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PROF. Esp. ELSO DE FREITAS MOISINHO FILHO Faculdade de Engenharia Civil Faculdade PIO X E-mail: arqtito2@hotmail.com EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E CONFORTO AMBIENTAL EM CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS Apresentação UFS 1 Conteúdo Módulo 1: CONCEITOS E GENERALIDADES Sustentabilidade - Arquitetura Eficiência Energética – Conforto Ambiental Módulo 3: CONFORTO AMBIENTAL Conforto Térmico Módulo 2: CONFORTO AMBIENTAL Conforto Visual UFS 2 CONCEITOS E GENERALIDADES Sustentabilidade - Arquitetura – Eficiência Energética – Conforto Ambiental Módulo 1 UFS 3 O que faz um edifício sustentável? “As questões ambientais e escassez de recursos energéticos fazem parte desse discurso; é na forma como arquitetos e engenheiros se inter-relacionam com esses temas que se dá a contribuição da arquitetura na sustentabilidade” (Merino, 2004) (...) é “o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro”. Brundtland Report em 1987. COMISSÃO MUNDIAL PARA O MEIO AMBIENTE E O DESENVOLVIMENTO – CMMAD (1988) Sustentabilidade 1. O que é Desenvolvimento Sustentável? UFS Surgimento de novos matérias como: aço, concreto, petróleo, gás etc. mudando o sistema construtivo. Roma antiga Vitruvius - O papel do sol e do vento na escolha da implantação e traçados de cidades e edifícios. “Firmitas, utilitas y venustas” Séc. I a.C. Imperador Ulpiano- Heliocaminus(locação de cidades no trajeto do sol), Calidarium(aquecimento de água), Ipocausto(túnel subterrâneo para aquecer o ar) Séc. II d.C. Gótico Problemas resolvidos no local. Arquitetos e artesão trabalhavam juntos Renascimento Bruneleschi - Invenção da perspectiva, e distanciamento entre artesão e arquitetos. Revolução industrial Séc. XIX Estilo Internacional Modernismo Le Corbusier – Estrutura independente do fechamento. Analise do conforto do ambiente interno Caixa de vidro – edificações inadequadas ao clima tropical e que desenvolve o conforto ambiental através de sist. Artificiais. Séc. XX 70 Crise do Petróleo (EUA) Retorno a busca por sistemas passivos e aproveitamento do clima e da natureza. Crise nacional energia elétrica , causado por falta de planejamento e investimentos em geração de energia. 2001/2002 92 Desenvolvimento sócio-econômico com a conservação dos ecossistemas 2. Um breve histórico Sustentabilidade e Arquitetura UFS Modernismo Le Corbusier – Estrutura independente do fechamento. Analise do conforto do ambiente interno Séc. XX MES – Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro, arq. Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Reidy, Jorge Moreira, Carlos Leão e Ernani Vasconcelos. Foto AG MES. As proteções externas podem ser pensadas como elemento compositivo de fachada Foto:Mies van der Rohe - Seagram Building 1969. Fonte :www.eikongraphia.com/wordpress/wp-content> acesso 03 /12/2009 Estilo Internacional Caixa de vidro – edificações inadequadas ao clima tropical e que desenvolve o conforto ambiental através de sist. Artificiais. 1. Um breve histórico Sustentabilidade e Arquitetura UFS Arquitetura contemporânea - Instituto do Mundo Árabe / Arq. Jean Nouvel Busca por sustentabilidade nas edificações. Reduzir, reciclar e reutilizar. Automação, eficiência energética. A sustentabilidade nas edificações está diretamente ligada ao consumo de energia IMA. Os elementos de fachada que remetem a tapeçaria árabe, são controlados eletronicamente criam diferentes condições de iluminação e são proteção ao sol IMA – Instituto do Mundo Árabe em Paris, arq. Jean Nouvel. Foto AG Sustentabilidade e Arquitetura 1. Um breve histórico UFS Arquitetura contemporânea - Shangai Bank / Arq. Norman Foster Busca por sustentabilidade nas edificações. Reduzir, reciclar e reutilizar. Automação, “Edifícios inteligentes”. A sustentabilidade nas edificações está diretamente ligada ao consumo de energia e as técnicas de conforto ambiental. Shangai Bank, arq. Norman Foster. Foto Foster and Partners Shangai Bank. O edifício conta com elementos refletores internos e externos, distribuindo a iluminação natural pelos diversos andares, ganhando em qualidade visual e reduzindo o consumo de energia para iluminação artificial Sustentabilidade e Arquitetura 1. Um breve histórico UFS Arquitetura contemporânea - Pavilhão da Inglês expo 92/Arq. Nicolas Grimshaw Busca por sustentabilidade nas edificações. Reduzir, reciclar e reutilizar. Automação, “Edifícios inteligentes”. A sustentabilidade nas edificações está diretamente ligada ao consumo de energia e as técnicas de conforto ambiental. Pavilhão da Inglaterra na Expo Sevilha 1992, arq. Nicholas Grimshaw. Foto Nicholas Grimshaw and Partners Pavilhão da Inglaterra. A existência da cascata fez com que o edifício consumisse apenas um quarto da energia que seria necessária se fosse climatizado com ar condicionado Sustentabilidade e Arquitetura 1. Um breve histórico UFS Arquitetura Solar –a partir dos anos 70 Crise do petróleo –conservação de energia. O objetivo de economia de energia foi atingido, mas o do conforto ambiental nem sempre. Arquitetura Bioclimática (Green Architecture) – a partir dos anos 80 Surgimento dos Laboratórios de Arquitetura Bioclimática. Arquitetura mais equilibrada entre o desempenho energético e o conforto térmico. Visão de fora para dentro (ambiente edificação). Sustentabilidade e Arquitetura 1. Arquitetura Sustentável - Conceito UFS Arquitetura Eco-Eficiente/ Alta Qualidade Ambiental da Edificação – a partir de anos 90 Uso de fontes alternativas de energia com conciliação do conforto ambiental. Qualidade da água, do ar, gestão de recursos e de sobras etc. Inclusão da visão de dentro para fora(ambiente edificação). Sustentabilidade e Arquitetura 1. Arquitetura Sustentável - Conceito UFS 1. Arquitetura Ecológica – Conceito Arquitetura Ecológica “ é aquela que integra ao máximo a edificação com o meio ambiente circundante, com o mínimo de alterações em fauna, flora, recursos geográficos e naturais”. Aproveitamento ao máximo dos fatores climáticos (luz natural, ventos, umidade relativa do ar, chuvas) e naturais (vegetação, terra e água) para suprir a própria construção áximo a edificação com o meio ambiente circundante, com o mínimo de alterações em fauna, flora, recursos geográficos e naturais”. Arquitetura Ecológica UFS Sustentabilidade econômica: lucratividade e crescimento através do uso eficiente de recursos (mão de obra, materiais, água e energia). Sustentabilidade ambiental: evitar efeitos prejudiciais ao ambiente através de uso cuidadoso de recursos naturais, minimização de resíduos, proteção e melhoria do ambiente. Sustentabilidade social: responder às necessidades dos “atores sociais”envolvidos no processo de construção (do planejamento à demolição), incluindo alta satisfação do cliente e do usuário, fornecedores comprometidos ambientalmente, respeito aos funcionários e comunidades locais. Triângulo clássico de Vitruvius é alterado para outro polígono: firmitas, commoditas, venustas + sostentabilis-ambientalis, economicuset socialis. 1. Arquitetura Sustentável - a partir dos anos 2000 Sustentabilidade e Arquitetura UFS Extração Alterações na água Preservação dos Recursos Naturais Saúde Conforto Resíduos Custos de Investimentos Operação, Manutenção e Serviços Demolição Impactos Ambientais Descarte 1. Arquitetura Sustentável – Visão do Ciclo de Vida: “do Berço ao Túmulo” Sustentabilidade e Arquitetura UFS 1. Arquitetura Sustentável Sustentabilidade e Arquitetura UFS 1. Conforto Ambiental 1. O que é Conforto? “... Aconchego, cômodo, tudo o que constitui o bem estar material, as comodidades da vida”. Confortável é “ ... Aquilo que conforta, que oferece muita comodidade, que dá o bem estar físico” Fonte: Dicionário Caldas Aulete Conforto é é quando fazemos o mínimo de esforço fisiológico em relação ao som,luz e calor, para realização de uma determinada tarefa”. (VIANA e GONÇALVES, 2001) Conforto é (...) a interpretação por meio de sensações (inclusive de caráter subjetivo) de estímulos físicos, objetivos e facilmente mensuráveis (VIANA e GONÇALVES, 2001) UFS 16 Térmico Acústico Lumínico e Visual Qualidade do clima interior Funcionalidade Aspectos do Conforto Ambiental “A qualidade do espaço é medida pela sua temperatura, sua iluminação,seu ambiente, e o modo pelo qual o espaço é servido de luz, ar e som deve ser incorporado ao conceito de espaço em si” Louis Kahn. 1. Conforto Ambiental - Aspectos Gerais 1. O que é Conforto UFS 17 1. Conforto Ambiental - Aspectos Gerais UFS 18 Mas, será que as questões relativas ao Conforto Ambiental são importantes para a Arquitetura? Quais são as variáveis climáticas (meio ambiente), as variáveis arquitetônicas e as variáveis humanas (usuários) para alcançar o Conforto Ambiental ? 1. Conforto Ambiental – Aspectos Gerais UFS 19 Objetivos do Conforto Ambiental a. Buscar qualidade ambiental dentro dos edifícios e nos espaços abertos b. Eficiência energética (máximo de qualidade ambiental com o mínimo de consumo de energia) c. Reduzir o impacto ambiental da arquitetura e das cidades 1. Conforto Ambiental – Aspectos Gerais UFS 20 Extração Alterações na água Preservação dos Recursos Naturais Saúde Conforto Resíduos Custos de Investimentos Operação, Manutenção e Serviços Demolição Impactos Ambientais Descarte 2. Arquitetura Sustentável – Visão do Ciclo de Vida: “do Berço ao Túmulo” Sustentabilidade e Arquitetura UFS Variáveis Climáticas “O conjunto de todas as propriedades térmicas (temperatura, umidade, etc) de uma ambiente influem sobre as pessoas”. Interferência no Equilíbrio Térmico do Corpo Humano “O clima de um local é determinado pela variação de alguns fatores, elementos e suas interações, os quais devem ser considerados nos desenhos dos edifícios e no conforto humano (...)” (Givoni, 1976 apud Romero, 1988). HOMEM CLIMA ARQUITETURA 2. Conforto e Clima – Noções de clima e adequação da arquitetura UFS 22 Variáveis Climáticas Tempo é o estado atmosférico em certo momento, considerado em relação a todos os fenômenos meteorológicos: temperatura, vento , umidade, etc. Clima é feição característica e permanente do tempo, num lugar, diante de suas infinitas variações. Fatores estáticos (posição geográfica, relevo, distribuição de terra e mares, relevo do solo, revestimento do solo, latitude e altitude Fatores dinâmicos (temperatura, umidade, vento e radiação) – Elementos climáticos Clima 2. O que é Clima UFS 23 Variáveis Climáticas “Adequar a arquitetura ao clima de um determinado local significa construir espaços que possibilitem condições de conforto” (Frota, 2001). As variáveis climáticas que caracterizam uma região são: temperatura, umidade, a quantidade de radiação solar incidente, sentido e velocidade dos ventos”(Frota, 2001). . CLIMA 2. Conforto e Clima – Noções de clima e adequação da arquitetura UFS 24 Variáveis Climáticas Radiação Solar é a energia eletromagnética, de onda curta, que atinge a terra após ser parcialmente absolvida pela atmosfera. Sua maior influencia é na distribuição da temperatura do globo. A quantidade de radiação varia de acordo com a época do ano e da latitude. 2. Conforto e Clima – Noções de clima e adequação da arquitetura Posicionamento na terra Longitude e latitude Translação e Rotação Movimento solar UFS 25 Variáveis Climáticas 2. Conforto e Clima – Noções de clima e adequação da arquitetura Longitude UFS 26 Variáveis Climáticas 2. Conforto e Clima – Noções de clima e adequação da arquitetura Latitude UFS 27 2. Arquitetura Sustentável – Distribuição continentes e oceanos Sustentabilidade e Arquitetura O calor específico da água é o dobro da terra. A camada de ar úmido, que paira sobre os oceanos, tem capacidade de receber e de reter calor. Isso faz com que os oceanos sejam mais frescos no verão e mais quentes no inverno. 2. Conforto e Clima – Noções de clima e adequação da arquitetura Distribuição continente e oceano UFS Sustentabilidade e Arquitetura As brisas do mar são explicadas pela diferença de calor specífico entre a terra e as massas de água. A diferença de densidade da massa de ar, faz com que esta se desloque. 2. Conforto e Clima – Noções de clima e adequação da arquitetura Distribuição continente e oceano Topografia A topografia interfere, em nível local, na temperatura. Revestimento do solo Responsável por uma grande amplitude térmica. Esquenta depressa durante o dia, mas a noite devolverá a carga térmica de maneira rápida UFS Sustentabilidade e Arquitetura 2. Conforto e Clima – Noções de clima e adequação da arquitetura Ponto de orvalho A nível do globo, o determinante principal das direções e caracteristicas dos ventos é a distribuição sazonal das pressões atmosfericas . Correspondendo ao: aquecimento e esfriamento das terras e mares, pelo gradiente de temperatura no globo e pelo movimento de rotação da terra. Os ventos alíseos (região subtropicais de alta pressão); os ventos de oeste (subtropicais para regiões subàrticas) e os ventos polares (regiões polares e árticasde alta pressão). Precipitação atmosférica Nebulosidade Ventos UFS Os elementos climáticos (fatores dinâmicos) afetam a perda de calor no homem, atuando em conjunto. O efeito de sua ação conjunta sobre o indivíduo denomina-se Pressão térmica. Os elementos climáticos (fatores dinâmicos) afetam o desempenho térmico do edifício A taxa de ganhos ou perdas de calor do edifício depende: Diferença entre temperatura interior e exterior. Características do material e cor das superfícies da envoltória do edifício. Localização, orientação, forma e altura do edifício. Entorno natural e construído (sítio) Ação do vento sobre superfícies interiores, fachadas.... 2. Conforto e Clima – Noções de clima e adequação da arquitetura UFS 31 Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – Estudo da geometria solar em relação ao sítio de implantação UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – Estudo da geometria solar em relação ao sítio de implantação Zenite (z) é um o ponto exatamente acima de um lugar específico, ou seja, a partir de um ponto numa superfície horizontal traça-se uma reta imaginária perpendicular ao plano, o ponto onde esta encontrar-se com a esfera celeste, na parte superior é o zênite Seu oposto é o Nadir (z’) UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – Estudo da geometria solar em relação ao sítio de implantação Altura solar (h) - é medida a partir do plano do horizonte do observador, indicando, assim, quantos graus acima deste plano o corpo celeste é visível ao observador. Azimute (a) - é medido no plano do horizonte, a partir da direção norte. Desse modo indicará quantos graus, à direita do norte do observador, passa o plan perpendicular ao horizonte, que contem estrela (sol) e o observador UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – Estudo da geometria solar em relação ao sítio de implantação Lat 0° - dias iguais a noite durante todo o ano UFS Sustentabilidade e Arquitetura Lat 0° UFS Lat 0° UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – Estudo da geometria solar em relação ao sítio de implantação Lat 0° - dias iguais a noite durante todo o ano Lat 23 ½° - o sol estará a pino (altura solar de 90°) no solstício de verão ao meio dia. No inverno terá o menor valor. UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – Estudo da geometria solar em relação ao sítio de implantação Lat 0° - dias iguais a noite durante todo o ano Lat 23 ½° - o sol estará a pino (altura solar de 90°) no solstício de verão ao meio dia. No inverno terá o menor valor. Entre o trópico e o equador – a pino duas vezes por ano Supeiora 23 ½° - nunca estará a pino Lat 90° - seis meses de sol e seis meses no escuro UFS UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – horários de insolação UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – Exercício 01 Através do uso da carta solar com latitude de 10°, analisar o período de insolação (solstício de verão, inverno e equinócio) de uma fachada com inclinação de: 0° 30° 45° (NE) 60° Fachada oposta Boa sorte UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – horários de insolação UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – Traçado de sombra Sombra de haste vertical UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – horários de insolação UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – horários de insolação UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – horários de insolação UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – horários de insolação UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – horários de insolação UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – horários de insolação UFS Sustentabilidade e Arquitetura 3. Controle da radiação solar – horários de insolação UFS Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Deve-se fazer uso das cartas solares de latitude equivalente afim de se obter uma melhor orientação solar. A ventilação deve ser contempladas, priorizando a ventilação principal e secundárias de cada localidade. A localização do edifício, a tipologia e localização da fachada e suas janelas, tem estreita relação com a captação de luz, os ganhos de calor e as exposições ao som. Orientação Solar – Projeto! UFS 52 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural O um projeto deve garantir a captação de luz solar nos ambientes de grande permanência, afim de reduzir gastos de energia com iluminação artificial A orientação norte garante a incidência de luz natural difusa durante todo o dia em diversos meses do ano. Orientação Solar – Projeto?... Dinamic Tower - David Fisher UFS 53 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural sem qualquer proteção solar luz natural – orientação Norte/Sul Contrastes moderado gerados pela incidência solar difusa. Maior homogeneidade da luz solar. Menos ofuscamento. Sistema de controle de ar condicionado menos exigido. UFS 54 Conforto Visual sem qualquer proteção solar luz natural – orientação Leste/Oeste 2. A Iluminação Natural Grande contrastes gerados pela incidência solar direta. Maior quantidade da luz solar próxima a janela Déficit sistema de controle de ar condicionado. UFS 55 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural As principais variáveis do conforto para iluminação natural são: componente do Céu (CC), Componente Refletida Externa (CRE) e Componente Refletida Interna (CRI) conforme fig. 1 (SCARAZZATTO 1999). CC – Variam entre Céu claro, encoberto ou parcialmente encoberto CRE– corresponde as barreiras externas a frente da janela CRI– corresponde às refletâncias dos materiais internos ao ambiente. UFS 56 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Considera-se que a janela funciona como uma “Lâmpada plana vertical de determinada intensidade luminosa” A medida que se aproxima da janela (luminária), o índices de iluminância são maiores, causando contraste entre as regiões próximas a janela e as mais distantes. O tipo de vidro também é importante no controle da iluminação e ganhos térmicos. UFS 57 Conforto Visual Faz-se necessário um estudo de proteção solar para as quatro fachadas, afim de se obter o melhor aproveitamento da iluminação sem comprometer o equilíbrio térmico. 2. A Iluminação Natural UFS 58 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Com proteção solar - película luz natural UFS 59 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Calor Diminuição do contrastes gerados pela incidência solar direta. Redução da quantidade da luz solar (filtro) Pequena amortização no tempo de transmissão de calor Déficit sistema de controle de ar condicionado. Com proteção solar - película UFS 60 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Persianas rolô em tecido luz natural UFS 61 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Calor Diminuição do contrastes gerados pela incidência solar direta. Redução da quantidade da luz solar (filtro) Pequena amortização no tempo de transmissão de calor Déficit sistema de controle de ar condicionado. UFS 62 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural luz natural Com proteção solar - Brise Soleil Redução dos contrastes gerados pela incidência solar direta. Melhor qualidade da luz solar (difusor de luz) Melhoria no sistema de controle de ar condicionado. Melhor distribuição ao longo da sala UFS 63 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Redução dos contrastes gerados pela incidência solar direta. Melhor qualidade da luz solar (difusor de luz) Melhoria no sistema de controle de ar condicionado. Melhor distribuição ao longo da sala UFS 64 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Associação Brasileira de Imprensa e Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, L’Architecture d’Aujourd’Hui, set 1947, Brise-soleil do Ministério da Educação e Saúde, Lúcio Costa e equipe, 1936-42. Fonte: Brasil Builds, de Philip Goodwin, 1943 UFS 65 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural luz natural Com proteção solar -Bandeja de Luz 2,5 X Redução dos contrastes gerados pela incidência solar direta. Melhor qualidade da luz solar (rebatedor) Melhoria no sistema de controle de ar condicionado. Maior distribuição da luz ao longo do sala UFS 66 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Redução dos contrastes gerados pela incidência solar direta. Melhor qualidade da luz solar (rebatedor) Melhoria no sistema de controle de ar condicionado. Maior distribuição da luz ao longo do sala UFS 67 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Sem proteção solar –Iluminação zenital luz natural Redução dos contrastes gerados pela incidência solar direta. Melhor qualidade da luz solar Possibilidade de utilização de ventilação efeito chaminé Melhoria no sistema de controle de ar condicionado. Menor consumo de energia elétrica UFS 68 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Redução dos contrastes gerados pela incidência solar direta. Melhor qualidade da luz solar Possibilidade de utilização de ventilação efeito chaminé Melhoria no sistema de controle de ar condicionado. Menor consumode energia elétrica UFS 69 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural As geometrias dos espaços internos que favorecem o acesso da luz solar, contribuem para o menor consumo de energia elétrica com iluminação durante o período diurno. Contudo o dimensionamento exagerado e uma orientação inadequada pode acarretar em ganhos térmicos significativos. Deve-se evitar o posicionamento de espaços internos que não recebam luz natural. UFS 70 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Um projeto bem adequado as condições de conforto visual, deve contemplar: Proteção Externa Proteção Interna Vidro de alto desempenho Dimensionando equilibrado das esquadrias Orientação adequada UFS 71 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural Como dimensionar os elementos de proteção? Através do processo de mascaramento! UFS 72 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural – novas tecnologias Automação das proteções internas e externas UFS 73 Conforto Visual 2. A Iluminação Natural – novas tecnologias Automação das proteções internas e externas os vidros low-e (low emissivity glass) são vidros baixo emissivos que impedem a transferência térmica entre dois ambientes. Sua eficiência vem de uma fina camada de óxido metálico aplicada em uma das faces do vidro. Essa película filtra os raios solares – intensificando o controle da transferência de temperaturas entre ambientes -, sem impedir a transmissão luminosa. Sua refletividade externa fica entre 8% e 10% e sua transmissão luminosa, entre 70% e 80%. Para intensificar suas propriedades energéticas e até conferir características de segurança, o low-e pode ser curvo, insulado, temperado e laminado. UFS 74 CONFORTO AMBIENTAL : Conforto Térmico Módulo 2 UFS 75 Variáveis Arquitetônicas Forma Função Fechamentos Opacos Transparentes 3. Generalidades UFS 76 “... o estado de espírito que expressa satisfação com o ambiente térmico que envolve a pessoa”. ASHRAE (American Society of Heating, refrigerating and Air-conditioning Engeneering) Conforto Térmico 2. Conceito UFS 77 As variáveis que influenciam na sensação térmica são: Temperatura do Ar Temperatura Radiante Umidade Relativa Velocidade do Ar Atividades desenvolvidas (descanso, leve ou pesada) Vestimenta Conforto Térmico 2. Variáveis de Conforto Térmico UFS 78 Atividade Física Vestimenta 2. Variáveis de Conforto Térmico - Variáveis Humanas Conforto Térmico UFS 79 2. Variáveis de Conforto Térmico (cont.) Conforto Térmico UFS 80 De acordo com a ISO 7730 (1994), para que um ambiente seja considerado confortável é necessário que 90% dos usuários estejam satisfeitos. Conforto Térmico 2. Avaliação de Conforto Térmico – Voto Médio Estimado UFS 81 Como proporcionar aos ocupantes das edificações ambientes internos confortáveis, consumindo-se o mínimo possível de energia, por meio de recursos arquitetônicos? Técnicas naturais de uso de energia : Aquecimento e Refrigeração por Vias Passivas Preocupação da Arquitetura Bioclimática 3. Arquitetura Bioclimática Conforto Térmico UFS 82 “Bioclimatic design” Victor Olgyay (1953) “ O projeto bioclimático em arquitetura deve assegurar a existência e o bem estar de organismos biológicos em dadas condições climáticas”.Steven Szokolay (1995) Elaboração de uma arquitetura capaz de interagir com o meio ambiente, sem agredi-lo. 3. Arquitetura Bioclimática Conforto Térmico UFS 83 Obtido a partir de estudos do efeito do clima sobre o homem e das relações entre os elementos de clima e o conforto. Fonte: LAMBERTS, 1996 Carta Bioclimática de Olgyay 3. Arquitetura Bioclimática Conforto Térmico UFS 84 Carta Bioclimática de Givone Baseada nas temperaturas internas do edifício. Propõe estratégias para da arquitetura ao clima. 3. Arquitetura Bioclimática Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico UFS 85 3. Arquitetura Bioclimática 1. Zona de Conforto 2. Ventilação 3. Resfriamento Evaporativo 4. Massa Térmica p/ Resfriamento 5. Ar Condicionado 6. Umidificação 7. Massa Térmica c/ Aquecimento Solar 8. Aquecimento Solar Passivo 9. Aquecimento Artificial Conforto Térmico UFS 86 1. Zona de Conforto 2. Ventilação 3. Arquitetura Bioclimática Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico UFS 87 3. Resfriamento Evaporativo 4. Massa Térmica p/ Resfriamento 3. Arquitetura Bioclimática Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico UFS 88 5. Ar Condicionado 6. Umidificação 3. Arquitetura Bioclimática Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico UFS 89 7. Massa Térmica c/ Aquecimento Solar 8. Aquecimento Solar Passivo 3. Arquitetura Bioclimática Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico UFS 90 9. Aquecimento Artificial Interseções entre Estratégias 3. Arquitetura Bioclimática Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico UFS 91 3. Arquitetura Bioclimática – Zoneamento Bioclimático Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico UFS 92 Dados Iniciais: a. Temperatura Média do ar b. Temperatura Média das Máximas c. Temperatura Média das Mínimas d. Temperatura Máxima Absoluta e. Temperatura Mínima Absoluta f. Umidade Relativa 3. Avaliação Bioclimática – Normais Climatológicas Conforto Térmico UFS 93 1. Escolher um mês Traçado das linhas de cada mês: 2. Encontrar o PONTO A 3. Avaliação Bioclimáticas – Normais Climatológicas Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico UFS 94 3. Encontrar os PONTOS B e C Traçado das linhas de cada mês: Fonte: LAMBERTS, 1996 3. Avaliação Bioclimática – Normais Climatológicas Conforto Térmico UFS 95 4. Traçar a Linha das Normais Considerar uma variação de conteúdo da umidade de 1,5 g/Kg Traçado das linhas de cada mês: Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico 3. Avaliação Bioclimática – Normais Climatológicas UFS 96 5. Traçar as Linhas das Normais correspondentes para todos os meses do ano Traçado das linhas de cada mês: Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico 3. Avaliação Bioclimática – Normais Climatológicas UFS 97 6. Obter os Percentuais de cada Estratégia Bioclimática Traçado das linhas de cada mês: Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico 3. Avaliação Bioclimática – Normais Climatológicas UFS 98 Fonte: LAMBERTS, 1996 Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico 3. Avaliação Bioclimática – Normais Climatológicas UFS 99 Conforto Térmico Racionalização do uso da energia Buscar integração entre ambos (artificial e natural) Fatores que influenciam no consumo de energia: Densidade de ocupação e Fluxo de usuários Função arquitetônica (Residencial – Comercial – Serviços) Usar sistemas naturais de condicionamento Usar sistemas artificiais mais eficientes 4. O Uso Racional da Energia UFS 100 Estudo do clima da região Papel do arquiteto – Antes da proposta arquitetônica Carta Bioclimática – Identificação de estratégias bioclimáticas 4. O Uso Racional da Energia Maior potencial de utilização de recursos naturais de condicionamento Arquitetura Residencial: Conforto Térmico UFS 101 Maior densidade de usuários, equipamentos e lâmpadas Consumo de energia - Forte influência do calor gerado no interior da edificação Características gerais Uso de iluminação artificial e ar condicionado (44% e 20% do consumo energético total, respectivamente). Diversidade tipos e horários do uso – Influência na qualidade e quantidade da iluminação artificial. 4. O Uso Racional da Energia Integração dos sistemas naturais e artificiais – boa produtividade. Arquitetura Comercial e pública Conforto Térmico UFS 102 Usar a Forma e a Orientação a. Ventilação Recursos – Projeto Arquitetônico Projetar espaços fluidos Promover Ventilação Vertical Elementos que direcionam o fluxo de ar para o interior. 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas Conforto Térmico UFS 103 Usar a Forma e a Orientação Fonte: LAMBERTS, 1996 4. O Uso Racional deEnergia - Estratégias Bioclimáticas Conforto Térmico UFS 104 Projetar espaços fluidos Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas UFS 105 Promover Ventilação Vertical Fonte: LAMBERTS, 1996 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas Conforto Térmico UFS 106 Elementos que direcionam o fluxo de ar para o interior Fonte: LAMBERTS, 1996 Conforto Térmico 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas UFS 107 Construir áreas gramadas ou arborizadas b. Resfriamento Evaporativo e Umidificação Recursos Projeto Arquitetônico Resfriamento Evaporativo das Superfícies Edificadas Resfriamento Evaporativo Indireto Retirada de calor do ar pela evaporação de água ou pela evapotranspiração das plantas – Redução da temperatura do ar Umidificação 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas Conforto Térmico Construir áreas gramadas ou arborizadas UFS 108 Resfriamento Evaporativo das Superfícies Edificadas 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas Conforto Térmico UFS 109 Resfriamento Evaporativo Indireto Conforto Térmico 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas UFS 110 Umidificação 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas Conforto Térmico UFS 111 c. Massa Térmica Recurso útil – frio ou calor – Aquecimento ou Resfriamento Conforto Térmico 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas UFS 112 Ganho Direto d. Aquecimento solar passivo Ganho Indireto 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas Conforto Térmico UFS 113 Ganho Direto d. Aquecimento solar passivo Ganho Indireto Conforto Térmico 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas UFS 114 Garantir estanqueidade dos ambientes e. Ar Condicionado Recursos Projeto Arquitetônico Optar por aparelhos mais eficientes Cuidados na instalação do equipamento Isolamento Térmico dos fechamentos da edificação Conforto Térmico 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas UFS 115 Garantir bom isolamento dos fechamentos f. Aquecimento Artificial Recursos Projeto Arquitetônico Evitar a ventilação da cobertura Adotar aberturas com vidro duplo Construir paredes com materiais de baixa condutividade térmica. Especificar equipamento mais eficiente Obs.: Sistema de aquecimento central - vários ambientes Conforto Térmico 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas UFS 116 Uso da Cor g. Outras Técnicas para diminuir o consumo de energia Recursos Projeto Arquitetônico Sistema de Aberturas Uso da Vegetação como sombreamento Uso Racional da Iluminação Aquecimento de Água 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas Conforto Térmico UFS 117 Conforto Térmico 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas UFS 118 Sistema de Aberturas 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas Conforto Térmico UFS 119 Sistema de Aberturas Conforto Térmico 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas UFS 120 Uso da Vegetação como sombreamento 4. O Uso Racional de Energia - Estratégias Bioclimáticas Conforto Térmico UFS 121 1.5 Condicionamento Natural e artificial Critérios de projeto - Menor dependência da climatização artificial Redução da transmitância térmica das paredes, janelas e coberturas Uso de proteções solares em aberturas Uso de cores claras no exterior (reduz ganhos por radiação) Emprego de ventilação cruzada sempre que possível Evitar ambientes sem contato com o exterior UFS 122 Conforto Visual 3. A ventilação Um projeto bem adequado as condições de conforto visual, deve contemplar: Proteção Externa Proteção Interna Vidro de alto desempenho Dimensionando equilibrado das esquadrias Orientação adequada UFS 123 De que forma utilizar os conceitos bioclimáticos e de eficiência energética desde o início do projeto? 4. O Uso Racional de Energia - Sistema de Iluminação Conforto Visual UFS 124 PROF. MSc. ITALO CÉSAR MONTALVÃO GUEDES Núcleo de Arquitetura e Urbanismo (NAU) Universidade Federal de Sergipe (UFS) E-mail: italomontalvao@yahoo.com.br PROF. Esp. ELSO DE FREITAS MOISINHO FILHO Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Universidade Tiradentes (UNIT) E-mail: arqtito2@hotmail.com EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E CONFORTO AMBIENTAL EM CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS Fim Obrigado!! UFS 125 5. Referências OLGAY, V. & OLGAY, A. Design with climate. Bioclimatic Approach to Architectural Regionalism. Princeton: Princeton University Press, 1973. ABNT. NBR 5413; iluminância de interiores. Rio de Janeiro, 1992. FUNDACENTRO. NHT-10 I/E Avaliação Ocupacional do Nível de Iluminamento. SEGURANÇA e medicina do trabalho. 46. ed. São Paulo: Atlas, 2000. (Série Manuais de legislação Atlas) HOPKINSON, R. G., PETHERBRIDGE, P. and LONGMORE, J. (1966): Daylighting. London, William Heineman Ltd.1966. Trad. FARIA, A. S. Lobato de, Iluminação Natural. , 2a ed, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1980. UFS 126 5. Referências LAMBERTS, Roberto; DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando O. R. Eficiência energética na arquitetura. São Paulo, PW Gráficos e Editores Associados Ltda, 1997. GONSALVES, Joana C. S;DUARTE, Denise H. S. Arquitetura sustentável: uma integração entre ambiente, projeto e tecnologia em experiências de pesquisa, prática e ensino. São Paulo, Anais de congresso. 1996. BRASIL. Ministério das Minas e Energia. Balanço Energético Nacional 2000. Brasília, DF, 2000. Disponível em: http://www.mme.gov.br. Acesso em: 15 jan. 2003. SCARAZATO, Paulo & SILVA, Rogério Reis da. Cálculo de Disponibilidade de Luz Natural - DLN. Software, Versão2.04, 1996. OKE, T.R. Boundary layer climates. London : Methuen, 1978. AKBARI et al. Disponível em: http://eetd.lbl.gov/HeatIsland/Energyuse/WaystoSave.html Acesso em: 07/12/2009 UFS 127 5. Referências OLGAY, V. & OLGAY, A. Design with climate. Bioclimatic Approach to Architectural Regionalism. Princeton: Princeton University Press, 1973. ABNT. NBR 5413; iluminância de interiores. Rio de Janeiro, 1992. FUNDACENTRO. NHT-10 I/E Avaliação Ocupacional do Nível de Iluminamento. SEGURANÇA e medicina do trabalho. 46. ed. São Paulo: Atlas, 2000. (Série Manuais de legislação Atlas) HOPKINSON, R. G., PETHERBRIDGE, P. and LONGMORE, J. (1966): Daylighting. London, William Heineman Ltd.1966. Trad. FARIA, A. S. Lobato de, Iluminação Natural. , 2a ed, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1980. UFS 128 5. Referências LAMBERTS, Roberto; DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando O. R. Eficiência energética na arquitetura. São Paulo, PW Gráficos e Editores Associados Ltda, 1997. GONSALVES, Joana C. S;DUARTE, Denise H. S. Arquitetura sustentável: uma integração entre ambiente, projeto e tecnologia em experiências de pesquisa, prática e ensino. São Paulo, Anais de congresso. 1996. BRASIL. Ministério das Minas e Energia. Balanço Energético Nacional 2000. Brasília, DF, 2000. Disponível em: http://www.mme.gov.br. Acesso em: 15 jan. 2003. SCARAZATO, Paulo & SILVA, Rogério Reis da. Cálculo de Disponibilidade de Luz Natural - DLN. Software, Versão2.04, 1996. OKE, T.R. Boundary layer climates. London : Methuen, 1978. AKBARI et al. Disponível em: http://eetd.lbl.gov/HeatIsland/Energyuse/WaystoSave.html Acesso em: 07/12/2009 UFS 129 image5.png image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image10.png image11.jpeg image12.jpeg image13.jpeg image14.jpeg image15.jpeg image16.jpeg image17.jpeg image18.png image19.jpeg image20.png image21.wmf image22.jpeg image23.jpeg image24.jpeg image25.jpeg image26.gif image27.jpeg image28.png image29.png image30.jpeg image31.png image32.jpeg image33.png image34.png image35.png image36.png image37.png image38.png image39.png image40.jpeg image41.jpeg image42.jpeg image43.jpeg image44.jpeg image45.jpeg image46.jpeg image47.png image48.jpegimage49.png image50.png image51.png image52.png image53.jpeg image54.jpeg image55.jpeg image56.jpeg image57.jpeg image58.jpeg image59.jpeg image60.jpeg image61.jpeg image62.png image63.jpeg image64.jpeg image65.png image66.jpeg image67.jpeg image68.wmf image69.png image70.png image71.png image72.png image73.png image74.png image75.png image76.png image77.png image78.png image79.png image80.png image81.png image82.png image83.png image84.png image85.png image86.png image87.png image88.png image89.png image90.png image91.png image92.png image93.png image94.png image95.png image96.png image97.png image98.png image99.png image100.png image101.jpeg image102.jpeg image103.jpeg image104.jpeg image105.png image106.jpeg image107.jpeg image108.jpeg image109.jpeg image110.png image111.jpeg image112.png image113.jpeg image114.png image115.jpeg image116.png image117.png image118.jpeg image119.jpeg image120.jpeg image121.jpeg image122.png image123.jpeg image124.jpeg image1.jpeg image2.png image3.png