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Pediatria 
Medicina Anhembi Morumbi 
 
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Emergências Pediátricas
A avaliação inicial da criança grave envolve a avaliação, identificação e 
intervenção o mais brevemente possível ao identificar um quadro clínico mais 
grave. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A avaliação primaria consiste na avaliação primaria baseada em: Vias Aéreas -> 
Respiração -> Circulação -> Disfunção -> Exposição (A-B-C-D-E). 
A avaliação secundaria é baseada em anamnese e exame físico, avaliando os 
seguintes aspectos: Sinais e Sintomas -> Alergia -> Medicação -> Passado Médico 
-> Líquidos -> Eventos (S-A-M-P-L-E). 
Com base na avaliação, devemos identificar o tipo e a gravidade da condição 
clínica da criança. Ademais, com base na identificação da condição clínica, 
intervenha com as ações apropriadas. As ações serão determinadas pelo escopo 
da sua prática e pelo protocolo local. Algumas ações para profissionais de SAVP 
podem incluir: 
1) Administração de oxigênio; 
2) Fornecimento de ventilação com bolsa-válvula-máscara/insuflador manual; 
3) Estabelecimento de acesso vascular; 
4) Administração de medicações; 
 
 
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➔ PROCEDIMENTOS MÉDICOS 
Antes dos procedimentos médicos, devemos: 
1) Explicar o procedimento ao paciente; 
2) Perguntar se ele entendeu e se concorda (salvo situação de emergência); 
3) Utilizar técnica asséptica; 
4) Cuidar e monitorizar complicações; 
5) Higienizar as mãos; 
 
• PROCEDIMENTOS 
1) Sonda nasogástrica/enteral; 
2) Troca de gastrostomia; 
3) Punção venosa; 
4) Sonda vesical; 
5) Punção supra púbica; 
6) Punção arterial; 
7) Toracocentese; 
8) Punção lombar; 
9) Cardioversão/desfibrilação; 
10) Manobras de asfixia/RCP/IOT; 
11) Intraóssea; 
 
➔ OXIGÊNIOTERAPIA 
• CATETER/CÂNULA NASAL 
O cateter nasal suporta um fluxo de até 6 L/min, fornecendo uma FiO2 de no 
máximo 45%. 
• MÁSCARA SIMPLES 
Fluxo mínimo de 5 L/min para prevenis retenção de CO2. O tamanho (volume) 
funciona como espaço morto, provocando reinalação do CO2. 
• MÁSCARA DE VENTURI 
FiO2 ofertado varia de 24 a 50%. 
• MÁSCARA NÃO REINALANTE 
FiO2 de até 100%, com fluxo de 12-15 L/min. 
 
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➔ SONDA NASÓGSATRICA E TROCA DE GTM 
• SONDA NASOGÁSTRICA 
LEVINE = gástrica (naso ou oro), plástica, semirrígida, translucida, orifícios 
laterais, baixo custo, localização no estomago. 
NASOENTERAL = Dobb-Hoff (naso ou oroenteral), flexível, pendulo na ponta, 
radiopaca, orifícios laterais, mandril, localização no intestino. 
INDICAÇÃO DA SONDA OROGÁSTRICA/NASOGÁSTRICA = Drenagem; 
Prevenção da distensão abdominal, Fins diagnósticos, Alimentação, 
Administração de medicações, Controle de drenagem e/ou sangramento. 
INDICAÇÃO DA SONDA OROENTÉRICA/NASOENTÉRICA = Alimentação a 
pacientes que estão impossibilitados de alimentar-se por VO por um longo 
período. 
A lavagem gástrica tem indicação na ingestão de agentes potencialmente tóxicos. 
Sendo contraindicado em crianças menores de 6 meses , depressão do SNC, 
presença de convulsões ou agitação psicomotora , ingestão de cáusticos, ingestão 
de derivados de petróleo e hidrocarboneto. A vantagem da lavagem gástrica é ser 
realizável no local da ocorrência, ser um procedimento rápido, tempo de latência 
curto e possível remoção de partículas grandes. 
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Para avaliar o local correto da sonda, realiza-se um teste que consiste em 
conectar a seringa a sonda e aspirar verificando se reflui conteúdo. Se não for 
obtido o conteúdo gástrico, coloque o paciente em decúbito lateral esquerdo 
(DLE) e aspire normalmente. Também pode realizar o teste conectando a seringa 
a extremidade da SNG, colocando o diafragma do estetoscópio sobre o 
hipocôndrio e, imediatamente abaixo do rebordo costal, injetar 15 a 20 cm de ar, 
enquanto auscultar o abdome do paciente. Por fim, pode realizar o teste 
utilizando fitas de reagentes para medir o Ph do conteúdo gástrico. 
• TROCA DE GASTRONOMIA (GTM) 
Os materiais utilizados são luvas de procedimento, sonda de gastrostomia 
(avaliar calibre do cateter de acordo com o paciente), lubrificante hidrossolúvel 
ou Xylocaina Gel, seringa 20 ml e pacote com gazes estéreis. 
➔ TORACOCENTESE 
A toracocentese é um procedimento de urgência e invasivo utilizado com 
objetivos diagnostico e terapêutico. 
Tanto a punção pleural com agulha e seringa, quanto a introdução de um gelco 
em espaço pleural são procedimentos que devem ser dominados pelos médicos 
em geral. 
COMPLICAÇÕES = Pneumotórax é rato e raramente requer drenagem; dor local, 
tosse e infecção de pele; hemotórax; lesão de órgão abdominal; embolia aérea; 
edema pulmonar por reexpansão. 
MATERIAL = Agulhas dos mais variados tamanhos; jelco; scalp; torneirinha; 
seringas de 3 a 20 ml; pinça anatômica; luva estéril; gaze estéril; campo 
fenestrado; SF 0,9% ou água destilada; tubos de ensaio; solução antisséptica; 
lidocaína a 2% sem vasoconstritor; esparadrapo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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É importante assinalar que todas essas penetrações torácicas devem ser realizadas 
em um ponto correspondente a borda superior da costela inferior (na borda 
inferior das costelas passam os feixes vásculo-nervosos). 
• PROCEDIMENTO

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