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Questões resolvidas

Segundo Jean-Paul Sartre “o homem está condenado a ser livre” e, portanto, angustiado. Tal colocação pode ser interpretada como:
A liberdade é o princípio central do existencialismo garantindo, para tanto, a concepção de um sujeito livre de suas possibilidades de escolha.
A liberdade como princípio central do existencialismo garante que o homem seja, sobretudo, um sujeito de escolha e, consequentemente, escolher para si e para o outro torna-o angustiado.
A angústia é um estado de espírito promovido pela ação de uma liberdade contingenciada.
Liberdade e angústia são incompatíveis para o existencialismo, pois, ser livre pressupõe liberdade e não angústia.
O existencialismo valoriza o indivíduo que não realiza escolhas e, para tal, concebe a liberdade como sancionada a instâncias distanciadas do ser humano.

FGV (2016) – Adaptada - Na Tese 9, Walter Benjamin se refere a um quadro de Paul Klee intitulado Angelus Novus. Nele está representado um anjo que crava o seu olhar sobre algo do qual parece estar se afastando. Olhos arregalados, boca aberta e asas estiradas: para Benjamin, este é o retrato do anjo da história que, ao olhar para o passado, no lugar de ver uma cadeia de eventos, enxerga uma única catástrofe que amontoa escombros e os arremessa aos seus pés. Frente às ruínas, o anjo tem o intuito de despertar os mortos e juntar os destroços, mas do paraíso sopra uma tempestade que o atira em direção ao futuro de maneira inexorável. Para Benjamin o que chamamos de progresso é essa tempestade e a sua Tese 9 é uma alegoria que associa progresso a catástrofe.
A respeito desta associação nas Teses Sobre o Conceito de História (1940), analise as afirmativas a seguir.
I. A crítica de Benjamin à concepção progressiva e finalista da história se baseia na crítica à ideia de uma temporalidade contínua e progressista.
II. O sentimento de urgência presente nas Teses resulta do dilema pessoal que o autor vive em 1940 e também de seu programa historicista de, com base em instâncias metódicas, reconstituir objetivamente o patrimônio histórico e cultural do passado que a guerra e os fascismos estavam destruindo.
III. Ao “anjo da História”, incapaz de mudar o passado e eliminar a catástrofe da guerra, cabe resgatar a memória de cada “ruína” da história, vale dizer, de todas as etapas que foram necessárias para que a humanidade conquistasse a consciência do progresso como razão e liberdade.
I, II e III.
I, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.
II, apenas.

O termo alteridade designa:


O Outro.
O mesmo.
O epistêmico.
O racional.
O igual.

A obra “O segundo sexo”, de Simone de Beauvoir, é um clássico, sobretudo, por:
Refletir sobre o capitalismo e as determinações da indústria cultural.
Acentuar as reflexões sobre a arte.
Preconizar a teoria do feminismo moderno ao questionar os papéis de sexo e de gênero.
Questionar o método empírico como motor do pensamento científico.
Preconizar a teoria da pós-modernidade e a ideia de um tempo da transitoriedade.

O conceito de biopolítica define-se como:
A libertação dos corpos em face da vigilância social ampliada pelas instituições.
A condução da vida das populações em sentido amplo como estratégias direcionadas ao biológico.
A condução do real em direção ao encarceramento dos corpos.
A libertação da vida das populações em sentido amplo como estratégias direcionadas ao biológico.
A condução da vida das populações em direção a uma ampla destituição das estratégias de controle do corpo.

O pensamento de Michel Foucault apresenta uma discussão sobre as formas de poder e, para tanto, questiona-se sobre o outro da história. Tal questionamento se dá pela:
Difusão de valores históricos tradicionalistas que repetem os mesmos modelos.
Relação de reciprocidade entre história e indivíduo na constituição das formas de poder.
Interpretação das formas de poder como meios e modos de libertação dos sujeitos.
Interpretação dos mecanismos de poder que garantem o encarceramento do sujeito em instituições de aprisionamento.
Lógica determinista que entende a história como um ciclo de repetições.

A pós modernidade é demarcada pela:
Durabilidade das relações sociais e liquidez do tempo.
Solidez das relações sociais e estabilidade do tempo.
Liquidez das relações sociais e transitoriedade do tempo.
Solidez do tempo e durabilidade das relações sociais.
Transitoriedade do tempo e solidez das relações sociais.

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Questões resolvidas

Segundo Jean-Paul Sartre “o homem está condenado a ser livre” e, portanto, angustiado. Tal colocação pode ser interpretada como:
A liberdade é o princípio central do existencialismo garantindo, para tanto, a concepção de um sujeito livre de suas possibilidades de escolha.
A liberdade como princípio central do existencialismo garante que o homem seja, sobretudo, um sujeito de escolha e, consequentemente, escolher para si e para o outro torna-o angustiado.
A angústia é um estado de espírito promovido pela ação de uma liberdade contingenciada.
Liberdade e angústia são incompatíveis para o existencialismo, pois, ser livre pressupõe liberdade e não angústia.
O existencialismo valoriza o indivíduo que não realiza escolhas e, para tal, concebe a liberdade como sancionada a instâncias distanciadas do ser humano.

FGV (2016) – Adaptada - Na Tese 9, Walter Benjamin se refere a um quadro de Paul Klee intitulado Angelus Novus. Nele está representado um anjo que crava o seu olhar sobre algo do qual parece estar se afastando. Olhos arregalados, boca aberta e asas estiradas: para Benjamin, este é o retrato do anjo da história que, ao olhar para o passado, no lugar de ver uma cadeia de eventos, enxerga uma única catástrofe que amontoa escombros e os arremessa aos seus pés. Frente às ruínas, o anjo tem o intuito de despertar os mortos e juntar os destroços, mas do paraíso sopra uma tempestade que o atira em direção ao futuro de maneira inexorável. Para Benjamin o que chamamos de progresso é essa tempestade e a sua Tese 9 é uma alegoria que associa progresso a catástrofe.
A respeito desta associação nas Teses Sobre o Conceito de História (1940), analise as afirmativas a seguir.
I. A crítica de Benjamin à concepção progressiva e finalista da história se baseia na crítica à ideia de uma temporalidade contínua e progressista.
II. O sentimento de urgência presente nas Teses resulta do dilema pessoal que o autor vive em 1940 e também de seu programa historicista de, com base em instâncias metódicas, reconstituir objetivamente o patrimônio histórico e cultural do passado que a guerra e os fascismos estavam destruindo.
III. Ao “anjo da História”, incapaz de mudar o passado e eliminar a catástrofe da guerra, cabe resgatar a memória de cada “ruína” da história, vale dizer, de todas as etapas que foram necessárias para que a humanidade conquistasse a consciência do progresso como razão e liberdade.
I, II e III.
I, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.
II, apenas.

O termo alteridade designa:


O Outro.
O mesmo.
O epistêmico.
O racional.
O igual.

A obra “O segundo sexo”, de Simone de Beauvoir, é um clássico, sobretudo, por:
Refletir sobre o capitalismo e as determinações da indústria cultural.
Acentuar as reflexões sobre a arte.
Preconizar a teoria do feminismo moderno ao questionar os papéis de sexo e de gênero.
Questionar o método empírico como motor do pensamento científico.
Preconizar a teoria da pós-modernidade e a ideia de um tempo da transitoriedade.

O conceito de biopolítica define-se como:
A libertação dos corpos em face da vigilância social ampliada pelas instituições.
A condução da vida das populações em sentido amplo como estratégias direcionadas ao biológico.
A condução do real em direção ao encarceramento dos corpos.
A libertação da vida das populações em sentido amplo como estratégias direcionadas ao biológico.
A condução da vida das populações em direção a uma ampla destituição das estratégias de controle do corpo.

O pensamento de Michel Foucault apresenta uma discussão sobre as formas de poder e, para tanto, questiona-se sobre o outro da história. Tal questionamento se dá pela:
Difusão de valores históricos tradicionalistas que repetem os mesmos modelos.
Relação de reciprocidade entre história e indivíduo na constituição das formas de poder.
Interpretação das formas de poder como meios e modos de libertação dos sujeitos.
Interpretação dos mecanismos de poder que garantem o encarceramento do sujeito em instituições de aprisionamento.
Lógica determinista que entende a história como um ciclo de repetições.

A pós modernidade é demarcada pela:
Durabilidade das relações sociais e liquidez do tempo.
Solidez das relações sociais e estabilidade do tempo.
Liquidez das relações sociais e transitoriedade do tempo.
Solidez do tempo e durabilidade das relações sociais.
Transitoriedade do tempo e solidez das relações sociais.

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Pincel Atômico - 03/01/2023 00:16:55 1/3
Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 12 (22678)
Atividade finalizada em 03/01/2023 00:16:20 (614381 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: ÉTICA E ESTÉTICA [537223] - Avaliação com 8 questões, com o peso total de 1,67 pontos [capítulos
- 6]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Filosofia - Grupo: FPD-FEV2022 - SGegu0A231122 [77466]
Aluno(a):
91378887 - ALEX DA SILVA SCHWANKA - Respondeu 7 questões corretas, obtendo um total de 1,46 pontos como nota
[353882_580
31]
Questão
001
Segundo Jean-Paul Sartre “o homem está condenado a ser livre” e, portanto,
angustiado. Tal colocação pode ser interpretada como:
O existencialismo valoriza o indivíduo que não realiza escolhas e, para tal, concebe a
liberdade como sancionada a instâncias distanciadas do ser humano.
Liberdade e angústia são incompatíveis para o existencialismo, pois, ser livre
pressupõe liberdade e não angústia.
A liberdade é o princípio central do existencialismo garantindo, para tanto, a
concepção de um sujeito livre de suas possibilidades de escolha.
X
A liberdade como princípio central do existencialismo garante que o homem seja,
sobretudo, um sujeito de escolha e, consequentemente, escolher para si e para o
outro torna-o angustiado.
A angústia é um estado de espírito promovido pela ação de uma liberdade
contingenciada.
[353882_389
14]
Questão
002
Levando em consideração que a pós-modernidade define-se pela transitoriedade do
tempo e fluidez das relações podemos determinar o seguinte:
A pós-modernidade pauta-se pela rigidez do conceito filosófico.
X Na pós-modernidade a informação é mais importante do que o saber.
Na pós-modernidade o saber filosófico tem a prioridade em relação à informação.
Na pós-modernidade o sujeito cria relações duradouras
A pós-modernidade é marcada pelo tempo da permanência.
Lucca
Destacar
Pincel Atômico - 03/01/2023 00:16:55 2/3
[353882_580
45]
Questão
003
FGV (2016) – Adaptada - Na Tese 9, Walter Benjamin se refere a um quadro de Paul
Klee intitulado Angelus Novus. Nele está representado um anjo que crava o seu olhar
sobre algo do qual parece estar se afastando. Olhos arregalados, boca aberta e asas
estiradas: para Benjamin, este é o retrato do anjo da história que, ao olhar para o
passado, no lugar de ver uma cadeia de eventos, enxerga uma única catástrofe que
amontoa escombros e os arremessa aos seus pés. Frente às ruínas, o anjo tem o
intuito de despertar os mortos e juntar os destroços, mas do paraíso sopra uma
tempestade que o atira em direção ao futuro de maneira inexorável. Para Benjamin o
que chamamos de progresso é essa tempestade e a sua Tese 9 é uma alegoria que
associa progresso a catástrofe.
A respeito desta associação nas Teses Sobre o Conceito de História (1940), analise
as afirmativas a seguir.
I. A crítica de Benjamin à concepção progressiva e finalista da história se baseia na
crítica à ideia de uma temporalidade contínua e progressista.
II. O sentimento de urgência presente nas Teses resulta do dilema pessoal que o
autor vive em 1940 e também de seu programa historicista de, com base em
instâncias metódicas, reconstituir objetivamente o patrimônio histórico e cultural do
passado que a guerra e os fascismos estavam destruindo.
III. Ao “anjo da História”, incapaz de mudar o passado e eliminar a catástrofe da
guerra, cabe resgatar a memória de cada “ruína” da história, vale dizer, de todas as
etapas que foram necessárias para que a humanidade conquistasse a consciência do
progresso como razão e liberdade.
Está correto o que se afirmar em:
I, II e III.
X I, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.
II, apenas.
[353882_389
07]
Questão
004
O termo alteridade designa:
O mesmo.
O igual.
X O Outro
O epistêmico.
O racional.
[353883_389
05]
Questão
005
A obra “O segundo sexo”, de Simone de Beauvoir, é um clássico, sobretudo, por:
Refletir sobre o capitalismo e as determinações da indústria cultural
Acentuar as reflexões sobre a arte
X
Preconizar a teoria do feminismo moderno ao questionar os papéis de sexo e de
gênero.
Questionar o método empírico como motor do pensamento científico.
Preconizar a teoria da pós-modernidade e a ideia de um tempo da transitoriedade.
[353882_580
38]
Questão
006
O conceito de biopolítica define-se como:
Pincel Atômico - 03/01/2023 00:16:55 3/3
A libertação dos corpos em face da vigilância social ampliada pelas instituições.
X
A condução da vida das populações em sentido amplo como estratégias direcionadas
ao biológico.
A condução do real em direção ao encarceramento dos corpos.
A libertação da vida das populações em sentido amplo como estratégias direcionadas
ao biológico.
A condução da vida das populações em direção a uma ampla destituição das
estratégias de controle do corpo.
[353883_389
09]
Questão
007
O pensamento de Michel Foucault apresenta uma discussão sobre as formas de
poder e, para tanto, questiona-se sobre o outro da história. Tal questionamento se dá
pela:
 
Difusão de valores históricos tradicionalistas que repetem os mesmos modelos.
X
Relação de reciprocidade entre história e indivíduo na constituição das formas de
poder.
Interpretação das formas de poder como meios e modos de libertação dos sujeitos.
Interpretação dos mecanismos de poder que garantem o encarceramento do sujeito
em instituições de aprisionamento
Lógica determinista que entende a história como um ciclo de repetições.
[353882_580
50]
Questão
008
A pós modernidade é demarcada pela:
Durabilidade das relações sociais e liquidez do tempo.
Solidez das relações sociais e estabilidade do tempo.
X Liquidez das relações sociais e transitoriedade do tempo.
Solidez do tempo e durabilidade das relações sociais.
Transitoriedade do tempo e solidez das relações sociais.

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