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Prévia do material em texto

SBV em Pediatria + Engasgo
Leonardo Clément
Os 4 Passos que Salvam Vidas
Revisores
Wesley Pinto
Marcelo Herculano
Ednei dos Santos
Baseado nos Protocolos da: 
American Heart Association
(AHA)
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SUMÁRIO
CAPÍTULO 1: SBV NA CRIANÇA
Introdução
Avaliação Inicial
Compressões
Ventilações
Atendimento completo
Atendimento em Equipe
SBV no Paciente Intubado
Parada Respiratória
CAPÍTULO 2: SBV NO LACTENTE
Introdução
Avaliação Inicial
Compressões
Ventilações
Atendimento completo
Atendimento em Equipe
Parada Respiratória
PÁGINAS: 
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30
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CAPÍTULO 3: SBV NO ENGASGO
Adultos / Crianças: Obstrução parcial
Adultos / Crianças: Obstrução total
Manobra de Heimlich
Adultos / Crianças: Situações especiais
Lactentes: Obstrução parcial
Lactentes: Obstrução total
Inconsciência na Obstrução de Vias Aéreas
Conclusão
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Apresentação Geral
Esse e-book representa parte do material didático do Curso de SBV do IBRAPH assim como do programa
de Formação de Instrutores de SBV credenciados IBRAPH (Programa Multiplicadores do Bem).
Esse livro deve ser lido preferencialmente na sequência do e-book: “SBV no Adulto + Uso do DEA”
Para adquirir o e-book: “SBV no Adulto + Uso do DEA” → Clique no AQUI
Esse material foi pensado e elaborado com a preocupação de trazer os conteúdos de SBV mais importantes,
de forma clara, objetiva e com a maior didática possível.
As principais referências bibliográficas utilizadas para a elaboração desse material são os guidelines de SBV da
American Heart Association (AHA).
Para ilustrar na prática e aprofundar a discussão de alguns assuntos apresentados nesse livro, disponibilizaremos
ao longo do mesmo, hiperlinks para que você possa assistir vídeos ilustrativos que
disponibilizamos no Canal do IBRAPH no youtube sobre os assuntos em questão.
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Se Inscreva no Canal
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https://ibraph.com.br/ebook-sbv
https://www.youtube.com/user/ibraph?sub_confirmation=1
Mensagem aos Leitores
Olá, prazer, sou Leonardo Clément, médico formado pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP),
instrutor de Suporte Básico de Vida (SBV) inicialmente credenciado pela American Heart Association (AHA) desde
2008 e formador de novos instrutores pelo programa de formação de Instrutores de SBV Multiplicadores do Bem
credenciados pelo Instituto Brasileiro de APH (IBRAPH) desde 2015.
Toda minha atuação profissional como médico está voltada para o Atendimento Pré-Hospitalar (APH) e tenho
atuado nesses anos de formado em diferentes ambientes dentro do APH:
• APH em ambiente aeroportuário
• APH em rodovias
• APH em indústrias
• SAMU 192
Tenho atuado como instrutor profissional de SBV desde 2008,
e continuo atuando firmemente na multiplicação
desses conhecimentos até hoje.
Todo esse material foi elaborado com muito carinho e atenção para
que você possa estudar SBV de forma leve e prazerosa.
Espero que seja valioso para você e que contribua um pouco mais
com os seus conhecimentos de SBV e APH.
Atenciosamente,
Leonardo Clément
Fonte da imagem: IBRAPH 4
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Revisores do e-book
Wesley Pinto (RJ)
• Enfermeiro com atuação em APH
• Mestre em Ensino em Ciências da Saúde
• Especialista em Urgência e Emergência
• Especialista em Auditoria em Serviços de Saúde
• Oficial Enfermeiro do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro
• Indicado para Instrutor nos Cursos: BLS; ACLS; PALS; ITLS Military; AMLS e PHTLS
• Co-fundador do Departamento de Enfermagem da ABRAMEDE gestão 2016/2018
• Membro do Comitê Nacional de APH da ABRAMEDE
• Instrutor de Suporte ao Trauma no APH (STAPH) - IBRAPH
Marcelo Herculano (DF)
• SO-FN-EF 86.4921.36; Enfermeiro Operativo da Marinha do Brasil; COREN DF 400.277
• EMT-Paramédico
• NAEMT Member Id # 516510
• PHTLS Provider – NAEMT Id # C69566D6
• AEMT Australasian Registry -AREMT - Id # 7/201840560
• Advanced Emergency Medical Technician - Register Id # 01/2018-02
• Bleeding Control Instructor - American College Of Surgeons
• AHA BLS Instructor Id # 10170620947
• Instrutor do Grupo de Resgate e Emergência – GRE
• ASHI Instructor BLS & Emergency Medical Response Id # 2553271
• Instrutor SBV Nível 2 do Instituto Brasileiro de APH – IBRAPH
• Instrutor de Suporte ao Trauma no APH (STAPH) - IBRAPH
Ednei Fernando (SP)
• Graduado em Educação Física
• Pós Graduado em Fisiologia
• Mestre em Reabilitação
• Doutorando em Traumatologia
• Professor universitário nas disciplinas de Trauma e APH
• Docente nas disciplinas de Resgate e Salvamento Veicular na Escola Superior de Bombeiros
• Instrutor de Suporte ao Trauma no APH (STAPH) - IBRAPH
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SBV na Criança
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https://www.youtube.com/watch?v=aJsh-b-7zIA&t=21s
Introdução
Neste módulo iremos abordar o a Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) na criança.
Consideramos Crianças para o SBV, segundo a American Heart Association (AHA),
todo indivíduo compreendido →
A principal causa de parada cardiorrespiratória (PCR) em pediatria, é uma hipóxia prévia
que leva a insuficiência ou parada respiratória (PR) e consequentemente a uma PCR.
São exemplos de causas de PCR em pediatria:
• Engasgo;
• Afogamento;
• Acidentes (Trauma);
• Asma;
• Doenças respiratórias de uma forma geral.
Em geral o ritmo inicial de PCR nesses pacientes será Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) ou Assistolia.
Por esse motivo existe uma ênfase maior na importância das ventilações
em relação aos adultos que param mais frequentemente por doença cardíaca e
consequentemente com ritmo inicial chocável:
Fibrilação Ventricular (FV) ou Taquicardia Ventricular sem Pulso (TVSP). 
HIPÓXIA PR PCR
→ Entre 1 ano de idade 
e os primeiros sinais da puberdade 
ou 8 anos de idade.
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A avaliação inicial deve envolver ...
...avaliação da cena + avaliação do paciente. 
Essa avaliação se aplica em pacientes, a priori, inconscientes dentro do 
Suporte Básico de Vida (SBV).
Os objetivos da avaliação inicial consistem em checar... 
Caso o socorrista esteja sozinho na cena, o mesmo deverá gritar por 
“SOCORRO”, caso tenha alguém por perto, o socorrista deverá 
pedir ajuda (192 + DEA) ainda dentro da avaliação inicial. 
Caso o socorrista continue sozinho na cena após gritar por ajuda, ele poderá 
finalizar a avaliação inicial e pedir ajuda posteriormente. 
Avaliação Inicial na Criança
* Procedimento reservado para profissionais 
de saúde treinados, experientes e seguros na 
checagem de pulso central
• Nível de consciência qualitativamente;
• Presença de Ventilação Adequada;
• Presença de pulso carotídeo adequado*.
Fonte da imagem: Google
Veremos nas próximas páginas o passo a passo de uma boa avaliação inicial no SBV na CRIANÇA.8
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Avaliação Inicial: Passo a Passo
Passo 1: Segurança do Local
Passo 2: Responsividade do Paciente
Passo 3: Ventilação e Pulso*
Observação: Caso o socorrista esteja sozinho na cena,
o mesmo deverá gritar por “SOCORRO”, caso tenha
alguém por perto, o socorrista deverá pedir ajuda
(192 + DEA) ainda dentro da avaliação inicial após
identificar que a vítima não responde aos chamados e
antes mesmo de verificar a ventilação e o pulso.
* Procedimento reservado para profissionais de 
saúde treinados, experientes e seguros na 
checagem de pulso central
Fonte da imagem: IBRAPH 9
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A equipe da saúde deve aguardar a liberação dos profissionais competentes para tal, até que
a segurança da cena esteja garantida para acessar o local.
Em algumas situações, as vítimas são retiradas da zona quente e trazidas para a zona fria para
que o atendimento seja efetuado.
Passo 1: Segurança do Local
A segurança da cena é primordial para a equipe de saúde.
Não cabe aos profissionais de saúde adentrar a
“zona quente”, sendo esse papel reservado aos
profissionais qualificados para tal, policiais e bombeiros
por exemplo, autoridades absolutas nessas circunstâncias.
A segurança do socorrista e da equipe 
vem sempre em primeiro lugar!
Fonte da imagem: IBRAPH 10
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Para isso, devemos adotar a posição do socorrista com um ou dois joelhos no chão, apoiar as duas 
mãos na região superior do tórax e...
...aplicar estímulos vigorosos
ao mesmo tempo que chamamos o paciente: 
Passo 2: Responsividade
Lembrando que neste momento não
devemos quantificar o nível de
consciência aplicando a escala de Glasgow...
... e sim qualificar a consciência
do paciente em:
PRESENTE ou AUSENTE
“HEY, GAROTO, GAROTA PODE ME OUVIR???”
Fonte da imagem: IBRAPH 11
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Pedido de Ajuda (192 + DEA)
O momento e a forma de pedir ajuda no SBV podem variar a depender da situação. 
Situação 1: Socorrista sozinho ou sozinha na cena
Gritar por “SOCORRO”, caso continue sozinho na cena:
→ Finalizar a avaliação inicial e pedir posteriormente 
Situação 2: O Socorrista NÃO está sozinho ou sozinha na cena
Pedir ajuda assim que identificar que o paciente não responde aos chamados e
falar para quem está ao lado: 
“Você, ligue para o 192 e vá buscar um DEA!”
Observações:
1. Caso você esteja sozinho e possa ligar com o celular enquanto já inicia as
compressões, então faça isso para não perder tempo.
2. No adulto inconsciente e em PCR por motivo desconhecido, devemos sempre
providenciar ligar para o 192 e providenciar o DEA o mais rápido possível (Suspeita de
PCR por origem cardíaca).
3. Em crianças, lactentes e outros pacientes que estão em PCR, porém devido a uma
hipóxia como origem do quadro (Afogados por ex.), o momento ideal de pedir ajuda
pode mudar.
Nesse caso, o socorrista sozinho na cena, pode fazer 2 min de RCP com compressões e ventilações de alta 
qualidade, antes de sair para pedir ajuda. Caso esteja com celular na cena ou com outra pessoa presente, o 
socorrista deve pedir ajuda imediatamente enquanto inicia a RCP. 
Fonte da imagem: IBRAPH 12
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Caso o paciente não responda aos estímulos táteis e
verbais do segundo passo da avaliação, devemos então
proceder ao terceiro passo que consiste em...
...checar a ventilação e o
pulso central simultaneamente.
Esse passo deve levar entre 5 e 10 segundos.
Para isso basta observar se existem movimentos
ventilatórios eficazes através da elevação torácica e ao
mesmo tempo palpar o PULSO CAROTÍDEO em busca da
identificação de presença ou ausência do mesmo.
Observações:
1. Em caso de pacientes pediátricos inconscientes e que não apresentam ventilação espontânea, COM presença de pulso
central < 60 bpm e sinais de hipoperfusão, está indicada a realização de RCP com compressões e ventilações.
2. A checagem do pulso só deve ser realizada por profissionais de saúde treinados, com experiência e segurança nesse
procedimento.
3. A checagem de pulso é opcional no SBV e alguns protocolos (Europeu e SOBRASA por ex.) recomendam que
profissionais de SBV (mesmo que oriundos da área de saúde) não chequem o pulso na avaliação inicial.
4. A ausência de responsividade associada à ausência de ventilação normal (ausência total de movimentos torácicos ou
ventilação agônica, também conhecida como gasping) já indicam a necessidade de RCP no SBV sem que haja
necessidade de checar o pulso.
Passo 3: Ventilação + Pulso Central
Fonte da imagem: IBRAPH 13
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Como já mencionamos anteriormente no capítulo de
RCP no adulto, existem basicamente...
...4 pontos cruciais para realização de 
compressões eficazes em crianças.
Vamos agora pontuar esses 4 pontos para realização
de compressões eficazes em crianças.
Compressões Cardíacas
→ 4 a 5 cm ou Aproximadamente 5 cm de Profundidade
→ 100 a 120 compressões por minuto
→ As compressões PODEM ser realizadas utilizando APENAS UMA MÃO
→ Permitir o RETORNO COMPLETO do tórax APÓS CADA COMPRESSÃO
1.Força
2.Frequência
3.Posição
4.Observação
Fonte da imagem: IBRAPH 14
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Compressões Cardíacas (Passo a Passo) 
1. Posicionar a Região Hipotênar no centro do tórax da vítima 
• “Calcanhar” da mão na metade inferior do osso esterno
• Afastar do apêndice xifoide 
2. Utilizar a outra mão para realizar uma abertura das vias aéreas
• Manobra de Inclinação da Cabeça com Elevação do Queixo (Head Tilt e Chin Lift)
3. Posição correta dos cotovelos e dos ombros
• O cotovelo do membro que realiza as compressões deve permanecer ESTENDIDO
• O ombro acima da vítima formando um ângulo de 90º
5. Aplicar Compressões FORTES e RÁPIDAS com uma das mãos
Técnica com apenas 1 mão
Fonte da imagem: IBRAPH 15
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Para ventilar crianças que necessitam de ventilação por pressão positiva no 
Suporte Básico de Vida, existem três formas:
Ventilações no SBV em Crianças
1. Boca a Boca
2. Dispositivo Válvula Máscara Pediátrico (Pocket-Mask) 
• ou Dispositivo Tamanho Adulto Posicionado de Forma Invertido
3. Dispositivo Bolsa-Válvula-Máscara Pediátrico (BVM/AMBU) 
• ou Dispositivo Tamanho Adulto Posicionado com Máscara de Forma Invertida
Fonte da imagem: IBRAPH 16
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O Boca a boca fornece cerca de 17% de oxigênio para o paciente.
Apesar de não existir relatos na literatura de contaminação de socorristasao realizar essa
manobra, é recomendado que profissionais de saúde usem os dispositivos de barreira para
realização das ventilação (Veremos a seguir).
Para realizar uma ventilação boca a boca eficaz, Seguir o passo a passo:
Boca a Boca na Criança
1. Abrir a via aérea através da inclinação
da cabeça com elevação do queixo.
2. Vedar 100% a boca do paciente com a
boca do socorrista (Boca de peixe).
3. Obstruir as narinas do paciente com
os dedos em pinça para evitar o
refluxo de ar.
4. Aplicar ventilações de 1 segundo cada
observando a elevação do tórax.
Fonte da imagem: IBRAPH 17
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A ventilação com esse dispositivo fornece cerca de 17% de oxigênio
para o paciente a não ser que esteja acoplado a um cilindro de O2,
neste caso podemos chegar em frações de O2 ofertadas bem maiores
(cerca de 60 a 70%).
A Pocket-Mask permite tanto uma proteção de contato graças a sua
estrutura de silicone quanto uma proteção respiratória graças a sua
Válvula UNIDIRECIONAL + seu filtro interno.
Alguns modelos podem ser acoplados a uma fonte de O2 e outros não.
Passo a passo para realizar uma ventilação
com Pocket-Mask eficaz:
Pocket-Mask (Posição Tradicional)
1. Acoplar a máscara no rosto da vítima de forma a vedar 100% a boca e o nariz do paciente e a não
permitir escape de ar pelas laterais.
• Parte pontiaguda na pirâmide nasal e parte romba na região do queixo.
2. Abrir a via aérea com a manobra de inclinação da cabeça e elevação do queixo conforme da imagem.
3. Aplicar ventilações observando a elevação do tórax.
• Evitar a qualquer custo a hiperventilação e a insuflação gástrica.
Fonte da imagem: IBRAPH 18
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Em crianças devemos utilizar preferencialmente equipamentos
pediátricos.
Os mesmos possuem tamanho, formato e função desenvolvidos
para comtemplar com mais precisão as necessidades desta faixa
etária.
Na ausência de equipamentos pediátricos, os dispositivos de
ventilação no tamanho adulto poderão ser utilizados respeitando
alguns cuidados.
Pocket-Mask (Posição Invertida)
1. Utilizar a máscara adulto em posição invertida, onde permitirá uma
melhor vedação na face e evitará escape de ar pelas laterais.
• Parte pontiaguda na região do queixo e parte romba na região frontal.
2. Abrir a via aérea através da técnica de inclinação da cabeça e elevação
do queixo conforme na imagem.
3. Aplicar ventilações observando a elevação do tórax.
• Evitar a qualquer custo a hiperventilação e a insuflação gástrica.
Passo a passo para realização de uma ventilação com Pocket-Mask eficaz
quando utilizada em posição invertida:
Fonte da imagem: IBRAPH 19
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A ventilação com esse dispositivo fornece cerca de 21% de oxigênio (ar ambiente) para o paciente a não ser que
esteja acoplado a uma fonte de O2, neste caso podemos chegar a uma fração de O2 oferecida > a 90%.
O AMBU permite tanto proteção de contato graças a sua estrutura de plástico quanto uma proteção ventilatória,
já que a ventilação é feita pela reserva de ar contida na bolsa e não pela ventilação direta pelo socorrista.
Passo a passo para realização de uma ventilação eficaz com o AMBU:
Bolsa Válvula Máscara (BVM) ou AMBU
1. O Socorrista deve se posicionar atrás da cabeça da vítima.
2. Acoplar a máscara no rosto da vítima de forma a vedar 100% a boca e o nariz do paciente e não permitir o
escape de ar pelas laterais
• → utilizar a técnica do “C” e do “E”.
3. Abrir a via aérea através da técnica de inclinação da cabeça e elevação do queixo conforme na imagem.
4. Aplicar ventilações observando a elevação do tórax.
• Evitar a qualquer custo a hiperventilação e a insuflação gástrica.
Fonte da imagem: IBRAPH 20
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Atendimento Completo com 1 Socorrista
Avaliação
→ Segurança do Local
→ Responsividade
→ Respiração + Pulso
Ajuda
→ 192 + DEA
RCP
→ 30 Compressões 
→ 2 Ventilações com Pocket Mask
Fonte da imagem: IBRAPH 21
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Quando temos a oportunidade de ter mais de um
socorrista na cena precisamos aproveitar da melhor forma.
Atendimento Completo em Equipe
Enquanto o 1º Socorrista está realizando as
compressões cardíacas, o segundo Socorrista se
posiciona na cabeça da vítima, mantém a via aérea
aberta e aplica ventilações com o AMBU.
Cada um terá uma função durante o atendimento.
Em crianças, devem ser realizados ciclos de... 
15 compressões para 2 ventilações...
...quando o atendimento for realizado em equipe.
Após 2min de RCP, deve ocorrer a troca de funções entre os socorristas, de forma organizada
para que não ocorra perda de tempo.
Devemos obrigatoriamente trocar quem está comprimindo após no máximo 2 min de RCP
Fonte da imagem: IBRAPH 22
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Dentro de ambientes de saúde, é possível que pacientes que se
encontram em ventilação mecânica através de um tubo
endotraqueal, precisem de RCP caso evoluam para PCR.
Caso não haja médico presente no momento da identificação na PCR,
os profissionais de SBV presentes na cena deverão iniciar a RCP com
manobras de SBV.
Neste caso, a RCP deverá ser realizada da seguinte forma...
Não devemos interromper as compressões para aplicar as ventilações
quando o paciente se encontra com um dispositivo de via aérea
avançada posicionado.
Para isso, basta conectar o dispositivo de ventilação manual (AMBU)
à cânula endotraqueal e realizar 1 ventilação a cada 6s enquanto o
outro socorrista realiza compressões contínuas por 2 min antes de
trocar as funções e reavaliar o ritmo com o DEA (caso o mesmo
esteja em uso).
SBV na Criança Intubada
...compressões contínuas e paralelamente, 
1 ventilação a cada 6 segundos, ou seja, 10 ventilações por minuto. 
Fonte da imagem: Google (1) e IBRAPH (2) 23
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A parada Parada Respiratória (PR) deverá ser tratada somente com ventilações da seguinte forma:
Neste caso, não é necessário realizar compressões, já que existe um pulso central palpável > 60 bpm.
Após 2 min o socorrista deverá reavaliar o pulso central e a ventilação do paciente.
(Já que o paciente pode evoluir desfavoravelmente para uma PCR durante esse período)
Parada Respiratória na Criança
Ao realizar a avaliação inicial é possível encontrar um paciente que
apresente ausência de ventilação (ou ventilação agônica)
associada à presença de pulso central > 60 bpm.
Essa situação caracteriza uma Parada Respiratória (PR), que se não
tratada adequadamente, poderá evoluir para uma parada
cardiorrespiratória (PCR).
Somente podem identificar essa situação, profissionais de saúde 
treinados, experientes e confiantes na checagem de pulso central.
Fonte da imagem: IBRAPH
1 ventilação a cada 3 a 5 segundos na Criança
O que equivale a 12 a 20 ventilações por minuto. 
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SBV no Lactente
Aula Teórica Aula Prática
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https://www.youtube.com/watch?v=qh5pVgLr-AM&t=261s
https://www.youtube.com/watch?v=kiMpB_Rz0fs
Introdução
Neste módulo iremos abordar o a Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) no Lactente.
Consideramos Lactentes para o SBV, segundo a American Heart Association (AHA),
todo indivíduo compreendido →
A principal causa de parada cardiorrespiratória (PCR) em pediatria, é uma hipóxia prévia
que leva a insuficiência ou parada respiratória (PR) e consequentemente a uma PCR.
São exemplos de causas de PCR em pediatria:
• Engasgo;
• Afogamento;
• Acidentes (Trauma);
• Asma;
• Doenças respiratórias de uma forma geral.
Seres entre o nascimento e 28 dias de vida são considerado NEONATOS ou RECÉM NASCIDOS.
Existem protocolos de suporte avançado específicos para essa faixa etária.
Caso você seja um socorrista de SBV e não possua treinamento específico para atendimento neonatos, então...
está autorizado(a) a atender no SBV indivíduos desta faixa etária com os protocolos de LACTENTES que iremos
apresentar neste capítulo.
HIPÓXIA PR PCR
→ Entre 29 dias de vida
e 1 ano do idade.
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A avaliação inicial deve envolver ...
...avaliação da cena + avaliação do paciente. 
Essa avaliação se aplica em pacientes, a priori, inconscientes dentro do 
Suporte Básico de Vida (SBV).
Os objetivos da avaliação inicial consistem em checar... 
Caso o socorrista esteja sozinho na cena, o mesmo deverá gritar por 
“SOCORRO”, caso tenha alguém por perto, o socorrista deverá 
pedir ajuda (192 + DEA) ainda dentro da avaliação inicial. 
Caso o socorrista continue sozinho na cena após gritar por ajuda, ele poderá 
finalizar a avaliação inicial e pedir posteriormente.
Avaliação Inicial na Criança
* Procedimento reservado para profissionais 
de saúde treinados, experientes e seguros na 
checagem de pulso central
• Nível de consciência qualitativamente;
• Presença de Ventilação Adequada;
• Presença de pulso carotídeo adequado*.
Fonte da imagem: Google
Veremos nas próximas páginas o passo a passo de uma boa avaliação inicial no SBV no LACTENTE.
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Avaliação Inicial: Passo a Passo
Passo 1: Segurança do Local
Passo 2: Responsividade do Paciente
(No planta do Pé)
Passo 3: Ventilação e Pulso* (Braquial)
Observação: Caso o socorrista esteja sozinho na cena,
o mesmo deverá gritar por “SOCORRO”, caso tenha
alguém por perto, o socorrista deverá pedir ajuda
(192 + DEA) ainda dentro da avaliação inicial após
identificar que a vítima não responde aos chamados e
antes mesmo de verificar a ventilação e o pulso.
* Procedimento reservado para profissionais de saúde treinados, 
experientes e seguros na checagem de pulso central
Fonte da imagem: IBRAPH 28
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A equipe da saúde deve aguardar a liberação dos profissionais competentes para tal, até que
a segurança da cena esteja garantida para acessar o local.
Em algumas situações, as vítimas são retiradas da zona quente e trazidas para a zona fria para
que o atendimento seja efetuado.
Passo 1: Segurança do Local
A segurança da cena é primordial para a equipe de saúde.
Não cabe aos profissionais de saúde adentrar a
“zona quente”, sendo esse papel reservado aos
profissionais qualificados para tal, policiais e bombeiros
por exemplo, autoridades absolutas nessas circunstâncias.
A segurança do socorrista e da equipe 
vem sempre em primeiro lugar!
Fonte da imagem: IBRAPH 29
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Para isso, devemos adotar a posição de socorrista com um ou dois joelhos no chão, e estimular a 
região plantar do lactente através de:
...pequenos “tapas” e ao mesmo tempo 
chamar o paciente em voz alta: 
Passo 2: Responsividade
Lembrando que neste momento não
devemos quantificar o nível de
consciência aplicando a escala de Glasgow...
... e sim qualificar a consciência do
paciente em:
PRESENTE ou AUSENTE
“NENÉM, NENÉM, NENÉM???”
Fonte da imagem: IBRAPH 30
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Pedido de Ajuda (192 + DEA)
O momento e a forma de pedir ajuda no SBV podem variar a depender da situação. 
Situação 1: Socorrista sozinho ou sozinha na cena
Gritar por “SOCORRO”, caso continue sozinho na cena:
→ Finalizar a avaliação inicial e pedir ajuda posteriormente
Situação 2: O Socorrista NÃO está sozinho ou sozinha na cena
Pedir ajuda assim que identificar que o paciente não responde aos chamados
Falar para quem está ao lado: 
“Você, ligue para o 192 e vá buscar um DEA!”
Fonte da imagem: IBRAPH 31
Observações:
1. Caso você esteja sozinho e possa ligar com o celular enquanto já inicia as
compressões, então faça isso para não perder tempo.
2. No adulto inconsciente e em PCR por motivo desconhecido, devemos sempre
providenciar ligar para o 192 e providenciar o DEA o mais rápido possível (Suspeita de
PCR por origem cardíaca).
3. Em crianças, lactentes e outros pacientes que estão em PCR, porém devido a uma
hipóxia como origem do quadro (Afogados por ex.), o momento ideal de pedir ajuda
pode mudar.
Nesse caso, o socorrista sozinho na cena, pode fazer 2 min de RCP com compressões e ventilações de alta 
qualidade, antes de sair para pedir ajuda. Caso esteja com celular na cena ou com outra pessoa presente, o 
socorrista deve pedir ajuda imediatamente enquanto inicia a RCP. 
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Caso o paciente não responda aos estímulos táteis e verbais do
segundo passo da avaliação, devemos então proceder ao terceiro
passo que consiste em...
...checar a ventilação e o
pulso central simultaneamente
Esse passo deve levar entre 5 e 10 segundos.
Para isso basta observar se existem movimentos ventilatórios
eficazes através da elevação torácica e ao mesmo tempo palpar o
PULSO BRAQUIAL em busca da identificação de presença ou
ausência do mesmo.
Observações:
1. Em caso de pacientes pediátricos inconscientes e que não apresentam ventilação espontânea, COM presença de pulso
central < 60 bpm e sinais de hipoperfusão, está indicada a realização de RCP com compressões e ventilações.
2. A checagem do pulso só deve ser realizada por profissionais de saúde treinados, com experiência e segurança nesse
procedimento.
3. A checagem de pulso é opcional no SBV e alguns protocolos (Europeu e SOBRASA por ex.) recomendam que
profissionais de SBV (mesmo que oriundos da área de saúde) não chequem o pulso na avaliação inicial.
4. A ausência de responsividade associada à ausência de ventilação normal (ausência total de movimentos torácicos ou
ventilação agônica, também conhecida como gasping) já indicam a necessidade de RCP no SBV sem que haja
necessidade de checar o pulso.Passo 3: Ventilação + Pulso Central
Fonte da imagem: IBRAPH 32
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Como já mencionamos anteriormente no capítulo de RCP
no adulto, existem basicamente...
...4 pontos cruciais para realização de 
compressões eficazes em crianças
Vamos agora pontuar esses 4 pontos para realização de
compressões eficazes em crianças.
Compressões Cardíacas em Lactentes
→ Aproximadamente 4 cm de Profundidade
→ 100 a 120 compressões por minuto
→ As compressões PODEM ser realizadas utilizando APENAS 2 DEDOS
Indicador e dedo médio (RCP com 1 socorrista) ou com 2 polegares (RCP em equipe)
→ Permitir o RETORNO COMPLETO do tórax APÓS CADA COMPRESSÃO
1.Força
2.Frequência
3.Posição
4.Observação
Fonte da imagem: IBRAPH 33
RCP com 1 Socorrista RCP em Equipe
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Compressões Cardíacas (Passo a Passo) 
1. Posicionar 2 dedos (indicador e médio) no centro do tórax da vítima 
Posicionar na metade inferior do osso esterno
Afastar do apêndice xifoide 
Manter os dedos na posição vertical durante as compressões
2. Utilizar a outra mão para realizar uma abertura das vias aéreas
Manter a cabeça em posição de neutralidade sem hiperextensão 
3. Posição correta dos cotovelos e dos ombros
O cotovelo do membro que realiza as compressões deve permanecer ESTENDIDO
O ombro acima da vítima formando um ângulo de 90º
5. Aplicar Compressões FORTES e RÁPIDAS com uma das mãos
Técnica com 1 Socorrista
Fonte da imagem: IBRAPH 34
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Para ventilar crianças que necessitam de ventilação por pressão positiva no 
Suporte Básico de Vida, existem três formas:
Ventilações no SBV em Lactentes
1. Boca a Nariz/Boca
2. Dispositivo Válvula Máscara p/ Lactente (Pocket-Mask) 
ou Dispositivo Tamanho Adulto Posicionado de Forma Invertido
3. Dispositivo Bolsa-Válvula-Máscara p/ Lactente (AMBU) 
ou Dispositivo Tamanho Adulto Posicionado com Máscara de Forma Invertida
Fonte da imagem: IBRAPH 35
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O Boca a boca fornece cerca de 17% de oxigênio para o paciente.
Apesar de não existir relatos na literatura de contaminação de socorristas ao realizar essa
manobra, é recomendado que profissionais de saúde usem os dispositivos de barreira para
realização das ventilação (Veremos a seguir).
Para realizar uma ventilação boca a nariz/boca eficaz, seguir o passo a passo:
Boca a Nariz/Boca no Lactente
1. Abrir a via aérea mantendo a cabeça em POSIÇÃO DE NEUTRALIDADE.
2. Vedar 100% e nariz e boca do lactente com a boca do socorrista.
3. Aplicar ventilações de 1 segundo cada observando a elevação do tórax.
Fonte da imagem: IBRAPH 36
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A ventilação com esse dispositivo fornece cerca de 17% de oxigênio para o paciente
a não ser que esteja acoplado a um cilindro de O2, neste caso podemos chegar em
frações de O2 ofertadas bem maiores (cerca de 60 a 70%).
A Pocket-Mask permite tanto uma proteção de contato graças a sua estrutura de
silicone quanto uma proteção respiratória graças a sua Válvula UNIDIRECIONAL +
seu filtro interno.
Alguns modelos podem ser acoplados a uma fonte de O2 e outros não.
Passo a passo para realizar uma ventilação com Pocket-Mask eficaz:
Ventilação com Pocket-Mask Neonatal
1. Acoplar a máscara no rosto da vítima de forma a vedar
100% a boca e o nariz do paciente e a não permitir escape
de ar pelas laterais.
2. Abrir a via aérea mantendo a cabeça em posição de
neutralidade conforme imagem
• Não realizar manobra de inclinação da cabeça com elevação do queixo.
3. Aplicar ventilações observando a elevação do tórax.
• Evitar a qualquer custo a hiperventilação e a insuflação gástrica.
Fonte da imagem: IBRAPH 37
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A ventilação com esse dispositivo fornece cerca de 21% de oxigênio para o paciente.
Quando acoplado a uma fonte de O2 + em uso de Reservatório, a fração de O2 oferecida será > 90%.
O AMBU permite uma proteção de contato devido a sua estrutura de plástico, além de uma
proteção respiratória já que a ventilação é feita pela reserva de ar contida na bolsa e não pela
ventilação direta pelo socorrista.
Bolsa Válvula Máscara (BVM) ou AMBU
Fonte da imagem: IBRAPH
1. O Socorrista deve se posicionar na cabeça
da vítima. Acoplar a máscara no rosto da
vítima de forma a vedar 100% a boca e o
nariz do lactente e não permitir o escape
de ar pelas laterais, utilizando a técnica do
“C” e do “E”.
2. Abrir a via aérea colocando a cabeça e o 
pescoço do lactente em posição de 
neutralidade (evitar hiperextensão devido 
à fragilidade cervical dos lactentes e 
aplicar ventilações observando a elevação 
do tórax.
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Para realizar uma ventilação eficaz com o
dispositivo bolsa-válvula-máscara (BVM ou
AMBU), seguir o passo a passo ao lado:
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Atendimento Completo com 1 Socorrista
Avaliação
→ Segurança do Local
→ Responsividade (Na planta dos pés)
→ Ventilação + Pulso Central (Braquial)
Ajuda
→ 192 + DEA
RCP
→ 30 Compressões 
→ 2 Ventilações com Pocket Mask
Fonte da imagem: IBRAPH 39
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Quando temos a oportunidade de ter mais de um
socorrista na cena precisamos aproveitar da melhor forma.
Atendimento Completo em Equipe
Enquanto o 1º Socorrista está realizando as
compressões cardíacas, o segundo Socorrista se
posiciona na cabeça da vítima, mantém a via aérea
aberta e aplica ventilações com o AMBU.
Cada um terá uma função durante o atendimento.
Em lactentes, devem ser realizados ciclos de... 
15 compressões para 2 ventilações...
...quando o atendimento for realizado em equipe.
Após 2min de RCP, deve ocorrer a troca de funções entre os socorristas, 
de forma organizada para que não ocorra perda de tempo. 
Devemos obrigatoriamente trocar quem está comprimindo após no máximo 2 min de RCP.
Fonte da imagem: IBRAPH
A posição dos socorristas MUDA quando o atendimento em lactentes é realizado EM EQUIPE.
O posicionamento correto dos socorristas está demonstrado na imagem.
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Dentro de ambientes de saúde, é possível que pacientes que se
encontram em ventilação mecânica através de um tubo
endotraqueal, precisem de RCP caso evoluam para PCR.
Caso não haja médico presente no momento da identificação na PCR,
os profissionais de SBV presentes na cena deverão iniciar a RCP com
manobras de SBV.
Neste caso, a RCP deverá ser realizada da seguinte forma...
Não devemos interromper as compressõespara aplicar as ventilações
quando o paciente se encontra com um dispositivo de via aérea
avançada posicionado.
Para isso, basta conectar o dispositivo de ventilação manual (AMBU)
à cânula endotraqueal e realizar 1 ventilação a cada 6s enquanto o
outro socorrista realiza compressões contínuas por 2 min antes de
trocar as funções e reavaliar o ritmo com o DEA (caso o mesmo
esteja em uso).
SBV no Lactente Intubado
...compressões contínuas e paralelamente, 
1 ventilação a cada 6 segundos, ou seja, 10 ventilações por minuto. 
Fonte da imagem: Google (1) e IBRAPH (2) 41
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Assim como na criança, a parada Parada Respiratória (PR) deverá ser tratada 
somente com ventilações da seguinte forma:
Neste caso, não é necessário realizar compressões, já que existe um pulso central palpável > 60 bpm.
Após 2 min o socorrista deverá reavaliar o pulso central e a ventilação do paciente.
(Já que o paciente pode evoluir desfavoravelmente para uma PCR durante esse período)
Parada Respiratória no lactente
Ao realizar a avaliação inicial é possível encontrar um paciente que
apresente ausência de ventilação (ou ventilação agônica)
associada à presença de pulso central > 60 bpm.
Essa situação caracteriza uma Parada Respiratória (PR), que se não
tratada adequadamente, poderá evoluir para uma parada
cardiorrespiratória (PCR).
Somente podem identificar essa situação, profissionais de saúde 
treinados, experientes e confiantes na checagem de pulso central.
Fonte da imagem: IBRAPH
1 ventilação a cada 3 a 5 segundos no Lactente 
O que equivale a 12 a 20 ventilações por minuto. 
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SBV no Engasgo
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OVACE Parcial x Total/Severo
Neste módulo iremos abordar os casos de obstrução das vias aéreas por
corpo estranho (OVACE) e o que fazer nessas situações em adultos, crianças
e lactentes, conscientes e inconscientes.
Na OVACE parcial, ainda existe
troca de ar entre os pulmões e o
meio externo, ou seja, apesar do
desconforto e do reflexo de tosse,
os alvéolos continuam sendo
oxigenados.
Uma OVACE pode ser PARCIAL ou TOTAL/SEVERO
Na OVACE total, não existe
troca de ar ou oxigenação dos
alvéolos, ou seja, funcionalmente o
paciente se encontra em parada
respiratória e existe a necessidade
de uma intervenção ativa do
socorrista imediata.
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Adultos/Crianças: OVACE Parcial
Uma OVACE parcial ocorre quando um
corpo estranho se aloja na via aérea
permitindo que continue ocorrendo
oxigenação pulmonar apesar do
desconforto.
O principal sinal será a TOSSE do paciente
que constitui um mecanismo de defesa
que busca expulsar o corpo estranho.
Neste caso a conduta correta por parte do socorrista é de
ESTIMULAR A TOSSE até que o corpo estranho seja
expelido ou que o paciente evolua para inconsciência.
Fonte da imagem: IBRAPH 45
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Adultos/Crianças: OVACE Total
A obstrução total das vias aéreas pode ocorrer
inicialmente no engasgo ou como evolução de uma
obstrução parcial.
Neste caso o paciente se encontra em parada
respiratória devido à obstrução total e poderá
apresentar o...
“Sinal Universal da Asfixia”...
...levando ambas as mãos ao pescoço como
representado na ilustração.
A conduta recomendação pela American Heart
Association (AHA), como primeira opção, consiste
na...
Fonte da imagem: IBRAPH
“Sinal Universal da Asfixia” “Manobra de Heimlich”
Essa manobra tem como objetivo provocar uma “tosse artificial” através do deslocamento manual e rápido das
vísceras abominais em direção ao diafragma e consequentemente às bases pulmonares.
Desta forma, os pulmões serão comprimidos abruptamente de baixo para cima provando assim a “tosse artificial”
na tentativa de expelir o corpo estranho.
...Manobra de Heimlich. (Compressões Abdominais)
Obs. Outras manobras como golpes dorsais ou compressões torácicas podem ser realizadas caso o engasgo total
não seja resolvido com compressões abdominais enquanto o paciente ainda está consciente. VEJA ESSE VÍDEO
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Manobra de Heimlich
PASSO A PASSO
Passo 1: Se identificar, confirmar o engasgo e oferecer
ajuda.
Passo 2: Se posicionar atrás da vítima e afastar os pés na
largura dos ombros.
Passo 3: Posicionar a mão dominante fechada acima da
cicatriz umbilical.
Passo 4: Posicionar a outra mão cobrindo a primeira.
Passo 5: Aplicar golpes fortes em “J” de fora para dentro
e de baixo para cima em direção do diafragma.
Passo 6: Repetir o passo 5 até o paciente expelir o corpo
estranho ou até evoluir para inconsciência.
Fonte da imagem: IBRAPH
Passo 1:
Passo 2:
Passo 3:
Passo 4:
Passo 5:
Passo 6:
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Adultos/Crianças: Situações Especiais
Existem basicamente 3 situações especiais quando falado de
pacientes conscientes vítimas OVACE total:
1. Crianças: Devemos nos adaptar ao tamanho da criança podendo ser
necessário se ajoelhar para realizar da manobra de Heimlich.
2. Grávidas / Obesos: Nestes grupos, compressões abdominais podem não
ser possíveis devido ao risco de provocar um aborto na grávida e à própria
circunferência abdominal aumentada em obesos. Por esse motivo, nestes casos
existe a indicação de realizar a manobra de Heimlich na região torácica.
3. Paciente CONSCIENTE em decúbito dorsal: O paciente em OVACE
total pode estar em decúbito dorsal. Neste caso, as compressões abdominais
deverão ser realizadas com o paciente nesta posição. É muito importante lembrar
que compressões abominais só podem ser realizadas em pacientes CONSCIENTES e
jamais em pacientes inconscientes.
O paciente consciente possui o reflexo de contração abdominal que protege as
estruturas intra-abdominais da compressão e permite o reflexo de “cuspir”
eventuais conteúdos de refluxo gástrico evitando assim bronco aspirações.
Fonte da imagem: IBRAPH 48
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Lactentes: Obstrução Parcial
Lactentes com OVACE parcial podem ser reconhecidos devido 
a presença de choro ou tosse.
O “sinal universal da asfixia” estará ausente em lactentes 
mesmo que estejam em obstrução total das vias aéreas.
Neste caso, enquanto houver tosse o socorrista 
deve observar o lactente na espera de uma 
expulsão do corpo estranho pela própria tosse.
Caso a tosse persista porém de forma enfraquecida ou surjam 
sinais de hipóxia, ou a tosse cesse sem que o corpo estranho seja 
expelido, nestes casos devemos considerar as manobras ativas 
para desobstrução das vias aéreas em lactentes.
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Lactentes: Obstrução Total
Na obstrução total das vias aéreas em lactentes conscientes, o socorrista deve realizar a
“manobra das 5 tapotagens / 5 compressões”. Esse manobra consiste em alguns passos:
1. Posicionar o lactente em decúbito ventral em um dos
antebraços do socorrista com o corpo ligeiramente inclinado
para baixo.
2. Realizar 5 golpes fortes com a região hipotênar da mão
dominante do socorrista na região inter-escapular do lactente.
3. Posicionar o lactente o decúbito dorsal no antebraço do
socorrista (Realizar a mudança de posição com estabilização
cervical).
4. Realizar 5 compressões torácicas com dois dedos na região
inter-mamilar.
5. Alternar os 5 golpes ou tapotagens em região inter-escapular e
as 5 compressões torácicas até o paciente expelir o corpo
estranho ou até evoluir para inconsciência.
Fonte da imagem: IBRAPH 50
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Inconsciência após OVACE
Quando adultos, crianças e lactentes evoluem para inconsciência após uma OVACE, entramos
com o protocolo para atendimento de vítimas de OVACE inconscientes.
Neste caso, o passo a passo para adultos, crianças e lactentes será o mesmo:
Passo 1: Posicionar o paciente com cuidado em decúbito dorsal.
Passo 2: Pedir ajuda (192 + DEA)
Passo 3: 30 compressões torácicas
Passo 4:
Abrir vias aéreas e verificar se o corpo estrando pode ser retirado
manualmente com os dedos “em pinça”
(jamais efetuar varredura às cegas).
Passo 5:
a) Corpo estranho permanece→ Realizar duas ventilações
b) Corpo estranho retirado → Realizar duas ventilações e avaliar
pulso e respiração do paciente.
Passo 6:
a) Recomeçar o passo 3
b) Tratar paciente conforme protocolos de RCP a depender de
pulso e respiração.
Fonte da imagem: IBRAPH 51
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https://www.youtube.com/watch?v=dpT7CUJNAW0&t=23s
Conclusão
Esse foi o e-book de SBV em Pediatria + Engasgo.
• Acabamos de aprender o que fazer a nível de SBV, para situações de PCR e PR em
crianças e lactentes.
• Além disso aprendemos como atender adultos, crianças e lactentes, vítimas de engasgo
parcial e total, conscientes e inconscientes.
Para completar o seu estudo de SBV,
caso ainda não tenha lido o e-book:
SBV no Adulto + Uso do DEA
Recomendo que estude também esse material.
Nele apresentamos 3 capítulos:
1. Conceitos Fundamentais de SBV
2. SBV no Adulto
3. Uso do Desfibrilador Externo Automático (DEA)
Caso queira aprofundar mais o estudo de SBV e quem sabe se tornar um instrutor ou instrutora de
profissional de SBV, recomendo que leia o capítulo EXTRA que disponibilizamos nesse e-book.
Nele, você aprenderá como se credenciar INSTRUTOR(A) de SBV pelo IBRAPH.
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CLIQUE AQUI
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Formação de Instrutores de SBV credenciados 
pelo Instituto Brasileiro de APH (IBRAPH)
>> Programa Multiplicadores do Bem (MDB) <<
Torne-se Instrutor(a) de SBV
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Apresentação do Programa
Desde 2015, o IBRAPH tem formado instrutores e instrutoras de SBV em todo o Brasil através de
um programa de capacitação em SBV e formação de instrutores 100% a distância.
Como assim 100% a distância? Formar instrutores sem que haja prática presencial
supervisionada é possível?
Sim, isso é totalmente possível, e é exatamente o que temos feito desde 2015 com mais de 1200
alunos em todos os estados brasileiros.
O SBV é uma disciplina muito simples e que precisa ser multiplicada numa velocidade muito
superior ao que vem sendo feito até então.
Vidas continuam sendo perdidas todos os dias, pelo simples fato de não ter alguém no momento
da ocorrência, presente na cena, e capaz de aplicar os 4 passos que salvam vidas. Ou seja:
No programa MDB formamos instrutores para que possam multiplicar esses conhecimentos
simples de forma profissional (Sendo remunerado para tal) em suas respectivas regiões.
Passo 1: Reconhecer imediatamente a PCR
Passo 2: Pedir ajuda de forma adequada
Passo 3: Iniciar uma RCP de alta qualidade
Passo 4: Utilizar imediatamente o DEA sempre que disponível
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Quem Pode se Credenciar com Instrutor?
Esse programa é destinado para todos os profissionais de saúde, 
de APH e estudantes das respectivas áreas, ou seja:
Enfermagem
Bombeiros Civis
Bombeiros Militares
Socorristas 
Resgatistas
Medicina
Odontologia
Fisioterapia
Educação Física
Farmácia
Nutrição
Terapia Ocupacional
Psicologia
Biomedicina
Técnicos de Segurança
Entre outras...
Estudantes dessas áreas
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Como Acontece a Formação
Curso 100% a distância hospedado em área de membros protegida por login e senha.
Videoaulas curtas e objetivas para poder estudar um pouco a cada dia e construir uma
base de conhecimento sólida e consistente.
Quiz no final de cada módulo para testar seus conhecimentos e solidificar ainda mais a
aprendizagem.
Conteúdos mais atuais e constantemente atualizados na medida que novas evidências e
recomendações forem surgindo na literatura internacional.
Certificado de SBV de 10h para quem concluir o Nível 1 do programa.
Certificado de instrutor de SBV de 30h para quem concluir o Nível 2 do programa.
Fórum de discussão abaixo de cada videoaula para interação entre alunos e para tirar suas
dúvidas diretamente com os instrutores do curso.
Videoaulas teóricas e PRÁTICAS com a demonstração e ensino das HABILIDADES PRÁTICAS
NO SBV.
Os níveis 1 (Instrutor Aspirante) e 2 (Instrutor Formado) estão ambos inclusos nesse
pacote inicial.
Conteúdos baseados nos protocolos internacionais mais atuais (ILCOR).
Material didático escrito atualizado e em português. Produção exclusiva do IBRAPH.
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Curso 100% online de SBV com videoaulas teóricas e práticas divididas em 6 módulos:
Módulo 1: Conceitos Fundamentais de SBV
Módulo 2: RCP no Adulto
Módulo 3: Uso do Desfibrilador Externo Automático (DEA)
Módulo 4: RCP na Criança
Módulo 5: RCP no Lactente
Módulo 6: Obstrução das Vias Aéreas por Corpo Estranho (OVACE)
No final desse módulo tem uma avaliação online do tipo abcde.
Os aprovados nessa avaliação e que assistiram a todas as videoaulas do curso se credenciam com
MDB nível 1 (Aspirante a instrutor) e recebem um certificado de 10h.
Fase 1: MDB Nível 1 (Aspirante a Instrutor)
57Fonte da imagem: IBRAPH
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Curso deinstrutor de SBV:
Módulo 7: Como ensinar de forma didática e envolvente
Módulo 8: Atividades práticas de ensino
Módulo 9: Avaliação final do curso
Fase 2: MDB Nível 2 (Instrutor)
Instrutor Marcelo Herculano Instrutor Hermes Cardoso Instrutor Fábio Gomes
58Fonte da imagem: IBRAPH + Alunos
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VÍDEO 3: COMO SE TORNAR UM INSTRUTOR PROFISSIONAL RECONHECIDO E REMUNADO
VEJA COMO O PROGRAMA FUNCIONA
VÍDEO 1: COMO MUDEI MINHA VIDA ME TORNANDO INSTRUTOR DE SBV
VÍDEO 2: OS 3 PILARES PARA SE TORNAR UM INSTRUTOR RECONHECIDO E REMUNERADO
59Fonte da imagem: IBRAPH
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https://ibraph.com.br/2019/08/19/formacao-instrutores-de-sbv/
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https://www.youtube.com/watch?v=rih1XoyEzM4
https://ibraph.com.br/sbv-instrutor-ebook/
https://www.youtube.com/watch?v=rPXeslkOkHI
https://www.youtube.com/watch?v=rih1XoyEzM4
Mensagem Final aos Leitores...
Obrigado por ter dedicado um pouco de seu precioso tempo para a leitura desse material.
Como forma de agradecimento, gostaria de lhe convidar para participar de nosso programa de
formação de instrutores de SBV com uma condição especial.
Para realizar a sua inscrição e/ou obter mais informações entre em contato com nosso suporte
via whatsapp: (71) 9 9912-1001 e informe o CUPOM: EBOOKSBVPED2020
Gostaria mais uma vez de lhe agradecer por estarmos juntos nessa jornada, e espero que esse
conteúdo tenha agregado valor na sua formação profissional e na sua vida.
Criei uma pequena pesquisa de satisfação e para sugestão de melhorias.
Se puder responder ficaria muito agradecido:
(CLIQUE AQUI PARA RESPONDER A NOSSA PEQUENA PESQUISA)
Irei concluir esse livro relembrando a nossa missão, espero continuarmos juntos nessa jornada...
“Contribuir para Zerar as mortes por parada cardiorrespiratória não assistidas adequadamente”
Atenciosamente,
Leonardo Clément
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https://www.instagram.com/institutobrasileirodeaph/
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SBV em Pediatria + Engasgo
Leonardo Clément
Os 4 Passos que Salvam Vidas
Revisores
Wesley Pinto
Marcelo Herculano
Ednei dos Santos
Baseado nos Protocolos da: 
American Heart Association
(AHA)
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