Prévia do material em texto
UNIVERSIDADE PAULISTA CLAUDILENE MARIA DE ANDRADE - RA 2002449 VS SUPRIMENTOS PARA COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA Projeto Multidisciplinar VII SÃO PAULO-SP 2021 CLAUDILENE MARIA DE ANDRADE - RA 2002449 VS SUPRIMENTOS PARA COMUNICAÇÃO VISUAL LTDA Projeto Multidisciplinar VII Projeto Integrado Multidisciplinar V apresentado à Universidade Paulista–UNIP. Para obtenção do título do Curso Superior de tecnologia em Gestão Financeira. Orientador: Fabio Arten SÃO PAULO-SP 2021 RESUMO O projeto Multidisciplinar VII aborda as disciplinas de Controladoria, Fontes de Financiamento e Desenvolvimentos sustentável. O projeto foi elaborado através de pesquisas acadêmicas e estudo de caso, a empresa escolhida foi a VS Suprimentos para Comunicação visual, empresa do ramo atacadista de produtos para comunicação visual. A controladoria se tornou uma ferramenta indispensável para as empresas nos dias de hoje, o trabalho aborda as funções da controladoria, seu papel na tomada de decisão e no desenvolvimento estratégico empresarial. A disciplina de Fontes de financiamento apresenta as diversas oportunidades de se conseguir capital de giro, seja por meio de empréstimo ou financiamentos, decidir o momento ou a melhor maneira de se adquirir recursos é o importante papel do gestor financeiro. O tema de sustentabilidade vem sendo discutido de maneira global, neste sentido é importante entender os pontos históricos que desencadearam esse assunto suas leis e como as empresas devem estar engajadas neste sentido. Palavras-chave: Controle. Recursos. Sustentabilidade. ABSTRACT The Multidisciplinary VII project addresses the disciplines of Controllership, Financing Sources and Sustainable Development. The project was elaborated through academic research and case study, the chosen company was VS Suprimentos para Comunicação Visual, a company in the wholesale branch of products for visual communication. Controllership has become an indispensable tool for companies today, the work addresses the functions of controllership, its role in decision making and strategic business development. The discipline of Financing sources presents the various opportunities to obtain working capital, whether through loans or financing, deciding the moment or the best way to acquire resources is the important role of the financial manager. The issue of sustainability has been discussed globally, in this sense it is important to understand the historical points that triggered this issue in its laws and how companies should be engaged in this regard. Keywords: Control. Resources. Sustainability. 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.1.1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SUMÁRIO INTRODUÇÃO 6 CONTROLADORIA 7 FUNÇÃO DA CONTROLADORIA 7 CONTROLADORIA NO PLANEJAMENTO EMPRESARIAL 9 PAPEL DO CONTROLER 10 GESTÃO DE CUSTOS 11 TIPOS DE CUSTOS 11 ESTUDO DO CASO 12 FONTES DE FINANCIAMENTO 14 EMPRÉSTIMO 14 FIANCIAMENTO 14 ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 16 ESTUDO DO CASO 17 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 18 ENCONTROS MUNDIAIS 18 Rio-92 ou Eco-92 18 MEIO AMBIENTE E DIREITO AMBIENTAL 20 ESTUDO DO CASO 20 CONCLUSÃO 22 REFERÊNCIAS 23 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 — O papel da controladoria 8 Figura 2 — Processo de Gestão 9 1 INTRODUÇÃO O Projeto Multidisciplinar VII, aborda as disciplinas de Controladoria, Fontes de Financiamento e Desenvolvimento Sustentável. O mesmo foi desenvolvido a partir de pesquisas, estudos bibliográficos e revisão do material acadêmico , além de estudo de campo com a colaboração da empresa VS Suprimentos para Comunicação Visual LTDA CNPJ 04.187.580/0003-90, empresa do ramo de distribuição de matéria prima para confecção de material publicitário, fachadas, sinalização viária, além de atender o ramo de confecção de roupas com distribuição de impressoras e insumos para sublimação, situada na cidade de São Paulo, fundada em 2001, conta hoje com mais de 120 colaboradores sendo considerada empresa de médio porte. O primeiro capítulo aborda a importância da Controladoria dentro de uma organização e todo seu processo de gestão organizacional, a controladoria envolve todos os setores, sendo o seu principal objetivo analisar os princípios éticos e financeiros, rastreando todo tipo de irregularidade, assim fornecendo informações e alternativas mais precisas ao tomador de decisão, no caso o gestor. Segundo Peters (2007), a controladoria é a função que possui a missão básica de apoiar, com seu ferramental técnico e sua ação gerencial, as ações de planejamento e controle das entidades segundo o autor a controladoria enfoca desta maneira a mensuração, à análise a comunicação e a discussão da visão do mercado e do negócio e das ações do mercado e do negócio que afetam hoje ou futuramente o status econômico do negócio. O segundo capítulo apresenta as fontes de financiamento e as diversas maneiras de uma empresa conseguir capital de giro, seja para suas necessidades emergenciais ou até mesmo para adquirir bens, máquinas ou veículos. A sustentabilidade se tornou um assunto presente nas empresas, a preocupação com o meio ambiente se tornou algo diretamente ligado ao mundo empresarial. Diante desse novo paradigma, as empresas estão sendo obrigadas a repensarem suas responsabilidades perante a sociedade e o meio ambiente e mudarem seus processos,para que consigam se adequar à nova realidade exercendo a sua sustentabilidade empresarial e contribuindo efetivamente para o desenvolvimento sustentável da humanidade se mantendo dessa forma extremamente competitivo no mercado, criando ações e programas direcionados às questões ambientais e sociais (ANDRADE; CÂMARA, 2012). 6 2 CONTROLADORIA De acordo Mossimann, Alves e Fisch (1993), a controladoria consiste em um corpo de doutrinas e conhecimento relativos á gestão econômica. Pode ser visualizada sob dois enfoques: como um órgão administrativo com uma missão, funções e princípios norteadores definidos no modelo de gestão e sistema empresa e, como uma área do conhecimento humano com fundamentos, conceitos, princípios e métodos oriundos de outras ciências. Segundo Padoveze (2016),a controladoria é o órgão responsável pela gestão econômica da empresa, com o objetivo de levá-la à maior eficácia”. Argumenta que a controladoria é a “utilização da ciência contábil em toda sua plenitude” e “tem o papel nas empresas, como unidade administrativa, de efetivar a utilização do conjunto completo da ciência contábil” (PADOVEZE, 2016). Controlar é ter conhecimento da realidade da empresa, devendo dispor de informações de fácil acesso para o gestor. A controladoria pode ser entendida como o departamento responsável pelo projeto, elaboração, implementação e manutenção do sistema integrado de informações operacionais, financeiras e contábeis de determinada entidade, com ou sem finalidades lucrativas. (OLIVEIRA, 2011, p.5) 2.1 FUNÇÃO DA CONTROLADORIA As principais funções da controladoria segundo Lunkes e Schnorrenberger (2009) são planejamento, organização, direção, controle e informação, cujas características são: Planejamento: determina um plano integrado para alcançar os objetivos e as metas, a curto e longo prazo, sendo sempre analisado e revisado. Organização: é importante para executar os planos de acordo com a estrutura necessária. Direção: é a coordenação da organização de divisões de tarefas, com autoridade, poder, responsabilidade e lealdade. Controle: mede o desempenho em relação a padrões esperados, sempre os desenvolvendo e revisando-os. Servem de orientação para os gestores desempenharem suas funções. Informação é obtida através da preparação, análise e interpretação dos resultados financeiros para serem utilizados pelos gestores no processo de tomada de decisão 7 Horváth (2006), diz que partindo o pressuposto de pesquisa a ser empregado deverá ser capaz de captar as principais características da função da controladoria da forma como ela é percebida na prática. Mas ele deverá ser suficientemente flexível para comportar novos conhecimentos e sugestões de composição para a função da controladoria, sendo que os progressos desta devem ser integráveis na prática. A figura abaixo exemplifica a controladoria e demonstra como esta função está presente em toda organização. Figura 1 — O papel da controladoria Fonte: Publicado por Everton Carsten da Rosa, 2010 CONTROLADORIA NO PROCESSO DE GESTÃO Padoveze (2004), considera que o processo de gestão, também denominado de processo decisório, é um conjunto de processos decisórios e compreende as fases do planejamento, execução e controle da empresa, de suas áreas e atividades. Beuren (2002), destaca que como órgão administrativo, é necessário o 8 envolvimento da área de controladoria no processo de gestão da empresa, com o objetivo de melhorar a tomada de decisões, bem como de propor o aperfeiçoamento dos instrumentos de planejamento e de controle gerencial por meio da construção de modelos, aplicação da pesquisa operacional, uso da estatística, entre outros recursos que possam tornar o sistema de informações, sob sua responsabilidade, mais eficaz. Para Padoveze e Benedicto (2003, p. 47), afirmam que, como o modelo de gestão é a base para formatação de todo o processo de gestão, este, por sua vez, traduzirá em todas as suas etapas a cultura organizacional da empresa. O processo de gestão visa garantir que as decisões dos gestores contribuam para otimizar o desempenho da organização. Figura 2 — Processo de Gestão Fonte: Catelli, 1999, p.432 2.2 CONTROLADORIA NO PLANEJAMENTO EMPRESARIAL Para Stivanim (2021), a controladoria é um departamento que visa coordenar o desempenho econômico da empresa. Sendo assim, este é o departamento responsável por produzir informações que sirvam de subsídio para a tomada de decisões. Além de contribuir para a elaboração e aplicação do planejamento estratégico, bem como, contribui para que a gestão possa elaborar e analisar o plano orçamentário. Dessa maneira, no quesito planejamento, a controladoria analisa se as fases do planejamento estão sendo cumpridas por todos os departamentos da empresa. É de responsabilidade da própria controladoria e visa 9 prever o futuro financeiro da organização, através da apuração dos custos e despesas. Assim, projetando vendas que garantam o pagamento das obrigações, bem como, gerem retorno financeiro satisfatório. 2.3 PAPEL DO CONTROLER Segundo Oliveira, Perez Jr. e Silva (2011, p. 11) entende-se por controller um dos principais executivos da empresa, devendo ser o gestor do Sistema de Informações Gerenciais. Ele é importante para o controle e acessória na organização. O moderno controller deve ter uma visão proativa, permanentemente dirigida para o futuro. Deve: Ter capacidade de prever problemas que poderão surgir e de coletar informações necessárias para as tomadas de decisão; Possuir o necessário discernimento para tomar a iniciativa na elaboração de relatórios, quando necessário; Fornecer informação especifica a cada usuário, preparadas na linguagem do executivo que a recebe; Traduzir os desempenhos passados e presentes em gráficos de tendência e índice; Ter uma visão proativa e preocupada com o futuro; Elaborar relatórios da forma mais rápida possível, gerando informações atualizadas e confiáveis; Insistir na análise e estudo de determinados problemas; Sempre que possível assumir a posição de conselheiro ou exercer o papel de consultor na busca de soluções para os problemas, nunca o de critico; Ser imparcial e justo em suas críticas e comentários; Ter a capacidade de vender suas ideias e não impor opiniões; Ter, principalmente, a capacidade de compreender que, no desempenho de suas funções, suas atribuições para outras áreas sofre limitações. (TUNG (s.d.) apud OLIVEIRA, PEREZ JR. E SILVA, 2011 Tung (1974) destaca que, para a execução de suas funções na organização, a controladoria requer a aplicação de princípios adequados, que englobem todas as atividades da empresa, desde o planejamento inicial até a obtenção do resultado final. O autor complementa que, no que tange ao planejamento, o controller, profissional responsável pela área de controladoria, deve, entre outras medidas, verificar as possibilidades da empresa para fixar objetivos, estabelecer políticas 10 básicas, definir as responsabilidades de cada área na organização, estabelecer padrões de controle, desenvolver métodos eficientes de comunicação e manter um sistema adequado de informações. 2.4 GESTÃO DE CUSTOS Para Oliveira e Perez Jr. (2000), a contabilidade de custos resume-se em atividades de análises, com um único objetivo, o fornecimento de subsídios para a adequada apuração de resultados, controle, acompanhamento e gerenciamento de custos inerentes aos diversos processos existentes dentro de uma organização. Lopes de Sá (1995) ressalta que o ciclo de vida de uma empresa depende de sua controladoria, responsável para que o desempenho esteja voltado ao gerenciamento de negócios. A atuação em um setor contábil exige prática e conhecimento constante, principalmente em métodos de custos. 2.5 TIPOS DE CUSTOS Segundo Oliveira e Perez Jr. (2000 p. 119), “Os custos fixos são considerados diretamente como despesas do período, não sendo, portanto, incluídos nos custos de produção dos bens ou serviços”. De Acordo com Silva (2013),os custos podem ser classificados como diretos, indiretos, fixos e variáveis: Custos diretos: os custos diretos são os gastos de produção associados diretamente aos produtos, como é o caso da matéria-prima utilizada na produção. Esse custo pode ser medido a partir de cada unidade do produto. Custos indireto: os custos indiretos são os gastos de produção que não estão diretamente associados aos produtos, como é o caso da supervisão ou dos serviços de manutenção nos equipamentos de uma fábrica. Custos fixos: os custos fixos são os gastos de produção que, independentemente do volume produzido, mantêm seu valor inalterado. É o caso, por exemplo, do aluguel do imóvel onde a fábrica está implantada, que, ainda que possa ser reajustado a partir de cláusulas contratuais, será praticamente o mesmo, independentemente da produção Custos variáveis: são os gastos de produção que aumentam conforme o volume produzido, como é o caso da necessidade de aumento ou diminuição de mão de obra conforme a demanda do mercado pelo produto. Uma produção maior ou menor se dá, portanto, conforme picos sazonais de consumo. 11 2.6 ESTUDO DO CASO A Vs Suprimentos utiliza a controladoria em sua rotina, desde o planejamento a empresa segue os normativos elaborados pelo departamento de finanças e controles, cada departamento é controlado e todas as ações são sistematizadas. Comercial: O sistema de vendas é totalmente informatizado não sendo possível haver alterações de preços de tabela ou formas de pagamento parcelado. Contas a Receber: As vendas a prazo são por meio de emissão de boleto bancário registrado em banco, não sendo possível que haja o recebimento de outra maneira, em casos de atrasos ou baixa por decursos do prazo de pagamento, o recebimento por meio de depósito ou dinheiro está condicionado ao recebimento de juros e multas. Todo lançamento de recebimento possui um plano de contas específico este serve como base para geração de relatórios de contas a receber e previsão de fluxo de caixa. Contas a Pagar : Os lançamentos de contas a pagar devem sempre estar acompanhados de nota fiscal de compra ou serviços, pequenas compras de material de consumo podem ser lançadas com o recibo de venda ou serviço. Cada lançamento possui seu plano de contas específico para lançamento, por exemplo: Manutenção de Veículos; Material de expediente; Despesas Gerais; Despesas com viagens comerciais; Marketing; Despesas com folha de pagamento; Contas fixas como Água, energia e telefone; Frete rodoviário para clientes; Material de revenda Premiações e comissões O lançamento do plano de contas possibilita a emissão de relatórios de custos, para apresentação e controle destes por meio da diretoria, além de ser apresentado anualmente para a empresa que faz a auditoria externa da empresa. Fluxo de caixa: Toda movimentação financeira da empresa é lançada e realizada a conciliação bancária, o sistema da empresa deve estar devidamente 12 ajustado com as contas bancárias, não podendo haver qualquer divergência. A maioria dos recebimentos da VS, são por meio de depósito bancário. Anualmente a auditoria externa realiza a auditoria na empresa e apresenta o relatório constando todas a análises e verificações feitas. 13 3 FONTES DE FINANCIAMENTO Segundo o Sebrae (2021), saber quais são as diversas fontes de financiamento existentes no mercado é importante para os empreendedores de todo o país, pois eles podem escolher aquela que mais se adequa ao seu negócio. Apesar de os bancos serem a opção mais conhecida, há outras alternativas, a depender de cada caso. 3.1 EMPRÉSTIMO Empréstimo é uma operação financeira que procura receber o pagamento do credor no curto prazo, tornando‑se diferente do financiamento, cujo pagamento é feito em longo prazo. Além disso, no empréstimo, a instituição financeira não se interessa em saber qual será o destino do recurso. No financiamento, o recurso que a empresa receber estará vinculado a uma finalidade, ou seja, esse recurso tem um fim específico que é previamente conhecido pela instituição financeira, sendo que ele não poderá ser utilizado para outro fim (OLIVEIRA, 2021). Ainda segundo Oliveira (2021), empréstimo é uma operação bancária destinada ao atendimento de necessidades dos clientes, sem destinação específica. Pode ser usado, por exemplo, para custear insuficiências de caixa, pagamentos de despesas diversas, cobertura de saldos devedores em bancos, suprimento de caixa para cobertura de folha de pagamento, cobertura de saldos devedores para cheques especiais empresariais (Conta Garantida). 3.2 FIANCIAMENTO O financiamento é uma espécie de compra a longo prazo, com o acréscimo de uma taxa de juros ao valor inicial, que varia de acordo com o tempo de parcelamento. Só é possível solicitar um financiamento para aquisição de um bem específico, como uma casa (FERNANDES, 2021). Para financiar um bem, é necessário solicitar o crédito em uma instituição financeira, que pode requisitar comprovação de renda e consultar o SPC e Serasa. Caso o financiamento seja liberado, o cliente deve pagar o valor em parcelas, que são usualmente mensais, com acréscimo de juros e taxas, o principal benefício em financiar um bem é que não precisa esperar para usufruir dele. Diferente do consórcio, assim que a compra é aprovada, o consumidor já pode utilizar o carro ou o imóvel financiado. Porém existem suas desvantagens , pois por causa da direito 14 de usufruir do item imediatamente, os juros do financiamento são mais altos do que de consórcios (FERNANDES, 2021). O Site Nexxos (2021), apresenta as fontes de financiamento mais usadas na atualidade, sendo elas: Investidor anjo: o investidor anjo realiza investimentos na empresa e ajuda a operação com seu know-how no mundo dos negócios. Geralmente, esse tipo de financiamento é feito por um grupo de anjos que estuda cada empresa e, em troca do investimento, fica com uma porcentagem da companhia. Sócio investidor e sócio capitalista: o sócio investidor investe um montante maior, buscando valorização rápida e saída do negócio, caso valha a pena para ele vender sua parte. Já o sócio capitalista realiza investimentos menores, buscando a valorização a longo prazo e dividindo os lucros em um futuro com rentabilidade. Em ambos os casos, a empresa passa a compartilhar os conhecimentos e ideias dos sócios, além de um aporte financeiro de alguém que realmente está interessado em desenvolver financeiramente cada negócio. Empréstimos bancários: quanto maior o prazo, maiores os juros, já que os bancos não conseguem prever as taxas de juros futuras e os riscos de inadimplência também são maiores. Para que as instituições tenham mais segurança, elas realizam um longo processo de análise, que confere o histórico de pagamento e condições das empresas. Leasing: o leasing é uma modalidade de empréstimo para pessoa jurídica usada no financiamento de equipamentos distintos de uma empresa. Esses equipamentos podem ser veículos, instalações, maquinário, mobiliários e outros. Crowdfunding: o crowdfunding se tornou popular no Brasil, com diversas plataformas que unem pequenos apoiadores com empresas e iniciativas que angariam fundos dessa maneira. Nela, diversas pessoas investem pequenas quantias em cada empresa por meio de plataformas on-line. O investidor deve considerar os benefícios, recompensas e qualidade que a empresa entrega ao coletivo de investidores, e também aos retornos que são levados à sociedade por meio da iniciativa. Antecipação de recebíveis: É uma forma de financiamento para empresas 15 que é bastante buscada por empreendedores é a antecipação de recebíveis. Por meio dela, é possível ter, de forma antecipada, o capital de compras feitas no crédito. As empresas que realizam esse tipo de financiamento pagam os créditos que o negócio teria apenas no futuro, cobrando taxas acessíveis e com menor burocracia que empréstimos bancários comuns. Linhas de crédito: É uma outra fonte comum no Brasil é a linha de crédito.Nessa modalidade, o empreendedor utiliza um valor de crédito disponível em sua conta corrente, pagando juros apenas ao valor gasto por ele no período em que a conta estiver em débito. 3.3 ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO De acordo com Silva (2013) a gestão do capital de giro de uma organização tem por objetivos proteger e utilizar de forma eficaz os recursos financeiros da empresa. Busca, também, manter certo grau de liquidez para que a organização consiga cumprir seus compromissos, abrangendo as decisões de: Planejamento: previsão das necessidades de recursos financeiros para todos os tipos de operações e atividades Financiamento: identificação e escolha de alternativas de fontes de recursos; Controle: acompanhamento e avaliação dos resultados financeiros da organização; Investimento: seleção de alternativas para aplicação dos resultados financeiros da organização. Assaf Neto & Silva (2002, p. 135), destaca a importância do capital de giro nas empresas ao afirmar que “o capital de giro tem importância relevante no desempenho operacional das empresas, cobrindo geralmente mais da metade de seus ativos totais investidos" De acordo com Assaf Neto (2002), o patrimônio é formado pelos grupos apresentados a seguir: 1. Ativo Cíclico: formado por duplicatas a receber, provisão para devedores duvidosos, adiantamento a fornecedores, estoques, adiantamento a empregados, impostos indiretos a compensar, despesas operacionais 16 antecipadas etc.; 3. Ativo Financeiro: formado por disponibilidades, fundo fixo de caixa, aplicações financeiras, depósitos judiciais, restituições de IR, créditos de empresas coligadas/controladas etc.; 4. Ativo Permanente: formado pelo imobilizado, investimentos, diferido e realizável a longo prazo. 5. Passivo Cíclico: formado por fornecedores, impostos indiretos (Pis/Cofins, ICMS, IPI), adiantamentos de clientes, provisões trabalhistas, salários e encargos sociais, participações de empregados, despesas operacionais, etc.; 6. Passivo Financeiro: formado por empréstimos e financiamentos bancários de curto prazo, duplicatas descontadas, imposto de renda e contribuição social, dividendos, dívidas com coligadas e controladas, etc.; 7. Passivo Permanente: formado pelas contas do exigível a longo prazo e do patrimônio líquido. 3.4 ESTUDO DO CASO A VS Suprimentos trabalha em grande parte com capital próprio, porém a utilização da antecipação de recebíveis por parte da empresa pode ser realizada, visto que a mesma possui esta opção em suas contas bancárias, para isso o contrato realizado com os bancos propõe um menor juro, em contra partida a empresa possui uma meta de envio de boletos bancário, por isso o controle do fluxo de caixa é constante para garantir as disponibilidades diárias. Os financiamentos são feitos em grande parte para renovação da frota de veículos com a contratação do leasing, que propões menores taxas de juros. 17 4 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro. Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental (WWF, 2021). Em setembro de 2015, chefes de Estado, Governo e altos representantes mundiais se reuniram na sede das Nações Unidas, em Nova York, onde decidiram sobre os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável à nível global. Após três dias de encontro, os líderes apresentaram a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, plano de ação com o objetivo de erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir que as pessoas alcancem a paz e a prosperidade (REVISTA EBS, 2021) De acordo com informações do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), o Brasil está progredindo na implementação da Agenda 2030. Em 2017, o país avançou sobre a formulação de políticas que estimulam a adoção dos 17 objetivos nos âmbitos Federal, Estaduais e Municipais. Além disso, Governos, sociedade civil, setor privado e organismos internacionais promoveram ações integradas dentro das metas (REVISTA EBS, 2021). 4.1 ENCONTROS MUNDIAIS 4.1.1 Rio-92 ou Eco-92 De acordo com Caparrós (2020), esse movimento inicial culminou com a realização, em 1992, da Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92, conhecida também como Eco-92, no Rio de Janeiro, cinco anos após o relatório da comissão ser finalizado. A discussão dos problemas ambientais foi apoiada e aceita mundialmente, sendo objetivo do documento final do encontro mundial, a Agenda 21, que traçava as diretrizes governamentais principais a serem adotadas, à época. O encontro virou um símbolo e um marco para a discussão dos problemas ambientais, pois reuniu representantes governamentais e da sociedade civil de diversos locais do planeta. O assunto passou a ser pauta e preocupação mundial, trazendo a degradação ambiental ao centro do debate, para ser enfrentada local e globalmente. 18 Nesse encontro foram assinados cinco documentos sobre o meio ambiente: Agenda 21 Convenção sobre a Biodiversidade (CBD). Convenção sobre Mudanças do Clima Princípios para Administração Sustentável das Florestas Declaração do Rio de Janeiro sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Desde os primeiros encontros mundiais foram traçados objetivos que pudessem ser buscados por todos os países, com metas para cada um alcançar o desenvolvimento sustentável. Os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) para o ano de 2015 foram adotados por 191 Estados-membros da ONU na época e 22 organizações internacionais (NAÇÕES, [s.d.]) Erradicar a pobreza extrema e a fome. Alcançar o ensino primário universal. Promover a igualdade de gênero e empoderar as mulheres. Reduzir a mortalidade infantil. Melhorar a saúde materna. Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças. Garantir a sustentabilidade ambiental. Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento. Em 2015, os objetivos foram ampliados e renovados para o período até 2030 e se dividiram em 17: Erradicação da pobreza. Fome zero e agricultura sustentável. Saúde e bem-estar. Educação de qualidade. Igualdade de gênero. Água potável e saneamento. Energia limpa e acessível. Trabalho decente e crescimento econômico. Indústria, inovação e infraestrutura. Redução das desigualdades. Cidades e comunidades sustentáveis. Consumo e produção responsáveis. Ação contra a mudança do clima. Vida na água. Vida terrestre. 19 Paz, justiça e instituições eficazes. Parcerias e meios de implementação 4.2 MEIO AMBIENTE E DIREITO AMBIENTAL Granziera (2014, p. 76) conceitua o meio ambiente ecológico como “o conjunto vivo formado pela comunidade e pelo biótipo – conjunto dos componentes físicos e químicos do ambiente – em interação denomina-se ecossistema, que possui características próprias e relativa estabilidade” Antunes (2014, p. 5) conceitua o Direito Ambiental como a vida humana, que necessita de recursos ambientais (fato); a necessidade de estabelecer novos comandos e regras para tratamento do dano causado ao meio ambiente (norma); e, a norma ambiental como reflexo do mundo ético das preocupações com a necessidade de sobrevivência do ser humano e da manutenção da qualidade do meio ambiente (valor). Silva (2010, p. 41 e 42), com bastante lucidez, traz a seguinte definição de Direito Ambiental: Como todo ramo do Direito, também o Direito Ambiental deve ser considerado sob dois aspectos: a) Direito Ambiental objetivo, que consiste no conjunto de normas jurídicas disciplinadoras da proteção da qualidade do meio ambiente; b) Direito Ambiental como ciência, que busca o conhecimento sistematizado das normas e princípios ordenadores da qualidade do meio ambiente Art.225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.” 4.3 ESTUDO DO CASO A sustentabilidade na VS suprimentos vem sendo um assunto já discutido na empresa a algum tempo, algumas medidas foram tomadas com o propósito de aumentar a sustentabilidade e realizar prevenções para para se preservação do meio ambiente. A empresa utiliza algumas medias a fim de contribuir com o meio ambiente como: Realiza palestras de conscientização para diminuição do uso de papel nas 20 rotinas internas. Orienta os clientes para o correto descarte de tintas e solventes. Realiza a entrega de papelão e embalagens recicláveis nas empresas responsáveis pela reciclagem. Respeito as leis ambientais. 21 5 CONCLUSÃO Diante das pesquisas realizadas e estudo de caso acerca dos assuntos abordados, verificamos o quanto a controladoria é indispensável nas empresas, controlar não é uma tarefa fácil portando elaborar um planejamento voltado para o controle é necessário para qualquer empresa, de forma que a adoção da área de controladoria pelas empresas e o desenvolvimento de sua atuação sejam de forma sistêmica, envolvendo todos os membros da organização, desde os níveis mais altos até os operacionais. A VS suprimentos desenvolve bem a função da controladoria na organização, tendo como meta orientar todos os departamentos para que sejam feitos lançamentos de maneira correta, além de realizar anualmente a auditoria interna por meio de contratação de empresa especializada. Estamos vivendo uma crise mundial, a pandemia de Covide-19 impactou o mundo todo e levou empresas sólidas a uma situação complicada, entre outras que não conseguiram superar as dificuldades. Garantir o capital de giro necessário para o funcionamento das empresas nunca foi uma tarefa muito fácil para muitos, as fontes de financiamentos e empréstimos em determinado momento se torna necessário para as empresas, ou até mesmo o financiamento para a ampliação dos negócios. Neste sentido a VS suprimentos demonstra estar alinhada com estas possibilidades e atenta sobre a necessidade de adquirir recursos de terceiros, a empresa raramente recorre à empréstimos que tem juros mais altos e contrata financiamentos a juros menores para compra de veículos. Sabemos que cada vez mais o meio ambiente sobre com a degradação, as empresas de certa forma são grandes responsáveis pela destruição do meio ambiente, sendo assim nos tempos atuais cresce o compromisso das empresas nesse sentido, além da conscientização dos próprios empresários de que utilizando métodos simples podem aumentar a sustentabilidade da empresa e contribuir com o meio ambiente, no caso da VS suprimentos a empresa é preocupada com o tema. Porém mais algumas atitudes poderiam ser utilizadas pela empresa como a adoção da energia solar, e a instalação de lixeiras seletivas na empresa. 22 23 REFERÊNCIAS ANDRADE, J. M.R.; CÂMARA, R.P.B. Mensuração da sustentabilidade empresarial: uma aplicação em hotéis localizados na via costeira da cidade de Natal/RN. Revista Ambiente Contábil. v. 4, n. 2 110-131, 2012.. ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito Ambiental. 16. ed. São Paulo: Atlas, 2014 Trabalho de Conclusão de Curso. ASSAF NETO, A. e SILVA, César A. T.Administração do capital de giro. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2002.. CAPARRÓS, Raquel. Desenvolvimento sustentáve. São Paulo: Sol, 2020. FERNANDES, Lara. Financiamento – O que é, significado, tipos, vantagens, desvantagens. Disponível em: https://editalconcursosbrasil.com.br/blog/financas_financiamento/. Acesso em: 17 out. 2021. GRANZIERA, Maria Luiza Machado. Direito Ambiental. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2014.. LOPES DE SÁ, A. Dicionário de Contabilidade. 8. ed. São Paulo: Atlas, 1995. LUNKES, Rogério João e SCHNORRENBERGER, Darci. Controladoria: na coordenação dos sistemas de gestão. São Paulo: Atlas, 2009. MOSIMANN, Clara P.; FISCH, Silvio. Controladoria: seu papel na administração das empresas. São Paulo: Atlas, 1999. NEXOOS. Tipos de financiamento empresarial: conheça os modelos mais comuns do Brasil. Disponível em: https://www.nexoos.com.br/blog/tipos-de-financiamento- empresarial-conheca-os-modelos-mais-comuns-do- brasil/#:~:text=Tipos%20de%20financiamento%20empresarial%3A%20conhe%C3% A7a%20os%20modelos%20mais,7%20Linhas%20de%20cr%C3%A9dito.%20...%20 Mais%20itens...%20. Acesso em: 17 out. 2021. OLIVEIRA, L. M.; PEREZ JR., J. H. Contabilidade de custos para não contadores. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. Trabalho de Conclusão de Curso. 24 OLIVEIRA, Luís Martins de; PEREZ JR., José Hernandez; SILVA, Carlos Alberto dos Santos. Controladoria Estratégica. Textos e Casos Práticos com Solução. 8.ed. São Paulo: Altas, 2011. OLIVEIRA, Luís Martins de; PEREZ JR., José Hernandez; SILVA, Carlos Alberto dos Santos. Controladoria Estratégica. Textos e Casos Práticos com Solução. 8.ed. São Paulo: Altas, 2011. PADOVEZE, Clóvis Luís. Controladoria Básica. 3 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016. 372p. PADOVEZE, Clóvis Luís; BENEDICTO, Gideon Carvalho de. Cultura Organizacional: Análise e Impactos dos Instrumentos no Processo de Gestão. In: Encontro Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Administração - ENANPAD, 27, Atibaia, 2003. PETERS, Marcos R. S. Implantando e Gerenciando a Lei Sarbanes Oxley. Governança Corporativa Agregando Valor aos Negócios. São Paulo: Atlas, 2007. REVISTA EBS. Eventos Sustentáveis: melhores práticas para o mercado. Disponível em: https://www.revistaebs.com.br/mice/eventos-sustentaveis/. Acesso em: 17 out. 2021. SILVA, Alexandre Mendes da. Controladoria. São Paulo: Sol, 2013. SILVA, José Afonso da. Direito Ambiental Constitucional. 8. ed. São Paulo: Malheiros, 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. STIVANIM, Veronica . A controladoria e as decisões estratégicas da empresa. Disponível em: https://noticiasconcursos.com.br/a-controladoria-e-as-decisoes- estrategicas-da- empresa/#:~:text=Controladoria%20e%20o%20planejamento%20Dessa%20maneira %2C%20no%20quesito,organiza%C3%A7%C3%A3o%2C%20atrav%C3%A9s%20d a%20apura%C3%A7%C3%A3o%20dos%20custos%20e%20despesas.. Acesso em: 17 out. 2021. TUNG, N. Controladoria financeira das empresas: uma abordagem prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1974. WWF. O que é desenvolvimento sustentável?. Disponível em: https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/questoes_ambientais/desenvolvimento_s ustentavel/. Acesso em: 15 out. 2021.