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A HISTÓRIA DA 
ENFERMAGEM 
Prof. Ms. Mariana Teixeira da Silva 
Características da Época 
 Trabalho esporádico, desqualificado, 
socialmente desvalorizado e mal remunerado; 
 Grosseira aplicação dos cuidados médicos; 
 Ausência de especificidade de funções e de 
autonomia técnica; 
 Condições de trabalho altamente penosas; 
 Conduta pessoal reprovável; 
 
Enfermagem Moderna 
 Reorganização dos serviços de saúde; 
 O profissional médico envolvido na 
disciplinarização e reordenação do serviço; 
 Melhora nas condições de salubridade dos 
hospitais; 
 Doenças infecto-contagiosas em fator crescente; 
 Falta de recursos humanos; 
 Ricos: tratados na sua própria casa; 
Enfermagem Moderna 
 Os pobres: tornavam-se objetos de instrução e 
experiências – conhecimento; 
 Cenário do ínicio da atuação de enfermagem; 
 Culmina com o convite do Ministro da Guerra 
da Inglaterra para Florence Nightingale, prestar 
seus cuidados aos soldados feridos no combate 
na Guerra da Criméia. 
 
Florence Nightingale 
 Nascida em 12 de maio de 1820, em Florença na 
Itália, filha de ingleses; 
 Inteligência incomum, tenacidade de propósitos, 
determinação e perseverança; 
 Idiomas: inglês, francês, alemão, grego e latim; 
 1844: estuda atividades das Irmandades 
Católicas em Roma, com desejo de se tornar 
enfermeira; 
Florence Nightingale 
 Aos 24 anos, quis praticar em hospitais, porém 
não teve permissão da mãe, pois o pessoal do 
serviço aos doentes dividiam-se em grupos: o 
menor de religiosas católicas e anglicanas, que 
estava começando a se organizar; o outro maior 
de pessoas sem educação e moral; 
 
Florence Nightingale 
 1849: aos 31 anos vai ao Egito e decide servir à Deus, 
trabalhando em Kaiserswert na Alemanha entre as 
diaconisas; 
 Hospital com 100 leitos, onde trabalhavam 49 diaconisas; 
 Para aprimorar seus conhecimentos, visita hospitais e 
conhece irmãs de caridade; 
 Preparo; (Hospital St. Germain e 1853 em Londres 
“Estabelecimento para senhoras Enfermas”, como 
superintendente; 
 1854: Guerra da Criméia ( Inglaterra, França e turquia 
declaram Guerra à Rússia); 
 
Florence Nightingale 
 Florence e mais 38 voluntária (religiosas e leigas) 
de diferentes hospitais partem para Scutari; 
 Morte dos hospitalizados: 40%; 
 Atuação e organização do trabalho: do mais 
complexo ao mais simples; 
 Destaque; 
 A taxa de mortalidade cai de 40 para 2%; 
 Imortalizada como “A Dama da Lâmpada”; 
Florence Nightingale 
 Tal hospital era superlotado: 4000 feridos; 
 Constatado que a falta de higiene e doenças 
matavam grande parte dos soldados internados 
por ferimentos; 
 Soldados deitados no chão bruto, rodeados de 
insetos e ratos, operações realizadas sem 
cuidados de higiene; 
 Os feridos tinham sete vezes mais chances de 
morrer de doenças hospitalares, do que no 
campo de batalha; 
Florence Nightingale 
 No retorno a Londres, em agosto de 1856, quatro 
meses após a assinatura do tratado de paz, Florence 
descobriu que os soldados durante os tempos de paz, 
com idades variando de 20 a 35 anos, tinham uma 
taxa de mortalidade que era o dobro da dos civis. 
Utilizando, estas estatísticas, ela mostrou a 
necessidade de uma reforma nas condições sanitárias 
de todos os hospitais militares. 
 Seu desejo, por uma investigação formal, foi atendido 
em maio de 1857 e levou ao estabelecimento da 
Comissão Real Sobre a Saúde nas Forças Armadas 
 
 
Florence Nightingale 
 1856: contrai Tifo e ao retornar da Criméia leva uma vida 
de inválida*; 
 Recebe prêmio do governo inglês pelos trabalhos na 
Criméia; 
 Se dedica à trabalhos intelectuais; 
 1859: com os recursos do prêmio recebido inicia uma 
Escola de Enfermagem; 
 Fundou a Escola de Enfermagem no Hospital Saint 
Thomas – modelo para as posteriores; Em 9 de julho de 
1860; 
 
Florence Nightingale 
 1874: tornou-se membro honorário da ASA 
(Associação Estatística Americana); 
 1883: a Rainha Vitória condecorou com a Cruz 
Vermelha Real pelo seu trabalho; 
 1907: primeira mulher em receber a Ordem do 
Mérito de Edward VII; 
 Publicou cerce de 200 livros, relatórios e 
panfletos; (Ex: Notes on Nursing) 
Florence Nightingale 
 Escola Nightingaleana: disciplina rigorosa, do 
tipo militar, exigência de qualidades morais da 
candidata; 
 O curso era de um ano de duração, com aulas 
diárias ministradas por médicos; 
 Os médicos, decidiam as funções que poderiam 
colocar nas mãos das enfermeiras; 
 Dia 13 de agosto de 1910, morre; 
Observação 
 Como era solteira, trabalhava fora de casa e 
agia de acordo com as suas idéias, serviu de 
exemplo a outras mulheres e contribuiu para 
impor respeito pelo papel da mulher na 
sociedade, e só parou de trabalhar quando 
ficou completamente cega (1910), morrendo 
em Londres, aos noventa anos de idade. 
 
Florence Nightingale 
 Deixou florescente o ensino da enfermagem; 
 Empírico ao especializado; 
 Ocupação assalariada; 
 Atende a necessidade de mão-de-obra dos 
hospitais; 
 Prática social institucionalizada e específica; 
 “A Dama da Lâmpada” 
JURAMENTO DE FLORENCE 
NIGHTINGALE 
 
Primeira Escola de Enfermagem  Enfermagem compreende o cuidado autônomo e colaborativo ao indivíduo de 
todas as idades, famílias, grupos e 
comunidade, doente ou sadio, em todos os 
setores de atendimento. Enfermagem inclui a 
promoção da saúde, prevenção da doença e o 
cuidado ao indivíduo doente, incapacitado e 
morrendo. Advogar, promover ambiente 
seguro, pesquisa, participar na elaboração de 
políticas de saúde e em sistemas de 
gerenciamento de saúde e ensino, são 
também papéis chaves dos enfermeiros. 
 
Primeiras Escolas de Enfermagem 
 Dificuldades: incompreensão dos valores 
necessários ao desempenho da profissão; 
 A partir da Inglaterra as escolas se espalharam 
pelo mundo; 
 1873: primeira escola criada nos Estados 
Unidos; 
 1877: primeiras enfermeiras diplomadas 
começam a prestar serviços domiciliares em 
New York; 
Funcionamento das Escolas 
 Segundo a filosofia de Florence Nightingale; 
 Baseada em quatro idéias chave: 
 1. O treinamento de enfermeiras deveria ser 
considerado tão importante quanto qualquer 
outra forma de ensino mantida pelo poder 
público; 
 2. As escolas de treinamento deveriam ter uma 
estreita relação com os hospitais, porém manter 
sua dependência financeira e administrativa. 
Funcionamento das Escolas 
 3. Enfermeiras profissionais deveriam ser 
responsáveis pelo ensino no lugar de pessoas 
não envolvidas na enfermagem; 
 4. As estudantes durante o período de 
treinamento, ter residência a disposição, que lhes 
oferecesse ambiente confortável e agradável, 
próximo ao hospital; 
 
Sistema Nightingale de Ensino 
 As escolas conseguiram sobreviver graças aos 
pontos essenciais estabelecidos: 
 1º. Direção da escola por uma enfermeira. 
 2º. Mais ensino metódico, em vez de apenas 
ocasional. 
 3º. Seleção de candidatos do ponto de vista 
físico, moral, intelectual e aptidão profissional. 
História da Enfermagem no Brasil 
 Período Colonial: 
 A organização da Enfermagem na Sociedade 
Brasileira - compreende desde o período 
colonial até o final do século XIX e analisa a 
organização da Enfermagem no contexto da 
sociedade brasileira em formação. Desde o 
princípio da colonização foi incluida a abertura 
das Casas de Misericórdia, que tiveram origem 
em Portugal. 
História da Enfermagem no Brasil 
 1543: primeira Casa de Misericórdia na Vila de Santos; 
 Em seguida, ainda no século XVI, surgiram as do Rio 
de Janeiro, Vitória, Olinda e Ilhéus. 
 1880: em Curitiba, com a presença de D.Pedro II e 
Dona Tereza Cristina. 
 No que diz respeito à saúde do nosso povo, merece 
destaque o Padre José de Anchieta. Ele não se limitou 
ao ensino de ciências e catequeses; foi além: atendia aos 
necessitados do povo, exercendo atividades de médico 
e enfermeiro. 
História da Enfermagem no Brasil 
 Outra figura de destaque é Frei Fabiano de Cristo,que 
durante 40 anos exerceu atividades de enfermeiro no 
Convento de Santo Antonio do Rio de Janeiro, (Séc. 
XVIII). 
 Os escravos tiveram papel relevante, pois auxiliavam os 
religiosos no cuidado aos doentes. 
 Em 1738, Romão de Matos Duarte consegue fundar no 
Rio de Janeiro a Casa dos Expostos. Somente em 1822, 
o Brasil tomou as primeiras medidas de proteção à 
maternidade que se conhecem na legislação mundial, 
graças a atuação de José Bonifácio Andrada e Silva. 
História da Enfermagem no Brasil 
 1822: A primeira sala de partos funcionava na 
Casa dos Expostos. 
 1832: organizou-se o ensino médico e foi criada 
a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. 
 A escola de parteiras da Faculdade de Medicina 
diplomou no ano seguinte a célebre Madame 
Durocher, a primeira parteira formada no Brasil. 
 Século XX: grande número de teses médicas 
foram apresentadas sobre Higiene Infantil e 
Escolar. 
História da Enfermagem no Brasil 
 Na enfermagem brasileira do tempo do Império, 
raros nomes se destacaram e, entre eles, merece 
especial menção o de Ana Neri. 
 
Ana Neri 
 No dia 13 de dezembro de 1814, nasceu Ana 
Justina Ferreira, na Cidade de Cachoeira, na 
Província da Bahia. 
 Casou-se com Isidoro Antonio Neri, 
enviuvando aos 30 anos. 
 Seus dois filhos, um médico militar e um oficial 
do exército, são convocados a servir a Pátria 
durante a Guerra do Paraguai (1864-1870), sob a 
presidência de Solano Lopes. 
Ana Neri 
 Ana Neri não resiste à separação da família e escreve ao 
Presidente da Província, colocando-se à disposição de 
sua Pátria. 
 Em 15 de agosto parte para os campos de batalha, onde 
dois de seus irmãos também lutavam. 
 Improvisa hospitais e não mede esforços no 
atendimento aos feridos. 
 Após cinco anos, retorna ao Brasil, é acolhida com 
carinho e louvor, recebe uma coroa de louros e Victor 
Meireles pinta sua imagem, que é colocada no Edifício 
do Paço Municipal. 
Ana Neri 
 O governo Imperial lhe concede uma pensão, 
além de medalhas humanitárias e de campanha. 
 Faleceu no Rio de Janeiro a 20 de maio de 1880. 
 A primeira Escola de Enfermagem fundada no 
Brasil recebeu o seu nome. 
 Ana Neri como Florence Nightingale, rompeu 
com os preconceitos da época que faziam da 
mulher prisioneira do lar. 
 
Ana Neri ANA NERI 
O Desenvolvimento da Educação em 
Enfermagem no Brasil 
 Final do século XIX: cidades que possuíam áreas 
de mercado mais intensas, como São Paulo e Rio 
de Janeiro. 
 As doença infecto-contagiosas, trazidas pelos 
europeus e pelos escravos africanos, começam a 
propagar-se rápida e progressivamente. 
 A questão saúde passa a constituir um problema 
econômico-social. 
O Desenvolvimento da Educação em 
Enfermagem no Brasil 
 O governo, sob pressões externas, assume a assistência à saúde 
através da criação de serviços públicos, da vigilância e do 
controle mais eficaz sobre os portos, inclusive estabelecendo 
quarentena. 
 Revitaliza, através da reforma Oswaldo Cruz introduzida em 
1904, a Diretoria-Geral de Saúde Pública, incorporando novos 
elementos à estrutura sanitária. 
 Criado o Serviço de Profilaxia da Febre Amarela, a Inspetoria de 
Isolamento e Desinfecção e o Instituto Soroterápico Federal, que 
posteriormente veio se transformar no Instituto Oswaldo Cruz. 
 Reforma Carlos Chagas (1920), numa tentativa de reorganização 
dos serviços de saúde, cria o Departamento Nacional de Saúde 
Pública, órgão que, durante anos, exerceu ação normativa e 
executiva das atividades de Saúde Pública no Brasil. 
O Desenvolvimento da Educação em 
Enfermagem no Brasil 
 A formação de pessoal de Enfermagem - para atender 
inicialmente aos hospitais civis e militares e 
posteriormente, às atividades de saúde pública - principiou 
com a criação, pelo governo, da Escola Profissional de 
Enfermeiros e Enfermeiras, no Rio de Janeiro, junto ao 
Hospital Nacional de Alienados do Ministério dos 
Negócios do Interior. 
 Esta escola, que é de fato a primeira escola de 
Enfermagem brasileira, criada pelo Decreto Federal nº 791, 
de 27 de setembro de 1890. 
 Denomina-se hoje Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, 
pertencendo à Universidade do Rio de Janeiro - UNI-RIO. 
O Desenvolvimento da Educação em 
Enfermagem no Brasil 
 1908: A Cruz Vermelha Brasileira foi organizada 
e instalada no Brasil, tendo como primeiro 
presidente Oswaldo Cruz. 
 1914 – 1918: Destacou-se a Cruz Vermelha 
Brasileira por sua atuação durante a I Guerra 
Mundial. 
 1918: Durante a epidemia de gripe espanhola, 
colaborou na organização de postos de socorro, 
hospitalizando doentes e enviando socorristas a 
diversas instituições hospitalares e a domicílio. 
O Desenvolvimento da Educação em 
Enfermagem no Brasil 
 Atuou também socorrendo vítimas das 
inundações, nos Estados de Sergipe e Bahia, e as 
das secas do Nordeste. 
 Muitas das socorristas dedicaram-se ativamente à 
formação de voluntárias, continuando suas 
atividades após o término do conflito. 
 
 Escolas 
 1890: Alfredo Pinto, reorganizada por Maria 
Pampiro. 
 1916: Escola da Cruz Vermelha, encerrou suas 
atividades. 
 1923: 1ª. Diretora, Clara Louise Kienninger. Era 
próxima ao Hospital São Fco de Assis. 1ª. 
Turma se formou em 1925, 1ª. Diretora 
brasileira foi Raquel Haddock Lobo. 
 1933: Escola Carlos Chagas, 2º. Decreto 
Estadual no. 10.925, com organização especial 
de Laís Netto dos Reis. 
Escolas 
 Escola Luisa de Marillac, fundada pela irmã 
Matilde Nina – mais antiga escola de religiosas 
do Brasil. 
 1939: Escola Paulista de Enfermagem, fundada 
pelas Franciscanas, com cursos de pós-
graduação em Enfermagem Obstétrica. 
 1944: Escola de Enfermagem da USP, Fundação 
de Serviços da Saúde Pública. 1ª. Diretora Edith 
Franckel. 
Saúde Pública no Brasil 
 Desenvolvimento das organizações sanitárias no 
Brasil: 
 Oswaldo Cruz; 
 Carlos Chagas; 
 2 de janeiro de 1920: criado o Departamento 
Nacional de Saúde Pública; 
 TB: serviços de visitadores; 
 Ano seguinte: em doenças venéreas e DT; 
Saúde Pública 
 1921 no Rj: grupo de enfermeiras visitadoras 
que começou um curso intensivo; 
 Teve início então um trabalho de educação 
sanitária nos setores de profilaxia da tuberculose 
e higiene infantil, estendendo-se depois, à 
higiene pré-natal e visitação aos portadores de 
doenças transmissíveis. 
 
Entidades de Classe 
 ABEN; 
 COFEN; 
 COREN; 
 
ABEN 
 Sociedade civil sem fins lucrativos, que congrega 
enfermeiras e técnicos em enfermagem, fundada em 
agosto de 1926, sob a denominação de "Associação 
Nacional de Enfermeiras Diplomadas Brasileiras". 
 É uma entidade de direito privado, de caráter científico 
e assistencial regida pelas disposições do Estatuto, 
Regulamento Geral ou Regimento Especial 
 Em 1929, no Canadá, na Cidade de Montreal, a 
Associação Brasileira de Enfermagem, foi admitida no 
Conselho Internacional de Enfermeiras (I.C.N). 
 Por um espaço de tempo a associação ficou inativa. 
ABEN 
 1944, um grupo de enfermeiras resolveu reerguê-la. 
 Seus estatutos foram aprovados em 18 de setembro de 1945. 
Foram criadas Seções Estaduais, Coordenadorias de Comissões. 
 Ficou estabelecido que em qualquer Estado onde houvesse 7 
(sete) enfermeiras diplomadas, poderia ser formada uma Seção. 
 1955, esse número foi elevado a 10(dez). 
 1952, a Associação foi considerada de Utilidade Pública pelo 
Decreto nº31.416/52. 
 21 de agosto de 1964, foi mudada a denominação para 
Associação Brasileira de Enfermagem - ABEn. 
 Atualmente a ABEn, com sede em Brasília, funciona através de 
Seções formadas nos Estados, e no Distrito Federal, as quais, 
por sua vez, poderão subdividir-se em Distritos formados nos 
Municípios das Unidades Federativas da União. 
Finalidades da ABEN 
 Congregar os enfermeiros e técnicos em 
Enfermagem, incentivar o espírito de união e 
solidariedade entre as classes; 
 Promover o desenvolvimento técnico, científico 
e profissional dos integrantes de Enfermagemdo País. 
 Promover integração às demais entidades 
representativas da Enfermagem, na defesa dos 
interesses da profissão. 
Estrutura da ABEN 
 É constituída pelos seguintes órgãos 
 Assembléia de delegados; 
 Conselho Nacional da ABEN (CONABEN); 
 Diretoria central; 
 Conselho fiscal; 
 
 REALIZA: 
 Congresso Brasileiro de Enfermagem, Revista 
Brasileira de Enfermagem; 
COFEN/CORENS 
 Criação - Em 12 de julho de 1973, através da Lei 5.905 
 Constituindo em seu conjunto Autarquias Federais, 
vinculadas ao Ministério do Trabalho e Previdência 
Social. 
 São órgãos disciplinadores do exercício da Profissão de 
Enfermeiros e , e Técnicos de Enfermagem e Auxiliares 
de Enfermagem 
 Em cada estado existe um Conselho Regional os quais 
estão subordinados ao Conselho Federal, que é sediado 
no Rio de Janeiro e com escritório Federal em Brasília. 
COFEN/CORENS 
 Direção - Os Conselhos Regionais de Enfermagem, são 
dirigidos pelos próprios inscritos, que formam uma 
chapa e concorrem a eleições. 
 O mandato dos membros do COFEN/COREN's é 
honorífico e tem duração de três anos, com direito 
apenas a uma reeleição. 
 A formação do plenário do COFEN é composta pelos 
profissionais que são eleitos pelos Presidentes dos 
CORENs. 
COFEN/CORENS 
 A manutenção dos Sistema COFEN/CORENs é feita 
através da arrecadação de taxas molumentos por 
serviços prestados, anuidades, doações , legados e 
outros, dos profissionais inscritos nos CORENs. 
 São entidades públicas de direito privado vinculadas ao 
Poder Executivo, na esfera da fiscalização do exercício 
profissional. 
 O objetivo primordial é zelar pela qualidade dos 
profissionais de Enfermagem, pelo respeito ao Código 
de Ética dos Profissionais de Enfermagem e 
cumprimento da Lei do Exercício Profissional. 
COFEN/CORENS 
 Encontra-se representado em 27 Estados 
Brasileiros, sendo este filiado ao Conselho 
Internacional de Enfermeiros em Genebra. 
 
 COFEN: órgão normativo e de decisão 
superior; 
 COREN: órgão de execução, decisão e 
normatização suplementar; 
COFEN 
 Normatizar e expedir instruções, para uniformidade de 
procedimento e bom funcionamento dos Conselhos 
Regionais; 
 Esclarecer dúvidas apresentadas pelos COREN's; 
apreciar decisões dos COREN's, homologando, 
suprindo ou anulando atos praticados por este; 
 Aprovar contas e propostas orçamentária de autarquia, 
remetendo-as aos órgãos competentes; 
 Promover estudos e campanhas para aperfeiçoamento 
profissional; 
 Exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas 
por lei. 
COREN 
 Deliberar sobre inscrições no Conselho e seu 
cancelamento; 
 Disciplinar e fiscalizar o exercício profissional, observando 
as diretrizes gerais do COFEN; 
 Executar as instruções e resoluções do COFEN; 
 Expedir carteira e cédula de identidade profissional, 
indispensável ao exercício da profissão, a qual tem validade 
em todo território nacional; 
 Fiscalizar e decidir os assuntos referentes à Ética 
Profissional impondo as penalidades cabíveis; 
COREN 
 Elaborar a proposta orçamentária anual e o projeto de seu 
regimento interno, submetendo-os a aprovação do 
COFEN; 
 Zelar pelo conceito da profissão e dos que a exercem; 
 Propor ao COFEN medidas visando a melhoria do 
Exercício Profissional; 
 Eleger sua diretoria e seus delegados eleitores a nível 
central e regional; 
 Exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas 
pela Lei 5.905/73 e pelo COFEN. 
Fiscalização do Exercício 
Profissional da Enfermagem 
 Área disciplinar normativa - estabelecendo 
critérios de orientação e aconselhamento, para o 
exercício de Enfermagem, baixando normas 
visando o exercício da profissão, bem como 
atividade na área de Enfermagem nas empresas, 
consultórios de Enfermagem, observando as 
peculiaridades atinentes à classe e a conjuntura 
de saúde do país. 
Fiscalização do Exercício 
Profissional de Enfermagem 
 Área disciplinar corretiva - instaurando processo 
em casos de infrações ao Código de Ética do 
Profissionais de Enfermagem, cometidas pelos 
profissionais inscritos e, no caso de empresa, 
processos administrativos, dando prosseguimento 
aos respectivos julgamentos e aplicações das 
penalidades cabíveis; encaminhando às repartições 
competentes os casos de alçada destas. 
Fiscalização do Exercício 
Profissional da Enfermagem 
 Área fiscalizatória - realizando atos e procedimentos 
para prevenir a ocorrência de infrações à legislação que 
regulamenta o exercício da Enfermagem; nspecionando 
e examinando os locais públicos e privados, onde a 
Enfermagem é exercida, anotando as irregularidades e 
infrações verificadas, orientando para sua correção e 
colhendo dados para a instauração dos processos de 
competência do COREN e encaminhando às 
repartições competentes, representações. 
Juramento, Símbolos, Cores e Pedra 
da Enfermagem 
Resolução COFEN 218/1999 
 Aprova o regulamento que disciplina sobre o 
juramento, símbolos, cores e pedra. 
 SIMBOLOGIA 
 Lâmpada: caminho, ambiente. 
 Cobra: magia, alquimia. 
 Cobra + cruz: ciência. 
 Seringa: técnica. 
 Cor verde: paz, tranquilidade, cura, saúde. 
 Pedra símbolo: esmeralda 
 Cor: verde esmeralda. 
 Símbolo: lâmpada 
 SIMBOLOGIA 
Datas Comemorativas 
 12 de maio: “Dia do Enfermeiro”. 
 20 de maio: “Dia Nacional dos Técnicos e 
Auxiliares de Enfermagem”. 
 
 Enfermeiro: lâmpada e cobra + cruz; 
 Técnico/Auxiliar: lâmpada e seringa; 
Especialidades 
 Aeroespacial; 
 Assist. adolescente; 
 Atend. Pré- hospitalar; 
 Banco de leite humano; 
 Cardiovascular; 
 CME; 
 CC; 
 Clínica cirúrgica; 
 Clínica médica; 
 Dermatologia; 
 Diagnóstico por imagem; 
 Dçs infecciosas; 
 Ed. Em enfermagem; 
 Emergência; 
 Endocrinologia; 
 Endoscopia; 
 Estomaterapia; 
 Ética e bioética; 
 Gerenc. De Serviços da Sd; 
 Gerontologia e geriatria 
 Ginecologia; 
 Hemodinâmica; 
Especialidades 
 Homecare; 
 Infecção hosp. 
 Informatica; 
 Nefrologia; 
 Neonatologia; 
 Nutrição parenteral; 
 Obstetrícia; 
 Oftalmologia; 
 Oncologia; 
 Otorrinolaringologia; 
 Pediatria; 
 Perícia e auditoria; 
 Psiquiatria e sd mental; 
 Sd. Coletiva; 
 Sd. da família; 
 Sexologia humana; 
 Trabalho; 
 Traumato-ortopedia; 
 Terapia intensiva; 
 Terapias naturais/tradicionais 
e complementares/não 
convecionais; 
 
Referências 
 ABEN 
 COFEN 
 GARCIA, J. N. R.; NEVES, M. L.; 
CAMARGO, M. C. In: Saberes e prática: 
guia para ensino e aprendizagem de 
enfermagem/organização Genilda Ferreira 
Murta. 3 ed. rev. amp. São Caetano do Sul – SP: 
Difusão Editora, 2007 (Série curso de 
enfermagem).

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