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Relatório de prática Imunologia Clínica _ Aulas 01 e 02

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Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Describe the difference between direct and reverse typing. What does each of these techniques investigate?
Tipagem direta
Tipagem reversa
Direct typing can determine the presence or absence of ABO antigens on the red blood cell membrane.
Reverse typing is capable of detecting the presence or absence of ABO antibodies, whether anti-A and anti-B in plasma and/or serum.

How should we assign the report to the patient?

We must follow the guidelines according to the laboratory's POP, checking validity, method of use, always checking the instructions of all brands to perform the test effectively.
For the patient's report, we must include the full name of the patient, the name and CRM number of the doctor who requested the exam, the name and address of the clinic or health institution where the exam was performed, the date of the exam, the justification for the procedure request, diagnostic hypothesis, detailed examination description, additional information depending on the nature of the exam, such as the patient's age, weight, and height.

Describe each of the methodologies, pointing out the main differences between them.

There are alternative techniques with automated equipment for the quantification of PCR, FR, and ASLO in serum, which still use the agglutination methodology with latex support, but are capable of quantifying decimal values of these proteins through the combination of other methodologies that provide greater precision.

Quais as principais diferenças entre está técnica e as outras de aglutinação praticadas?

Porque o efeito pró-zona pode ocorrer? E como você como analista clínico pode solucionar essa interferência?

O efeito pró-zona pode ocorrer caso a quantidade de anticorpos presentes no soro exceda significativamente a quantidade de antígenos disponíveis no reagente dos testes.
A solução para o problema do efeito pró-zona é a diluição da amostra para permitir a equivalência entre os componentes presentes na solução, geralmente, feita a 1:8 na placa de klein.

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Questões resolvidas

Describe the difference between direct and reverse typing. What does each of these techniques investigate?
Tipagem direta
Tipagem reversa
Direct typing can determine the presence or absence of ABO antigens on the red blood cell membrane.
Reverse typing is capable of detecting the presence or absence of ABO antibodies, whether anti-A and anti-B in plasma and/or serum.

How should we assign the report to the patient?

We must follow the guidelines according to the laboratory's POP, checking validity, method of use, always checking the instructions of all brands to perform the test effectively.
For the patient's report, we must include the full name of the patient, the name and CRM number of the doctor who requested the exam, the name and address of the clinic or health institution where the exam was performed, the date of the exam, the justification for the procedure request, diagnostic hypothesis, detailed examination description, additional information depending on the nature of the exam, such as the patient's age, weight, and height.

Describe each of the methodologies, pointing out the main differences between them.

There are alternative techniques with automated equipment for the quantification of PCR, FR, and ASLO in serum, which still use the agglutination methodology with latex support, but are capable of quantifying decimal values of these proteins through the combination of other methodologies that provide greater precision.

Quais as principais diferenças entre está técnica e as outras de aglutinação praticadas?

Porque o efeito pró-zona pode ocorrer? E como você como analista clínico pode solucionar essa interferência?

O efeito pró-zona pode ocorrer caso a quantidade de anticorpos presentes no soro exceda significativamente a quantidade de antígenos disponíveis no reagente dos testes.
A solução para o problema do efeito pró-zona é a diluição da amostra para permitir a equivalência entre os componentes presentes na solução, geralmente, feita a 1:8 na placa de klein.

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RELATÓRIO DE PRÁTICA 
Isabella 28295099 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Imunologia Clínica 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: ISABELLA A. VELLONI SOLDI MATRÍCULA: 28295099 
CURSO: BIOMEDICINA POLO: GUARULHOS CENTRO 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): 
 
ORIENTAÇÕES GERAIS: 
 
• O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e 
• concisa; 
• O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; 
• Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); 
• Tamanho: 12; 
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; 
• Espaçamento entre linhas: simples; 
• Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
 
 
TEMA DE AULA: TIPAGEM SANGUÍNEA E TESTE RÁPIDO 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. TIPAGEM SANGUÍNEA 
 
A. Qual a diferença entre tipagem direta e tipagem reversa? O que cada uma dessas 
técnicas investiga? 
A tipagem direta consegue determinar a presença ou ausência dos antígenos ABO na 
membrana das hemácias, e a tipagem reversa é capaz de detectar a presença ou 
ausência dos anticorpos dos tipos ABO, sejam eles anti-A e anti-B no plasma e/ou 
soro. 
B. Descreva o que foi visualizado 
Foi realizado o teste na placa de klein, com amostras de 4 alunos. Foi retirado 
amostra, adicionada a placa com os soros anti-A, anti-B e anti-D (Rh) para detectar 
a reação de cada amostra. Após aglutinação de cada amostra, pode-se observar 3 
amostras com sangue tipo O+ e uma amostra com sangue A+. 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
C. Adicione uma ou mais fotos foto do resultado do teste realizado na aula que 
represente a diferença entre a metodologia direta e indireta. 
TIPAGEM INDIRETA – com soro anti-A, anti-B e anti-D (Rh) 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/______/______ 
 
D. Como devemos atribuir o laudo para o paciente. 
Devemos seguir as orientações de acordo com POP de cada laboratório, conferindo 
validade, método de utilização, sempre conferindo a bula de todas as marcas para 
realizar o teste de maneira eficaz. 
 
2. TESTE RÁPIDO 
 
A. Qual o princípio do teste rápido? como é realizada a leitura? 
 
Para agilizar a triagem médica de cada paciente. A leitura é realizada através de 
amostra de fluídos corporais de acordo com cada exame. 
 
B. Essa metodologia pesquisa qual tipo de molécula? 
Anticorpos. 
C. Adicione uma foto do resultado do teste realizado na aula. 
FOI REALIZADO TESTE RÁPIDO DE GRAVIDEZ, com soro e urina. 
 
 
 
 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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D. Como devemos atribuir o laudo para o paciente. 
Nome completo do paciente; 
Nome e número de CRM do médico que solicitou o exame; 
Nome e endereço da clínica ou instituição de saúde em que o exame foi realizado; 
Data de realização do exame; 
Justificativa para a solicitação do procedimento; 
Hipótese diagnóstica; 
Conduta e descrição do exame em detalhes; 
Informações adicionais dependendo da natureza do exame, como idade, peso e altura 
do paciente. 
E. Associe os aspectos de sensibilidade e especificidade para esse tipo de teste 
Tem como objetivo de mensurar e identificar a precisão diagnóstica de um teste. 
 
TEMA DE AULA: AGLUTINAÇÃO 
 
 
RELATÓRIO: 
 
3. ANTI-ESTREPTOLISINA O, FATOR REUMATOÍDE E PROTEÍNA C REATIVA 
 
A. Descreva cada uma das metodologias, apontando as principais diferenças entre 
elas. 
Existem técnicas alternativas com equipamentos automatizados para a 
quantificação de PCR, FR e ASLO no soro, que ainda utilizam a metodologia da 
aglutinação com suporte de látex, mas são capazes de quantificar valores decimais 
dessas proteínas por meio da combinação de outras metodologias que 
proporcionam maior precisão e sensibilidade. 
 
B. Aponte as aplicações de cada um dos testes 
O teste que detecta a presença da proteína C reativa (PCR) no soro do paciente. A 
PCR é uma proteína de fase aguda produzida pelo fígado e serve como um 
indicador de atividade inflamatória, seja ela de origem infecciosa ou não. Em um 
quadro grave de infecção, os níveis da proteína podem se elevar até mil vezes em 
relação ao valor basal. Além disso, a determinação sorológica da PCR é útil para o 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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avaliar a efetividade de um tratamento infeccioso, já que os seus níveis podem 
oscilar de maneira relativamente rápida durante a terapia. 
O FR Látex é utilizado para determinar a presença de fatores reumatoides (FR) no 
soro do paciente, que são anticorpos IgG, IgM ou IgA que reconhecem anticorpos 
IgG próprios e, com isso, causam a formação excessiva de imunocomplexos que 
são depositados nas articulações 
sinoviais e extremidades do corpo, como dedos das mãos e dos pés. Os fatores 
reumatoides estão presentes em cerca de 70% dos pacientes que têm artrite 
reumatoide, mas não são considerados um achado específico da doença. 
o ASLO Látex é um teste de aglutinação indireta que emprega um suporte de látex 
sensibilizado com o antígeno estreptolisina que detecta a presença de anticorpos 
anti-estreptolisina O (ASLO) no soro do paciente. Ao entrar em contato com a toxina 
estreptolisina O, o sistema imune do indivíduo produz o ASLO e essa substância 
pode ser detectada e semiquantificada por meio de titulação, assim 
como os testes anteriores. A sensibilidade técnica é de cerca de 200 UI/mL, logo, 
os resultados não reativos devem ser relatados como “inferior a 200 UI/mL”, 
enquanto os reativos devem apresentar o último título multiplicado pelo valor da 
sensibilidade técnica. A estreptolisina O é uma toxina produzida pela bactéria 
Gram-positiva Streptococcus pyogenes, que comumente provoca infecções de 
garganta, faringite e 
amidalite, e, em casos mais severos, pode ocasionar uma reação cruzada que leva 
a febre reumática. A febre é consequência de uma resposta imune do nosso corpo 
a uma proteína bacteriana chamada proteína M, que é muito semelhante às 
proteínas presentes em diversos tecidos, como o cardíaco, subcutâneo e nervoso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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C. Adicione pelo menos uma foto dos resultados de uma das técnicas práticas na aula 
 
Foi realizado teste rápido de HIV com amostra de sangue fornecida em aula prática. 
 
 
 
 
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RELATÓRIO 02 
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TESTE DE AGLUTINAÇÃO – 25ml de suspensão-látex + partícula de estreptolisina 
 
 
 
 
 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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D. Considerando esse tipo de metodologia, o teste aplicado segue os preceitos de 
especificidade ou sensibilidade? Por quê? 
 
Especificidade porque à capacidade de detectar indivíduos realmente negativos para 
uma doença ou condição em relação ao total de indivíduos, ou seja, representa a 
probabilidade de o teste dar negativo, dado que o paciente não está doente e é 
determinada pela proporção de resultados negativos dentre os indivíduos 
sabidamente saudáveis. 
 
4. VDRL 
 
Descreva a metodologia e suas principais características 
 
Semelhante a aglutinação, a floculação é resultado de uma aglomeração de 
partículas presentes no exame Venereal Desease Research Laboratory (VDRL), 
que serve de triagem para a sífilis. A doença é uma infecção sexualmente 
transmissível (IST) causada pela bactéria Treponema pallidum e é definida como 
uma infecção sistêmica que provoca úlceras genitais, lesões de pele e 
complicaçõesneurológicas, conhecidas como neurossifílis. 
 
Quais as principais diferenças entre está técnica e as outras de aglutinação 
praticadas na aula. 
 
No VDRL, as reaginas possuem o papel de se ligarem a antígenos purifi cados 
compostos de cardiolipinas, lecitinas e colesterol, e com isso formarem os 
aglomerados que são visíveis no microscópio ao utilizar a objetiva de 10 vezes. Ao 
contrário dos testes anteriores, este é feito em uma placa de vidro, transparente e 
com cavidades, que permite a deposição da solução formada durante a confecção 
do teste, assim como a projeção da luz do microscópio para a leitura. Com o tempo, 
foram desenvolvidas modifi cações do VDRL, tais como RPR (do 
inglês, Rapid Test Reagin), USR (do inglês, Unheated Serum Reagin) e TRUST (do 
inglês, Toluidine Red Unheated Serum Test), que visam aumentar a estabilidade 
da suspensão antigênica, além de possibilitar a utilização de plasma e permitir a 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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leitura do resultado a olho nu. Uma alternativa a essa técnica é a hemaglutinação, 
que faz uso de hemácias de aves sensibilizadas com um antígeno bacteriano, e 
quando positivo provoca a aglomeração das hemácias em meio a solução, em 
contrapartida, quando negativo forma um botão de hemácias no fundo da placa. É 
mais específico que o RPR, mas ainda é considerado como um teste de triagem. 
 
 
Porque o efeito pró-zona pode ocorrer? E como você como analista clínico pode 
solucionar essa interferência? 
 
Esse fenômeno pode ocorrer caso a quantidade de anticorpos presentes no soro 
exceda significativamente a quantidade de antígenos disponíveis no reagente dos 
testes. Logo, casos positivos podem ser camuflados em casos de efeitos pró-zona, 
já que a solução apresenta uma leve granulação quase imperceptível a olho nu e 
no microscópio. A solução para esse problema é a diluição da amostra para permitir 
a equivalência entre os componentes presentes na solução, geralmente, feita a 1:8 
na placa de klein. 
 
REFERÊNCIAS: 
 
Msterial didático. Imunologia Clínica - (VOLTARELLI e colaboradores, 2009). Página 
54,55,56. 
UNIDADE 2.

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