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Isabela Santos – Med Resumos 
 
 
O que é acesso venoso central? 
- Consiste em um cateter posicionado em um grande vaso profundo 
 
Qual a importância do acesso venoso central? Utilizado quando houver: 
1. Indisponibilidade de acesso periférico ou falha de acesso 
2. Soluções incompatíveis com infusão periférica 
3. Terapias extracorpóreas 
4. Monitorização hemodinâmica 
5. Implantação de dispositivos e terapias endovasculares 
 
Classificação do cateter 
1. Tempo de permanência → até 30 dias ou mais 
2. Tipo de cateter → implantável ou não implantável 
3. Sítio de inserção → veia jugular interna, veia subclávia ou veia femoral 
Indicações para o acesso venoso central 
1. Cateter de hemodiálise 
2. Marcapasso 
3. Cateter de artéria pulmonar 
4. Filtro de veia cava 
5. Cateter venoso central → maior indicação 
Observação: o acesso venoso central é utilizado para colocar o cateter venoso central 
Contraindicações 
1. Absolutas → não existe 
2. Relativas → distúrbios da coagulação, infecção no sítio de punção, proximidade a feridas, 
traqueostomia, áreas queimadas, distorções anatômicas e proximidade a lesões vasculares. 
Qual o melhor sítio de punção? 
Vai depender da habilidade do médico, disponibilidade do sítio e finalidade 
 
Acesso Venoso Central 
1. Quando já 
tentou várias 
vezes um acesso 
periférico e não 
conseguiu 
2.Líquidos com 
alta osmolaridade 
→ geram flebite, 
trombose, colaba 
e irrita a veia 
periférica 
NÃO PODE 
SER USADO 
PARA 
EXPANSÃO 
VOLÊMICA 
 
Isabela Santos – Med Resumos 
Sítios de punção 
 
Acesso jugular interno 
Vantagens: bem exposta na região cervical, pode ser guiado por USG, menor risco de pneumotórax, 
hemorragia passível de compressão. 
Desvantagens: risco de hematoma cervical grave, risco de lesão do ducto torácico, difícil de ser 
realizado durante IOT ou RCP ou em pacientes com colar cervical. 
 
 
 
 
 
Acesso veia subclávia 
Vantagens: menor infecção, pouca variação anatômica, boa opção em obesos, pode ser realizado em 
paciente com colar cervical. 
Desvantagens: difícil auxílio por USG, maior risco de pneumotórax e hemotórax, impossibilidade de 
compressão de sangramentos internos. 
 
Acesso veia femoral 
Vantagens: menor risco de complicações imediatas, compressível, sem risco de complicações 
pulmonares (hemotórax ou pneumotórax) 
Desvantagens: maior risco de contaminação, infecção e trombose 
 
 
Isabela Santos – Med Resumos 
Complicações 
 
 
 
 
 
Preparação geral 
1.Consentimento → explique o que vai fazer para o paciente e se apresente 
2.Posicionamento → posição de trendelemburg + palpação da região a ser puncionada 
Materiais 
1.Kit de acesso central: agulha, seringa, fio guia, dilatador e cateter 
2.Kit sutura + fio nylon 3-0 + gaze, seringa e soro 
Material para assepsia 
1.Algodão e álcool 70% seguido de iodo a 10% 
Equipamento para paramentação + anestésico local 
 
Técnica de Seldinger – Jugular interna 
• Consiste em punção, passagem do fio guia e dilatação 
• Usa o triângulo de sedillot como parâmetro anatômico (formado pela cabeça esternal e clavicular 
do músc. Esternocleidomastóideo) 
• Posiciona o paciente na posição de trendelemburg com a cabeça rotacionada contralateral ao 
local de punção 
• Realiza punção no ápice do triângulo de sedillot na posição de 30-45º apontada para o mamilo 
ipsilateral (do mesmo lado) 
• Após puncionar a veia passa o fio guia e retira a agulha 
• Faz um piquezinho com o bisturi 
• Passa o dilatador 
• Passa o cateter 
• Fixação 
Técnica de Seldinger – Subclávia 
• Utiliza como parâmetro anatômico a linha hemiclavicular 01 a 02cm para lateral e 01 a 02cm 
para baixo 
• Posiciona o paciente na posição de trendelemburg com a cabeça rotacionada contralateral 
IMEDIATAS TARDIAS 
• Trombose 
• Infecção 
• Punção arterial 
• Hematoma 
• Pneumotórax 
• Hemo/Quilo/Hidrotórax 
• Arritmia 
• Embolia 
 
Isabela Santos – Med Resumos 
• Realiza a punção direcionada para fúrcula esternal com angulação de 30º e reduz para 15º após 
inserção para região posterior a clavícula 
• Sempre preferir a veia direita 
Técnica de Seldinger – Femoral 
• Utiliza como referencial anatômico o trígono femoral que é limitado superiormente pelo ligamento 
inguinal (entre espinha ilíaca anterossuperior e sínfise púbica) 
• Sempre palpar a artéria femoral e lembrar que veia estará medial 
• Realiza a punção 
 
Cuidados gerais 
1. Limpeza 
2. Retirar assim que possível 
3. Retirar se sinais infecciosos 
4. Não é recomendado troca periódica 
 
Preceitos gerais para passagem de cateter venoso central 
1. Preparo do paciente 
2. Paramentação estéril 
3. Antissepsia 
4. Anestesia local 
5. Técnica de Seldinger 
6. Fixação e curativo estéril 
7. Imagem de controle 
 
 
Isabela Santos – Med Resumos 
Passo a passo do procedimento – OSCE 
1. Se apresentar para o paciente, explicar o procedimento e pedir autorização 
2. Posicionamento do paciente em trendelemburg 
3. Higienização das mãos 
4. Paramentação estéril 
5. Realizar antissepsia do local 
6. Colocar o campo cirúrgico 
7. Realizar anestesia local (bloqueio anestésico com lidocaína a 2% com agulha hipodérmica) 
8. Encontrar o referencial anatômico para punção 
9. Acoplar a agulha de punção na seringa 
10. Puncionar o sítio escolhido (sempre puncionar aspirando) 
11. Desacoplar a seringa da agulha 
12. Inserir o fio guia (até a 2ª marca) 
13. Após passar o fio guia, retiro o suporte do fio guia e retiro a agulha 
14. Com a lâmina do bisturi realizar “piquezinho” para facilitar a introdução do dilatador 
15. Conectar o dilatador ao fio guia e introduzir de forma circular 
16. Retirar o dilatador 
17. Introduzir o cateter de acesso venoso (previamente salinizado) e retirar o fio guia 
18. Conectar o cateter ao equipo de soro e verificar o refluxo de sangue 
19. Salinizar as vias do cateter e aplicar tampas de vedação 
20. Fixar o cateter (dispositivo de trava e fio de nylon) 
21. Solicitar imagem de controle (RX de tórax PA) 
 
Observações 
1.Paramentação sempre crânio-caudal 
2. A fixação e curativo devem ser com curativo de filme transparente para ver o sítio da punção 
3. Sempre solicitar imagem de controle → pode ser USG ou RX de tórax 
4. No dia-dia não espera o RX para iniciar medicação

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