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Relatório práticA IMUNOLOGIA

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Raio luiz

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Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

C. Adicione pelo menos uma foto dos resultados de uma das técnicas práticas na aula.

D. Considerando esse tipo de metodologia, o teste aplicado segue os preceitos de especificidade ou sensibilidade? Por quê?

O teste aplicado segue os preceitos de especificidade, pois a técnica nos trouxe a característica do antígeno.

A. Descreva a metodologia e suas principais características.

A metodologia consiste na diluição seriada da amostra do paciente para liberar a titulação de anticorpos, para dizer se ocorre reação e até qual titulação.
São utilizadas diluições de 1:4, 1:8, 1:16, 1:32 e 1:64.
O resultado do exame VDRL é dado em títulos, quanto maior o título, mais positivo é o resultado do teste.
O resultado do exame VDRL pode ser positivo ou reagente e negativo ou não reagente.
O resultado negativo significa que a pessoa nunca entrou em contato com a bactéria causadora da sífilis ou que está curada.
O resultado positivo normalmente indica que a pessoa tem sífilis, mas há também possibilidade de haver resultados falso-positivos devido a reações cruzadas que podem acontecer e, nesses casos, pode significar que a pessoa pode ter outras doenças.

C. Porque o efeito pró-zona pode ocorrer? E como você como analista clínico pode solucionar essa interferência?

O efeito pró-zona é um fenômeno que ocorre quando existe excesso de anticorpos no soro testado, o qual interfere na formação do complexo antígeno-anticorpo necessário para que aconteça a reação de floculação.
Para evitar o efeito prózona, o profissional de laboratório que executa o exame deve proceder à diluição da amostra testada, até 1:4 ou 1:8.
A amostra reatora deve ser titulada até a diluição de ponto final (quando fica não-reatora).
O fenômeno pode estar presente em 1% a 2% dos pacientes, especialmente no estágio de sífilis recente e durante a gravidez.

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Questões resolvidas

C. Adicione pelo menos uma foto dos resultados de uma das técnicas práticas na aula.

D. Considerando esse tipo de metodologia, o teste aplicado segue os preceitos de especificidade ou sensibilidade? Por quê?

O teste aplicado segue os preceitos de especificidade, pois a técnica nos trouxe a característica do antígeno.

A. Descreva a metodologia e suas principais características.

A metodologia consiste na diluição seriada da amostra do paciente para liberar a titulação de anticorpos, para dizer se ocorre reação e até qual titulação.
São utilizadas diluições de 1:4, 1:8, 1:16, 1:32 e 1:64.
O resultado do exame VDRL é dado em títulos, quanto maior o título, mais positivo é o resultado do teste.
O resultado do exame VDRL pode ser positivo ou reagente e negativo ou não reagente.
O resultado negativo significa que a pessoa nunca entrou em contato com a bactéria causadora da sífilis ou que está curada.
O resultado positivo normalmente indica que a pessoa tem sífilis, mas há também possibilidade de haver resultados falso-positivos devido a reações cruzadas que podem acontecer e, nesses casos, pode significar que a pessoa pode ter outras doenças.

C. Porque o efeito pró-zona pode ocorrer? E como você como analista clínico pode solucionar essa interferência?

O efeito pró-zona é um fenômeno que ocorre quando existe excesso de anticorpos no soro testado, o qual interfere na formação do complexo antígeno-anticorpo necessário para que aconteça a reação de floculação.
Para evitar o efeito prózona, o profissional de laboratório que executa o exame deve proceder à diluição da amostra testada, até 1:4 ou 1:8.
A amostra reatora deve ser titulada até a diluição de ponto final (quando fica não-reatora).
O fenômeno pode estar presente em 1% a 2% dos pacientes, especialmente no estágio de sífilis recente e durante a gravidez.

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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
	
RELATÓRIO
	
	
	DATA:
20/04/2023
RELATÓRIO DE PRÁTICA
Xênia Valêsca Bastos de Oliveira
matrícula: 01339655
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: IMUNOLOGIA 
DADOS DO(A) ALUNO(A):
	NOME: Xênia Valêsca Bastos de Oliveira
	MATRÍCULA: 01339655
	CURSO: Farmácia
	POLO: EAD
	PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Juliana Prado Goncales
		TEMA DE AULA: TIPAGEM SANGUÍNEA E TESTE RÁPIDO
RELATÓRIO:
1. TIPAGEM SANGUÍNEA
A. Qual a diferença entre tipagem direta e tipagem reversa? O que cada uma dessas técnicas investiga?
A diferença entre a tipagem direta e a tipagem reversa consiste na determinação do grupo sanguíneo utilizam o estudo dos aglutinógenos nos glóbulos vermelhos (tipagem direta) e através da tipagem reversa para confirmar esses mesmos grupos sanguíneos onde seus respectivos anticorpos são detectados. Na tipagem direta, estuda a detecção de eritrócitos revestidos de anticorpos, ou seja, eritrócitos sensibilizados "in vivo". É amplamente utilizado na investigação de reações transfusionais, diagnóstico de doença hemolítica perinatal e anemia hemolítica autoimune. Na tipagem direta, inclui Estudos Irregulares de Anticorpos (IAP), onde determinaremos a presença de anticorpos livres no soro ou plasma de doadores e pacientes.
B. Descreva o que foi visualizado.
Na aula prática, foi mostrado cada lâmina e houve a explicação cada lâmina da seguinte forma: Na lâmina – 1 – A, verificou-se maior aglutinação quando ao movimentar a lâmina ela ainda está lá e bem visível, na lâmina B - esta aglutinação está ausente, temos uma borda fixa porque o sangue está fixado na lâmina, mas não aglutinado. Também há aglutinação na camada AB, então conclui-se que seja o paciente A ou B, a aglutinação deve ocorrer na AB. Então esse paciente é AA, desse exame esse paciente é Rh+ ou Rh-, então podemos concluir que esse paciente é A+.
C. Adicione uma ou mais fotos foto do resultado do teste realizado na aula que represente a diferença entre a metodologia direta e indireta.
D. Como devemos atribuir o laudo para o paciente.
Sistema ABO:A
Sistema RH (D):POSITIVO
2. TESTE RÁPIDO
A. Qual o princípio do teste rápido? como é realizada a leitura?
O princípio do teste consiste em anticorpos anti-IgG e anti-IgM humano imobilizados na membrana de nitrocelulose, nas regiões teste IgG e IgM, respectivamente.É a través da leitura e interpretação do resultado são feitas em no máximo 30 minutos, sem a necessidade d e estrutura laboratorial. A leitura dos resultados é feita a olho nu.
B. Essa metodologia pesquisa qual tipo de molécula? 
Encontra-se testes que usam material coleado direto do nariz enasofaringe, pois aqueles que fazem uso do sangue total é os que usam o plasma. Sendo assim cada fabricante estabelecer o tipo de amostrar,nos testes moleculares regularmente é usado o material coletado da nasofaringe eorofaringe, enquanto os testes rápidos usam sangue total ou plasma.
C. Adicione uma foto do resultado do teste realizado na aula 
D. Como devemos atribuir o laudo para o paciente 
Resultado: Não detectado.
		TEMA DE AULA: AGLUTINAÇÃO 
RELATÓRIO:
1. ANTI-ESTREPTOLISINA O, FATOR REUMATOÍDE E PROTEÍNA C REATIVA 
A. Descreva cada uma das metodologias, apontando as principais diferenças entre elas. 
A antiestreptolisina O é um anticorpo formado em resposta a toxina estreptolisina O liberada por Streptococus β hemolíticos; é utilizada para evidenciar infecções recentes por estreptococos do grupo A.
O fator reumatoide (FR) é um grupo de autoanticorpos que reage com determinados antígenos da porção Fc da IgG, In vivo, o FR pode ser das classes IgA, IgG ou IgM, porém a classe IgM é detectada sorologicamente com uma maior periodicidade.
A proteína C reativa (PCR) é uma proteína de fase aguda, cuja concentração sérica aumenta ou diminui cerca de 25% durante um processo inflamatório, durante um processo inflamatório em fase aguda, já nas primeiras 6 a 8 horas, observa-se um aumento nos níveis de concentração da PCR na circulação, em 48 horas ela já atinge valores aproximados de 300 mg/dl, fazendo da mesma um marcador inflamatório importante, por sua alta sensibilidade e precisão.
Visto a importância do envolvimento da Proteína-C Reativa, Fator Reumatoide e Anti-Estreptolisina O no processo Inflamatório de diversos estados patológicos, o objetivo geral deste trabalho é verificar concentração sérica bem como a frequência absoluta e relativa destas proteínas em amostras de soro humano de forma aleatória, provenientes da soroteca do Laboratório de Análises Clinicas das Faculdades Integradas de Ourinhos, para que possamos observar uma prevalência aumentada ou não das mesmas na população em geral, servindo assim como um parâmetro de alerta para o desenvolvimento de doenças inflamatórias.
B. Aponte as aplicações de cada um dos testes
Em aula foi falado de como é o procedimento de aplicação do teste, no que segue da seguinte forma: ela pipetar 40 micro litros da amostrar do paciente para 40 microlitros do controle positivo e do controle negativo e também da solução de látex. Primeiro, será pipetado o controle positivo, depois o controle negativo, e por último a amostrar do paciente , depois disso pipeta de partes iguais da solução de látex, e tem que ser trocada sempre a ponteira, em cada pipetagem, após isso utilizar uma espátula pra homogeneizar, mas alguns laboratórios não tem essa espátula e utilizamos a própria ponteira para fazer isso, como foi observado nos três aros, a g ente só tema presença de aglutinações no primeiro aro que o aro positivo, e ao m movimentar a tem pequenas aglutinações o que não acontece no segundo e terceiro que não tem nem um tipo de aglutinado.
C. Adicione pelo menos uma foto dos resultados de uma das técnicas práticas na aula.
D. Considerando esse tipo de metodologia, o teste aplicado segue os preceitos de especificidade ou sensibilidade? Por quê? 
De especificidade, por conta que a técnica nos trouxe a característica do antígeno. 
2. VDRL
A. Descreva a metodologia e suas principais características.
Em aula a professora explicar como ocorrer a metodologia é a diluição seriada, será feita para liberar a titulação de anticorpos, para dizer se ocorre reação e até qual titulação, será realizada 1:4, 1:8, 1:16, 1:32, e 1:64. Será utilizado 200 microlitros nos tubos, que se reutilizado uma solução salina0,9% e um tubo de 200microlitros, o que será colocado nele a amostrar da primeira paciente 200 microlitros. Sendo assim o resultado do exame VDRL é dado em títulos: quanto maior o título, mais positivo é o resultado do teste. Basicamente o resultado do exame VDRL pode ser: Positivo ou Reagente e Negativo ou Não reagente. Então se o resultado for negativo, significa que a pessoa nunca entrou em contato com a bactéria causadora d a sífilis ou que está curada. O resultado positivo normalmente indica que a pessoa tem sífilis, no entanto há também possibilidade de haver resultados falso-positivos de vido a reações cruzadas que podem acontecer e, nesses casos, pode significar que a pessoa pode ter outras doenças.
B. Quais as principais diferenças entre está técnica e as outras de aglutinação praticadas na aula.
A principal diferença entre elas são a formação de agregados visíveis como resultado da interação de anticorpos específicos e determinantes antigênicos. Sendo as sim existe dois tipos de aglutinação é a direta e indireta. A aglutinação indireta é emprega a adsorção de anticorpos ou antígenos solúveis superfície de micropartículas inertes que não interferem na interação antígeno-anticorpo. (AG +PARTÍCULA INERTE)+ AC=AGLUTINAÇÃO. E a aglutinação direta o antígeno faz parte naturalmente da célula, e haverá aglutinação dessas células promovida por anticorpos contra esses antígenos.AC + AG = COMPLEXO PRECIPITADO.
C. Porque o efeito pró-zona pode ocorrer? E como você como analista clínico pode solucionar essa interferência?
O efeito prozona é um fenômeno que ocorre quando existe excesso de anticorpos no soro testado, o qualinterfere na formação do complexo antígeno-anticorpo necessário para que aconteça a reação de floculação. O efeito prozona é um fenômeno que ocorre quando existe excesso de anticorpos no soro testado, o qual interfere na formação do complexo antígeno-anticorpo necessário para que aconteça a reação de floculação. Para evitar o efeito prozona, o profissional de laboratório que executa o exame deve proceder à diluição da amostra testada, até 1:4 ou 1:8. A amostra reatora deve ser titulada até a diluição de ponto final (quando fica r não-reatora). O fenômeno pode estar presente em 1% a 2% dos pacientes, especialmente no estágio de sífilis recente e durante a gravidez.

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