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RENATA TABOAS GERVASIO 201708190503 Disciplina: CCJ0226 / DIREITO CIVIL - SUCESSÕES 03/06/2022 Período: 2022.1 / AV2 Turma: 3001 Leia com atenção as questões antes de responder. É proibido o uso de equipamentos eletrônicos portáteis e consulta a materiais de qualquer natureza durante a realização da prova. Questões objetivas e discursivas que envolvam operações algébricas devem possuir a memória de cálculo. Boa prova. de 1,00 1. de 1,00 2. de 1,00 3. de 1,00 4. 5414659966 27/05/2022 18:43 (Juiz Estadual - TJ/PI - CESPE/UNB - 2007) Quanto ao direito das sucessões, assinale a opção correta: Havendo herdeiros legítimos, o autor da herança poderá dispor por testamento da metade de seu patrimônio, a chamada parte disponível, pois a outra parte, a legítima, será necessariamente entregue a esses herdeiros, desde que não haja cláusula testamentária de deserdação. Considera-se aberta a sucessão no lugar do falecimento do autor da herança ou, quando este é desconhecido, no lugar onde se encontrar a maior parte dos bens a serem inventariados. Considere que o autor de uma herança seja casado pelo regime da separação de bens e não tenha deixado descendentes, deixando o cônjuge sobrevivente, e como ascendentes, os pais e a avó materna. Nessa hipótese, serão chamados a suceder os ascendentes, por direito próprio, e a herança será divida em três partes iguais. O pacto sucessório é expressamente vedado pelo ordenamento jurídico brasileiro, pois é nulo de pleno direito o contrato que tenha por objeto os bens do espólio. Ademais, a herança é direito indivisível, e os bens que a constituem são uma universalidade, por isso, os herdeiros não poderão validamente fazer qualquer convenção quanto aos bens da herança enquanto não for ultimado o inventário. O credor que se sentir prejudicado pela renúncia do herdeiro poderá, mediante autorização do juiz, aceitar a herança em nome do renunciante. Quitadas as dívidas do renunciante e se houver saldo, prevalece a renúncia quanto ao remanescente, que será devolvido aos demais herdeiros. O direito à sucessão aberta considera-se, para os efeitos legais: Móvel, independente se os bens da herança são móveis ou imóveis. Semovente se os bens da herança forem todos móveis. Imóvel, se todos os bens da herança forem imóveis. Móvel se os bens da herança forem todos móveis. Imóvel, independente se os bens da herança são móveis ou imóveis. O denominado droit de saisine ou princípio da saisine refere-se especificamente: à comoriência, quando duas ou mais pessoas falecem, na mesma ocasião, havendo impossibilidade de verificar-se qual deles precedeu aos outros. ao momento da verificação da capacidade do herdeiro. à sentença de partilha dos bens, no processo de inventário. ao momento da abertura da sucessão, uma vez que a transmissão da herança opera-se desde logo, a partir da morte do de cujus. aos casos de exclusão da sucessão (indignidade e deserdação). A de 1,00 5. de 1,00 6. de 1,00 7. de 1,00 8. (OAB/PR) Assinale a alternativa correta. I e IV, apenas. A sucessão abre-se no lugar da resiência ou domicilio do falecido, é opcional por atender a interesses dos herdeiros. A sucessão abre-se no domicílio do herdeiro inventariante. Esssa opção visa proteger os herdeiros. A sucessão abre-se no lugar da residencia do falecido. A sucessão abre-se no lugar do último domicilio do falecido. Sobre o Direito das Sucessões, é incorreto afirmar: A propriedade e a posse dos bens são transmitidas aos herdeiros no momento da abertura da sucessão. Pedro pode nomear como herdeira testamentária uma de suas filhas, não contemplando os demais (filhas) no testamento. os filhos do herdeiro renunciante herdam por representação, e não por direito próprio. é lícito a José ceder os direitos que possui na sucessão do seu pai, Joaquim, que já faleceu. As atuais regras normativas do Direito Sucessório, aplicam-se a todas às sucessões abertas a partir da entrada em vigor do atual Código Civil. No que diz respeito à Herança Jacente: I - o de cujus deixa bens e herdeiros através de testamento público II - o de cujus deixa bens para uma fundação através de testamento particular III - o falecido não deixa testamento e não se sabe da existênica de herdeiros apesar de ter deixado bens Estão incorretas as assertivas: apenas as assertivas II e III as assertivas I e II apenas a assertiva I as assertivas I e IV as assertivas I, II e III Configura-se o instituto da representação, em direito das sucessões, quando: A lei determinar que certos herdeiros, menores ou incapazes, sejam representados, nos atos da vida civil, por tutores, curadores ou por aqueles que detenham o poder familiar como decorrência de determinação judicial. Por testamento ou disposição de última vontade, o morto nomeia representantes para os herdeiros menores, confiando-lhes, enquanto durar a menoridade, a guarda e administração dos bens herdados. NDA. Por testamento ou disposição de última vontade, parentes do morto são chamados a suceder herdeiros não necessários. A lei chama certos parentes do morto a suceder em todos os direitos, em que ele sucederia se vivesse. ENADE 2009 Helena da Silva era uma mulher que não tivera oportunidade de concluir o ensino básico. Mas, em razão do destino, veio a conhecer John Look, divorciado há 20 anos, homem rico e bem-sucedido, que, em pouco tempo, se casou com Helena, na esperança de viver um grande amor com a consorte que conhecera no Rio de Janeiro. Logo após o casamento, o casal passeou por diversas capitais do país, entre as quais Recife, Maceió e Salvador. Infelizmente, John Look, em uma visita a seu país, dois meses depois, veio a falecer. No Brasil, o de cujus deixou um pequeno apartamento que deveria partilhar com a ex-mulher, do primeiro casamento. Entretanto, Helena de 1,00 9. de 1,00 10. Campus: CENTRO (RS) Prova Impressa em 27/05/2022 por MARIA CRISTINA DA R MARTINEZ Ref.: 5414659966 Prova Montada em 27/05/2022 soube que a lei do país de John, diferentemente do Brasil, incluía na sucessão ex-cônjuges separados há mais de 10 anos. Considerando o inciso XXXI do artigo 5º da Constituição brasileira, que dispõe que a sucessão de bens de estrangeiros situados no país será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros, sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus, é CORRETO afirmar que a sucessão deverá ser regida pela lei brasileira, uma vez que seria mais favorável à Helena. a sucessão deve ser regulada pelo direito internacional de um país neutro, uma vez que há conflito de competência. a sucessão deve excluir qualquer pretensão de Helena e beneficiar a ex-cônjuge do de cujus, em razão de o óbito ter ocorrido no exterior. a sucessão deve observar as leis do país do de cujus, independentes de serem ou não mais favoráveis à Helena. a sucessão deve obedecer às leis do Brasil, uma vez que o casamento foi realizado sob as leis brasileiras. Marcos, Alberto, Carla, José e Paulo são irmãos e herdeiros da mãe falecida. Marcos deseja transferir seus direitos sucessórios para Carla onerosamente, tendo garantido a preferência também a Alberto e Paulo. Diante disso, marque a alternativa correta: Não havia necessidade de se conferir preferência porque não se trata de condomínio. O negócio jurídico depende do deferimento do juiz da sucessão. Nenhuma das opções A cessão está perfeita, desde que o preço e as condições oferecidas a todos tenham sido iguais. José poderá impugnar a cessão porque não lhe foi oferecido o quinhão de Marcos. (2016/SEGEP-MA) Sérgio, domiciliado durante toda a vida em São Luís, faleceu,em um acidente de trânsito em Bacabal, em 20 de outubro de 2014. Seu inventário foi aberto em 19 de dezembro de 2014 e a partilha de seus bens foi homologada em 15 de março de 2015. De acordo com o Código Civil, a herança de Sérgio foi transmitida a seus herdeiros no momento da homologação da partilha, em 15 de março de 2014, e sua sucessão será aberta no local de seu último domicílio, São Luís. sua morte, em 20 de outubro de 2014, e sua sucessão será aberta no local de seu último domicílio, São Luís. abertura do inventário, em 19 de dezembro de 2014, e sua sucessão será aberta no local do falecimento, Bacabal. homologação da partilha, em 15 de março de março de 2014, e sua sucessão será aberta no local do falecimento, Bacabal. sua morte, em 20 de outubro de 2014, e sua sucessão será aberta no local do falecimento, Bacabal.