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Módulo 1
O EMPREENDEDOR
Unidade 1
Ser Empresário
Unidade 2
Ser Empreendedor
Unidade 3
Características de comportamento empreendedor
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Módulo I – O EMPREENDEDOR
Unidade 1 – Ser Empresário
Este módulo, O Empreendedor, tem a finalidade de esclarecer o que é ser empresário e ser 
empreendedor; a importância de se ter um perfil empreendedor e quais as características com-
portamentais necessárias para se obter o sucesso empresarial, além de promover uma autoava-
liação que lhe permitirá traçar um potencial perfil enquanto empreendedor.
Ao final deste módulo, você será capaz de:
• Compreender o significado do empreendedorismo;
• Identificar as características do comportamento das pessoas empreendedoras;
• Tomar consciência da importância do perfil empreendedor para o sucesso do negócio;
• Predispor-se a adotar uma postura empreendedora na condução de um negócio;
• Fazer um autodiagnóstico, identificando as suas próprias características empreendedoras;
• Conceber ações práticas para desenvolver ou fortalecer as suas características de com-
portamento empreendedor.
Na Unidade 1 – Ser Empresário, você verá os estímulos que levam as pessoas a buscarem abrir seu 
próprio negócio, além dos sacrifícios pelos quais devem passar. Ao final desta unidade, você será 
capaz de compreender o perfil exigido para se tornar um empresário. Então, vamos começar.
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Fernanda: Tudo ótimo, Júlio! Como sempre, sua pontualidade é impressio-
nante. Meus negócios andam muito bem. Claro que sempre estou de olho nos 
meus concorrentes.
Júlio: É, Fernanda. Nesta semana estou refletindo muito sobre os motivos que 
me levaram a abrir meu próprio negócio e me pergunto se estou alcançando 
meus objetivos. 
Na verdade, quem nunca pensou em abrir seu próprio negócio? Essa opção é 
cada vez mais levada em consideração por profissionais de todas as áreas.
Fernanda: Eu sou um exemplo disso. Sou formada em Nutrição, mas, agora, exerço a profissão 
de gerenciamento do meu próprio negócio também como nutricionista.
Acredito que esse crescimento da quantidade de pequenas empresas, essa transformação em 
nosso País é devido à terceirização e à expansão do setor de serviços, que as colocaram em 
posição privilegiada na nova ordem mundial.
Júlio: Do ponto de vista individual, a pequena empresa tem sido vista como a 
saída sonhada por aqueles que querem trocar as amarras do trabalho assalariado 
pela aventura da autorrealização e do sucesso conquistado por meio do próprio 
esforço.
Roberval: Olá! Tudo bem com vocês? Vocês sabiam que eu e a Dani estamos fa-
zendo o curso Iniciando um Pequeno Negócio pelo Sebrae?
Fernanda: Que ótimo! É muito bom estudar o tema antes de se aventurar no mundo dos negócios.
Dani: Estamos superanimados. 
Estou doida para abrir meu próprio negócio hoje mesmo, rsrs.
Júlio: Poxa! Estou vendo que vocês estão supermotivados, que legal.
Estávamos justamente falando disso.
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Roberval: Quero abrir um negócio para ser meu próprio patrão, sair da rotina, sabe, pois cansei 
de ser empregado.
Há muito tempo que pego no pesado lá na empresa onde trabalho como auxiliar de escritório. 
É trabalho que não acaba mais, são oito horas por dia, cinco dias por semana. Dá para aguentar 
uma vida assim?
Dani: Concordo plenamente com o Roberval. Quero ganhar bastante dinheiro, ser dona do 
meu próprio nariz, entrar e sair da loja na hora que bem entender.
Imagina só, poderei até ficar em casa alguns dias e tirar férias quando quiser. Tem coisa melhor?
Júlio: Veja, pessoal. Fernanda, me corrija se eu estiver errado: até entendo bem o 
que vocês estão falando, mas, por experiência própria, aprendi que as coisas não 
são bem assim. As responsabilidades são grandes.
Muitas vezes, ter uma empresa própria exige que você trabalhe de 12 a 15 horas 
diárias no seu negócio. 
Tirar férias é muito mais difícil, pois muitas decisões a serem tomadas na em-
presa dependem de você. 
Em uma pequena empresa, o empreendedor acaba tendo muito menos tempo disponível para 
a família, pois se torna dependente de fornecedores, bancos, clientes, funcionários, governo, 
dentre outros.
Além do mais, seu patrimônio pessoal fica comprometido com as operações da empresa. Nem 
tudo são flores, como vocês estão pensando.
Fernanda: Você está certíssimo, Júlio! Assino embaixo.
Dani: Não concordo, Júlio. Se tem dinheiro, é só contratar alguém para trabalhar para você.
Júlio: Quem dera que fosse assim. É tanta coisa a ser feita que é preciso organização. Vocês irão 
passar por isso e depois vão me falar.
Primeiro, para saber se o que pretendem montar vai dar certo, é necessário fazer um Plano de 
Negócio.
Roberval: O que é Plano de Negócio?
Júlio: Plano de Negócio é uma ferramenta onde colocamos tudo sobre o empreendimento.
Inicia com a descrição completa do tipo de negócio pretendido, passando pelo perfil dos donos, 
até finalizar com a viabilidade financeira e econômica. 
Ele é como uma bússola e vai nortear todos os seus passos para que você se dê bem na sua 
empreitada. No Plano de Negócios estarão especificados os principais fatores necessários para a 
criação de um empreendimento.
Fernanda: Ao fazer a opção, o empresário considera seu engajamento (econômico e psicológi-
co) como um investimento mais gratificante que o trabalho assalariado.
Esses motivos são mais que suficientes para a multiplicação das pequenas empresas.
Júlio: Por outro lado, ser empresário sempre exige sacrifícios que muitos não estão dispostos a fazer.
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Entre alguns desses "ossos do ofício", estão os seguintes:
• Horas trabalhadas
A maioria dos empresários trabalha de 12 a 15 horas por dia em seu negócio, 
em vez de oito horas, como o empregado.
• Férias
Raramente tiram férias e, quando o fazem, é por poucos dias, mas não es-
quecem o telefone "só para saber como vão as coisas" em seu negócio.
• Família
Às vezes, envolvem-se tanto com a empresa que diminui, em vez de aumen-
tar, o tempo disponível para a família.
• Independência
Sua tão desejada independência torna-se muito relativa, quando se observa 
a dependência dos fornecedores, bancos, clientes, funcionários, governo etc.
• Patrimônio pessoal
O patrimônio pessoal do empreendedor fica comprometido com as opera-
ções do novo negócio e talvez até vinculado como garantia de algum em-
préstimo tomado pela empresa.
• Dinheiro
A vontade de ganhar muito dinheiro pode esbarrar num obstáculo definitivo: 
competência. A intenção apenas não é suficiente – é necessário que o em-
presário demonstre, com efetividade, a capacidade de gerir seu negócio.
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Fernanda: Viram? Ser empresário é, portanto, bem mais profundo do que simplesmente deixar 
de ser empregado e passar a ser "dono do próprio nariz".
Roberval: Concordo. A maioria dos empresários trabalha de 12 a 15 horas por dia em seu negó-
cio, em vez de oito horas, como empregado. Mesmo assim, sou persistente, e quero muito isso 
para minha vida.
Será que ser empreendedor é o mesmo que ser empresário?
Parabéns!
Você terminou a primeira Unidade do Módulo 1. Na próxima Unidade você verá como é “Ser 
Empreendedor”.
Até breve.
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Módulo 1: O Empreendedor
Unidade 2: Ser Empreendedor
Na Unidade 2 – Ser Empreendedor, buscaremos compreender o que é o empreendedorismo 
e a importância de se adotar uma postura empreendedora na condução de um negócio.
Começaremos então refletindo:
• Mas qual é a filosofia do empreendedor? 
• Qual a sua base de atuação? 
• Como pensa e vive o empreendedor?
Roberval: Oi, Gastor, tudo bem? Na verdade, hoje vim aqui no intuito de te fazer 
alguns questionamentos porque estou realizando um trabalho.
Gastor: Além da pizza, em que posso te ajudar? Estou sempre à disposição.
Magali: Tudo bem, rapazes? Há dias que você, Roberval, não vai à lanchonete, o 
cheirinho dessa pizza está te seduzindo.
Roberval: Na verdade, não tinha vindo para isso, mas não resisti. Entretanto, que bom que che-
gou. Estou fazendo uma pesquisa e gostaria que me respondessem umas perguntas:
Vocês se consideram empreendedores de sucesso?Conhecem outros empreendedores de sucesso?
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Gastor: Nossa, Roberval. Você me pegou em cheio nesses questionamentos. Mas, mesmo as-
sim, vou te responder. Acredito que sou um empreendedor de sucesso, pois consegui que mi-
nha pizza se destacasse pelo baixo preço e qualidade. O preço baixo é em razão de o sabor ser 
somente de queijo, e o toque especial está no molho e na massa. É vendida em fatias e o nome 
"dose dupla" é porque geralmente os clientes comem dois pedaços, um em cima do outro.
Minha clientela é cativa, consegui meu espaço no mercado alimentício da praça. Mas confesso 
que tenho um sério problema em lidar com a parte financeira e por isso sempre tenho que estar 
recorrendo a auxílios financeiros externos. 
Roberval: Vocês estão com tempo? Como eu sei que agora não tem movimento, vou 
apresentar um material a vocês. Assim, podem chegar a uma conclusão mais precisa.
Empreendedorismo (adjetivo empreendedor + sufixo ismo) representa a filosofia, a 
base de atuação, o modo de pensar e de viver daquele que empreende.
Mas qual é a filosofia do empreendedor? Qual a sua base de atuação? Como pensa 
e vive o empreendedor?
“Empreendedorismo e pequenos negócios são conceitos frequentemente discutidos, mas 
a definição de cada um varia enormemente de um lugar para outro, de país para país, de 
autor para autor.
Nos últimos anos, tem havido espaço para uma multidão de especialistas no campo do em-
preendedorismo. Pode-se até mesmo dizer que existe hoje um ramo de pesquisa rotulado 
de “empreendedorismo”, com seus próprios pensadores e estudiosos.
Os principais autores situam-se nos campos da economia e das ciências do comportamento, 
mas o assunto percorre muitas outras disciplinas. Existem definições de empreendedor que 
enfocam a ideia de liderança, de inovação, de promoção, de economicidade, de visão de 
mercado, de fixação de objetivos, de uso das oportunidades e muitas outras ideias.
Além de todo o compromisso que um negócio requer de seus proprietários, saber conviver 
com o risco e tirar proveito das oportunidades são, talvez, as características mais necessárias 
para a atividade empresarial, as que realmente definem o perfil do empreendedor, o que é 
de suma importância, pois o diferencia consideravelmente no universo empresarial.
O Brasil tem sido, por anos consecutivos, apontado como um país de vocação empreende-
dora. A Pesquisa GEM – Global Entrepreneurship Monitor – 2007 indica que 13 em cada 100 
brasileiros adultos estão envolvidos com alguma atividade empreendedora. No entanto, 
este número sugere algo sombrio.
Dos 7,5 milhões de brasileiros que empreendem, 41,6% não o fazem voluntariamente após 
a identificação de uma verdadeira oportunidade de negócio, mas sim por necessidade. 
Considerando, portanto, o empreendedorismo por oportunidade, podemos definir empre-
endedorismo da seguinte maneira:
"Empreendedorismo é o modo de pensar e agir de forma inovadora, identificando e criando 
oportunidades; inspirando, renovando e liderando processos; tornando possível o impos-
sível; entusiasmando pessoas, combatendo a rotina; assumindo riscos em favor do lucro.”
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Roberval: E aí como está a leitura? 
Magali: Agora, sim, tenho informação suficiente para responder que sou uma em-
preendedora de sucesso, e não uma empresária, se:
“Empreendedorismo é o modo de pensar e agir de forma inovadora, identificando e criando 
oportunidades; inspirando, renovando e liderando processos; tornando possível o impossível; 
entusiasmando pessoas, combatendo a rotina; assumindo riscos em favor do lucro.”
Sou uma empreendedora de sucesso porque amo o que faço. Adoro pensar em inovação de 
produtos e preços, brigando com a concorrência.
Gastor: Realmente, ser empreendedor é muito diferente de ser empresário. Há um 
tempo atrás, entrei no site do Sebrae e achei um texto, "Empreendedorismo, plane-
jamento e inovação, uma união necessária", e um vídeo de uma ação empreendedo-
ra. Acho muito interessante vocês lerem e assistirem.
Empreendedorismo, planejamento e inovação, uma união necessária
julho 1, 2010 por Mundo Sebrae 
Alguém, em algum lugar, acordou hoje com a intenção de transformar o seu sonho de 
negócio em uma empresa.
Depois de lavar o rosto e tomar café, comer um pãozinho com manteiga, o mundo real cai na 
sua frente e lá vai ele, aquele alguém, e o seu sonho para o trabalho do dia a dia, aquela mesma 
rotina, das 8h às 18h, trânsito, relacionamento com muitas pessoas, e ainda com os diversos 
superiores hierárquicos, volta para casa, toma banho, janta, dorme, sonha e começa tudo.
Mas chega um dia em que o espírito empreendedor fala mais alto e começa a vida de mais 
um visionário, que acredita e aposta nele mesmo, o empresário.
Porém, enquanto tudo estava no mundo dos sonhos, era uma coisa, agora, na dura e com-
bativa realidade, tudo é diferente, pois ele irá conduzir a família para um ambiente repleto de 
riscos e oportunidades, alegrias e tristezas e, por isso, capaz de proporcionar ganhos ou prejuí-
zos, dependendo dos caminhos escolhidos, e o único responsável será ele, o empreendedor.
Se tudo der certo, a família irá usufruir os benefícios, se não, todos sofrerão com as mazelas 
dos erros cometidos.
Na verdade, o candidato a empresário terá de conviver por algum tempo no túnel do terror, de 
onde surgirão os mais diferentes e curiosos monstros e fantasmas para aterrorizá-lo, mas que se 
afastarão com a presença das inovações verdadeiras, criadas ou adequadas, mas que ninguém 
tente enganá-los, eles sabem distinguir muito bem um diferencial pirateado de um real.
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http://mundosebrae.wordpress.com/2010/07/01/como-planejar-empreender-e-inovar/
Roberval: Muito obrigado pessoal, essa conversa foi muito esclarecedora. Agora, posso fazer 
minha atividade.
Meus parabéns! 
Foi finalizada a Unidade 2 do Módulo 1. Agora, entre no Fórum para debater com seus colegas 
sobre o que é “Ser um Empreendedor”, e aproveite para tirar dúvidas com o seu Tutor.
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Módulo 1: O Empreendedor
Unidade 3: Características de comportamento 
empreendedor 
Bem-vindo à Unidade 3 – Características de comportamento empreendedor – do Módulo 1. Ao 
final desta unidade, você será capaz de:
• Reconhecer as características do comportamento empreendedor.
• Identificar as próprias características empreendedoras.
Gabi: Oi, Roberval, tudo bem? Como está nossa pesquisa?
Roberval: Olá, Dani! Tudo ótimo. Nossa pesquisa está fluindo muito bem.
Estamos agora indo para a parte em que os empresários têm que identificar suas 
características de comportamento dentro do perfil empreendedor.
Gabi: Ótimo! Encontrei um vídeo fantástico, de 1 minuto e 57 segundos, do Sebrae – Você 
sabe como se tornar um empreendedor de sucesso? Coleção Dicas Sebrae-SP.
Roberval: Gostei muito do vídeo, Dani, ele trata exatamente do assunto de que estamos falando.
O sucesso de um empreendimento inovador não depende de "mágica" e sim de uma série de 
fatores e condições – tanto pessoais, como do negócio – que o empreendedor deve levar em 
consideração antes de iniciá-lo.
Esse tema é tão importante que, em 1982, a Organização das Nações Unidas – ONU encomen-
dou uma pesquisa com três focos distintos:
• Identificar o que seria um empreendedor;
• Desenvolver uma forma de identificar empreendedores;
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• Desenvolver um treinamento que estimulasse as competências empreendedoras dos 
indivíduos.
Ao final, a pesquisa identificou que os empreendedores apresentam características próprias de 
pessoas que tem um grau de realização superior ao das demais, pessoas com motivações e ati-
tudes diferenciadas das demais, em relação aos desafios que surgiam diante de si.
Dani: Agora, estou me recordando desse assunto que foi tratado em classe.
Estas características foram chamadas de Características de Comportamento Empreendedor – CCE.
Cada CCE tem três comportamentos específicos associados e estão subdivididas em três con-
juntos:
Roberval: Exatamente isso. Saber sobre isso é fundamental para descobrirmos se os entrevista-
dostêm realmente o perfil do potencial empreendedor.
Dentro dos conjuntos, você sabe as características do comportamento das pessoas empreen-
dedoras?
Dani: Na verdade, eu me recordo vagamente. Você poderia me relembrar?
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Claro!
No conjunto de realização, temos cinco características. Dentro dessas características, existem 
ações que são geralmente realizadas por pessoas com esse tipo de perfil:
• Busca de oportunidades e iniciativa
– Faz as coisas antes de solicitado ou forçado pelas circunstâncias;
– Age para expandir o negócio a novas áreas, produtos ou serviços;
– Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financia-
mentos, equipamentos, terrenos, local de trabalho ou assistência.
• Persistência
– Age diante de um obstáculo significativo;
– Age repetidamente ou muda de estratégia a fim de enfrentar um desafio ou superar 
um obstáculo;
– Faz um sacrifício pessoal ou despende um esforço extraordinário para completar uma 
tarefa.
• Comprometimentos
– Atribui a si mesmo e a seu comportamento as causas de seus sucessos e/ou fracassos 
e assume responsabilidade pessoal pelos resultados obtidos;
– Colabora com os seus empregados ou ocupa seu lugar, se necessário, para terminar 
uma tarefa;
– Esforça-se por manter os clientes satisfeitos e coloca a boa vontade a longo prazo 
acima do lucro a curto prazo.
• Exigência de qualidade e eficiência
– Encontra maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápido, ou mais barato;
– Age de maneira a fazer coisas que satisfaçam ou excedam padrões de excelência;
– Desenvolve ou utiliza procedimentos para assegurar que o trabalho seja terminado a 
tempo ou que atenda a padrões de qualidade previamente combinados. 
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• Correr riscos calculados
– Avalia alternativas e calcula riscos deliberadamente;
– Age para reduzir os riscos ou controlar os resultados;
– Coloca-se em situações que implicam desafios ou riscos moderados. 
Já vimos o conjunto de realização; agora veremos o conjunto de planejamento e suas ações:
• Estabelecimento de metas
– Estabelece metas e objetivos que são desafiadores e que têm significado pessoal;
– Tem visão de longo prazo, clara e específica;
– Estabelece objetivos de curto prazo, mensuráveis.
• Busca de informações
– Dedica-se pessoalmente a obter informações de clientes, fornecedores ou concor-
rentes;
– Investiga pessoalmente como fabricar um produto ou fornecer um serviço;
– Consulta especialistas para obter assessoria técnica ou comercial.
• Planejamento e monitoramento sistemático
– Planeja dividindo tarefas de grande porte em etapas com prazos definidos;
– Constantemente, revisa seus planos, levando em conta os resultados obtidos e mu-
danças circunstanciais;
– Mantém registros financeiros e os utiliza para tomar decisões.
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Ficou faltando somente o conjunto de poder, que, pelo que me lembro, tem as seguintes carac-
terísticas:
Persuasão e redes de contatos
• Utiliza estratégias deliberadas para influenciar ou persuadir os outros;
• Utiliza pessoas-chave como agentes para atingir seus próprios objetivos.
Independência e autoconfiança 
• Busca autonomia em relação a normas e controles de outros;
• Mantém seu ponto de vista, mesmo diante da oposição ou de resultados inicialmente 
desanimadores;
• Expressa confiança na sua própria capacidade de completar uma tarefa difícil ou de en-
frentar um desafio.
Roberval: Agora, sim, fizemos toda a revisão do assunto antes de ir para o ques-
tionário.
Parabéns! 
Finalizamos a unidade e o questionário de autoavaliação. Com base no perfil que você traçou, 
escolha três características pessoais nas quais você teve menor pontuação. Para cada uma, es-
creva ações pelas quais você pretende melhorar seu desempenho.
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