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AN02FREV001/REV 4.0 82 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA A DISTÂNCIA Portal Educação CURSO DE FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA E TRAUMATOLÓGICA Aluno: EaD - Educação a Distância Portal Educação AN02FREV001/REV 4.0 83 CURSO DE FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA E TRAUMATOLÓGICA MÓDULO IV Atenção: O material deste módulo está disponível apenas como parâmetro de estudos para este Programa de Educação Continuada. É proibida qualquer forma de comercialização ou distribuição do mesmo sem a autorização expressa do Portal Educação. Os créditos do conteúdo aqui contido são dados aos seus respectivos autores descritos nas Referências Bibliográficas. AN02FREV001/REV 4.0 84 MÓDULO IV 4 FUNDAMENTOS BÁSICOS DA ELETROTERAPIA A eletroterapia é a utilização de corrente elétrica para fins terapêuticos. A aplicação de corrente elétrica principalmente para combater a dor possui uma história antiga. Segundo Marques (2009), algumas considerações importantes: No Egito, em 2750 a. C., houve a utilização de descarga de peixe elétrico com finalidade terapêutica. O primeiro livro de eletroterapia foi escrito em 1745 pelo médico alemão Kratzenstein e em Londres; No ano de 1840 foi criado no Guy’s Hospital pelo Dr. Golding Berd, o primeiro departamento de terapia física em um hospital. Na eletroterapia consideramos parâmetros como: resistência, intensidade, voltagem potência e condutividade. Quando falamos sobre eletroestimulação, temos que saber claramente a diferença entre dois conceitos: (MARQUES, 2009; PLATIUMED, 2013). A eletroestimulação, que tem por objetivo o “efeito motor”, para obter dados informativos, como de eletrodiagnóstico, e A eletroestimulação sobre os nervos sensíveis, que proporciona principalmente analgesia (ex: eletroestimulação transcutânea, Tens, Fes), sendo o principal tipo de eletroestimulação que iremos tratar a seguir. Existe uma diversidade de correntes que podem ser utilizadas na eletroterapia, cada qual com particularidades próprias quanto às indicações e contraindicações. Mas todas elas têm um objetivo comum: produzir algum efeito no tecido a ser tratado, que é obtido por intermédio das reações físicas, biológicas e AN02FREV001/REV 4.0 85 fisiológicas que o tecido desenvolve ao ser submetido à terapia. (PLATIUMED, 2013). 4.1 CORRENTES DE BAIXA FREQUÊNCIA 4.1.1 Corrente Galvânica A corrente galvânica é contínua, de intensidade constante em valor e direção. Os seus efeitos terapêuticos são respostas dos efeitos polares da corrente sobre as células. Essa corrente é aplicada principalmente na fisioterapia dermatofuncional (FIGURA 39), apresentando duas modalidades: a galvanização (galvanopuntura/eletrolifting) e a iontoforese. (DERMATOFUNCIONA, 2013). FIGURA 39 – APLICAÇÃO DA CORRENTE GALVÂNICA NO TRATAMENTO DE ESTRIAS FONTE: Disponível em: <http://desejosdebeleza.com/tratando-as-estrias-corrente-galvanica/>. Acesso em: 30 out. 2013. http://www.dermatofuncional.pt/iontoforese AN02FREV001/REV 4.0 86 Segundo Dermatofuncional (2013), seguem abaixo as principais indicações e contraindicações da Corrente Galvânica: 4.1.1.1 Indicações da corrente galvânica Dor; Distúrbios inflamatórios; Edemas; Galvanopuntura; Iontoforese. 4.1.1.2 Contraindicações da corrente galvânica próteses metálicas; pacemaker e aparelhos auditivos; gravidez; cardiopatias; infeção ativa; feridas e úlceras; cancro; epilepsia. 4.1.2 Corrente Farádica É principalmente utilizada em casos de estimulação muscular recuperativa. A ação da corrente farádica sobre os nervos motores provoca contração muscular, sendo a estimulação sobre o ponto motor a responsável por maior excitabilidade e http://www.dermatofuncional.pt/galvanopunturaeletrolifting http://www.dermatofuncional.pt/iontoforese AN02FREV001/REV 4.0 87 contração mais eficiente. Nos nervos sensitivos produz sensação de comichão ou leve ardência; em nível muscular produz contração voluntária – trabalho muscular; sobre as fibras musculares leva ao aumento do volume, melhorando a resistência e força. No retorno venoso provoca contração e relaxamento muscular sobre os vasos linfáticos e sanguíneos, provocando melhoras na circulação, aumentando o aporte de oxigênio e a metabolização. (BLOG, 2013). Segundo Blog (2013) seguem abaixo as principais indicações e contraindicações da Corrente Farádica: 4.1.2.1 Indicações A corrente farádica é indicada no caso em que o indivíduo não é capaz de produzir contrações musculares voluntariamente. A partir do momento que o paciente conseguir contrair seus músculos deve-se substituir a corrente farádica por cinesioterapia. 4.1.2.2 Contraindicações Estados febris, paralisia espática, degeneração do axônio, secção do axônio, perda de sensibilidade, paralisia flácida com reação de degeneração, região precordial. 4.1.3 Correntes Diadinâmicas De acordo com Jefisioterapiablog (2013), a corrente diadinâmica é uma combinação da corrente galvânica com a farádica. Seus efeitos gerais compreendem: AN02FREV001/REV 4.0 88 alívio da dor; diminuição da inflamação e do edema; reeducação muscular e fortalecimento; aumento da circulação local; facilitação da cicatrização de tecidos. Segundo Jefisioterapiablog (2013), a aplicação da corrente diadinâmica pode ser do tipo monopolar ou bipolar, sendo que a intensidade não pode causar dor ao paciente. Suas principais contraindicações incluem: marca-passo; tromboses; infecções; hemorragias; lesões de pele. 1.1.4 Tens A estimulação Elétrica Transcutânea (TENS) é uma corrente elétrica de baixa frequência usada principalmente para o tratamento de dor musculoesquelética (FIGURA 40). Aplicada através da superfície da pele, seu objetivo fisiológico é produzir excitação de nervos periféricos para fins terapêuticos. (TONEZZER et al., 2012; FERREIRA; ISSY; SAKATA, 2011; TONELLA; ARAUJO; SILVA, 2006). A TENS promove alívio imediato da dor e por ser uma corrente despolarizada não causa efeitos colaterais indesejados, como queimaduras. É considerada segura e pode ser utilizada por longos períodos. (BERNARDELLI, 2010; SOUSA et al., 2009). Sua maneira de agir inibe a transmissão dos estímulos no corno dorsal da medula espinal, local onde ocorrem conexões entre as fibras periféricas e centrais. Ela estimula as fibras Aβ, que transmitem informação para o encéfalo, ativando as AN02FREV001/REV 4.0 89 vias inibitórias descendentes, o que reduz a passagem de impulsos dolorosos (FERREIRA; ISSY; NAKATA, 2011; MORGAN; SANTOS, 2011). FIGURA 40 – APLICAÇÃO DE TENS EM CERVICAL E TRAPÉZIO FONTE: Disponível em: <http://simonefernandesfisioterapeuta.blogspot.com.br/2012/04/tens-forma- resumida.html>. Acesso em: 30 out. 2013. 4.1.4.1 Indicação Nos casos de pós-operatório imediatos de incisões cirúrgicas; Dores crônicas como artrite e neuralgias e dores agudas como distensões e entorses. 4.1.4.2 Contraindicação Em casos em que o paciente apresente doenças cardíacas ou arritmias; AN02FREV001/REV 4.0 90 portadores de marca-passo; eletrodos sobre seios carotídeos e globo faríngeo; gestantes; próximo à boca ou pescoço; quando há dores não diagnosticadas. Sua dosagem é realizada com frequência elevada e intensidade baixa em dores agudas e frequência baixa e intensidade alta em dores crônicas. Os eletrodos podem ser posicionados próximos à zona da dor, sobre o nervo mais superficial, sobre o tronco nervoso, em pontosde acupuntura e sobre o ponto gatilho. Nunca se devem posicionar os eletrodos sobre áreas sem sensibilidade ou sobre tecido em cicatrização. (MARQUES, 2009). 4.1.5 Fes É uma forma de tratamento que tem o objetivo de provocar a contração de músculos paralisados ou enfraquecidos (FIGURA 41), decorrentes de lesão do neurônio motor superior, como derrames, traumas raquimedulares ou crânios encefálicos, paralisia cerebral, etc. (DUARTE; RICARDO; ROSA FILHO, 2013). A FES pode ser utilizada em algumas patologias como: condropatias, síndromes lombares, instabilidades articulares, pós-operatórios, incontinências e posturas deficientes. Segundo Marques (2009), também pode ser útil em casos de: diminuição de força muscular; diminuição de resistência muscular; diminuição de trofismo muscular; diminuição de tônus muscular; para o reaprendizado de uma nova ação muscular. AN02FREV001/REV 4.0 91 Além das condições patológicas, a FES também pode ser utilizada para a melhora do rendimento em esportes de alto nível. (MARQUES, 2009). FIGURA 41 – UTILIZAÇÃO DA CORRENTE FES FONTE: YOUTUBE. Técnica de aplicação FES. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=iMZYG0QJuaU>. Acesso em: 30 out. 2013. De acordo com Duarte, Ricardo e Rosa Filho (2013) são contraindicações: eixo do marca-passo; sobre o seio carotídeo; sobre área cardíaca; em casos de espasticidade grave; lesão nervosa periférica; implante eletrônico; áreas do corpo com sensibilidade alterada. Quanto à aplicação, pode ser realizada em pontos motores, com tempo em torno de 20 a 30 minutos, diariamente, onde a dose máxima é a suportada pelo AN02FREV001/REV 4.0 92 paciente. A duração do tratamento pode girar em torno de 5 a 6 semanas. (MARQUES, 2013). 4.2 CORRENTES DE MÉDIA FREQUÊNCIA 4.2.1 Corrente Interferencial Seu princípio fundamenta-se em que, ao utilizar campos elétricos cruzados, e sobrepostos de dois circuitos elétricos de frequência média, produzidos em dois circuitos distintos, a excitação máxima possível de baixa frequência desejada não se produz exatamente na área próxima, aos eletrodos transcutâneos se não em certa distância e profundidade do corpo. (AGNE, 2009). A corrente interferencial possui média frequência (4.000 a 4.200 Hz) e apresenta duas correntes alternadas, com pontos de interferência, sendo indicada para tratamentos de camadas mais profundas de tecidos. (MARQUES, 2009). 4.2.1.1 Principais propriedades despolarização; produção de potencial de ação em todos os eletrodos; tolerância à intensidade da corrente e maior efeito vascular ao nível tecidual profundo. Os principais efeitos fisiológicos que esta corrente apresenta são a diminuição da dor e a normalização da microcirculação e circulação. Este tipo de corrente pode gerar um fator chamado acomodação, isso ocorre porque a estimulação elétrica é fixa, fazendo com que o indivíduo a sinta menos fortemente AN02FREV001/REV 4.0 93 com o passar do tempo, podendo até parar de sentir de forma total. (MARQUES, 2009). O posicionamento dos eletrodos pode ser bipolar, indicado em lesões mais localizadas e tetrapolar, indicada em lesões mais dispersas. (MARQUES, 2009). Quanto às dosagens, as mais altas são mais agradáveis, confortáveis e mais leves, com intensidade de 120Hz a 150 Hz, indicadas para lesões crônicas. As dosagens mais baixas são mais irritantes, violentas e profundas, com intensidade de 30 Hz a 60 Hz. São indicadas para lesões agudas. (MARQUES, 2009). A corrente interferencial é indicada em patologias como: artrose, bursite, contraturas, contusões, entorses, luxações, mialgias, rupturas e tendinite. (MARQUES, 2009). 4.2.1.2 Contraindicações febre; gravidez; infecção local; marca-passo; trombose; tuberculose e tumor. 4.2.2 Corrente Russa A eletroestimulação muscular pode ser considerada uma inovação tecnológica de grande ajuda na melhoria das condições musculares em diferentes áreas, como a neurologia, ortopedia, estética corporal entre outras. (AGNE, 2013). A Corrente Russa é despolarizada, com frequência de 2500 Hz. É comumente utilizada para o recondicionamento do movimento, fortalecimento muscular (FIGURA AN02FREV001/REV 4.0 94 42) e também para provocar a modificação da fibra muscular sem o fortalecimento da mesma. (MARQUES, 2009). Esta modalidade da eletroterapia é contraindicada em casos de lesões musculares e tendinosas, afecções musculares agudas, tecidos não consolidados, espasticidades e variantes de miopatias. Pode ser indicada tanto em situações patológicas, quanto no esporte de alto nível. O posicionamento dos eletrodos pode ser colocado em um grupo muscular ou em um ponto motor. (MARQUES, 2009). FIGURA 42 – APLICAÇÃO DA CORRENTE RUSSA FONTE: CLINICA S&E. Corrente Russa. Disponível em: <http://csaudeestetica.com.br/?page_id=197>. Acesso em: 30 out. 2013. 4.3 CORRENTES DE ALTA FREQUÊNCIA 4.3.1 Ondas Curtas O Ondas curtas é um aparelho de alta frequência (FIGURA 43), que gera efeitos térmicos que são distribuídos por tecidos distintos, em que, dependendo do AN02FREV001/REV 4.0 95 posicionamento dos eletrodos, pode ocorrer o aumento da temperatura tecidual em camadas mais internas. (AGNE, 2013). FIGURA 43 – ONDAS CURTAS FONTE: Disponível em: <http://www.bioset.com.br/site/default.aspx?pagina=lab15>. Acesso em: 30 out. 2013. Este aparelho possui três tipos de eletrodos e sua utilização depende muito do modelo do aparelho, podendo ser: eletrodos capacitativos: almofadas de borracha flexível, que são mais conhecidos e utilizados; eletrodos discoidais: chamados de rígidos ou Schliepack, que são de fácil aplicação e promovem um tratamento mais homogêneo; eletrodos indutivos: trabalham isoladamente, atingem profundamente o tecido muscular. AN02FREV001/REV 4.0 96 Os eletrodos podem ser posicionados de maneira transversal, longitudinal e coplanar. O ondas curtas pode ser contínuo, ou seja, tem um efeito térmico, utilizado em afecções crônicas, age aumentando a temperatura do sangue, a circulação sanguínea e linfática, estimula termorreceptores da pele, etc. O ondas curtas pulsado é indicado em afecções agudas (após 48 horas). Possui um efeito cicatrizante, alteração metabólica local, aumento do cálcio extracelular, normalização do PH, cicatrização rápida das feridas, redução rápida da dor, reabsorção de hematomas e edemas, entre outros benefícios. (MARQUES, 2009). 4.3.1.1 Efeitos fisiológicos do ondas curtas De acordo com Agne, (2013) as respostas fisiológicas são as responsáveis pelos efeitos terapêuticos da termoterapia e os mais importantes são: efeito anti-inflamatório. efeitos antiespasmódicos. efeito analgésico. diminuição da rigidez articular. aumento da extensão do tecido conectivo. Sendo que as principais contraindicações do ondas curtas (modo contínuo e pulsado) são: pacientes portadores de marca-passo. gestante, incluindo paciente ou profissional. não se usa os eletrodos de ondas curtas sobre a região pré-cordial, por exemplo, na região peitoral. Pode-se usar no ombro. regiões hemorrágicas. pacientes com hipertermia (febre). AN02FREV001/REV 4.0 97 áreas isquêmicas, com insuficiência circulatória. Ex: extremidades com quadro de pé diabético. não usar sobre áreas com osteossínteses metálicas, pois o metal absorve a energia do OC em até 100%, gerando um aumento exagerado da temperatura local. áreas do corpo com alteração de sensibilidade. não utilizar o OC com eletrodos posicionados transversalmente em áreas que contenham órgãos de grande circulação (fígado, baço,intestino, rins, coração, pulmão) nessas áreas. Caso haja necessidade de utilizar o OC, poderá ser realizado com os eletrodos paralelos, ou seja, coplanar, na região lombar ou dorsal. nunca utilizar maca ou cadeira metálica. As normas de segurança indicam o uso do Ondas Curtas dentro de um espaço reservado, conhecido como jaula ou gaiola de Faraday de estrutura metálica (FIGURA 44), para também aumentar a segurança física dos demais equipamentos da clínica. Essa gaiola deverá ser projetada por um engenheiro especialista em eletrônica e construída no interior da clínica em local apropriado. No seu interior deverá ter maca e cadeira confeccionadas apenas em madeira. (AGNE, 2013). FIGURA 44 – GAIOLA DA FARADAY FONTE: Disponível em: <http://www.projectista.pt/produto/gaiolas-de-faraday/>. Acesso em: 30 out. 2013. AN02FREV001/REV 4.0 98 Alguns cuidados durante a utilização do Ondas Curtas: não deve haver objetos metálicos próximos ao aparelho (mesa, cadeira, colar, brincos, etc.), as roupas do paciente não podem ser sintéticas, além disso roupas e toalhas não podem estar úmidas, os cabos não devem encostar no paciente nem em metais e devem estar bem conectados, os eletrodos não podem se cruzar ou encostar um no outro, não submeter pacientes com marca-passo cardíaco e não deve-se em hipótese alguma deixar o paciente sozinho durante o tratamento. (MARQUES, 2009). 4.3.2 Micro-Ondas O micro-ondas é uma corrente de alta frequência, com aproximadamente 2.450 MHz. Esta corrente aumenta a temperatura e é divisível em aquecimento superficial e profundo, porém, não tão profundo como na diatermia por ondas curtas ou por US (FIGURA 45). Uma das principais qualidades do micro-ondas é sua eficácia em pequenas articulações como mãos e pés, onde é mais difícil a aplicação dos outros aparelhos. (MARQUES, 2009; NAGLER, 1976). AN02FREV001/REV 4.0 99 FIGURA 45 – MICRO-ONDAS FONTE: Disponível em:< http://rtufvjm.blogspot.com.br/2009/06/diatermia.html>. Acesso em: 03 out. 2013. Seus efeitos fisiológicos são: calor homogêneo, aumento da circulação sanguínea, metabolismo, aporte de oxigênio, excreção urinária, regeneração tecidual, analgesia, diminuição da pressão arterial, inibição da reprodução de micro- organismos, entre outros. (MARQUES, 2009). 4.3.2.1 Indicações do micro-ondas Artrose, bursite, braquialgia, contusão, contratura, contratura de citalgia, distensão, entorse, epicondilite, espasmo muscular, lombalgia, mialgias, sinovite, tendinite. (MARQUES, 2009). Segundo AGNE (2013), são precauções e contraindicações desse aparelho: AN02FREV001/REV 4.0 100 Não irradiar sobre ou próximo a áreas com suspeita de tumores; Não utilizar em pacientes que estejam realizando tratamentos quimioterápicos ou radioterápicos; Não submeter pacientes portadores de marca-passo ou mulheres gestantes, independente do local que será tratado; Não irradiar em áreas próximas ao coração; Não irradiar sobre lesões hemorrágicas, áreas isquêmicas, alteração de sensibilidade, olhos e testículos; Não submeter o tratamento ao paciente em coma, com hipertermia ou que apresente transtorno mental; Contraindicado tratamento em crianças, pela alteração de crescimento nas placas epifisárias; Não aplicar sobre roupas sintéticas, pelo risco de queimaduras; Deveremos manter equipamentos de alta frequencia distantes entre si, de preferência, não utilizando a mesma rede elétrica, especialmente quando se trata do ondas curtas; A área do corpo submetida ao campo de micro-ondas deverá sempre estar seca, caso contrário haverá concentração de calor na umidade, podendo ocasionar queimaduras. Se durante a aplicação de MO a pele começar a suar, deve-se enxugá-la com uma toalha. Segundo Agne (2013), a técnica correta para utilização do equipamento de micro-ondas é a seguinte: O equipamento deve estar em local apropriado, respeitando a instalação elétrica; Posicionar o paciente confortavelmente em uma maca ou cadeira de madeira; Despir a região que receberá a emissão de energia eletromagnética; Posicionar o equipamento; Ligar o equipamento e aumentar gradativamente a potência; Manter o paciente sempre desperto, pois com o calor agradável é normal que ele adormeça. AN02FREV001/REV 4.0 101 A dosagem de calor depende da sensação referida pelo paciente e é baseada na escala de Schliephake: (MARQUES, 2009). Calor muito débil: abaixo do limiar de sensibilidade; Calor débil: imediatamente perceptível; Calor médio: sensação clara de calor; Calor forte: no limite de tolerância. Na fase aguda deve ser usado o calor muito débil ou calor débil, e na fase crônica deve ser utilizado calor médio ou forte. 4.3.3 Ultrassom O ultrassom terapêutico possui ações físicas, biofísicas e clínicas, sendo alvo de investigações desde sua introdução, há mais de 50 anos, visto sua importante ação metabólica em processos de reparo tecidual e também de lesão celular, tendo ainda alguns efeitos controversos na literatura. (BERTOLINI; BARBIERI; MAZZER, 2009). Princípio das ondas ultrassônicas: a eletricidade é aplicada a um cristal, este por sua vez emite as ondas ultrassônicas que penetram no tecido superficial e são refletidas pelos tecidos mais profundos. Isso provoca uma vibração nos tecidos, o que gera calor, essa elevação de temperatura possibilita o aumento da extensibilidade do tecido conjuntivo. Contudo, há relatos que com doses abaixo de 0,5W/cm agem apenas os efeitos não térmicos do ultrassom, o que conduz a incrementos na síntese proteica, aumentando assim a síntese de colágeno e, dessa forma, o tecido conjuntivo se tornaria mais forte e deformável. A literatura apresenta relatos do uso do ultrassom visando o ganho de ADM, em indivíduos saudáveis, com indícios de efeitos vantajosos com respeito a outras metodologias para ganho de extensibilidade. (BERTOLINI; BARBIERI, MAZZER, 2009; NAGLER, 1976). A aplicação de eletricidade a um cristal, que por sua vez emite ondas mecânicas, chama-se de efeito pizoelétrico reverso (do grego piezein, AN02FREV001/REV 4.0 102 pressionar).(NAGLER, 1976). O ultrassom terapêutico produz uma corrente alternada de alta frequência que com cerca de 0,7 a 3 Mz possui três tipos de ondas, as ondas longitudinais, onde normalmente são transportadas em meios líquidos e viscosos. Ondas transversais ocorrem na propagação de ondas em sólido. Ondas estacionárias, que ocorrem quando as ondas de som forem refletidas de volta de uma interface entre dois meios, como, por exemplo, tecido mole e osso ou tecido mole e ar. (MARQUES, 2009). A intensidade do US pode ser de 1 MHz (FIGURA 46), e atinge periósteo, cartilagem e tecido conjuntivo (2 a 4 cm de profundidade), e de 3 MHz, que não alcança tecidos profundos, sendo indicado para lesões superficiais e tratamentos dermatológicos (estética), com 1 a 2 cm de profundidade. (MARQUES, 2009). O US pode ser contínuo, ou seja, com efeitos térmicos, utilizado em lesões crônicas, e pulsado, não há efeito térmico, utilizado nas primeiras 48 horas após a lesão. Alguns efeitos relacionados ao aquecimento tecidual são: Aumento da flexibilidade do tecido colágeno, aumento da mobilidade articular, redução à percepção de dor, aumento do fluxo sanguíneo para os tecidos, redução do espasmo muscular, etc. (MARQUES, 2009). AN02FREV001/REV 4.0 103 FIGURA 46 – ULTRASSOM FONTE: Disponível em: <http://iafe.com.br/guia_det.php?id=28>. Acesso em: 30 out. 2013. Para a aplicação do US é necessário um meio de acoplamento, sendo o mais adequado o gel terapêutico. Em áreas de difícil acoplamento do cabeçote do aparelho pode ser realizada a aplicação subaquática. (MARQUES, 2009; NAGLER, 1976).O tempo de aplicação varia em média de 5 minutos por área. Em alguns casos, quando devidamente prescrito por um médico, utiliza-se a fonoforese, que consiste na introdução de substâncias farmacológicas, por meio da radiação ultrassônica, tipo pulsátil. (MARQUES, 2009). Este tipo de eletroterapia é indicado para analgesia, relaxamento muscular, aumento da extensibilidade do colágeno, no tratamento de patologias como tendinites crônicas ou por desuso, bursites e quadros dolorosos miofaciais. 4.3.3.1 Contraindicações Locais sensíveis (globo ocular, útero grávido, medula espinhal, coração), em portadores de próteses que utilizem polietileno de lata densidade, osteoporose e na presença de implantes metálicos cirúrgicos, etc. (MARQUES, 2009). AN02FREV001/REV 4.0 104 ATENÇAO: Há controvérsias sobre a aplicação do US nas zonas de crescimento ósseo em crianças e da possibilidade de outros efeitos colaterais. (MARQUES, 2009). 4.4 TERMOTERAPIA O calor é uma das modalidades mais prescritas na fisioterapia, pois seus efeitos fisiológicos são analgésicos, antiespasmódicos, descongestionantes e sedativos. Quando se deseja obter vasodilatação, alívio da dor ou relaxamento muscular, o calor é um ótimo agente terapêutico. (SHEESTACK, 1980). 4.4.1 Contraindicações Não deve ser aplicado em áreas anestesiadas; Não deve ser aplicado em áreas sem sensibilidade; Não deve ser aplicado em indivíduos com febre alta; Não deve ser aplicado em indivíduos que apresentem cardiopatia descompensada ou doença vascular periférica; Não deve ser aplicado em indivíduos que possuem implantes metálicos em uma área subjacente; Não deve ser aplicado na presença de tumores malignos. FIM DO MÓDULO IV AN02FREV001/REV 4.0 105 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGNE, J. E. Eu sei eletroterapia. Palotti: Santa Maria, 2009. AGNE, J. E. Eletrotermofototerapia. Rio Grande do Sul: Santa Maria, 2013. ANATOMIA HUMANA. Disponível em: <http://adanatomia.blogspot.com.br/2011/06/sistema-esqueletico-esqueleto- cefalico.html>. Acesso em: 30 out. 2013. BANDEIRA, C. J. Ebah: O que é inflamação. Disponível em: <http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAo8UAI/que-inflamacao>. Acesso em: 30 out. 2013. BARBOSA, V. R. N. et al. 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