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instruçóes 033347584 UNIP Preencha as boihas com caneta preta EAD Nào dobre. não suje o náo rasuro osta lolhaNao utze grampos ou cipes. UNIVERSIDADE PAULISTA Assinar a folha de respostas ALUNO: 0442403 FERNANDO LENNON DA SILVA SCIPLINA: b1233D IANTROPOL OGIAE CULTURA BRASILEIRA l2293384 4b83 POLO: 7023 CAXIASPROVA: A B C DE A B C DE ABC D E ABC DE 7 10 5 11 QUESTAO O1 ZERO 14 1/2 3/4 11 GUESTAO 02 ZERO 34 O 1/4 12 Assinatura do aluno:Umande dummim (eulu Data:n t6 00n IMPORTANTE Data limite para aplicação desta prova: 11/06/2022 UNIP EAD Codigo da Prova: 122933844683 Curso: SERVIÇO SOCIAL Série: 2 Tipo: Bimestral - AP Aluno: 0442403 FERNANDO LENNON DA SILVA 1-Questöes objetivas - valendo 10 pontos Gerada em: 07/06/2022 às 17h16 instruções para a realização da prova: Leia as questões com atenção. Confira seu nome e RA e verifique se o caderno de questão e folha de respostas correspondem à sua disciplina. aça as marcações primeiro no caderno de questões e depois repasse para a folha de respostas 4. Serão consideradas somente as marcações feitas na folha de respostas. 5. Não se esqueça de assinar a folha de respostas. 6. Utilize caneta preta para preencher a folha de respostas. Preencha todo o espaço da bolha referente à alternativa escolhida, a caneta, conforme instruções: não rasure não preencha X, não ultrapasse os limites para preenchimento 8. Preste atenção para não deixar nenhuma questão sem assinalar. Só assinale uma alternativa por questão. 10. Não se esqueça de responder às questões discursivas, quando houver, e de entregar a folha de respostas para o tutor do polo presencial, devidamente assinada. 11. Não é permitido consulta a nenhum material durante a prova, exceto quando indicado o uso do material de apoio. 12. Lembre-se de confirmar sua presença através da assinatura digital (login e senha). Boa prova! Questöes de múltipla escolha Disciplina: 612330 - ANTROPOLOGIA E CULTURA BRASILEIRA Questão 1: Ao contrário da Escola de Frankfurt, há teóricos, como Marshall McLuhan, que defendem os meios de comunicação. As principais justificativas desses teóricos se referem ao fato de tais meios: . Terem contribuido para diminuir a distância territorial e social entre os seres humanos, levando à democracia. II. Contribuirem para a ampliação da cultura erudita. I. Se tornarem um material de consumo para todos. IV. Se tornarem referência para a classe trabalhadora. V. Todas as alternativas anteriores estão corretas. (A)) A penas I está correta. B) A penas I e ll estãão corretas. C) A penas ll está correta. D) A penas Ie IV estão corretas. E) A penas ll e V estão corretas. Q u estão 2: A p ercep ção das diferenças en tre as culturas ex isten tes n o sécu lo X IX levou os eu ro p eu s a interpretar tal diversidade com o se existissem estágios diferentes de evolução hum ana. D esse m odo, as sociedades indigenas poderiam s e r classificadas n o estágio d e selvageria, o s rein o s africanos estariam classificados n o estágio de barbárie e a Europa seria classificada n o estágio de civilização, pois já teria passado por aqueles outros estágios. E ssa interpretação so b re a diversidade d e com portam entos existentes e n tre o s diferentes p o v o s foi denom inada: I. E volucionism o. II. R elativism o cu ltu ral Il. E tn o cen trism o . IV. A culturação. V . A ssim ilação . A))Apenas I está correta. B) A penas Ie ll estão corretas. C )A penas Il e ill estão corretas. D) A penas le ill estão corretas. E) A penas IV e V estão corretas. Q uestão 3: Publicada e m 1936, R aizes do B rasil aborda aspectos centrais da história da culturabrasileira. O tex to consiste d e u m a m a c ro interpretação do processo de form ação da sociedade brasileira. A tese central é a d e q u e o legado personalista da experi�ncia colonial constituía u m obstáculo, a s e r vencido, para o estabelecim ento da dem ocracia politica n o B rasil. D estaca, n e sse sentido, a im portância d o legado cultural da colonização portuguesa do B rasil e a dinam ica d o s arranjos e adaptações que m a rc a ra m a s transferências culturais de Portugal para a s u a colônia am ericana. N a obra de Sérgio Buarque de H olanda, R aizes do B rasil, o s portugueses foram descritos: 1. C om o o povo que desenvolveu u m espirito aventureiro, o que facilitou o processo de colonização e s u a adaptação no Brasil. II. C om o u m grupo e m constante conflito c o m o s dem ais. IHI. C om o referéncia de convivio social e racial. A) A penas I e ll est�o corretas. T odas, I, Ile ll, estão corretas A p en as I está correta. D) Apenas I e ll estão corretas. E) Apenas ll estå correta. Q u e stã o 4 : N a regulação d e m atérias cu ltu ralm en te delicadas, c o m o a linguagem oficial, o s c u rric u lo s d a educação pública, o sta tu s d as lgrejas e d as c o m u n id a d e s religiosas, a s n o r m a s d o d ireito penal (por exem plo, q u an to a o aborto), m a s ta m b é m e m a s s u n to s m e n o s cham ativos, c o m o a posição d a fam ília e d o s c o n só rc io s se m e lh a n te s a o m atrim ônio, a aceitação d e n o r m a s d e se g u ra n ç a o u a delim itação d a s esteras publica e privada e m tu d o isso reflete-se a m iú d e ap en as o a u to e n te n d im e n to ético-político d e um a cultura m ajoritária, dom inante por m otivos históricos. Por causa de tais regras, im plicitam ente repressivas, m e s m o d e n tro d e u m a c o m u n id a d e republicana q u e garanta fo rm a lm e n te a igualdade d e d ireito s p ara todos, pode eclo d ir u m co n flito cultural m o v id o pelas m in o rias desprezadas c o n tra a cu ltu ra d a m aioria. H A B E R M A S, J. A in clu são d o outro: estu d o s d e teo ria política. S ão P aulo: L oyola, 2 0 0 2 . A re iv in d ic a ç ã o d o s d ire ito s c u ltu ra is d a s m in o ria s, c o m o e x p o s to p o r H a b e rm a s, e n c o n tra a m p a ro nas d em o cracias co n tem p o rân eas, na m ed id a em q u e se alcança: A ) A secessão , pela qual a m in o ria d iscrim in ad a o b teria a igualdade d e direitos n a condição d a s u a concentração espacial, n u m tipo d e independência n acio n al. B )) A reunificação d a so cied ad e q u e s e e n c o n tra fragm entada e m g ru p o s d e d iferen tes c o m u n id a d e s etn icas, co n fissõ es relig io sas e fo rm as d e v id a, e m to rn o d a c o e sã o d e u m a cu ltu ra p o lítica n acio n al. C ) A c o e x istê n c ia d a s d ife re n ç a s, c o n s id e ra n d o a p o s s ib ilid a d e d e o s d is c u rs o s d e a u to e n te n d im e n to s e su b m eterem ao d e b a te público, cien tes d e q u e estarão v in cu lad o s à co erção d o m elh o r arg u m en to . D ) A a u to n o m ia d o s in d iv íd u o s q u e, a o c h e g a re m à v id a ad u lta, te n h a m c o n d iç õ e s d e se lib ertar d a s tradições d e s u a s origens e m n o m e d a h a rm o n ia d a política n acio n al. E) O d e sa p a re c im e n to d e q u a isq u e r lim itaçõ es, c o m o lin g u ag em p o lítica o u d istin tas c o n v e n ç õ e s d e com portam ento, para com por a arena politica a ser com partilhada. Q u estão 5: L eia o trech o a seg u ir: V E JA - V ê u m a atitu d e racista n o cultoà m u lata o u reafrm a su a tese d e q u e esse cu lto está u m a p ro v a d a ausência de problem as raciais no B rasil? O B rasil é, realm ente, um a dem ocracia racial perfeita? G F (G ilb erto F rey re) - P erfeita, d e m o d o alg u m . A gora, q u e o B rasil é, creio q u e se p o d e d izer sem d ú v id a, a m ais avançada dem ocracia racial do m undo de hoje, isto é, a m ais avançada nestes cam inhos d e um a dem ocracia racial. A inda há, não digo que haja racism o no B rasil, m as ainda há preconceito de raça e de cor entre grupos de brasileiros e entre certos brasileiros individualm ente. (T recho d e entrevista de G ilberto Freyre publicada na revista V eja d e 14 d e abril d e 1970). Ë possível afirm ar que a resposta de G ilberto Freyre: A ) R eforça o preconceito racial dos antigos sen h o res escravocratas. B) D esrespeita a figura da m ulata. C )) Pondera a questão do racism o no B rasil com a evidência de que há dem ocracia racial, ainda que im p erfeita. D ) Incita o ó d io en tre as raças. E) lgnora a história d o p assad o escravista brasileiro. Q u estão 6: E xistem au to res q u e d izem já n ão ser possivel ach ar cultura sim p lesm en te p o p u lar o u eru d ita em u m a so cied ad e co m o a nossa, in teg rad a p elo s veiculos d e co m u n icação , o u seja, p ela in d ú stria cultural. P orém , há outros q u e diferem a cultura em : cultura popular, cultura erudita e a indústria cultural, p o r vezes essa últim a atu an d o co m o p o n te en tre as d u as anteriores. Em relação à s c u ltu ra s popular e erudita, podem os afirm ar: (ATO c o n h e c im e n to d en o m in ad o popular s e contrapôe a o q u e a m aio r parte d a população posSuia: u m to h h e c im e n to classificado co m o atrasad o e inferior, q u e p asso u a ser visto co m o p o p u lar. B ) O c o n h e c im e n to d e n o m in a d o e ru d ito d a c la sse d o m in a n te se c o n tra p õ e a o q u e a m a io r p a te d a p o p u la ç ã o p o ssu ia (a classe d o m in ad a): u m c o n h e c im e n to classificad o c o m o a tra sa d o e in ferio r, q u e passobu a se r v isto c o m o p o p u la r. C )N ã o ex istem n o s d ias d e h o je a cu ltu ra p o p u la re eru d ita to d o s são lev ad o s p ela cu ltu ra in d u strial e d e m a ssa . D ) A cu ltu ra e ru d ita d eix o u d e ex istir so b re ssa in d o a p e n a s a cu ltu ra d e m assa. E) A cu ltu ra p o p u lar foi su b stitu id a p ela cu ltu ra eru d ita d ev id o ao p o d e r d o m in an te. Q u e stã o 7 : P o r isso, a an tro p o lo g ia foi sem p re co n sid erad a a ciên cia d a alterid ad e, isto é, a ciên cia q u e busca investigar o outro, aquele que é essencialm ente diferente de m im . A ssim , para Santos (2005, p. 22), os p rim eiro s an tro p ó lo g o s v ão so frer fo rte influência d e co rren tes d e p en sam en to co m o o positivism o, o evolucionism o e os determ inism os geográficos e biológicos sobre as ideias que elaboraram em relação às cu ltu ras d o s p o v o s d istan tes e ta m b é m p ela au sen cia d o s estu d io so s em cam p o , já q u e su a a n á lise era feita p o r m e io d e relato s e n ã o d e su a p re se n ç a in lo co (n o p ró p rio local), e m q u e e sta v a p e sq u isa n d o a cu ltu ra e stu d a d a . D a s a firm a tiv a s a b a ix o p o d e m o s c o n sid e ra r c o rre ta s: I - A teo ria d o d eterm in ism o b io ló g ico é falsa, p o rq u e a n o ssa g en ética n ão d eterm in a o n o sso c o m p o rta m e n to e m so c ie d a d e . l - A fo rm ação d o p o v o b rasileiro n ão faz p arte d o p ro cesso in ten so d e acu ltu ração . O s p o rtu g u eses q u e aq u i v ieram se esfo rçaram p ara trazer e im p lan tar n o território brasileiro o m o d o d e fu n cio n am en to tradicional da E u ro p a,negligenciando em m u ito a cu tu ra d o s povos indigenas e d o s negros africanos n este p ro cesso . Il - O d eterm in ism o g eo g ráfico tam b ém é falso, já q u e as caracteristicas d o am b ien te g eo g ráfico n ã o d e te rm in a m a m in h a fo rm a d e m e c o m p o rta r e m s o c ie d a d e ./ IV - É sabido q u e ap reen d em o s o nosso com portam ento cultural através do processo d e endoculturação, isto é , a p re n d e m o s c o m o n o sso g ru p o a c u ltu ra d e n o ssa so c ie d a d e . A ) I, Ile I1. B ), Ill e IV . (O )e V . D )Ill e IV E) Il e l . Q u e stã o 8 : A o co n trário d e G ilberto F reyre, p ara q u em a m iscig en ação q u e larg am en te se p ratico u aqui corrigiu a distáncia social que de outro m odo se teria conservado enorm e entre a "casa-grande e a senzala", R ibeiro não enxergava a m estiçagem ou essa m istura de diferentes B rasis com o sinónim o de "dem ocracia racial". S e g u n d o R ibeiro, p ara existir a d em o cracia racial era p reciso , an tes, v iv erm o s n u m a d em o cracia sO cial. N esse sen tid o , assin ale a altern ativ a q u e co n tém ex em p lo s d o s ch am ad o s "m o d o s rú stico s d e ser d o s b rasileiro s", o u seja, g ru p o s q u e se d ife re n c ia m d e v id o à s a d a p ta ç õ e s re g io n a is o u fu n cio n ais, o u d e m iscigenação e aculturação, m as q u e têm em co m u m a brasilidade. C a ip ira s d o s sertõ es e o s cario cas d o s m o rro s. O s sertan ejo s e o s indigenas. I.O s sertan ejo s d o n o rd este e o s caipiras d o su d este e cen tro -o este. IV . O s italo -b rasileiro s e o s e u ro p e u s. V . O s p o rtu g u eses e o s sertan ejo s. A ) A p en as I esta co rreta. B A penasIell estão corretas. C A p e n a s ll está correta. D ) A penas ll e IV estão corretas. E) A p en as IV e V estão co rretas. Q u estão 9: O . e a te o ria q u e a firm a q u e o c o m p o rta m e n to c u ltu ra l é re su lta d o d a g e n é tic a e d a h ered itaried ad e d o s indivíduos. A ssim sen d o , co n sid erav a q u e o s g ru p o s h u m an o s eram d iferen tes u n s d o s o u tro s d ev id o a traço s p sico lo g icam en te inatos, co m o a inteligência o u o tem p eram en to . A ssinale a altern ativ a q u e co m p leta a frase: I. D eterm in ism o g eo g ráfico . II. E v o lu cio n ism o . J . R elativism o. IV D eterm inism o biologico. V . E u ro cen trism o . A ) A p en as I está co rreta. B) A penas Ie ll estão co rretas. A p en as ll e ll e stã o co rretas. 6)A penas IV está correta. E) A penas Ie lll e stã o corretas. Q uestão 10: "Toda a produção culturalé resultado da existëência com um , da história coletiva, p o r m ais que s e u s beneficios e controle sejam desiguais" D ian te d essa afirm ação , p o d e m o s co n statar q u e o carn av al b rasileiro : I.E u m exem plo d e cu ltu ra erudita, pois te v e s u a origem n a Europa. I1. Faz parte da C ultura popular, apenas. I . Faz parte d o p ro cesso histórico d a so cied ad e brasileira c o m o u m to d o . IV . E u m exem plo de assim ilaç�o e dom inação. V . R eflete a oposiç�o e n tre indiose im igrantes q u e im peram d esd e o B rasil colónia A) A penas l està correta. B A penas Ie ll estãäo corretas. C )JA penas l! est correta. D ) A p en asI e V estão corretas. E) A p en as ll e V e stã o co rretas.