Prévia do material em texto
Abordagem ao paciente Causa primária Sintomas Reduzir consumo: hipotermia, dor, respiração Aumentar oferta: ventilação X pressão, garantir pressão venosa central, pressão da cava PCR Taquicardia Manutenção da Linha Central Manutenção da Linha Periférica Manutenção dos Parâmetros Perfusionais Localização hemodinâmica & Relação Centro-Periférica FC até 120 (cães) e entre 140-225 bpm (gatos) Linha central: · AVDN: Alerta · PAM: entre 65-85 mmHg · PS> 90 mmHg (cães) e >100 mmHg (gatos) · TR: 38-39,2 (cães) e 37,8-40 (gatos) Linha Periférica: Escore de vasoconstricção: · TP de acordo com o status simpático · Delta Tcp < 7 oC · MM rosadas · TPC < 3 seg · Borborigmos intestinais presentes · Pulso periférico palpável Parâmetros Perfusionais · SvcO2 > 70% · Lactato < 3,2 mmoL/L FC normalizada Manutenção da Linha Central Alteração moderada da Linha Periférica (até 2 sinais Manutenção dos Parâmetros Perfusionais Bradicardia Alteração grave da Linha Central · Hipotermia central máxima · Estado de hibernação termodependente Abertura da Linha Periférica · TP se aproxima da TR: Delta Tcp curto · MM rosadas · TPC < 2 seg · Ausência de borborigmos · Pulso periférico não palpável Alteração grave dos Parâmetros Perfusionais · Baixo consumo e Shunts? · SvcO2 < 70%? · Lactato > 3,2 mmoL/L? Taquicardia Alteração grave da Linha Central · Hipotermia central continuada · Geração do ”estado de hibernação” Alteração grave da Linha Periférica Alteração grave dos Parâmetros Perfusionais · SvcO2 < 70% · Lactato > 3,2 mmoL/L CHOQUE CENTRAL Taquicardia Alteração progressiva da Linha Central · Perda do nível de consciência · Hipotensão arterial · Hipotermia central Alteração grave da Linha Periférica Alteração dos Parâmetros Perfusionais · SvcO2 < 70% · Lactato > 3,2 mmoL/L CHOQUE OCULTO Taquicardia Manutenção da Linha Central Alteração grave da Linha Periférica (mais de 2 sinais) Alteração dos Parâmetros Perfusionais · SvcO2 < 70% · Lactato > 3,2 mmoL/L Taquicardia Manutenção da Linha Central Alteração inicial da Linha Periférica · TP diminuída e aumento do Delta Tpc · MM pálidas · TPC > 3 seg · Ausência de Borborigmos · Pulso periférico não captado no Oxímetro Manutenção dos Parâmetros Perfusionais Sinais clínicos · Dispnéia · Taquicardia · Desorientação/ alteração de comportamento · Febre (acima de 39,5ºCou hipotermia (abaixo de 37ºC) · Dor / desconforto · Extremidades frias · Alteração da consciência: Escala de coma de Glasgow < 17 ou AVDN menor que A; · Hipotensão ameaçadora: queda abrupta maior que 40 mmg HHg na PAS, ou ainda uma PAM < 65 mmHg ou PAS < 90 mmHg em cães ou < 100 mmHg em gatos; · Oligúria: débito urinário < 0,5 mL/kg/h ou creatinina > 2,0 mg/dL; · Hiperbilirrubinemia: > 0,5 mg/dL; · Disfunção respiratória: PaO2/FiO2 < 300 ou sinais graves + infiltrado bilateral; · Coagulação: trombocitopenia (<100.000/mm3 ou queda de 50% em 12H), aumento do TP/ TTPA/D-dímero ou queda no fibrinogênio; · Íleo paralítico: ausência de ruídos à ausculta; · Hiperlactatemia: > 3,2 mmoL/L em cães ou 2,5 mmoL/L em gatos. Quadro de critérios para diagnóstico de sepse grave e disfunções orgânicas em cães e gatos. Adaptado de Bone (1992), Levy (2003) e Rabelo (2012). Paciente com suspeita de infecção 1 ou mais disfunções orgânicas Choque séptico Manter tmt NÃO SIM Lactato e pressão arterial normalizou Medir Lactato a cada 2 horas buscando queda de 20% a cada medida nas primeiras 8 horas Internação compulsória: · Reanimação com fluido baseada em metas (10mL/Kg em 30min por 3 tentativas) · Colher material para cultura e antibiograma · Início de antibioticoterapia empírica · Identificar e remover o foco de infecção com urgência · Se PAM < 65 mmHg e PAS < que 90 mmHg em cães e < 100mmHg em gatos – iniciar terapia vasopressora (noradrenalina e/ou dobutamina) SEPSE Monitorar as condições clínicas e reavaliar a possibilidade de sepse NÃO SIM aumentar Oferta VO2 reduzir Consumo DO2