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Karine Alves Ribeiro – MD2 ➢ Perda da continuidade do osso ➢ Perda da integridade da estrutura óssea Foco da fratura com o meio exterior ➢ Fratura aberta (exposta) Extremidades fraturadas do osso se projetam para fora da pele Vasos e nervos atingidos ➢ Fratura fechada Não rompe a pele ➢ Intraarticular Quando ocorrem no espaço articular, levando a hemartrose ➢ Extraarticular Poupa a superfície extraarticular Gravidade de exposição, considerando a fratura exposta ➢ Tipo I: Ferimento com extensão menor que 1cm, com pequena contaminação ➢ Tipo 2: Ferimento com extensão maior que 1cm, média contaminação ➢ Tipo 3.A: Ferimentos com 10cm de extensão, contendo vasta contaminação e apresentando quantidade suficiente de tecidos moles para cobertura do osso exposto ➢ Tipo 3.B: Ferimentos com 10cm ou mais, contendo grande contaminação e não tendo tecido moles suficientes para cobertura óssea ➢ Tipo 3.C: Ferimentos com 10cm ou mais, apresentando grande contaminação e associado à lesão arterial Mecanismo de produção da fratura ➢ Traumatismo indireto: O agente produz indiretamente a fratura. O trauma se localiza em um lugar e a lesão ocorre em outro ponto. Pode ocorrer por: Compressão (quedas de altura), flexão, torção ➢ Traumatismo direto: O agente choca-se diretamente com o segmento corporal, determinando a fratura Fator predisponente da fratura ➢ Patológica: Aplica-se uma força fraca, mas, por conta de enfraquecimento da estrutura óssea, por algum fator pré-existente ➢ Traumática: Produzida por agente contundente que atua por trauma direto ou indireto ➢ Por estresse ou esforço: Série de microfraturas no osso, que se forma sem qualquer indício de lesão a outros tecidos Localização no sentido longitudinal do osso ➢ Epifisária: Ocorre ao nível da epífise e frequentemente atinge a articulação ➢ Fisária: A fratura atinge a cartilagem de crescimento ➢ Metafisária: Atinge a metáfise do osso ➢ Diafisária: Localiza-se na diáfise FRATURAS t fr ur as a Karine Alves Ribeiro – MD2 Solução de continuidade do osso ➢ Completa: Traço de fratura atinge as duas corticais ➢ Incompleta: Quando o traço da fratura não secciona completamente o osso Traço da fratura ➢ Transversal ➢ Oblíqua ➢ Esquilosa: Apresenta fragmento intermediário entre os segmentos ósseos fraturados ➢ Helicoidal: Quando o traço de fratura for em espiral ➢ Cominuta: Osso é fragmentado em pedaços, fragmentos ósseos menores se alojam entre os principais. Mais difícil de tratar Número de fragmentos ➢ Simples: Quando houver uma linha de fratura, tendo como resultado dois fragmentos ➢ Dupla (segmentar): Duas linhas de fratura, dando como resultado três fragmentos ➢ Multifragmentar: Existem três ou mais fragmentos Afastamento dos fragmentos ➢ Impactada: Quando um dos fragmentos penetra dentro do outro ➢ Incompleta: Quando o osso não se rompe totalmente, não ocorrendo o desvio dos fragmentos Fratura em galho verde ➢ Um lado do osso se quebra e o outro dobra ➢ Acomete muito crianças que não possuem os ossos consolidados ainda Fratura de Pott ➢ Uma fratura da extremidade distal da fíbula com lesão grave da articulação distal da tíbia Fratura de Colles ➢ Uma fratura na extremidade distal do rádio, sendo deslocado posteriormente ➢ Queda sobre punho estendido Karine Alves Ribeiro – MD2 Fratura de Smith ➢ Também conhecida como fratura de Colles invertida ➢ Fratura do rádio distal causada por queda sobre punhos fletidos