 22- 24 cm COMPLICAÇÕES l Contaminação e infecção de Via Aérea. l Perda da autoumidificação l Edema de glote e da área subglótica. l Ulceração e paralisia das cordas vocais l Granulomas l Obstrução de laringe l Ulceração da mucosa laringeal e traqueal l Estenose traqueal. l Traqueomalácia. Intubação traqueal Excesso de pressão Complicações Via aérea artificial A pressão do cuff (ou balonete) do tubo traqueal deve ser monitorada diariamente e deve ser mantida entre 20 e 34 cmH2O (15 e 25) mmHg). Via aérea artificial TRAQUEOSTOMIA Traqueostomia Traqueostomia: Intervenção cirúrgica na qual é feita uma abertura temporária das vias aéreas a nível da traqueja (2° e 3° anel) onde se insere uma cânula de traqueostomia mantendo assim a abertura das vias aéreas para o exterior; pode ser temporária ou definitiva Traqueostomia Indicações 1. Obstrução das vias aéreas 2. Limpeza das vias aéreas: • Idade avançada • Fraqueza • Doenças neuromusculares 3. Suporte ventilatório Traqueostomia Traqueostomia ✓Vantagens •Fácil reinserção em retirada acidental •Fácil remoção de secreções •Menor incidência de obstrução •Maior conforto •Melhor higiene oral •Possibilidade de fala Traqueostomia Traqueostomia ✓Vantagens Função da glote preservada (menor risco de aspiração/pneumonia) Possibilidade de deglutição Menor trabalho respiratório * Fácil reconexão da VM se necessário Cuidados com vias aéreas Manuseio da traqueostomia PERGUNTA-MESTRE Via aérea artificial MECANISMO DA TOSSE Via aérea artificial Em 70% das pessoas que inalam bacilos, eles são detidos na porta de entrada por barreiras e imunidade inata. A depuração mucociliar é importante mecanismos de defesa contra a TB. O muco é originário das células caliciformes e das glândulas submucosas. Fisiologia da depuração das vias aéreas DEPURAÇÃO NORMAL: Requer: Vias aéreas patentes; Atividade mucociliar funcional ( da laringe até os bronquíolos respiratórios); Tosse eficaz (reflexo protetor importante). ➢O sistema respiratório dentre as suas diversas funções atua como potente sistema de proteção ao organismo. ➢A ação mucociliar e o ato da tosse possibilitam a eliminação de agentes nocivos ao organismo. ASPIRAÇÃO DAS VIAS AÉREAS INFERIORES O comprometimento da tosse e a alteração na espessura e quantidade de secreção leva a necessidade de realizar higiene brônquica Aspiração de vias aéreas Cuidados com vias aéreas AULA PRÁTICA Aspiração traqueal Consiste na sucção de secreção por cateter previamente escolhida, introduzida na via aérea fisiológica ou artificial. Indicação: Deverá ser realizada apenas quando houver sinais sugestivos da presença de secreção nas vias aéreas. Não deve ser feitas em intervalos regulares. Aspiração traqueal A avaliação da necessidade de aspirar deve ser sistemática, inclusive, na presença de desconforto respiratório. A aspiração traqueal é um procedimento invasivo, bastante irritante e desconfortável para os pacientes. Indicativos para aspiração traqueal 1. Observação visual do acúmulo de secreções; 2. Presença de ruído no tubo traqueal; 3. Alteração na ausculta pulmonar; 4. Tosse ineficaz; 5. Desconforto respiratório; 6. Queda da saturação de oxigênio; 7. Presença de pressão de vias aéreas (pressão de pico) maior que 50cmH2O, alarmada no ventilador. Cuidados com vias aéreas Umidificadores Cuidados com vias aéreas Filtros auto - umidificadores Cuidados com vias aéreas Slide 1 Slide 2: Ventilação mecânica Slide 3 Slide 4 Slide 5: Vias aéreas artificiais Slide 6: TIPOS DE VIAS AÉREAS ARTIFICIAIS Slide 7: Tipos de vias aéreas artificiais Slide 8: Qual a função do cuff ? Slide 9: Qual a função do cuff ? Slide 10 Slide 11: TOT X Intubação endotraqueal Slide 12 Slide 13: https://www.youtube.com/watch?v=MnQtw-zJoWg Slide 14: Intubação endotraqueal Slide 15: Intubação orotraqueal Slide 16: Intubação endotraqueal Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21: Intubação endotraqueal Slide 22: Intubação endotraqueal Slide 23 Slide 24 Slide 25: Tratamento pós-intubação Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30: Traqueostomia Slide 31: Traqueostomia Indicações Slide 32: Traqueostomia Slide 33: Traqueostomia Slide 34: Traqueostomia Slide 35: Traqueostomia Slide 36 Slide 37 Slide 38: PERGUNTA-MESTRE Slide 39 Slide 40 Slide 41: Fisiologia da depuração das vias aéreas Slide 42 Slide 43 Slide 44: Aspiração traqueal Slide 45: Aspiração traqueal Slide 46: Indicativos para aspiração traqueal Slide 47 Slide 48 Slide 49