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Anatomia Dentária
Dentição decídua 
Na dentição decídua somam-se 20 dentes, que erupcionam entre 6 e 8 meses de idade, geralmente, e são eles: 8 incisivos (encarregados do corte dos alimentos), 4 caninos, com função de rasgá-los, e 8 molares, responsáveis por seu esmagamento. 
Esses dentes são menores, se comparados aos permanentes, e possuem raízes mais longas. Nessa dentição ainda não há os pré-molares e sisos. Além disso,  a facilidade de crianças contraírem problemas com cárie está ligada ao fato do esmalte e paredes dentárias serem mais finas, possibilitando a chegada dos ácidos à raiz do dente mais rapidamente. 
Idade da Erupção
	Incisivo central superior: 8-10 meses 
Incisivo lateral superior: 8-10 meses
Canino superior: 16-20 meses
Primeiro molar superior: 15-21 meses
Segundo molar superior: 20-24 meses
	Incisivo central inferior: 6-9 meses
Incisivo lateral inferior: 15-21 meses
Canino inferior: 16-20 meses
Primeiro molar inferior: 15-21 meses
Segundo molar inferior: 20-24 meses
Idade de Perca
	Incisivo central superior: sexto ou sétimo ano
Incisivo lateral superior: sétimo ou oitavo ano
Canino superior: décimo a décimo segundo ano
Primeiro molar superior: nono a décimo primeiro ano
Segundo molar superior: décimo a décimo segundo ano
	Incisivo central inferior: sexto ao sétimo ano
Incisivo lateral inferior: sétimo ao oitavo ano
Canino inferior: nono ao décimo segundo ano
Primeiro molar inferior: nono ao décimo primeiro ano
Segundo molar inferior: décimo ao décimo segundo ano
Quadrantes Dentição Permanente
Quadrantes Dentição Decídua
Dentição Mista
A dentição mista começa, geralmente, aos seis anos de idade. Nessa época, os dentes de leite começam a cair, e os permanentes começam a nascer. A criança passa, então, a ter os dois tipos de dente na boca. O período da dentição mista acontece até os 12 anos, quando os dentes de leite terminam de cair. É normal que ocorra uma falta de espaço para que os incisivos permanentes apareçam bem alinhados na boca. Em alguns casos, é necessário o uso de aparelhos ortodônticos para correção. Em outros, os dentes se alinham espontaneamente com o passar do tempo. Os pré molares permanentes substituem os molares de leite.
Dentição Permanente
Dente permanente é a denominação dada ao dente que sucede a dentição decídua. Um ser humano adulto possui normalmente 32 dentes: 16 na mandíbula (inferior) e 16 na maxila (superior).
Os dentes incisivos (oito) têm por função principal a de cortar alimentos.
Os caninos (quatro), por serem pontiagudos, tem a função de dilacerar e perfurar os alimentos.
Os dentes pré-molares (oito) e os molares (doze), tem por função principal a de esmagar e triturar os alimentos para a posterior deglutição.
Dentes do siso
Os terceiros molares, mais conhecidos como dentes do siso não surgem antes dos 17 anos ou até mais tarde. É necessário um considerável crescimento da arcada após os 12 anos para permitir espaço a esses dentes. Os terceiros molares estão sujeitos a muitas anomalias e variações na forma. Muitas vezes esses dentes permanecem inclusos no osso durante anos. Uma forma de determinar se os terceiros molares estão ou não presentes são através de uma radiografia panorâmica. As pessoas que têm os terceiros molares devidamente desenvolvidos e alinhados são de fato uma minoria. É consenso que esse é um dente com tendência a desaparecer com a evolução do ser humano. Normalmente quando um dente do siso dá problemas, o cirurgião-dentista não hesitará em extraí-lo.
Anatomia dos Dentes
Coroa- Parte superior do dente, geralmente é a única parte visível. O formato da coroa determina a função do dente. Por exemplo, os dentes anteriores são mais afiados, têm a forma de um cinzel e servem para cortar, enquanto os molares têm superfície plana e servem para triturar os alimentos. Linha de junção dos dentes e da gengiva- Sem a escovação e uso adequado do fio dental, nesta área podem se formar a placa e o tártaro, causando gengivite e outros males. Raiz- Parte do dente que está dentro do osso. A raiz, que mantém o dente inserido no osso, constitui mais ou menos dois terços do seu tamanho.
Estrutura do dente
Esmalte- A camada mais externa da superfície do dente. É o tecido mais duro e mineralizado de todo o corpo humano, mas pode ser danificado se os dentes não forem higienizados adequadamente. Dentina- Camada dentária situada abaixo do esmalte. Se a cárie conseguir atravessar o esmalte, ela passa a atacar a dentina, onde há milhões de pequenos túbulos que vão diretamente à polpa do dente. Polpa- Tecido mole situado no centro do dente, onde se encontram o nervo e os vasos sangüíneos. Quando a cárie atingir essa área, as pessoas geralmente sentem dor.
A coroa do dente é a parte visível do dente na boca, enquanto a raiz encontra-se escondida sob a gengiva e o osso alveolar. Ela possui uma coloração branca perolada a amarela, dependendo da idade do indivíduo, sua higiene oral e estilo de vida. As raízes dos dentes são as suas partes não visíveis, responsáveis por sua fixação na mandíbula ou na maxila. Os dentes podem ter raízes únicas, como ocorre por exemplo nos incisivos, caninos e primeiro pré-molares, ou múltiplas, como nos segundos pré-molares e molares, onde podem haver duas ou três raízes. 
A camada mais externa da coroa dentária é conhecida como esmalte dentário, uma estrutura mineralizada extremamente dura, cuja principal função é a proteção das demais camadas dentárias. Internamente ao esmalte e ao cemento, ao longo de toda a extensão do dente (tanto na coroa quanto na raiz), encontra-se uma camada chamada de dentina. Trata-se de uma camada de tecido macio, levemente mais escuro que o esmalte, que atua como uma cápsula de proteção para a camada mais interna do dente, a polpa, também conhecida como cavidade pulpar.
 A polpa, que como mencionado anteriormente é a camada mais interna do dente, também ocupa tanto a coroa quanto a raiz dentária. Nessa camada mais interna do dente encontram-se os nervos e os vasos sanguíneos dentários. O esmalte e a dentina devem estar intactos para que o dente permaneça vivo e saudável, e uma vez que qualquer bactéria entre na câmara pulpar, o dano é irreversível. A câmara pulpar continua inferiormente da coroa até as raízes, e termina no ápice da raiz, onde existe uma abertura que permite que as estruturas entrem e saiam da câmara pulpar.
 A camada mais externa que envolve a raiz dentária é histologicamente diferente do esmalte, mas atua como seu equivalente abaixo da linha gengival, onde recobre toda a raiz do dente. Essa camada é conhecida como cemento. O ponto de encontro entre o esmalte e o cemento é chamado de junção cemento-esmalte.
 
Estrias de Retzius
As estrias de Retzius são listras visíveis no esmalte quando visto microscopicamente em secção transversal. Formada a partir de mudanças no diâmetro dos processos de Tomes, estas faixas demonstrar o crescimento do esmalte, semelhante aos anéis de árvore (crescimento por deposição ou incremental).
Mineralização dos dentes Segundo as explicações do profissional, a desmineralização dental é um processo caracterizado pela perda de cálcio do dente. Este mineral, que o constitui, é responsável por dar dureza na camada mais externa da estrutura, o esmalte dentário.
Cíngulo:
É uma saliência/elevação arredondada que fica no terço cervical da face lingual/palatal de incisivos e caninos. Representação do cíngulo na face lingual/palatal
Cúspide:
	
	
Saliência em forma de pirâmide quadrangular, típica de pré-molares e molares. Inicialmente é um pouco complicado analisar as cúspides como pirâmides, no entanto,acima nós temos uma imagem onde a cúspide foi desenhada exatamente como uma pirâmide para facilitar esta visualização. Além disso, as letras A, B, C, D, E e as setas vermelhas apontam para as cúspides do primeiro molar inferior, o único dente da arcada que naturalmente apresenta 5 cúspides. Isto vai ser tema mais para frente nas aulas de anatomia individual, mas é algo que é legal destacar aqui também: Na imagem mais para a esquerda, as letras A, C e E marcam a face vestibular, enquanto as letras B e D marcam a face lingual. Diante disto, a análise das cúspides é algo que facilita bastante o entendimento de como funciona a anatomia dos dentes que as possuem.
Cristas Marginais: 
Vão ser elevações lineares nas bordas mesial e distal da face lingual dos incisivos anteriores e da oclusal dos dentes posteriores. Nos anteriores, as cristas vão do cíngulo até os ângulos incisais e nos posteriores elas vão das cúspides vestibulares até as cúspides linguais. É possível observar o caminho que as cristas marginais (marcadas pelas setas vermelhas) percorrem nos dentes anteriores e nos posteriores. Note como nos anteriores as cristas vão ficando mais delgadas ao se aproximarem da porção incisal, sendo mais volumosas quando estão mais próximas do cíngulo. 
Ponte de Esmalte: Elevação linear que une cúspides, interrompendo um sulco principal.
Vale destacar que a ponte de esmalte é uma estrutura que proporciona resistência ao dente e deve ser preservada pelo dentista sempre que possível caso seja necessária a remoção de cárie ou algum tipo de preparo no dente.
Nas imagens, temos a representação da face oclusal do primeiro molar superior, dente onde a ponte de esmalte é bastante característica. Note como ela realmente interrompe o sulco que passa horizontalmente pela porção central do dente.
Tubérculo:
Elevação menor que uma cúspide, mas sem forma definida.
	
	
Temos a representação do Tubérculo de Carabelli, que está presente na cúspide mésio-palatal dos molares superiores, assim a análise do posicionamento do Tubérculo de Carabelli já nos permite dizer qual que é o primeiro molar superior que temos em mãos, se é o dente 16 ou 26. Vale destacar que o Tubérculo de Carabelli pode ter várias formas e tamanhos, chamando bastante atenção em alguns dentes e passando quase despercebido em outros.
Bossa:
Elevação arredondada que fica no terço cervical da face vestibular de todos os dentes e entre os terços cervical e médio da lingual de pré-molares e molares. Vale lembrar que a bossa irá estar presente tanto nos dentes permanentes quanto nos decíduos.
	
	
Sulco Principal:
Depressão linear, estreita, que separa as cúspides umas das outras. Imagens dos sulcos principais secundários (mais uma vez os primeiros molares inferiores foram utilizados para exemplificação, note a presença de 5 cúspides). Note como estes sulcos (apontados em vermelho na foto da esquerda e desenhados na da direita) separam as cúspides do dente.
	
O sulco principal de um pré molar. Note como ele tem uma distribuição muito menos complexa, separando apenas as cúspides vestibular e lingual.
	
	
Sulco Secundário:
Se distribui de forma mais irregular e em número variável nas oclusais, principalmente sobre as cúspides e na delimitação das cristas marginais.
	
Temos os sulcos principais representados pelos números 1, 2 e 3 e um sulco secundário (que está sobre a cúspide) apontado com a seta vermelha.
Fossetas:
Depressões encontradas no término dos sulcos, podendo ser principais (encontradas no final de um sulco principal ou no cruzamento de dois sulcos principais) ou secundárias (que vão ser aquelas fossetas encontradas no encontro de um sulco principal com um ou dois sulcos secundários). Percebe que realmente estás estruturas estarão presentes no encontro entre sulcos.
Fossa:
Escavação ampla e pouco profunda presenta na face lingual/palatal de dentes anteriores
Forâme Cego:
Depressão profunda, semelhante a uma fosseta, presente principalmente no terço cervical da face palatina dos anteriores.A fossa fica entre as cristas marginais, logo acima do cíngulo, enquanto o forâme cego é bastante parecido com uma fosseta na palatina dos anteriores.O forâme cego nem sempre está presente, sendo mais comum nos incisivos laterais superiores.