Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Daniella Machado
		Turma XXVI
“Primeiro, a fisiologia” – Módulo 1 Daniella Machado
Tutoria– 2º período UniEVANGÉLICA		Turma XXVI
Tutoria: Módulo 1 – Problema 1
Nome do módulo – “Primeiro, a FISIOLOGIA” 
 descrever a composição do músculo esquelético (actina, miosina, OU SEJA, filamento de proteína)
São compostos por fibras – que é uma junção de subunidades menores –. Cada fibra se estende por todo o comprimento do músculo, tendo cada fibra sua respectiva terminação nervosa.
Hipertrofia muscular: aumento das fibras musculares.
Sarcolema
Composta por uma membrana plasmática e um revestimento externo formado por um material polissacarídeo com numerosas fibrilas colágenas delgadas. Cada extremidade dessa fibra, a camada superficial do sarcolema se funde com a fibra do tendão. Que as fibras do tendão irão se unir (conecta osso com músculo).
Os túbulos transversos (T) formam um túnel da superfície para o centro de cada fibra muscular, sendo cheios de líquido intersticial.
Miofibrilas
Composta por 1500 filamentos de miosina (espessos) e 3000 filamentos de actina (fino), sendo grandes moléculas de proteína polimerizadas.
 Pontes cruzadas: interação com os filamentos de actina que produz a contração.
Bandas I (isotrópicas 	a luz polarizada): filamentos de actina, mais clara e menos densa.
Bandas A (anisotrópicas à luz polarizada): filamentos de miosina, zona de sobreposição, parte escura.
Linha Z: são as extremidades de actina ligadas, a partir dessa linha os filamentos se estendem para se interdigitarem com os filamentos de miosina. A nebulina ajuda a ancorar os filamentos finos às linhas Z.
Zona H: centro de cada banda A, filamentos grossos, contém actina ligando-se a actina e a titina.
Linha M: meio do sarcômero, filamentos grossos juntos no centro do sarcômero. Formada por miomesina que se liga a titina.
Distrofina: liga os filamentos finos do sarcômero às proteínas integrais de membrana do sarcolema que estão presas às proteínas na matriz extracelular de tecido conjuntivo que circunda as fibras musculares.
Titina
	A relação lado a lado entre os filamentos de miosina e de actina é mantida por muitas moléculas filamentosas pela titina (filamentosa e flexível). A titina faz com que os filamentos de miosina e de actina no seu devido lugar. Uma extremidade da titina está ligada à linha Z, agindo como uma mola e mudando de comprimento à medida que o sarcômero contrai e relaxa, enquanto a outra parte prende o filamento espesso de miosina. A titina pode atuar como um molde para a formação inicial de porções dos filamentos contráteis do sarcômero (principalmente da miosina). 
Sarcoplasma
É como se fosse o citoplasma da fibra muscular que contém a mioglobina (hemoglobina muscular).
As miofibrilas estão suspensas lado a lado em cada fibra muscular, os espaços entre elas são preenchidos com líquido intracelular, que contêm potássio, magnésio e fosfato + enzimas proteicas.
E uma grande quantidade de mitocôndrias – que fornecem às miofibrilas em contração energia em ATP. 
Retículo sarcoplasmático (rs)
Está dentro do sarcoplasma, sendo uma organização especial que ajuda na regulação do armazenamento, liberação, receptação de cálcio e contração muscular, ele armazena íons cálcio e libera bombas de transporte ativo de cálcio.
*Calsequestrina: proteína de ligação do cálcio que aumenta disparadamente o número de cálcio no RS.
Filamentos de miosina
Proteínas contrátil, componente do filamento grosso e atua como proteína motora dos 3 tipos de tecido muscular. Parece dois tacos de golfe.
A miosina é composta por 6 cadeias polipeptídicas (duas cadeias pesadas e 4 cadeias leves). A cauda é formada por uma hélice das cadeias pesadas, as extremidades são dobradas, sendo chamada de cabeça. Fica duas cadeias em cada cabeça, ajudando a controlar a cabeça na contração muscular.
Composto por 200 ou mais moléculas individuais, sendo a sua porção central chamada de corpo do filamento, parte do corpo pende para o lado formando o braço. 
As projeções dos braços e cabeças são chamadas de pontes cruzadas. Cada ponte é flexível em dois pontos chamados de dobradiças. O braço deixa o corpo do filamento de miosina e o outro onde a cabeça se fixa ao braço. Os braços articulados permitem que as cabeças sejam estendidas para fora do corpo dos filamentos de miosina ou trazidas para perto do corpo, as cabeças articuladas participam da contorção. Não há cabeças das pontes cruzadas no centro dos filamentos de miosina.
ATPase 
A cabeça da miosina atua como ATPase (enzima adenosina trifosfatase), permitindo que a cabeça clive o ATP e use a energia derivada da ligação fosfato de alta energia do ATP para energizar o processo de contração.
Filamentos de actina
É formado por uma molécula de proteína de actina F de fita dupla, representada pelas duas fitas de cor mais clara. Essas duas fitas são enroladas em uma hélice da mesma maneira que a molécula de miosina. Cada fita de dupla- hélice de actina F é composta de moléculas de actina G polimerizada, cada molécula de actina G está uma molécula de ADP. Essas moléculas de ADP são locais ativos nos filamentos de miosina que interagem para causar contração muscular. Os sítios ativos nas duas fitas de actina da dupla-hélice são escalonados. As bases dos filamentos de actina são inseridas nas linhas Z, as extremidades dos filamentos projetam-se em ambas as direções para ficar nos espaços entre as moléculas de miosina.
Tropomiosina
São enroladas em espiral ao redor das laterais da hélice de actina F. No repouso as moléculas de tropomiosina ficam no topo dos sítios ativos das fitas de actina, de forma que a atração não pode ocorrer entre os filamentos de actina e de miosina para causar contração. A contração ocorre apenas quando um sinal causa uma mudança conformacional na tropomiosina que encontra os sítios ativos na molécula de actina e inicia a contração.
Troponina
Moléculas de proteína que são complexos de três subunidades proteicas fracamente ligadas. A troponina I tem afinidade pela actina, a troponina T tem afinidade pelo tropomiosina e a troponina C tem pelos íons cálcio. Esse complexo liga a tropomiosina à actina, a troponina tem afinidade pelos íons cálcio que irá iniciar o processo de contração.
 Definir a contração e o relaxamento muscular (influência do cálcio, acoplamento, excitação e contração)
Ciclo da contração 
1- Potencial de ação viaja ao longo de um nervo motor até suas terminações nas fibras musculares
2- Em cada terminação o nervo secreta uma pequena quantidade do neurotransmissor acetilcolina.
3- A acetilcolina atua em uma área local da membrana da fibra muscular para abrir os canais de cátions (regulado pela acetilcolina, através das moléculas proteicas – que estão na membrana).
4- A abertura dos canais regulados pela acetilcolina permite que grandes quantidades de íons sódio se difundem para o interior da membrana da fibra muscular. Causando uma despolarização local, levando à abertura de canais de sódio dependente de voltagem, iniciando um potencial de ação.
5- O potencial de ação viaja ao longo da membrana da fibra, simultaneamente os potenciais de ação percorrem as membranas das fibras nervosas.
6- O potencial de ação despolariza a membrana muscular, e grande parte da eletricidade do potencial de ação flui através do centro da fibra muscular. Aqui, ele faz com que o retículo sarcoplasmático libere grandes quantidades de íons cálcio que foram armazenados dentro desse retículo.
7- Os íons cálcio iniciam as forças de atração entre os filamentos de actina e de miosina, fazendo com que eles deslizem lado a lado (processo contrátil).
8- Depois, os íons cálcio são bombeados de volta para o retículo sarcoplasmático por uma bomba de Ca2+ da membrana e permanecem armazenados nos retículos até que ocorre outro potencial de ação.
9- Obs: a ACh liga ao canal dependente de ligante e depois dependente de voltagem.
Mecanismo de filamentos deslizantes ou deslizamento dos filamentos
Estado relaxado: as extremidadesdos filamentos de actina se estendem de duas linhas Z sucessivas quase não se sobrepõem. No estado contraído, esses filamentos de actina foram puxados para dentro entre os filamentos de miosina.
O potencial de ação possibilita que o retículo sarcoplasmático libera grandes quantidades de íons cálcio que circundam as miofibrila. Os íons cálcio ativam as forças entre os filamentos de miosina e de actina e a contração começa.
Um filamento de actina sem a presença de troponina-tropomiosina (com íons magnésio e ATP) liga-se instantânea e fortemente as cabeças das moléculas de miosina. Então esse complexo é acoplado ao filamento de actina, a ligação entre a miosina e a actina não ocorre. Os sítios ativos no filamento de actina normal no músculo relaxado são inibidos ou fisicamente cobertos pelo complexo troponina-tropomiosina. Então os sítios não podem ligar às cabeças dos filamentos de miosina, causando a contração.
Acoplamento excitação-contração
Esse mecanismo é hipotético, mas o importante é ressaltar a mudança de concentração de cálcio.
Sistema túbulo transversal-retículo sarcoplasmático
São formados pelos túbulos T (pequenos e se estendem transversalmente às miofibrilas), eles iniciam na membrana (esse local está aberto para o exterior da fibra muscular) e depois entram na fibra muscular até o lado oposto. Eles se ramificam formam redes. Contendo líquido extracelular em seus lumens, sendo extensões internas da membrana celular. O potencial de ação que se propaga na membrana se propaga nos túbulos T, provocando a contração muscular.
RS: cisternas terminais em contato com os túbulos T e túbulos longitudinais longos que se circundam todas as superfícies das Miofibrilas em contração.
Liberação de íons cálcio e do retículo sarcoplasmático
Possuí uma quantidade excessiva de íons cálcio em seus túbulos vesiculares, sendo liberados durante um potencial de ação no túbulo T perto.
Quando o potencial atinge o túbulo T, a tensão é detectada pelos receptores de di-hidropiridina ligados aos canais de liberação de cálcio ou canais receptores de rianodina, nas cisternas do RS. Dessa forma, os canais são abertos liberando íons cálcio no sarcoplasma que circunda as miofibrilas e causa contração.
	A bomba -chamada de SERCA – contém íons cálcio, que bombeia os íons das miofibrilas de volta aos túbulos sarcoplasmáticos, restaurando o equilíbrio.
O complexo troponina-tropomiosina mantém os filamentos de actina inibidos (músculo relaxado). A excitação do túbulo T possibilita a liberação suficiente de cálcio para aumentar o líquido miofribilar.
Teoria da catraca da contração (walk-along)
As cabeças de duas pontes cruzadas conectam-se e desconectam-se de sítios ativos de um filamento de actina. Quando uma cabeça se liga a um sítio ativo, essa ligação simultaneamente causa mudanças nas forças intraoculares entre a cabeça e o braço de sua ponte cruzada. Faz com que a cabeça se incline em direção ao braço e arraste o filamento de actina junto com ela – força de deslocamento – após a inclinação, a cabeça se separa do sítio ativo.
Depois a cabeça a cabeça se retorna à sua direção estendida, combinando-se com um novo sítio ativo mais adiante no filamento de actina, a cabeça então se inclina novamente para causar um novo movimento de força e o filamento de actina dá mais um passo. Assim, as cabeças das pontes cruzadas se dobram para a frente e para trás e passo a passo, caminham ao longo do filamento de actina, puxando as extremidades de dois filamentos de actina sucessivos em direção ao centro do filamento de miosina. As pontes cruzadas atuam independente das outras, quanto maior o número de pontes cruzadas em contato com o filamento de actina, maior será a força de contração. Quando as cabeças de miosina se acoplam na actina são chamadas de pontes transversas.
Junção neuromuscular
Local onde o potencial de ação emerge que consiste na sinapse entre um neurônio somático motor e uma fibra muscular esquelética.
Curiosidade
Várias substâncias e produtos derivados de plantas bloqueiam de maneira seletiva determinados eventos na JNM. A toxina botulínica, produzida pela bactéria Clostridium botulinum, bloqueia a exocitose das vesículas sinápticas na JNM. Em consequência disso, a ACh não é liberada e não ocorre a contração muscular. 
As bactérias se proliferam em alimentos enlatados inadequadamente e sua toxina é uma das substâncias químicas mais letais conhecidas. Uma minúscula quantidade pode ocasionar a morte por paralisação dos músculos esqueléticos. A respiração para devido à paralisia dos músculos respiratórios, inclusive do diafragma. Ainda assim, é a primeira toxina bacteriana a ser usada como medicamento (Botox®). As injeções de Botox® nos músculos afetados podem ajudar pacientes com estrabismo, blefarospasmo (ato de piscar de maneira descontrolada) ou espasmo das cordas vocais que interferem na fala. Além disso, é usada para amenizar dor crônica na coluna decorrente de espasmos musculares na região lombar e como tratamento estético para relaxar músculos causadores de rugas faciais.
Mecânica da contração do músculo esquelético
Um neurônio motor sai da medula espinhal inerva várias fibras musculares, com número de fibras inervadas dependendo do tipo de músculo.
Unidade motora: as fibras musculares que são inervados por uma única fibra nervosa. Dependendo do musculo (ação rápida), tem mais fibras nervosas que fibras musculares.
A Interdigitação das fibras musculares permite que as unidades motoras se contraiam em apoio umas às outras.
 caracterizar o gasto energético no processo de contração
Grandes quantidades de ATP são clivadas para formar ADP durante a contração e, quanto mais trabalho realizados pelo músculo, mais ATP é clivado, sendo o efeito Fenn.
a) As cabeças das pontes cruzadas se ligam ao ATP. A atividade ATPase das cabeças da miosina cliva o ATP, deixando os outros produtos (ADP e íon fosfato) ligados à cabeça. A conformação da cabeça é tal que ela se estende perpendicularmente em direção ao filamento de actina (mas ainda não está ligada à actina).
b) O complexo troponina-tropomiosina liga-se aos íons cálcio, os sítios ativos no filamento de actina são descobertos e as cabeças de miosinas ligam a esses locais.
c) A ligação entre a cabeça da ponte cruzada e o sítio ativo do filamento de actina causa uma mudança conformacional na cabeça, levando a inclinação da cabeça em direção ao braço da ponte cruzada e fornecendo a força necessária apara puxar o filamento de actina. A energia que ativa a força de deslocamento é a energia armazenada, como uma mola armada, pela mudança conformacional que ocorreu na cabeça quando a molécula de ATP foi clivada.
d) Após a inclinação da cabeça da ponte cruzada, a liberação do ADP e do íon fosfato que estavam ligados à cabeça. No local de liberação do ADP, uma nova molécula de ATP se liga. Essa ligação do novo ATP causa o desprendimento entre a cabeça e a actina.
e) Depois que a cabeça se separa da actina, a nova molécula de ATP é clivada para iniciar o próximo ciclo, levando a um novo movimento de força. Ou seja, a energia volta a inclinar a cabeça novamente à sua condição perpendicular, pronta para iniciar o novo ciclo de força de deslocamento.
Tal processo ocorre repetida vezes até que os filamentos de actina puxem a membrana Z contra as extremidades dos filamentos de miosina ou até que a carga no músculo se torne grande demais para que ocorra mais tração.
A quantidade de sobreposição dos filamentos de actina e de miosina determina a tensão desenvolvida pela contração muscular.
O filamento de actina foi puxado até a extremidade do filamento de miosina, sem sobreposição de actina-miosina. A tensão é zero. Enquanto o sarcômero encurta e o filamento de actina começa a se sobrepor ao filamento de miosina, a tensão aumenta progressivamente com a diminuição do sarcômero. O filamento de actina se sobrepôs a todas as pontes cruzadas do filamento e miosina, mas ainda não atingiu o centro do filamento de miosina, mas ainda não atingiu o centro do filamento de miosina. Com mais encurtamento, osarcômero mantem a tensão total até que o ponto B seja alcançada, sendo o comprimento do sarcômero de cerca de 2 micrometros. Quando o comprimento do sarcômero diminui no ponto A, a força de contração diminui rapidamente, nessa hora as duas linhas Z do sarcômero encostam nas extremidades dos filamentos de miosina. Então a contração prossegue para comprimento ainda mais curtos do sarcômero, as extremidades se enrugam e a força fica quase zero.
Efeito do comprimento muscular na força de contração do músculo total
O músculo contém uma grande quantidade de tecido conjuntivo, os sarcômeros em diferentes partes do músculo nem sempre se contraem da mesma maneira.
Quando o músculo está em seu comprimento normal de repouso, ele se contrai na ativação com a força máxima aproximada de contração. O aumento da tensão durante a contração chama-se tensão ativa que diminui à medida que o músculo é alongado além do seu comprimento normal
Velocidade de contração com a carga – grandezas inversamente proporcionais.
O músculo esquelético se contrai rapidamente sem carga para um estado de contração total para o músculo médio, quando tem cargas, a velocidade de contração diminui à medida que a carga aumenta. Quando a carga é igual a força máxima do músculo a velocidade de contração torna-se zero e não tem contração.
Transporte de energia
A energia para a contração muscular é usada para o mecanismo de catraca, em que as pontes cruzadas puxam os filamentos de actina. Outras fontes de energia vão para: bombear íons cálcio do sarcoplasma para o retículo sarcoplasmático após o término da contração, bombear íons sódio e potássio através da membrana da fibra muscular para manter um ambiente iônico para a propagação de potenciais de ação da fibra muscular. O ATP é clivado e vira ADP, então o ADP é refosforilado para formar um novo ATP, permitindo a contínua contração do musculo.
Fontes da refosforilação 
Fosfocreatina
Carrega uma ligação fosfato de alta energia semelhante às ligações do ATP. A ligação fosfato de alta energia da fosfocreatina tem mais energia livre que as ligações de ATP. Então ela é clivada e causa a ligação de um novo íon fosfato no ADP. 
A quantidade de fosfocreatina é pequena, sendo apenas 5 vezes maior que a ATP. A creatinoquinase (CK) inicia sua ação de enzima quando o índice de ADP aumenta, realizando assim a transferência de um grupo fosfato para o ADP.
Glicólise
É a quebra do glicogênio armazenado. A quebra do glicogênio em ácido pirúvico e ácido láctico libera energia usada para converter o ADP em ATP, o ATP pode ser usado para energizar a contração muscular adicional e reformar os estoques de fosfocreatina. 
O interessante é que essa reação pode ocorrer sem oxigênio, sendo mantida por um período longo. A formação de ATP por glicólise é mais rápida que a formação de ATP em resposta aos nutrientes celulares reagindo com o oxigênio. Em contrapartida, os produtos da glicólise se acumulam nas células musculares que a glicólise perdendo sua capacidade de sustentar a contração muscular.
Metabolismo oxidativo
Combinação do oxigênio com os produtos da glicólise e com vários outros nutrientes celulares para liberar ATP. Mais de 95% da energia usada pelos músculos para a contração a longo prazo (2-4 horas) derivam desse mecanismo. Os nutrientes consumidos são carboidratos, lipídios e proteínas.
A eficiência máxima atinge quando o músculo se contrai a uma velocidade moderada, sendo liberado pequenas quantidades de calor. Se a contração for rápida, a energia vai ser usada para superar o atrito viscoso dentro do próprio músculo, reduzindo a eficiência da contração.
A cada ciclo de contração e relaxamento usa-se 4 ATPs (2 para a catraca, 1 pra SERCA e 1 pra bomba de sódio e potássio).
descrever os tipos de contração muscular (isométrica, isocinética E isotônica). 
A quantidade de impulsos por segundo chama-se frequência da estimulação.
Isometria
O músculo não encurta durante a contração. Músculo se contraí contra um transdutor de força sem diminuir o comprimento do músculo.
A energética da contração modifica-se de músculo para outro, dependendo da sua função.
Exemplo: músculo ocular com duração menor (1/50 segundo) e o gastrocnêmico com duração maior – movimento rápido de correr e pular - (1/15 segundo).
Maior prevalência dos componentes elásticos.
Isotônica
 É quando ele encurta, mas a tensão no músculo permanece a mesma durante toda a contração. A tensão desenvolvida no musculo permanece constante enquanto se modifica. Tem dois tipos concêntrica -músculo encurta e puxa outra estrutura, produzindo um movimento e reduzindo o angulo na articulação - e excêntrica – a tensão se opõe ao movimento e retarda o processo de alongamento, suas ações produzem mais dano que as concêntricas.
Maior prevalência do sarcômero.
Isocinética 
Essa concentração ocorre quando a velocidade de movimento é constante, dessa maneira, ocorre o isolamento do membro e estabilização dos segmentos adjacentes e o ajuste da velocidade do movimento. Assim que o membro atinge a velocidade angular predeterminada, a resistência nos mecanismos iguala-se à força exercida para manter constante essa velocidade, permitindo sobrecarga de um músculo em 100%.
A velocidade é a mesma em todo o exercício, usa-se máquinas, ocorre a contração máxima do músculo, mais força=mais resistência.
explicar os efeitos dos estímulos repetitivos (fadiga, tetania e efeito escada). 
Somação de forças/ondas
Somar os abalos individuais para aumentar a intensidade da contração muscular total, podendo ser aumentando o número de unidade motoras que se contraem simultaneamente – somação por múltiplas fibras – ou aumentando a frequência da contração -somação por frequência, que pode levar a tetanização.
Somação por múltiplas fibras: o SNC envia um sinal fraco para contrair um músculo, as unidades motoras do músculo são estimuladas, só depois que as unidades motoras maiores começam a ser excitadas, sendo chamado de princípio do tamanho, permitindo a gradação da força muscular durante a contração fraca ocorram em pequenas etapas, enquanto as etapas se tornam progressivamente maiores, grandes quantidades de força são necessárias.
Mas porque isso ocorre? As unidades motoras menores são acionadas por pequenas fibras nervosas motores e os pequenos motoneurônios na medula espinhal são mais excitáveis do que os maiores.
Outra coisa interessante é que as unidades motoras são acionadas de forma assíncrona pela medula espinhal, então a contração alterna, sendo uma contração suave, de baixa frequência de sinais nervosos.
Tétano incompleto (não fundido): uma fibra é estimulada, podendo ser que ela relaxe parcialmente entre os estímulos, resultando em uma contração sustentada, mas em ondas.
Tétano completo (fundido): fibra muscular é estimulada em ritmo acelerado, não relaxando totalmente, ocorre uma contração sustentada na qual abalos individuais não podem ser detectados.
Somação por frequência e tetanização 
Inicia-se com contrações individuais que ocorre uma após a outra em baixa frequência de estimulação são exibidas à esquerda, a frequência vai aumentando até chegar a um ponto em que as contrações ocorrem quase coladas. Dessa maneira, a contração da segunda é adicionada a primeira, havendo então o aumento da força total da contração juntamente com o aumento da frequência, chega um nível que as contrações se fundem, criando uma contração suave e contínua – tetanização -. Se a frequência aumentar não vai adiantar mais nada, já que a força e contração atingiu seu máximo e não tem como adicionar mais força.
Tetania: ocorre quando os íons cálcio (mantidos no nosso sarcoplasma) permitem que o potencial de ação não encontre um estado de relaxamento.
Mudanças na força muscular no INÍCIO da contração/ efeito escada/ efeito treppe (significa escada em alemão)
Quando após um longo período sem contrair o músculo voltar a contração, sua contração de início é bem baixa, ou seja, a força da contração aumenta para um platô. Uma das causas desse efeito seria, o aumento de íons cálcio no citosol devidoa sua liberação por meio do retículo sarcoplasmático com cada potencial de ação muscular sucessivo e falha do sarcoplasma para recapturar os íons rapidamente.
Fadiga
A contração forte prolongada, sendo proporcional a taxa de depleção do glicogênio muscular. É resultado da incapacidade dos processos contrateis e metabólicos das fibras musculares de continuarem a fornecer a mesma produção de trabalho. A transmissão do sinal nervoso através da junção neuromuscular diminuí um pouco após intensa atividade muscular prolongada, reduzindo a contração muscular, a interrupção do fluxo sanguíneo quando um músculo estiver em contração leva à fadiga muscular, por causa da perda de suprimentos de nutrientes e de oxigênio.
 caracterizar os tipos de músculos (OBS: pegar a tabela do tortora)
Os músculos estão em sua maioria organizados em pares opostos (antagonistas), como flexores- extensores, abdutores-adutores.
Exemplos: tem o musculo braquial (agonistas) que contrai para causar uma ação enquanto o tríceps braquial (antagonista) se alonga e cede aos efeitos
As vezes as articulações do musculo aparecem em outros lugares que não ocorre sua ação principal, como o bíceps braquial. Para evitar movimentos indesejados nas articulações intermediárias ou para auxiliar o movimento do agonista, os músculos sinergistas se contraem e estabilizam as articulações intermediárias. 
Tem os músculos fixadores, que estabilizam o agonista para que ele possa se mover de maneira eficiente, mantendo a extremidade proximal dele fixa enquanto ocorre sua movimentação distal, como por exemplo a escápula.
Alongamento: alongamento estático – músculo em posição de estiramento – surgindo um desconforto. Melhora o desempenho físico, diminui o risco de lesão, reduz a dor muscular e melhora a postura.
Fibras musculares rápidas/ tipo 2/ músculo branco/ glicolíticas RÁPidas
Tibial anterior
A- Grandes, possibilitando uma contração maior
B- Retículo sarcoplasmático extenso, para liberar cálcio rapidamente (início da contração).
C- Muitas enzimas glicolíticas para liberar energia pelo processo glicolítico.
D- Menor suprimento sanguíneo, já que o metabolismo oxidativo é de menor importância.
E- Menos mitocôndrias e mioglobina que a fibra lenta – músculo branco –.
F- Alta fadigabilidade e velocidade de condução alta – numerosas placas mioneurais.
Oxidativo-glicolítico rápidas: fibras maiores, muita mioglobina e capilares sanguíneos, resistência à tendência, mais rápida que a OL.
Fibras lentas/ tipo 1/ músculo vermelho/ oxidativas lentas
Sóleo
A- Menores que as rápidas.
B- Inervadas por fibras nervosas menores.
C- Tem vasos sanguíneos mais extensos e mais capilares para fornecer uma quantidade extra de oxigênio em comparação as fibras rápidas.
D- Tem mais mitocôndrias, para fornecer uma oxigenação maior, suportando altos níveis de metabolismo oxidativo.
E- Muita mioglobina, que se combina ao oxigênio, armazena-o e acelera o transporte de oxigênio, dando a aparência de musculo vermelho.
F- Aparece com predominância em atletas de resistência/endurance (maratonistas e ciclistas), de metabolismo aeróbico.
G- Possuí baixa velocidade de condução do estímulo (pequeno número de placas mioneurais).
bibliografia
GUYTON, Arthur. Capítulo 6 e parte do 7.
CAPÍTULO 1. Repositório UFSC, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/82889/189514.pdf?sequence=1&isAllowed=y . Acesso em: 7, fevereiro e 2022.

Mais conteúdos dessa disciplina