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Tempo de protrombina (TP ou TAP)
O TP é o tempo em segundos para formação do coágulo de fibrina. É um procedimento laboratorial que avalia os fatores de coagulação II, V, VII e X (via extrínseca), sendo que, destes, os fatores II, VII e X são vitamina K-dependentes.
A determinação de TP é imprescindível na avaliação, no acompanhamento e na evolução de pacientes portadores de patologias variadas e no monitoramento de pacientes que estão em terapia com anticoagulantes orais.
O TP pode se apresentar aumentado e diminuído em algumas situações, entre elas: 
Os reagentes utilizados (tromboplastinas) utilizados para realizar o TP gerou enorme variação intra e interlaboratorial nos últimos anos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) para solucionar este problema criou a RNI (Relação Normatizada Internacional), que expressa a uniformização dos resultados, pois leva em consideração a sensibilidade do reagente utilizado. 
O TAP é realizado adicionando-se ao plasma descalcificado pelo citrato, um excesso de fator tecidual (tromboplastina).  Considerando que a protrombina é convertida em trombina num tempo uniforme, a adição de cálcio com quantidade conhecida de cloreto de cálcio produz a coagulação do plasma. O tempo entre a adição do cálcio e a coagulação é chamado tempo de protrombina.
Os reagentes utilizados (tromboplastinas) inicialmente eram produzidos a partir de um tecido humano, e foram posteriormente sendo substituídos por reagentes de tecido animal, o que gerou enorme variação intra e interlaboratorial, ou seja, a sensibilidade dos reagentes variava de acordo com a origem da tromboplastina. Fato que ocasionou sérios problemas para os pacientes, visto que os resultados obtidos por laboratórios que utilizavam reagentes menos sensíveis, ocasionavam erroneamente em uso de doses mais altas de anticoagulantes.
Diante deste problema foi instituído pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a RNI (Relação Normatizada Internacional), que expressa a uniformização dos resultados, pois leva em consideração a sensibilidade do reagente utilizado. Essa relação é feita através dos valores do TP, da média do valor normal de um TP (que foi definida pela média de 20 valores normais de TP avaliada em um laboratório padronizado específico) e o índice internacional de sensibilidade (IIS), que é específico para cada reagente usado e é sempre informado pelo fabricante. Com esses dados, é calculado o TP através da fórmula
Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada (TTPA)
O TTPA analisa a via intrínseca e comum da cascata da coagulação. O TTPA é relativamente mais sensível às deficiências dos fatores VIII e IX do que às deficiências dos fatores XI e XII ou fatores da via comum, mas, na maioria das técnicas, níveis de fatores entre 15% e 30% do normal prolongam o TTPA. Distúrbios hereditários e adquiridos da via intrínseca da cascata da coagulação são caracterizados pelo TTPA prolongado e o tempo de protrombina (TP) normal. Normalmente este tempo é menor que 35 segundos. 
O TTPa consiste na determinação do tempo de coagulação do PPP (Plasma Pobre em Plaquetas) citratado, após a adição de um ativador (caolim, ácido elágico,  celite, dextram ou sílica) da fase de contato da coagulação (por isso é dito “ativado”), e de um reagente, a cefalina, que substitui o fosfolipídio da membrana plaquetária ou F3P, uma vez que se trabalha com o PPP. O último reagente a ser adicionado é o cálcio, que reverte à ação do citrato.
O valor de referência do TTPa para uma pessoa saudável deve variar entre 24 a 40 segundos.
Alargamento de TTPa
· Deficiência de fatores de coagulação
· CIVD
· Doença de Von Willebrand
· Uso de Heparina
Encurtamento do TTPa
· Câncer avançado
· Trombofilias
Tempo de Trombina (TT) e Dosagem de Fibrinogênio
O Tempo de Trombina (TT) é medido adicionando trombina humana a uma amostra de plasma. A trombina converte o fibrinogênio solúvel em fibrina, formando o coágulo. O tempo normal é de 5-15s, sendo que, após 60 segundos, o coágulo encontra-se sólido, firme e aderente à parede do tubo quando este é invertido.
Um tempo de trombina alargado ou a formação de um coágulo sem as características citadas significa que existe afibrinogenemia, hipofibrinogenemia (fibrinogênio plasmático <100 mg/dl) ou disfibrinogenemia. A coagulação Intravascular Disseminada (CIVD) é o principal exemplo de hipofibrinogenemia grave adquirida. O TT também está alargado na presença de fatores antitrombínicos, como a heparina e o veneno botrópico.
Atualmente, utiliza-se com mais frequência a dosagem direta do fibrinogênio plasmático para o diagnóstico da hipofibrinogenemia. O valor normal é acima de 100 mg/dl. A hipofibrinogenemia hereditária e a CIVD são as principais entidades que alteram esses valores.

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