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CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NO BRASIL
 Maria Elysa M. G. Correa
 Millene Rodrigues
 Talita Alves 
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INTRODUÇÃO
O presente trabalho visa fornecer  dados estatísticos, promoção e assistência à saúde, construção e identificação da história,  envolvendo diferentes classificações de risco no Brasil. 
Sistema de triagem de manchester;
Suporte básico de vida;
Suporte avançado de vida.
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OBJETIVOS DA TRIAGEM
Identificar o grau de gravidade dos pacientes e, portanto, a necessidade de priorização no atendimento;
Garantir a segurança do paciente durante o atendimento, evitando agravos em seu estado de saúde. Reavaliação após um período de espera;
Alocar os recursos disponíveis de forma mais eficiente e eficaz, priorizando os pacientes mais graves e determinar a área mais adequada para o tratamento;
Reduzir o tempo de espera e o tempo de permanência do paciente na unidade de saúde, aumentando à efetividade e qualidade do atendimento. Evitar o congestionamento dos serviços ofertados, seja ele de urgência ou eletivo;
Uniformizar o processo de triagem em todo o sistema de saúde, contribuindo para a padronização de fluxos e procedimentos.
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O SISTEMA DE TRIAGEM DE MANCHESTER
Esse sistema  é um método de classificação e priorização de pacientes em serviços de emergência, utilizando uma escala de cores para indicar a urgência do atendimento. Ele foi desenvolvido na Inglaterra nos anos 90 e é utilizado até hoje em diversos países, incluindo o Brasil tendo seu início em 2008. 
 Seu objetivo é garantir que os pacientes mais        graves sejam atendidos com maior rapidez,  reduzindo o tempo de espera e melhorando a eficiência dos serviços de emergência. Isso ajuda a salvar vidas e a melhorar a qualidade do atendimento médico.
Portaria Ministerial n.° 2.048 de 05/11/2002
Portaria GM/MS n.° 1.863, de 29/09/2003
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O SISTEMA DE TRIAGEM DE MANCHESTER
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Muito urgente 
Pouco urgente 
Não urgente 
Urgente 
Sem risco imediato  
10 min
0 min
50 
min
120 
min
240
min
+240 
min
Pacientes que podem agravar sem atendimento.  
Pacientes que necessitam de atendimento rápido mas podem aguardar. 
Pacientes que apresentam baixo risco de agravo à saúde.
Pacientes que não apresentam risco imediato à saúde. Podem ser encaminhados à outros serviços.
Sem risco imediato. Atendimento eletivo. 
Emergência
Pacientes que necessitam de atendimento imediato. 
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SUPORTE BÁSICO DE VIDA(sbv)
É um protocolo de atendimento no qual se estabelecem o reconhecimento e a realização das manobras de ressucitação cardiopulmonar (RCP)
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SBV
O SBV vem da sigla de Suporte Básico à Vida. Ele é caracterizado por um grupo de ações e procedimentos para dar um atendimento primário a qualquer vítima.
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RECONHECIMENTO
Cor e umidade da pele (cianose, palidez, hiperemia) nas extremidades e face;
Dormência e formigamento nas extremidades (indício de possível lesão na medula espinhal).
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PRIORIDADES DO SBV
Reconhecimento e o acionamento imediato do serviço de emergência;
RCP imediata e de qualidade caso haja necessidade;
Contenção de sangramentos;
Rápida desfibrilação;
Qualquer ação que preste suporte à vida;
Suporte avançado à vida.
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A verificação rápida e precisa dos sinais vitais e dos sinais de apoio é uma chave importante para o desempenho de primeiros socorros. O reconhecimento destes sinais dá suporte, rapidez e agilidade no atendimento e salvamento de vidas.
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SBV
No Brasil, estima-se que cerca de 320 mil mortes por ano são decorrentes da parada cardiorrespiratória (PCR). 
Estima-se que metade das PCRs ocorram em ambiente extra-hospitalar, sendo 80% presenciados exclusivamente por pessoas leigas, e em apenas 15% há alguém que reconheça as técnicas de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).
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Apesar dos avanços recentes, menos de 40% dos adultos recebem RCP iniciada por leigos e menos de 12% têm um DEA aplicado antes da chegada do SME 
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Sem um treinamento prévio, apenas a orientação dos socorristas por telefone não parece conseguir auxiliar na execução das manobras. Ainda, vale ressaltar que 86% das paradas extra-hospitalares ocorrem no próprio lar da vítima, sendo que em 50% os casos são assistidos apenas por adolescentes ou crianças, sem um adulto por perto.
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O tempo entre a PCR e o início da ressuscitação cardiopulmonar (RCP) é um fator crítico, visto que a cada minuto há uma redução em até 10% das chances de sobrevivência da vítima. 
A partir disso, constata-se que é de suma importância a capacitação de leigos para realizarem RCP, especialmente, a população jovem, que além de estar apta a realizar as manobras, representa uma importante fonte de disseminação de informação. 
Alguns países já adotam como obrigatório o treinamento de RCP no currículo escolar. No Brasil, contudo, ainda não existem aulas voltadas para o desenvolvimento das habilidades do suporte básico de vida (SBV).
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PROBABILIDADE DE RECUPERAÇÃO
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Pressupõe-se que o fator mais crítico para o paciente com PCR é o tempo entre o início da parada até o início da RCP, sendo que a cada minuto diminui-se em até 10% as chances de sobrevivência da vítima. Sob essa ótica, considerando o tempo de chegada do serviço de urgência, que, por exemplo, em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, pode variar de 1 a 45 minutos (média de 10,3 minutos), é importante a capacitação de pessoas para atuarem frente a essa intercorrência. Ainda, estudos mostram que aqueles que tiveram PCR presenciada por alguém treinado em suporte básico de vida (SBV) tiveram até três vezes mais chance de sobreviver.
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APRESENTAÇÃO
Com pouco mais de 10 anos de existência o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU 192 se anuncia como mais uma potente instituição do SUS, capaz de ligar todos os pontos de atenção da Rede de Urgência. Suas Centrais de Regulação, distribuídas no território nacional, disponibilizam acolhimento e resposta às solicitações de atendimento de mais de 75% da população. Para isso, esses profissionais contam com unidades de suporte básico, unidades de             suporte avançado, motolâncias, ambulanchas e unidades aeromédicas habilitadas e disponíveis.    
PROTOCOLOS DE SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Protocolos DO SBV
PROTOCOLOS SBV EMERGÊNCIAS CLÍNICAS;
PROTOCOLOS SBV EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS;
PROTOCOLOS DE PROCEDIMENTOS EM SBV;
PROTOCOLOS ESPECIAIS EM SBV;
PROTOCOLOS ESPECIAIS;
PROTOCOLOS SBV GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA;
PROTOCOLOS SBV PEDIATRIA;
PROTOCOLOS SBV - INTOXICAÇÕES E PRODUTOS PERIGOSOS;
PROTOCOLOS SBV – INCIDENTES MÚLTIPLAS VÍTIMAS;
PROTOCOLOS SBV - MOTOLÂNCIA;
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Suporte avançado de vida (SAV)
Suporte avançado de vida (SAV) consiste na segunda etapa do conjunto de habilidades e conhecimentos que estão envolvidos no tratamento do paciente com parada cardiorrespiratória (PCR).
TÍTULO DA APRESENTAÇÃO
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O SAV envolve:
1. Ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade.
2. Desfibrilação.
3. Dispositivos de via aérea avançada e oxigênio.
4. Acesso venoso e drogas.
5. Dispositivos de compressão mecânica.
6. Dispositivos de oxigenação por membrana extracorpórea.
           Disposição da equipe
       A equipe envolvida na PCR deve ser liderada por um médico e deve ser capaz de monitorizar constantemente a eficácia e resposta do paciente às intervenções terapêuticas realizadas. Para isso, faz-se necessário organização e treinamento adequadosda equipe, visto que a PCR é uma emergência médica extrema, precisando que a equipe esteja completamente preparada e familiarizada com os equipamentos e protocolos a serem seguidos.
Medicações utilizadas no suporte avançado de vida
Vasopressores.
Epinefrina. Vasopressina.
Medicamentos Antiarrítmicos.
Amiodarona, Lidocaína, Magnésio, Atropina.
Fibrinolíticos. Cálcio. Bicarbonato de Sódio.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A classificação de risco em saúde é fundamental para prover um atendimento ágil e eficiente, garantindo a saúde do paciente tanto em ambiente intra-hospitalar quanto extra-hospitalar.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
CORDEIRO, Júlia Coutinho et al. O ensino de ressuscitação cardiopulmonar para jovens: quais os benefícios e as metodologias empregadas? Revista Médica de Minas Gerais, v. 32, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.5935/2238-3182.2022e32207. Acesso em: 31 maio 2023.
PIRES COUTINHO, Ana Augusta; DE OLIVEIRA CECÍLIO, Luiz Carlos; ANTÔNIO CÉSAR MOTA, Joaquim. Classificação de risco em serviços de emergência: uma discussão da literatura sobre o Sistema de Triagem de Manchester. Revista Médica de Minas Gerais, v. 22.2, 2012. Disponível em: https://rmmg.org/artigo/detalhes/101. Acesso em: 22 maio 2023.
PROTOCOLO de Suporte Básico de Vida — Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/samu-192/publicacoes-samu-192/protocolo-de-suporte-basico-de-vida-1-2.pdf/view. Acesso em: 8 jun. 2023.
QUAL a diferença entre SBV e SAV? Entenda no blog! 22 jun. 2022. Disponível em: https://posenfermagemdevalor.com.br/diferenca-entre-sbv-e-sva/. Acesso em: 1 jun. 2023.
RIBEIRO, Elthon. Você sabe o que é classificação de risco? 28 dez. 2021. Disponível em: https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/hujb-ufcg/comunicacao/noticias/voce-sabe-o-que-e-classificacao-de-risco. Acesso em: 8 jun. 2023.
SUPORTE Básico À Vida (SBV) E Suporte Avançado À Vida (SAV). Disponível em: https://enfermagemflorence.com.br/suporte-basico-a-vida-sbv-e-suporte-avancado-a-vida-sav/. Acesso em: 10 jun. 2023.
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