Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

instruçóes 033347584 UNIP Preencha as boihas com caneta preta EAD Nào dobre. não suje o náo rasuro osta lolhaNao utze grampos ou cipes.
UNIVERSIDADE PAULISTA Assinar a folha de respostas 
ALUNO: 0442403 FERNANDO LENNON DA SILVA
SCIPLINA: b1233D IANTROPOL OGIAE CULTURA BRASILEIRA 
l2293384 4b83 POLO: 7023 CAXIASPROVA:
A B C DE A B C DE ABC D E ABC DE 
7 10 
5 11 
QUESTAO O1 ZERO 14 1/2 3/4 11 
GUESTAO 02 ZERO 34 O 1/4 12 
Assinatura do aluno:Umande dummim (eulu Data:n t6 00n 
IMPORTANTE 
Data limite para aplicação 
desta prova: 11/06/2022 
UNIP EAD 
Codigo da Prova: 122933844683 
Curso: SERVIÇO SOCIAL
Série: 2 Tipo: Bimestral - AP 
Aluno: 0442403 FERNANDO LENNON DA SILVA 
1-Questöes objetivas - valendo 10 pontos 
Gerada em: 07/06/2022 às 17h16
instruções para a realização da prova:
Leia as questões com atenção.
Confira seu nome e RA e verifique se o caderno de questão e folha de respostas correspondem à sua disciplina.
aça as marcações primeiro no caderno de questões e depois repasse para a folha de respostas 
4. Serão consideradas somente as marcações feitas na folha de respostas.
5. Não se esqueça de assinar a folha de respostas. 
6. Utilize caneta preta para preencher a folha de respostas.
Preencha todo o espaço da bolha referente à alternativa escolhida, a caneta, conforme instruções: não rasure 
não preencha X, não ultrapasse os limites para preenchimento
8. Preste atenção para não deixar nenhuma questão sem assinalar. 
Só assinale uma alternativa por questão.
10. Não se esqueça de responder às questões discursivas, quando houver, e de entregar a folha de respostas
para o tutor do polo presencial, devidamente assinada. 
11. Não é permitido consulta a nenhum material durante a prova, exceto quando indicado o uso do material de 
apoio.
12. Lembre-se de confirmar sua presença através da assinatura digital (login e senha). 
Boa prova! 
Questöes de múltipla escolha
Disciplina: 612330 - ANTROPOLOGIA E CULTURA BRASILEIRA 
Questão 1: Ao contrário da Escola de Frankfurt, há teóricos, como Marshall McLuhan, que defendem
os meios de comunicação. As principais justificativas desses teóricos se referem ao fato de tais meios:
. Terem contribuido para diminuir a distância territorial e social entre os seres humanos, levando à 
democracia. 
II. Contribuirem para a ampliação da cultura erudita. 
I. Se tornarem um material de consumo para todos.
IV. Se tornarem referência para a classe trabalhadora.
V. Todas as alternativas anteriores estão corretas.
(A)) A
penas
I está correta. 
B) 
A
penas
I e ll estãão corretas. 
C) 
A
penas
ll está correta. 
D) 
A
penas Ie
 IV estão corretas. 
E) 
A
penas
ll e V
 estão corretas. 
Q
u
estão
2: 
A
 p
ercep
ção
 das diferenças en
tre
as culturas
ex
isten
tes n
o
 sécu
lo
 X
IX
 
levou
os eu
ro
p
eu
s a 
interpretar tal diversidade com
o se existissem
 estágios
diferentes de evolução hum
ana. 
D
esse m
odo, as 
sociedades indigenas poderiam
s
e
r classificadas 
n
o
 estágio
d
e selvageria, 
o
s
 
rein
o
s
africanos 
estariam
classificados
n
o
 estágio
de barbárie
e 
a Europa
seria
classificada 
n
o
 estágio
de civilização, 
pois já 
teria
passado
por aqueles outros estágios. 
E
ssa interpretação so
b
re
a diversidade d
e com
portam
entos existentes e
n
tre
 o
s
 diferentes p
o
v
o
s foi 
denom
inada: 
I. E
volucionism
o. 
II. R
elativism
o cu
ltu
ral
Il. E
tn
o
cen
trism
o
. 
IV. A
culturação. 
V
. A
ssim
ilação
. 
A))Apenas I está correta.
B) 
A
penas
Ie ll estão corretas. 
C
)A
penas
Il e ill estão corretas. 
D) 
A
penas
le
 ill estão corretas. 
E) 
A
penas IV e V
 estão corretas. 
Q
uestão 3: 
Publicada 
e
m
 1936,
R
aizes
do B
rasil
aborda
aspectos
centrais
da história
da 
culturabrasileira. 
O
 tex
to
 consiste d
e 
u
m
a
 
m
a
c
ro
 interpretação 
do processo
de form
ação
da sociedade brasileira. 
A
 tese 
central é a d
e q
u
e o legado personalista da experi�ncia 
colonial
constituía 
u
m
 obstáculo, 
a 
s
e
r
 vencido, para 
o estabelecim
ento da dem
ocracia politica
n
o
 B
rasil. D
estaca, n
e
sse
 sentido, 
a im
portância d
o
 legado cultural 
da colonização portuguesa do B
rasil
e 
a dinam
ica d
o
s arranjos
e adaptações
que m
a
rc
a
ra
m
a
s
 transferências
culturais
de Portugal 
para 
a 
s
u
a
 colônia
am
ericana. 
N
a obra de Sérgio
Buarque
de H
olanda, R
aizes do B
rasil,
o
s
 portugueses foram
descritos: 
1. C
om
o 
o povo que desenvolveu 
u
m
 espirito
aventureiro, 
o que facilitou 
o processo de colonização 
e 
s
u
a
 
adaptação no Brasil. 
II. C
om
o u
m
 grupo
e
m
 constante conflito
c
o
m
 o
s
 dem
ais.
IHI. C
om
o referéncia de convivio
social
e racial. 
A) 
A
penas
I e 
ll est�o
corretas. 
T
odas, I, Ile ll, estão
corretas
A
p
en
as
I está correta. 
D) 
Apenas 
I e ll estão corretas. 
E) Apenas 
ll estå correta. 
Q
u
e
stã
o
4
: 
N
a regulação d
e
 m
atérias
cu
ltu
ralm
en
te delicadas, 
c
o
m
o
 
a linguagem
 oficial, 
o
s
 c
u
rric
u
lo
s d
a
 
educação pública, 
o 
sta
tu
s
d
as lgrejas
e 
d
as 
c
o
m
u
n
id
a
d
e
s religiosas, 
a
s
 
n
o
r
m
a
s
d
o
 
d
ireito
penal
(por 
exem
plo,
q
u
an
to
a
o
 aborto), 
m
a
s
 ta
m
b
é
m
 
e
m
 
a
s
s
u
n
to
s
m
e
n
o
s
cham
ativos, 
c
o
m
o
 
a posição d
a fam
ília
e 
d
o
s 
c
o
n
só
rc
io
s se
m
e
lh
a
n
te
s 
a
o
 m
atrim
ônio, 
a 
aceitação d
e 
n
o
r
m
a
s
 d
e
 se
g
u
ra
n
ç
a
 
o
u
 
a 
delim
itação 
d
a
s 
esteras publica 
e 
privada
e
m
 tu
d
o
 isso reflete-se a
m
iú
d
e
ap
en
as
o 
a
u
to
e
n
te
n
d
im
e
n
to
 ético-político d
e
 
um
a 
cultura
m
ajoritária, 
dom
inante 
por 
m
otivos
históricos. 
Por 
causa
de 
tais 
regras,
im
plicitam
ente 
repressivas, 
m
e
s
m
o
d
e
n
tro
d
e 
u
m
a
 
c
o
m
u
n
id
a
d
e
 republicana 
q
u
e
 garanta
fo
rm
a
lm
e
n
te
 
a 
igualdade 
d
e
 
d
ireito
s p
ara todos, pode eclo
d
ir u
m
 co
n
flito
cultural
m
o
v
id
o
pelas
m
in
o
rias
desprezadas 
c
o
n
tra
a 
cu
ltu
ra 
d
a m
aioria.
H
A
B
E
R
M
A
S, J. A
 in
clu
são
d
o
 outro:
estu
d
o
s
d
e
 teo
ria
política. S
ão
 P
aulo:
L
oyola,
2
0
0
2
.
A
 re
iv
in
d
ic
a
ç
ã
o
 d
o
s d
ire
ito
s
c
u
ltu
ra
is d
a
s m
in
o
ria
s, c
o
m
o
 e
x
p
o
s
to
 p
o
r H
a
b
e
rm
a
s, e
n
c
o
n
tra
a
m
p
a
ro
nas d
em
o
cracias co
n
tem
p
o
rân
eas, na m
ed
id
a em
 q
u
e se alcança:
A
) 
A
 secessão
, pela qual 
a 
m
in
o
ria 
d
iscrim
in
ad
a 
o
b
teria 
a 
igualdade 
d
e direitos
n
a
 condição
d
a 
s
u
a
 
concentração espacial, 
n
u
m
 tipo d
e independência n
acio
n
al. 
B
)) 
A
 reunificação 
d
a so
cied
ad
e q
u
e 
s
e
 
e
n
c
o
n
tra
fragm
entada 
e
m
 
g
ru
p
o
s d
e d
iferen
tes 
c
o
m
u
n
id
a
d
e
s 
etn
icas, co
n
fissõ
es relig
io
sas e fo
rm
as d
e
 v
id
a,
e
m
 to
rn
o
 d
a c
o
e
sã
o
d
e
 u
m
a
 cu
ltu
ra p
o
lítica n
acio
n
al. 
C
) 
A
 
c
o
e
x
istê
n
c
ia
 
d
a
s
 d
ife
re
n
ç
a
s, 
c
o
n
s
id
e
ra
n
d
o
 a 
p
o
s
s
ib
ilid
a
d
e
 d
e
 o
s
 
d
is
c
u
rs
o
s
 
d
e
 a
u
to
e
n
te
n
d
im
e
n
to
 
s
e
 
su
b
m
eterem
 ao
 d
e
b
a
te
público,
cien
tes
d
e
 q
u
e estarão
v
in
cu
lad
o
s à co
erção
d
o
 m
elh
o
r arg
u
m
en
to
. 
D
) 
A
 a
u
to
n
o
m
ia
 d
o
s 
in
d
iv
íd
u
o
s q
u
e, 
a
o
 c
h
e
g
a
re
m
à 
v
id
a ad
u
lta,
te
n
h
a
m
c
o
n
d
iç
õ
e
s 
d
e
 se
 
lib
ertar
d
a
s 
tradições d
e
 s
u
a
s
 origens
e
m
 
n
o
m
e
 d
a h
a
rm
o
n
ia
 d
a política
n
acio
n
al. 
E) 
O
 
d
e
sa
p
a
re
c
im
e
n
to
 
d
e
 
q
u
a
isq
u
e
r lim
itaçõ
es, 
c
o
m
o
 
lin
g
u
ag
em
 
p
o
lítica
o
u
 
d
istin
tas 
c
o
n
v
e
n
ç
õ
e
s 
d
e
 
com
portam
ento, para com
por
a arena politica
a ser com
partilhada. 
Q
u
estão
 5: 
L
eia o trech
o
a seg
u
ir:
V
E
JA
 - V
ê u
m
a atitu
d
e
racista
n
o
 cultoà m
u
lata
o
u
 reafrm
a
su
a tese d
e q
u
e esse cu
lto
está u
m
a p
ro
v
a d
a 
ausência
de problem
as raciais
no B
rasil?
O
 B
rasil é, realm
ente, um
a dem
ocracia racial
perfeita? 
G
F
 (G
ilb
erto
 F
rey
re) -
P
erfeita, d
e
 m
o
d
o
 alg
u
m
. A
gora, q
u
e
 o B
rasil é, creio
 q
u
e
 se
 p
o
d
e
 d
izer sem
 d
ú
v
id
a,
a m
ais avançada dem
ocracia racial do m
undo de hoje, isto é, a m
ais avançada nestes cam
inhos d
e um
a 
dem
ocracia racial.
A
inda
há, não digo que haja racism
o no B
rasil, m
as ainda há preconceito de raça e de 
cor entre grupos de brasileiros e entre certos brasileiros individualm
ente. 
(T
recho d
e entrevista de G
ilberto Freyre publicada na revista V
eja d
e 14 d
e abril d
e 1970). 
Ë
 possível afirm
ar que a resposta
de G
ilberto Freyre: 
A
) 
R
eforça o preconceito racial dos antigos
sen
h
o
res
escravocratas. 
B) 
D
esrespeita a figura da m
ulata. 
C
)) Pondera a questão do racism
o no B
rasil com
 a evidência de que há dem
ocracia racial,
ainda
que 
im
p
erfeita. 
D
) 
Incita o ó
d
io
 en
tre as raças. 
E) 
lgnora a história d
o
 p
assad
o
escravista brasileiro. 
Q
u
estão
6: 
E
xistem
 au
to
res q
u
e d
izem
 já n
ão
 ser possivel ach
ar cultura sim
p
lesm
en
te p
o
p
u
lar o
u
 eru
d
ita
em
 u
m
a so
cied
ad
e co
m
o
 a nossa, in
teg
rad
a p
elo
s veiculos d
e co
m
u
n
icação
, o
u
 seja, p
ela in
d
ú
stria cultural. 
P
orém
, há outros q
u
e diferem
 a cultura em
: cultura
popular,
cultura
erudita
e a indústria cultural, p
o
r vezes 
essa últim
a atu
an
d
o
 co
m
o
 p
o
n
te en
tre as d
u
as anteriores. 
Em
 relação à
s c
u
ltu
ra
s
popular
e erudita,
podem
os
afirm
ar:
(ATO c
o
n
h
e
c
im
e
n
to
 d
en
o
m
in
ad
o
 popular
s
e
 contrapôe 
a
o
 q
u
e 
a 
m
aio
r
parte
d
a população posSuia:
u
m
 
to
h
h
e
c
im
e
n
to
 classificado co
m
o
 atrasad
o
e inferior, q
u
e p
asso
u
 a ser visto co
m
o
 p
o
p
u
lar.
B
) 
O
 
c
o
n
h
e
c
im
e
n
to
 
d
e
n
o
m
in
a
d
o
 
e
ru
d
ito
d
a
 
c
la
sse
 
d
o
m
in
a
n
te
 
se
 
c
o
n
tra
p
õ
e
 
a
o
 
q
u
e
 
a 
m
a
io
r 
p
a
te
 
d
a
 
p
o
p
u
la
ç
ã
o
 p
o
ssu
ia
 (a classe d
o
m
in
ad
a): u
m
 c
o
n
h
e
c
im
e
n
to
 classificad
o
 c
o
m
o
 a
tra
sa
d
o
e in
ferio
r, q
u
e
 passobu
a se
r v
isto
 c
o
m
o
 p
o
p
u
la
r.
C
)N
ã
o
 ex
istem
n
o
s d
ias d
e
 h
o
je a cu
ltu
ra
p
o
p
u
la
re
eru
d
ita
to
d
o
s
são
 lev
ad
o
s
p
ela cu
ltu
ra
in
d
u
strial e d
e
 
m
a
ssa
.
D
) 
A
 cu
ltu
ra e
ru
d
ita
 d
eix
o
u
 d
e
 ex
istir so
b
re
ssa
in
d
o
 a
p
e
n
a
s a cu
ltu
ra d
e
 m
assa. 
E) 
A
 cu
ltu
ra
p
o
p
u
lar
foi su
b
stitu
id
a p
ela cu
ltu
ra eru
d
ita d
ev
id
o
 ao
 p
o
d
e
r
d
o
m
in
an
te.
Q
u
e
stã
o
7
: 
P
o
r isso, a an
tro
p
o
lo
g
ia foi sem
p
re co
n
sid
erad
a a ciên
cia
d
a alterid
ad
e, isto
 é, 
a ciên
cia
q
u
e
 
busca investigar o outro, aquele
que é essencialm
ente diferente de m
im
. A
ssim
,
para Santos
(2005,
p. 22), 
os p
rim
eiro
s an
tro
p
ó
lo
g
o
s v
ão
 so
frer fo
rte influência d
e
 co
rren
tes d
e p
en
sam
en
to
 co
m
o
 o positivism
o, o 
evolucionism
o e os determ
inism
os geográficos e biológicos sobre as ideias que elaboraram
 em
 relação
às 
cu
ltu
ras
d
o
s p
o
v
o
s d
istan
tes
e ta
m
b
é
m
 p
ela au
sen
cia
d
o
s estu
d
io
so
s em
 cam
p
o
, já q
u
e
 su
a a
n
á
lise
 era feita 
p
o
r m
e
io
 d
e
 relato
s
e n
ã
o
 d
e
 su
a
 p
re
se
n
ç
a
in lo
co
 (n
o
 p
ró
p
rio
 local), e
m
 q
u
e
 e
sta
v
a
 p
e
sq
u
isa
n
d
o
 a cu
ltu
ra
e
stu
d
a
d
a
. 
D
a
s a
firm
a
tiv
a
s a
b
a
ix
o
 p
o
d
e
m
o
s
c
o
n
sid
e
ra
r c
o
rre
ta
s: 
I
-
 A
 
teo
ria 
d
o
 
d
eterm
in
ism
o
 
b
io
ló
g
ico
 
é 
falsa, 
p
o
rq
u
e 
a 
n
o
ssa 
g
en
ética
n
ão
 
d
eterm
in
a 
o 
n
o
sso
 
c
o
m
p
o
rta
m
e
n
to
 e
m
 so
c
ie
d
a
d
e
. 
l 
-
A
 fo
rm
ação
d
o
 p
o
v
o
 b
rasileiro
 n
ão
 faz p
arte d
o
 p
ro
cesso
in
ten
so
d
e
 acu
ltu
ração
. O
s p
o
rtu
g
u
eses q
u
e
 
aq
u
i 
v
ieram
 
se esfo
rçaram
 
p
ara trazer e 
im
p
lan
tar n
o
 território 
brasileiro 
o 
m
o
d
o
 
d
e fu
n
cio
n
am
en
to
 
tradicional da E
u
ro
p
a,negligenciando em
 m
u
ito
 a cu
tu
ra d
o
s povos indigenas e d
o
s negros
africanos n
este
p
ro
cesso
. 
Il 
-
O
 d
eterm
in
ism
o
 g
eo
g
ráfico
 tam
b
ém
 é falso, já q
u
e as caracteristicas d
o
 am
b
ien
te g
eo
g
ráfico
 n
ã
o
 
d
e
te
rm
in
a
m
 a 
m
in
h
a
 fo
rm
a
 d
e
 m
e
 c
o
m
p
o
rta
r e
m
 s
o
c
ie
d
a
d
e
./ 
IV
- É
 sabido q
u
e ap
reen
d
em
o
s o nosso com
portam
ento cultural através do processo d
e endoculturação, 
isto
 é
, a
p
re
n
d
e
m
o
s c
o
m
 o 
n
o
sso
g
ru
p
o
a c
u
ltu
ra
d
e
 n
o
ssa
 so
c
ie
d
a
d
e
. 
A
) 
I, 
Ile
 I1. 
B
), Ill 
e 
IV
. 
(O
)e
 V
. 
D
)Ill
e IV
 
E) 
Il 
e 
l
.
 
Q
u
e
stã
o
8
: 
A
o co
n
trário
 d
e G
ilberto F
reyre, p
ara q
u
em
 a m
iscig
en
ação
 q
u
e larg
am
en
te se
 p
ratico
u
aqui 
corrigiu a distáncia social que de outro
m
odo se teria
conservado enorm
e
entre
a "casa-grande e a senzala", 
R
ibeiro não enxergava a m
estiçagem
 ou essa m
istura de diferentes B
rasis
com
o sinónim
o
de "dem
ocracia 
racial".
S
e
g
u
n
d
o
R
ibeiro,
p
ara existir
a 
d
em
o
cracia racial
era 
p
reciso
,
an
tes,
v
iv
erm
o
s
n
u
m
a d
em
o
cracia 
sO
cial.
N
esse sen
tid
o
,
assin
ale
a altern
ativ
a q
u
e co
n
tém
 ex
em
p
lo
s
d
o
s ch
am
ad
o
s
"m
o
d
o
s
rú
stico
s
d
e ser d
o
s 
b
rasileiro
s", o
u
 seja,
g
ru
p
o
s
q
u
e
 se
 d
ife
re
n
c
ia
m
 d
e
v
id
o
 à
s a
d
a
p
ta
ç
õ
e
s re
g
io
n
a
is o
u
 fu
n
cio
n
ais, o
u
 d
e
 
m
iscigenação e aculturação, m
as q
u
e têm
 em
 co
m
u
m
a brasilidade. 
C
a
ip
ira
s d
o
s sertõ
es
e o
s
 cario
cas
d
o
s m
o
rro
s.
O
s sertan
ejo
s e o
s indigenas. 
I.O
s
 sertan
ejo
s d
o
 n
o
rd
este
e o
s caipiras
d
o
 su
d
este
e cen
tro
-o
este. 
IV
. O
s italo
-b
rasileiro
s e o
s e
u
ro
p
e
u
s. 
V
. O
s p
o
rtu
g
u
eses e o
s sertan
ejo
s. 
A
) 
A
p
en
as
I esta co
rreta.
B
A
penasIell estão corretas. 
C
A
p
e
n
a
s ll está
correta.
D
) 
A
penas
ll e IV estão
corretas. 
E) 
A
p
en
as IV e V
 estão
co
rretas. 
Q
u
estão
9: 
O
. 
e a te
o
ria
q
u
e
 a
firm
a
q
u
e
 o 
c
o
m
p
o
rta
m
e
n
to
 c
u
ltu
ra
l
é 
re
su
lta
d
o
 d
a
 g
e
n
é
tic
a
e d
a
 
h
ered
itaried
ad
e d
o
s
indivíduos. A
ssim
 sen
d
o
, co
n
sid
erav
a q
u
e o
s g
ru
p
o
s h
u
m
an
o
s eram
 d
iferen
tes u
n
s d
o
s 
o
u
tro
s d
ev
id
o
 a traço
s
p
sico
lo
g
icam
en
te inatos,
co
m
o
 a inteligência o
u
 o tem
p
eram
en
to
. 
A
ssinale
a altern
ativ
a q
u
e co
m
p
leta a frase: 
I. D
eterm
in
ism
o
 g
eo
g
ráfico
. 
II. 
E
v
o
lu
cio
n
ism
o
. 
J
. R
elativism
o. 
IV
 D
eterm
inism
o biologico. 
V
. 
E
u
ro
cen
trism
o
. 
A
) 
A
p
en
as I está co
rreta.
B) 
A
penas Ie
 ll estão
 co
rretas. 
A
p
en
as ll e ll e
stã
o
 co
rretas. 
6)A
penas
IV está correta.
E) 
A
penas Ie
 lll e
stã
o
 corretas. 
Q
uestão
10: 
"Toda a produção
culturalé resultado da existëência com
um
, da história
coletiva, p
o
r m
ais que 
s
e
u
s
 beneficios e controle
sejam
desiguais" 
D
ian
te d
essa afirm
ação
, p
o
d
e
m
o
s
co
n
statar q
u
e
 o carn
av
al
b
rasileiro
: 
I.E
 
u
m
 exem
plo
d
e cu
ltu
ra erudita, pois 
te
v
e
 
s
u
a
 origem
 
n
a
 Europa.
I1. 
Faz parte da C
ultura
popular,
apenas.
I
. Faz parte d
o
 p
ro
cesso
histórico d
a so
cied
ad
e brasileira 
c
o
m
o
 
u
m
 to
d
o
. 
IV
. 
E
 u
m
 exem
plo
de assim
ilaç�o 
e dom
inação. 
V
. R
eflete
a oposiç�o 
e
n
tre
 indiose im
igrantes
q
u
e im
peram
d
esd
e
o 
B
rasil colónia
A) 
A
penas
l està correta.
B
 
A
penas Ie ll estãäo corretas. 
C
)JA
penas l! est 
correta.
D
) 
A
p
en
asI
e V
 estão
 corretas. 
E) 
A
p
en
as
ll e V
 e
stã
o
 co
rretas.

Mais conteúdos dessa disciplina