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A HISTÓRIA DA ENFERMAGEM Prof. Ms. Mariana Teixeira da Silva Características da Época Trabalho esporádico, desqualificado, socialmente desvalorizado e mal remunerado; Grosseira aplicação dos cuidados médicos; Ausência de especificidade de funções e de autonomia técnica; Condições de trabalho altamente penosas; Conduta pessoal reprovável; Enfermagem Moderna Reorganização dos serviços de saúde; O profissional médico envolvido na disciplinarização e reordenação do serviço; Melhora nas condições de salubridade dos hospitais; Doenças infecto-contagiosas em fator crescente; Falta de recursos humanos; Ricos: tratados na sua própria casa; Enfermagem Moderna Os pobres: tornavam-se objetos de instrução e experiências – conhecimento; Cenário do ínicio da atuação de enfermagem; Culmina com o convite do Ministro da Guerra da Inglaterra para Florence Nightingale, prestar seus cuidados aos soldados feridos no combate na Guerra da Criméia. Florence Nightingale Nascida em 12 de maio de 1820, em Florença na Itália, filha de ingleses; Inteligência incomum, tenacidade de propósitos, determinação e perseverança; Idiomas: inglês, francês, alemão, grego e latim; 1844: estuda atividades das Irmandades Católicas em Roma, com desejo de se tornar enfermeira; Florence Nightingale Aos 24 anos, quis praticar em hospitais, porém não teve permissão da mãe, pois o pessoal do serviço aos doentes dividiam-se em grupos: o menor de religiosas católicas e anglicanas, que estava começando a se organizar; o outro maior de pessoas sem educação e moral; Florence Nightingale 1849: aos 31 anos vai ao Egito e decide servir à Deus, trabalhando em Kaiserswert na Alemanha entre as diaconisas; Hospital com 100 leitos, onde trabalhavam 49 diaconisas; Para aprimorar seus conhecimentos, visita hospitais e conhece irmãs de caridade; Preparo; (Hospital St. Germain e 1853 em Londres “Estabelecimento para senhoras Enfermas”, como superintendente; 1854: Guerra da Criméia ( Inglaterra, França e turquia declaram Guerra à Rússia); Florence Nightingale Florence e mais 38 voluntária (religiosas e leigas) de diferentes hospitais partem para Scutari; Morte dos hospitalizados: 40%; Atuação e organização do trabalho: do mais complexo ao mais simples; Destaque; A taxa de mortalidade cai de 40 para 2%; Imortalizada como “A Dama da Lâmpada”; Florence Nightingale Tal hospital era superlotado: 4000 feridos; Constatado que a falta de higiene e doenças matavam grande parte dos soldados internados por ferimentos; Soldados deitados no chão bruto, rodeados de insetos e ratos, operações realizadas sem cuidados de higiene; Os feridos tinham sete vezes mais chances de morrer de doenças hospitalares, do que no campo de batalha; Florence Nightingale No retorno a Londres, em agosto de 1856, quatro meses após a assinatura do tratado de paz, Florence descobriu que os soldados durante os tempos de paz, com idades variando de 20 a 35 anos, tinham uma taxa de mortalidade que era o dobro da dos civis. Utilizando, estas estatísticas, ela mostrou a necessidade de uma reforma nas condições sanitárias de todos os hospitais militares. Seu desejo, por uma investigação formal, foi atendido em maio de 1857 e levou ao estabelecimento da Comissão Real Sobre a Saúde nas Forças Armadas Florence Nightingale 1856: contrai Tifo e ao retornar da Criméia leva uma vida de inválida*; Recebe prêmio do governo inglês pelos trabalhos na Criméia; Se dedica à trabalhos intelectuais; 1859: com os recursos do prêmio recebido inicia uma Escola de Enfermagem; Fundou a Escola de Enfermagem no Hospital Saint Thomas – modelo para as posteriores; Em 9 de julho de 1860; Florence Nightingale 1874: tornou-se membro honorário da ASA (Associação Estatística Americana); 1883: a Rainha Vitória condecorou com a Cruz Vermelha Real pelo seu trabalho; 1907: primeira mulher em receber a Ordem do Mérito de Edward VII; Publicou cerce de 200 livros, relatórios e panfletos; (Ex: Notes on Nursing) Florence Nightingale Escola Nightingaleana: disciplina rigorosa, do tipo militar, exigência de qualidades morais da candidata; O curso era de um ano de duração, com aulas diárias ministradas por médicos; Os médicos, decidiam as funções que poderiam colocar nas mãos das enfermeiras; Dia 13 de agosto de 1910, morre; Observação Como era solteira, trabalhava fora de casa e agia de acordo com as suas idéias, serviu de exemplo a outras mulheres e contribuiu para impor respeito pelo papel da mulher na sociedade, e só parou de trabalhar quando ficou completamente cega (1910), morrendo em Londres, aos noventa anos de idade. Florence Nightingale Deixou florescente o ensino da enfermagem; Empírico ao especializado; Ocupação assalariada; Atende a necessidade de mão-de-obra dos hospitais; Prática social institucionalizada e específica; “A Dama da Lâmpada” JURAMENTO DE FLORENCE NIGHTINGALE Primeira Escola de Enfermagem Enfermagem compreende o cuidado autônomo e colaborativo ao indivíduo de todas as idades, famílias, grupos e comunidade, doente ou sadio, em todos os setores de atendimento. Enfermagem inclui a promoção da saúde, prevenção da doença e o cuidado ao indivíduo doente, incapacitado e morrendo. Advogar, promover ambiente seguro, pesquisa, participar na elaboração de políticas de saúde e em sistemas de gerenciamento de saúde e ensino, são também papéis chaves dos enfermeiros. Primeiras Escolas de Enfermagem Dificuldades: incompreensão dos valores necessários ao desempenho da profissão; A partir da Inglaterra as escolas se espalharam pelo mundo; 1873: primeira escola criada nos Estados Unidos; 1877: primeiras enfermeiras diplomadas começam a prestar serviços domiciliares em New York; Funcionamento das Escolas Segundo a filosofia de Florence Nightingale; Baseada em quatro idéias chave: 1. O treinamento de enfermeiras deveria ser considerado tão importante quanto qualquer outra forma de ensino mantida pelo poder público; 2. As escolas de treinamento deveriam ter uma estreita relação com os hospitais, porém manter sua dependência financeira e administrativa. Funcionamento das Escolas 3. Enfermeiras profissionais deveriam ser responsáveis pelo ensino no lugar de pessoas não envolvidas na enfermagem; 4. As estudantes durante o período de treinamento, ter residência a disposição, que lhes oferecesse ambiente confortável e agradável, próximo ao hospital; Sistema Nightingale de Ensino As escolas conseguiram sobreviver graças aos pontos essenciais estabelecidos: 1º. Direção da escola por uma enfermeira. 2º. Mais ensino metódico, em vez de apenas ocasional. 3º. Seleção de candidatos do ponto de vista físico, moral, intelectual e aptidão profissional. História da Enfermagem no Brasil Período Colonial: A organização da Enfermagem na Sociedade Brasileira - compreende desde o período colonial até o final do século XIX e analisa a organização da Enfermagem no contexto da sociedade brasileira em formação. Desde o princípio da colonização foi incluida a abertura das Casas de Misericórdia, que tiveram origem em Portugal. História da Enfermagem no Brasil 1543: primeira Casa de Misericórdia na Vila de Santos; Em seguida, ainda no século XVI, surgiram as do Rio de Janeiro, Vitória, Olinda e Ilhéus. 1880: em Curitiba, com a presença de D.Pedro II e Dona Tereza Cristina. No que diz respeito à saúde do nosso povo, merece destaque o Padre José de Anchieta. Ele não se limitou ao ensino de ciências e catequeses; foi além: atendia aos necessitados do povo, exercendo atividades de médico e enfermeiro. História da Enfermagem no Brasil Outra figura de destaque é Frei Fabiano de Cristo,que durante 40 anos exerceu atividades de enfermeiro no Convento de Santo Antonio do Rio de Janeiro, (Séc. XVIII). Os escravos tiveram papel relevante, pois auxiliavam os religiosos no cuidado aos doentes. Em 1738, Romão de Matos Duarte consegue fundar no Rio de Janeiro a Casa dos Expostos. Somente em 1822, o Brasil tomou as primeiras medidas de proteção à maternidade que se conhecem na legislação mundial, graças a atuação de José Bonifácio Andrada e Silva. História da Enfermagem no Brasil 1822: A primeira sala de partos funcionava na Casa dos Expostos. 1832: organizou-se o ensino médico e foi criada a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. A escola de parteiras da Faculdade de Medicina diplomou no ano seguinte a célebre Madame Durocher, a primeira parteira formada no Brasil. Século XX: grande número de teses médicas foram apresentadas sobre Higiene Infantil e Escolar. História da Enfermagem no Brasil Na enfermagem brasileira do tempo do Império, raros nomes se destacaram e, entre eles, merece especial menção o de Ana Neri. Ana Neri No dia 13 de dezembro de 1814, nasceu Ana Justina Ferreira, na Cidade de Cachoeira, na Província da Bahia. Casou-se com Isidoro Antonio Neri, enviuvando aos 30 anos. Seus dois filhos, um médico militar e um oficial do exército, são convocados a servir a Pátria durante a Guerra do Paraguai (1864-1870), sob a presidência de Solano Lopes. Ana Neri Ana Neri não resiste à separação da família e escreve ao Presidente da Província, colocando-se à disposição de sua Pátria. Em 15 de agosto parte para os campos de batalha, onde dois de seus irmãos também lutavam. Improvisa hospitais e não mede esforços no atendimento aos feridos. Após cinco anos, retorna ao Brasil, é acolhida com carinho e louvor, recebe uma coroa de louros e Victor Meireles pinta sua imagem, que é colocada no Edifício do Paço Municipal. Ana Neri O governo Imperial lhe concede uma pensão, além de medalhas humanitárias e de campanha. Faleceu no Rio de Janeiro a 20 de maio de 1880. A primeira Escola de Enfermagem fundada no Brasil recebeu o seu nome. Ana Neri como Florence Nightingale, rompeu com os preconceitos da época que faziam da mulher prisioneira do lar. Ana Neri ANA NERI O Desenvolvimento da Educação em Enfermagem no Brasil Final do século XIX: cidades que possuíam áreas de mercado mais intensas, como São Paulo e Rio de Janeiro. As doença infecto-contagiosas, trazidas pelos europeus e pelos escravos africanos, começam a propagar-se rápida e progressivamente. A questão saúde passa a constituir um problema econômico-social. O Desenvolvimento da Educação em Enfermagem no Brasil O governo, sob pressões externas, assume a assistência à saúde através da criação de serviços públicos, da vigilância e do controle mais eficaz sobre os portos, inclusive estabelecendo quarentena. Revitaliza, através da reforma Oswaldo Cruz introduzida em 1904, a Diretoria-Geral de Saúde Pública, incorporando novos elementos à estrutura sanitária. Criado o Serviço de Profilaxia da Febre Amarela, a Inspetoria de Isolamento e Desinfecção e o Instituto Soroterápico Federal, que posteriormente veio se transformar no Instituto Oswaldo Cruz. Reforma Carlos Chagas (1920), numa tentativa de reorganização dos serviços de saúde, cria o Departamento Nacional de Saúde Pública, órgão que, durante anos, exerceu ação normativa e executiva das atividades de Saúde Pública no Brasil. O Desenvolvimento da Educação em Enfermagem no Brasil A formação de pessoal de Enfermagem - para atender inicialmente aos hospitais civis e militares e posteriormente, às atividades de saúde pública - principiou com a criação, pelo governo, da Escola Profissional de Enfermeiros e Enfermeiras, no Rio de Janeiro, junto ao Hospital Nacional de Alienados do Ministério dos Negócios do Interior. Esta escola, que é de fato a primeira escola de Enfermagem brasileira, criada pelo Decreto Federal nº 791, de 27 de setembro de 1890. Denomina-se hoje Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, pertencendo à Universidade do Rio de Janeiro - UNI-RIO. O Desenvolvimento da Educação em Enfermagem no Brasil 1908: A Cruz Vermelha Brasileira foi organizada e instalada no Brasil, tendo como primeiro presidente Oswaldo Cruz. 1914 – 1918: Destacou-se a Cruz Vermelha Brasileira por sua atuação durante a I Guerra Mundial. 1918: Durante a epidemia de gripe espanhola, colaborou na organização de postos de socorro, hospitalizando doentes e enviando socorristas a diversas instituições hospitalares e a domicílio. O Desenvolvimento da Educação em Enfermagem no Brasil Atuou também socorrendo vítimas das inundações, nos Estados de Sergipe e Bahia, e as das secas do Nordeste. Muitas das socorristas dedicaram-se ativamente à formação de voluntárias, continuando suas atividades após o término do conflito. Escolas 1890: Alfredo Pinto, reorganizada por Maria Pampiro. 1916: Escola da Cruz Vermelha, encerrou suas atividades. 1923: 1ª. Diretora, Clara Louise Kienninger. Era próxima ao Hospital São Fco de Assis. 1ª. Turma se formou em 1925, 1ª. Diretora brasileira foi Raquel Haddock Lobo. 1933: Escola Carlos Chagas, 2º. Decreto Estadual no. 10.925, com organização especial de Laís Netto dos Reis. Escolas Escola Luisa de Marillac, fundada pela irmã Matilde Nina – mais antiga escola de religiosas do Brasil. 1939: Escola Paulista de Enfermagem, fundada pelas Franciscanas, com cursos de pós- graduação em Enfermagem Obstétrica. 1944: Escola de Enfermagem da USP, Fundação de Serviços da Saúde Pública. 1ª. Diretora Edith Franckel. Saúde Pública no Brasil Desenvolvimento das organizações sanitárias no Brasil: Oswaldo Cruz; Carlos Chagas; 2 de janeiro de 1920: criado o Departamento Nacional de Saúde Pública; TB: serviços de visitadores; Ano seguinte: em doenças venéreas e DT; Saúde Pública 1921 no Rj: grupo de enfermeiras visitadoras que começou um curso intensivo; Teve início então um trabalho de educação sanitária nos setores de profilaxia da tuberculose e higiene infantil, estendendo-se depois, à higiene pré-natal e visitação aos portadores de doenças transmissíveis. Entidades de Classe ABEN; COFEN; COREN; ABEN Sociedade civil sem fins lucrativos, que congrega enfermeiras e técnicos em enfermagem, fundada em agosto de 1926, sob a denominação de "Associação Nacional de Enfermeiras Diplomadas Brasileiras". É uma entidade de direito privado, de caráter científico e assistencial regida pelas disposições do Estatuto, Regulamento Geral ou Regimento Especial Em 1929, no Canadá, na Cidade de Montreal, a Associação Brasileira de Enfermagem, foi admitida no Conselho Internacional de Enfermeiras (I.C.N). Por um espaço de tempo a associação ficou inativa. ABEN 1944, um grupo de enfermeiras resolveu reerguê-la. Seus estatutos foram aprovados em 18 de setembro de 1945. Foram criadas Seções Estaduais, Coordenadorias de Comissões. Ficou estabelecido que em qualquer Estado onde houvesse 7 (sete) enfermeiras diplomadas, poderia ser formada uma Seção. 1955, esse número foi elevado a 10(dez). 1952, a Associação foi considerada de Utilidade Pública pelo Decreto nº31.416/52. 21 de agosto de 1964, foi mudada a denominação para Associação Brasileira de Enfermagem - ABEn. Atualmente a ABEn, com sede em Brasília, funciona através de Seções formadas nos Estados, e no Distrito Federal, as quais, por sua vez, poderão subdividir-se em Distritos formados nos Municípios das Unidades Federativas da União. Finalidades da ABEN Congregar os enfermeiros e técnicos em Enfermagem, incentivar o espírito de união e solidariedade entre as classes; Promover o desenvolvimento técnico, científico e profissional dos integrantes de Enfermagemdo País. Promover integração às demais entidades representativas da Enfermagem, na defesa dos interesses da profissão. Estrutura da ABEN É constituída pelos seguintes órgãos Assembléia de delegados; Conselho Nacional da ABEN (CONABEN); Diretoria central; Conselho fiscal; REALIZA: Congresso Brasileiro de Enfermagem, Revista Brasileira de Enfermagem; COFEN/CORENS Criação - Em 12 de julho de 1973, através da Lei 5.905 Constituindo em seu conjunto Autarquias Federais, vinculadas ao Ministério do Trabalho e Previdência Social. São órgãos disciplinadores do exercício da Profissão de Enfermeiros e , e Técnicos de Enfermagem e Auxiliares de Enfermagem Em cada estado existe um Conselho Regional os quais estão subordinados ao Conselho Federal, que é sediado no Rio de Janeiro e com escritório Federal em Brasília. COFEN/CORENS Direção - Os Conselhos Regionais de Enfermagem, são dirigidos pelos próprios inscritos, que formam uma chapa e concorrem a eleições. O mandato dos membros do COFEN/COREN's é honorífico e tem duração de três anos, com direito apenas a uma reeleição. A formação do plenário do COFEN é composta pelos profissionais que são eleitos pelos Presidentes dos CORENs. COFEN/CORENS A manutenção dos Sistema COFEN/CORENs é feita através da arrecadação de taxas molumentos por serviços prestados, anuidades, doações , legados e outros, dos profissionais inscritos nos CORENs. São entidades públicas de direito privado vinculadas ao Poder Executivo, na esfera da fiscalização do exercício profissional. O objetivo primordial é zelar pela qualidade dos profissionais de Enfermagem, pelo respeito ao Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e cumprimento da Lei do Exercício Profissional. COFEN/CORENS Encontra-se representado em 27 Estados Brasileiros, sendo este filiado ao Conselho Internacional de Enfermeiros em Genebra. COFEN: órgão normativo e de decisão superior; COREN: órgão de execução, decisão e normatização suplementar; COFEN Normatizar e expedir instruções, para uniformidade de procedimento e bom funcionamento dos Conselhos Regionais; Esclarecer dúvidas apresentadas pelos COREN's; apreciar decisões dos COREN's, homologando, suprindo ou anulando atos praticados por este; Aprovar contas e propostas orçamentária de autarquia, remetendo-as aos órgãos competentes; Promover estudos e campanhas para aperfeiçoamento profissional; Exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas por lei. COREN Deliberar sobre inscrições no Conselho e seu cancelamento; Disciplinar e fiscalizar o exercício profissional, observando as diretrizes gerais do COFEN; Executar as instruções e resoluções do COFEN; Expedir carteira e cédula de identidade profissional, indispensável ao exercício da profissão, a qual tem validade em todo território nacional; Fiscalizar e decidir os assuntos referentes à Ética Profissional impondo as penalidades cabíveis; COREN Elaborar a proposta orçamentária anual e o projeto de seu regimento interno, submetendo-os a aprovação do COFEN; Zelar pelo conceito da profissão e dos que a exercem; Propor ao COFEN medidas visando a melhoria do Exercício Profissional; Eleger sua diretoria e seus delegados eleitores a nível central e regional; Exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas pela Lei 5.905/73 e pelo COFEN. Fiscalização do Exercício Profissional da Enfermagem Área disciplinar normativa - estabelecendo critérios de orientação e aconselhamento, para o exercício de Enfermagem, baixando normas visando o exercício da profissão, bem como atividade na área de Enfermagem nas empresas, consultórios de Enfermagem, observando as peculiaridades atinentes à classe e a conjuntura de saúde do país. Fiscalização do Exercício Profissional de Enfermagem Área disciplinar corretiva - instaurando processo em casos de infrações ao Código de Ética do Profissionais de Enfermagem, cometidas pelos profissionais inscritos e, no caso de empresa, processos administrativos, dando prosseguimento aos respectivos julgamentos e aplicações das penalidades cabíveis; encaminhando às repartições competentes os casos de alçada destas. Fiscalização do Exercício Profissional da Enfermagem Área fiscalizatória - realizando atos e procedimentos para prevenir a ocorrência de infrações à legislação que regulamenta o exercício da Enfermagem; nspecionando e examinando os locais públicos e privados, onde a Enfermagem é exercida, anotando as irregularidades e infrações verificadas, orientando para sua correção e colhendo dados para a instauração dos processos de competência do COREN e encaminhando às repartições competentes, representações. Juramento, Símbolos, Cores e Pedra da Enfermagem Resolução COFEN 218/1999 Aprova o regulamento que disciplina sobre o juramento, símbolos, cores e pedra. SIMBOLOGIA Lâmpada: caminho, ambiente. Cobra: magia, alquimia. Cobra + cruz: ciência. Seringa: técnica. Cor verde: paz, tranquilidade, cura, saúde. Pedra símbolo: esmeralda Cor: verde esmeralda. Símbolo: lâmpada SIMBOLOGIA Datas Comemorativas 12 de maio: “Dia do Enfermeiro”. 20 de maio: “Dia Nacional dos Técnicos e Auxiliares de Enfermagem”. Enfermeiro: lâmpada e cobra + cruz; Técnico/Auxiliar: lâmpada e seringa; Especialidades Aeroespacial; Assist. adolescente; Atend. Pré- hospitalar; Banco de leite humano; Cardiovascular; CME; CC; Clínica cirúrgica; Clínica médica; Dermatologia; Diagnóstico por imagem; Dçs infecciosas; Ed. Em enfermagem; Emergência; Endocrinologia; Endoscopia; Estomaterapia; Ética e bioética; Gerenc. De Serviços da Sd; Gerontologia e geriatria Ginecologia; Hemodinâmica; Especialidades Homecare; Infecção hosp. Informatica; Nefrologia; Neonatologia; Nutrição parenteral; Obstetrícia; Oftalmologia; Oncologia; Otorrinolaringologia; Pediatria; Perícia e auditoria; Psiquiatria e sd mental; Sd. Coletiva; Sd. da família; Sexologia humana; Trabalho; Traumato-ortopedia; Terapia intensiva; Terapias naturais/tradicionais e complementares/não convecionais; Referências ABEN COFEN GARCIA, J. N. R.; NEVES, M. L.; CAMARGO, M. C. In: Saberes e prática: guia para ensino e aprendizagem de enfermagem/organização Genilda Ferreira Murta. 3 ed. rev. amp. São Caetano do Sul – SP: Difusão Editora, 2007 (Série curso de enfermagem).