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- -1 ORÇAMENTO EMPRESARIAL MONTAGEM DO ORÇAMENTO OPERACIONAL - ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS - -2 Olá! Ao final desta aula, o aluno será capaz de: 1- Continuar a elaboração da montagem do Orçamento Operacional composta pela Elaboração da montagem do Orçamento de Investimentos, contendo a: • Ampliação da capacidade instalada; • A aquisição de bens do ativo imobilizado; e • Os planos de aquisições, baixas e depreciações. Nesta aula, será continuada a elaboração da montagem do Orçamento Operacional com o Orçamento de Despesas Operacionais, contendo a ampliação da capacidade Instalada, a aquisição de bens do ativo imobilizado e os planos de aquisições, Baixas e Depreciações. 1 Montagem do Orçamento de Investimentos - Orçamento de Capital O orçamento de investimentos (Um investimento é o comprometimento atual de recursos, por um período, na expectativa de receber recursos futuros que compensarão o investidor: pelo tempo durante o qual os recursos são comprometidos; pela taxa esperada de inflação e pelo risco. Fonte: www. cengage.com.br) se apresenta de diversas formas e representa uma das parcelas estratégicas de maior relevância na peça orçamentária. Existe grande variedade de tipos de investimentos a serem consideradas e é necessário agrupa-los em planificações específicas para cada área de investimentos. O orçamento de investimentos é estratégico para a empresa. Investimentos de curto prazo são atividades operacionais para a empresa, como investimentos em manutenção, reformas internas, pequenas obras, trocas de equipamentos de máquinas etc. Quando há previsão de vendas de parte do parque industrial, pode-se prever um orçamento de desinvestimento. O orçamento de financiamento é estreitamente correlacionado com o orçamento de investimento. É nele que são alocados os recursos que subsidiarão os investimentos. Entre suas informações deverão constar as fontes selecionadas, sendo necessário ter em mãos as seguintes informações: • Tipo de financiamento e respectivas garantias; • Indexadores; • Taxas de juros e demais despesas financeiras; • Impostos (IOF, IOC, IRRF etc.). • • • • • • • - -3 1.1 Planejamento dos Investimentos O planejamento dos investimentos deve envolver a todos na organização e ser considerado ao longo do tempo para recebimento contínuo de subsídios ao ciclo orçamentário. Esse detalhamento nas diversas planificações visa que o orçamento de investimentos possa ser elaborado de forma realística. Um dos objetivos do orçamento de investimentos é a identificação dos itens que irão representar elementos de garantia de sustentabilidade do negócio e geração de vantagem competitiva para a organização em situações futuras. 1) Composto pelos imóveis, equipamentos, móveis etc.; 2) Horizonte não restrito à planificação anual; 3) Implica em grande volume de recursos; 4) Pode afetar o nível da produção; 5) buscar acordos depois de fechar acordos; 1.2 Disponibilidade de fundos para dispêndio Vejamos os principais motivos para fazer Dispêndio de Capital... • Expansão aquisição de novos ativos imobilizados; • Substituição substituir ou renovar ativos obsoletos ou gastos; • Modernização reconstrução, recondicionamento ou a adaptação de uma máquina ou das instalações existentes; • Melhoria da qualidade; • Melhoria do bem-estar (funcionários ou comunidade); • Outras finalidades - comprometimento de recursos em longo prazo, na expectativa de um retomo futuro (propaganda, pesquisa e desenvolvimento, serviços de consultoria). 1.3 Detalhamento de investimento Os diversos detalhamentos de investimentos comportam-se como projetos de investimentos e podemos observar em sua dinâmica as seguintes etapas... Gestão de propostas: os diversos detalhamentos de investimentos comportam-se como projetos de investimentos e podemos observar em sua dinâmica as seguintes etapas... Levantamento de dados: levantamento de dados relativos a cada projeto: • Vantagens e desvantagens; • Valor do investimento e seu desembolso; • Especificação de itens e seu cronograma. Avaliação de propostas: • Urgência, assistência técnica e manutenção etc.; • • • • • • • • • • - -4 • Urgência, assistência técnica e manutenção etc.; • Disponibilidade de recursos; • Retorno obtido (pay-back, val, tir ou tmr). Posicionamento dos Investimentos: Os investimentos, por normalmente exigirem vultosa soma de recursos com uma extensão de prazo bastante acentuada, como já foi indicado, determinam à administração cuidados com tais estudos, com vistas à definição da alternativa mais apropriada às necessidades da empresa e plenamente encaixada nas condições da organização. A disponibilidade de fundos para dispêndios de capital afeta recorrentemente o ambiente decisório da empresa. Se a empresa possuir Recursos Ilimitados para investimento, é muito simples tomar decisões sobre investimento de capital. Todos os projetos que fornecem retornos superiores a um nível pré-determinado podem ser aceitos. Veja o esquema que representa os possíveis posicionamentos dos investimentos em uma macro concepção estratégica da organização... 1.4 Disponibilidade de fundos para dispêndio Leia sobre o dispêndio de capital: • • • - -5 A maioria das empresas opera sob Baixa Disponibilidade e . Isso significaElevada Onerosidade de Capital que as empresas dispõem de uma quantia limitada e cara de capital para fins de dispêndio de investimentos e que inúmeros projetos irão competir por essa quantia limitada. A empresa deve, então, racionar seus fundos, alocando-os aos projetos que irão maximizar o valor das suas ações. A projeção dos dados financeiros e operacionais de uma decisão de investimento não pode ser ignorada, pois provoca efeitos tanto no Orçamento Operacional como no Orçamento Financeiro, sendo condição intrínseca do Orçamento de Investimentos a aplicação das técnicas de análise das alternativas de investimentos e rentabilidade dos projetos. O Custo de Capital é um conceito dinâmico afetado por uma variedade de fatores econômicos e empresariais. Para isolar a estrutura básica do custo de capital, foram elaboradas algumas premissas-chave relativas ao risco e taxas: a) Risco do negócio/risco operacional - é o risco que a empresa corre de ser incapaz de cobrir os custos operacionais - supõe-se que não se altere. Essa premissa significa que a aceitação de um determinado projeto pela empresa mantém sua capacidade em saldar os custos operacionais inalterada. b) Risco financeiro - é o risco que a empresa corre de ser incapaz de cumprir os compromissos financeiros exigidos (juros, pagamento de empréstimos, dividendos de ações preferenciais) - supõe-se que não se altere. c) Custos depois dos impostos são considerados relevantes - em outras palavras, o Custo de Capital é medido após o imposto de renda. Cada investimento a ser feito deve ser objeto de um estudo específico de sua rentabilidade e das alternativas possíveis para verificar se o investimento é vantajoso ou não. Existem diversos métodos de avaliação de projetos de investimento. 1.5 Método do Pay-Back O número de anos necessários para recuperar o investimento inicial é chamado de período de recuperação do investimento. Assim, quando o período de pay-back encontrado representa um período de tempo aceitável para a empresa, o projeto tende a ser selecionado. Este método possui vantagens e desvantagens. As principais vantagens são a facilidade de usar e a facilidade de entender, por outro lado, a principal desvantagem é que ele ignora completamente o valor do dinheiro no tempo. Além disso, o método não leva em consideração as entradas de caixa produzidas após o período em que o investimento inicial foi recuperado. Veja um .exemplo de pay-back - -6 Exemplo: A fábrica de papel higiênico ERC S/A planeja investir em uma nova planta de produção; o projeto elaborado possui desembolso inicial de R$3.700.000,00. Ela estimou que o projeto proporcionará entradas de caixa regulares de R$1.000.000,00, no ano 1; deR$2.000.000,00, no ano 2; de R$1.500.000,00 no ano 3; e de R$ 1.000.000,00, no ano 4. Se a empresa tem como meta um periodo de pay-back de 3 anos, você recomendaria que esse projeto fosse aceito? Você pode ver por essa informação que após 2 anos a empresa terá recuperado R$ 3.000.000,00 dos seus R$3.700.000,00 investidos. Então, calculando a proporção do terceiro ano, em que a empresa terá que recuperar os R$700.000,00 restantes do seu investimento inicial, teremos que dividir os R$700.000,00 pela entrada de caixa do terceiro ano: 700.000,00/ 1.500.000,00 = 0,47 Em termos redondos, 0,47 de um ano é, aproximadamente, 24 semanas (0,47 x 52 semanas), perfazendo um total de 2 anos e 24 semanas, antes do investimento ser recuperado. A seguir, deve-se comparar esse período com o período-meta para ver se a empresa deve prosseguir com o investimento. Nesse caso, o período de recuperação efetivo é menor do que o período-meta de 3 anos. Portanto, o projeto é aceitável. O cálculo da taxa média de retorno envolve uma simples técnica contábil que determina a lucratividade de um projeto. A ideia básica é comparar os lucros contábeis líquidos com os custos iniciais de um projeto pela adição de todos os lucros líquidos futuros e dividi-los pelo investimento médio. Assim a fórmula usada para calcular a taxa média de retorno é: Exemplo: Supondo que os lucros líquidos previstos para os próximos 4 anos sejam, R$ 10.000,00, R$ 15.000,00, R$ 20.000,00 e R$ 30.000,00, respectivamente. Sendo o investimento inicial de R$ 100.000,00, com desembolsos iguais em 2 anos ( 50.000,00 por ano) qual será a taxa média de retorno? A taxa média de retorno pode ser calculada da seguinte maneira: a) Lucro líquido médio = 10.000,00 + 15.000,00 + 20.000,00 + 30.000,00 / 4 anos = 75.000,00 / 4 = 18.750,00 b) Investimento médio = 100.000,00 / 2 = 50.000,00 - -7 c) Dividindo o lucro líquido médio de R$18.750,00 pelo investimento médio de R$50.000,00, obtém-se, aproximadamente, 38%. Este método não é recomendado para a análise financeira, pelos seguintes motivos: a) ATMR não considera o valor do dinheiro no tempo; b) A TMR usa o lucro contábil em vez do fluxo de caixa; c) O valor presente do valor residual do equipamento não é computado na taxa média de retorno. Observa-se que o valor residual pode reduzir o investimento inicial ou aumentar a entrada de caixa futura. Portanto, a taxa de retorno efetiva fica subestimada quando o valor residual é ignorado no cálculo; d) A TMR desconsidera a sequência cronológica dos lucros líquidos. 1.6 Método do valor presente líquido Se o valor presente de fluxo de caixa futuro de um projeto é maior do que o custo inicial, o projeto é implantado. Por outro lado, se o valor presente é menor do que o custo inicial, o projeto deve ser rejeitado porque os investidores perderiam dinheiro. “O ideal é que o valor presente líquido seja zero ou positivo, para o projeto ser aceito.” Groppeli e NikBakth (1998, p.16) O valor presente liquido (VPL) de um projeto pode ser calculado com a seguinte fórmula: Valor Presente Liquido (VPL) = Valor Presente - Investimento Inicial “O Valor Presente Líquido é a soma de todos os valores presentes do fluxo de caixa considerando todas as entradas e saídas de caixa associadas a um projeto. Deve-se observar que esse é o primeiro método que incorpora o valor do dinheiro no tempo.” (ATKINSON et al. 2000) O mais complexo é definir qual a taxa de desconto a ser utilizada no cálculo do VPL. A taxa de desconto sofre influência do risco de investimento, das taxas de juros e da inflação. As taxas de desconto também são influenciadas pela duração dos projetos, pois projetos de longo prazo são descontados a taxas maiores do que os de curta duração, devido a maior incerteza na sua conclusão. Veja um exemplo. Usando o VPL para avaliar um projetoExemplo: A Companhia XPTO está considerando um investimento que proporcionará, anualmente, fluxos de caixa após o imposto de renda de R$6.000,00, R$4.000,00, R$3.000,00 e R$2.000,00, respectivamente, por 4 anos. Se a taxa de desconto do projeto é de 10% e o investimento inicial é R$9.000,00, você recomendaria esse projeto? Divida os fluxos anuais de caixa do projeto pelos fatores de valor presente, à taxa de 10%, para um período de 4 anos, conforme descrito no .quadro comparativo - -8 Subtrair o desembolso inicial de R$9.000,00 dos R$12.377,00, para obter o valor presente liquido de R$3.377,00. Já que o valor presente líquido é positivo, esse projeto é recomendado à companhia XPTO. O método do valor presente liquido apresenta três vantagens importantes: • Usa os fluxos de caixa em vez dos lucros líquidos; • Reconhece o valor do dinheiro no tempo; e • Aceita somente projetos com o VPL positivas, o que proporciona aumento no valor da companhia. Temos também algumas limitações conhecidas do VPL, pois este método assume que a empresa é capaz de fazer previsões dos fluxos de caixa dos anos futuros. No entanto, quanto mais longe for o período analisado, maiores os riscos de erro na previsão, podendo haver uma superestimação ou uma subestimação dos fluxos futuros, a aceitação de um projeto que deveria ser rejeitado ou a rejeição de um projeto que deveria ser aceito. Além disso, o método assume que a taxa de desconto será a mesma em toda a vida do projeto. Assim, a predição da taxa por um período prolongado pode gerar o risco de mudança desta taxa e, por consequência, causar um reflexo na análise. Quadro comparativo: • • • - -9 1.7 Método de taxa interna de retorno A taxa interna de retorno é uma medida popular usada no orçamento de investimentos. Pode ser definida como uma taxa de rentabilidade, sendo uma taxa de desconto que torna o VPL igual a zero. A taxa abaixo da qual os projetos são rejeitados chama-se taxa de corte, taxa-meta, taxa mínima de retorno ou taxa desejada de retorno. Veja um exemplo. Exemplo: Usando a TIR para avaliar um projeto. Uma companhia tem fluxos de caixa anuais de R$5.000,00 por 6 anos. O investimento inicial é de R$20.555,00. Determinar a TIR desse projeto: Primeiro, encontrar uma taxa de retorno que torne o valor presente do fluxo de caixa de 6 anos igual a um investimento inicial de R$20.555,00. A taxa de desconto desconhecida é o valor da TIR. Primeiro, divida R$20.555,00 por R$5.000,00, encontrando R$4,111, que é o FVPA. À seguir, procure na tabela de FYPA e leia os fatores de valor presente para períodos de 6 anos. Você pode, facilmente, ver que R$4,111 é o fator de valor presente da taxa de 12%, para 6 períodos. Essa taxa de 12% é a TIR do projeto. Se a taxa mínima é de 10%, o projeto será aceito. Da mesma maneira, se a taxa mínima é maior do que 12%, o projeto será rejeitado. Nesse caso, os fluxos de caixa foram constantes. Assim, o procedimento teve dois momentos: dividir o investimento inicial pelo fluxo de caixa anual e procurar na tabela de valor presente de uma anuidade uma taxa de desconto. - -10 Para projetos com diferentes fluxos de caixa anuais, o procedimento torna-se um processo de tentativa e erro, muitas vezes somente exequível pela utilização de calculadora científica. Confira na biblioteca da disciplina o conteúdo relacionado a esta forma de cálculo, bem como demonstrações de como computar anuidades com calculadoras. 1.8 Vantagens da TIR Por quê a TIR é a mais fácil e entendível? Em termos de vantagens, a TIR é fácil e entendível, pois não possui as restrições da TMR e do período de payback , que ignoram o valor do dinheiro no tempo. De outro lado, como desvantagens, apresenta a possibilidade de fornecer taxas de retorno não realistas e podem existir diferentes taxas de retorno que tornem o valor presente igual ao valor inicial, gerando a dúvida de qual a taxa adequada. O orçamento de investimentos é montado de acordo com as informações coletadas. De uma forma comum – exemplificativa, mas não exaustiva – encontramos as seguintes segmentações neste orçamento: • Bens imóveis - construção; • Bens imóveis– modernização e reparo; • Equipamentos industriais - modernização e reparo; • Veículo e equipamentos de movimentação de carga; • Tecnologia da Informação e conectividade; • Bens móveis; • Capacitação e transferência de tecnologia; • Outros. Segmentar é uma decisão que depende da área e dimensão da organização. Podemos ter, por exemplo, uma organização que agrupe todos os segmentos em um mesmo orçamento. O cuidado maior é manter uma percepção da relação Volume de Recursos versus Dinâmica Temporal do Investimento. A construção de um bem imóvel implica em planificar e orçar o investimento em tempo distinto da renovação de veículos. Com frequência, encontramos situações em que a orçamentação para os bens móveis precisa ainda ser • • • • • • • • - -11 mais subsegmentada, detalhando, por exemplo, o mobiliário, a refrigeração (ar-condicionado), os acessórios de escritório etc. Quando transpomos as diversas segmentações para a planificação contábil orçamentária, podemos resumi-las financeiramente no tempo e associarmos a depreciação de forma distinta para cada natureza de segmentação. Veja a planilha que exemplifica isso. 1.9 Contabilização com saldos iniciais Após identificarmos os acréscimos ou supressões, podemos fazer a contabilização com os saldos iniciais, a atualização monetária respectiva e, quando ocorrer, a apuração com resultado de vendas de ativos. Em termos de orçamentação, além de definirmos os investimentos de forma segmentada, é importante que identifiquemos as fontes de financiamento relacionadas a estes investimentos. Utilizar Capital de Giro ou empréstimos de curto prazo é muito oneroso em relação aos benefícios futuros de uma aplicação em investimento. Normalmente, utilizamos nestas aplicações empréstimos de médio e longo prazo obtidos a taxas menores, podendo ser fruto de operações cambiais ou não, dependendo da forma como o crédito é oferecido no mercado. Veja a planilha que exemplifica essa questão. - -12 2 O que vem na próxima aula Na próxima aula, você vai estudar: • Controle orçamentário e evolução do processo de planejamento;• - -13 • Controle orçamentário e evolução do processo de planejamento; • Compreensão do controle orçamentário e seus conceitos gerais; • Identificação dos principais focos de atenção e administração por objetivos em relação a controle; • O Sistema de Controle Gerencial; • O uso do orçamento flexível para avaliação de desempenho; • A contabilidade por responsabilidade; e • As Limitações e deficiências do Orçamento Empresarial (tradicional) quanto ao controle. CONCLUSÃO Nesta aula, você: • Continuou a elaboração da montagem do Orçamento Operacional composta pela Elaboração do Orçamento de Investimentos, contendo a: • Ampliação da capacidade instalada; • A aquisição de bens do ativo imobilizado; e • Os planos de aquisições, baixas e depreciações. • • • • • • • • • • • Olá! 1 Montagem do Orçamento de Investimentos - Orçamento de Capital 1.1 Planejamento dos Investimentos 1.2 Disponibilidade de fundos para dispêndio 1.3 Detalhamento de investimento 1.4 Disponibilidade de fundos para dispêndio 1.5 Método do Pay-Back 1.6 Método do valor presente líquido 1.7 Método de taxa interna de retorno 1.8 Vantagens da TIR 1.9 Contabilização com saldos iniciais 2 O que vem na próxima aula CONCLUSÃO