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UGO SANTANA CCA1127 CONFORTO AMBIENTAL 2 DESEMPENHO LUMINOSO Sendo assim, a orientação das aberturas pode aumentar a quantidade de iluminação com o aumento do ganho da calor. BOA QUANTIDADE DE LUZ BAIXO GANHO DE CALOR MENOR QUANTIDADE DE LUZ BAIXO GANHO DE CALOR GRANDE QUANTIDADE DE LUZ ALTO GANHO DE CALOR GRANDE QUANTIDADE DE LUZ ALTO GANHO DE CALOR CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Aberturas voltadas para leste e oeste possuem grandes níveis de iluminação e de radiação solar direta, existindo momentos em que a radiação entra bastante no ambiente. Aberturas voltadas para norte e sul, mesmo sem proteção solar, não permitem a entrada da radiação solar até grandes profundidades. PROTEÇÃO SOLAR DIFÍCIL ENTRADA DE RADIAÇÃO DIRETA PROTEÇÃO SOLAR FÁCIL ENTRADA DE RADIAÇÃO DIFUSA CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Sendo assim, a orientação das aberturas pode aumentar a quantidade de iluminação com o aumento do ganho da calor. ESTUDO DA PROTEÇÃO SOLAR ELEMENTO DE PROTEÇÃO LINHA DA FACHADA PROTEÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA N L S O N L S O N L S O N L S O Sendo assim, a orientação das aberturas pode aumentar a quantidade de iluminação com o aumento do ganho da calor. ESTUDO DA PROTEÇÃO SOLAR ORIENTAÇÕES DIFERENTES Ganho de calor ELEMENTO DE PROTEÇÃO LINHA DA FACHADA CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Uma abertura com pequenas dimensões horizontais permite grandes níveis de iluminância próximas a ela mas uma redução brusca destes níveis com a profundidade e pouca possibilidade de distribuição de iluminação no espaço. FACHADA VOLTADA PARA O NORTE LOCALIZADO EM FORTALEZA 21 de dezembro às 10h CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Uma abertura com pequenas dimensões horizontais permite grandes níveis de iluminância próximas a ela mas uma redução brusca destes níveis com a profundidade e pouca possibilidade de distribuição de iluminação no espaço. FACHADA VOLTADA PARA O NORTE LOCALIZADO EM FORTALEZA 21 de dezembro às 10h Simulação realizada no software Velux Daylight Visualizer CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA A divisão da abertura em duas possibilita a melhor distribuição de iluminação no espaço, mas reduz os níveis de iluminância. FACHADA VOLTADA PARA O NORTE LOCALIZADO EM FORTALEZA 21 de dezembro às 10h Simulação realizada no software Velux Daylight Visualizer CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Janelas com grandes dimensões horizontais, mesmo que não sejam altas, permitem maiores níveis de iluminância no espaço até uma profundidade maior. FACHADA VOLTADA PARA O NORTE LOCALIZADO EM FORTALEZA 21 de dezembro às 10h Simulação realizada no software Velux Daylight Visualizer CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA A proximidade da abertura com teto, permite uma maior distribuição dessa iluminação no ambiente, já que utiliza esta superfície como elemento reletor. FACHADA VOLTADA PARA O NORTE LOCALIZADO EM FORTALEZA 21 de dezembro às 10h Simulação realizada no software Velux Daylight Visualizer CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA A remoção das vergas permite uma melhor distribuição da iluminação. Porém, o aumento da altura pode começar a reduzir os níveis de iluminância no plano de trabalho. FACHADA VOLTADA PARA O NORTE LOCALIZADO EM FORTALEZA 21 de dezembro às 10h Simulação realizada no software Velux Daylight Visualizer CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA De uma maneira superficial, para condições tradicionais de projeto, a relação entre altura da janela em relação ao plano do trabalho e a profundidade máxima dos níveis adequados de iluminânica está representada na imagem acima. A relação representa o máximo possível. x NÍVEIS ADEQUADOS DE ILUMINÂNCIA NÍVEIS INADEQUADOS DE ILUMINÂNCIA 1,5x CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Aqui é possível observar a distribuição da iluminância para a sala A110. Considerando 500lux como uma iluminância adequada para salas de aula, pode-se observar que uma região muito pequena da sala apresenta essa qualidade. A grande parte apresenta valores menores ou iguais a 63lux, ou seja, menores que o mínimo indicado para circulações. 1 JANELA ABERTA 0m 1m 2m 3m 4m SALA A110 23 de março às 9:30h Simulação realizada no software Velux Daylight Visualizer PROFUNDIDADE PEITORIL = 1m | ALTURA = 1.40m CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Com as três janelas da fachada norte abertas, existe uma distribuição de iluminância melhor pela sala. Deve-se ter em mente porém, que a partir de uma distância de 2 metros já se observa uma iluminância inferior a 250lux. 1 JANELA ABERTA 3 JANELAS ABERTAS 0m 1m 2m 3m 4m SALA A110 23 de março às 9:30h Simulação realizada no software Velux Daylight Visualizer PEITORIL = 1m | ALTURA = 1.40m PEITORIL = 1m | ALTURA = 1.40m CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Observe o que ocorre quando as janelas de ambos os lados são abertas. Pode-se concluir que a distribuição da iluminância não é simplesmente a soma das distribuições individuais de cada janela. Mas quando temos janelas em lados opostos ou em distâncias diferentes, o desempenho luminoso é superior. 1 JANELA ABERTA TODAS AS JANELASSALA A110 23 de março às 9:30h 0m 1m 2m 3m 4m Simulação realizada no software Velux Daylight Visualizer PEITORIL = 1m | ALTURA = 1.40m PEITORIL = 1m | ALTURA = 1.40m CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA O exemplo acima mostra a simulação computacional na sala A110, com as três janelas da fachada norte abertas. Na simulação, é possível ver o céu e o piso no exterior do ambiente. Além disso é possível visualizar a distribuição da iluminação natural no ambiente. SALA A110 23 de março às 9:30h CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Aqui é apresentada a distribuição da iluminância pelas superfícies do ambiente. É possível observar a redução da iluminância com a distância da janela. Além disso, a imagem mostra a iluminação de teto e da própria parede das janelas devido a reflexão interna. As janelas são representadas pretas pois não são superfícies, são vazios. SALA A110 23 de março às 9:30h ILUMINÂNCIA (lux) CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Aqui é possível ver a distribuição da luminânica, ou seja, o brilho que é refletido ou que é emitido pelas superfícies e pela janela. Apesar das superfícies internas receberem muita iluminação, refletem, ou emitem pouco se comparado à janela. As janelas apresentam valores altos e a parede, valores baixos. Isso é o contraste capaz de criar ofuscamento. SALA A110 23 de março às 9:30h LUMINÂNCIA (cd/m2) CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA LATERAIS ZENITAIS Facilita a visualização do exterior Maiores valores de iluminância nos planos de trabalho próximo Não permitem uma boa distribuição de iluminância no ambiente Maior possibilidade de criar ofuscamento Menor possibilidade de entrada de radiação solar Dificulta a visualização do exterior Com a altura, podem reduzir a capacidade de iluminação Permite uma melhor distribuição de iluminânica no ambiente Menor possibilidade de criar ofuscamento Maior possibilidade de entrada de radiação solar CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA A profundidade do ambiente prejudica a quantidade de iluminação natural de uma abertura lateral. Aberturas zenitais são um solução que podem contribuir para elevar o valor da iluminância nas áreas de trabalho. CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA As prateleiras de luz (light-shelf) podem proteger a abertura da radiação solar e a partir da reflexão aumentar a profundidade dos níveis de iluminância do ambiente. SUPERFÍCIE REFLETORA CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Prateleiras de luz CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Prateleiras de luz CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA As prateleiras de luz possibilitam, dependendo de sua configuração e materiais de acabamento, o aumento da profundidade dos níveis de iluminância mínimos. x NÍVEIS ADEQUADOS DE ILUMINÂNCIA até 2,5x CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Brises colocados em um plano vertical protegem a abertura da radiação solar direta, permitindo a entrada da radiaçãorefletida. Porém, podem ser responsáveis pela redução dos níveis de iluminância do ambiente. Brises colocados até uma determinada altura, podem corrigir isso. CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Os brises colocados em um plano horizontal podem proteger as aberturas da radiação solar direta e dependendo do posicionamento do Sol, servirem de elementos refletores. CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Brises – proteção e reflexão CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Brises – proteção e reflexão CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA OUTROS EXEMPLOS CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Escola Munkegaard – Dinamarca – Arne Jacobsen CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Escola Munkegaard – Dinamarca – Arne Jacobsen CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Escola Montessori Apollo – Holanda – Herman Hertzberger CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Escola Montessori Apollo – Holanda – Herman Hertzberger CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Escola Pública – Diamantina – Oscar Niemeyer CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Escola Pública – Diamantina – Oscar Niemeyer CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Colégio 12 de Outubro – São Paulo – João Vilanova Artigas CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Colégio 12 de Outubro – São Paulo – João Vilanova Artigas CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Beacon School – São Paulo – Andrade Morettin CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Instituição educativa rural – Colômbia – Plan:b arquitecctos CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Instituição educativa rural – Colômbia – Plan:b arquitecctos CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Escola Positivo Internacional – Curitiba – Manoel Coelho CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Igreja Bagsværd – Dinamarca – Jørn Utzon CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Menil Collection, Estados Unidos, Renzo Piano CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Museu de arte de Los Angeles, Estados Unidos, Renzo Piano CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Escola Minami Yamashiro – Japão – Richard Rogers CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Escola Minami Yamashiro – Japão – Richard Rogers CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA Escola Minami Yamashiro – Japão – Richard Rogers CONFORTO AMBIENTAL 2 UGO SANTANA