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OBSERVAÇÕES IMPORTANTES 
 
 Este caderno tem um total de 50 (cinquenta) questões, distribuídas da seguinte forma: 
Questões de 01 a 20: Língua Portuguesa; 
Questões de 21 a 50: Conhecimentos Específicos. 
 Verifique se este caderno está completo. 
 Para cada questão são apresentadas cinco alternativas de resposta (a, b, c, d, e), sendo que o 
candidato deverá escolher apenas uma e, utilizando caneta esferográfica azul ou preta, 
preencher o círculo (bolha) correspondente no cartão-resposta. 
 As respostas das questões deverão, obrigatoriamente, ser transcritas para o cartão-
resposta, que será o único documento válido utilizado na correção eletrônica. 
 Verifique se os dados constantes no cartão-resposta estão corretos e, se contiver algum 
erro, comunique o fato imediatamente ao aplicador/fiscal. 
 O candidato terá o tempo máximo de 04 (quatro) horas para responder a todas as 
questões deste caderno e preencher o cartão-resposta. 
 NÃO HAVERÁ SUBSTITUIÇÃO, sob qualquer hipótese, deste caderno, nem do cartão-
resposta. 
 Não serão dadas explicações durante a aplicação da prova. 
 
BOA PROVA! 
 
COORDENAÇÃO PERMANENTE DE CONCURSOS PÚBLICOS 
 
 
PROVA ESCRITA DO CONCURSO PÚBLICO PARA O PROVIMENTO DO CARGO DE PROFESSOR 
EFETIVO DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, 
CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA 
 
Edital Nº 334/2013, de 05 de novembro de 2013 
 
 
CCAADDEERRNNOO DDEE QQUUEESSTTÕÕEESS 
 
 
» CÓDIGO 69 « 
MATEMÁTICA - PERFIL 03 
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IFPB » Concurso Público | Professor Efetivo de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico » Edital Nº 334/2013 
Língua Portuguesa | 1 
LÍNGUA PORTUGUESA 
 
Leia o Texto I e responda às questões de 01 a 15. 
 
TEXTO I 
Sobre técnicas de torrar café e outras técnicas 
Ronaldo Correia de Brito
 
Já não existe a profissão de torradeira de café. Ninguém mais escuta falar nessas mulheres que 
trabalhavam nas casas de família, em dias agendados com bastante antecedência. As profissionais famosas 
pela qualidade do serviço nunca tinham hora livre. Cobravam caro e só atendiam freguesas antigas. Não era 
qualquer uma que sabia dar o ponto certo da torrefação, reconhecer o instante exato em que os grãos 
precisavam ser retirados do fogo. Um minuto a mais e o café ficava queimado e amargo. Um minuto a 
menos e ficava cru, com sabor travoso. “Pra tudo na vida existe um ponto certo”, diziam orgulhosas do 
ofício, mexendo as sementes no caco de barro escuro, a colher de pau dançando na mão bem treinada, o 
fogo aceso na temperatura exata. 
Muitos profissionais se especializavam na ciência de pôr um fim: os que mexiam a cocada no tacho 
de cobre, os que fabricavam o sabão caseiro de gorduras e vísceras animais, os que escaldavam a coalhada 
para o queijo prensado, os que assavam as castanhas. Nos terreiros de candomblé, onde se tocam para os 
orixás e caboclos, os iniciados sentem o instante em que a toada e o batuque alcançam o ponto de atuação, 
o transe que faz o santo descer e encarnar no seu cavalo. 
Nenhum movimento é mais complexo que o de finalizar. Nele, estão contidos o desapego e a 
separação, o sentimento de perda e morte. Sherazade contou suas histórias durante mil e uma noites, 
barganhando com o esposo e algoz Sheriar o direito de continuar vivendo e narrando. Mil noites é um 
número finito. O acréscimo de uma unidade ao numeral “mil” tornou-o infinito. Mil e uma noites se 
estendem pela eternidade. Sobrepondo narrativas, entremeando-as com novos contos, abrindo veredas de 
histórias que se bifurcam noutras, mantendo os enredos num contínuo com pausas diurnas, porém sem o 
ponto final, Sherazade adiou o término e a morte. De maneira análoga, Penélope tecia um manto sem 
nunca acabá-lo, acrescentando pontos durante o dia e desfazendo-os à noite. Também postergava o 
momento. [...] 
Uma artesã do barro de Juazeiro do Norte chora quando proponho comprar a cerâmica 
representando uma mulher com muletas, uma criança no peito, o feixe de lenha na cabeça. Conta a história 
que representou naquela peça simples, sente pena de separar-se de sua criatura. O xilogravador Gilvan 
Samico me apresenta os mais de cem estudos e as provas de autor até chegar à gravura definitiva. Olha 
para os lados e me confessa que se pudesse não venderia nenhuma das impressões. Confessa os dias de 
horror vividos até chegar ao instante em que se decide pela prova definitiva, quando o trabalho é 
considerado concluído e o criador experimenta a estranheza diante do que não mais lhe pertence. 
Que valor possui o esposo de Sherazade, comparado à narrativa que a liberta da morte? Talvez 
apenas o de ser o pretexto para o mar de histórias que a jovem narra ao longo de mil e uma noites. E o que 
se segue a esse imaginário fim? O que ocupa a milésima segunda noite, supostamente sem narrativas? Eis a 
pergunta que todos os criadores se fazem. O que se seguirá ao grande vazio? Deus descansou no sétimo dia 
após sua criação. O artista descansa, ou apenas se angustia pensando se a criatura que pôs no mundo está 
verdadeiramente pronta, no ponto exato de um grão de café torrado por uma mestra exímia? 
Afirmam que a flecha disparada pelo arqueiro zen busca sozinha o alvo. Num estado de absoluta 
concentração, arqueiro, arco, flecha e alvo se desprendem da energia do movimento e partem em busca do 
ponto exato. Anos de exercício levam ao disparo perfeito. O escritor trabalha com personagens que o 
obsedam, alguns chegando a cavalgá-lo como os santos do candomblé. Sonha os sonhos do outro, numa 
entrega do próprio inconsciente à criação. Enquanto se afoga em paixões, com a mão direita tenta manter-
se na superfície e salvar-se; com a mão esquerda anota frases sobre ruínas. Nunca possui a técnica exata de 
um arqueiro zen, nem a perícia de uma torradeira de café. Dialoga com a morte como Sherazade, mantém 
a respiração suspensa, negocia adiamentos e escreve. 
Num dia qualquer, sem que nada espere e sem compreender o que acontece à sua volta, um editor 
arranca papéis inacabados de sua mão. 
Disponível em: 
http://www.opovo.com.br/app/colunas/ronaldocorreiadebrito/2012/03/03/noticiasronaldocorreiadebrito,2794944
/sobre-tecnicas-de-torrar-cafe-e-outras-tecnicas.shtml Acesso em 12 jun. 2013. (Texto adaptado). 
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2 | Língua Portuguesa 
1. No TEXTO I, o autor 
a) apresenta a atual situação dos artesãos no Brasil. 
b) contesta a desigual valoração para as obras de arte. 
c) argumenta em prol da necessidade de se fomentar o fazer artístico. 
d) faz analogia entre o trabalho do artesão e o processo criativo do escritor. 
e) defende o processo de construção literária como o único capaz de ser concluído. 
2. Ao afirmar que “Sobrepondo narrativas, entremeando-as com novos contos, abrindo veredas de 
histórias que se bifurcam noutras, mantendo os enredos num contínuo com pausas diurnas, porém 
sem o ponto final, Sherazade adiou o término e a morte.” (parágrafo 3), o autor do texto retrata 
a) o poder de sedução dos contos de fada. 
b) a capacidade de inventividade narrativa como possibilidade de salvação. 
c) a impossibilidade de se concluir uma produção literária em tempos modernos. 
d) a indispensável interrelação entre ficção e realidade na concepção da obra literária. 
e) a necessidade de se conhecer os clássicos da literatura, a exemplo de Mil e uma noites e a 
Odisseia. 
3. Todas as passagens a seguir se reportam à dificuldade do artista em separar-se de sua obra, 
EXCETO: 
a) “Uma artesã do barro de Juazeiro do Norte chora quando proponho comprar a cerâmica 
representando uma mulher com muletas, uma criança no peito, o feixe de lenha na cabeça.” 
(parágrafo 4) 
b) “Olha para os lados e me confessa que se pudesse não venderia nenhuma das impressões.” 
(parágrafo 4) 
c) “Confessa os dias de horror vividos até chegar ao instante em que se decide pela prova 
definitiva, quandoo trabalho é considerado concluído e o criador experimenta a estranheza 
diante do que não mais lhe pertence.” (parágrafo 4) 
d) “Conta a história que representou naquela peça simples, sente pena de separar-se de sua criatura." 
(parágrafo 4) 
e) “O escritor trabalha com personagens que o obsedam, alguns chegando a cavalgá-lo como os 
santos do candomblé.” (parágrafo 6) 
4. A referência à técnica desenvolvida pelas torradeiras de café, apresentada no início do texto, 
a) denota a predileção do autor por técnicas artesanais, em detrimento das industriais. 
b) é uma forma de registrar o reconhecimento, por parte das novas gerações, à cultura popular. 
c) surge como uma homenagem do autor aos trabalhadores que conseguiram manter viva uma 
tradição popular. 
d) representa um exemplo da capacidade de certas técnicas rudimentares se perpetuarem ao 
longo das gerações. 
e) constitui-se ponto de partida para a discussão acerca da difícil arte de finalizar uma tarefa, tema 
retratado no decorrer do texto. 
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Língua Portuguesa | 3 
5. A finalização do processo de produção artística é retratada no texto como algo 
a) impessoal, em função das demandas comerciais. 
b) definitivo, já que registra o momento tão desejado pelo artista. 
c) angustiante e doloroso, por se tratar de uma separação entre criador e criatura. 
d) complexo, pelo fato de ser toda obra de arte o resultado de um trabalho coletivo. 
e) libertador, pois a conclusão de uma obra de arte instiga o artista a produzir sempre mais. 
6. Considerando o texto, aponte, dentre as alternativas a seguir, aquela em que as expressões 
apresentam relação sinonímica. 
a) "fabricavam" – "escaldavam" (parágrafo 2) 
b) "adiou" – "postergava" (parágrafo 3) 
c) "estendem" – "bifurcam" (parágrafo 3) 
d) "impressões" – "estranheza" (parágrafo 4) 
e) "descansa" – "angustia" (parágrafo 5) 
7. No final do texto, ao comparar o arqueiro zen ao escritor, o autor observa que 
a) o arqueiro zen, diferentemente do escritor, dificilmente atinge seu objetivo. 
b) o arqueiro zen, diferentemente do escritor, consegue, com exatidão, finalizar seu trabalho. 
c) as ações do escritor e do arqueiro zen atingem, simultaneamente, o ponto exato de finalização. 
d) o escritor, ao contrário do arqueiro zen, dedica-se com esmero ao processo de produção, antes 
de finalizar seu trabalho. 
e) o escritor e o arqueiro zen não conseguem finalizar seus trabalhos com êxito, por mais que se 
esforcem. 
8. A coesão de um texto se dá através da conexão entre vários enunciados e da relação de sentido 
existente entre eles. Em relação à coesão presente no texto, o termo destacado encontra-se 
devidamente justificado em: 
a) “Ninguém mais escuta falar nessas mulheres que trabalhavam nas casas de família, *...+” 
(parágrafo 1). O termo em destaque indica uma referência à expressão “freguesas antigas” 
(parágrafo 1). 
b) “Nele, estão contidos o desapego e a separação *...+” (parágrafo 3). O termo em destaque faz 
referência a “nenhum movimento” (parágrafo 3). 
c) “*...+ quando o trabalho é concluído e o criador experimenta a estranheza diante do que não 
mais lhe pertence.” (parágrafo 4). O conectivo “e” indica uma progressão semântica que 
acrescenta um dado novo. 
d) “*...+ a jovem narra ao longo de mil e uma noites.” (parágrafo 5). O vocábulo em destaque 
caracteriza uma referência mais específica em relação ao termo a que se refere: “Sherazade”. 
e) “*...+ alguns chegando a cavalgá-lo *...+” (parágrafo 6). O termo destacado substitui a expressão 
“santos do candomblé”. 
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4 | Língua Portuguesa 
9. Em “Nos terreiros de candomblé, onde se tocam para os orixás e caboclos, os iniciados sentem o 
instante em que a toada e o batuque alcançam o ponto *...+” (parágrafo 2), as vírgulas utilizadas 
a) evidenciam a expressão vocativa. 
b) indicam uma oração de valor comparativo. 
c) demarcam uma explicação acerca do espaço. 
d) determinam a introdução de expressão da fala do autor. 
e) marcam a opinião do autor em relação à informação anterior. 
10. Analise as proposições a seguir: 
I. As palavras “desapego” e “separação” pertencem ao mesmo campo semântico. 
II. O prefixo na palavra “infinito” exprime sentido de negação. 
III. O termo sublinhado em “O escritor trabalha com personagens que o obsedam” tem como 
referente a expressão “escritor”. 
É CORRETO o que se afirma apenas em 
a) I. b) II. c) III. d) I e II. e) I e III. 
11. O termo destacado em “Enquanto se afoga em paixões, com a mão direita tenta manter-se na 
superfície e salvar-se *...+” (parágrafo 6), pode ser substituído, sem alteração de sentido, por: 
a) Porque 
b) Para que 
c) Porquanto 
d) Contanto que 
e) Ao mesmo tempo que 
12. Os conectivos ou partículas linguísticas de ligação, além de exercer funções coesivas, manifestam 
ainda diferentes relações de sentido entre os enunciados. Aponte, dentre as alternativas a seguir, 
aquela em que a relação estabelecida pelo conectivo em destaque está CORRETAMENTE indicada 
entre parênteses. 
a) “Uma artesã do barro de Juazeiro do Norte chora quando proponho comprar a cerâmica”. – 
(Proporção). 
b) “Enquanto se afoga em paixões, com a mão direita tenta manter-se na superfície e salvar-se;” – 
(Consequência). 
c) “Dialoga com a morte como Sherazade, [...]” – (Comparação). 
d) “Olha para os lados e me confessa que se pudesse não venderia nenhuma das impressões.” – 
(Finalidade). 
e) “Num dia qualquer, sem que nada espere e sem compreender o que acontece à sua volta [...]” – 
(Adversidade). 
 
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Língua Portuguesa | 5 
13. Por vezes, a omissão de palavras ou expressões não acarreta alteração no sentido de orações ou 
períodos, já que tal omissão pode ser depreendida do contexto. Há, dentre as alternativas a seguir, 
uma ocorrência assim caracterizada. Aponte-a. 
a) "Mil e uma noites se estendem pela eternidade". (parágrafo 3) 
b) "O que se seguirá ao grande vazio?" (parágrafo 5) 
c) "Deus descansou no sétimo dia após sua criação". (parágrafo 5) 
d) "Nunca possui a técnica exata de um arqueiro zen, *...+” (parágrafo 6) 
e) "[...] a flecha disparada pelo arqueiro zen busca sozinha o alvo". (parágrafo 6) 
14. Analise as proposições a seguir, acerca da pontuação, e assinale (V), para o que for verdadeiro, e (F), 
para o que for falso. 
( ) No trecho “De maneira análoga, Penélope tecia um manto *...+", a vírgula é utilizada para 
separar uma expressão adverbial disposta no início do período. 
( ) Em “Dialoga com a morte como Sherazade, mantém a respiração suspensa, negocia adiamentos 
e escreve.”, as vírgulas são utilizadas para separar orações coordenadas. 
( ) Em “Enquanto se afoga em paixões, com a mão direita tenta manter-se na superfície e salvar-
se; *...+”, não há razão linguístico-gramatical que justifique a presença da vírgula na sentença. 
Assim, seu uso é facultativo. 
A sequência que completa CORRETAMENTE os parênteses é 
a) V V F 
b) V F F 
c) F V F 
d) V V V 
e) F F V 
15. A regência verbal em destaque na frase “mulheres que trabalhavam nas casas de família” é a 
mesma do verbo destacado em 
a) “Anos de exercício levam ao disparo perfeito.” 
b) “Deus descansou no sétimo dia após sua criação.” 
c) “Muitos profissionais se especializavam na ciência de pôr um fim: *...+” 
d) “O xilogravador Gilvan Samico me apresenta os mais de cem estudos: *...+.” 
e) “*...+ o criador experimenta a estranheza diante do que não mais lhe pertence.” 
 
 
 
 
 
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IFPB » Concurso Público | Professor Efetivo de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico » Edital Nº 334/20136 | Língua Portuguesa 
As questões de 16 a 18 referem-se ao TEXTO II, a seguir: 
 
TEXTO II 
Capítulo I 
 
− Muito trabalho, mestre Zé? 
− Está vasqueiro. Tenho umas encomendas de Gurinhém . Um tangerino passou por aqui e 
me encomendou esta sela e uns arreios. Estou perdendo o gosto pelo ofício. Já se foi o tempo em 
que dava gosto trabalhar numa sela. Hoje estão comprando tudo feito. E que porcarias se vendem 
por aí! Não é para me gabar. Não troco uma peça minha por muita preciosidade que vejo. Basta 
lhe dizer que seu Augusto do Oiteiro adquiriu na cidade uma sela inglesa, coisa cheia de 
arrebiques. Pois bem, aqui esteve ela para conserto. Eu fiquei me rindo quando o portador do 
Oiteiro me chegou com a sela. E disse, lá isto disse: “por que seu Augusto não manda consertar 
esta bicha na cidade?” E deu pela sela um preção. Se eu fosse pedir o que pagam na cidade, me 
chamavam de ladrão. É, mestre José Amaro sabe trabalhar, não rouba a ninguém, não faz coisa de 
carregação. Eles não querem mais os trabalhos dele. Que se danem. Aqui nesta tenda só faço o 
que quero. 
REGO, José Lins do. Fogo Morto. Record: Rio de Janeiro, 2003. 
16. Pelo disposto acima, é CORRETO afirmar sobre o Mestre José Amaro: 
a) Mostra-se insatisfeito com os resultados de seus últimos trabalhos. 
b) Prefere trabalhar para clientes de fora, pois estes valorizam seu trabalho. 
c) Orgulha-se do esmero com que desenvolve seu trabalho e da qualidade que lhe imprime. 
d) Embora se envaideça de seu ofício, preocupa-se com o fato de não poder mais executá-lo da 
melhor forma. 
e) Questiona a qualidade do trabalho de outros seleiros, mas reconhece o valor dos novos 
materiais industrializados. 
17. “É, mestre José Amaro sabe trabalhar, não rouba a ninguém, não faz coisa de carregação. Eles não 
querem mais os trabalhos dele. Que se danem. Aqui nesta tenda só faço o que quero”. A fala final 
de Mestre José Amaro revela 
a) certa resignação diante das novas demandas do mercado. 
b) revolta por desenvolver seu ofício numa região de parcas condições. 
c) a decisão de não mais confeccionar produtos para o senhor Augusto do Oiteiro. 
d) a sua disposição em manter-se fiel ao trabalho de qualidade que sempre desenvolveu. 
e) a determinação por continuar tentando convencer os vaqueiros da qualidade de suas selas. 
 
 
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Língua Portuguesa | 7 
18. Atente para a seguinte passagem: “Eles não querem mais os trabalhos dele.” 
Agora, considere as seguintes afirmações acerca da expressão em destaque: 
I. Retoma um termo expresso anteriormente. 
II. Refere-se diretamente aos moradores e comerciantes da cidade. 
III. Embora não se refira a nenhum elemento textual anterior, o contexto possibilita a recuperação 
do termo referente. 
Está(ão) CORRETA(S): 
a) III apenas 
b) I e II apenas. 
c) I e III apenas. 
d) II e III apenas. 
e) I, II e III. 
19. Leia a seguir: 
I. “Declaração fundamentada em ponto de vista a respeito de um fato ou negócio.” 
II. “É o instrumento pelo qual Ministros ou outras autoridades expedem instruções sobre a 
organização e funcionamento de serviço e praticam outros atos de sua competência.” 
III. “Modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem 
estar hierarquicamente em mesmo nível ou em níveis diferentes. Trata-se, portanto, de uma 
forma de comunicação eminentemente interna.” 
As descrições dizem respeito, respectivamente, a 
a) Parecer – Portaria – Memorando. 
b) Ofício – Relatório – Parecer. 
c) Parecer – Ofício – Portaria. 
d) Memorando – Ofício – Declaração. 
e) Portaria – Requerimento – Relatório. 
20. Pela própria natureza, a redação oficial deve apresentar uma linguagem que obedeça a critérios 
específicos. Todas as características a seguir devem compor a redação oficial, EXCETO: 
a) Impessoalidade e clareza. 
b) Uso da linguagem padrão. 
c) Tratamento linguístico formal. 
d) Concisão e transparência de sentido. 
e) Presença de conotação e da criatividade do emissor. 
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8| Código 69 « Matemática - Perfil 03 « Conhecimentos Específicos 
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
» MATEMÁTICA - PERFIL 03 | CÓDIGO 69 « 
21. A Filosofia da Educação Matemática é constituída pelos princípios filosóficos da Filosofia da 
Educação e da Filosofia da Matemática, que são caracterizados pelos aspectos 
a) do pensar analítico, crítico, reflexivo e abrangente. 
b) básicos presentes no ato educativo, como é o caso do ensino, da aprendizagem, de propostas 
político-pedagógicas, do lugar onde se dá. 
c) de análise crítica, reflexiva, sistemática e universal, ao tratar de temas concernentes à região de 
inquérito da Matemática. 
d) que indicam uma linhagem de progressivismo ao construtivismo na Matemática. 
e) culturais, privilegiando a experiência do indivíduo e respeitando seus conhecimentos na área. 
22. Em relação a Filosofia da Matemática, considere o texto abaixo: 
 
“... nosso trabalho é falível, como todo trabalho humano. Constantemente cometemos erros e há 
padrões objetivos que podemos não atingir – padrões de verdade, conteúdo, validez e outros.” 
(POPPER, 1975) 
A concepção de que a Matemática é um conhecimento falível e sempre sujeito à revisão é 
defendida por: 
a) Husserl b) Heidegger c) Skovsmose d) Kant e) Lakatos 
23. A fenomenologia, que é uma escola filosófica, tem como cerne: 
a) “a busca do sentido que as coisas que estão à nossa volta, no horizonte do mundo-vida, fazem 
para nós. É essa busca de sentido que faz a diferença e se coloca como significativa, em especial 
no contexto da Educação” (BICUDO, 2010). 
b) “analisar a atividade matemática buscando oferecer subsídios especificamente psicológicos para 
o debate interdisciplinar referente ao campo mais amplo da educação matemática” (FALCÃO, 
2003). 
c) “entender o conhecimento e o comportamento humanos nas várias regiões do planeta ao longo 
da evolução da humanidade, naturalmente reconhecendo que o conhecimento se dá de 
maneira diferente em culturas diferentes e em épocas diferentes” (D’AMBRÓSIO, 2004). 
d) “que 'educação matemática para a cidadania' é como se fosse o mesmo que 'educação 
matemática para oportunidades individuais de emprego'” (SKOVSMOSE, 2007). 
e) “extrair os dados da realidade e os comparar às hipóteses; o laboratório de pesquisa em didática 
é tanto o escritório de trabalho, a sala de aula, a escola ou a sociedade, quanto à história; um tal 
laboratório é o lugar onde juntamos os dados e onde colocamos à prova as 
hipóteses.”(MACHADO, 2002). 
 
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Conhecimentos Específicos » Matemática - Perfil 03 » Código 69 | 9 
24. O conjunto das condições que determinam, quase sempre implicitamente, aquilo que cada um dos 
dois parceiros da relação didática (professor e aluno) tem a responsabilidade de gerenciar, e do que 
tem que prestar conta ao outro, dependendo das estratégias adotadas de acordo com diferentes 
contextos, corresponde, em Didática da Matemática, à noção de: 
a) Transposição didática 
b) Obstáculos epistemológicos 
c) Situações didáticas 
d) Contrato didático 
e) Registros de representações 
25. Leia o texto a seguir a respeito das trajetórias do saber. 
O saber científico está associado à vida acadêmica, embora nem toda produção acadêmica 
represente um saber científico. Nem todo saber criado nas universidades e nos institutos está 
associado ao ensino básico, pois sua natureza é distinta do saber escolar. 
O saber escolar representa o conjunto dos conteúdos previstos na estrutura curricular das várias 
disciplinas escolares, historicamente contempladas na história da educação. No ensino da 
Matemática, boaparte dos conteúdos provém da matemática grega, e na escola, embora, as 
atividades matemáticas, sejam apresentadas com vários aspectos vinculados aos conceitos 
matemáticos originais, ocorrem muitas mudanças, tanto no conteúdo como em outros elementos 
do sistema didático. Nessa via de acesso entre o saber científico e saber escolar, desenvolve-se 
vários recursos didáticos, que ultrapassam os limites do saber matemático. 
Assinale a alternativa que melhor representa a ideia do texto em questão: 
a) Criações didáticas 
b) Contrato didático 
c) Engenharia didática 
d) Dimensões do fenômeno didático 
e) Transposição didática 
26. Na prática pedagógica da matemática, pode-se notar situações em que o aluno se sente 
momentaneamente bloqueado diante da dificuldade em resolver um problema proposto. 
Percebendo a situação e na tentativa de acelerar sua tarefa pedagógica, comumente o professor 
antecipa o resultado que o aluno deveria obter pelo próprio esforço. A situação descrita é 
denominada 
a) efeito didático Jourdain. 
b) efeito didático Topázio. 
c) efeito didático da Analogia. 
d) efeito didático Dienes. 
e) deslize metacognitivo. 
 
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27. Na história da Educação Matemática (EM), a partir da década de 1920, com o movimento 
“escolanovista”, surgiram aqueles que poderiam ser denominados de primeiros “educadores 
matemáticos” brasileiros, como Everardo Backheuser e Euclides Roxo. Nas décadas de 1940 e 1950, 
outros professores de Matemática se destacaram, mas Júlio César de Melo e Souza (Malba Tahan) 
se evidenciou pela qualidade e quantidade de publicações matemáticas com características diversas, 
tais como 
a) romances; textos de divulgação/popularização da matemática e de orientação didática; estudos 
bibliográficos de tópicos específicos da matemática; artigos em diversos encontros brasileiros de 
Educação Matemática; estudos de episódios da história da matemática como biografias, 
paradoxos, lendas, problemas célebres; levantamentos e ilustrações de fatos, de jogos e 
curiosidades populares. 
b) textos de divulgação/popularização da matemática e de orientação didática; estudos 
bibliográficos de tópicos específicos da matemática; artigos em revistas brasileiras de Educação 
Matemática; estudos de episódios da história da matemática como biografias, paradoxos, 
lendas, problemas célebres; levantamentos e ilustrações de fatos, de jogos e curiosidades 
populares. 
c) textos de divulgação científica da matemática e de orientação didática; estudos bibliográficos de 
tópicos específicos da matemática; artigos em diversos encontros brasileiros de Educação 
Matemática; estudos de episódios da história da matemática como biografias, paradoxos, 
lendas, problemas célebres; levantamentos e ilustrações de fatos, de jogos e curiosidades 
populares. 
d) romances; textos de divulgação/popularização da matemática e de orientação didática; estudos 
bibliográficos de tópicos específicos da matemática; estudos de episódios da história da 
matemática como biografias, paradoxos, lendas, problemas célebres; levantamentos e 
ilustrações de fatos, de jogos e curiosidades populares. 
e) romances; estudos bibliográficos de tópicos específicos da matemática; artigos em revistas 
brasileiras de Educação Matemática; estudos de episódios da história da matemática como 
biografias, paradoxos, lendas, problemas célebres; levantamentos e ilustrações de fatos, de 
jogos e curiosidades populares. 
28. O matemático tende a conceber a matemática como um fim em si mesma e, quando requerido a 
atuar na formação de professores de Matemática, tende a promover uma educação para a 
matemática, priorizando os conteúdos formais e uma prática voltada à formação de novos 
pesquisadores em matemática. Já o educador matemático tende a 
a) manter a tradição seguindo a linha de pesquisa acadêmica, buscando novos conhecimentos na 
área. 
b) privilegiar questões pedagógico-educativas, partindo para pesquisa acadêmico-científica 
relacionadas à Didática, Filosofia , História, Políticas Públicas, deixando a Matemática longe 
dessas interferências. 
c) conceber a matemática como um meio ou instrumento importante à formação intelectual e 
social de crianças, jovens e adultos e também do professor de matemática do ensino 
fundamental e médio, provendo a educação pela matemática, ou seja, colocar a matemática a 
serviço da educação. 
d) produzir pesquisas por meio de processos hipotético-dedutivos, bem como novos 
conhecimentos e ferramentas matemáticas que possibilitem o desenvolvimento da matemática 
pura e aplicada. 
e) manter a Matemática separada de outras áreas do conhecimento considerando-a como nova 
área que privilegia, somente, a cultura e as experiências pessoais dos professores. 
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29. Em relação à Educação Matemática pode-se afirmar que é uma área do conhecimento das ciências 
sociais ou humanas que estuda o ensino e a aprendizagem de matemática e se caracteriza como 
uma práxis que envolve o domínio 
I. do conteúdo específico (a matemática). 
II. das ideias e processos pedagógicos relativos à transmissão/assimilação e/ou à 
apropriação/construção do saber matemático escolar. 
III. do conteúdo específico da Pedagogia, Ciências e Letras uma vez que envolve estas áreas do 
conhecimento. 
 
Está(ão) CORRETO(S) apenas o(s) item(ns) 
 
a) I e II 
b) I, II e III 
c) II e III 
d) II 
e) III 
30. O inciso I, do art. 21, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº 9.394/96 estabelece 
que a Educação Básica é formada por 
a) Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Superior. 
b) Ensino Fundamental e Ensino Médio. 
c) Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. 
d) Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior. 
e) Creche, Ensino Médio e Ensino Superior. 
31. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) do Ensino Médio, os objetivos, em cada 
área do conhecimento, devem envolver, de forma combinada, o desenvolvimento de 
conhecimentos práticos, contextualizados, que correspondam às necessidades da vida 
contemporânea, e de conhecimentos mais amplos e abstratos, que correspondam a uma cultura 
geral e uma visão de mundo. Nesse contexto, analise as competências abaixo: 
I. Compreender os conceitos, procedimentos e estratégias matemáticas que permitam 
desenvolvimento de estudos posteriores e aquisição de uma formação científica geral. 
II. Dimensionar a capacidade crescente do homem propiciada por pesquisa de dados. 
III. Analisar e valorizar informações provenientes de diferentes fontes, utilizando ferramentas 
inerentes à área para formar uma opinião própria que lhe permita expressar-se criticamente 
sobre problemas diversos da atualidade. 
IV. Reconhecer o ser humano como agente e paciente das transformações intencionais por ele 
produzidas em seu meio ambiente. 
 
Está CORRETO afirmar que são competências estabelecidas para a área de matemática aquelas 
apresentadas apenas em 
 
a) I e II b) I, II e IV c) I e III d) II e IV e) I e IV 
 
 
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Para responder às questões 32, 33 e 34 considere a Resolução CNE/CEB nº 2 de 30/01/2012, que 
define as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. 
32. De acordo com o art. 8º, da referida Resolução, o currículo é organizado em áreas do conhecimento. 
Assinale a alternativa que apresenta, CORRETAMENTE, essas áreas. 
a) Códigos e Linguagens; Ciências da Natureza e Matemática; CiênciasHumanas. 
b) Linguagem; Ciências da Natureza e Matemática; Ciências Humanas. 
c) Linguagem; Matemática; Ciências da Natureza; Ciências Humanas. 
d) Códigos e Linguagens; Matemática; Ciências da Natureza; Ciências Humanas. 
e) Linguagens; Matemática; Ciências da Natureza; Ciências Sociais. 
33. Em relação ao seu art. 4º, as unidades escolares de Educação Básica e de Ensino Médio devem 
estruturar seus projetos político-pedagógicos considerando as finalidades previstas na Lei nº 
9.394/96 (LDB). Assinale a alternativa que apresenta uma dessas finalidades: 
a) A compreensão dos fundamentos científicos, psicológicos e filosóficos, relacionando a teoria à 
prática. 
b) A consolidação e o aprimoramento dos conhecimentos antropológicos para o desenvolvimento 
do pensamento crítico. 
c) A compreensão dos fundamentos científicos tecnológicos dos processos produtivos, 
relacionando a teoria à prática. 
d) O aprimoramento do educando como pessoa, incluindo sua formação espiritual e religiosa. 
e) A preparação básica do educando para o mercado consumidor. 
34. De acordo com seu art. 21, o Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) deve, progressivamente, 
compor o Sistema de Avaliação do Ensino Básico (SAEB), assumindo as funções de avaliação 
I. sistêmica, que tem como objetivo subsidiar as políticas públicas para a Educação Básica. 
II. normativa, que proporciona livre acesso às universidades da América Latina. 
III. certificadora, que proporciona àqueles que estão de fora da escola aferir seus conhecimentos 
construídos em processo de escolarização, assim como os conhecimentos tácitos adquiridos ao 
longo da vida. 
IV. classificatória, que contribui para o acesso democrático à Educação Superior. 
 
Está CORRETO o que se afirma apenas em 
 
a) I, II e III 
b) I, II e IV 
c) I, III e IV 
d) I e II 
e) II e IV 
 
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35. Tendo em conta a interdisciplinaridade, observe a afirmação abaixo: 
“A necessidade da interdisciplinaridade na produção e na socialização do conhecimento ao campo 
educativo vem sendo discutida por vários autores, principalmente por aqueles que pesquisam as 
teorias curriculares e as epistemologias pedagógicas. De modo geral, a literatura sobre esse tema 
mostra que existe pelo menos uma posição consensual quanto ao sentido e a finalidade da 
interdisciplinaridade” (THIESEN, 2008). 
 
Qual a afirmação que melhor representa esse consenso? 
 
a) A interdisciplinaridade destaca-se por seu enfoque teórico e obteve impulso na segunda metade 
do século passado, firmando-se no campo das ciências exatas e naturais pelo seu caráter de 
especialização do conhecimento, causados por uma epistemologia de tendência positivista. 
b) A interdisciplinaridade aparece com maior intensidade no campo das ciências naturais e 
matemáticas, marcada por sua preocupação com uma visão menos totalizadora da realidade 
cognoscível e com a consequente dialogicidade das ciências. 
c) A interdisciplinaridade aponta para a especialização e individualização do conhecimento 
científico, uma tendência completamente ocidental. 
d) A interdisciplinaridade, por seu caráter social, divide o todo em partes constitutivas, 
subdividindo cada uma de suas partes até aos seus mais ínfimos elementos. 
e) A interdisciplinaridade busca responder à necessidade de superação da visão fragmentada nos 
processos de produção e socialização do conhecimento e caminha para novas formas de 
organização do conhecimento. 
36. Em relação ao estágio supervisionado, analise a citação a seguir: 
"O Estágio Supervisionado poderá ser um agente contribuidor na formação do professor, 
caracterizando-se como objeto de estudo e reflexão. Ao estagiar, o futuro professor passa a 
enxergar a educação com outro olhar, procurando entender a realidade da escola, o 
comportamento dos alunos, dos professores e dos profissionais que a compõem. Com isso faz uma 
nova leitura do ambiente (escola, sala de aula, comunidade), procurando meios para intervir 
positivamente" (JANUÁRIO, 2008). 
Com base na citação acima, assinale a alternativa INCORRETA: 
 
a) De posse dos fundamentos teóricos adquiridos na universidade, espera-se que o professor-
aluno em seus estágios, consiga confrontar a teoria com a realidade, observando e analisando as 
ações de alunos e professor, socializando posteriormente suas experiências na universidade, na 
busca de possíveis soluções. 
b) O professor-aluno de Estágio Supervisionado deve participar das aulas no Ensino Básico, 
observando, analisando e aprendendo como o professor da sala leciona e conduz sua aula 
cotidianamente, acompanhando a elaboração e a aplicação das atividades. 
c) O professor-aluno passará a avaliar, desde o início do Estágio Supervisionado, as ações de 
professores e alunos em sala de aula, bem como substituir o professor regente, sempre que este 
se ausentar, cumprindo suas orientações e o conteúdo prescrito pelo mesmo. 
d) Cabe ao professor-aluno, no Estágio Supervisionado, observar o processo de ensino-
aprendizagem; participar, colaborando com o professor da sala, auxiliando em projetos de 
recuperação, elaboração e aplicação de provas e trabalhos, correções, preenchimento de diários 
e em eventos e excursões. 
e) No Estágio Supervisionado, o professor-aluno deverá canalizar sua observação em relação à 
concepção do processo de ensino e de aprendizagem; assumir a classe por uma aula somente, 
elaborando antecipadamente o plano de aula, selecionando e preparando previamente o 
material didático, apresentados ao professor da sala e ao supervisor de estágio. 
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37. As orientações para o Estágio Supervisionado dos cursos de licenciatura contidas nas Resoluções 
(CNE/CP nº 1/2002 e nº 2/2002) definem que sua realização em escolas de educação básica deverá 
desenvolver-se: 
a) ao longo do curso com carga horária de 420 horas. 
b) a partir da segunda metade do curso, com carga horária de 400 horas. 
c) nos dois primeiros anos de curso, com carga horária de 400 horas. 
d) no último ano do curso, com carga horária de 400 horas. 
e) intercaladamente ao longo do curso, com total de 200 horas. 
38. O contexto escolar faz parte dos conhecimentos dos professores, cujo processo de formação é 
contínuo, e inclui as diversas formas de aprendizagem, interesses, necessidades e dificuldades dos 
alunos, além de grande repertório de técnicas e competências da regência em sala de aula 
(JANUÁRIO, 2008). Considere as contribuições desse processo para a formação do professor-aluno, 
e assinale (V) para o que for Verdadeiro e (F) para o que for Falso. 
( ) O futuro professor, deparando-se com a realidade, percebe que está completamente apto e 
pronto para exercer sua profissão. 
( ) As experiências produzem discussões com colegas, leituras e pesquisas, que não se dão apenas 
na universidade, possibilitando a reflexão crítica e desenvolvendo, assim, sua própria 
identidade como professor. 
( ) O licenciando compreende que esse processo se inicia antes mesmo do curso de graduação, nas 
interações entre todas as situações e atores que fizeram parte de sua formação, e passa a 
valorizar tanto os conhecimentos teóricos adquiridos na universidade quanto sua participação 
efetiva no Estágio Supervisionado. 
( ) Os licenciandos passam por uma transformação e se veem como protagonistas em sala de aula, 
pondo em prática toda experiência adquirida com o professor regente no Estágio 
Supervisionado. 
 
A sequência CORRETA é 
 
a) F F V V b) V V V F c) V F V F d) F V V F e) V V F F 
39. Assim como muitos profissionais necessitam de locais apropriados para desenvolverem suas 
funções,pois o bom desempenho de todo profissional depende também dos ambientes e dos 
instrumentos disponíveis ao seu alcance, o Laboratório de Ensino de Matemática (LEM), por si só e 
por sua grande contribuição às práticas de ensino de matemática possui grande importância na 
formação de professores de Matemática (LORENZATO, 2006). 
Marque a alternativa que NÃO apresenta as concepções de uso do LEM: 
a) Depósito/arquivo para guardar instrumentos, livros, filmes, materiais didáticos e pedagógicos de 
matemática. 
b) Espaço dedicado à criação de situações pedagógicas desafiadoras; 
c) Local reservado, preferencialmente, para aulas regulares de Matemática; 
d) Espaço reservado para lazer, descanso e brincadeiras livres dos alunos na escola; 
e) Espaço reservado para aulas de reforço de Matemática, criação e desenvolvimento de materiais 
experimentais, inclusive de produção de materiais instrumentais de matemática. 
 
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Utilize o texto abaixo para responder às questões 40, 41 e 42. 
 
“Na prática pedagógica da matemática, a avaliação tem, tradicionalmente, se centrado nos 
conhecimentos específicos e na contagem de erros. É uma avaliação somativa, que não só seleciona 
os estudantes, mas os compara entre si e os destina a um determinado lugar numérico em função 
das notas obtidas. 
Porém, mesmo quando se trata da avaliação informativa, é possível ir além da resposta final, 
superando, de certa forma, a lógica estrita e cega do “certo ou errado”. Para que a avaliação da 
matemática informativa extrapole o lugar comum da classificação por notas, e surja como estratégia 
para a orientação da prática pedagógica, ela deve levar em conta os principais elementos envolvidos 
no processo de ensinar/aprender – o aluno, o professor e o saber –, possibilitando que tanto o 
professor como o aluno tenham um indicativo de como este está se relacionando com o saber 
matemático. Para isso, o aluno deve ser sujeito no processo de avaliação e não apenas o objeto a 
ser avaliado. Embora este procedimento seja visto por alguns como algo muito complicado, pode 
ser introduzido no cotidiano escolar sem grandes alterações da prática pedagógica do professor. 
Dentre as muitas possibilidades de alcançar tal objetivo é considerar os erros dos alunos" 
(PAVANELLO, NOGUEIRA, 2006). 
OBSERVAÇÃO: 
Matemática informativa, é a que serve de ferramenta para “a atuação diária e para muitas tarefas 
específicas de quase todas as atividades laborais”. 
Matemática formativa, definida por Santaló (1996) é aquela que ajuda a estruturar o pensamento e 
a agilizar o raciocínio dedutivo. 
40. Em relação à Matemática formativa, é CORRETO afirmar que 
a) se prende ao conhecimento pronto e acabado. 
b) aborda conteúdos como: porcentagens, funções e gráficos, interpretação e confecção de 
tabelas, a exploração do raciocínio combinatório e do probabilístico, grandezas e medidas, etc., 
que são essenciais para a compreensão do mundo em que vivemos. 
c) tem a ver com o processo de construção do conhecimento e se preocupa com o cultivo de 
atitudes matemáticas, tais como: estabelecer relações entre objetos matemáticos e formular 
conjecturas, testá-las e prová-las, se for o caso. 
d) ocupa-se em promover a memorização, privilegiando apenas a mecanização de regras. 
e) depende das necessidades futuras do aprendiz e do momento histórico. 
41. Na avaliação em Matemática, o erro é considerado como 
a) fator negativo que promove no aluno um sentimento de fracasso. 
b) fator negativo, por estimular a competitividade entre os alunos. 
c) fator positivo para estabelecer classificação e, consequentemente, um ótimo instrumento 
seletivo, pois, de acordo com a quantidade de erros apresentados pelo aluno, pode-se aprovar 
ou eliminar um candidato de forma justa e racional. 
d) fator positivo, quando considerado como instrumento de compreensão de si mesmo pelo aluno 
e motivação para superar suas dificuldades e uma atitude positiva para seu futuro pessoal. 
e) fator negativo, pois expõe alunos com dificuldades, favorecendo sua antipatia pela Matemática, 
não beneficiando de maneira alguma seu aprendizado. 
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42. O Texto apresenta o aluno como sujeito no processo de avaliação. Qual a participação do professor 
implícita nessa proposta? 
a) O professor é um observador, que espera pacientemente o desenvolvimento do aluno diante de 
certo conteúdo matemático aplicado. 
b) É o objeto de avaliação constante, uma vez que seus conhecimentos são testados a cada 
conteúdo programático trabalhado. 
c) O professor é coadjuvante nesse processo, uma vez que sua atuação se restringe a sanar 
dúvidas que por ventura o aluno venha a ter. 
d) A participação do professor é a de um observador atento que, enquanto os alunos realizam 
tarefas, mantém com estes um diálogo, de modo a compreender seus processos de pensamento 
e intervir quando necessário. 
e) O professor, nesse processo, deve dar total liberdade ao aluno para que este possa dedicar-se 
ao desenvolvimento de seu aprendizado como e quando quiser. 
43. A publicação de Van de Walle (2009) tem a Resolução de Problemas como principal estratégia de ensino-
aprendizagem de matemática. Segundo o autor, “A maioria, senão todos, dos conceitos e procedimentos 
matemáticos podem ser ensinados melhor através da Resolução de Problemas”. Sobre essa tendência 
metodológica para o ensino-aprendizagem de matemática, é CORRETO afirmar que 
a) ter contextos para que os problemas se tornem interessantes é o principal foco nas suas atividades. 
b) o professor ensina o conteúdo e depois apresenta os problemas a serem resolvidos por seus alunos. 
c) as explicações e instruções dadas pelo professor são mais importantes que as ideias do aluno, 
que são inerentes ao problema. 
d) cada boa tarefa possui um único caminho para chegar à solução, cabe ao aluno descobri-lo. 
e) uma tarefa deve ser elaborada em termos de conceitos matemáticos e não baseada em 
habilidades a serem desenvolvidas. 
44. A Modelagem Matemática — arte que transforma situações da realidade em problemas 
matemáticos com soluções interpretadas na linguagem usual (BASSANEZI, 2011) — tem o aluno (o 
aprendedor) na posição de sujeito do processo cognitivo, com o conhecimento passando de objeto 
que o professor ensina para objeto que o aluno aprende (MEYER, 2011). Dentro desses parâmetros, 
qual a alternativa INCORRETA? 
a) Problematizar o currículo estabelecido pela escola não é uma questão fácil para o professor que 
opta pela Modelagem Matemática. 
b) No processo dessa tendência metodológica, um problema, com dados provenientes de situações 
reais, se adequa às ferramentas matemáticas ao alcance do saber e da aprendizagem do aluno. 
c) Com a Modelagem, pretende-se que o aluno aprenda matemática problematizando contextos 
sociais, já que a Modelagem e a Matemática se posicionam no mesmo patamar das 
preocupações sociais. 
d) Uma condição imprescindível na Modelagem é a de um contexto matemático com alto grau de 
elaboração. 
e) Mesmo com um planejamento de curso, há mudanças de posturas e/ou atitudes entre alunos e 
professor. A produção na sala de aula depende da participação dos alunos, o que pode 
desestabilizar o professor habituado a repetir, sequencialmente, o que matemáticos preconizaram. 
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45. A respeito da Modelagem Matemática, analise as afirmações a seguir assinalando (V) para o que for 
Verdadeiro ou (F) para o quefor Falso. Observe a sequência delas e escolha a alternativa correta. 
( ) Na Modelagem Matemática, o professor designa uma situação inicial (problemática) para ser 
matematizada pelos alunos; na sequência, o professor indica cada passo do caminho a seguir 
até que o aluno chegue à situação final (a construção de um modelo). 
( ) Na perspectiva da Modelagem, a preparação do futuro professor deve ser pensada de maneira 
que este possa atuar, junto a seus alunos, como pesquisador da vivência cotidiana, tendo a 
curiosidade e o desafio como motivação. 
( ) A aula expositiva e explicativa, na qual o aluno tem o papel de expectador e depositário de 
informações, é favorável ao desenvolvimento das tendências de Resolução de Problemas ou de 
Modelagem Matemática. 
( ) Muitos cursos de Licenciatura em Matemática ainda carecem mudar a dinâmica da sala de aula, 
tornando-a integrativa e criativa a fim de que esses cursos tenham seus programas vinculados 
ao contexto social. Esse cenário propicia, aos futuros professores, o vivenciar das diversas 
tendências para o ensino-aprendizagem de Matemática. 
( ) Tanto a Modelagem na Matemática Aplicada quanto a Modelagem na Educação Matemática 
possuem diversas perspectivas, mas com o objetivo comum de estudar, resolver e compreender 
um problema da realidade ou de outra área do conhecimento, utilizando, para isso, a 
Matemática, bem como outras disciplinas e ideias. 
 
A sequência CORRETA é 
 
a) V V F V F b) V F V F V c) F V F V V d) F F V V F e) F F F V V 
46. Analise a citação a seguir: “Recentemente foi institucionalizada no Brasil a área de Ensino de 
Matemática e Ciências, que deu origem a diferentes programas de pós-graduação, sendo que 
muitos dentre eles oferecem cursos de Mestrado Profissionalizante” (CARNEIRO, 2008). Em relação 
a esse contexto, é CORRETO afirmar que: 
a) Tais cursos têm as mesmas características dos cursos de Mestrado Acadêmico: são terminais, 
visam à melhoria do ensino e a qualificação profissional docente, sendo oferecidos 
exclusivamente para os professores no exercício da profissão. 
b) A constituição do “professor pesquisador” se relaciona às inquietudes que emergem de sua 
prática, ao tomá-las como problema de pesquisa para o qual procura propostas de solução bem 
fundamentadas, tendo como objetivo propor e implementar mudanças concretas na sala de 
aula e/ou na instituição. 
c) A modalidade de pesquisa denominada “pesquisa do professor” está relacionada à prática 
docente, que se refere a uma atitude cotidiana, voltada à busca da competência dos alunos, 
através do treinamento para competições matemáticas, desenvolvendo neles a autonomia e a 
capacidade de interpretar os conhecimentos matemáticos distanciados da realidade. 
d) No discurso educativo, o produto da “pesquisa do professor” se aproxima do produto da 
“pesquisa prática aplicada”, de “relato de experiência” e da “pesquisa acadêmica”. 
e) O produto da “pesquisa do professor” sempre proporciona mudanças na sala de aula do 
pesquisador e também na sala de aula dos colegas professores que vivenciam o mesmo 
ambiente de ensino. 
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47. Dentre muitos significados para “mudança”, elege-se, para a atual questão, “uma tentativa de 
melhora do ensino e aprendizagem”. Para alterar o quadro em que a maioria dos professores de 
Matemática continua fracassando no ensino e a maioria dos seus alunos continua fracassando na 
aprendizagem, é necessário produzir mudança. Nesse contexto, qual é a alternativa INCORRETA? 
a) Tem sido questionada a eficácia da pesquisa em Educação Matemática como sustentáculo da 
mudança. A própria formatação das teses e dissertações dificulta o manuseio dos volumes e 
impede que sejam usadas em sala de aula, uma vez que ficam empoeiradas nas prateleiras. 
b) A partir da margem natural de liberdade, o “professor pesquisador” ou “professor aluno” é tido 
como um agente que se encarrega de conduzir o ensino, colhendo, analisando e relatando 
dados, muitas vezes constituídos na própria sala de aula. 
c) Ao tentar produzir alguma intervenção sobre atitudes pedagógicas na sala de aula, pelo rigor 
acadêmico, o “professor pesquisador” de Educação Matemática fica impedido de desenvolver a 
sua pesquisa no próprio ambiente de trabalho. 
d) Considerando a participação nos programas de formação de professores de matemática 
existentes no Brasil, ao cessarem os efeitos do que foi cursado, há evidência de que as 
concepções e práticas dos professores são rapidamente suprimidas pela ideologia escolar 
tradicional, o que torna a mudança nula. 
e) Na distinção entre bacharelado e licenciatura, tem-se que, esta última se propõe a uma 
caracterização do formato a ser obtido, fornecendo diretrizes para integração das formações 
profissional e acadêmica do professor, de maneira que ele seja independente na escolha de 
temas e formas de trabalhá-los com seus alunos. 
48. Cursos em nível de Especialização, Mestrado e Doutorado têm-se voltado para o movimento 
denominado Educação Matemática nos quais são investigados temas vinculados a diversas linhas de 
pesquisa, nas diversas instituições de ensino. Assim, implementaram algumas diretrizes e campos de 
atuação para a investigação científica em História da Matemática como área de atuação dentro do 
programa de pós-graduação em Educação Matemática. Dentre vários argumentos favoráveis à 
introdução da História da Matemática no processo educacional como fator de melhoria no ensino 
da Matemática (BARONI, TEIXEIRA, NOBRE, 2004), é CORRETO o que se afirma em: 
a) A História da Matemática levanta questões relevantes, mas fornece problemas desmotivadores 
incapazes de estimular e atrair o aluno; 
b) O envolvimento dos alunos com projetos históricos impossibilita-os de desenvolver, além de sua 
capacidade matemática, o crescimento pessoal e habilidades como leitura, escrita, procura por 
fontes e documentos, análise e argumentação; 
c) Os estudantes podem entender que elementos como erros, incertezas, argumentos intuitivos, 
controvérsias e abordagens alternativas a um problema não são legítimos e não fazem parte do 
desenvolvimento da Matemática; 
d) A História pode evidenciar que a Matemática se limita a um sistema de regras e verdades 
rígidas, mas é algo humano e envolvente; 
e) O estudo detalhado de exemplos históricos pode dar a oportunidade aos alunos de 
compreender que a Matemática é guiada não apenas por razões utilitárias, mas também por 
interesses intrínsecos à própria matemática. 
 
 
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49. Na avaliação da aprendizagem de conteúdos matemáticos, a fim de “formar estudantes bem 
preparados”, há o cuidado de “avaliar com rigor e isenção” e “não deixar passar quem não sabe”. 
No entanto, o desafio e a dificuldade em concretizar práticas de ensino e de avaliação que 
contribuam para o desenvolvimento das competências indispensáveis no prosseguir da vida escolar 
ou profissional são uma realidade nos sistemas de educação e de formação. Considerando os vários 
trabalhos já divulgados a esse respeito, é CORRETO afirmar: 
a) A prática avaliativa desenvolvida atualmente na sala de aula contribui para a autonomia do 
aluno, ajudando-o a ser responsável na avaliação do próprio trabalho e no desenvolvimento da 
própria aprendizagem. 
b) Prevalecem os modelos de avaliação pouco integrados ao ensino e à aprendizagem e, 
sobretudo, orientados para atribuir classificações que reprovam milhares de alunos, logo a 
partir dos seis ou sete anos de idade. 
c) Os modelos de avaliação adotados pela maioria dos educadores, aplicados só após o possível 
domínio doconteúdo estudado pelos alunos, chamam a atenção para uma análise do que esses 
alunos sabem e fazem, procurando compreender as suas eventuais dificuldades, a fim de ajudá-
los a superá-las. 
d) A prática de avaliação formativa considera o todo e, verificando o que o aluno sabe e é capaz de 
fazer numa diversidade de situações, possibilita a apreciação por parte dos diferentes atores, 
desencadeando ações reguladoras dos processos de ensino e de aprendizagem. Essa prática 
avaliativa só é realizada ao final do processo. 
e) No lugar de práticas de avaliação que visam à necessidade de melhorar e de compreender o que 
se tem para aprender, predominam, no sistema educativo, as práticas de avaliação somativa, 
que garantem o domínio dos conteúdos estudados, classificando o aluno e possibilitando uma 
justa avaliação, que se dará de forma integrada ao processo de ensino e de aprendizagem. 
50. Segundo Fernandes (2009), a avaliação convenientemente planejada tem um impacto relevante nos 
sistemas educacionais. Nesse contexto, é INCORRETO afirmar que a avaliação planejada 
a) orienta os estudantes acerca dos saberes, das capacidades e das atitudes que eles têm que 
desenvolver. 
b) estrutura a forma como os alunos estudam e o tempo que dedicam ao trabalho acadêmico. 
c) melhora e consolida as aprendizagens, promovendo o desenvolvimento dos processos de 
análise, síntese e reflexão crítica. 
d) influencia a utilização de técnicas de memorização e hierarquiza pelos resultados rotulando os 
alunos que aprendem e os que não podem aprender. 
e) desenvolve os processos metacognitivos, o autocontrole e a autoregulação. 
 
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CONCURSO PÚBLICO PARA O PROVIMENTO DO CARGO DE PROFESSOR EFETIVO 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO DO INSTITUTO FEDERAL DE 
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA 
 
EDITAL Nº 334/2013, DE 05 DE NOVEMBRO DE 2013 
 
GGAABBAARRIITTOO OOFFIICCIIAALL 
LÍNGUA PORTUGUESA 
PARA TODOS OS CARGOS 
 
 
QUESTÃO RESPOSTA 
01 D 
02 B 
03 E 
04 E 
05 C 
06 B 
07 B 
08 C 
09 C 
10 D 
11 E 
12 C 
13 D 
14 A 
15 B 
16 C 
17 D 
18 A 
19 A 
20 E 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 01 
Administração da 
Produção 
 CÓDIGO 02 
Administração de 
Marketing 
 CÓDIGO 03 
Administração de 
Materiais e Recursos 
Patrimoniais 
 
 CÓDIGO 04 
Administração de 
Pessoas 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 C 21 B 21 B 21 A 
22 A 22 C 22 E 22 E 
23 E 23 B 23 A 23 E 
24 B 24 E 24 C 24 B 
25 D 25 B 25 D 25 B 
26 B 26 C 26 A 26 E 
27 A 27 A 27 B 27 D 
28 C 28 A 28 D 28 B 
29 E 29 D 29 A 29 E 
30 D 30 E 30 C 30 A 
31 A 31 D 31 E 31 B 
32 E 32 D 32 A 32 C 
33 A 33 C 33 B 33 E 
34 C 34 A 34 C 34 E 
35 B 35 D 35 C 35 D 
36 E 36 D 36 B 36 B 
37 B 37 B 37 E 37 C 
38 B 38 A 38 E 38 A 
39 B 39 E 39 D 39 B 
40 C 40 C 40 A 40 E 
41 D 41 B 41 D 41 E 
42 D 42 A 42 B 42 D 
43 A 43 A 43 D 43 D 
44 D 44 E 44 A 44 C 
45 C 45 D 45 C 45 A 
46 E 46 E 46 A 46 D 
47 B 47 C 47 B 47 E 
48 D 48 B 48 B 48 D 
49 E 49 E 49 A 49 E 
50 C 50 C 50 A 50 A 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
 
CÓDIGO 05 
Administração de 
Sistemas de 
Informação 
 CÓDIGO 06 
Administração 
Financeira 
 CÓDIGO 07 
Administração Geral 
e 
Empreendedorismo 
 
 CÓDIGO 08 
Agroecologia 
(Perfil 01) 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação do 
Gabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
21 D 21 B 21 E 
22 A 22 D 22 C 
23 E 23 D 23 C 
24 B 24 A 24 C 
25 C 25 A 25 E 
26 D 26 C 26 D 
27 B 27 B 27 B 
28 C 28 E 28 C 
29 E 29 C 29 C 
30 A 30 E 30 C 
31 B 31 B 31 NULA 
32 D 32 E 32 D 
33 D 33 C 33 D 
34 C 34 D 34 D 
35 B 35 E 35 E 
36 A 36 B 36 C 
37 B 37 A 37 A 
38 E 38 E 38 C 
39 C 39 D 39 A 
40 E 40 C 40 B 
41 E 41 B 41 C 
42 A 42 D 42 A 
43 C 43 A 43 E 
44 A 44 E 44 C 
45 D 45 B 45 D 
46 E 46 C 46 C 
47 A 47 D 47 D 
48 D 48 C 48 B 
49 E 49 A 49 E 
50 B 50 D 50 A 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 09 
Agroecologia 
(Perfil 02) 
 CÓDIGO 10 
Agroecologia 
(Perfil 03) 
 CÓDIGO 11 
Agroecologia 
(Perfil 04) 
 
 CÓDIGO 12 
Arte 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação do 
Gabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação do 
Gabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação do 
Gabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
 QUESTÃO RESPOSTA 
 21 B 
 22 C 
 23 C 
 24 B 
 25 D 
 26 C 
 27 D 
 28 D 
 29 B 
 30 E 
 31 D 
 32 B 
 33 A 
 34 D 
 35 B 
 36 A 
 37 B 
 38 C 
 39 A 
 40 B 
 41 B 
 42 C 
 43 C 
 44 C 
 45 A 
 46 D 
 47 C 
 48 A 
 49 E 
 50 B 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 13 
Arte - Música 
 CÓDIGO 14 
Arte - Música 
(Metais) 
 CÓDIGO 15 
Arte - Música 
(Piano) 
 
 CÓDIGO 16 
Arte - Música 
(Violoncelo) 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 D 21 D 21 D 21 D 
22 A 22 A 22 A 22 A 
23 C 23 C 23 C 23 C 
24 C 24 C 24 C 24 C 
25 E 25 E 25 E 25 E 
26 D 26 D 26 D 26 D 
27 B 27 B 27 B 27 B 
28 C 28 A 28 D 28 A 
29 A 29 C 29 B 29 E 
30 C 30 C 30 D 30 D 
31 D 31 D 31 D 31 D 
32 B 32 B 32 B 32 B 
33 A 33 A 33 A 33 A 
34 E 34 E 34 E 34 E 
35 C 35 C 35 C 35 C 
36 C 36 C 36 C 36 C 
37 D 37 D 37 D 37 D 
38 A 38 A 38 A 38 A 
39 B 39 B 39 B 39 B 
40 E 40 E 40 E 40 E 
41 B 41 B 41 B 41 B 
42 C 42 C 42 C 42 C 
43 B 43 B 43 B 43 B 
44 E 44 E 44 E 44 E 
45 C 45 C 45 C 45 C 
46 B 46 B 46 B 46 B 
47 E 47 E 47 E 47 E 
48 B 48 B 48 B 48 B 
49 D 49 D 49 D 49 D 
50 C 50 C 50 C 50 C 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 17 
Arte - Música 
(Violino/Viola) 
 CÓDIGO 18 
Ciência e Tecnologia 
de Alimentos 
(Perfil 01) 
 CÓDIGO 19 
Ciência e Tecnologia 
de Alimentos 
(Perfil 02) 
 CÓDIGO 20 
Ciências Biológicas 
QUESTÃO RESPOSTA 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação do 
Gabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação do 
Gabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação doGabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
21 D 
22 A 
23 C 
24 C 
25 E 
26 D 
27 B 
28 D 
29 E 
30 D 
31 D 
32 B 
33 A 
34 E 
35 C 
36 C 
37 D 
38 A 
39 B 
40 E 
41 B 
42 C 
43 B 
44 E 
45 C 
46 B 
47 E 
48 B 
49 D 
50 C 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 21 
Contabilidade 
 CÓDIGO 22 
Controle e Processos 
Industriais 
(Perfil 01) 
 CÓDIGO 23 
Controle e Processos 
Industriais 
(Perfil 02) 
 
 CÓDIGO 24 
Controle e Processos 
Industriais 
(Perfil 03) 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 D 21 A 21 B 21 NULA 
22 E 22 C 22 B 22 B 
23 D 23 B 23 NULA 23 NULA 
24 A 24 A 24 A 24 A 
25 B 25 D 25 B 25 B 
26 A 26 D 26 A 26 A 
27 C 27 E 27 B 27 B 
28 C 28 B 28 D 28 A 
29 B 29 NULA 29 C 29 B 
30 E 30 C 30 C 30 C 
31 A 31 C 31 B 31 D 
32 A 32 E 32 C 32 A 
33 B 33 E 33 C 33 NULA 
34 D 34 A 34 B 34 C 
35 NULA 35 B 35 E 35 A 
36 D 36 E 36 E 36 E 
37 E 37 E 37 E 37 NULA 
38 D 38 D 38 B 38 E 
39 A 39 D 39 D 39 D 
40 D 40 D 40 NULA 40 D 
41 NULA 41 B 41 B 41 NULA 
42 E 42 A 42 E 42 A 
43 D 43 E 43 D 43 C 
44 E 44 A 44 E 44 E 
45 B 45 C 45 A 45 A 
46 C 46 D 46 C 46 C 
47 B 47 C 47 A 47 C 
48 E 48 D 48 D 48 NULA 
49 C 49 E 49 C 49 C 
50 C 50 B 50 E 50 NULA 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 25 
Controle e Processos 
Industriais 
(Perfil 04) 
 CÓDIGO 26 
Controle e Processos 
Industriais 
(Perfil 05) 
 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 B 21 D 
22 E 22 C 
23 B 23 C 
24 D 24 NULA 
25 A 25 E 
26 E 26 A 
27 C 27 C 
28 E 28 D 
29 E 29 E 
30 B 30 C 
31 A 31 C 
32 E 32 B 
33 A 33 A 
34 C 34 B 
35 B 35 D 
36 E 36 C 
37 C 37 A 
38 B 38 E 
39 C 39 A 
40 D 40 C 
41 A 41 A 
42 E 42 A 
43 A 43 D 
44 D 44 C 
45 D 45 D 
46 B 46 A 
47 D 47 D 
48 B 48 C 
49 A 49 B 
50 A 50 B 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 27 
Controle e Processos 
Industriais 
(Perfil 06) 
 CÓDIGO 28 
Controle e Processos 
Industriais 
(Perfil 07) 
 CÓDIGO 29 
Controle e Processos 
Industriais 
(Perfil 08) 
 
 CÓDIGO 30 
Controle e Processos 
Industriais 
(Perfil 09) 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 A 21 C 21 E 21 NULA 
22 C 22 C 22 C 22 A 
23 B 23 C 23 D 23 B 
24 E 24 D 24 C 24 B 
25 A 25 C 25 D 25 E 
26 B 26 A 26 C 26 A 
27 A 27 D 27 B 27 NULA 
28 E 28 C 28 C 28 E 
29 B 29 C 29 A 29 B 
30 C 30 NULA 30 D 30 NULA 
31 C 31 E 31 D 31 C 
32 D 32 A 32 A 32 A 
33 D 33 C 33 B 33 E 
34 NULA 34 D 34 C 34 C 
35 E 35 E 35 C 35 NULA 
36 B 36 C 36 C 36 A 
37 D 37 C 37 A 37 E 
38 NULA 38 B 38 D 38 NULA 
39 C 39 A 39 NULA 39 A 
40 E 40 B 40 D 40 A 
41 E 41 D 41 B 41 D 
42 C 42 C 42 C 42 E 
43 E 43 B 43 D 43 C 
44 B 44 C 44 C 44 E 
45 A 45 NULA 45 A 45 D 
46 E 46 D 46 A 46 D 
47 A 47 C 47 D 47 E 
48 A 48 E 48 A 48 E 
49 C 49 C 49 E 49 C 
50 NULA 50 E 50 D 50 E 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
 
CÓDIGO 31 
Design Gráfico 
(Perfil 01) 
 CÓDIGO 32 
Design Gráfico 
(Perfil 02) 
 
 CÓDIGO 33 
Didática - Pedagogia 
 
 CÓDIGO 34 
Economia 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 B 21 B 21 NULA 21 B 
22 D 22 A 22 B 22 C 
23 A 23 B 23 C 23 A 
24 C 24 C 24 D 24 D 
25 NULA 25 E 25 E 25 E 
26 C 26 D 26 D 26 C 
27 B 27 B 27 C 27 D 
28 A 28 C 28 A 28 A 
29 A 29 A 29 E 29 D 
30 B 30 B 30 C 30 C 
31 A 31 A 31 D 31 B 
32 C 32 D 32 C 32 D 
33 E 33 E 33 D 33 C 
34 A 34 D 34 A 34 E 
35 B 35 C 35 C 35 C 
36 D 36 B 36 B 36 D 
37 A 37 A 37 E 37 E 
38 A 38 C 38 C 38 A 
39 B 39 B 39 B 39 A 
40 A 40 A 40 E 40 B 
41 E 41 C 41 A 41 D 
42 A 42 D 42 D 42 E 
43 A 43 B 43 E 43 D 
44 D 44 NULA 44 A 44 A 
45 C 45 E 45 B 45 D 
46 E 46 B 46 C 46 E 
47 B 47 D 47 B 47 B 
48 A 48 A 48 D 48 C 
49 C 49 E 49 A 49 C 
50 A 50 B 50 A 50 C 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 35 
Educação Física 
(Perfil 01) 
 CÓDIGO 36 
Educação Física 
(Perfil 02) 
 CÓDIGO 37 
Educação Física 
(Perfil 03) 
 
 CÓDIGO 38 
Eventos 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 D 21 D 21 E 21 C 
22 NULA 22 B 22 NULA 22 B 
23 B 23 B 23 D 23 A 
24 D 24 E 24 E 24 D 
25 B 25 E 25 B 25 B 
26 E 26 C 26 B 26 D 
27 B 27 C 27 NULA 27 A 
28 D 28 D 28 C 28 A 
29 C 29 C 29 A 29 B 
30 C 30 E 30 C 30 B 
31 D 31 D 31 A 31 C 
32 C 32 B 32 E 32 C 
33 E 33 D 33 D 33 E 
34 A 34 E 34 C 34 C 
35 D 35 A 35 A 35 E 
36 C 36 B 36 A 36 D 
37 A 37 D 37 A 37 B 
38 B 38 E 38 A 38 E 
39 NULA 39 A 39 B 39 A 
40 D 40 D 40 B 40 D 
41 NULA 41 A 41 C 41 D 
42 NULA 42 D 42 C 42 A 
43 C 43 B 43 B 43 C 
44 C 44 C 44 D 44 E 
45 E 45 C 45 D 45 B 
46 C 46 E 46 B 46 D 
47 D 47 A 47 NULA 47 C 
48 C 48 E 48 B 48 A 
49 A 49 A 49 NULA 49 E 
50 C 50 C 50 A 50 C 
 
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CONCURSO PÚBLICO PARA O PROVIMENTO DO CARGO DE PROFESSOR EFETIVO 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO DO INSTITUTO FEDERAL DE 
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA 
 
EDITAL Nº 334/2013, DE 05 DE NOVEMBRO DE 2013 
 
GGAABBAARRIITTOO OOFFIICCIIAALL 
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 39 
Filosofia 
 CÓDIGO 40 
Física 
(Perfil 01) 
 CÓDIGO 41 
Física 
(Perfil 02) 
 
 CÓDIGO 42 
Geografia 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 A 21 NULA 21 NULA 21 E 
22 D 22 A 22 B 22 D 
23 B 23 B 23 C 23 D 
24 C 24 B 24 C 24 B 
25 E 25 C 25 D 25 C 
26 C 26 B 26 B 26 E 
27 A 27 D 27 E 27 E 
28 E 28 E 28 B 28 A 
29 B 29 B 29 A 29 E 
30 D 30 D 30 E 30 C 
31 C 31 A 31 A 31 D 
32 E 32 A 32 D 32 E 
33 A 33 C 33 C 33 A 
34 D 34 A 34 E 34 C 
35 NULA 35 E 35 E 35 E 
36 A 36 D 36 C 36 D 
37 A 37 C 37 B 37 B 
38 NULA 38 A 38 A 38 D 
39 NULA 39 D 39 B 39 C 
40 A 40 C 40 NULA 40 B 
41 C 41 E 41 D 41 A 
42 E 42 D 42 E 42 B 
43 A 43 A 43 NULA 43 C 
44 C 44 B 44 A 44 C 
45 NULA 45 NULA 45 C 45 B 
46 A 46 D 46 B 46 B 
47 C 47 NULA 47 D 47 A 
48 A 48 C 48 A 48 E 
49 NULA 49 C 49 C 49 C 
50 C 50 A 50 D 50 E 
 
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DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO DO INSTITUTO FEDERAL DE 
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA 
 
EDITAL Nº 334/2013, DE 05 DE NOVEMBRO DE 2013 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 43 
Geoprocessamento 
(Perfil 01) 
 CÓDIGO 44 
Geoprocessamento 
(Perfil 02) 
 
 CÓDIGO 45 
Gestão Rural 
 
 CÓDIGO 46 
Hardware 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 A 21 D 21 C 21 C 
22 E 22 C 22 E 22 B 
23 E 23 A 23 D 23 A 
24 D 24 B 24 A 24 E 
25 NULA 25 D 25 B 25 D 
26 D 26 E 26 E 26 A 
27 NULA 27 D 27 A 27 A 
28 NULA 28 A 28 B 28 C 
29 E 29 C 29 E 29 E 
30 NULA 30 D 30 D 30 C 
31 C 31 A 31 A 31 E 
32 B 32 C 32 D 32 B 
33 C 33 E 33 A 33 C 
34 D 34 C 34 D 34 C 
35 E 35 D 35 A 35 A 
36 D 36 C 36 E 36 B 
37 C 37 B 37 B 37 D 
38 B 38 D 38 C 38 A 
39 A 39 A 39 B 39 D 
40 C 40 C 40 E 40 NULA 
41 C 41 B 41 D 41 C 
42 E 42 B 42 C 42 C 
43 B 43 D 43 B 43 D 
44 A 44 A 44 D 44 E 
45 E 45 A 45 C 45 E 
46 A 46 C 46 E 46 A 
47 E 47 E 47 E 47 B 
48 A 48 D 48 E 48 A 
49 B 49 C 49 C 49 B 
50 D 50 B 50 B 50 B 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 47 
História 
 CÓDIGO 48 
Informática Aplicada 
a Gestão e Negócios 
 CÓDIGO 49 
Informática Básica 
 
 CÓDIGO 50 
Infraestrutura 
(Construção Civil) 
Perfil 01 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 D 21 E 21 A 21 E 
22 E 22 D 22 C 22 D 
23 NULA 23 B 23 E 23 B 
24 C 24 A 24 B 24 E 
25 D 25 C 25 B 25 A 
26 A 26 C 26 E 26 C 
27 B 27 NULA 27 A 27 A 
28 E 28 D 28 E 28 NULA 
29 B 29 B 29 D 29 B 
30 D 30 A 30 A 30 B 
31 B 31 E 31 B 31 NULA 
32 D 32 B 32 D 32 D 
33 C 33 B 33 C 33 A 
34 A 34 C 34 A 34 C 
35 D 35 B 35 C 35 A 
36 E 36 A 36 NULA 36 C 
37 D 37 D 37 A 37 B 
38 D 38 C 38 B 38 D 
39 B 39 NULA 39 C 39 B 
40 B 40 B 40 B 40 C 
41 E 41 E 41 A 41 B 
42 A 42 C 42 D 42 C 
43 A 43 E 43 B 43 E 
44 A 44 B 44 A 44 C 
45 C 45 C 45 C 45 D 
46 E 46 A 46 D 46 C 
47 C 47 D 47 C 47 E 
48 C 48 A 48 E 48 D 
49 D 49 E 49 C 49 A 
50 B 50 E 50 C 50 E 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 51 
Infraestrutura 
(Construção Civil) 
Perfil 02 
 
QUESTÃO RESPOSTA 
21 A 
22 C 
23 B 
24 D 
25 C 
26 E 
27 B 
28 A 
29 C 
30 D 
31 B 
32 E 
33 E 
34 B 
35 D 
36 E 
37 B 
38 D 
39 B 
40 A 
41 C 
42 D 
43 D 
44 D 
45 C 
46 A 
47 B 
48 E 
49 NULA 
50 NULA 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 52 
Infraestrutura 
(Construção Civil) 
Perfil 03 
 CÓDIGO 53 
Infraestrutura 
(Construção Civil) 
Perfil 04 
 CÓDIGO 54 
Infraestrutura 
(Construção Civil) 
Perfil 05 
 CÓDIGO 55 
Infraestrutura 
(Construção Civil) 
Perfil 06 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 E 21 B 21 E 21 D 
22 B 22 D 22 C 22 B 
23 B 23 C 23 NULA 23 C 
24 E 24 E 24 B 24 A 
25 C 25 D 25 D 25 C 
26 C 26 E 26 B 26 E 
27 C 27 A 27 C 27 A 
28 D 28 B 28 A 28 D 
29 B 29 C 29 C 29 C 
30 D 30 D 30 E 30 B 
31 A 31 C 31 D 31 D 
32 C 32 E 32 A 32 A 
33 D 33 D 33 D 33 E 
34 E 34 A 34 B 34 E 
35 A 35 D 35 B 35 A 
36 B 36 A 36 A 36 D 
37 D 37 C 37 D 37 E 
38 B 38 NULA 38 E 38 D 
39 C 39 E 39 D 39 D 
40 B 40 NULA 40 A 40 B 
41 D 41 B 41 E 41 A 
42 E 42 C 42 E 42 B 
43 C 43 B 43 D 43 C 
44 D 44 D 44 B 44 E 
45 C 45 A 45 B 45 A 
46 D 46 NULA 46 A 46 E 
47 E 47 B 47 D 47 C 
48 C 48 D 48 B 48 B 
49 A 49 C 49 C 49 E 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 56 
Infraestrutura 
(Construção Civil) 
Perfil 07 
 CÓDIGO 57 
Infraestrutura 
(Construção Civil) 
Perfil 08 
 CÓDIGO 58 
Infraestrutura 
(Design e Construção 
Civil) 
 CÓDIGO 59 
Infraestrutura 
(Negócios Imobiliários) 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 E 21 A 21 D 21 C 
22 C 22 A 22 C 22 E 
23 E 23 D 23 E 23 D 
24 E 24 C 24 D 24 B 
25 B 25 A 25 E 25 B 
26 A 26 C 26 A 26 E 
27 A 27 E 27 D 27 B 
28 D 28 C 28 A 28 E 
29 C 29 D 29 E 29 NULA 
30 D 30 A 30 B 30 D 
31 C 31 C 31 E 31 E 
32 A 32 A 32 B 32 D 
33 E 33 B 33 C 33 C 
34 D 34 B 34 A 34 D 
35 E 35 C 35 C 35 C 
36 E 36 B 36 B 36 E 
37 A 37 D 37 D 37 A 
38 B 38 C 38 C 38 E 
39 D 39 E 39 B 39 E 
40 A 40 E 40 E 40 B 
41 E 41 D 41 C 41 C 
42 D 42 B 42 B 42 C 
43 A 43 B 43 A 43 E 
44 A 44 C 44 C 44 B 
45 E 45 D 45 D 45 D 
46 B 46 A 46 B 46 B 
47 D 47 B 47 A 47 NULA 
48 B 48 C 48 E 48 B 
49 C 49 C 49 D 49 B 
50 D 50 E 50 B 50 D 
 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 60 
Legislação 
 
 CÓDIGO 61 
Legislação 
(Relações de Gênero) 
 
 CÓDIGO 62 
Legislação Aplicada a 
Negócios Imobiliários 
 CÓDIGO 63 
Libras 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 B 21 B 21 D 21 D 
22 C 22 D 22 C 22 B 
23 A 23 D 23 A 23 C 
24 C 24 C 24 B 24 B 
25 E 25 A 25 E 25 B 
26 E 26 B 26 A 26 C 
27 D 27 A 27 E 27 E 
28 B 28 E 28 C 28 B 
29 D 29 D 29 D 29 E 
30 E 30 E 30 B 30 E 
31 D 31 B 31 B 31 D 
32 C 32 E 32 A 32 B 
33 B 33 B 33 B 33 A 
34 D 34 C 34 C 34 D 
35 A 35 D 35 D 35 A 
36 B 36 A 36 D 36 D 
37 E 37 E 37 E 37 A 
38 A 38 D 38 NULA 38 C 
39 D 39 B 39 E 39 C 
40 B 40 NULA 40 C 40 E 
41 D 41 A 41 C 41 C 
42 C 42 B 42 E 42 B 
43 A 43 C 43 D 43 A 
44 A 44 E 44 B 44 A 
45 B 45 B 45 D 45 D 
46 D 46 D 46 A 46 E 
47 E 47 C 47 A 47 A 
48 C 48 D 48 E 48 C 
49 A 49 C 49 C 49 B 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 64 
Língua Francesa 
 
 CÓDIGO 65 
Língua Inglesa 
 
 CÓDIGO 66 
Língua Portuguesa 
 
 CÓDIGO 67 
Matemática 
Perfil 01 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 A 21 E 21 A 21 C 
22 D 22 C 22 E 22 E23 B 23 E 23 B 23 B 
24 C 24 A 24 B 24 D 
25 A 25 A 25 C 25 A 
26 C 26 D 26 D 26 B 
27 E 27 C 27 D 27 D 
28 C 28 E 28 A 28 C 
29 E 29 C 29 D 29 E 
30 D 30 D 30 E 30 B 
31 D 31 E 31 B 31 A 
32 D 32 C 32 E 32 A 
33 C 33 D 33 D 33 D 
34 C 34 A 34 D 34 D 
35 C 35 C 35 B 35 A 
36 E 36 E 36 C 36 B 
37 E 37 E 37 C 37 C 
38 A 38 A 38 C 38 A 
39 B 39 C 39 B 39 A 
40 E 40 D 40 B 40 A 
41 A 41 C 41 D 41 D 
42 C 42 A 42 E 42 D 
43 C 43 E 43 B 43 C 
44 D 44 D 44 A 44 B 
45 E 45 D 45 C 45 C 
46 C 46 A 46 C 46 D 
47 D 47 C 47 A 47 B 
48 C 48 A 48 E 48 E 
49 D 49 D 49 B 49 E 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 68 
Matemática 
Perfil 02 
 
 CÓDIGO 69 
Matemática 
Perfil 03 
 
 CÓDIGO 70 
Matemática 
Perfil 04 
 
 CÓDIGO 71 
Matemática 
Perfil 05 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 A 21 C 21 A 21 B 
22 D 22 E 22 C 22 B 
23 NULA 23 A 23 A 23 D 
24 B 24 D 24 E 24 C 
25 B 25 E 25 B 25 C 
26 C 26 B 26 B 26 C 
27 E 27 D 27 C 27 NULA 
28 C 28 C 28 D 28 D 
29 E 29 A 29 C 29 D 
30 A 30 C 30 A 30 C 
31 A 31 C 31 E 31 A 
32 E 32 NULA 32 E 32 D 
33 D 33 C 33 D 33 B 
34 A 34 C 34 E 34 A 
35 A 35 E 35 C 35 C 
36 E 36 NULA 36 C 36 C 
37 E 37 B 37 B 37 C 
38 B 38 D 38 B 38 B 
39 E 39 D 39 C 39 C 
40 D 40 C 40 D 40 B 
41 A 41 D 41 D 41 D 
42 B 42 D 42 D 42 B 
43 D 43 E 43 A 43 NULA 
44 D 44 D 44 B 44 NULA 
45 B 45 C 45 E 45 D 
46 D 46 B 46 E 46 C 
47 B 47 C 47 A 47 E 
48 B 48 E 48 D 48 C 
49 E 49 B 49 A 49 E 
50 D 50 D 50 E 50 NULA 
 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 72 
Matemática Aplicada a 
Gestão e Negócios 
 
 CÓDIGO 73 
Matemática e 
Probabilidade e 
Estatística 
 CÓDIGO 74 
Medicina Veterinária 
Perfil 01 
 CÓDIGO 75 
Medicina Veterinária 
Perfil 02 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação do 
Gabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação do 
Gabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
21 D 21 B 
22 A 22 E 
23 D 23 A 
24 E 24 D 
25 E 25 E 
26 C 26 E 
27 C 27 A 
28 C 28 B 
29 E 29 C 
30 C 30 B 
31 C 31 D 
32 A 32 C 
33 B 33 B 
34 A 34 A 
35 E 35 C 
36 A 36 C 
37 C 37 D 
38 D 38 B 
39 A 39 D 
40 C 40 D 
41 B 41 C 
42 B 42 A 
43 A 43 E 
44 B 44 D 
45 D 45 NULA 
46 C 46 A 
47 D 47 C 
48 B 48 A 
49 D 49 E 
50 D 50 D 
 
 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 76 
Medicina Veterinária 
Perfil 03 
 
 CÓDIGO 77 
Medicina Veterinária 
Perfil 04 
 
 CÓDIGO 78 
Medicina Veterinária 
Perfil 05 
 
 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação do 
Gabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação do 
Gabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
 
Em virtude de 
uma demanda 
de recurso 
elevada, fica a 
divulgação do 
Gabarito 
Oficial 
prevista para 
o dia 
10/03/2014. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CONCURSO PÚBLICO PARA O PROVIMENTO DO CARGO DE PROFESSOR EFETIVO 
DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO DO INSTITUTO FEDERAL DE 
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA 
 
EDITAL Nº 334/2013, DE 05 DE NOVEMBRO DE 2013 
 
GGAABBAARRIITTOO OOFFIICCIIAALL 
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 79 
Mineração 
 
 CÓDIGO 80 
Mineração e Geologia 
 
 CÓDIGO 81 
Morfologia, Fisiologia, 
Bioquímica e Nutrição 
 
 CÓDIGO 82 
Pesca e 
Navegação Marítima 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 C 21 C 21 A 21 A 
22 E 22 A 22 E 22 B 
23 A 23 B 23 C 23 D 
24 C 24 C 24 D 24 C 
25 B 25 D 25 D 25 C 
26 A 26 D 26 E 26 B 
27 A 27 B 27 B 27 B 
28 C 28 A 28 B 28 C 
29 E 29 D 29 B 29 C 
30 D 30 E 30 C 30 E 
31 D 31 A 31 E 31 D 
32 A 32 A 32 C 32 D 
33 E 33 D 33 A 33 A 
34 A 34 B 34 B 34 C 
35 D 35 C 35 D 35 C 
36 E 36 B 36 C 36 E 
37 D 37 C 37 B 37 E 
38 D 38 C 38 E 38 B 
39 B 39 B 39 A 39 A 
40 C 40 C 40 NULA 40 A 
41 B 41 D 41 B 41 E 
42 B 42 B 42 C 42 E 
43 C 43 E 43 A 43 D 
44 D 44 D 44 C 44 A 
45 B 45 D 45 D 45 C 
46 A 46 A 46 D 46 D 
47 A 47 C 47 D 47 B 
48 E 48 B 48 NULA 48 A 
49 C 49 B 49 D 49 C 
50 C 50 D 50 NULA 50 B 
 
 
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DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO DO INSTITUTO FEDERAL DE 
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA 
 
EDITAL Nº 334/2013, DE 05 DE NOVEMBRO DE 2013 
 
GGAABBAARRIITTOO OOFFIICCIIAALL 
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 83 
Petróleo e Gás e 
Mineração 
 CÓDIGO 84 
Programação 
Perfil 01 
 
 CÓDIGO 85 
Programação 
Perfil 02 
 
 CÓDIGO 86 
Psicologia Aplicada a 
Gestão e Negócios 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 D 21 B 21 B 21 B 
22 C 22 A 22 D 22 C 
23 B 23 C 23 NULA 23 A 
24 B 24 E 24 A 24 D 
25 A 25 C 25 B 25 E 
26 B 26 E 26 B 26 A 
27 E 27 A 27 E 27 D 
28 D 28 A 28 C 28 C 
29 A 29 C 29 C 29 B 
30 NULA 30 C 30 A 30 C 
31 D 31 E 31 A 31 B 
32 B 32 D 32 D 32 B 
33 A 33 B 33 E 33 D 
34 C 34 B 34 B 34 E 
35 D 35 A 35 E 35 C 
36 E 36 C 36 A 36 C 
37 A 37 A 37 C 37 E 
38 C 38 D 38 B 38 B 
39 E 39 A 39 B 39 C 
40 D 40 A 40 D 40 D 
41 B 41 B 41 E 41 D 
42 A 42 C 42 B 42 C 
43 B 43 NULA 43 B 43 E 
44 C 44 E 44 A 44 E 
45 D 45 E 45 D 45 A 
46 E 46 C 46 E 46 B 
47 C 47 D 47 C 47 B 
48 E 48 D 48 A 48 E 
49 A 49 A 49 D 49 A 
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GGAABBAARRIITTOO OOFFIICCIIAALL 
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 87 
Psicologia da Educação 
 
 CÓDIGO 88 
Química 
Perfil 01 
 
 CÓDIGO 89 
Química 
Perfil 02 
 
 CÓDIGO 90 
Química 
Perfil 03 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 C 21 D 21 D 21 B 
22 C 22 A 22 E 22 B 
23 D 23 B 23 E 23 E 
24 C 24 C 24 D 24 A 
25 B 25 D 25 NULA 25 D 
26 D 26 A 26 B 26 E 
27 C 27 D 27 A 27 C 
28 D 28 A 28 D 28 B 
29 NULA 29 C 29 C 29 B 
30 A 30 C 30 A 30 C 
31 D 31 E 31 C 31 D 
32 E 32 C 32 B 32 A 
33 B 33 B 33 B 33 A 
34 C 34 B 34 E 34 E 
35 D 35 A 35 E 35 C 
36 C 36 C 36 D 36 B 
37 E 37 B 37 D 37 C 
38 A 38 NULA 38 NULA 38 B 
39 B 39 D 39 B 39 A 
40 E 40 E 40 C 40 B 
41 B 41 B 41 C 41 B 
42 B 42 A 42 B 42 A 
43 A 43 NULA 43 NULA 43 C 
44 B 44 B44 D 44 E 
45 C 45 NULA 45 D 45 C 
46 B 46 E 46 C 46 D 
47 D 47 C 47 E 47 E 
48 C 48 E 48 B 48 D 
49 C 49 C 49 B 49 A 
50 C 50 D 50 D 50 C 
 
 
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GGAABBAARRIITTOO OOFFIICCIIAALL 
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 91 
Recursos Pesqueiros 
 
 CÓDIGO 92 
Redes de Computadores 
Perfil 01 
 
 CÓDIGO 93 
Redes de Computadores 
Perfil 02 
 
 CÓDIGO 94 
Secretariado 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 C 21 A 21 D 21 B 
22 D 22 B 22 E 22 C 
23 D 23 A 23 A 23 A 
24 E 24 C 24 A 24 B 
25 B 25 B 25 B 25 B 
26 E 26 C 26 C 26 E 
27 C 27 C 27 B 27 A 
28 E 28 A 28 D 28 E 
29 C 29 E 29 C 29 NULA 
30 E 30 E 30 E 30 C 
31 E 31 B 31 C 31 C 
32 C 32 B 32 B 32 C 
33 C 33 E 33 D 33 D 
34 B 34 NULA 34 D 34 C 
35 A 35 E 35 E 35 E 
36 B 36 D 36 E 36 A 
37 A 37 B 37 B 37 E 
38 A 38 D 38 C 38 A 
39 A 39 D 39 D 39 A 
40 A 40 C 40 C 40 B 
41 B 41 D 41 B 41 E 
42 C 42 A 42 C 42 B 
43 C 43 D 43 B 43 A 
44 A 44 D 44 A 44 B 
45 D 45 E 45 A 45 B 
46 A 46 C 46 E 46 E 
47 E 47 A 47 A 47 E 
48 NULA 48 B 48 E 48 A 
49 A 49 E 49 B 49 A 
50 NULA 50 C 50 D 50 B 
 
 
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EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA 
 
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GGAABBAARRIITTOO OOFFIICCIIAALL 
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 95 
Segurança do Trabalho 
Perfil 01 
 CÓDIGO 96 
Segurança do Trabalho 
Perfil 02 
 
 CÓDIGO 97 
Sociologia 
 
 CÓDIGO 98 
Sociologia e 
Antropologia Rural 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 A 21 B 21 C 21 A 
22 C 22 E 22 NULA 22 B 
23 E 23 D 23 B 23 C 
24 D 24 C 24 C 24 B 
25 NULA 25 D 25 D 25 B 
26 NULA 26 A 26 C 26 E 
27 B 27 B 27 C 27 A 
28 C 28 C 28 C 28 C 
29 B 29 E 29 E 29 C 
30 NULA 30 C 30 B 30 E 
31 A 31 A 31 B 31 A 
32 C 32 D 32 C 32 D 
33 B 33 B 33 C 33 B 
34 A 34 C 34 B 34 C 
35 NULA 35 E 35 C 35 C 
36 A 36 B 36 D 36 C 
37 D 37 A 37 B 37 A 
38 D 38 A 38 A 38 C 
39 D 39 E 39 C 39 D 
40 E 40 D 40 C 40 D 
41 D 41 E 41 A 41 D 
42 D 42 D 42 D 42 E 
43 A 43 C 43 A 43 D 
44 E 44 A 44 B 44 A 
45 D 45 C 45 A 45 C 
46 A 46 E 46 D 46 B 
47 E 47 B 47 E 47 E 
48 C 48 B 48 B 48 D 
49 B 49 NULA 49 C 49 A 
50 D 50 D 50 D 50 C 
 
 
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DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO DO INSTITUTO FEDERAL DE 
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 99 
Sociologia e 
Metodologia da Pesquisa 
 
 CÓDIGO 100 
Tecnologia Automotiva 
 
 CÓDIGO 101 
Tecnologia Naval 
 
 CÓDIGO 102 
Tecnologia 
Sucroalcooleira 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 B 21 C 21 C 21 E 
22 D 22 D 22 A 22 B 
23 C 23 E 23 D 23 E 
24 E 24 D 24 C 24 E 
25 A 25 A 25 E 25 D 
26 C 26 E 26 A 26 A 
27 A 27 B 27 C 27 B 
28 B 28 D 28 D 28 D 
29 A 29 D 29 A 29 D 
30 B 30 B 30 B 30 E 
31 C 31 C 31 C 31 A 
32 C 32 C 32 B 32 C 
33 B 33 B 33 C 33 E 
34 C 34 C 34 A 34 C 
35 D 35 D 35 A 35 B 
36 B 36 A 36 B 36 C 
37 D 37 A 37 D 37 A 
38 C 38 D 38 B 38 B 
39 A 39 C 39 A 39 C 
40 C 40 B 40 C 40 A 
41 A 41 D 41 B 41 E 
42 A 42 A 42 C 42 C 
43 E 43 A 43 E 43 A 
44 D 44 E 44 A 44 A 
45 D 45 C 45 C 45 C 
46 B 46 C 46 A 46 A 
47 E 47 NULA 47 D 47 C 
48 E 48 E 48 E 48 E 
49 D 49 B 49 A 49 C 
50 E 50 C 50 C 50 A 
 
 
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GGAABBAARRIITTOO OOFFIICCIIAALL 
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 
 
CÓDIGO 103 
Tecnologia Têxtil 
 
 CÓDIGO 104 
Telecomunicações 
 
 
QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA 
21 A 21 E 
22 C 22 C 
23 E 23 D 
24 A 24 E 
25 E 25 A 
26 B 26 E 
27 E 27 A 
28 B 28 D 
29 C 29 NULA 
30 D 30 D 
31 D 31 NULA 
32 B 32 A 
33 C 33 NULA 
34 A 34 D 
35 E 35 D 
36 B 36 E 
37 D 37 C 
38 C 38 A 
39 B 39 B 
40 C 40 B 
41 A 41 E 
42 D 42 D 
43 C 43 C 
44 E 44 D 
45 A 45 B 
46 C 46 C 
47 D 47 NULA 
48 B 48 B 
49 E 49 B 
50 A 50 D 
 
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