Prévia do material em texto
MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA TRÁFEGO AÉREO MCA 100-13 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA O USO DE COMUNICAÇÃO POR ENLACE DE DADOS CONTROLADOR-PILOTO (CPDLC) E DE VIGILÂNCIA DEPENDENTE AUTOMÁTICA- CONTRATO (ADS-C) NO ATS 2017 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO TRÁFEGO AÉREO MCA 100-13 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA O USO DE COMUNICAÇÃO POR ENLACE DE DADOS CONTROLADOR-PILOTO (CPDLC) E DE VIGILÂNCIA DEPENDENTE AUTOMÁTICA- CONTRATO (ADS-C) NO ATS 2017 MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 168/DGCEA, DE 18 DE OUTUBRO DE 2017. Aprova a edição da modificação do MCA 100-13, Manual que estabelece os procedimentos operacionais para o uso de Comunicação por Enlace de Dados Controlador-Piloto (CPDLC) e de Vigilância Dependente Automática – Contrato (ADS-C) no ATS. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, de conformidade com o previsto no art. 19, inciso I, da Estrutura Regimental do Comando da Aeronáutica, aprovada pelo Decreto nº 6.834, de 30 de abril de 2009, e considerando o disposto no art. 10, inciso IV, do Regulamento do DECEA, aprovado pela Portaria nº 1.668/GC3, de 16 de setembro de 2013, resolve: Art. 1o Aprovar a edição da modificação do MCA 100-13, " Procedimentos Operacionais para o Uso de Comunicação por Enlace de Dados Controlador-Piloto (CPDLC) e de Vigilância Dependente Automática – Contrato (ADS-C) no ATS ", que com esta baixa. Art. 2o Esta Portaria entra em vigor em 09 de novembro de 2017. Ten Brig Ar JEFERSON DOMINGUES DE FREITAS Diretor-Geral do DECEA (Publicado no BCA no 185, de 27 de outubro de 2017) MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO PORTARIA DECEA No 143/DGCEA, DE 18 DE AGOSTO DE 2017. Aprova a reedição do MCA 100-13, Manual que estabelece os procedimentos operacionais para o uso de Comunicação por Enlace de Dados Controlador-Piloto (CPDLC) e de Vigilância Dependente Automática – Contrato (ADS-C) no ATS. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO, de conformidade com o previsto no art. 19, inciso I, da Estrutura Regimental do Comando da Aeronáutica, aprovada pelo Decreto nº 6.834, de 30 de abril de 2009, e considerando o disposto no art. 10, inciso IV, do Regulamento do DECEA, aprovado pela Portaria nº 1.668/GC3, de 16 de setembro de 2013, resolve: Art. 1o Aprovar a reedição do MCA 100-13, “Procedimentos Operacionais para o Uso de Comunicação por Enlace de Dados Controlador-Piloto (CPDLC) e de Vigilância Dependente Automática – Contrato (ADS-C) no ATS”, que com esta baixa. Art. 2o Esta Portaria entra em vigor em 9 de novembro de 2017. Art. 3o Revoga-se a Portaria DECEA nº 43/SDOP, de 28 de julho de 2009, publicada no Boletim do Comando da Aeronáutica nº 147, de 10 de agosto de 2009. Ten Brig Ar JEFERSON DOMINGUES DE FREITAS Diretor-Geral do DECEA (Publicado no BCA no 148, de 28 de agosto de 2017) MCA 100-13/2017 SUMÁRIO PREFÁCIO ............................................................................................................................... 7 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ..................................................................................... 9 1.1 FINALIDADE ..................................................................................................................... 9 1.2 ÂMBITO .............................................................................................................................. 9 1.3 DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS ................................................................................... 9 2 VISÃO GERAL DAS OPERAÇÕES DATA LINK ......................................................... 19 2.1 BENEFÍCIOS DO USO DE DATA LINK......................................................................... 19 2.2 SISTEMAS E SERVIÇOS DATA LINK .......................................................................... 20 3 PROCEDIMENTOS DO CONTROLADOR .................................................................. 57 3.1 VISÃO GERAL ................................................................................................................. 57 3.2 GERENCIAMENTO DA CONEXÃO CPDLC E TRANFERÊNCIAS DE COMUNICAÇÕES POR VOZ ................................................................................................. 58 3.3 CPDLC – MENSAGENS UPLINKS ................................................................................. 63 3.4 CPDLC – DOWNLINKS ................................................................................................... 72 3.5 ADS-C ............................................................................................................................... 76 3.6 SEPARAÇÃO .................................................................................................................... 81 3.7 SERVIÇO DE ALERTA .................................................................................................... 84 3.8 PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA ......................................................................... 84 3.9 PROCEDIMENTOS NÃO ROTINEIROS ........................................................................ 86 4 PROCEDIMENTOS DA TRIPULAÇÃO DE VOO ....................................................... 93 4.1 VISÃO GERAL ................................................................................................................. 93 4.2 LOGON ............................................................................................................................. 93 4.3 REPORTE DE POSIÇÃO .................................................................................................. 94 4.4 DESVIOS METEOROLÓGICOS E OFFSETS ................................................................ 94 5 DISPOSIÇÕES FINAIS ..................................................................................................... 98 REFERÊNCIAS ................................................................................................................ 99 Anexo A - Elementos de Mensagem CPDLC e Mensagens de Texto Livre Padronizado ........................................................................................................................... ................................................................................................................................................ 100 MCA 100-13/2017 PREFÁCIO Esta publicação foi reeditada, basicamente, com o objetivo de aplicar as disposições contidas na segunda edição do Global Operational Data Link Document (GOLD), relacionadas com os procedimentos sobre a Comunicação por Enlace de Dados Controlador- Piloto (CPDLC) e a Vigilância Dependente Automática – Contrato (ADS-C). As disposições aqui contidas estão em consonância com o que preconiza a Organização de Aviação Civil Internacional, principalmente com relação ao contido nos Anexos 10 e 11 à Convenção de Aviação Civil Internacional e no PANS-ATM (Procedimento para os Serviços de Navegação Aérea – Gerenciamento de Tráfego Aéreo – Documento 4444 da OACI). Atualmente, o Brasil adota para as Comunicações por Enlace de Dados Controlador-Piloto (CPDLC), na FIR Atlântico, os elementos de mensagem CPDLC e mensagens de texto livre padronizadas contidas no anexo A do Global Operational Data Link Document (GOLD), 2ª edição, de 26 de abril de 2013, da OACI. MCA 100-13/2017 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 FINALIDADE O presente Manual tem por finalidade estabelecer os procedimentos referentes à Comunicação por Enlace de Dados Controlador-Piloto (CPDLC) e à Vigilância Dependente Automática – Contrato (ADS-C), em complemento ao disposto na ICA 100-37, “Serviços deTráfego Aéreo”, e ICA 100-31, “Requisitos dos Serviços de Tráfego Aéreo”, sobre tais assuntos. 1.2 ÂMBITO As disposições constantes deste Manual são de observância obrigatória e aplicam-se aos controladores de tráfego aéreo e usuários que operam em porções do espaço aéreo brasileiro, onde a Comunicação por Enlace de Dados Controlador-Piloto (CPDLC) e a Vigilância Dependente Automática – Contrato (ADS-C) são utilizadas. 1.3 DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS 1.3.1 DEFINIÇÕES AUTORIDADE APROPRIADA a) referindo-se ao sobrevoo em alto-mar: a autoridade relevante do Estado de Registro; ou b) referindo-se ao voo em outras áreas: a autoridade relevante do Estado que tem soberania sobre o território sobrevoado. AUTORIDADE ATS APROPRIADA A autoridade relevante designada pelo Estado responsável por prover os Serviços de Tráfego Aéreo em seu respectivo espaço aéreo. AUTORIDADE DE DADOS ATUAL (CDA) O sistema de solo designado através do qual um diálogo CPDLC entre um piloto e um controlador, atualmente responsável pelo voo, é permitido ser realizado. CAPACIDADE DE INÍCIO DATA LINK (DLIC) Uma aplicação data link que fornece a habilidade de trocar endereços, nomes e números de versão necessários para iniciar aplicações data link. CÓDIGO DE CHAMADA O designador usado em comunicações ar-terra para identificar a aeronave; é também equivalente a identificação codificada da aeronave. COMUNICAÇÃO BASEADA EM PERFORMANCE (PBC) Os serviços de comunicação ATC e capacidade baseada em requisitos de performance para a prestação de serviço de tráfego aéreo, aeronave e operações de voo ao 10/149 MCA 100-13/2017 longo da rota ATC, sobre um procedimento de aproximação por instrumento ou um espaço aéreo designado. NOTA: Os requisitos de performance de comunicação são atribuídos aos componentes de sistema em uma especificação RCP em termos de tempo de transação de comunicação, continuidade, disponibilidade, integridade, segurança e funcionalidade necessária para a operação proposta no contexto de um conceito de espaço aéreo particular. COMUNICAÇÕES DE DADOS ENTRE INSTALAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO (AIDC) Troca automatizada de dados entre unidades de serviços de tráfego aéreo, particularmente no que concerne à coordenação e transferência de voos. COMUNICAÇÕES POR ENLACE DE DADOS Forma de comunicação destinada ao intercâmbio de mensagens via enlace de dados. COMUNICAÇÕES POR ENLACE DE DADOS CONTROLADOR-PILOTO Meio de comunicação entre controlador e piloto por meio de enlace de dados para comunicações ATC. CONTINUIDADE RSP (C) Probabilidade requerida em que os dados de vigilância podem ser transferidos dentro do parâmetro de tempo de transferência de vigilância, OT ou DT 95%, dado que o serviço estava disponível no início da transferência. CONTRATO ADS Meio pelo qual os termos de um acordo ADS serão trocados entre o sistema terrestre e a aeronave, especificando sob que condições os reportes ADS serão iniciados e que dados serão contidos nos reportes. NOTA: O termo “contrato ADS” é um termo genérico que significa, diferentemente, contrato de evento ADS, contrato de demanda ADS, contrato periódico ADS ou um modo de emergência. A expedição de terra dos reportes ADS podem ser implementados entre sistemas terrestres. CONTROLE OPERACIONAL AERONÁUTICO (AOC) Comunicação requerida para o exercício da autoridade sobre a iniciação, continuação, diversificação ou término do voo por motivos de segurança, regularidade e eficiência. DIÁLOGO Uma relação cooperativa entre elementos que permitem a comunicação e operação conjunta. MCA 100-13/2017 11/149 DIÁLOGO CPDLC a) uma única mensagem, que é uma mensagem fechada; ou b) uma série de mensagens começando com uma mensagem aberta, consistindo em quaisquer mensagens relacionadas à mensagem original aberta e outra através do uso de um Número de Referência de Mensagem (MRN), terminado quando todas essas mensagens são fechadas. ELEMENTO DE MENSAGEM. Um componente de uma mensagem usada para definir o contexto da informação trocada. NOTA: Utilizado neste documento para significar elemento de mensagem CPDLC. ELEMENTO DE MENSAGEM CPDLC Um componente de uma mensagem. Um elemento de mensagem é definido por usos específicos (e.g. autorização vertical, modificação de rota). Um “elemento de mensagem de texto livre” fornece capacidade adicional. NOTA: O termo abreviado ”elemento de mensagem” é comumente utilizado para se referir a um elemento de mensagem CPDLC. ELEMENTO DE MENSAGEM DE TEXTO LIVRE Um elemento de mensagem usado para transmitir informações que não se ajustem a nenhum elemento de mensagem padronizado no conjunto de mensagens CPDLC. ELEMENTO DE MENSAGEM PADRÃO Qualquer elemento de mensagem definido que não contém o parâmetro [free text]. ELEMENTO PADRONIZADO DE MENSAGEM DE TEXTO LIVRE Um elemento da mensagem que usa um formato de texto livre e definido, utilizando palavras específicas em uma ordem específica. NOTA: Elementos padronizado de mensagens de texto livre podem ser alimentados manualmente pelo usuário ou previamente formatados. ELEMENTO FORMATADO DE MENSAGEM DE TEXTO LIVRE PREVIAMENTE Um elemento de mensagem de texto livre que está armazenado no sistema da aeronave ou no sistema no solo para seleção. ENDEREÇO DE AERONAVES Uma combinação única de 24 bits disponível para atribuição a uma aeronave com o propósito de comunicações ar-terra, navegação e vigilância. 12/149 MCA 100-13/2017 EVENTO DE DESVIO DE FAIXA DE ALTITUDE (LRDE) Um tipo de evento que desencadeia um reporte ADS-C quando o nível da aeronave é superior ao teto de serviço ou o nível da aeronave é inferior ao nível do solo. NOTA: Às vezes é chamado evento de mudança de faixa de altitude. ESPECIFICAÇÃO DE NAVEGAÇÃO Conjunto de requisitos relativos à aeronave e à tripulação de voo necessários para apoiar operações PBN, dentro de um espaço aéreo definido. Há dois tipos de Especificação de Navegação: a) Especificação RNP – Especificação de Navegação baseada em Navegação de Área que inclui os requisitos para monitoração e alerta de performance, designada pelo prefixo RNP, por exemplo: RNP 4, RNP APCH; e b) Especificação RNAV – Especificação de Navegação baseada em Navegação de Área que não inclui os requisitos para monitoração e alerta de performance, designada pelo prefixo RNAV, por exemplo: RNAV 5, RNAV 1. ESPECIFICAÇÃO DE PERFORMANCE DE COMUNICAÇÃO REQUERIDA (RCP) Um conjunto de requisitos para a prestação de serviço de tráfego aéreo, capacidade da aeronave e operações necessárias para suportar a comunicação baseada em performance dentro de um espaço aéreo definido. NOTA: O termo RCP, atualmente definido pela OACI como “uma afirmação de requisitos de performance para a comunicação operacional em apoio de funções ATM específicas”, é utilizado neste documento para alinhar o conceito de PBC com o conceito de PBN. O termo RCP é agora utilizado no contexto de especificação que é aplicável ao estabelecimento de requisitos do espaço aéreo, qualificação da prestação ATC, capacidade da aeronave e uso operacional, incluindo o monitoramento pós-implementação (e.g. RCP 240 refere-se aos critérios para vários componentes do sistema operacional para assegurar que uma capacidade de intervenção aceitável para o controlador é mantida). EVENTO DE DESVIO LATERAL (LDE) Um tipo de evento que desencadeia um reporte ADS-C quando o valor absoluto da distância lateral entre a posição real da aeronave e a posição esperada da aeronave sobre o plano de voo ativo da aeronave se torna maior do que limiar de desvio lateral. EVENTO DE MUDANÇA DE RAZÃO VERTICAL (VRE) Um tipo de evento que desencadeia um reporte ADS-C quando a razão de subida ou descida da aeronave é maior do que o limiar da razão vertical. MCA 100-13/2017 13/149 EVENTO DE MUDANÇA DE WAYPOINT (WCE) Um tipo de eventoque desencadeia um reporte ADS-C quando há uma mudança no próximo waypoint ou o waypoint depois do próximo no plano de voo ativo da aeronave. FIGURA DE MÉRITO Uma indicação da capacidade do sistema de navegação da aeronave de manter a precisão da posição. GERENCIAMENTO DE TRÁFEGO AÉREO (ATM) O gerenciamento dinâmico e integrado de tráfego aéreo e espaço aéreo, incluindo serviços de tráfego aéreo, gerenciamento do espaço aéreo e do fluxo de tráfego aéreo seguro, econômico e eficiente, através da provisão de facilidades e serviços em colaboração com todas as partes e envolvendo funções aéreas e terrestres. IDENTIFICADOR DO ELEMENTO DA MENSAGEM O código ASN.1 do: a) ATCUplinkMsgElementId; ou b) ATCDownlinkMsgElementId. MEMBRO DA TRIPULAÇÃO DE VOO Uma pessoa autorizada pela autoridade apropriada incumbida de deveres essenciais às operações de uma aeronave na cabine de comando durante um período de serviço no voo. MENSAGEM Unidade básica de informação do usuário trocada entre uma aplicação de bordo e a sua outra parte no solo ou entre duas aplicações de solo. Mensagens são passadas em um ou mais bloco de dados de um usuário para outro através de sub-redes diferentes. NOTA: Utilizado neste documento para significar mensagem CPDLC. MENSAGEM DE TEXTO LIVRE PADRONIZADA Um formato de mensagem de texto livre que foi acordada pelas partes interessadas como uma mensagem que deve ser usada com o propósito/intento mostrado neste documento. MENSAGEM CPDLC Informação trocada entre uma aplicação de bordo e sua parte interessada de solo. Uma mensagem CPDLC consiste em um elemento de mensagem único ou uma combinação de elementos de mensagem transmitidos em uma única transmissão pelo iniciador. 14/149 MCA 100-13/2017 NOTA: O termo abreviado “mensagem” é comumente utilizado para se referir à mensagem CPDLC. MENSAGEM ABERTA Uma mensagem que contém pelo menos um elemento de mensagem que requer uma resposta. Uma mensagem aberta permanece aberta até que a resposta seja recebida. MENSAGEM DOWNLINK (DM) Uma mensagem CPDLC enviada de uma aeronave. MENSAGEM FECHADA Uma mensagem que: a) não contém elementos de mensagem que exigem uma resposta; ou b) recebeu uma resposta de fechamento. MENSAGEM MULTIELEMENTO Uma mensagem CPDLC que consiste em mais de um elemento de mensagem (autorização, instrução ou informação), manipulada pelo controlador da tripulação de voo como uma mensagem única. MENSAGEM UPLINK (UM). Uma mensagem CPDLC enviada de um sistema de solo. NAVEGAÇÃO BASEADA EM PERFORMANCE (PBN) É a Navegação de Área baseada nos requisitos de performance para aeronaves operando ao longo de uma rota ATS, em um procedimento de aproximação por instrumentos ou em um espaço aéreo designado. NOTA: Os requisitos de performance são expressos em Especificação de Navegação (Especificação RNAV ou Especificação RNP), em termos de precisão, integridade, continuidade, disponibilidade e funcionalidade, necessárias à operação proposta no contexto de um conceito específico de espaço aéreo. OPERADOR DE RÁDIO Uma pessoa autorizada pela autoridade apropriada para retransmitir a comunicação radiotelefônica entre o órgão ATC e a tripulação de voo. PERFORMANCE DE VIGILÂNCIA Uma declaração dos requisitos de performance para a vigilância operacional em apoio às funções ATM específicas. MCA 100-13/2017 15/149 PERFORMANCE DE VIGILÂNCIA REQUERIDA (RSP) Uma confirmação de requisitos de performance para a vigilância operacional em apoio às funções ATM específicas. PERFORMANCE TÉCNICA DE COMUNICAÇÃO REQUERIDA (RCTP) A porção do tempo de (intervenção) transação não inclui os tempos humanos de composição de mensagem, resposta operacional e reconhecimento de resposta operacional. PLANO DE VOO ATIVO DA AERONAVE Endereço de aeronaves. Uma combinação única de 24 bits disponível para atribuição a uma aeronave com o propósito de comunicações ar-terra, navegação e vigilância. PONTO DE REPORTE COMPULSÓRIO Um waypoint ATC para o qual um reporte de posição é exigido para uma aeronave. PROVEDOR DE SERVIÇOS DE NAVEGAÇÃO AÉREA (PSNA) Uma organização responsável pela prestação de serviços de tráfego aéreo. PRÓXIMA AUTORIDADE DE DADOS O sistema de solo designado pela autoridade de dados atual através do qual uma transferência de comunicações e controle se realizam. PUBLICAÇÃO DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA (AIP) Aquela publicada por qualquer Estado, ou com sua autorização, que contém informação aeronáutica, de caráter duradouro, indispensável à navegação aérea. REDE DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS (ATN) Uma arquitetura de rede global que permite uma sub-rede de dados de solo, ar- solo e aviônica trocar dados digitais para a segurança da navegação aérea e para a operação regular, eficiente e econômica dos serviços de tráfego aéreo. RESPOSTA DE FECHAMENTO Uma mensagem contendo um elemento de mensagem que tem a capacidade de fechar outra mensagem. SEPARAÇÃO CONVENCIONAL (NR) – Portaria do DECEA nº 168/DGCEA DE 18/10/2017. A separação utilizada quando é fornecido o controle convencional. SERVIÇO ADS-C Um termo usado para indicar um Serviço ATS que fornece uma informação de vigilância por meio da aplicação do ADS-C. 16/149 MCA 100-13/2017 NOTA: A ICA 100-37 não inclui o ADS-C em suas definições como sistema de vigilância ATS. Portanto, um serviço de vigilância ATS não considera aqueles fornecidos por meio da aplicação do ADS-C, a menos que ele possa ser mostrado pela avaliação comparativa para ter um nível de segurança e performance igual ou melhor do que o SSR monopulso. SISTEMA DE ANTICOLISÃO DE BORDO (ACAS) Um sistema da aeronave baseado em sinais de transponder do radar secundário de vigilância (SSR), que opera independentemente de equipamentos de solo para fornecer aviso ao piloto de conflitos potenciais com outras aeronaves equipadas com transponder SSR. SISTEMA DE DADOS SUBSEQUENTE Sistema terrestre assim designado pelo sistema de dados atual através do qual pode acontecer uma transferência adiantada de comunicações e de controle. SISTEMA DE DADOS ATUAL Sistema terrestre designado, através do qual é permitido o diálogo CPDLC entre um piloto e um controlador responsável pelo voo. ÓRGÃO ATS Expressão genérica que se aplica, segundo o caso, a um órgão de controle de tráfego aéreo ou a um órgão de informação de voo. VIGILÂNCIA DEPENDENTE AUTOMÁTICA – CONTRATO (ADS-C) Um meio pelo qual os termos de um acordo ADS-C serão trocados entre o sistema de solo e a aeronave, por enlace de dados, especificando em que condições os informes ADS-C seriam iniciados e quais dados estariam contidos nesses informes. NOTA: O termo abreviado “contrato ADS” é comumente utilizado para se referir a um contrato de evento ADS, contrato de demanda ADS, contrato periódico ADS ou um modo emergência. VIGILÂNCIA DEPENDENTE AUTOMÁTICA – RADIODIFUSÃO (ADS-B). Um meio pelo qual a aeronave, veículos de aeródromo e outros objetos podem automaticamente transmitir e/ou receber dados, tais como identificação, posição e dados adicionais, conforme o caso, em modo radiodifusão via data link. WAYPOINT ATC Um waypoint contido no Campo 15 do plano de voo, ou alterado pelo ATC. NOTA: Um waypoint inserido pela tripulação de voo com o propósito de conduzir as operações de voo, todavia pontos de não retorno não são waypoints ATC. MCA 100-13/2017 17/149 1.3.2 ABREVIATURAS ACARS - Sistema de reporte e endereçamento de comunicações da aeronave. ACAS - Sistema anticolisão da aeronave. ACC - Centro de controle de área. ADS - Vigilância dependente automática (retido por referência a documentos desatualizados. ADS-B - Vigilância dependente automática – radiodifusão. ADS-C - Vigilância dependente automática – Contrato. AGL - Acima do nível do solo. AIDC - Comunicações de dados entre instalações de serviços de tráfego aéreo. AIP -Publicação de Informação Aeronáutica. AOC - Controle operacional aeronáutico. ATC - Controle de tráfego aéreo. ATM - Gerenciamento de tráfego aéreo. ATN - Rede de telecomunicação aeronáutica. ATS - Serviço de tráfego aéreo. ATN B1 - Rede de telecomunicação aeronáutica patamar 1, como definido pelo RTCA. CDA - Autoridade de dados atual. CPDLC - Comunicações por Enlace de Dados Controlador-Piloto. DCPC - Comunicações diretas do controlador-piloto. DLIC - Capacidade de Inicialização por Enlace de Dados. DATA LINK - Enlace de Dados. FANS - Sistema de Navegação Aérea do Futuro. FIR - Região de informação do voo. FL - Nível de voo. FMS - Sistema de gerenciamento do voo. GPS - Sistema de posicionamento global (USA). HF - Alta frequência (3-30 Mhz). IATA - Associação de Transporte Aéreo Internacional. OACI - Organização de Aviação Civil Internacional. LDE - Evento de desvio lateral. LRDE - Evento de desvio de faixa de nível. MET - Meteorológico ou meteorologia. MRN - Número de referência de mensagem. 18/149 MCA 100-13/2017 NDA - Próxima autoridade de dados. ORT - Tabela de requisitos operacionais. PANS-ATM - Procedimentos para Serviços de Navegação Aérea e Gerenciamento de Tráfego Aéreo. PBC - Comunicação baseada em performance. PBN - Navegação baseada em performance. PORT - Tempo de resposta operacional do piloto. POS - Mensagem de reporte de posição. PSNA - Provedor de serviço de navegação aérea. RCP - Performance de comunicação requerida. RCTP - Performance técnica de comunicação requerida. RNAV - Navegação de área. RNP - Performance de navegação requerida. RSP - Performance de vigilância requerida. RSTP - Performance técnica de vigilância requerida. SATCOM - Comunicação por Satélite. SELCAL - Sistema de chamada seletiva. UM - Mensagem uplink. VDL M0/A - VHF data link sub-rede modo 0/A. VDL M2 - VHF data link sub-rede mode 2. VHF - Frequência muito alta (30-300 Mhz). VRE - Evento de mudança de razão vertical. WCE - Evento de mudança de waypoint. MCA 100-13/2017 19/149 2 VISÃO GERAL DAS OPERAÇÕES DATA LINK 2.1 BENEFÍCIOS DO USO DE DATA LINK 2.1.1 Os serviços data link fornecem comunicações que são destinadas a possibilitar um gerenciamento de tráfego aéreo mais eficiente e, como consequência, há a possibilidade de aumento da capacidade do espaço aéreo. 2.1.2 Além disso, em um espaço aéreo onde a separação convencional é aplicada, os serviços data link melhoram as comunicações, a vigilância e o monitoramento de conformidade da rota para suportar as capacidades operacionais que vão possibilitar, entre outros benefícios: a) separações reduzidas; e b) melhor gerenciamento de desvios de formações meteorológicas. 2.1.3 O CPDLC melhora as capacidades de comunicação através da redução do congestionamento dos canais de voz. 2.1.4 Dependendo da implementação específica, outras vantagens associadas com o CPDLC incluem: a) fornecimento das comunicações diretas entre controlador e piloto (DCPC) em um espaço aéreo onde isso não estava disponível anteriormente; b) permitir à tripulação de voo imprimir mensagens; c) permitir que mensagens sejam armazenadas e revistas conforme necessário; d) reduzir os erros causados pela tripulação de voo através do carregamento de informação de mensagens uplink específicas, como autorizações de rota ou instruções de troca de frequências, em outros sistemas da aeronave, como o FMS ou rádios; e) permitir a tripulação de voo solicitar autorizações de rotas complexas, as quais o controlador pode responder sem ter que inserir manualmente uma longa lista de coordenadas; f) reduzir a carga de trabalho da tripulação de voo através do suporte de reportes automaticamente transmitidos quando um evento específico ocorre, como cruzar um waypoint e o carregamento de informação de autorização diretamente para o sistema de gerenciamento de voo; e g) reduzir a carga de trabalho do controlador através do fornecimento de atualizações de plano de voo automáticas quando mensagens downlink específicas (e respostas para algumas mensagens uplink) forem recebidas. 20/149 MCA 100-13/2017 2.2 SISTEMAS E SERVIÇOS DATA LINK 2.2.1 DESCRIÇÕES DE REDE 2.2.1.1 Rede ACARS 2.2.1.1.1 O sistema data link FANS 1/A (incluindo o FANS 1/A+, FANS 1/A ADS C e FANS 1/A-ATN B1) depende da rede ACARS, a qual é fornecida e mantida por vários prestadores de serviço de comunicação. 2.2.1.1.2 A rede ACARS evoluiu a partir da necessidade de troca de mensagens entre uma aeronave e seu AOC. 2.2.1.1.3 A rede ACARS consiste principalmente de sub-redes VHF (VDL M0/A e VDL M2) e satelitais, mas também inclui a sub-rede HFDL. As características de performance de cada sub-rede variam e seu uso para o ATC dependerá da performance requerida para a operação planejada 2.2.1.2 Rede ATN 2.2.1.2.1 O sistema data link ATN B1 se apoia na rede de telecomunicação aeronáutica (ATN), a qual é fornecida e mantida por vários prestadores de serviço de comunicação (CSP) e/ou PSNA. 2.2.1.2.2 A rede ATN foi desenvolvida pela OACI para apoiar a necessidade de comunicações ATS. 2.2.1.2.3 A rede ATN se apoia apenas no VHF (VDL M2) para concordar com a performance exigida para as operações desejadas. 2.2.2 DATA LINK MESSAGES 2.2.2.1 A Tabela 1 fornece a lista de mensagens data link ar-solo que suportam o serviço de capacidade de início data link. Isso define um termo genérico para cada mensagem que será utilizada neste documento. Ele também fornece o propósito e o conteúdo específico para mensagens FANS 1/A e ATN B1. Tabela 1 – Mensagens data link ar-solo para DLIC Nome Genérico da Mensagem Objetivo Mensagens FANS- 1/A Mensagens ATN B1 Procedimento de logon ar-solo Solicitação de logon Fornecer ao órgão ATC informação para confirmar a identidade da aeronave e suas capacidades data link e notificar o órgão ATC da intenção da tripulação de voo em usar serviços data link. FN_CON CM_LOGON_REQUEST Resposta do logon Notificar a aeronave do status da sua solicitação de logon. FN_AKCON CM_LOGON_RESPONSE MCA 100-13/2017 21/149 Procedimento de encaminhamento de endereço ar-solo Solicitação de contato Instruir a aeronave para enviar uma solicitação de logon para um órgão ATC especificada. FN_CAD CM_CONTACT Resposta de contato Indicar para o órgão ATC de início que a solicitação logon será enviada para o órgão ATC especificado. FN_RESP Sem equivalente ATN Contato completo Fornecer ao órgão ATC do início o status da solicitação de logon para a órgão ATC especificado. FN_COMP CM_CONTACT_RESPONSE 2.2.2.2 A Tabela 2 fornece a lista de mensagens data link solo-solo que suportam a coordenação solo-solo para o encaminhamento de endereço entre o órgão ATC receptor e o doador. Tabela 2 – Mensagens data link solo-solo para DLIC Nome Genérico da Mensagem Objetivo AIDC OLDI (ver nota) Procedimento de encaminhamento de endereço solo-solo Encaminhamento de logon Fornecer ao órgão ATC a informação de logon de uma aeronave. AIDC FAN OLDI LOF Próxima Autoridade Notificada Fornecer ao órgão ATC receptor informação de que a aeronave foi notificada sobre sua próxima autoridade de dados. Nota: Esta mensagem se destina a prevenir o órgão ATC receptor de tentar estabelecer uma conexão CPDLC antes da mensagem NDA ser enviada à aeronave. Sem equivalente OLDI NAN Procedimento de encaminhamento de endereço solo-solo Encaminhamento de Conexão Avisar a um órgão ATC que o ATC transferidor terminou sua conexão CPDLC com a aeronave utilizando um identificador de Status de Conexão CPDLC (CPD=0) Nota: Esta mensagem também pode ser utilizada para notificar o status da conexão inativa. AIDC FCN Não aplicável. 22/149 MCA 100-13/2017 2.2.3 CAPACIDADE DE INÍCIO DATA LINK (DLIC) 2.2.3.1 Propósito dologon (correlação plano de voo) 2.2.3.1.1 O logon é o primeiro passo no processo data link. Um logon, iniciado pela tripulação de voo ou por outro órgão ATC, é feito antes do órgão ATC estabelecer uma conexão CPDLC e/ou ADS-C. O objetivo do logon é: a) fornecer ao órgão ATC a aplicação data link “context” da aeronave, a saber: 1) as aplicações data link ATC suportadas pelo sistema da aeronave (por exemplo, CPDLC, ADS-C) e os números da versão associada destas aplicações; e 2) a identificação única da aeronave; b) fornecer ao órgão ATC a informação da aeronave relevante exigida para permitir que o órgão ATC correlacione a informação de logon com o plano de voo correspondente da aeronave. NOTA 1: Para FANS 1/A, a única identificação da aeronave é o registro da aeronave e/ou endereço da aeronave; para o ATN B1, a única identificação da aeronave é o endereço da aeronave. 2.2.3.1.2 No recebimento da solicitação de logon, o órgão ATC correlaciona a informação do logon com a informação relevante no plano de voo que possui. Isso garante que mensagens sejam enviadas à aeronave correta e que a automação associada com os reportes ADS-C ou as mensagens CPDLC atualizem o plano de voo correto. 2.2.3.1.3 Quando se faz essa correlação, o sistema de solo: a) garante que a identificação da aeronave na solicitação do logon se associe com o Item 7 do plano de voo relacionado e pelo menos um registro da aeronave ou o endereço da aeronave fornecido se correlacione com os descritores correspondentes (seguindo o REG e/ou indicadores CODE, respectivamente) no Item 18 do plano de voo; e b) utilize apenas a informação contida dentro da parte da mensagem de solicitação de logon que está protegida pela verificação de redundância cíclica (CRC). NOTA 1: Os dados utilizados para correlação são: a) para FANS 1/A, a identificação da aeronave, registro da aeronave e opcionalmente, a posição atual da aeronave (lat/long) e o endereço da aeronave (se disponível); ou b) para ATN B1 (quando disponível no SISCEAB), a identificação da aeronave, aeroportos de decolagem e destino, o endereço da aeronave e opcionalmente o tempo estimado de calços fora (EOBT), se fornecido. MCA 100-13/2017 23/149 Tabela 3 2.2.3.2 Solicitação do logon inicial 2.2.3.2.1 Uma solicitação de logon inicial é necessária quando a aeronave não tem uma conexão ADS-C ou CPDLC, como quando: a) a aeronave está se preparando para decolagem; b) a aeronave entrará em uma área onde os serviços data link estão disponíveis a partir de uma área onde os serviços data link não estão disponíveis; ou c) instruídos pelo ATC (por exemplo, seguindo a transferência data link que falhou). 2.2.3.2.2 Para realizar uma solicitação de logon inicial, a tripulação de voo insere o identificador OACI de quatro caracteres do órgão ATC para a qual a solicitação de logon será enviada e inclui a seguinte informação específica do voo: a) identificação da aeronave (mesmo do item 7 do plano de voo); b) registro da aeronave e/ou endereço da aeronave (mesmo do item 18, precedido pelo REG e/ou CODE, do plano de voo); e Exemplo FANS 1/A O exemplo seguinte de um logon AFN indica a informação apropriada na mensagem ACARS para correlacionar o logon AFN com um plano de voo. QU <ACARS “TO” address> . <ACARS “FROM” address> 010000 AFD FI AB0123/AN ST-XYZ DT QXT POR1 010000 J59A - AFN/FMHABC123,.ST-XYZ,DEF456,000002/FPOS30000E160000,0/FCOADS,01/ FCOATC,01<CRC> O órgão ATC usa apenas a informação na parte protegida pela CRC da mensagem ACARS. No exemplo acima, a parte CRC está destacada e contém a seguinte informação: a identificação da aeronave é ABC123 (não AB0123, contido no cabeçalho ACARS); o registro da aeronave é ST-XYZ; e o endereço da aeronave é DEF456. Nota: Alguns órgãos ATC podem operar um sistema de solo que não integra a capacidade data link com um sistema de processamento de dados do voo. Sob estas circunstâncias, o órgão ATC necessitará garantir que a informação do logon estará disponível para o controlador manualmente cruzar a informação com os detalhes do plano de voo. 24/149 MCA 100-13/2017 c) aeródromos de partida e destino, quando exigido (mesmo dos itens 13 e 16 do plano de voo). NOTA 1: De acordo com a OACI, a identificação da aeronave inserida no sistema da aeronave é o designador da OACI para a agência operadora da aeronave seguida pela identificação do voo ou registro da aeronave. 2.2.3.2.3 Para evitar uma rejeição automática da solicitação de logon, a tripulação de voo deve garantir que a informação específica do voo inserida no sistema da aeronave é o mesma dos detalhes correspondentes apresentados no plano de voo. 2.2.3.3 Resposta do logon 2.2.3.3.1 Como mostra a Figura 1, o sistema de solo responde automaticamente a uma requisição de logon (conforme a Tabela 1). A mensagem de resposta de logon fornece informações para o sistema da aeronave se: a) a solicitação de logon foi aceita (por exemplo, pode estar relacionada com o plano de voo); ou b) a solicitação de logon foi rejeitada (por exemplo, pode não estar relacionada ao plano de voo). 2.2.3.3.2 Para garantir que as mensagens CPDLC sejam enviadas apenas para a aeronave para a qual o órgão ATC tenha um plano de voo, este órgão ATC pode rejeitar uma solicitação de logon se: a) não houver um plano de voo para o voo; b) o plano de voo não contenha o registro/endereço da aeronave; ou c) o registro/endereço da aeronave na mensagem de solicitação de logon não corresponda com o registro/endereço da aeronave no plano de voo. 2.2.3.3.3 Os hifens ou espaços contidos no registro da aeronave não são caracteres válidos no plano de voo e, portanto, não estão presentes no plano de voo apresentado. O sistema de solo deve estar configurado para prevenir que a solicitação de logon seja rejeitada devido aos hifens ou espaços incluídos no registro da aeronave enviados na mensagem de solicitação de logon, mas não no plano de voo. 2.2.3.3.4 A mensagem de reposta do logon também fornece informação concernente às aplicações data link ATC que o órgão ATC suporta. MCA 100-13/2017 25/149 Figura 1 – Trocas de logon inicial 2.2.3.4 Solicitação de logon desencadeada pela solicitação de contato 2.2.3.4.1 O procedimento de encaminhamento de endereço ar-solo é o processo por onde um órgão ATC instrui o sistema da aeronave para iniciar uma solicitação de logon para outro órgão ATC (por exemplo, quando o voo está deixando a área de competência de um órgão ATC onde um logon já foi concluído e é transferido para outro órgão ATC). 2.2.3.4.2 Quando desencadeado por uma solicitação de contato, uma solicitação de logon é iniciada sem o input da tripulação de voo. 2.2.3.4.3 O CDA tipicamente inicia o encaminhamento de endereço para permitir um downstream ou um órgão ATC adjacente (NDA) estabelece uma conexão CPDLC inativa e/ou um contrato ADS para propósitos de monitoramento. 2.2.3.4.4 Qualquer órgão ATC pode iniciar o encaminhamento de endereço enviando uma mensagem de solicitação de contato para a aeronave. No recebimento, a aeronave transmite automaticamente uma solicitação de logon para o órgão ATC cujo endereço foi incluído na mensagem de solicitação de contato. 2.2.3.4.5 O órgão ATC que inicia o procedimento de encaminhamento de endereço recebe uma indicação do status do procedimento do logon ar-solo com o órgão ATC especificado no recebimento da mensagem completa de contato. 26/149 MCA 100-13/2017 Figura 2 – Sequência de mensagem de encaminhamento de endereço ar-solo (Transferência entre áreas onde o data link é fornecido) 2.2.3.4.6 Onde a funcionalidade estiver disponível, uma ATSU pode imitar o procedimento de encaminhamento de endereço ar-solo com um procedimento de encaminhamento de endereço solo-solo que utilize as mensagens listadas na Tabela 2. A mensagem de encaminhamentode logon contém a mesma informação de uma solicitação de logon, mas é transmitido por uma ATSU para outra como representado na Figura 3. Figura 3 – Encaminhamento de endereço solo-solo utilizando a mensagem de encaminhamento de logon 2.2.4 GERENCIAMENTO DA CONEXÃO CPDLC 2.2.4.1 Propósito de uma conexão CPDLC 2.2.4.1.1 O objetivo de uma conexão CPDLC é permitir a troca de mensagens CPDLC entre uma aeronave e um órgão ATC (conexão ativa), e também fornecer uma conexão avançada com o próximo órgão ATC (conexão inativa). Uma aeronave pode ter um máximo de duas conexões CPDLC estabelecidas ao mesmo tempo, cada uma com um órgão ATC diferente. Apenas uma conexão CPDLC pode estar ativa a qualquer tempo; qualquer outra conexão é inativa. MCA 100-13/2017 27/149 2.2.4.2 Conexões CPDLC ativas e inativas 2.2.4.2.1 Uma conexão ativa CPDLC pode ser estabelecida na conclusão do procedimento de logon, caso nenhuma conexão CPDLC prévia exista com a aeronave. Uma conexão CPDLC ativa permite que um órgão ATC e uma aeronave troquem mensagens CPDLC. O órgão ATC com a qual uma aeronave possui uma conexão CPDLC ativa chama-se CDA. 2.2.4.2.2 Uma conexão inativa CPDLC pode ser estabelecida na conclusão do procedimento do logon, caso uma conexão CPDLC prévia exista com a aeronave. O órgão ATC e a aeronave não podem trocar mensagens CPDLC quando a conexão CPDLC está inativa. O órgão ATC com uma conexão CPDLC inativa chama-se próxima autoridade de dados (NDA). 2.2.4.3 Estabelecendo uma conexão CPDLC 2.2.4.3.1 O órgão ATC somente pode iniciar uma solicitação de conexão após ter tido sucesso na correlação do plano de voo com a aeronave associada. 2.2.4.3.2 O órgão ATC inicia uma conexão CPDLC enviando uma solicitação de conexão CPDLC para a aeronave como mostrado na Figura 4. 2.2.4.3.3 Desde que não haja uma conexão CPDLC existente, o sistema da aeronave: a) aceita a solicitação de conexão; b) estabelece esta conexão CPDLC como a conexão ativa; e c) responde com uma confirmação de conexão CPDLC. Figura 4 – Sequência de Conexão CPDLC 2.2.4.3.4 Caso exista uma conexão CPDLC prévia, quando uma solicitação de conexão CPDLC for recebida, o sistema da aeronave verifica se o órgão ATC que envia a solicitação de conexão CPDLC foi especificado como a próxima autoridade de dados. Nesse caso, como mostra a Figura 5, o sistema da aeronave: a) aceita a solicitação de conexão CPDLC; b) estabelece a conexão inativa; e 28/149 MCA 100-13/2017 c) responde com uma confirmação de conexão CPDLC. NOTA 1: De outro modo, o sistema da aeronave rejeita a solicitação de conexão CPDLC enviando uma mensagem de rejeição da conexão. NOTA 2: Além da mensagem de rejeição da conexão, as aeronaves FANS 1/A incluirão a identidade da CDA, enquanto as aeronaves ATN B1 incluirão DM 107 NOT AUTHORIZED NEXT DATA AUTHORITY, notificando que o órgão ATC não é a NDA autorizada. Figura 5 – Tentativa bem-sucedida para estabelecer uma conexão CPDLC (inativa) 2.2.4.4 Terminando uma conexão CPDLC (mensagem de solicitação de término) 2.2.4.4.1 O CDA inicia o término da conexão CPDLC enviando uma mensagem de solicitação de término para a aeronave como é representado na Figura 6. NOTA: Um sistema de solo pode apenas terminar uma conexão CPDLC ativa, não sendo possível para esse sistema terminar uma conexão CPDLC inativa. 2.2.4.4.2 No recebimento da mensagem de solicitação de término (sem quaisquer elementos de mensagem adicionais), o sistema da aeronave enviará uma mensagem de confirmação de término. O sistema da aeronave irá considerar a aeronave desconectada assim que a mensagem de confirmação de término for enviada. 2.2.4.4.3 No recebimento da mensagem de solicitação de término contendo um elemento de mensagem CONTACT ou MONITOR, o sistema da aeronave irá: a) exibir o contido na mensagem de solicitação de término para o processamento da tripulação de voo; e b) caso a tripulação de voo responda com DM 0 WILCO, enviar uma mensagem de confirmação de término contendo DM 0 WILCO e então considerar as aeronaves a serem desconectadas. NOTA 1: Caso a tripulação de voo envie uma resposta DM 1 UNABLE, o sistema da aeronave enviará uma mensagem de rejeição de término CPDLC contendo DM 1 MCA 100-13/2017 29/149 UNABLE e manterá a conexão CPDLC com a CDA (e a próxima autoridade de dados, se houver alguma). NOTA 2: Qualquer mensagem de solicitação de término CPDLC que contém uma mensagem com um atributo de resposta diferente de DM 0 ou DM 1 será considerada como uma solicitação de cancelamento CPDLC pelo sistema da aeronave. Isso fará com que todas as conexões CPDLC sejam abortadas pelo sistema da aeronave, levando à falha da transferência das conexões CPDLC. 2.2.4.4.4 Se a próxima autoridade de dados tentar enviar uma mensagem de solicitação de término para a aeronave, o sistema da aeronave manterá a conexão CPDLC inativa e enviará uma mensagem de rejeição de término incluindo DM 63 NOT CURRENT DATA AUTHORITY. NOTA: Algumas aeronaves podem incluir o MRN na mensagem de rejeição de término. Figura 6 – Término da conexão CPDLC 2.2.4.5 Transferindo conexões CPDLC 2.2.4.5.1 Os órgãos ATC gerenciam as conexões CPDLC para garantir que os órgãos ATC com o controle do voo permaneça com a conexão CPDLC ativa, exceto em certas circunstâncias (Ver parágrafo 3.2.1.1). A tripulação de voo também pode terminar uma conexão CPDLC (Ver parágrafo 4.2.2). 2.2.4.5.2 Sob circunstâncias normais, o CDA iniciará uma transferência CPDLC para um órgão ATC adjacente assim que a aeronave transitar do órgão ATC atual para outro, com capacidade CPDLC. Essas transferências são normalmente automáticas, sem a ação da tripulação. NOTA 1: O parágrafo 2.2.4.8 fornece eventos não padrão associados com as transferências CPDLC que podem requerer a ação do controlador através do parágrafo 3.2 e/ou a ação da tripulação. NOTA 2: O material para as transferências de conexão CPDLC no documento são aplicáveis independentemente da tecnologia suportada (por exemplo, FANS ou ATN B1). 2.2.4.5.2.1 O CDA segue os seguintes passos, na ordem exata listada, para a transferência de uma conexão CPDLC para o próximo órgão ATC: 30/149 MCA 100-13/2017 a) envia uma mensagem NDA para notificar a aeronave da identidade do próximo órgão ATC permitido a estabelecer uma conexão CPDLC; b) inicia o encaminhamento de endereço com o próximo órgão ATC; e c) envia uma mensagem de solicitação de término CPDLC quando a aeronave está nas vizinhanças do limite da área de sua competência com o próximo órgão ATC. NOTA: O sistema da aeronave só aceitará uma solicitação de conexão CPDLC do órgão ATC especificado na mensagem NDA. 2.2.4.5.2.2 Apenas o CDA pode especificar a próxima autoridade de dados, incluindo o identificador OACI de quatro caracteres para a órgão ATC apropriado na mensagem NDA, como mostra a Figura 7. NOTA: O órgão ATC 1 pode opcionalmente enviar uma mensagem notificada solo-solo da próxima autoridade de dados. Figura 7 – Notificação da próxima autoridade de dados 2.2.4.5.2.3 Quando a conexão CPDLC ativa é terminada, a aeronave ativará qualquer conexão inativa. Neste caso, a próxima autoridade de dados se torna o CDA e é agora capaz de trocar mensagens CPDLC com a aeronave. 2.2.4.5.2.4 O órgão ATC 1 pode utilizar a mensagem de encaminhamento da conexão descrita no parágrafo 2.2.2.2 para fornecer a notificação para o próximo órgão ATC com o qual o ATC 1 terminou sua conexão CPDLC, como representado na Figura 8. NOTA: Se a mensagem de encaminhamento de conexão não for utilizada, então, quando uma conexão CPDLC for transferida entre órgãos ATC: a) para aeronaves FANS 1/A, o novo órgão ATC (CDA) não tem indicação de que ela possui conexão CPDLC ativa até que um downlink CPDLC seja recebido da aeronave (Ver parágrafo 2.2.3.7.3); e b) para aeronaves ATN B1, o novo órgão ATC (CDA)tem uma indicação de que ela possui a conexão CPDLC ativa (Ver parágrafo 2.2.3.7.2). MCA 100-13/2017 31/149 Figura 8 – Encaminhamento de conexão 2.2.4.5.2.5 Uma transferência CPDLC bem-sucedida é dependente do próximo órgão ATC estabelecer sua própria conexão CPDLC antes de a mensagem de solicitação de término ser recebida pela aeronave. 2.2.4.5.2.6 A falha do próximo órgão ATC em estabelecer uma conexão CPDLC antes da mensagem de solicitação de término alcançar a aeronave terá a seguinte sequência: a) a aeronave não terá a conectividade CPDLC e o órgão ATC anterior não será mais capaz de trocar mensagens CPDLC com a aeronave; e b) o primeiro órgão ATC a enviar uma mensagem de solicitação de conexão CPDLC para a aeronave se tornará a CDA. 2.2.4.5.3 Se a aeronave estiver entrando em um espaço aéreo onde os serviços data link não são fornecidos, nenhuma mensagem NDA é enviada nem o processo de encaminhamento de endereço é realizado. 2.2.4.5.3.1 Quando a conexão CPDLC ativa for terminada, a aeronave não terá mais uma conexão CPDLC. 2.2.4.6 Sequência da conexão CPDLC 2.2.4.6.1 Assim que a aeronave transitar de um órgão ATC capacitada CPDLC para outro, o mesmo processo de transferência CPDLC é repetido. A natureza cíclica deste processo é representada na Figura 9. 32/149 MCA 100-13/2017 Figura 9 – Ciclo de vida do processo de conexão CPDLC 2.2.4.6.2 A sequência de mensagens da solicitação de logon até a conclusão da transferência CPDLC ao utilizar o encaminhamento de endereço ar-solo é representado na Figura 10. Figura 10 – Sequência nominal para o estabelecimento da conexão CPDLC inicial e a transferência da conexão CPDLC usando o encaminhamento de endereço ar-solo 2.2.4.7 Determinando uma conexão CPDLC ativa 2.2.4.7.1 Mensagens CPDLC só podem ser trocadas entre a aeronave e o CDA. Se um órgão ATC com a conexão inativa enviar uma mensagem CPDLC para a aeronave, o sistema da MCA 100-13/2017 33/149 aeronave rejeita a mensagem enviando DM 63 NOT CURRENT DATA AUTHORITY como resposta (Consultar Figura 11). 2.2.4.7.2 Assim que a conexão CPDLC se tornar ativa, a aeronave ATN B1 irá notificar o CDA enviando DM 99 CURRENT DATA AUTHORITY. NOTA: Uma aeronave FANS 1/A não fornece tal capacidade automatizada. 2.2.4.7.3 Quando conectado com uma aeronave FANS 1/A, o órgão ATC receptor pode usar os seguintes métodos para confirmar que uma conexão CPDLC está ativa: a) aguardar até mensagem downlink CPDLC ser recebida da aeronave através do estabelecido no parágrafo 4.2.1.1; ou b) aguardar até a mensagem de encaminhamento da conexão solo-solo para o voo ser recebida do órgão ATC transferidor (se em uso entre órgão ATC). Figura 11 – Rejeição de uplinks CPDLC da NDA 2.2.4.8 Eventos não padrões associados a transferências CPDLC 2.2.4.8.1 Mensagens NDA Múltiplas 2.2.4.8.1.1 Sob circunstâncias normais, o CDA envia apenas uma única mensagem NDA para uma aeronave. Exceções podem incluir: a) seguindo uma mudança de rota (por exemplo, devido ao tempo) que afete a identidade do próximo órgão ATC cujo espaço aéreo irá entrar; ou b) se a mensagem NDA inicial não foi entregue para a aeronave. 2.2.4.8.1.2 Quando a mensagem NDA é recebida, o sistema da aeronave substitui qualquer mensagem NDA anterior que a aeronave possa ter recebido, a menos que a designação da facilidade na mensagem seja a mesma da designação da facilidade já apresentada no sistema da aeronave. Se a designação da facilidade for diferente, a aeronave termina qualquer conexão CPDLC inativa que o órgão ATC possa ter estabelecido. NOTA: Alguns tipos de aeronave podem terminar uma conexão CPDLC inativa mesmo se a designação da facilidade na mensagem NDA for a mesma. 2.2.4.8.1.3 Na Figura 12, o próximo órgão ATC na rota da aeronave seria o órgão ATC 2. No entanto, um pouco depois do órgão ATC 1 ter começado a sequência de transferência CPDLC 34/149 MCA 100-13/2017 para o ATC 2, a aeronave foi redirecionada de tal forma que o órgão ATC 3 é agora o próximo na nova rota da aeronave. Figura 12 – Representação da mudança da rota de uma aeronave. 2.2.4.8.1.4 A Figura 13 mostra que o órgão ATC 1 envia uma nova mensagem NDA especificando o ATC 3 como a próxima autoridade de dados. No recebimento desta mensagem NDA, a aeronave desconecta sua conexão CPDLC do órgão ATC 2 (se ela tiver uma conexão inativa). Além disso, o órgão ATC 1 inicia o encaminhamento de endereço para a aeronave do órgão ATC 3. 2.2.4.8.1.5 No caso em que o órgão ATC 3 não suporta serviços CPDLC, o ATC 1 solicita que a aeronave termine a conexão CPDLC com o ATC 2: a) enviando uma solicitação de cancelamento CPDLC para terminar todas as conexões; ou b) alternadamente, para aeronaves ATN B1, enviando uma nova mensagem NDA especificando que agora não existe próxima autoridade de dados, o que assegurará que a aeronave termine a conexão com o órgão ATC 2. MCA 100-13/2017 35/149 Figura 13 – Enviando uma nova NDA seguindo uma mudança de rota 2.2.4.8.2 Falhas no estabelecimento da conexão CPDLC 2.2.4.8.2.1 No recebimento da solicitação de conexão CPDLC, o sistema da aeronave envia uma mensagem de rejeição da conexão CPDLC para o próximo órgão ATC quando o sistema da aeronave recebe: a) mensagem de solicitação da conexão CPDLC do próximo órgão ATC antes da mensagem NDA da CDA, como mostra a Figura 14; ou b) mensagem NDA designando um órgão ATC que é diferente do ATC que envia a solicitação de conexão CPDLC, como mostra a Figura 15. NOTA 1: Para prevenir a rejeição da solicitação de conexão CPDLC: – o CDA envia a mensagem NDA antes do início do encaminhamento de endereço ar-solo para o próximo órgão ATC; – quando se sabe que o encaminhamento de endereço solo-solo desencadearia uma solicitação de conexão CPDLC pelo próximo órgão ATC, o CDA envia a mensagem NDA antes do início do encaminhamento de endereço para o próximo ATC; e – quando se sabe que o próximo órgão ATC irá aguardar pela mensagem da Próxima Autoridade Notificada antes do início de uma solicitação de conexão CPDLC, o CDA pode enviar a mensagem NDA depois de completar o encaminhamento de endereço solo-solo para o próximo órgão ATC. NOTA 2: Além da mensagem de rejeição da conexão, as aeronaves FANS 1/A enviarão o DM 64, o qual fornece a identidade do CDA, enquanto aeronaves ATN B1 enviarão o DM 107, que é uma notificação de que a órgão ATC não foi autorizado a se tornar a próxima autoridade de dados. 36/149 MCA 100-13/2017 Figura 14 – Não recebimento da mensagem NDA Figura 15 – Solicitação de conexão de um órgão ATC não designada como a NDA 2.2.4.8.2.2 A tripulação de voo não possui indicação de que a solicitação de conexão CPDLC foi rejeitada. 2.2.4.8.2.3 Se o órgão ATC com controle enviar outra mensagem NDA especificando o ATC correto para a aeronave, o próximo ATC precisará enviar uma solicitação de conexão CPDLC subsequente para estabelecer a conexão, como mostra a Figura 16. MCA 100-13/2017 37/149 Figura 16 – Conexão CPDLC bem-sucedida seguindo um reenvio da mensagem NDA 2.2.5 CONTROLLER-PILOT DATA LINK COMMUNICATIONS (CPDLC) 2.2.5.1 CPDLC – Geral 2.2.5.1.1 O CPDLC é uma aplicação que suporta a troca de mensagens de dados diretamente entre um controlador e uma tripulação de voo. 2.2.5.1.2 Ao comunicar-se com uma aeronave que está operando dentro do espaço aéreo além do alcance da comunicação de voz VHF DCPC e o CPDLC estiver disponível, se procedimentos ATC locais não exigirem de outra maneira, o controlador e a tripulação de voo devem escolher normalmente o CPDLC como meio de comunicação. O controlador e a tripulação de voo usariam a voz como um meio alternativo de comunicação (por exemplo, VHF, HF ou SATVOICE direto ou via operador de rádio). Porém, em qualquer caso, o controlador e a tripulação de voo determinarão a comunicação que julgarem sera mais apropriada a qualquer momento. 2.2.5.1.3 Em um espaço aéreo onde tanto a voz DCPC VHF e os serviços de comunicação CPDLC são fornecidos, e os procedimentos ATC locais não exigem de outra forma, o controlador e a tripulação de voo determinarão a comunicação para utilizar a qualquer momento. 2.2.5.2 Conjunto de Mensagem CPDLC 2.2.5.2.1 O conjunto de mensagem CPDLC consiste em um conjunto de elementos de mensagem, sendo que a maioria deles correspondem à fraseologia radiotelefônica. 2.2.5.2.2 Os elementos de mensagem CPDLC são chamados: a) uplinks (elementos de mensagem que são enviados para uma aeronave); ou b) downlinks (elementos de mensagem que são enviados de uma aeronave). 2.2.5.2.3 Cada elemento de mensagem possui um número de atributos associados a ele, incluindo: 38/149 MCA 100-13/2017 a) um número de mensagem que identifica unicamente cada tipo de elemento de mensagem. Elementos de mensagem uplink possuem o prefixo UM e os elementos de mensagem downlink possuem o prefixo DM; e b) um atributo de resposta que define se uma resposta é exigida ou não para um elemento de mensagem e, em caso de um elemento de mensagem uplink, o tipo de resposta exigido. 2.2.5.2.4 O conjunto de mensagem CPDLC, incluindo as respostas possíveis associadas a cada atributo de resposta, está contido no Apêndice A. 2.2.5.2.5 A Tabela 4 fornece exemplos de respostas que podem ser exigidas para uma mensagem uplink CPDLC, dependendo de seu atributo de resposta. Ver Apêndice A, parágrafo A.2, para uma descrição completa das respostas associadas com cada atributo de resposta. Tabela 4 – Exemplos de respostas para mensagens uplink CPDLC Atributo de resposta Descrição W/U Uma DM 0 WILCO ou DM 1 UNABLE é exigida em resposta a este elemento de mensagem uplink CPDLC. A/N Uma DM 4 AFFIRM ou DM 5 NEGATIVE é exigida em resposta a este elemento de mensagem uplink CPDLC. R Uma DM 3 ROGER ou DM 1 UNABLE é exigida em resposta a este elemento de mensagem uplink CPDLC. Nota 1: O FANS 1/A permite apenas a mensagem DM 3 ROGER como uma resposta para uma mensagem uplink com um atributo de resposta R. Y Uma resposta é exigida para fechar um elemento de mensagem uplink CPDLC. Qualquer mensagem downlink CPDLC satisfaz este requisito. Nota 2: O FANS 1/A não inclui qualquer elemento de mensagem com o atributo de resposta Y. NE (para FANS 1/A) N (para ATN B1) Uma resposta não é exigida para fechar este elemento de mensagem uplink CPDLC, embora uma resposta possa ser operacionalmente exigida. 2.2.5.3 Mensagens CPDLC 2.2.5.3.1 Uma mensagem CPDLC consiste em um elemento de mensagem único ou uma combinação de até cinco elementos de mensagem. Uma mensagem CPDLC que consiste em mais de um elemento de mensagem é uma mensagem multielemento. NOTA: Como uma regra geral, o tamanho de uma mensagem CPDLC deve ser mantido ao mínimo. MCA 100-13/2017 39/149 2.2.5.4 Respostas às Mensagens CPDLC 2.2.5.4.1 Uma mensagem CPDLC pode ser uma mensagem multielementos contendo um número de elementos de mensagem que possui tipos de respostas diferentes. Todavia, a tripulação de voo ou o controlador só pode fornecer uma única resposta, baseado na mais alta precedência do tipo de resposta para os elementos da mensagem. A Tabela 4 lista os tipos de resposta em ordem de precedência decrescente para mensagens uplink e downlink CPDLC. 2.2.5.4.2 Quando uma mensagem multielemento contém pelo menos um elemento de mensagem com um tipo de resposta Y, a tripulação ou o controlador deve responder com uma resposta de elemento de mensagem única associada com o tipo de resposta de precedência mais alta para os elementos na mensagem (conforme a Tabela 5), e adicionalmente o(s) elemento(s) de mensagem associado(s) com o(s) elemento(s) de mensagem com um tipo de resposta Y. NOTA: Algumas aeronaves enviam todos os elementos em uma mensagem de resposta multielementos, outras enviam a resposta inicial associada com o tipo de resposta de precedência mais alta para os elementos na primeira mensagem, e então enviam o(s) elemento(s) de mensagem associado(s) com o(s) elemento(s) de mensagem com um tipo de resposta Y. Tabela 5 – Precedência de respostas Mensagens uplink CPDLC Tipo de resposta Precedência W/U 1 A/N 2 R 3 Y (para ATN B1) NE (para FANS 1/A) 4 N (para ATN B1) 5 Mensagens downlink CPDLC Tipo de resposta Precedência Y 1 N 2 2.2.5.4.3 A Tabela 6 fornece exemplos de respostas apropriadas para várias mensagens uplink CPDLC multielemento. Tabela 6 – Exemplos de mensagens uplink CPDLC de multielementos Mensagem de multielementos Resposta (individual) exigida para cada elemento de mensagem Resposta exigida para mensagem inteira 40/149 MCA 100-13/2017 UM 20 CLIMB TO FL370 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL370 UM 129 REPORT MAINTAINING FL370 or REPORT LEVEL FL370 W/U W/U or R W/U UM 20 CLIMB TO FL370 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL370 UM 107 MAINTAIN PRESENT SPEED W/U W/U W/U UM 147 REQUEST POSITION REPORT UM 169 ADS-C HAS FAILED Y ou NE R R e adicionalmente DM 48 POSITION REPORT [position report] (anexado à mensagem de resposta R ou como mensagem separada) UM 150 CAN YOU ACCEPT FL370 AT 2200 UM 87 EXPECT DIRECT TO MINNY A/N R A/N UM 190 FLY HEADING 350 UM 231 STATE PREFERRED LEVEL W/U Y W/U e adicionalmente DM 106 PREFERRED LEVEL [level] ou FL[altitude] (anexado à mensagem de resposta W/U ou como mensagem separada) 2.2.5.5 Mensagens CPDLC Abertas e Fechadas 2.2.5.5.1 Uma mensagem CPDLC está aberta se a aeronave ou sistema da aeronave ainda não recebeu uma resposta exigida. 2.2.5.5.2 Uma mensagem CPDLC está fechada se a aeronave ou o sistema de solo: a) não exigir uma resposta; ou b) já tenha recebido uma resposta exigida. NOTA 1: Respostas UM 1 STANDBY e UM 2 REQUEST DEFERRED não fecham uma mensagem CPDLC downlink. NOTA 2: A resposta DM 2 STANDYBY não fecha uma mensagem CPDLC uplink. 2.2.5.6 Diálogos CPDLC 2.2.5.6.1 Mensagens que são relacionadas (por exemplo, uma solicitação downlink CPDLC, a autorização uplink CPDLC correspondente e a resposta do piloto subsequente) constituem um diálogo CPDLC. a) um diálogo CPDLC está aberto se qualquer uma das mensagens CPDLC no diálogo estiver aberta; e b) um diálogo CPDLC está fechado se todas as mensagens CPDLC no diálogo estiverem fechadas. MCA 100-13/2017 41/149 NOTA: Um diálogo pode estar tecnicamente fechado, mas ainda operacionalmente aberto. Por exemplo, quando uma DM 0 WILCO foi enviada por uma UM 129 REPORT MAINTAINING [level], o diálogo é tecnicamente fechado, mas não operacionalmente fechado até que a órgão ATC receba a DM 37 MAINTAINING LEVEL [level]. 2.2.5.6.2 A Figura 17 fornece um exemplo da mensagem individual e status do diálogo para uma solicitação CPDLC e troca de autorização. Figura 17 – Status da mensagem/diálogo para solicitação CPDLC e troca de autorização 2.2.5.6.3 A Figura 18 fornece um exemplo de mensagens individuais e status de diálogo para uma solicitação de confirmação CPDLC e troca de reporte. 42/149 MCA 100-13/2017 Passo Mensagem CPDLC Atributo de resposta Status UM Status DM Status do diálogo 1 Uplink request Y ou NE Aberta ou Fechada N/A Aberta ou Fechada 2 Downlink response N Fechada Fechada Fechada Figura 18 – Status da mensagem/diálogo para a solicitação de confirmação CPDLC e troca de reporte 2.2.6 VIGILÂNCIA DEPENDENTE AUTOMÁTICA – CONTRATO (ADS-C) 2.2.6.1 ADS-C – Geral 2.2.6.1.1 O ADS-C utiliza vários sistemas de bordo na aeronave para fornecer automaticamente posição, altitude, velocidade, intenção de voo de uma aeronave e dados meteorológicos, os quais podem ser enviados em um reporte para um órgão ATC ou um sistema de solo AOC para vigilância e monitoramento de conformidade da rota. 2.2.6.1.2 Um ou maisreportes são gerados em resposta a um contrato ADS, o qual é exigido pelo sistema de solo. Um contrato ADS identifica os tipos de informação e as condições sob as quais os reportes devem ser enviados pela aeronave. Alguns tipos de informação estão incluídos em cada reporte, enquanto outros tipos são fornecidos apenas se especificado na solicitação de contrato ADS. A aeronave também pode enviar reportes de emergência ADS-C não solicitados para qualquer órgão ATC que possui um contrato ADS com a aeronave. 2.2.6.1.3 Vários órgãos ATC podem exigir múltiplos contratos ADS simultâneos para uma única aeronave, incluindo um periódico e um evento de contrato, o qual pode ser suplementado por qualquer número de contratos de demanda. Até cinco sistemas de solo separados podem solicitar contratos ADS com uma única aeronave. NOTA: Embora os termos sejam similares, o ADS-C e o ADS-B são duas aplicações diferentes. Em comparação, o ADS-B (PSR, SSR ou qualquer sistema baseado no solo comparável que permita a identificação da aeronave) é um sistema de vigilância ATS. Uma aeronave capacitada ADS-B suporta serviços de vigilância ATS e transmite informação em uma taxa relativamente alta, e qualquer receptor apropriado no solo ou outra aeronave dentro do alcance pode receber essa informação. 2.2.6.2 Contrato ADS 2.2.6.2.1 Depois de receber uma solicitação de logon, o órgão ATC necessitará estabelecer contrato(s) ADS com a aeronave antes que ele possa receber qualquer reporte ADS-C. Há três tipos de contratos ADS: a) contrato periódico; b) contrato de demanda; e c) contrato de evento. MCA 100-13/2017 43/149 2.2.6.2.2 O sistema de solo pode estabelecer contratos ADS sem a ação da tripulação de voo, considerando que o ADS-C no sistema da aeronave não esteja selecionado off. A tripulação de voo tem a capacidade de cancelar todos os contratos selecionando o ADS-C off e alguns sistemas de aeronave permitem que a tripulação cancele um contrato ADS com um órgão ATC específico. 2.2.6.2.3 Contrato periódico 2.2.6.2.3.1 Um contrato periódico permite um órgão ATC especificar: a) o intervalo de tempo no qual o sistema da aeronave envia um reporte ADS- C; e b) os grupos ADS-C opcionais que são incluídos no reporte periódico. Cada grupo opcional pode ter um único módulo que define o quanto o grupo opcional é incluído com o reporte periódico, por exemplo, um módulo de cinco indica que o grupo opcional seria incluído em cada quinto período de reporte periódico enviado. 2.2.6.2.3.2 O alcance e a resolução do parâmetro de intervalo de tempo no contrato periódico permitem que um intervalo seja especificado entre 1 segundo e 4,096 segundos (aproximadamente 68 minutos). Porém, O RTCA DO-258A/EUROCAE ED-100A limita o intervalo mínimo para 64 segundos. Se o sistema de solo especifica um intervalo de tempo menor que 64 segundos, o sistema da aeronave responderá com uma notificação de não cumprimento e estabelece um contrato periódico com um intervalo de reporte de 64 segundos. Se o sistema de solo não especificar um intervalo de tempo, a aeronave irá estabelecer um contrato periódico de 64 segundos para reporte periódico de emergência e 304 segundos para reporte periódico normal. 2.2.6.2.3.3 O sistema de solo pode permitir ao controlador alterar o intervalo de reporte periódico para permitir situações onde o controlador deseja um intervalo de reporte mais longo ou mais curto. O controlador pode selecionar um intervalo de reporte curto, por exemplo, durante um desvio para fora da rota ou uma emergência. NOTA: O órgão ATC garante que a separação mínima seja aplicada de acordo com os padrões apropriados. O sistema de solo pode prevenir o controlador de selecionar um intervalo de reporte periódico que seja maior que o intervalo mínimo especificado no padrão para a separação mínima sendo aplicada. 2.2.6.2.3.4 Um órgão ATC pode estabelecer apenas um contrato periódico com uma aeronave a qualquer momento. Cada órgão ATC pode estabelecer o seu próprio contrato periódico e especificar as suas próprias condições para o reporte com a mesma aeronave ao mesmo tempo. 2.2.6.2.3.5 Um contrato periódico permanece da mesma forma até que seja cancelado ou modificado. Sempre que um órgão ATC estabelecer um novo contrato periódico, o sistema da aeronave substitui automaticamente o contrato periódico anterior pelo novo. 2.2.6.2.3.6 Como mostra a Figura 19, em resposta a um novo contrato periódico ADS-C, a aeronave: a) envia uma confirmação de recebimento; e b) envia o primeiro reporte periódico do novo contrato. 44/149 MCA 100-13/2017 Figura 19 – Sequência do contrato periódico ADS-C 2.2.6.2.4 Contrato de demanda 2.2.6.2.4.1 Um contrato de demanda permite que um órgão ATC atualize as informações do reporte periódico ADS-C, quando necessário. Um contrato de demanda não cancela ou modifica nenhum outro contrato ADS-C que possa estar em vigor com a aeronave. 2.2.6.2.5 Reportes de emergência ADS-C 2.2.6.2.5.1 A aplicação ADS-C também suporta alerta de emergência. Um reporte de emergência ADS-C é um reporte periódico que é marcado como um reporte de “emergência”, permitindo que a situação de emergência seja realçada para o ATC. 2.2.6.2.5.2 Uma emergência ADS-C pode ser desencadeada pela tripulação de voo das seguintes maneiras: a) manualmente, selecionando a função de emergência ADS-C; b) indiretamente, desencadeando outro tipo de sistema de alerta de mensagem (por exemplo, transmissão de um reporte de posição CPDLC ou seleção de um código de emergência SSR); e c) simuladamente. NOTA: A disponibilidade da funcionalidade acima pode variar entre alguns tipos de aeronave. 2.2.6.2.5.3 Foram relatados casos de emergências ADS-C sendo transmitidas inadvertidamente, de modo a verificar a ativação inadvertida ou simulada da função de emergência ADS-C. 2.2.6.2.5.4 Uma vez que uma emergência ADS-C foi desencadeada, sob circunstâncias normais o aviônico irá continuar a transmitir reportes periódicos de emergência ADS-C até que a tripulação de voo desmarque a função de emergência ADS-C. 2.2.6.2.5.5 Quando isso ocorre, um resporte “cancel ADS-C emergency” é transmitido com o próximo reporte periódico ADS-C. Dependendo do intervalo de reporte periódico ADS-C atual, isso pode acontecer de 20 a 30 minutos após a tripulação de voo ter realmente cancelado a emergência, como mostra na Figura 20. 2.2.6.2.5.6 Para reduzir o intervalo de tempo entre o cancelamento da emergência ADS-C pela tripulação de voo e a transmissão do reporte “cancel ADS-C emergency”, uma prática recomendada é reduzir o intervalo de reporte ADS-C. Isso também fornece maior consciência MCA 100-13/2017 45/149 situacional para uma aeronave que está potencialmente em uma situação de emergência (Consultar parágrafo 4.5.4). Figura 20 – Sequência de reporte de emergência ou não emergência ADS-C 2.2.6.2.6 Contrato de Evento 2.2.6.2.6.1 Um contrato de evento permite a um órgão ATC solicitar automaticamente um reporte ADS-C sempre que um evento específico ocorra. Um órgão ATC pode estabelecer apenas um evento de contrato com uma aeronave a qualquer momento. Entretanto, o contrato de evento pode conter múltiplos tipos de evento. Estes tipos de eventos opcionais incluem: a) evento de mudança de waypoint (WCE); b) evento de desvio de faixa de altitude (LRDE); c) evento de desvio lateral (LDE); e d) evento de mudança de razão vertical (VRE) 2.2.6.2.6.2 Como mostra a Figura 21, em resposta a um novo contrato de evento ADS-C, a aeronave envia separadamente uma confirmação de recebimento e então um reporte ADS-C é transmitido apenas depois que um dos eventos especificados ocorre. Figura 21 – Sequência do contrato de evento ADS-C 46/149 MCA 100-13/2017 2.2.6.2.6.3 Um contrato de evento permanece em vigor até que o órgão ATC o cancele ou até que o evento usado para desencadearo reporte ocorra. O contrato de evento de mudança de waypoint desencadeará um reporte para todas as mudanças de waypoint. Todos os outros contratos de evento desencadearão um reporte na primeira ocorrência e então, se preciso for, o órgão ATC necessitará solicitar um novo contrato de evento indicando todos os tipos de evento desejados. 2.2.6.2.6.4 Evento de mudança de waypoint (WCE) 2.2.6.2.6.4.1 O sistema da aeronave envia um reporte WCE quando uma mudança ocorre para o Próximo e/ou o Próximo + 1 waypoint (devido a uma mudança de plano de voo ou sequência de waypoint) no FMS. 2.2.6.2.6.4.2 A Figura 22 mostra quando a aeronave segue MICKY, o Próximo waypoint e o Próximo + 1 waypoint contidos na mudança do FMS. Isso resulta no envio de um reporte WCE a todas os órgãos ATC que têm um contrato de evento contendo um WCE desta aeronave. MICKY PLUTO MINNY Before sequencing MICKY MICKY PLUTO After sequencing MICKY PLUTO MINNY Next Next + 1 Figura 22 – ADS-C waypoint change event 2.2.6.2.6.4.3 Outros eventos que podem causar o envio de um reporte WCE pelo sistema da aeronave incluem: a) a tripulação de voo executando uma autorização direta para um waypoint (ou seja, o próximo waypoint é modificado); b) a tripulação de voo inserindo um waypoint à frente da aeronave (resultando em uma mudança para o waypoint Próximo ou o Próximo + 1); e c) a tripulação de voo executando um offset lateral (resultando em uma mudança para o waypoint Próximo). 2.2.6.2.6.4.4 Um reporte de evento de mudança de waypoint contém os seguintes Grupos ADS-C: a) grupo básico; e b) grupo de rota prevista. 2.2.6.2.6.5 Evento de desvio de faixa de altitude (LRDE) 2.2.6.2.6.5.1 O órgão ATC especifica o LRDE definindo os limites inferiores e superiores da faixa de altitude. MCA 100-13/2017 47/149 2.2.6.2.6.5.2 Por exemplo, na Figura 23, o LRDE foi definido com limite inferior de FL368 e limite superior de FL372. Figura 23 – Evento de desvio de faixa de altitude ADS-C 2.2.6.2.6.5.3 O sistema da aeronave envia um reporte LRDE quando o nível de voo da aeronave está fora das tolerâncias de faixa de nível definidas no contrato de evento ADS-C (Figura 24). Figura 24 – Reporte de evento de desvio de faixa de altitude ADS-C 2.2.6.2.6.5.4 Uma vez que a aeronave envia um reporte LRDE, ela não enviará outro reporte LRDE até que o órgão ATC estabeleça um novo contrato ADS-C LRDE. 2.2.6.2.6.5.5 Um reporte LRDE contém apenas o grupo básico ADS-C. 2.2.6.2.6.6 Evento de desvio lateral 2.2.6.2.6.6.1 O órgão ATC especifica o evento de desvio lateral definindo uma distância máxima para o desvio da rota. Não é possível definir distâncias diferentes para cada lado da rota. NOTA: Valores de desvio lateral devem ser definidos em modelo operacional. 2.2.6.2.6.6.2 Por exemplo, na Figura 25, o evento de desvio lateral foi definido para ser desencadeado por um desvio maior que 5NM para qualquer lado da rota. DAFFY PLUTO 5NM 5NM Figura 25 – Evento de desvio lateral ADS-C 48/149 MCA 100-13/2017 2.2.6.2.6.6.3 O evento de desvio lateral é desencadeado quando a distância lateral entre a posição real da aeronave e a posição esperada no plano de voo ativo da aeronave excede o parâmetro definido no contrato de evento ADS-C (Figura 26). Figura 26 – Reporte de evento de desvio lateral ADS-C 2.2.6.2.6.6.4 Sob certas circunstâncias, tais como quando a tripulação de voo executa um offset que é superior do que o parâmetro de evento de desvio lateral, a aeronave pode transmitir um reporte de evento de desvio lateral imediatamente enquanto ainda estiver na rota autorizada. Isso deve ser interpretado como um aviso prévio de um impedimento de desvio lateral. 2.2.6.2.6.6.5 Como mostra a Figura 27, depois que o offset foi executado, quando o sistema da aeronave compara a posição atual da aeronave (1) (na rota) com a posição esperada da aeronave na rota offset (2), conclui que a aeronave está fora da rota pela distância atual. Se esta distância fora da rota exceder o parâmetro de desvio lateral, a aeronave transmitirá um reporte de evento de desvio lateral, contendo a posição atual da aeronave (1). Figura 27 – Envio de uma nova NDA seguindo uma nova mudança de rota 2.2.6.2.6.6.6 Como mostra a Figura 28, os reportes LDE são baseados nos desvios da rota ativa no FMS. Se a rota ativa é diferente da rota que a órgão ATC possui, e a aeronave permanece dentro das tolerâncias de desvio lateral (como definido pelo contrato ADS) da rota ativa, nenhum reporte de evento de desvio lateral será desencadeado. MCA 100-13/2017 49/149 Figura 28 – Nenhum reporte do evento de desvio lateral se a rota ativa for diferente da rota do órgão ATC 2.2.6.2.6.6.7 Uma vez que a aeronave enviou um downlink de um reporte de evento de desvio lateral, nenhum desvio irá desencadear outro reporte até que o órgão ATC reestabeleça um contrato de evento ADS-C contendo um evento de desvio lateral. 2.2.6.2.6.6.8 Um reporte de evento de desvio lateral contém apenas um grupo básico ADS-C. 2.2.6.2.6.7 Evento de mudança de razão vertical (VRE) 2.2.6.2.6.7.1 O evento de mudança de razão vertical é desencadeado em uma das duas formas seguintes: a) razão vertical positiva: a razão de subida da aeronave é superior que o limiar da razão vertical; ou b) razão vertical negativa: a razão de descida da aeronave é superior que o limiar da razão vertical. NOTA: O evento de mudança de razão vertical não detecta uma redução na razão da subida ou descida. 2.2.6.2.6.7.2 Um reporte de evento de mudança de razão vertical contém os seguintes grupos ADS-C: a) Grupo básico; e b) Grupo de referência da Terra. 2.2.6.2.7 Cancelamento de contratos ADS 2.2.6.2.7.1 O cancelamento de contratos ADS auxilia na: a) redução de custos associados com reportes ADS-C desnecessários; b) redução do congestionamento na rede de comunicações; e c) garantia no estabelecimento de contratos ADS por órgão ATC subsequentes com a aeronave (há um limite para o número de conexões ADS-C que uma aeronave pode suportar). 50/149 MCA 100-13/2017 2.2.6.2.7.2 O órgão ATC cancela um contrato ADS automaticamente ou manualmente quando ela não necessita de mais reportes ADS-C para evitar situações que levam ao congestionamento. O sistema de solo cancela contratos ADS quando: a) a aeronave cruza a posição de saída do limite da FIR e o órgão ATC transferidor não necessita de mais informações do voo; b) o órgão ATC cancela ou termina o plano de voo para a aeronave; ou c) a autoridade em controle ou o órgão ATC adjacente não necessita de mais informações do voo. 2.2.6.2.7.3 A tripulação de voo pode terminar as conexões ADS-C, que cancela os contratos ADS. 2.2.6.3 Reporte ADS-C 2.2.6.3.1 O sistema da aeronave envia dados específicos da aeronave em diferentes grupos de um reporte ADS-C. Cada grupo contém diferentes tipos de dados. Um reporte de evento ADS-C contém apenas alguns dos grupos, os quais são fixos. O reporte periódico ADS-C pode conter qualquer um dos grupos ADS-C, os quais o órgão ATC especifica na solicitação de contrato. 2.2.6.3.2 Os grupos ADS-C incluem: a) Grupo básico (Figura 29); b) Grupo de identificação de voo (Figura 30); c) Grupo de referência da Terra (Figura 31); d) Grupo de referência do ar (Figura 32); e) Grupo de identificação de estrutura (Figura 33); f) Grupo meteorológico (Figura 34); g) Grupo de rota prevista (Figura 35); h) Grupo de intenção projetada fixa (Figura 36); e i) Grupo de intenção projetada intermediária (Figura 37). 2.2.6.3.3 No mínimo, todos os reportes ADS-C contêm o grupo básico. MCA 100-13/2017 51/149 Figura 29 – Grupo básico ADS-C Figura 30 – Grupo de identificação de voo ADS-C Figura 31 – Grupo de referência da Terra ADS-C Figura 32 – Grupo de referência do ar ADS-C 52/149 MCA 100-13/2017 Figura 33 – Grupo de identificaçãode estrutura ADS-C Figura 34 – Grupo meteorológico ADS-C Figura 35 – Grupo de rota prevista ADS-C Figura 36 – Grupo de intenção projetada fixa ADS-C MCA 100-13/2017 53/149 Figura 37 – Grupo de intenção projetada intermediária ADS-C 2.2.6.4 Conteúdo de grupos ADS-C 2.2.6.4.1 Os conteúdos dos vários grupos ADS-C são representados nas figuras identificadas acima. NOTA 1: Até 10 pontos podem ser incluídos no grupo de intenção projetada intermediária. Para um ponto ser qualificado e ser incluído no grupo de intenção projetada intermediária, o ponto precisa ser: a) entre a posição atual e o ponto projetado fixo; e b) associado com uma mudança de velocidade, altitude ou rota. NOTA 2: O grupo de intenção projetada intermediária pode incluir um ponto gerado no FMS, por exemplo, o ponto ideal de descida (TOD) (mudança de altitude planejada), o qual não corresponde a qualquer waypoint no plano de voo. 2.2.6.4.2 O sistema da aeronave define: a) a posição presente (no grupo básico), a informação do Próximo e o Próximo + 1 (no grupo de rota prevista) como latitude/longitude; e b) a informação posicional no grupo de intenção projetada intermediária como o curso/a distância da posição presente no grupo básico. NOTA: A informação posicional em um reporte ADS-C não contém o(s) nome(s) do(s) waypoint(s). 2.2.6.5 Usando reportes ADS-C 2.2.6.5.1 O órgão ATC pode usar um reporte ADS-C para uma variedade de propósitos. Estes incluem: a) estabelecimento e monitoramento da separação mínima baseada em tempo; b) estabelecimento e monitoramento de padrões de separação baseados em distância; 54/149 MCA 100-13/2017 c) marcação de waypoints como ‘sobrevoados’; d) estimados de atualização para waypoints downstream; e) atualização do display do símbolo de posição ADS-C e da extrapolação associada; f) geração (e compensação) de alertas; g) geração (e compensação) de emergências ADS-C; i) atualização da informação meteorológica; e j) atualização de outras informações no plano de voo que o órgão ATC possui. 2.2.6.5.2 Conformidade de rota prevista 2.2.6.5.2.1 O órgão ATC pode usar a informação do grupo básico, do grupo de intenção intermediária e do grupo de rota prevista para o monitoramento de conformidade de rota. 2.2.6.5.2.2 O órgão ATC pode comparar a informação do grupo de rota prevista ou do grupo de intenção projetada intermediária com a rota esperada no plano de voo para fornecer uma indicação ao controlador quando uma discrepância existe. NOTA: Para prevenir indicações de transtorno, o monitoramento de conformidade de rota pode incluir tolerâncias consistentes com os critérios de segurança quando comparando os dados reportados com a rota esperada (por exemplo, acomodar um procedimento offset lateral estratégico de 1 ou 2 nm). 2.2.6.5.2.3 Um sistema de solo que suporta o ATC ou AOC pode especificar contratos de evento e periódicos diferentemente de outros sistemas de solo, tais como: a) grupos ADS C diferentes como mostra a Figura 38; b) intervalo de reporte periódico diferente como mostra a Figura 39; e c) tipos diferentes de contratos de evento como mostra a Figura 40. Figura 38 – Contratos periódicos ADS múltiplos com diferentes grupos MCA 100-13/2017 55/149 Figura 39 – Contratos periódicos ADS múltiplos com diferentes intervalos de reporte Figura 40 – Contratos de evento ADS múltiplos e diferentes 2.2.6.5.3 Conformidade de nível 2.2.6.5.3.1 O órgão ATC pode usar eventos de desvio de faixa de altitude (LRDE) para monitorar uma aeronave em conformidade com o nível autorizado. 2.2.6.5.4 Gerando alertas de emergência 2.2.6.5.4.1 O órgão ATC pode usar o evento de mudança vertical (VRE) para auxiliar na prestação de serviço de Alerta. O VRE pode ser usado neste contexto para fornecer uma indicação de uma descida não controlada do nível de cruzeiro em que a incapacidade da tripulação de voo impede a ativação da emergência ADS-C. NOTA: A VRE de 5000 pés por minutos negativos (razão de descida) é sugerida como um valor apropriado. 2.2.6.5.5 Conformidade da rota 2.2.6.5.5.1 O órgão ATC pode usar o evento de desvio lateral (LDE) para detectar desvios do plano de voo em vigor. 2.2.6.5.6 Atualização de outras informações no plano de voo. 56/149 MCA 100-13/2017 2.2.6.5.6.1 O órgão ATC pode usar o número Mach no grupo de referência aérea para monitorar a conformidade com a velocidade no plano de voo apresentado e fornecer atualizações exigidas. 2.2.6.5.7 Figura de mérito 2.2.6.5.7.1 O reporte básico ADS-C contém uma figura de mérito (FOM) que fornece a precisão de navegação de dados de posição no reporte básico de acordo com a Tabela 6. Tabela 6 – Valores de figura de mérito Valor da figura de mérito Precisão da posição Observações 0 Perda completa das capacidades navegacionais A incapacidade de determinar a posição dentro de 30 milhas náuticas é considerada perda total de navegação. Inclui a incapacidade de associar um tempo válido com a posição. 1 < 30 nm Consistente com a navegação inercial em voo longo sem atualizações. 2 < 15 nm Consistente com a navegação inercial em voo de distância intermediária sem atualizações. 3 < 8 nm Consistente com a navegação inercial em voo de distância curta e além de 50 milhas náuticas do VOR. 4 < 4 nm Consistente a precisão VOR de 50 milhas náuticas ou menos e com GPS. 5 < 1 nm Consistente com aplicações RHO-RHO de DME de solo, RNAV usando múltiplas atualizações de posição DME ou GPS. 6 < 0.25 nm Consistente com RNAV usando GPS. 7 < 0.05 nm Consistente com precisões GPS aumentadas. MCA 100-13/2017 57/149 3 PROCEDIMENTOS DO CONTROLADOR 3.1 VISÃO GERAL 3.1.1 GERAL 3.1.1.1 Este capítulo fornece orientações sobre os procedimentos e as práticas recomendadas para os controladores no espaço aéreo onde os serviços data link estão disponíveis. a) estas provisões são destinadas a assistir o desenvolvimento de procedimentos locais e documentação associada (Modelo Operacional); e b) programas de treinamento apropriados. 3.1.1.2 Os controladores devem ter conhecimento das ferramentas de automatização ATC e das operações data link 3.1.2 QUANDO UTILIZAR A VOZ E QUANDO UTILIZAR O CPDLC 3.1.2.1 Ao se comunicar com uma aeronave que está operando dentro de um espaço aéreo além do alcance da comunicação de voz DCPC VHF, onde o CPDLC estiver disponível e procedimentos ATC locais não ditarem o contrário, o controlador deve escolher normalmente o CPDLC como meio de comunicação. Nesses casos, o controlador deve usar a voz como um meio alternativo de comunicação (por exemplo, VHF, HF ou SATVOICE direto ou via operador de rádio). Porém, em qualquer caso, o controlador irá determinar o meio de comunicação apropriado para utilizar a qualquer momento. 3.1.2.2 Em espaços aéreos onde a voz VHF DCPC e os serviços CDPLC são fornecidos, e os procedimentos em vigor não ditarem o contrário, o controlador irá determinar o meio de comunicação apropriado para utilizar em qualquer momento. 3.1.2.3 Para minimizar períodos em que o piloto mantém a cabeça abaixada e distrações potenciais durante fases críticas dos voos, o controlador deve utilizar a voz para se comunicar com a aeronave operando abaixo de 10.000 pés AGL. 3.1.2.4 Como o conjunto de mensagem CPDLC, segundo o definido no Anexo A, geralmente fornece elementos de mensagem para comunicações ATC comuns, o controlador pode determinar que a voz seja o meio mais apropriado dependendo das circunstâncias (por exemplo, alguns tipos de comunicações não rotineiras). NOTA: Durante uma emergência, a tripulação de voo deve normalmente trocar as comunicações para voz. Porém, a tripulação de voo pode usar o CPDLC para comunicações de emergência dependendo da situação. Consultar parágrafo 5.8.1 para procedimentos de tripulação de voo sobre o uso da voz e comunicaçõesde dados em situações de emergência. 58/149 MCA 100-13/2017 3.1.2.5 Se comunicações conflitantes, CPDLC e por voz, forem recebidas, o controlador deve obter esclarecimento usando a voz. 3.2 GERENCIAMENTO DA CONEXÃO CPDLC E TRANFERÊNCIAS DE COMUNICAÇÕES POR VOZ 3.2.1 GERAL 3.2.1.1 Os órgãos ATC devem gerenciar as conexões CPDLC, incluindo início, transferência e término da conexão quando não são mais necessárias. NOTA: O órgão ATC deve coordenar com o próximo órgão ATC, estabelecendo claramente quando ou onde o encaminhamento de endereço terá que ocorrer. 3.2.1.2 Um órgão ATC pode ter uma conexão ativa com uma aeronave que não esteja no seu espaço aéreo. Alguns exemplos são: a) quando a aeronave estiver dentro de uma área de serviço não CPDLC e a tripulação de voo iniciar um logon para o próximo órgão ATC, responsável por uma área de serviço CPDLC; b) durante o processo de transferência da conexão CPDLC; c) onde a conexão ativa é mantida pelo órgão ATC transferidor sujeita a coordenação prévia; ou d) em circunstâncias de emergência. 3.2.1.3 Independentemente do status da conexão, um órgão ATC nunca deve emitir uma autorização ou instrução para uma aeronave fora da sua área de controle, a menos que tenha sido solicitada para fazê-lo pelo órgão ATC cujo espaço aéreo a aeronave está voando. 3.2.1.4 O órgão ATC deve conduzir qualquer transferência da conexão CPDLC ou de término quando a aeronave deixar um espaço aéreo CPDLC, em conjunto com uma instrução (CONTACT ou MONITOR) identificando o órgão ATC apropriado para comunicação posterior. 3.2.2 ESTABELECIMENTO DA CONEXÃO CPDLC 3.2.2.1 O primeiro órgão ATC deve estabelecer uma conexão CPDLC se nenhuma conexão prévia CPDLC existir com a aeronave. 3.2.2.2 O próximo órgão ATC deve estabelecer uma conexão CPDLC antes que a CDA termine a conexão CPDLC ativa. 3.2.2.3 Um órgão ATC deve confirmar que sua conexão CPDLC está ativa assim que possível, após o controlador ter assumido o controle da aeronave, usando um dos seguintes métodos: a) para FANS 1/A, o recebimento de um DM 3 ROGER em resposta a um UM 169 [free text]; MCA 100-13/2017 59/149 b) para FANS 1/A, o recebimento de um DM 48 POSITION REPORT [position report], iniciado pela tripulação de voo ou em resposta a um UM 147 REQUEST POSITION REPORT; ou c) para ATN B1, o recebimento de uma mensagem DM 99 CURRENT DATA AUTHORITY. NOTA: Se o órgão ATC receptor não tiver confirmado sua conexão CPDLC como estando ativa, o recebimento de qualquer resposta para um uplink (exceto DM 63 NOT CURRENT DATA AUTHORITY), ou qualquer mensagem downlink não solicitada, irá confirmar que a conexão está ativa. 3.2.3 TRANSFERÊNCIA DAS COMUNICAÇÕES DE VOZ COM TRANSFERÊNCIA DA CONEXÃO CPDLC 3.2.3.1 Ao utilizar o CPDLC para afetuar as transferências de comunicações por voz, o CDA deve completar o processo de mudança de frequência de voz com a transferência da conexão CPDLC, como mostra a Figura 41, usando os elementos de mensagem CONTACT/MONITOR (UM 117 até UM 122): a) se a mudança de frequência tiver que ser feita imediatamente, enviando UM 117CONTACT [unit name] [frequency] ou UM 120 MONITOR [unit name] [frequency], e então, assim que possível após o recebimento da resposta DM 0WILCO até a mensagem CONTACT ou MONITOR, terminar a conexão CPDLC. NOTA: Para ATN B1, a mensagem de solicitação de término é enviada como uma mensagem multielemento que inclui UM 117 ou UM 120, enquanto a confirmação de término é enviada como uma mensagem multielemento que inclui a resposta WILCO. Consultar parágrafo 2.2.4.8.3 para o término CPDLC. b) se a mudança de frequência tiver que ser feita em algum horário ou posição no futuro, como, por exemplo, o limite, enviando UM 118 ou UM 119 AT [position/time] CONTACT [unit name] [frequency] ou UM 121 ou UM 122 AT [position/time] MONITOR [unit name] [frequency] e então, após o recebimento da resposta DM 0 WILCO, terminar a conexão CPDLC conforme os acordos da interfacilidade (ver parágrafo 3.1.4.8). 3.2.3.2 Ao usar os elementos de mensagem (UM 117 até UM 122) CONTACT/MONITOR, a CDA deve usar o nome da facilidade para o parâmetro [unit name]. NOTA: Ver Apêndice F, parágrafo F.9, para aeronaves que não suportam um <space> dentro do parâmetro [unit name]. 60/149 MCA 100-13/2017 Figura 41 – Transferência de conexão CPDLC – mensagens separadas 3.2.3.3 Desde que os elementos de mensagem CONTACT/MONITOR listados na Tabela 7 incluam apenas um parâmetro [frequência], o controlador deve usar apenas estes elementos de mensagem ao instruir a tripulação de voo para mudar a frequência primária. Em áreas de baixa cobertura rádio, o controlador pode anexar um texto livre CPDLC UM 169o SECONDARY FREQUENCY [frequency] para especificar uma frequência secundária. Tabela 7 – Elementos de mensagem CONTACT/MONITOR REF# Message Element UM 117 CONTACT (unit name) (frequency) UM 118 AT (position) CONTACT (unit name) (frequency) UM 119 AT (time) CONTACT (unit name) (frequency) UM 120 MONITOR (unit name) (frequency) UM 121 AT (position) MONITOR (unit name) (frequency) UM 122 AT (time) MONITOR (unit name) (frequency 3.2.4 TÉRMINO DA CONEXÃO CPDLC 3.2.4.1 Normalmente, o órgão ATC transferidor deve terminar a conexão CPDLC antes que a aeronave cruze o limite comum com o próximo órgão ATC. Se por motivos operacionais o órgão ATC transferidor necessitar atrasar a transferência até que a aeronave tenha passado o ponto de transferência, o controlador deve coordenar a transferência com o órgão ATC downstream e então notificar a tripulação de voo do atraso pretendido com a mensagem de texto livre CPDLC UM 1691EXPECT CPDLC TRANSFER AT [time/position] ou fraseologia de voz equivalente. NOTA: Uma mensagem de solicitação de término é usada para terminar uma conexão CPDLC. O controlador pode também iniciar o término CPDLC via comunicação por voz com a tripulação de voo. MCA 100-13/2017 61/149 3.2.4.2 O órgão ATC transferidor deve evitar terminar qualquer conexão CPDLC com diálogos abertos. Em casos em que isso seja necessário, antes de terminar a conexão CPDLC o órgão ATC transferidor deve: a) avisar a tripulação de voo usando texto livre CPDLC UM 169j CHECK AND RESPOND TO OPEN CPDLC MESSAGES ou fraseologia de voz equivalente; ou b) coordenar com o órgão ATC receptor, quando necessário, quaisquer mensagens CPDLC que ainda estavam abertas após o término da conexão CPDLC. NOTA: Para um sistema da aeronave ou de solo ATN B1, uma mensagem downlink aberta é fechada no recebimento da resposta uplink UM 0 UNABLE ou UM 237 REQUEST AGAIN WITH NEXT UNIT. 3.2.4.3 Se o controlador receber uma indicação de que o término CPDLC foi malsucedido, o controlador pode tentar reenviar a mensagem de solicitação de término. Se o término é ainda malsucedido, o controlador deve instruir a tripulação de voo para terminar a conexão CPDLC e fazer o logon com a próxima unidade. O controlador deve usar o texto livre CPDLC UM 169am ou UM 183am AUTOMATIC TRANSFER OF CPDLC FAILED. WHEN ENTERING [unit name] AREA DISCONNECT CPDLC THEN LOGON TO [facility designation] ou fraseologia de voz equivalente. 3.2.5 CONEXÃO CPDLC COM UMA AERONAVE TRANSITANDO POR UMA PEQUENA ÁREA DATA LINK 3.2.5.1 A menos que seja acordado de outra maneira em acordos entre órgãos, o órgão ATC atual deve completar o processo para estabelecimento de uma conexão CPDLC e para transferência de comunicação para o próximo órgão ATC, mesmo que o tempo de trânsito do espaço aéreo atual e/ou o próximo espaço aéreo seja muito curto. NOTA: As falhas de transferência da conexão CPDLC podem ser causadas pelos controladores ou sistemas não completando o estabelecimento de uma conexão CPDLC e/ou a transferência da conexão durante um tempo de trânsito curto através de um espaço aéreo do órgão ATC. 3.2.5.2 Como consequência, mesmo embora o períodode trânsito curto de um espaço aéreo do órgão ATC não seja adequado para completar a transferência de comunicação antes que a aeronave saia do espaço aéreo, o órgão ATC atual deve garantir que todas as mensagens sejam enviadas na sequência adequada no tempo correto para estabelecer com sucesso uma conexão CPDLC e transferir a conexão para o próximo órgão ATC (por exemplo, NDA, encaminhamento de endereço, MONITOR/CONTACT e mensagem de solicitação de término) e manualmente intervir, se necessário. NOTA 1: O órgão ATC transferidor necessitará ser a CDA antes que qualquer uma dessas mensagens possa ser enviada com sucesso. Por exemplo, se o órgão ATC transferidor tentar enviar a mensagem NDA antes de se tornar a CDA devido a um tempo de trânsito curto, o sistema da aeronave rejeitará a NDA. Como um resultado, a transferência de comunicação pode não ser concluída até que a 62/149 MCA 100-13/2017 aeronave tenha voado uma distância significativa no espaço aéreo do órgão ATC receptor. NOTA 2: Em áreas onde a transferência de curto prazo seja comum, os órgãos operacionais podem estabelecer acordos, para facilitar a melhora das transferências de conexão. Em alguns casos, uma vantagem pode ser obtida ao repassar a conexão CPDLC para um órgão ATC (órgão ATC 2 na Figura 42) onde o trânsito curto ocorra e transferir a NDA para o próximo órgão ATC downstream (órgão ATC 3). 3.2.5.3 Como mostra a Figura 42, se a órgão ATC 2 exigir contratos ADS para monitorar o trânsito da aeronave na sua área de responsabilidade, mas a transferência de comunicações não for exigida, então a órgão ATC 1 deve enviar a mensagem NDA especificando o órgão ATC 3 como NDA. Nesse caso, um sistema com capacidade manual deve realizar o encaminhamento de endereço para a órgão ATC 3 primeiro e então para a órgão ATC 2 para dar ao órgão ATC 3 uma prioridade mais alta da conexão ADS-C. Figura 42 – Transitando uma pequena área data link 3.2.5.4 Quando a conexão CPDLC é transferida do órgão ATC 1 para a órgão ATC 3, estes órgãos ATC devem acordar o local ou horário em que a transferência da conexão deve ocorrer. 3.2.5.5 Nesta circunstância, o órgão ATC 1 pode informar a tripulação de voo pelo texto livre CPDLC UM 169m (ou voz equivalente): EXPECT NEXT CENTER [facility designation]. CONTACT WITH [facility designation] NOT REQUIRED. Exemplo: MCA 100-13/2017 63/149 Controller (free text) UM 169m EXPECT NEXT CENTER ATSU 3. CONTACT WITH ATSU 2 NOT REQUIRED. 3.2.5.6 Ao aplicar este procedimento para transferir o CPDLC do órgão ATC 1 para a órgão ATC 3, se o acordo entre as facilidades requer voz para também ser transferida para a órgão ATC 3, então a órgão ATC 1 deve especificar ao órgão ATC 3 na mensagem CONTACT ou MONITOR antes do término da conexão CPDLC ou alternadamente o uso da voz. Todavia, pode ser vantajoso transferir as comunicações por voz para a órgão ATC 2, mesmo que o órgão ATC 2 não necessite de uma conexão CPDLC. Para alcançar isso, a órgão ATC 1 pode especificar ao órgão ATC 2 na mensagem CONTACT/MONITOR enviada antes do término da conexão CPDLC ou alternadamente o uso da voz. 3.2.5.7 Se o encaminhamento de endereço puder ser manualmente iniciado, então o órgão ATC 1 (prioridade 1) deve iniciar o encaminhamento de endereço para o órgão ATC 3 (prioridade 2), antes do início do encaminhamento de endereço ao órgão ATC 2 (prioridade 3). Um sistema que realiza um encaminhamento de endereço automático normalmente irá efetuar o encaminhamento de endereço na sequência (i.e., a órgão ATC 2 primeiro e, então, a órgão ATC 3). NOTA: A ordem na qual a órgão ATC 1 realiza o encaminhamento de endereço garantirá que o número limitado de conexões ADS-C disponíveis seja usado na prioridade atribuída para cada órgão ATC. 3.3 CPDLC – MENSAGENS UPLINKS 3.3.1 GERAL 3.3.1.1 Se uma resposta inesperada e inapropriada a uma mensagem uplink CPDLC é recebida ou há qualquer mal entendimento ou dúvida sobre a intenção de um diálogo CPDLC, o controlador deve iniciar o contato por voz para esclarecer o significado ou intenção (ver Anexo A para a intenção do uso de elementos de mensagem uplink e downlink CPDLC). 3.3.1.2 Quando uma resposta de fechamento para uma mensagem uplink CPDLC aberta não é recebida dentro de um período de tempo razoável, conforme determinado pelo órgão ATC, o controlador deve: a) continuar a proteger qualquer espaço aéreo reservado por uma autorização clara até que uma resposta operacional apropriada seja recebida da tripulação de voo; b) enviar para a órgão ATC FANS 1/A o texto livre CPDLC UM 169j CHECK AND RESPOND TO OPEN CPDLC MESSAGES, e não reenviar a mensagem original. Alternadamente, o controlador pode usar a comunicação por voz para esclarecer o status da mensagem uplink CPDLC aberta; ou c) para um órgão ATC ATN-B1 ou FANS 1/A-ATN B1 fornecendo serviços para uma aeronave FANS 1/A, usar a comunicação por voz para resolver a situação operacional resultante da mensagem uplink CPDLC fora do tempo. 64/149 MCA 100-13/2017 NOTA 1: Uma resposta de fechamento é uma resposta que operacionalmente fecha o diálogo. Uma resposta DM 2 STANDY para uma mensagem uplink CPDLC aberta não fecha operacionalmente o diálogo. NOTA 2: O uso de uma mensagem de texto livre CPDLC por um órgão ATC FANS 1/A evita mensagem abertas múltiplas envolvendo a mesma instrução. NOTA 3: Um sistema da aeronave e de solo ATN B1 fecham a mensagem uplink após a expiração do cronômetro (ttr) da aeronave e o recebimento de uma resposta ERROR. Em circunstâncias normais, o cronômetro (ttr) da aeronave expira antes que o cronômetro de solo (tts). NOTA 4: Alguns órgãos ATC FANS 1/A-ATN B1 iniciam automaticamente uma mensagem “Provider Abort (commanded termination)” para a aeronave na expiração do cronômetro do solo (tts). 3.3.1.3 O controlador deve apenas utilizar elementos de mensagem padrão ao compor autorizações ou instruções. Porém, podem existir circunstâncias nas quais o controlador possa usar o texto livre para suplementar elementos de mensagem padrão. NOTA: O uso de elementos de mensagem padrão minimizarão o risco de início de erros e mal-entendidos, o que facilita o uso de controladores não nativos da língua inglesa e tripulações de voo. O uso de elementos de mensagem padrão permite aos sistemas da aeronave e de solo processar automaticamente a informação nas mensagens que são trocadas, os quais permitem a tripulação de voo responder mais rapidamente a uma autorização padrão. Por exemplo, o sistema de solo pode ser capaz de atualizar automaticamente os dados do plano de voo para o monitoramento de conformidade de rota, o sistema da aeronave pode ser capaz de permitir a tripulação de voo carregar informações de autorização no FMS com um limite LOAD e revisão da autorização, e ambos os sistemas de aeronave e solo podem associar respostas a essas mensagens. MCA 100-13/2017 65/149 3.3.2 USO DO TEXTO LIVRE 3.3.2.1 O controlador deve evitar o uso do elemento de mensagem de texto livre. Porém, seu uso pode oferecer uma solução viável para aumentar a capacidade operacional. 3.3.2.2 O controlador deve apenas usar a mensagem de texto livre quando um elemento de mensagem padrão apropriado não existe e o uso desejado não modifica o volume do espaço aéreo protegido. 3.3.2.3 Quando o texto livre é usado, o controlador deve utilizar a fraseologia ATC e formato padrão e evitar palavras e frases não essenciais. O controlador deve apenas incluir abreviaturas em mensagens de texto livre quando elas fizerem parte da fraseologia padrão, por exemplo, ETA. 3.3.3 MENSAGENS UPLINK “EXPECT” 3.3.3.1 O controlador deve apenas usar os elementos de mensagem EXPECT: a) ao responder a uma solicitação da tripulação de voo utilizando o elemento de mensagem apropriada na Tabela 8; ou b) quando exigido por procedimento para avisar a tripulação de voo usandoo elemento de mensagem apropriado fornecido na Tabela 9. NOTA: O conjunto de mensagem FANS 1/A CPDLC contém elementos de mensagem uplink EXPECT que o controlador NÃO deve utilizar devido ao potencial de mal- entendido no evento de uma falha total de comunicação. Tabela 8 – Elementos de mensagem uplink “EXPECT” para solicitações da tripulação de voo Ref DL Request message Element Red UL Response message element “EXPECT” Vertical Clearances DM53 WHEN CAN WE EXPECT HIGHER LEVEL or WHEN CAN WE EXPECT HIGHER ALTITUDE UM7 EXPECT CLIMB AT (time) UM8 EXPECT CLIMB AT (position) DM52 WHEN CAN WE EXPECT LOWER LEVEL or WHEN CAN WE EXPECT LOWER ALTITUDE UM9 EXPECT DESCENT AT (time) UM10 EXPECT DESCENT AT (position) Ref DL Request message element Ref UL Response message element “EXPECT” Lateral Offsets DM51 WHEN CAN WE EXPECT BACK ON ROUTE UM 70 EXPECT BACK ON ROUTE BY (position) UM 71 EXPECT BACK ON ROUTE BY (time) 66/149 MCA 100-13/2017 “EXPECT” Speed Changes DM49 WHEN CAN WE EXPECT (speed) UM 100 AT (time) EXPECT (speed) UM 101 AT (position) EXPECT (speed) Tabela 9 – Elementos de mensagem uplink “EXPECT” de procedimento RefUL Intent Advisory message element “EXPECT” Route Modifications UM 93 Notification that an onwards clearance may be issued at the specified time. EXPECT FURTHER CLEARANCE AT [time] UM 99 Notification that a clearance may be issued for the aircraft to fly the specified procedure. EXPECT [procedure name] “EXPECT” Air Traffic Advisories UM 169k Notification that a SELCAL check on the specified HE frequency should be expected. EXPECT SELCAL CHECK HE [frequency] UM 1691 Notification that the CPDLC transfer process will not be completed at the boundary and will be delayed until the specified time or position. if the CPDLC transfer is not completed by the specified time or position, the flight crew should manually disconnect CPDLC and initiate a logon to the next center. EXPECT CPDLC TRANSFER AT [time/position] UM 169m Notification that a CPDLC connection is not required by the next ATSU (e.g. due to short transition time through the next ATSU’s airspace) and CPDLC connection will be transferred to the subsequent ATSU. EXPECT NEXT CENTER [facility designation]. CONTACT W1TH [facility designation] NOT REQUIRED UM 169n Notification that a previously issued speed can be expected to be maintained until the specified position or time. EXPECT TO MA1NTA1N [speed] UNTIL [time / position] 3.3.4 AUTORIZAÇÕES VERTICAIS 3.3.4.1 Quando uma autorização vertical contém uma restrição para o início da subida ou descida, o controlador deve preceder a autorização vertical condicional com UM 19 MAINTAIN [level]: Controller UM 19 MAINTAIN (level) UM 21 AT (time) CLIMB TO (level) or AT (time) CLIMB TO AND MAINTAIN [altitude] Controller UM 19 MAINTAIN (level) UM 22 AT (position) CLIMB TO (level) or AT (position) CLIMB TO AND MAINTAIN [altitude] Controller UM 19 MAINTAIN (level) UM 24 AT (time) DESCEND TO (level) or AT (time) DESCEND TO AND MAINTAIN [altitude] MCA 100-13/2017 67/149 Controller UM 19 MAINTAIN (level) UM 25 AT (position) DESCEND TO (level) or AT (position) DESCEND TO AND MAINTAIN [altitude] NOTA 1: Autorizações condicionais são relacionadas à eficiência operacional do espaço aéreo. No entanto, autorizações condicionais têm sido associadas com um grande número de erros operacionais. Assim, autorizações condicionais são usadas apenas quando necessário. NOTA 2: O potencial existe para a restrição AT [time/position] no início de uma autorização vertical condicional para ser perdida pela tripulação de voo, e consequentemente a autorização pode ser executada prematuramente. Incluindo o elemento de mensagem UM 19 MAINTAIN [level], que indica para a tripulação de voo que o nível/a altitude atual deve ser mantido(a) até que a condição especificada tenha sido satisfeita e possa prevenir tais autorizações de serem executadas prematuramente. NOTA 3: Para sistemas ATN B1, estes elementos de mensagem verticais não estão disponíveis. 3.3.4.2 Quando uma autorização vertical contém uma restrição que é aplicável durante a manobra do voo, o controlador pode usar uma autorização vertical condicional, fornecido na Tabela 10, como: a) uma mensagem de único elemento, quando a autorização vertical condicional for independente; ou b) uma mensagem multielemento, quando outra autorização vertical for independente na autorização vertical condicional. Tabela 10 – Autorizações verticais condicionais aplicáveis durante a manobra de voo Ref# Message element UM 26 CLIMB TO REACH [level] BY [time] UM 27 CLIMB TO REACH [level] BY [position] UM 28 DESCEND TO REACH [level] BY [time] UM 29 DESCEND TO REACH [level] BY [position] UM 171 CLIMB AT [vertical rate] MINIMUM UM 172 CLIMB AT [vertical rate] MAXIMUM Ref# Message element UM 173 DESCEND AT [vertical rate] MINIMUM UM 174 DESCEND AT [vertical rate] MAXIMUM Exemplo 1: O controlador emite uma autorização vertical para a aeronave subir para FL 390 e manter FL 390 AT ou BEFORE 2000Z. Controller UM 26 CLIMB TO REACH FL390 BY 2200Z Exemplo 2: O controlador emite uma autorização vertical para a aeronave subir para FL 390 e em uma razão vertical de 2000 pés por minuto (ou maior). 68/149 MCA 100-13/2017 Controller UM 20 CLIMB TO FL390 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL390 UM 171 CLIMB AT 2000 FEET PER MINUTE MINIMUM UM 129 REPORT MAINTAINING FL390 or REPORT LEVEL FL390 Exemplo 3: O controlador emite uma autorização vertical para a aeronave subir para FL 390 e alcançar um nível intermediário de FL 370 (ou maior) AT ou BEFORE 0100Z. Controller UM 20 CLIMB TO FL390 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL390 UM 26 CLIMB TO REACH FL370 BY 0100Z UM 129 REPORT MAINTAINING FL390 or REPORT LEVEL FL390 NOTA: Um procedimento mais apropriado seria o controlador usar o elemento de mensagem UM 192 REACH [level] BY [time], definido no Doc 4444 OACI. Todavia, este elemento de mensagem não está disponível no conjunto de mensagem FANS 1/A. O exemplo usa o elemento de mensagem UM 129 REPORT MAINTAINING [level] ou REPORT LEVEL [altitude] para destacar o nível final desejado pela autorização. 3.3.4.3 Se uma restrição de nível for exigida após o envio da autorização inicial, o controlador deve reenviar a autorização inteira com a restrição e nível em uma mensagem única CPDLC. NOTA: O controlador não deve enviar uma autorização inicial em uma mensagem CPDLC e então subsequentemente enviar uma restrição de nível relacionada em uma mensagem separada. Se o controlador enviar a autorização vertical e a restrição de nível relacionada em duas mensagens CPDLC separadas, o controlador estaria anexando inadvertidamente o nível final autorizado da aeronave (FL 370) com o nível da restrição. A tripulação de voo pode interpretar mal as duas instruções separadas. 3.3.4.4 Se um reporte de nível CPDLC for necessário, o controlador deve anexar UM 129 REPORT MAINTAINING [level] ou REPORT LEVEL [altitude] ao elemento de mensagem de autorização vertical que é usado para atribuir um nível/altitude único. NOTA 1: Quando UM 129 REPORT MAINTAINING [level] ou REPORT LEVEL [altitude] é anexado, a tripulação de voo tem acesso ao elemento de mensagem padrão UM 19 MAINTAINING [level] ou LEVEL [altitude]. Se a solicitação de reporte não for anexada, a tripulação de voo pode não reportar ao manter o nível de voo autorizado. NOTA 2: O controlador não deve usar o UM 175 REPORT REACHING [level]. A intenção programada deste elemento de mensagem é solicitar um reporte se a aeronave ocupar o nível especificado, o qual ocorre quando a aeronave está prestes a nivelar neste nível, mas também ocorre se a aeronave passar pelo nível especificado durante uma subida ou descida. Para obter um reporte em um nível intermediário,utilizar UM 128 REPORT LEAVING [level]. Exemplo: O controlador emite uma autorização condicional para um voo atualmente nivelado no FL310 solicitando subida para FL350, quando a subida não pode ser executada até que a aeronave esteja em MICKY. O controlador anexa uma solicitação para um reporte quando nivelado no FL350. MCA 100-13/2017 69/149 Controller UM 19 MAINTAIN FL310 UM25 AT MICKY CLIMB TO FL350 or AT MICKY CLIMB TO AND MAINTAIN FL350 UM129 REPORT MAINTAINING FL350 or REPORT LEVEL FL350 3.3.4.5 Para cancelar uma autorização de alcance vertical emitida anteriormente (i.e., block level), que limita a aeronave a um nível específico, o controlador deve enviar uma autorização vertical apropriada. Exemplo 1: Controller UM 19 MAINTAIN FL390 UM 129 REPORT MAINTAINING FL390 or REPORT LEVEL FL390 Flight crew DM 0 WILCO Exemplo 2: Controller UM 20 CLIMB TO FL390 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL390 UM 129 REPORT MAINTAINING FL390 or REPORT LEVEL FL390 Flight crew DM 0 WILCO NOTA: A resposta DM 0 WILCO ao uplink de autorização vertical cancela qualquer autorização de alcance vertical emitida anteriormente. 3.3.5 SOLICITAÇÕES DE REPORTE/CONFIRMAÇÃO NOTA: Para sistemas ATN-B1, os elementos de mensagem de solicitação de reporte/confirmação não estão disponíveis, exceto conforme indicado no Apêndice A. 3.3.5.1 Se o controlador solicitar o número Mach da aeronave ou velocidade indicada, então o controlador deve usar o elemento de mensagem padrão UM 134 (ou UM 169b) REPORT [speed type] [speed type] [speed type] SPEED or CONFIRM SPEED. NOTA: O uso dos elementos de mensagem padrão permite à tripulação de voo usar uma reposta automatizada. 3.3.5.2 Se o ADS-C indicar um desvio da rota autorizada, nível ou velocidade atribuída, o controlador pode questionar a tripulação de voo via CPDLC pela Tabela 11. Tabela 11 – Criando mensagens uplink multielemento Message element UM 169f ADS-C INDICATES OFF ROUTE. ADVISE INTENTIONS. UM 169t ADS-C INDICATES LEVEL DEVIATION. ADVISE INTENTIONS. UM 169v ADS-C INDICATES SPEED DEVIATION. ADVISE INTENTIONS. 70/149 MCA 100-13/2017 3.3.5.3 Se um reporte de posição CPDLC programado não é recebido, o controlador pode solicitar o reporte enviando a mensagem UM 147 REQUEST POSITION REPORT. 3.3.6 CRIANDO MENSAGENS UPLINK MULTIELEMENTO 3.3.6.1 O controlador deve minimizar o uso de mensagens uplink multielemento CPDLC e manter o tamanho das mensagens o menor possível. 3.3.6.2 O controlador deve apenas combinar a autorização ou os elementos de mensagem de instrução que são dependentes um do outro em uma única mensagem uplink. NOTA: A tripulação de voo só pode responder a uma mensagem inteira com uma única resposta, e teriam que responder DM 1 UNABLE se eles não pudessem cumprir com qualquer parte da mensagem. Além disso, um sistema da aeronave pode apresentar mensagens multielementos longas em múltiplas telas ou páginas, as quais aumentam a complexidade para a tripulação de voo na leitura e no entendimento da mensagem na sequência correta antes de responder. Exemplo 1: O controlador envia uma mensagem uplink multielemento única contendo elementos de mensagem para cada uma das partes diferentes da autorização e/ou instrução. Controller UM 164 WHEN READY or UM 177 AT PILOTS DISCRETION UM23 DESCEND TO FL280 or DESCEND TO AND MAINTAIN FL 280 UM 129 REPORT MAINTAINING FL280 or REPORT LEVEL FL280 Exemplo 2: O controlador envia uma mensagem uplink multielemento única contendo elementos de mensagem para cada uma das partes diferentes da autorização e/ou instrução. Controller UM23 DESCEND TO FL280 or DESCEND TO AND MAINTAIN FL280 UM48 CROSS DAFFY AT OR ABOVE FL310 NOTA 1: A tripulação de voo pode interpretar equivocadamente as mensagens que contenham autorizações ou instruções não relacionadas. NOTA 2: O controlador não deve enviar duas autorizações independentes em uma única mensagem, pois a tripulação de voo pode não responder individualmente cada autorização, se necessário (por exemplo, enviar WILCO para uma autorização e UNABLE para outra). O seguinte não é recomendado: Controller CLIMB TO AND MAINTAIN FL350 INCREASE SPEED TO .84 3.3.6.3 O controlador não deve enviar todos os elementos de uma autorização independente em uma única mensagem uplink ambígua. Exemplo 1: Nível FL330 está disponível apenas para um voo se a velocidade estiver ajustada a outros voos na mesma rota com no mínimo Mach.80, então o controlador pode autorizar apenas a aeronave a subir ao FL330 se sua velocidade for Mach.80 ou maior. Ambas as autorizações são mutuamente dependentes. Se a aeronave for incapaz de subir, então o ajuste MCA 100-13/2017 71/149 da velocidade não é exigido. Se a aeronave não puder manter a restrição de velocidade, então uma autorização de subida não está disponível. Controller UM 108 MAINTAIN M.80 OR GREATER UM 20 CLIMB TO FL330 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL 330. NOTA 1: Uma autorização dependente é uma mensagem que consiste em mais do que um elemento de autorização, em que é exigido da tripulação de voo cumprir cada um dos elementos. Uma rejeição de qualquer um dos elementos, singularmente ou em combinação, torna inválida toda a autorização. NOTA 2: O envio de elementos como mensagens individuais pode comprometer a segurança ou separação se a tripulação de voo aceitar o primeiro uplink de uma autorização dependente, cumprir a instrução e, então, responder DM 1 UNABLE para a próxima mensagem, quando recebida. NOTA 3: A tripulação de voo responderá a mensagem uplink multielemento com DM 0 WILCO ou DM 1 UNABLE, o que se aplicar à mensagem inteira. NOTA 4: O controlador não deve enviar uma autorização dependente em uma mensagem uplink única multielemento contendo a condição THEN. No seguinte exemplo, o elemento UM 165 THEN seguido do elemento de mensagem de autorização de rota UM 74 PROCEED DIRECT TO [position] não transmite claramente que a tripulação de voo deve completar a autorização de subida antes de iniciar a mudança da autorização de rota. Controller CLIMB TO AND MAINTAIN FL330 THEN PROCEED DIRECT TO TUNTO Exemplo 2: O controlador envia uma mensagem uplink única de multielemento contendo uma autorização de rota anexada que é dependente de uma autorização vertical. Para eliminar qualquer ambiguidade potencial, o controlador escolheu o segundo elemento para reforçar que a tripulação de voo deve cumprir a autorização vertical antes de cumprir a autorização de rota em anexo. Controller UM 20 CLIMB TO FL330 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL 330 UM 78 AT FL330 PROCEED DIRECT TO TUNTO UM129 REPORT MAINTAINING FL330 or REPORT LEVEL FL330 3.3.7 DESVIOS DE FORMAÇÕES NOTA: Para um órgão ATC ATN-B1, os elementos de mensagem que suportam os desvios de formações não estão disponíveis. 3.3.7.1 Ao emitir uma autorização de desvio, o controlador deve usar o UM 82 CLEARED TO DEVIATE UP TO [specified distance] [direction] OF ROUTE e adicionar o UM 127 REPORT BACK ON ROUTE. NOTA: Se uma autorização direta para um waypoint for emitida antes que a aeronave que desvia reportar de volta a rota, o controlador deverá determinar a localização da 72/149 MCA 100-13/2017 aeronave ou continuar a salvaguardar o espaço aéreo afetado pela autorização de desvio de formações até que a aeronave siga para o waypoint especificado. 3.3.7.2 Uma autorização de desvio permanece em efeito até: a) um reporte “back on route” for recebido; ou b) a aeronave alcançar o waypoint subsequente ao qual foi autorizado quando estiver livre de formações. 3.4 CPDLC – DOWNLINKS 3.4.1 GERAL 3.4.1.1 O órgão ATC deve responder a uma solicitação recebida assim que possível para evitar que a tripulação de voo inicie uma solicitação duplicada. NOTA: Os sistemas de solo ATN B1 fornecem o tempo limite automático de mensagens que não são respondidas, enquanto as mensagensdo sistema de solo FANS 1/A podem permanecer abertas indefinidamente. 3.4.2 ESCLARECIMENTO DE UMA MENSAGEM DOWNLINK 3.4.2.1 No caso de um controlador ter qualquer dúvida quanto a intenção de uma mensagem downlink, ou se existir qualquer outra ambiguidade, o controlador deve procurar esclarecer usando CPDLC ou voz. O controlador deve então responder à mensagem downlink com uma mensagem CPDLC consistente com o esclarecimento, para prevenir a confusão e fechar a mensagem downlink aberta. 3.4.3 RESPOSTAS/CONFIRMAÇÕES DE RECEBIMENTO 3.4.3.1 O controlador deve responder uma solicitação de autorização emitindo uma autorização usando um elemento de mensagem padrão apropriado, UM 1 STANDBY ou UM 0 UNABLE. 3.4.3.2 Quando uma solicitação de autorização for negada, o controlador deve enviar UM 0 UNABLE e, quando possível, adicionar uma razão para a não disponibilidade da autorização. NOTA: O controlador não deve afirmar novamente a autorização atual da aeronave. 3.4.3.3 O controlador deve enviar o UM 1 STANDBY para fornecer um aviso à tripulação de voo de que a autorização solicitada está sendo avaliada, mas não está prontamente disponível, por exemplo, devido a tráfego ou atrasos em coordenação com o próximo setor ou órgão ATC. NOTA 1: Alguns órgãos ATC automaticamente enviam um 1 STANDBY para confirmar o recebimento de uma solicitação downlink. NOTA 2: Algumas aeronaves FANS 1/A podem rejeitar a resposta real após ter recebido uma preliminar UM 1 STANDBY para a solicitação downlink. MCA 100-13/2017 73/149 3.4.3.4 Se uma resposta UM 1 STANDBY é enviada, o controlador deve subsequentemente enviar outra resposta dentro de um período de tempo razoável, ou, conforme exigido, para evitar um tempo limite da mensagem ou confusão da tripulação de voo. NOTA: A mensagem downlink permanece aberta. Se o controlador não responder dentro desse tempo, a tripulação de voo pode questionar o controlador de acordo com o exemplo abaixo: Exemplo: Tripulação DM 9 REQUEST CLIMB TO FL350 Após um período de tempo razoável Tripulação DM 53 WHEN CAN WE EXPECT HIGHER LEVEL (or ALTITUDE) ou DM 87 WHEN CAN WE EXPECT CLIMB TO FL350 3.4.3.5 Se uma solicitação duplicada CPDLC for recebida antes de a primeira solicitação ter sido respondida, o controlador deve enviar respostas apropriadas para ambas as solicitações. NOTA: Ao responder ambas as solicitações as mensagens downlink serão fechadas. Dependendo do sistema de solo, a resposta de fechamento para a segunda solicitação pode ser: a) uma confirmação da resposta para a primeira solicitação downlink (por exemplo, uma autorização ou UM 0 UNABLE); ou b) alguma outra mensagem uplink que não contradiga qualquer autorização anterior que possa ter sido enviada (ex. evitar enviar autorização para solicitação downlink e UM 0 UNABLE para a mensagem downlink duplicada). Exemplo 1: Dialogue 1 Dialogue 2 Flight crew DM 9 REQUEST CLIMB TO FL370 Flight crew DM 9 REQUEST CLIMB TO FL370 Controller UM 0 UNABLE Controller UM 0 UNABLE Exemplo 2: Dialogue 1 Dialogue 2 Flight crew DM 9 REQUEST CLIMB TO FL370 Flight crew DM 9 REQUEST CLIMB TO FL370 Controller UM 20 CLIMB TO FL370 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL370 Controller UM 20 CLIMB TO FL370 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL370; or (for example) UM 169 CLEARANCE ALREADY SENT 74/149 MCA 100-13/2017 Flight crew DM 0 WILCO Flight crew DM 0 WILCO or DM 3 ROGER. as appropriate 3.4.3.6 Se uma mensagem UM 1 STANDBY tiver sido enviada anteriormente quando uma solicitação duplicada for recebida e um tempo adicional for necessário antes que a autorização seja disponibilizada, o controlador deve responder com o UM 2 REQUEST DEFERRED, quando apropriado. Exemplo: Dialogue 1 Dialogue 2 Flight crew DM 9 REOUEST CLIMB TO FL370 Controller UM 1 STANDBY Flight crew DM 9 REQUEST CLIMB TO FL370 Controller UM 2 REQUEST DEFERRED Time passes until clearance is available. Controller UM 20 CLIMB TO FL370 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL370 Controller UM 20 CLIMB TO FL370 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL370; or (for example) UM 169 CLEARANCE ALREADY SENT Flight crew DM 0 WILCO Flight crew DM 0 WILCO 3.4.4 RESPONDENDO A MENSAGENS MULTIELEMENTOS 3.4.4.1 É recomendado que a tripulação de voo evite solicitações para autorizações múltiplas em uma única mensagem CPDLC. 3.4.4.2 Para evitar qualquer ambiguidade, a tripulação deve evitar o envio de solicitações de várias autorizações em uma única mensagem de downlink. Por exemplo, a tripulação deve enviar mensagens separadas para DM 9 REQUEST CLIMB TO [level] e DM 22 REQUEST DIRECT TO [position], a menos que haja uma necessidade operacional para combiná-las em uma única mensagem (isto é, a tripulação não deseja subir caso não seja autorizada diretamente para tal posição). 3.4.4.3 Se o controlador receber múltiplas solicitações de autorização em uma única mensagem e puder aprovar todas as solicitações de autorização, o controlador deve responder em uma única mensagem que inclua a autorização apropriada para cada solicitação na mensagem. Exemplo: Flight crew DM 9 REQUEST CLIMB TO FL370 DM22 REQUEST DIRECT TO TUNTO Controller UM20 CLIMB TO FL370 or CLIMB TO AND MAINTAIN FL370 UM74 PROCEED DIRECT TO TUNTO 3.4.4.4 Se um controlador receber múltiplas solicitações de autorização em uma única mensagem e não puder autorizar todos os elementos de solicitação da autorização, o MCA 100-13/2017 75/149 controlador deve enviar, em uma única mensagem, UM 0 UNABLE, o qual se aplica a todos os elementos da mensagem original. NOTA 1: O controlador não deve reafirmar a autorização atual da aeronave. NOTA 2: O controlador não deve enviar uma única mensagem contendo UM 0 UNABLE para elementos de solicitação de autorização múltiplos que não possam ser concedidos e uma autorização para os elementos remanescentes. NOTA 3: O controlador pode incluir uma razão para eliminar qualquer ambiguidade e, se apropriado, informação sobre quando partes da solicitação de autorização que estão disponíveis podem ser esperadas. NOTA 4: O controlador pode, seguindo a mensagem UM 0 UNABLE [reason], enviar uma mensagem CPDLC separada (ou mensagens) para responder a estes elementos para os quais pode emitir uma autorização apropriada. Exemplo 1: Flight crew DM 9 REQUEST CLIMB TO FL370 DM 22 REOUEST DIRECT TO TUNTO Controller UM 0 UNABLE Exemplo 2: Flight crew DM 9 REQUEST CLIMB TO FL370 DM 22 REQUEST DIRECT TO TUNTO Controller (provide reason using standard message) element) UM 0 UNABLE UM 166 DUE TO TRAFFIC Controller (separate message element) UM 74 PROCEED DIRECT TO TUNTO 3.4.5 OFERECENDO AUTORIZAÇÕES ALTERNATIVAS ÀS SOLICITAÇÕES 3.4.5.1 Se uma solicitação de autorização contida em uma mensagem CPDLC não puder ser emitida, o controlador deve enviar um UM 0 UNABLE para negar a solicitação antes de emitir qualquer autorização subsequente. a) se uma autorização alternativa (nível intermediário ou subida deferida) puder ser emitida, o controlador pode enviar a autorização posteriormente em uma mensagem CPDLC separada; e b) se uma autorização alternativa que a tripulação de voo possa não ser capaz de aceitar (nível mais alto ou modificação de rota) puder ser emitida, o controlador deve negociar a autorização com a tripulação de voo antes de emiti-la. NOTA: Os procedimentos para a emissão de autorizações alternativas não são aplicáveis a uma solicitação de autorização associada com um ADS-B ITP. Ver parágrafo 6.3. 76/149 MCA 100-13/2017 Exemplo 1: A aeronave está mantendo FL330. O controlador não pode emitir a autorização solicitada e emite uma autorização alternativa para um nível de voo que é mais baixo do que o solicitado. Flight crew DM 9 REQUEST CLIMB TO FL370 Controller UM 0 UNABLE UM 166 DUE TO TRAFFIC Controller UM 20 CLIMB TO FL350. UM 129 REPORTMAINTAINING FL350 or UM 20 CLIMB TO AND MAINTAIN FL350. UM 129 REPORT LEVEL FL350 Exemplo 2: A aeronave está mantendo FL330. O controlador não pode emitir a autorização solicitada, e questionamentos se a aeronave pode aceitar um nível de voo que é mais alto do que o solicitado. Flight crew DM 9 REQUEST CLIMB TO FL370 Controller UM 0 UNABLE UM 166 DUE TO TRAFFIC Controller UM 148 WHEN CAN YOU ACCEPT FL390 Flight crew DM 81 WE CAN ACCEPT FL390 AT 2200 NOTA: O controlador não deve simplesmente responder a solicitação downlink com a autorização alternativa. O seguinte procedimento não é uma prática recomendada. O controlador não fornece a resposta ATC correta. Flight crew REQUEST CLIMB TO FL370 Controller UNABLE CLIMB TO FL 350. REPORT MAINTAINING FL350 or UNABLE. CLIMB TO AND MAINTAIN FL350. REPORT LEVEL 350. 3.5 ADS-C NOTA: Para ATN B1, a aplicação ADS-C não é suportada. 3.5.1 GERAL 3.5.1.1 Os reportes ADS-C contém informação FMS relacionada à figura de mérito (FOM), ACAS e a redundância navegacional da aeronave. Alguns sistemas de solo automatizados usam o valor FOM recebido em um reporte ADS-C para determinar a exibição do reporte aos controladores ou exibir um símbolo ADS-C de qualidade “alta” ou “baixa”. 3.5.1.2 Se uma performance navegacional reportada em FOM está sendo usada e uma mudança ao valor FOM é observado, o controlador deve procurar a clarificação da tripulação de voo quanto à extensão de qualquer degradação navegacional. NOTA: A tripulação de voo deve avisar o ATC da performance degradada da aeronave abaixo do nível exigido para o espaço aéreo relacionado e onde a degradação reportada venha afetar a separação mínima que está sendo aplicada no momento. Nesse caso, o controlador deve tomar as medidas para estabelecer outro tipo de separação apropriado. MCA 100-13/2017 77/149 3.5.1.3 Se uma tripulação de voo insere um waypoint não previsto pelo ATC no plano de voo ativo da aeronave, a aeronave pode enviar um reporte de evento de mudança de waypoint, o qual contém informação sobre o waypoint não ATC no grupo de rota prevista, bem como nos grupos de intenção projetada fixa do reporte. O órgão ATC pode receber informação sobre o próximo, ou o próximo mais um waypoint desse reporte que não se correlaciona com a informação do waypoint fornecido no plano de voo atual ou registro de dados do voo pelo órgão ATC. NOTA: A tripulação de voo normalmente não deve inserir waypoints não previstos pelo ATC. 3.5.1.4 A menos que por propósitos de segurança, tais como monitorar aeronaves operando próximo, mas não entrando em seu espaço aéreo, o órgão ATC deve estabelecer apenas contratos ADS para aeronaves dentro de sua área de responsabilidade. 3.5.1.5 Um controlador que tome ciência de dados corrompidos ou incorretos de um reporte ADS-C deve estabelecer contato por voz com a aeronave em questão a fim de corrigir a situação. 3.5.1.6 Quando um órgão ATC está usando o reporte de posição ADS-C e CPDLC e detecta uma discrepância de 2 minutos ou menos entre os reportes, o controlador deve conciliar a diferença de tempo. Onde a diferença de tempo for de mais de 2 minutos, o controlador deve solicitar a confirmação do estimado para o waypoint em questão. NOTA: Os estimados CPDLC e ADS-C recebidos da mesma aeronave para a mesma posição podem diferir como um resultado do tempo de reporte da aplicação ADS- C ao segundo e o tempo reportado pela aplicação CPDLC sendo truncada ou arredondada para o minuto cheio mais próximo (dependendo do tipo da aeronave). A tripulação de voo também tem a capacidade de modificar o estimado para a próxima posição no reporte de posição CPDLC. Qualquer modificação não será refletida no reporte ADS-C. 3.5.1.7 Quando um reporte ADS-C (um reporte de evento de mudança de waypoint ou periódico) não é recebido dentro de um parâmetro do tempo esperado, o controlador deve determinar a posição da aeronave iniciando uma solicitação de contrato por demanda, reestabelecer um novo contrato periódico com a aeronave ou solicitar um reporte de posição por voz ou CPDLC. 3.5.1.8 Quando a aplicação da separação nos mínimos especificada é dependente do intervalo de reportes de posição periódicos, o órgão ATC deve estabelecer apenas um contrato periódico com um intervalo de reporte menor do que um intervalo de reporte exigido. 3.5.1.9 Se o controlador ficar ciente da falha de comunicações data link, o controlador deve instruir a aeronave afetada para retornar para reporte de posição por voz. 3.5.2 CONTRATOS ADS 3.5.2.1 Em espaços aéreos onde a separação convencional está sendo aplicada, o órgão ATC deve estabelecer o seguinte: NR Portaria do DECEA nº 168/DGCEA DE 18/10/2017. a) o contrato periódico ADS em um intervalo apropriado aos requisitos do espaço aéreo; e 78/149 MCA 100-13/2017 b) contrato de evento ADS para os seguintes eventos: 1 - Evento de mudança de waypoint; 2 - Evento de desvio lateral; 3 - Evento de desvio de faixa de altitude; e 4 - Evento de mudança de razão vertical de 5000 pés negativos por minuto (razão de descida). 3.5.3 GERENCIAMENTO DA CONEXÃO ADS-C 3.5.3.1 O órgão ATC deve terminar contratos ADS quando não são mais operacionalmente necessários. 3.5.3.2 Quando o sistema de solo ATC recebe uma mensagem de solicitação de logon, o órgão ATC pode iniciar uma conexão ADS-C enviando uma solicitação de contrato ADS para a aeronave. A aplicação ADS-C não atribui qualquer prioridade técnica para conexões ADS- C; portanto, o órgão ATC controlador pode não estar ciente de outras conexões estabelecidas com a aeronave. Como resultado, quando a funcionalidade do sistema de solo permite e quando as circunstâncias o fizerem vantajoso, o órgão ATC controlador deve iniciar um encaminhamento de endereço em uma ordem que forneça aos órgãos ATC que controlarão a aeronave uma oportunidade de ter alta prioridade para conexões ADS-C. NOTA 1: Os reportes ADS-C são formados e enviados em um processo sequencial baseado na ordem dos contratos ADS estabelecidos com os vários órgãos ATC. Por exemplo, o primeiro órgão ATC a estabelecer contratos com a aeronave continuará a receber os reportes da primeira aeronave, até mesmo se ela não mais tiver controle do voo. Quando esta conexão estiver terminada, o próximo órgão ATC a ter estabelecido contratos ADS começa a receber os reportes. Isso pode ter o efeito de reduzir a performance ADS-C aparente da aeronave para a qual o órgão ATC não é a primeira unidade a receber o reporte ADS-C. NOTA 2: A seguinte orientação se dá para sistemas de solo que permitem ao controlador iniciar manualmente o processo de encaminhamento de endereço. Outros sistemas têm automatizado este processo, geralmente conectando-o à coordenação automatizada da aeronave. Esses sistemas irão normalmente encaminhar a aeronave na ordem em que elas necessitam ser coordenadas. 3.5.3.3 A ordem para o encaminhamento de endereço deve ser o seguinte: a) a NDA; b) um órgão ATC solicitando uma conexão ADS-C para o monitoramento próximo do limite; e c) outras conexões diversas. NOTA 1: A NDA pode não ser o próximo órgão ATC na rota, na situação em que existe um setor de curta transição e esse próximo órgão ATC tenha informado que ela deseja assumir a NDA. MCA 100-13/2017 79/149 3.5.3.4 Por exemplo, como mostra a Figura 43, um contrato ADS-C é exigido pelo órgão ATC 2 para monitorar o progresso da aeronave. Para garantir que a próxima unidade com responsabilidade de controle direta da aeronave (órgão ATC 3) tenha prioridade sobre as conexões ADS-C, o órgão ATC 1 deve iniciar o encaminhamento de endereço para o órgão ATC 3 antes do encaminhamento do endereço para o órgão ATC 2. Figura 43 – Prioridades para conexões ADS-C 3.5.3.5 Quando todas as conexões ADS-C com uma aeronave particular tenham sido estabelecidas, tal como mostra a Figura 44, qualqueroutro órgão ATC que tente conectar com a aeronave irá receber uma mensagem DISCONNECT REQUEST (DIS) com “reason code 1” (congestionamento). 3.5.3.6 Quando a mensagem DIS é recebida por um órgão ATC que normalmente teria prioridade em uma conexão ADS-C, o órgão ATC deve notificar o órgão ATC atual. Esta última deve resolver a situação. 3.5.3.7 Dependendo do tipo da aeronave, a última opção pode terminar todos os contratos ADS atuais; portanto, a autoridade que controla deve considerar o efeito operacional sobre outros órgãos ATC antes de empregar este método. Por exemplo, como mostra na Figura 44, a aeronave atribuiu prioridade para as conexões ADS-C com quatro órgão ATC e uma facilidade AOC: 80/149 MCA 100-13/2017 Conexão com: 1- ÓRGÃO ATC 1 2- ÓRGÃO ATC 2 3- ÓRGÃO ATC em controle anterior 4- a facilidade AOC 5- a facilidade de solo coletando dados de teste NOTA: Órgão ATC 3, a próxima autoridade controladora, é incapaz de estabelecer uma conexão ADS-C com a aeronave devido ao congestionamento. Figura 44 – Conexão ADS-C não disponível devido ao congestionamento 3.5.4 CONTRATO ADS – PERIÓDICO 3.5.4.1 Ao configurar um intervalo de reporte periódico padrão, a PSNA deve levar em conta requisitos para a separação padrão em uso, monitoramento de conformidade, níveis de tráfego e serviço de alerta. Tipicamente, intervalos de contrato periódico padrão são configurados para satisfazer os requisitos de reporte de posição da separação padrão em uso. 3.5.4.2 O PSNA deve evitar selecionar arbitrariamente os intervalos de padrões periódicos curtos do custo de economia dos usuários e o carregamento do sistema desnecessário imposto por estes curtos intervalos predefinidos. 3.5.4.3 Existe um número de situações em que um controlador ou uma automação de solo pode usar um intervalo de reporte em detrimento do intervalo predefinido no contrato periódico. Uma mudança no intervalo predefinido pode ser garantido ou útil quando: MCA 100-13/2017 81/149 a) a aeronave é autorizada a desviar de áreas de formações significantes conhecidas; b) a aplicação de uma separação padrão menor requer um intervalo periódico mais curto; c) existem períodos de turbulência; d) um desvio não autorizado é detectado; ou e) a aeronave está se aproximando de uma rota de cruzamento na qual existe outro tráfego. 3.5.4.4 O PSNA deve garantir que o intervalo de reporte periódico em uso esteja de acordo com os requisitos de reporte de posição da separação padrão sendo usada. Em algumas circunstâncias, tais como uma situação de emergência, o órgão ATC pode estabelecer um intervalo de reporte periódico mais curto. Quando não for exigido pela aplicação da separação, ou outras circunstâncias, o PSNA deve retornar para um intervalo de reporte periódico mais longo para reduzir os custos dos operadores e carregamento desnecessário do sistema. NOTA: Normalmente, o órgão ATC controlador não deve estabelecer o reporte periódico ADS-C em um intervalo menor do que cinco minutos. Um órgão ATC não controlador adjacente não deve estabelecer o reporte periódico ADS-C em um intervalo menor do que é exigido para a aplicação de qualquer separação reduzida em efeito para o voo. Em circunstâncias anormais, o órgão ATC pode especificar um intervalo de reporte periódico para algumas aeronaves de até 64 segundos. 3.5.5 CONTRATO ADS – EVENTO DE MUDANÇA DE WAYPOINT 3.5.5.1 Um reporte de evento waypoint será enviado em qualquer waypoint contido no plano de voo ativo da aeronave, o qual pode incluir pontos de reporte compulsório e não compulsório. Estes waypoints são refletidos no grupo de rota prevista. 3.5.6 CONTRATO ADS – MUDANÇA DE ALCANCE VERTICAL E EVENTOS DE DESVIO LATERAL 3.5.6.1 Quando contratos de evento de desvio de faixa de altitude e evento de desvio lateral são estabelecidos, o controlador será avisado apenas quanto a variações verticais ou laterais que excedam as tolerâncias associadas. NOTA: Se um reporte periódico regular é enviado quando a aeronave está desviando do nível ou rota autorizados (mas ainda está dentro do nível ou tolerâncias laterais), o controlador ainda será alertado quanto à variação apesar de nenhum reporte de evento ter sido enviado. 3.6 SEPARAÇÃO 3.6.1 GERAL – ADS-C 3.6.1.1 O órgão ATC pode usar o ADS-C para a aplicação da separação convencional dentro de um ambiente misto, como um espaço aéreo onde os reportes de posição são fornecidos por 82/149 MCA 100-13/2017 uma mistura de reporte de aeronaves por ADS-C e o reporte de aeronaves por outros meios. NR Portaria do DECEA nº 168/DGCEA DE 18/10/2017 3.6.1.2 Por exemplo, o órgão ATC pode usar uma combinação de ADS-C, reportes de voz, radar ou informação ADS-B para determinar a separação entre duas ou mais aeronaves. 3.6.1.3 Quando o ADS-C é usado para o monitoramento de conformidade de rota para suportar a separação, o órgão ATC deve estabelecer contratos ADS apropriados que especifiquem o intervalo de reporte periódico e tolerâncias em eventos de acordo com os padrões de separação. NOTA: Isso irá garantir que estimados sendo usados para o monitoramento de conformidade de rota sejam aceitáveis para a separação e o controlador receba uma indicação quando a aeronave não estiver em conformidade com seu plano de voo em vigor. 3.6.1.4 O controlador deve alertar a tripulação de voo quando observar que a aeronave tenha desviado significantemente do seu perfil de voo autorizado. O controlador deve tomar as medidas conforme apropriado se for provável que o desvio afete o serviço de tráfego aéreo sendo prestado. 3.6.2 SEPARAÇÃO VERTICAL – ADS-C 3.6.2.1 Quando praticável, as tolerâncias utilizadas para determinar se um nível específico está ocupado pela aeronave que reporta através do ADS-C dentro do espaço aéreo de um órgão ATC específico devem ser consistentes com outras tolerâncias usadas por todo o espaço aéreo. Por exemplo, as tolerâncias verticais para o ADS-C devem ser consistentes com as tolerâncias verticais usadas para o monitoramento de adesão de nível por outras formas de vigilância, como o radar. 3.6.2.2 Onde outras tolerâncias verticais não existirem, o órgão ATC deve aplicar uma tolerância vertical de +/– 300 pés para aplicações ADS-C. Porém, um órgão ATC individual pode especificar em instruções locais e em AIP (ou outra publicação apropriada) que ela usa uma tolerância de não menos que +/– 200 pés para fornecer consistência com outras tolerâncias verticais aplicadas dentro do seu espaço aéreo. 3.6.2.3 Se a informação de nível ADS-C exibida não satisfizer a tolerância exigida para um órgão ATC individual, então o controlador deve avisar a tripulação de voo de acordo com isso e solicitar a confirmação do nível da aeronave. Se após a confirmação do nível a informação do nível ADS-C exibida estiver ainda além da tolerância exigida, o controlador pode precisar aplicar outro método de separação ou outro método de determinação da informação do nível. 3.6.2.4 Quando a informação do nível ADS-C exibida está dentro da tolerância especificada no nível de voo esperado ou autorizado, o órgão ATC pode usar a informação de nível ADS-C para aplicar a separação vertical e determinar que uma aeronave atingiu ou está mantendo um nível especificado. 3.6.2.5 O controlador pode considerar que uma aeronave abandonou um nível especificado quando a informação de nível ADS-C exibida indique que a aeronave tenha passado o nível na direção exigida além da tolerância exigida. MCA 100-13/2017 83/149 3.6.3 SEPARAÇÃO LATERAL – ADS-C 3.6.3.1 Um órgão ATC pode usar a informação de reporte ADS-C para detectar automaticamente quando uma aeronave está além de uma área de conflito lateral e fornecer uma indicação quando isso ocorrer para o controlador. 3.6.3.2 Quando ferramentas de detecção de conflito não estiverem disponíveis, o controlador pode determinar conflitoslaterais ao observar a informação de reporte ADS-C e determinar se a aeronave está dentro ou fora da área de conflito. 3.6.4 SEPARAÇÃO LONGITUDINAL – ADS-C 3.6.4.1 Os mínimos de separação em distância longitudinal baseados nos ADS-C serão, quando operacionalmente viável, definidos e autorizados pelo DECEA, para uso em porções específicas do espaço aéreo brasileiro. 3.6.4.2 Os órgãos ATC que utilizam as ferramentas aprovadas ou integradas com o propósito de determinar a separação baseada na tela de vigilância deve publicar em documentação local qualquer limitação sobre o uso de tais ferramentas para o estabelecimento e monitoramento de padrões de separação. 3.6.4.3 Os órgãos ATC podem usar os reportes ADS-C para estabelecer e monitorar o tempo longitudinal e padrões de separação em distância. 3.6.4.4 Alguns sistemas de solo exibem um símbolo ADS-C interpolado ou extrapolado entre os recebimentos de reportes ADS-C. Considerando que o intervalo de reporte periódico em uso esteja de acordo com qualquer intervalo de reporte máximo especificado pelo padrão de separação, o órgão ATC pode determinar a separação entre os símbolos extrapolados/interpolados pelo uso de ferramentas de medição baseadas na tela, ou pelo uso de ferramentas de detecção de conflitos automatizadas. 3.6.4.5 Quando o órgão ATC usa os símbolos ADS-C extrapolados ou interpolados para fornecer separação e qualquer dúvida exista quanto à integridade ou validade da informação que está sendo apresentada, o controlador deve enviar um contrato por demanda para atualizar a informação relevante. Se alguma dúvida ainda existir, o controlador deve considerar o uso de método de separação alternativo. 3.6.4.6 O órgão ATC pode usar os registros de dados de voo do sistema de solo atualizado pelos reportes ADS-C na aplicação de padrões de separação baseados em tempo apropriados. Métodos de determinação podem incluir referência a: a) estimados em waypoints; b) estimados calculados para posições não contidas no plano de voo; c) ferramentas de medição baseadas na tela; ou d) ferramentas de detecção de conflitos automatizadas. 84/149 MCA 100-13/2017 3.6.4.7 O órgão ATC pode usar os reportes ADS-C para a aplicação de padrões de distância longitudinais apropriados. Métodos de determinação podem incluir: a) o uso de ferramentas do sistema automatizado para medir as posições exibidas de duas ou mais aeronaves reportando pelo ADS-C; b) comparação da posição exibida de uma aeronave ADS-C com a posição de outra aeronave determinada por uma forma alternativa de vigilância; ou c) o uso de ferramentas de detecção de conflitos automatizadas. 3.7 SERVIÇO DE ALERTA 3.7.1 Para aeronaves ADS-C, o órgão ATC deve basear a prestação do serviço de alerta em qualquer reporte programado perdido (ou seja, fornecido pelo contrato periódico ou pelo contrato de evento de waypoint). 3.8 PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA 3.8.1 GERAL 3.8.1.1 A tripulação de voo utilizará todos os meios que forem apropriados, ou seja, o CPDLC e/ou voz, para se comunicar durante uma emergência. NOTA: Para aeronaves ATN B1, os elementos de mensagem de emergência não são suportados. Ver Anexo A, parágrafo A.4, para uma lista de elementos de mensagem de emergência. 3.8.1.2 Quando situações de emergência forem comunicadas via CPDLC, o controlador pode responder via CPDLC. Porém, o controlador também pode tentar fazer contato por voz com a aeronave. 3.8.1.3 O controlador deve seguir os procedimentos de resposta de emergência normais, conforme o caso, dependendo da natureza da emergência. 3.8.2 EMERGÊNCIA CPDLC E ADS-C 3.8.2.1 Se o órgão ATC receber um reporte de emergência ADS-C sem uma mensagem de emergência CPDLC correspondente, o controlador deve solicitar a confirmação da emergência de acordo com as diretrizes fornecidas no parágrafo 3.8.3. 3.8.2.2 O controlador deve tratar qualquer mensagem downlink CPDLC que contenha um elemento de mensagem de emergência conforme o set de mensagens como uma mensagem de emergência. NOTA 1: Para FANS 1/A, DM 80 DEVIATING UP TO [specified distance] [direction] OF ROUTE ou DEVIATING [distance offset] [direction] OF ROUTE é usado em operações normais e não é um elemento de mensagem de emergência. NOTA 2: Quando o órgão ATC receber DM 55 PAN PAN PAN ou DM 56 MAYDAY MAYDAY MAYDAY, elementos de mensagem adicionais (e.g. DM 61 DESCENDING TO [level]) podem ser anexados. Estes elementos de mensagem MCA 100-13/2017 85/149 adicionais podem não refletir precisamente o nível/altitude atual, informação de trajetória ou intenções da tripulação de voo. 3.8.2.3 Se o órgão ATC receber uma mensagem de emergência CPDLC, tais como o DM 56 MAYDAY MAYDAY MAYDAY ou DM55 PAN PAN PAN, com ou sem um reporte de emergência ADS-C correspondente, o controlador deve confirmar o recebimento da mensagem CPDLC usando os meios mais apropriados (voz ou CPDLC). Se responder via CPDLC, o controlador deve usar um dos seguintes elementos de mensagem de texto livre (conforme o caso): a) UM 169r ROGER PAN se a mensagem downlink contém DM 55 PAN PAN PAN; ou b) UM 169q ROGER MAYDAY se a mensagem downlink contém DM 56 MAYDAY MAYDAY MAYDAY. NOTA 1: Para o FANS 1/A, as mensagens de emergência CPDLC não exigem uma resposta de fechamento. Portanto, o sistema da aeronave irá rejeitar o recebimento de qualquer resposta técnica (ou seja, incluindo um MRN), como o elemento de mensagem DM 3 ROGER. NOTA 2: Para o FANS 1/A, se o controlador enviar uma mensagem de texto livre CPDLC para responder uma mensagem de emergência, a tripulação de voo pode não enviar a resposta exigida (i.e., DM 3 ROGER) para a mensagem de texto livre, dependendo da carga de trabalho e natureza da emergência. 3.8.2.4 O controlador deve tentar determinar a natureza da emergência e verificar qualquer assistência que possa ser necessária. 3.8.2.5 O órgão ATC com a responsabilidade do controle do voo pode escolher: a) reduzir o intervalo de reporte periódico ADS-C; ou b) enviar uma solicitação de contrato de demanda. NOTA 1: A redução do intervalo de reporte ADS-C diminui o período entre o cancelamento da emergência ADS-C e o recebimento da mensagem ADS-C CANCEL EMERGENCY. NOTA 2: Órgão ATC adjacentes não devem reduzir o intervalo de reporte periódico ADS- C. NOTA 3: Uma solicitação de contrato por demanda não é exigida se o intervalo de reporte periódico foi reduzido – um reporte ADS-C já terá sido desencadeado pela aeronave quando o novo contrato periódico for recebido. 3.8.3 REPORTE DE EMERGÊNCIA ADS-C SEM UMA MENSAGEM CPDLC DE EMERGÊNCIA 3.8.3.1 Quando um órgão ATC que não tem responsabilidade de controle pela aeronave receber uma indicação de uma emergência ADS-C, ela deve coordenar com a autoridade em 86/149 MCA 100-13/2017 controle para garantir que recebeu o reporte de emergência (ver parágrafo 3.1.2.4.2 para informações relacionadas). 3.8.3.2 Quando um órgão ATC que tem responsabilidade de controle pela aeronave receber uma indicação de um reporte de emergência ADS-C sem uma mensagem de emergência CPDLC ou uma confirmação por voz, então é possível que a aeronave possa estar sujeita a interferência ilícita ou ativação inadvertida do modo emergência ADS-C. Se um reporte ADS- C posterior indicar que a aeronave está mantendo as operações normais (ou seja, a aeronave está operando de acordo com sua autorização), o controlador deve confirmar a emergência ADS-C usando o CPDLC ou voz. 3.8.3.3 Para a confirmação da ativação do modo emergência ADS-C usando o CPDLC, o controlador deve enviar o seguinte uplink de texto livre CPDLC: ControladorUM 169ak CONFIRM ADS C EMERGENCY NOTA: Se a voz é usada para a confirmação, o mesmo texto da mensagem deve ser usado na transmissão de voz. 3.8.3.3.1 Se o modo emergência foi ativado inadvertidamente, o controlador espera que a tripulação de voo cancele a emergência ADS-Ce avise o controlador por voz ou pelas seguintes mensagens CPDLC. Tripulação DM 3 ROGER DM 67ab ADS-C RESET 3.8.3.3.2 Se a aeronave continuar com o modo emergência ADS-C ativado, o controlador deve presumir que a aeronave está em condições de emergência e seguir os procedimentos normais de alerta. NOTA: A aeronave pode não enviar a mensagem ADS-C CANCEL EMERGENCY até que o próximo reporte periódico ADS-C seja recebido. 3.9 PROCEDIMENTOS NÃO ROTINEIROS 3.9.1 GERAL 3.9.1.1 Observar as provisões e procedimentos atuais sobre falha de comunicação total (CPDLC e voz). 3.9.2 COMUNICAÇÕES DE VOZ RELATIVAS AO DATA LINK 3.9.2.1 Quando o CPDLC falhar e mensagens abertas existirem no momento da falha, o controlador deve recomeçar qualquer diálogo envolvendo estas mensagens por voz. 3.9.2.2 O controlador ou operador de rádio deve usar a fraseologia de voz padrão sob certas condições, como indicado na Tabela 12. MCA 100-13/2017 87/149 Tabela 12 – Fraseologia de voz relativa ao CPDLC Condição Fraseologia de voz Avisar todas as estações ou um voo específico de uma falha completa do sistema de solo e fornecer demais instruções. [ALL STATIONS] CPDLC FAILURE (instruções). Exemplo: ALL STATIONS CPDLC FAILURE. DISCONNECT CPDLC. CONTINUE ON VOICE Instruir a tripulação de voo de falha de uma única mensagem CPDLC. CPDLC MESSAGE FAILURE (autorização apropriada, instrução, informação ou solicitação) Instruir a tripulação de voo em uma correção para autorizações CPDLC, instruções, informações ou solicitações. DISREGARD CPDLC (tipo da mensagem) MESSAGE, BREAK (autorização correta, instrução, informação ou solicitação) Instruir todas as estações ou um voo específico para evitar o envio de solicitações CPDLC por um período limitado de tempo. [ALL STATIONS] STOP SENDING CPDLC REQUESTS [UNTIL ADVISED] [(razão)] Instruir a tripulação de voo para iniciar manualmente o logon para o órgão ATC subsequente. DISCONNECT CPDLC THEN LOGON TO [facility designation] Nota 1 — O [facility designation] é o código de quatro caracteres da OACI. Nota 2 — Usar esta fraseologia de voz quando a transferência CPDLC para um órgão ATC adjacente tenha falhado. Avisar a tripulação de voo antes de encerrar a CPDLC e instruí-los a continuar por voz. CPDLC WILL BE SHUT DOWN. DISCONNECT CPDLC. CONTINUE ON VOICE. Instruir todas as estações ou um voo específico para reassumir as operações CPDLC normais e fornecer o endereço de logon. [ALL STATIONS] RESUME NORMAL CPDLC OPERATIONS. LOGON TO [facility designation] 3.9.3 FALHA DE INICIALIZAÇÃO DATA LINK 3.9.3.1 No evento de uma falha de logon de uma aeronave no espaço aéreo de um órgão ATC ou se aproximando dele e quando um plano de voo estiver disponível, o órgão ATC deve verificar se a identificação da aeronave e o registro ou endereço da aeronave, bem como outros detalhes contidos na solicitação de inicialização data link, correspondem a detalhes do plano de voo. 88/149 MCA 100-13/2017 NOTA: No caso do FANS 1/A, a posição geográfica da aeronave no momento da inicialização do logon está contida na mensagem de solicitação de logon. 3.9.3.1.1 Se os detalhes da solicitação de inicialização diferir dos detalhes do plano de voo, o controlador deve contatar a tripulação de voo para resolver as diferenças entre os detalhes da aeronave e do plano de voo, fazer as mudanças apropriadas nestes e, então, providenciar uma reinicialização do processo de logon pela tripulação de voo. 3.9.3.1.2 Se os detalhes de solicitação de inicialização correspondem aos detalhes do plano de voo, mas o voo não for elegível para o logon naquele momento, o controlador deve entrar em contato com a tripulação de voo para providenciar uma reinicialização do processo de logon no momento apropriado. 3.9.3.2 No evento de uma falha de logon por uma aeronave no espaço aéreo de um órgão ATC ou se aproximando dele, quando nenhum plano de voo estiver disponível, o controlador deve: a) se possível, entrar em contato com a tripulação de voo para obter dados do plano de voo suficientes para possibilitar um logon bem-sucedido; e b) providenciar uma reinicialização do processo do logon. 3.9.3.3 O PSNA deve garantir que os procedimentos estejam organizados para notificar a agência de monitoramento Estatal/regional com um relatório de falhas observadas. NOTA: Quando puder ser determinado que o logon é inapropriado, nenhuma ação é exigida. 3.9.4 FALHAS DO SERVIÇO DATA LINK 3.9.4.1 Falha de conexão CPDLC 3.9.4.1.1 Se um diálogo CPDLC é interrompido por uma falha do serviço data link, o controlador deve reiniciar o diálogo inteiro por comunicação de voz. 3.9.4.1.2 Quando o controlador reconhece uma falha de conexão CPDLC, o controlador deve instruir a tripulação de voo para terminar a conexão e então iniciar outro logon. O controlador ou operador de rádio deve usar a seguinte fraseologia de voz: Controlador (ou operador de rádio) CPDLC FAILURE. DISCONNECT CPDLC THEN LOGON TO [facility designation] Tripulação de voo ROGER NOTA: A [facility designation] é o código de 4 caracteres da OACI. 3.9.4.2 Transferência da conexão CPDLC – condições anormais 3.9.4.2.1 Quando a transferência automática da conexão CPDLC falha, o controlador deve usar as seguintes mensagens via CPDLC. Ao usar a voz, utilizar a fraseologia de voz equivalente: Controlador UM 169am ou UM 183am AUTOMATIC TRANSFER OF CPDLC MCA 100-13/2017 89/149 FAILED. WHEN ENTERING [unit name] AREA DISCONNECT CPDLC THEN LOGON TO [facility designation] Tripulação DM 3 ROGER NOTA 1: A [unit name] é expressa como um nome radiotelefônico, não o código de 4 caracteres. A [facility designation] é o código relevante de 4 caracteres da OACI. NOTA 2: Instruindo a tripulação de voo para DISCONNECT CPDLC resultará na perda da conectividade CPDLC. Esse procedimento só deve ser aplicado na aproximação com o limite do próximo órgão ATC. 3.9.4.3 Falha do serviço data link 3.9.4.3.1 No caso de um encerramento data link não planejado, o órgão ATC envolvido deve informar: a) a todas as aeronaves afetadas usando a seguinte fraseologia de voz: Controlador (ou operador de rádio) ALL STATIONS CPDLC FAILURE. DISCONNECT CPDLC. CONTINUE ON VOICE Tripulação ROGER b) aos órgãos ATC adjacentes por coordenação direta; e c) a todas as partes relevantes através da publicação de um NOTAM, caso necessário. NOTA: No caso de uma interrupção inesperada ou planejada do serviço de rede ou de dados satelitais (por exemplo, falha da estação de solo), o CSP irá notificar todos os órgãos ATC dentro da área afetada, de acordo com o parágrafo 3.1.3.1, para que o controlador possa informar as aeronaves afetadas. 3.9.4.4 Encerramento data link planejado 3.9.4.4.1 Durante o período de tempo de um encerramento data link planejado, o PSNA irá avisar aos operadores as exigências do uso dos procedimentos de comunicação de voz. 3.9.4.4.2 Ao avisar a tripulação de voo antes do início de um encerramento data link planejado, o controlador deve usar a seguinte mensagem CPDLC ou o operador de rádio deve usar a fraseologia de voz equivalente: Controlador (ou operador de rádio, em caso do uso de voz) UM169ax CPDLC WILL BE SHUT DOWN. DISCONNECT CPDLC. CONTINUE ON VOICE Nota 1 — O controlador pode opcionalmente fornecer a frequência de contato de voz. Tripulação DM 3 ROGER Nota 2 — O controlador espera que a tripulação de voo termine a conexão CPDLC e continue em voz. 90/149 MCA 100-13/2017 3.9.4.5 Falha do serviço CPDLC ou ADS-C 3.9.4.5.1 Alguns órgãos ATC não são equipados simultaneamente com CPDLC e ADS-C e, consequentemente, podem vivenciar uma falha do serviço CPDLC ou ADS-C. Para os órgãos ATC que possuem ambos, CPDLC e ADS-C, os dois componentes podem falhar independentemente ou simultaneamente.3.9.4.5.2 Quando o serviço ADS-C é encerrado, o órgão ATC envolvido deve informar a todas as partes afetadas o encerramento e sua provável duração. 3.9.4.5.3 Se o serviço CPDLC ainda estiver disponível, o controlador deve retornar para o CPDLC ou voz para satisfazer a exigência de reporte de posição. O controlador deve, então, enviar uma mensagem CPDLC para a tripulação de voo notificando as exigências de reporte usando uma das seguintes mensagens de texto livre: Controlador UM 169ao ADS-C SHUT DOWN AT [facility designation]. REVERT TO CPDLC POSITION REPORTS. LEAVE ADS-C ARMED. Tripulação DM 3 ROGER Ou Controlador UM 169at ADS-C SHUT DOWN AT [facility designation]. REVERT TO VOICE POSITION REPORTS. LEAVE ADS-C ARMED. Tripulação DM 3 ROGER NOTA: A [facility designation] é o código OACI de 4 caracteres. 3.9.4.5.4 Quando um contrato ADS-C não puder ser estabelecido ou se o reporte ADS-C de uma aeronave cessar inesperadamente, o controlador deve instruir a tripulação de voo usando a seguinte mensagem CPDLC ou usar a fraseologia de voz equivalente: Controlador UM 169an CONFIRM ADS-C ARMED Tripulação DM 3 ROGER NOTA: A tripulação de voo pode, inadvertidamente, selecionar o ADS-C off. Se o ADS-C foi desligado, ligá-lo novamente não irá reiniciar os contratos ADS anteriores. O órgão ATC deve estabelecer novos contratos ADS. 3.9.4.6 Reestabelecendo operações data link 3.9.4.6.1 O controlador ou operador de rádio deve usar a seguinte fraseologia de voz para avisar a tripulação de voo que o sistema data link restabeleceu as operações. Controlador (ou operador de rádio) [ALL STATIONS] RESUME NORMAL CPDLC OPERATIONS. LOGON TO [facility designation] Tripulação LOGON [facility designation] NOTA: A [designação da facilidade] é o código de 4 caracteres da OACI. MCA 100-13/2017 91/149 3.9.4.6.2 O controlador ou operador de rádio deve usar a seguinte fraseologia de voz para avisar a tripulação de voo de que o sistema CPDLC e ADS-C restabeleceu as operações. Controlador (ou operador de rádio) [ALL STATIONS] RESUME NORMAL CPDLC and ADS-C OPERATIONS. LOGON TO [facility designation] Tripulação LOGON [facility designation] NOTA: A [designação da facilidade] é o código de 4 caracteres da OACI. 3.9.4.6.3 O controlador ou operador de rádio deve usar a seguinte mensagem CPDLC ou usar a fraseologia de voz equivalente para avisar a tripulação de voo de que o sistema ADS-C restabeleceu as operações e CPDLC e os reportes de posição por voz não são exigidos. Controlador (ou operador de rádio) UM 169aw RESUME NORMAL ADS-C OPERATIONS. CPDLC AND VOICE POSITION REPORTS NOT REQUIRED Tripulação DM 3 ROGER 3.9.4.7 Estimados incorretos 3.9.4.7.1 Se os reportes de posição ADS-C ou CPDLC indicam estimados incorretos, o controlador deve notificar a tripulação de voo usando a voz ou a seguinte mensagem de texto livre: Controlador (ou operador de rádio) UM 169h ADS-C ESTIMATES APPEAR INACCURATE. CHECK FMS. Tripulação DM 3 ROGER 3.9.4.8 Falha SATCOM 3.9.4.8.1 Se a tripulação de voo informar que uma falha SATCOM ocorreu na aeronave e a falha afeta a separação mínima aplicada no momento, o controlador deve estabelecer uma separação mínima apropriada. 3.9.5 USANDO O CPDLC PARA RETRANSMITIR MENSAGENS 3.9.5.1 Em um espaço aéreo onde a separação convencional está sendo aplicada, quando um órgão ATC e uma aeronave não puderem se comunicar, o controlador pode usar o CPDLC para retransmitir mensagens através de uma aeronave intermediária capacitada com o CPDLC. Dependendo das circunstâncias, o controlador pode confirmar primeiro se a aeronave capacitada CPDLC está em contato com a outra aeronave e deve receber concordância (o aceite) da tripulação de voo que irá atuar como intermediária. O controlador deve usar apenas texto livre com a seguinte composição: 92/149 MCA 100-13/2017 Controlador UM 169ap RELAY TO [designativo de chamada] [facility name] [mensagem de texto a ser retransmitida] Onde: [designativo de chamada] é expresso como o código de chamada de radiotelefonia, em vez do designador de três letras OACI ou de duas letras IATA; [facility name] é expresso como o nome de radiotelefonia, e não o código de 4 caracteres; e [mensagem de texto a ser retransmitida] (ex. CLEARS [designativo de chamada] CLIMB TO AND MAINTAIN FL340. Nota — O uso de elementos de mensagem padrão é proibido, pois o FMS da aeronave intermediária pode ser ligado involuntariamente. Tripulação DM 3 ROGER Tripulação DM 67ae RELAY FROM [designativo de chamada] [parâmetros de resposta] Exemplo: Controlador UM 169ap RELAY TO UNITED345 OAKLAND CLEARS UNITED345 CLIMB TO AND MAINTAIN FL340 Tripulação DM 3 ROGER Tripulação DM 67ae RELAY FROM UNITED345 CLIMBING FL340 MCA 100-13/2017 93/149 4 PROCEDIMENTOS DA TRIPULAÇÃO DE VOO 4.1 VISÃO GERAL 4.1.1 GERAL 4.1.1.1 Este capítulo fornece orientação sobre os procedimentos para a tripulação de voo no espaço aéreo onde os serviços data link estão disponíveis. 4.1.1.2 Estes procedimentos são destinados a assistir os operadores no desenvolvimento de: a) procedimentos de operação e documentação associada; e b) programas de treinamento apropriado. 4.1.1.3 As tripulações de voo devem estar cientes da operação de manuais para o uso do sistema data link específico para o tipo da aeronave. 4.1.1.4 As tripulações de voo devem estar cientes das operações data link. NOTA: Consultar Capítulo 2 para uma visão geral das operações data link. 4.2 LOGON 4.2.1 TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA DOS SERVIÇOS CPDLC E ADS-C ENTRE ÓRGÃOS ATC 4.2.1.1 Quando solicitado por procedimentos locais, a tripulação de voo deve enviar DM 48 POSITION REPORT [position report]. Alternadamente, a tripulação pode exigir a resposta para uma troca de mensagens CPDLC iniciada pelo órgão ATC. NOTA: Desde que aeronaves FANS 1/A não reportem que a órgão ATC downstream tenha se tornado a CDA, a única forma de confirmar que isso ocorreu é o órgão ATC receber uma mensagem CPDLC da aeronave. 4.2.2 SAÍDA DE ÁREAS DE SERVIÇO ADS-C E CPDLC 4.2.2.1 A tripulação de voo deve consultar o órgão ATC atual antes do término manual de qualquer contrato ADS com a aeronave, até mesmo se suspeitar desnecessário ou que seu término tenha falhado. NOTA: Contratos ADS são gerenciados (por exemplo, estabelecidos e terminados) pelos órgãos ATC. 4.2.2.2 Aproximadamente 15 minutos depois de sair de uma área coberta pelos serviços ADS- C e CPDLC, a tripulação deverá garantir que não haja conexões CPDLC ou ADS-C ativas, eliminando, assim, a possibilidade de uso inadvertido ou inadequado do sistema e reduzindo os custos operacionais do sistema e a carga de trabalho da rede. NOTA: Alguns órgãos ATC podem optar por manter contratos ADS com uma aeronave por um período de tempo (por exemplo, 15 minutos) após a saída da aeronave de seu espaço aéreo. 94/149 MCA 100-13/2017 4.3 REPORTE DE POSIÇÃO 4.3.1 REPORTES DE POSIÇÃO EM AMBIENTES ADS-C NOTA: Em um ambiente ADS-C, a tripulação de voo não deve fornecer reportes de posição ou revisão de estimados de waypoints pelo CPDLC ou voz, a menos que instruídos de outra forma ou sob condições em um determinado espaço aéreo, conforme estipulado nos Procedimentos Suplementares Regionais ou AIP (ou outra publicação apropriada). 4.3.1.1 Se exigido por procedimentos suplementares regionais ou AIP (ou outra publicação apropriada), a tripulação de voo deve fornecer um reporte de posição CPDLC quando um dos seguintes eventos ocorrerem: a) uma conexão CPDLC inicial for estabelecida; ou b) a transferência da conexão CPDLC foi concluída (ex. na posição de entrada do limite associado). NOTA: Alguns PSNA podem requerer um reporte de posição CPDLC único, mesmo quando em um ambiente ADS-C, para fornecer a confirmação de que é a CDA o único órgão ATC capaz de secomunicar com a aeronave via CPDLC. 4.4 DESVIOS METEOROLÓGICOS E OFFSETS 4.4.1 GERAL 4.4.1.1 A tripulação de voo pode utilizar o CPDLC para solicitar uma autorização de desvio meteorológico ou um offset (nos espaços aéreos onde o offset for aplicável). A diferença entre um desvio meteorológico e um offset está retratada na Figura 45. a) Uma autorização de desvio meteorológico autoriza a tripulação a desviar-se, a seu critério, até a distância especificada em relação à rota do plano de voo; e b) Uma autorização de offset autoriza a tripulação de voo a operar com a distância e direção especificadas na rota do plano de voo. Uma nova autorização é necessária para desviar-se desta rota offset. NOTA: O CPDLC oferece coordenações mais convenientes de autorizações de desvios meteorológicos. 4.4.1.2 As tripulações deverão atentar para o uso do elemento de mensagem correto quando solicitar uma autorização para voo offset. NOTA: A diferença entre um desvio meteorológico e um voo offset afeta a forma como as aeronaves serão separadas pelo ATC. MCA 100-13/2017 95/149 Figura 45 – Offset e desvio meteorológico 4.4.2 SOLICITAÇÕES DE DESVIOS METEOROLÓGICOS E OFFSETS 4.4.2.1 Ao solicitar um desvio meteorológico ou autorização de desvio offset, a tripulação deverá especificar a distância que pretende manter do eixo da rota previamente autorizada. Se a tripulação recebeu uma autorização, e em seguida solicita e recebe uma autorização de desvio subsequente, essa nova autorização substitui a anterior (ou seja, apenas a autorização mais recente é válida). NOTA: Quando uma autorização fora da rota é recebida, a tripulação de voo deverá garantir que os waypoints estão sequenciados corretamente. Exemplo 1: Como mostra a Figura 46, a tripulação solicita uma autorização de desvio meteorológico para operar até 20 NM à esquerda da rota. O controlador emite a autorização apropriada. Tripulação DM 27 REQUEST WEATHER DEVIATION UP TO 20NM LEFT OF ROUTE Controlador UM 82 CLEARED TO DEVIATE UP TO 20NM LEFT OF ROUTE UM 127 REPORT BACK ON ROUTE Tripulação DM 0 WILCO Figura 46 – Autorização de desvio meteorológico de até 20 NM à esquerda da rota Exemplo 2: Como mostra a Figura 47, a tripulação opera com uma autorização de desvio meteorológico de até 20 NM à esquerda da rota e, em seguida, solicita outra autorização de desvio, para operar a uma distância de 30 NM a mais à esquerda da rota. A tripulação especificará a distância do desvio no pedido de autorização com base no eixo da rota e não com base na autorização atual. O controlador emite, então, a autorização apropriada. Tripulação DM 27 REQUEST WEATHER DEVIATION UP TO 50NM LEFT OF ROUTE Controlador UM 82 CLEARED TO DEVIATE UP TO 50NM LEFT OF ROUTE UM 127 REPORT BACK ON ROUTE Tripulação DM 0 WILCO 96/149 MCA 100-13/2017 Figura 47 – Autorização de desvio subsequente de até 50 NM à esquerda da rota Exemplo 3: Como mostra a Figura 48, a tripulação, em seguida, solicita uma autorização para desvio meteorológico de 30 NM à direita da rota. O controlador emite, então, a autorização apropriada. A tripulação navega rapidamente de um lado da rota para o outro, de acordo com a autorização acima. NOTA: O órgão ATC deverá aplicar os padrões de separação adequados durante as manobras. Tripulação DM 27 REQUEST WEATHER DEVIATION UP TO 30NM RIGHT OF ROUTE Controlador UM 82 CLEARED TO DEVIATE UP TO 30NM RIGHT OF ROUTE UM 127 REPORT BACK ON ROUTE Tripulação DM 0 WILCO Figura 48 – Autorização subsequente de desvio de até 30 NM à direita da rota MCA 100-13/2017 97/149 4.4.3 DESVIOS PARA QUALQUER LADO DA ROTA 4.4.3.1 Há uma série de formatos válidos para a variável [direção] do CPDLC. Alguns tipos de aeronaves, no entanto, só poderão solicitar uma direção (esquerda ou direita) nos pedidos de desvio meteorológico. Ao operar esses tipos de aeronaves, a tripulação deve solicitar um desvio à esquerda e à direita da rota utilizando os seguintes procedimentos: a) compor um pedido de desvio meteorológico para um dos lados do eixo da rota utilizando a mensagem DM 27 REQUEST WEATHER DEVIATION UP TO [specified distance] [direction] OF ROUTE; e b) anexar a mensagem de texto livre DM 67ac AND [specified distance] [direction] descrevendo a distância do eixo da rota na outra direção. Exemplo: A tripulação solicita um desvio à esquerda e à direita da rota. O controlador emite a autorização apropriada. Tripulação DM 27 REQUEST WEATHER DEVIATION UP TO 20NM LEFT OF ROUTE. DM 67ac AND 20NM RIGHT Controlador UM 82 CLEARED TO DEVIATE UP TO 20NM EITHER SIDE OF ROUTE UM 127 REPORT BACK ON ROUTE Tripulação DM 0 WILCO 4.4.4 REPORTANDO O RETORNO AO EIXO DA ROTA 4.4.4.1 Quando a tripulação de voo não necessita mais da autorização de desvio e retorna ao eixo da rota autorizada, a tripulação deverá enviar um reporte DM 41 BACK ON ROUTE. a) se, durante o desvio meteorológico, a tripulação de voo recebe uma autorização para proceder diretamente a um waypoint – e a tripulação de voo responde a autorização com DM 0 WILCO –, a aeronave é considerada no eixo da rota autorizada. Portanto, a tripulação deve enviar um reporte DM 41 BACK ON ROUTE após executar a autorização “direct to”; e b) se a aeronave estiver fora de rota, em desvio meteorológico, e voando direto para um waypoint na rota autorizada, a tripulação de voo deve enviar um reporte DM 41 BACK ON ROUTE após a aeronave ter sobrevoado o waypoint na rota autorizada. NOTA: Se uma mensagem DM 41 BACK ON ROUTE for recebida enquanto a aeronave ainda estiver fora de rota, a informação incorreta fornecida ao ATC poderá afetar os padrões de separação em uso. Alternadamente, a tripulação poderá solicitar uma autorização para prosseguir direto para um waypoint. Após o recebimento da autorização, o procedimento previsto no item “a” se aplica. 98/149 MCA 100-13/2017 5 DISPOSIÇÕES FINAIS 5.1 As sugestões para o contínuo aperfeiçoamento desta publicação deverão ser enviadas acessando o link específico da publicação, por intermédio dos endereços eletrônicos http://publicacoes.decea.intraer/ ou http://publicacoes.decea.gov.br/. 5.2 Os casos não previstos nesta Instrução serão submetidos ao Exmo. Sr. Diretor-Geral do DECEA. MCA 100-13/2017 99/149 REFERÊNCIAS ICAO. Global Operational Data link Document (GOLD). [Montreal]: 2nd ed., April 2013. 100/149 MCA 100-13/2017 Anexo A - Elementos de mensagem CPDLC e mensagens de texto livre padronizado Este anexo contém os elementos de mensagem CPDLC e as mensagens de texto livre padronizado e pré-formatadas para os sistemas data link FANS 1/A, ATN B1, e ATN B1-FANS 1/A. a) Seção A2 fornece as principais exigências de resposta a um elemento de mensagem CPDLC; b) Seção A3 fornece os elementos de mensagem uplink CPDLC e seus usos desejados; c) Seção A4 fornece os elementos de mensagem downlink CPDLC; e d) Seção A5 fornece mensagens de texto livre padronizado CPDLC. As seguintes diretrizes se aplicam: a) No texto normal, a chave de resposta de mensagem ou o uso/intenção da mensagem representa o patamar global. O texto itálico supre as diretrizes do Doc 4444 da OACI como uma Nota ou sistema data link específico para FANS 1/A, ATN B1, ou ATN B1-FANS 1/A. b) Em casos onde há a escolha para o elemento de mensagem ou o atributo da resposta, a primeira escolha que aparece na linha para aquele elemento de mensagem é mostrada em texto negrito e indica a escolha preferida, e deve ser usado para novas implementações. A segunda escolha é mostrada em texto itálico e indica as implementações legais, por exemplo, FANS 1/A, que são consideradas aceitáveis. c) As seguintes variáveis são consideradas operacionalmente intercambiáveis neste documento, respeitando as variações de faixa e resolução como definido em padrões de interoperabilidade: Variável do Doc 4444da OACI Variável FANS 1/A equivalente [level] [altitude] (Ver Nota) [specified distance] [direction] [distance offset] [direction] [departure clearance] [predeparture clearance] [unit name] [OACI unit name] [code] [beacon code] [facility designation] [OACI facility designation] [persons on board] [remaining souls] NOTA: Os elementos de mensagem que contêm a variável [level] podem ser especificados como um nível único ou uma faixa vertical, ou seja, nível em bloco. O FANS 1/A considera apenas a variável [level] como um nível único e usa os elementos de mensagem que são exclusivamente desejados para especificar uma faixa vertical, por exemplo, os UM 30, UM 31, UM 32, UM 180, DM 7, DM 76, DM 77 etc. O MCA 100-13/2017 101/149 ATN B1 usa a variável [level] para especificar uma faixa vertical e não usa os elementos de mensagem exclusivamente desejados para especificar a faixa vertical, exceto em casos onde um sistema de solo ATN B1 fornece o serviço data link para aeronaves FANS 1/A. d) A coluna do “Sistema data link” indica qual sistema suporta o elemento de mensagem. A célula é sombreada de verde caso seja uma mensagem válida no conjunto de mensagens e vermelho se for reservada. N/A nesta coluna indica que nenhum dos sistemas data link suportam o elemento de mensagem. 1) Se um sistema data link suporta um elemento de mensagem que está reservado, então a célula será vermelha e o sistema data link será destacado de verde. Nesses casos, os órgãos ATC e operadores devem estabelecer procedimentos ou automatizações para evitar o uso destes elementos de mensagem. 2) Em alguns casos, um sistema data link suporta um elemento de mensagem que também é um elemento de mensagem válido no Doc 4444 da OACI, mas seu uso deve ser evitado devido a erros de interpretação em potencial. Em alguns casos, uma nota é adicionada à coluna “Uso/intenção da mensagem”, e os órgãos ATC e operadores devem estabelecer procedimentos ou automatizações para evitar o uso destas mensagens. 3) N/A nesta coluna indica que a mensagem CPDLC não é suportada. e) O set de mensagem em uso dependerá do sistema da aeronave e das capacidades do sistema de solo: Requisitos principais de respostas a elementos de mensagem CPDLC Coluna de resposta Descrição Para a mensagem uplink W/U Resposta exigida. Sim Respostas válidas. WILCO, UNABLE, STANDBY, NOT CURRENT DATA AUTHORITY, NOT AUTHORIZED NEXT DATA AUTHORITY, LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT (apenas se exigido), ERROR Nota — WILCO, UNABLE, NOT CURRENT DATA AUTHORITY, NOT AUTHORIZED NEXT DATA AUTHORITY e ERROR fecharão a mensagem uplink. FANS 1/A. — WILCO, UNABLE, STANDBY, ERROR, NOT CURRENT DATA AUTHORITY. A/N Resposta exigida. Sim Respostas válidas. AFFIRM, NEGATIVE, STANDBY, NOT CURRENT DATA AUTHORITY, NOT AUTHORIZED NEXT DATA AUTHORITY, LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT (apenas se exigido), ERROR Nota — AFFIRM, NEGATIVE, NOT CURRENT DATA AUTHORITY, NOT AUTHORIZED NEXT DATA AUTHORITY e ERROR fecharão a mensagem uplink. FANS 1/A. — AFFIRM, NEGATIVE, STANDBY, ERROR, NOT CURRENT DATA AUTHORITY. 102/149 MCA 100-13/2017 Coluna de resposta Descrição R Resposta exigida. Sim Respostas válidas. ROGER, UNABLE, STANDBY, NOT CURRENT DATA AUTHORITY, NOT AUTHORIZED NEXT DATA AUTHORITY, LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT (apenas se exigido), ERROR Nota — ROGER, NOT CURRENT DATA AUTHORITY, NOT AUTHORIZED NEXT DATA AUTHORITY e ERROR fecharão a mensagem uplink. FANS 1/A. — ROGER, STANDBY, ERROR, NOT CURRENT DATA AUTHORITY. As aeronaves FANS 1/A não têm a capacidade de enviar UNABLE em resposta a uma mensagem uplink contendo elementos de mensagem com um atributo de resposta“R”. Para estas aeronaves, a tripulação de voo pode usar meios alternativos para enviar UNABLE. Estes meios alternativos irão necessitar ser levados em consideração para garantir o fechamento técnico adequado e operacional da transação da comunicação. Y Resposta exigida. Sim Respostas válidas: Qualquer mensagem downlink CPDLC, LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT (apenas se exigido) N Resposta exigida. Não, a menos que uma confirmação de recebimento lógica seja necessária. Respostas válidas (apenas se LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT é exigido). LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT, NOT CURRENT DATA AUTHORITY, NOT AUTHORIZED NEXT DATA AUTHORITY, ERROR FANS 1/A. — Definido como “Response not required”, mas não usada. Sob algumas circunstâncias, uma mensagem ERROR também fechará uma mensagem uplink. NE [Not defined in OACI Doc 4444] FANS 1/A. — As respostas WILCO, UNABLE, AFFIRM, NEGATIVE, ROGER, e STANDBY não estão habilitadas “not enabled” (NE) para a tripulação selecionar. Uma mensagem uplink com um atributo de resposta NE é considerada fechada mesmo embora possa exigida operacionalmente. Sob algumas circunstâncias, uma mensagem de erro downlink pode ser ligada a uma mensagem uplink com um atributo NE. Para mensagens downlink Y Resposta exigida. Sim Respostas válidas. Qualquer mensagem uplink CPDLC, LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT (apenas se exigido). MCA 100-13/2017 103/149 Coluna de resposta Descrição N Resposta exigida. Não, a menos que uma confirmação de recebimento lógica seja necessária. Respostas válidas (apenas se LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT seja exigido). LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT, SERVICE UNAVAILABLE, FLIGHT PLAN NOT HELD, ERROR FANS 1/A. — Aeronaves não têm a capacidade para receber respostas técnicas para elementos de mensagem downlink com um atributo de resposta “N” (exceto LACK ou ERROR para aeronaves ATN B1). Em alguns casos, o atributo de resposta é diferente entre as aeronaves FANS 1/A e o Doc 4444 da OACI. Como um exemplo, a maioria das mensagens de emergência tem um atributo de resposta “N” para FANS 1/A enquanto que o Doc 4444 da OACI define para elas um atributo de resposta “Y”. Como uma consequência, para aeronaves FANS 1/A, o ATC precisará usar meios alternativos para confirmar o recebimento da tripulação de voo que uma mensagem de emergência foi recebida. Elementos de mensagem uplink CPDLC Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link Respostas/Confirmação de recebimento (uplink) UM 0 Indica que o ATC não pode cumprir a solicitação. UNABLE N Ou NE FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 1 Indica que o ATC recebeu a mensagem e irá responder. Nota — A tripulação é informada que a solicitação está sendo avaliada e haverá um atraso de curto prazo (por exemplo, conforme necessário, devido a situação, mas não exceder 10 minutos). A troca não é fechada e a solicitação será respondida quando as condições permitirem. STANDBY N Ou NE FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 2 Indica que o ATC recebeu a solicitação, mas foi adiada até mais tarde. Nota — A tripulação é informada que a solicitação está sendo avaliada e um atraso de longo prazo pode ser esperado. A troca não é fechada e a solicitação será respondida quando as condições permitirem. REQUEST DEFERRED N Ou NE FANS 1/A UM 3 Indica que o ATC recebeu e entendeu a mensagem. ROGER N Ou NE FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN 104/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 4 Sim. AFFIRM N Ou NE FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 5 Não NEGATIVE N Ou NE FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 235 Notificação do recebimento da mensagem de interferência ilícita. ROGER 7500 N N/A (Urgent) UM 211 Indica que o ATC recebeu a solicitação e a passou para a próxima autoridade de controle. FANS 1/A-ATN. — Usa o texto livre FANS 1/A. REQUEST FORWARDED N ATN B1 UM 218 Indica ao piloto que a solicitação já foi recebida no solo. REQUEST ALREADY RECEIVED N N/A UM 237 Indica que a solicitação não pôde ser respondida pela unidade atuale que deve ser solicitada a próxima unidade. FANS 1/A-ATN. — Usa o texto livre FANS 1/A. REQUEST AGAIN WITH NEXT UNIT N ATN B1 Autorizações Verticais (uplink) UM 6 Notificação que uma instrução de mudança de nível deve ser esperada. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação em potencial. EXPECT [level] R FANS 1/A UM 7 Notificação que uma instrução deve ser esperada para a aeronave começar a subida em um tempo especificado. Nota — O controlador deve apenas usar esta mensagem para responder a uma solicitação da tripulação de voo, por exemplo, WHEN CAN WE EXPECT EXPECT CLIMB AT [time] R FANS 1/A UM 8 Notificação que uma instrução deve ser esperada para a aeronave começar a subida em uma posição especificada. Nota — O controlador deve apenas usar esta mensagem para responder a uma solicitação da tripulação de voo, por exemplo, WHEN CAN WE EXPECT EXPECT CLIMB AT [position] R FANS 1/A MCA 100-13/2017 105/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 9 Notificação que uma instrução deve ser esperada para a aeronave começar a descida em um tempo especificado. Nota — O controlador deve apenas usar esta mensagem para responder a uma solicitação da tripulação de voo, por exemplo, WHEN CAN WE EXPECT EXPECT DESCENT AT [time] R FANS 1/A UM 10 Notificação que uma instrução deve ser esperada para a aeronave começar a descida em uma posição especificada. Nota — O controlador deve apenas usar esta mensagem para responder a uma solicitação da tripulação de voo, por exemplo, WHEN CAN WE EXPECT EXPECT DESCENT AT [position] R FANS 1/A UM 11 Notificação que uma instrução deve ser esperada para a aeronave começar a subida de cruzeiro no tempo especificado. Nota — O controlador deve apenas usar esta mensagem para responder a uma solicitação da tripulação de voo, por exemplo, WHEN CAN WE EXPECT EXPECT CRUISE CLIMB AT [time] R FANS 1/A UM 12 Notificação que uma instrução deve ser esperada para a aeronave começar a subida de cruzeiro na posição especificada. Nota — O controlador deve apenas usar esta mensagem para responder a uma solicitação da tripulação de voo, por exemplo, WHEN CAN WE EXPECT EXPECT CRUISE CLIMB AT [position] R FANS 1/A UM 13 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, AT [time] EXPECT CLIMB TO [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. N/A R FANS 1/A UM 14 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, AT [position] EXPECT CLIMB TO [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. N/A R FANS 1/A 106/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 15 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, AT [time] EXPECT DESCENT TO [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. N/A R FANS 1/A UM 16 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, AT [position] EXPECT DESCENT TO [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. N/A R FANS 1/A UM 17 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, AT [time] EXPECT CRUISE CLIMB TO [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. N/A R FANS 1/A UM 18 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, AT [position] EXPECT CRUISE CLIMB TO [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. N/A R FANS 1/A UM 19 Instrução para manter o nível especificado. MAINTAIN [level] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 20 Instrução para que uma subida para um nível especificado se inicie e uma vez alcançado, o nível especificado deve ser mantido. CLIMB TO [level] Ou CLIMB TO AND MAINTAIN [altitude] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 21 Instrução para que no tempo especificado uma subida para o nível especificado se inicie e uma vez atingido, o nível especificado deve ser mantido. Nota 1 — Instrução que NÃO ANTES do tempo especificado, uma subida para o nível especificado está para começar e uma vez atingido, o nível especificado deve ser mantido. Nota 2 — Preceder este elemento de mensagem com um UM 19 MAINTAIN [level], para prevenir uma execução prematura da instrução. AT [time] CLIMB TO [level] Ou AT [time] CLIMB TO AND MAINTAIN [altitude] W/U FANS 1/A MCA 100-13/2017 107/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 22 Instrução para que na posição especificada uma subida para o nível especificado se inicie e uma vez atingido o nível especificado deve ser mantido. Nota 1 — Instrução que DEPOIS DE PASSAR a posição especificada, uma subida para o nível especificado se inicie e uma vez atingido o nível especificado deve ser mantido. Nota 2 — Preceder este elemento de mensagem com um UM 19 MAINTAIN [level], para prevenir a execução prematura da instrução. AT [position] CLIMB TO [level] Ou AT [position] CLIMB TO AND MAINTAIN [altitude] W/U FANS 1/A UM 185 (Reservado) N/A W/U N/A UM 23 Instrução para que uma descida para um nível especificado se inicie e uma vez atingido o nível especificado deve ser mantido. DESCEND TO [level] Ou DESCEND TO AND MAINTAIN [altitude] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 24 Instrução para que no tempo especificado uma descida para um nível especificado se inicie e uma vez atingido, o nível especificado deve ser mantido. Nota 1 — Instrução que NÃO ANTES do tempo especificado, uma descida para o nível especificado se inicie, e uma vez atingido, o nível especificado deve ser mantido. Nota 2 — Preceder este elemento de mensagem com um UM 19 MAINTAIN [level], para prevenir a execução prematura da instrução. AT [time] DESCEND TO [level] Ou AT [time] DESCEND TO AND MAINTAIN [altitude] W/U FANS 1/A UM 25 Instrução para que na posição especificada uma descida para o nível especificado se inicie e uma vez atingido, o nível especificado deve ser mantido. Nota 1 — Instrução que DEPOIS DE PASSAR a posição especificada, uma descida para o nível especificado se inicie e uma vez atingido, o nível especificado deve ser mantido. Nota 2 — Preceder este elemento de mensagem com um UM 19 MAINTAIN [level], para prevenir a execução prematura da instrução. AT [position] DESCEND TO [level] Ou AT [position] DESCEND TO AND MAINTAIN [altitude] W/U FANS 1/A 108/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 186 (Reservado) N/A W/U N/A UM 26 Instrução para que uma subida se inicie em uma tal razão que o nível especificado seja atingido no tempo especificado ou antes. Quando este elemento de mensagem não está concatenado com outra autorização vertical, o nível especificado é o nível atribuído que deve ser mantido. Nota. — Instrução que uma subida se inicie em uma tal razão que o nível especificado não é atingido DEPOIS do tempo especificado. CLIMB TO REACH [level] BY [time] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 27 Instrução para que uma subida se inicie em uma tal razão que o nível especificado é atingido na posição especificada ou antes. Quando este elemento de mensagem não é concatenado com outra autorização vertical, o nível especificado é o nível atribuído que deve ser mantido. Nota — Instrução que uma subida se inicie em uma tal razão que o nível especificado é atingido ANTES DE PASSAR pela posição especificada. CLIMB TO REACH [level] BY [position] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 28 Instrução para que uma descida se inicie em uma tal razão que o nível especificadoé atingido no tempo especificado ou antes. Quando este elemento de mensagem não é concatenado com outra autorização vertical, o nível especificado é o nível atribuído que deve ser mantido. Nota — Instrução que uma descida se inicie em uma razão tal que o nível especificado não é atingido DEPOIS do tempo especificado. DESCEND TO REACH [level] BY [time] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN MCA 100-13/2017 109/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 29 Instrução para que uma descida se inicie em uma tal razão que o nível especificado é atingido na posição especificada ou antes. Quando este elemento de mensagem não é concatenado com outra autorização vertical, o nível especificado é o nível atribuído que deve ser mantido. Nota — Instrução que uma descida se inicie em uma tal razão que o nível especificado é atingido ANTES DE PASSAR na posição especificada. DESCEND TO REACH [level] BY [position] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 192 Instrução para que uma mudança de nível continue, mas em uma tal razão que o nível especificado é atingido no tempo especificado ou antes. REACH [level] BY [time] W/U N/A UM 209 Instrução para que uma mudança de nível continue, mas em uma tal razão que o nível especificado é atingido na posição especificada ou antes. REACH [level] BY [position] W/U N/A UM 30 Instrução para que um nível especificado dentro da faixa vertical definida seja mantido. FANS 1/A - ATN B1. — Aeronaves FANS 1/A apenas. A aeronave ATN B1 aceita um UM 19 MAINTAIN [level], onde [level] é uma faixa vertical. MAINTAIN BLOCK [level] TO [level] W/U FANS 1/A FANS 1/A- ATN UM 31 Instrução para que uma subida para um nível dentro da faixa vertical definida se inicie. FANS 1/A - ATN B1. — Aeronaves FANS 1/A apenas. A aeronave ATN B1 aceita um UM 20 CLIMB TO [level], onde [level] é uma faixa vertical. CLIMB TO AND MAINTAIN BLOCK [level] TO [level] W/U FANS 1/A FANS 1/A- ATN UM 32 Instrução para que uma descida para um nível dentro de uma faixa vertical definida se inicie. FANS 1/A - ATN B1. — Aeronaves FANS 1/A apenas. A aeronave ATN B1 aceita um UM 23 DESCEND TO [level], onde [level] é uma faixa vertical. DESCEND TO AND MAINTAIN BLOCK [level] TO [level] W/U FANS 1/A FANS 1/A- ATN 110/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 34 Instrução para que uma subida de cruzeiro para um nível especificado se inicie e continue, uma vez atingido o nível especificado deve ser mantido. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagen devido a erros de interpretação em potencial. CRUISE CLIMB TO [level] W/U FANS 1/A UM 35 Instrução para ser usada em conjunto com uma instrução de nível associada indicando que uma subida de cruzeiro pode começar assim que se esteja acima do nível especificado. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagen devido a erros de interpretação em potencial. WHEN ABOVE (level) COMMENCE CRUISE CLIMB Ou CRUISE CLIMB ABOVE [level] W/U FANS 1/A UM 219 Instrução para parar a subida no nível especificado e, uma vez atingido, este nível deve ser mantido. O nível especificado estará abaixo do nível atribuído anteriormente. STOP CLIMB AT [level] W/U N/A (Urgent) UM 220 Instrução para parar a descida no nível específico, e uma vez atingido, este nível deve ser mantido. O nível especificado estará acima do nível atribuído anteriormente. STOP DESCENT AT [level] W/U N/A (Urgent) UM 36 Instrução para que a subida para o nível especificado seja feita na maior razão da aeronave. EXPEDITE CLIMB TO [level] W/U FANS 1/A UM 37 Instrução para que a descida para o nível especificado seja feita na maior razão da aeronave. EXPEDITE DESCENT TO[level] W/U FANS 1/A UM 38 Instrução urgente para a subida imediata a um nível específico, e uma vez atingido, o nível específico deve ser mantido. IMMEDIATELY CLIMB TO [level] W/U FANS 1/A (Distress) UM 39 Instrução urgente para a descida imediata a um nível específico, e uma vez atingido, o nível específico deve ser mantido. IMMEDIATELY DESCEND TO [level] W/U FANS 1/A (Distress) UM 40 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, IMMEDIATELY STOP CLIMB AT [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. (Not defined) Y Ou W/U FANS 1/A MCA 100-13/2017 111/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 41 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, IMMEDIATELY STOP DESCENT AT [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. (Not defined) Y Ou W/U FANS 1/A UM 171 Instrução para não subir com a razão menor que a especificada. CLIMB AT [vertical rate] MINIMUM W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 172 Instrução para não subir com a razão maior que a especificada. CLIMB AT [vertical rate] MAXIMUM W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 173 Instrução para não descer com a razão menor que a especificada. DESCEND AT [vertical rate] MINIMUM W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 174 Instrução para não descer com a razão maior que a especificada. DESCEND AT [vertical rate] MAXIMUM W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 33 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, CRUISE [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. (Not defined) Y Ou W/U FANS 1/A Restrições de cruzamento (uplink) UM 42 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, EXPECT TO CROSS [position] AT [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. N/A R FANS 1/A UM 43 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, EXPECT TO CROSS [position] AT OR ABOVE [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. N/A R FANS 1/A UM 44 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, EXPECT TO CROSS [position] AT OR BELOW [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. N/A R FANS 1/A 112/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 45 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, EXPECT TO CROSS [position] AT AND MAINTAIN [altitude], como é reservado no Doc 4444 da OACI. N/A R FANS 1/A UM 46 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada no nível especificado. Isto pode exigir que a aeronave modifique o perfil da sua subida ou descida. CROSS [position] AT [level] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 47 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada no nível especificado ou acima. CROSS [position] AT OR ABOVE [level] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 48 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada no nível especificado ou abaixo. CROSS [position] AT OR BELOW [level] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 49 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada no nível especificado e quando for atingido, esse nível deve ser mantido. CROSS [position] AT AND MAINTAIN [level] W/U FANS 1/A UM 50 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada em um nível entre os especificados. CROSS [position] BETWEEN [level] AND [level] W/U FANS 1/A UM 51 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada no tempo especificado. CROSS [position] AT [time] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 52 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada no tempo especificado ou antes. CROSS [position] AT OR BEFORE [time] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS1/A- ATN UM 53 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada no tempo especificado ou depois. CROSS [position] AT OR AFTER [time] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 54 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada em um tempo entre os tempos especificados. CROSS [position] BETWEEN [time] AND [time] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 55 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada na velocidade especificada e essa velocidade deve ser mantida até uma instrução posterior. CROSS [position] AT [speed] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN MCA 100-13/2017 113/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 56 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada em uma velocidade igual ou menor do que a velocidade especificada e essas velocidades devem ser mantidas até um aviso posterior. CROSS [position] AT OR LESS THAN [speed] W/U FANS 1/A UM 57 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada em uma velocidade igual ou maior do que a velocidade especificada e essas velocidades devem ser mantidas até um aviso posterior. CROSS [position] AT OR GREATER THAN [speed] W/U FANS 1/A UM 58 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada no tempo especificado e no nível especificado. CROSS [position] AT [time] AT [level] W/U FANS 1/A UM 59 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada no tempo especificado e nível especificado ou antes. CROSS [position] AT OR BEFORE [time] AT [level] W/U FANS 1/A UM 60 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada no tempo especificado e nível especificado ou depois. CROSS [position] AT OR AFTER [time] AT [level] W/U FANS 1/A UM 61 Instrução na qual a posição especificada deve ser cruzada no nível e velocidade especificados, e esse nível e velocidade devem ser mantidos. CROSS [position] AT AND MAINTAIN [level] AT [speed] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 62 Instrução para que no tempo especificado a posição especificada seja cruzada no nível especificado, devendo esse nível ser mantido. AT [time] CROSS [position] AT AND MAINTAIN [level] W/U FANS 1/A UM 63 Instrução para que no tempo especificado a posição especificada seja cruzada no nível e velocidade especificados, devendo esse nível e velocidade serem mantidos. AT [time] CROSS [position] AT AND MAINTAIN [level] AT [speed] W/U FANS 1/A Offsets laterais (uplink) UM 64 Instrução para voar uma faixa paralela à rota autorizada em um deslocamento da distância especificada na direção especificada. OFFSET [specified distance] [direction] OF ROUTE W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN 114/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 65 Instrução para voar uma faixa paralela à rota autorizada em um deslocamento da distância especificada na direção especificada, iniciando na posição especificada. AT [position] OFFSET [specified distance] [direction] OF ROUTE W/U FANS 1/A UM 66 Instrução para voar uma faixa paralela à rota autorizada em um deslocamento da distância especificada na direção especificada, iniciando no tempo especificado. AT [time] OFFSET [specified distance] [direction] OF ROUTE W/U FANS 1/A UM 67 Instrução para que a aeronave retorne à rota de voo autorizada. PROCEED BACK ON ROUTE W/U FANS 1/A UM 68 Instrução para que a aeronave retorne à rota de voo autorizada na posição especificada ou antes. REJOIN ROUTE BY [position] W/U FANS 1/A UM 69 Instrução para que a aeronave retorne à rota de voo autorizada no tempo especificado ou antes. REJOIN ROUTE BY [time] W/U FANS 1/A UM 70 Notificação que uma autorização pode ser emitida para permitir a aeronave retornar a rota autorizada na posição especificada ou antes. EXPECT BACK ON ROUTE BY [position] R FANS 1/A UM 71 Notificação que uma autorização pode ser emitida para permitir a aeronave retornar a rota autorizada no tempo especificado ou antes. EXPECT BACK ON ROUTE BY [time] R FANS 1/A UM 72 Instrução para restabelecer a própria navegação seguindo um período de autorizações de proas. Pode ser usada em conjunto em como ou onde retornar à rota autorizada. RESUME OWN NAVIGATION W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN Modificações de Rota (uplink) UM 73 Instrução para ser seguida da decolagem até o limite de autorização especificado. [departure clearance] W/U FANS 1/A UM 74 Instrução para proceder diretamente da presente posição para a posição especificada. PROCEED DIRECT TO [position] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 75 Instrução para proceder, quando possível, diretamente para a posição especificada. WHEN ABLE PROCEED DIRECT TO [position] W/U FANS 1/A UM 76 Instrução para proceder, no tempo especificado, diretamente para a posição especificada. AT [time] PROCEED DIRECT TO [position] W/U FANS 1/A MCA 100-13/2017 115/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 77 Instrução para proceder, na posição especificada, diretamente para a próxima posição especificada. AT [position] PROCEED DIRECT TO [position] W/U FANS 1/A UM 78 Instrução para proceder, ao atingir o nível especificado, diretamente para a posição especificada. AT [level] PROCEED DIRECT TO [position] W/U FANS 1/A UM 79 Instrução para proceder para a posição especificada através da rota especificada. CLEARED TO [position] VIA [route clearance] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 80 Instrução para proceder através da rota especificada. CLEARED [route clearance] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 81 Instrução para proceder de acordo com o procedimento especificado. CLEARED [procedure name] W/U FANS 1/A UM 236 Instrução para deixar o espaço controlado. LEAVE CONTROLLED AIRSPACE W/U N/A UM 82 Aprovação para desviar até a distância especificada a partir da rota especificada na direção especificada. CLEARED TO DEVIATE UP TO [specified distance] [direction] OF ROUTE W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 83 Instrução para proceder a partir da posição especificada através da rota especificada. AT [position] CLEARED [route clearance] W/U FANS 1/A UM 84 Instrução para proceder a partir da posição especificada através do procedimento especificado. AT [position] CLEARED [procedure name] W/U FANS 1/A UM 85 Notificação que uma autorização para voar na rota especificada pode ser emitida. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. EXPECT [route clearance] R FANS 1/A UM 86 Notificação que uma autorização para voar na rota especificada a partir da posição especificada pode ser emitida. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. AT [position] EXPECT [route clearance] R FANS 1/A UM 87 Notificação que uma autorização para voar diretamente para a posição especificada pode ser emitida. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. EXPECT DIRECT TO [position] R FANS 1/A 116/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 88 Notificação que uma autorização para voar diretamente a partir da primeira posição especificada para a próxima posição especificada pode ser emitida. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. AT [position] EXPECT DIRECT TO [position]R FANS 1/A UM 89 Notificação que uma autorização para voar diretamente para a posição especificada se iniciando no tempo especificado pode ser emitida. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. AT [time] EXPECT DIRECT TO [position] R FANS 1/A UM 90 Notificação que uma autorização para voar diretamente para a posição especificada se iniciando quando o nível especificado for atingido pode ser emitida. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. AT [level] EXPECT DIRECT TO [position] R FANS 1/A UM 91 Instrução para entrar em espera com as características especificadas na posição e nível especificados. HOLD AT [position] MAINTAIN [level] INBOUND TRACK [degrees] [direction] TURNS [leg type] Ou HOLD AT [position] MAINTAIN [altitude] INBOUND TRACK [degrees][direction] TURN LEG TIME [leg type] W/U FANS 1/A UM 92 Instrução para entrar em espera com as características publicadas na posição e nível especificados. HOLD AT [position] AS PUBLISHED MAINTAIN [level] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 93 Notificação que uma autorização posterior pode ser emitida no tempo especificado. EXPECT FURTHER CLEARANCE AT [time] R FANS 1/A UM 94 Instrução para virar à esquerda ou direita, como especificado, na proa especificada. TURN [direction] HEADING [degrees] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN MCA 100-13/2017 117/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 95 Instrução para virar à esquerda ou direita, como especificado, no curso especificado. TURN [direction] GROUND TRACK [degrees] W/U FANS 1/A UM 215 Instrução para virar um número especificado de graus para esquerda ou direita. TURN [direction] [degrees] DEGREES W/U ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 190 Instrução para voar na proa especificada. FLY HEADING [degrees] W/U ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 96 Instrução para continuar voando na proa atual. CONTINUE PRESENT HEADING Or FLY PRESENT HEADING W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 97 Instrução para voar na proa especificada a partir da posição especificada. AT [position] FLY HEADING [degrees] W/U FANS 1/A UM 221 Instrução para parar a curva em uma proa especificada antes de alcançar a proa atribuída anteriormente. STOP TURN HEADING [degrees] W/U N/A (Urgent) UM 98 Instrução para curvar imediatamente para esquerda ou direita na proa especificada. IMMEDIATELY TURN [direction] HEADING [degrees] W/U FANS 1/A (Distress) UM 99 Notificação que uma autorização pode ser emitida para a aeronave voar o procedimento especificado. EXPECT [procedure name] R FANS 1/A Mudanças de velocidade (uplink) UM 100 Notificação que uma instrução de velocidade pode ser emitida para se tornar efetiva no tempo especificado. AT [time] EXPECT [speed] R FANS 1/A UM 101 Notificação que uma instrução de velocidade pode ser emitida para se tornar efetiva na posição especificada. AT [position] EXPECT [speed] R FANS 1/A UM 102 Notificação que uma instrução de velocidade pode ser emitida para se tornar efetiva no nível especificado. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. AT [level] EXPECT [speed] R FANS 1/A 118/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 103 Notificação que uma instrução de faixa de velocidade pode ser emitida para se tornar efetiva no tempo especificado. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. AT [time] EXPECT [speed] TO [speed] R FANS 1/A UM 104 Notificação que uma instrução de faixa de velocidade pode ser emitida para se tornar efetiva na posição especificada. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. AT [position] EXPECT [speed] TO [speed] R FANS 1/A UM 105 Notificação que uma instrução de faixa de velocidade pode ser emitida para se tornar efetiva no nível especificado. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. AT [level] EXPECT [speed] TO [speed] R FANS 1/A UM 106 Instrução para que a velocidade especificada seja mantida. MAINTAIN [speed] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 188 Instrução para que depois de passar a posição especificada seja mantida a velocidade especificada. AFTER PASSING [position] MAINTAIN [speed] W/U N/A UM 107 Instrução para que a presente velocidade seja mantida. MAINTAIN PRESENT SPEED W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 108 Instrução para que seja mantida a velocidade especificada ou maior. MAINTAIN [speed] OR GREATER W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 109 Instrução para que seja mantida a velocidade especificada ou menor. MAINTAIN [speed] OR LESS W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 110 Instrução para que seja mantida uma velocidade dentro da faixa especificada. MAINTAIN [speed] TO [speed] W/U FANS 1/A UM 111 Instrução para que a presente velocidade seja aumentada para a velocidade especificada e seja mantida até uma instrução posterior. INCREASE SPEED TO [speed] W/U FANS 1/A MCA 100-13/2017 119/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 112 Instrução para que a presente velocidade seja aumentada para a velocidade especificada ou maior, e mantida essas velocidades até uma instrução posterior. INCREASE SPEED TO [speed] OR GREATER W/U FANS 1/A UM 113 Instrução para que a presente velocidade seja reduzida para a velocidade especificada e mantida até uma instrução posterior. REDUCE SPEED TO [speed] W/U FANS 1/A UM 114 Instrução para que a presente velocidade seja reduzida para a velocidade especificada ou menor e sejam mantidas até uma instrução posterior. REDUCE SPEED TO [speed] OR LESS W/U FANS 1/A UM 115 Instrução para que a velocidade especificada não seja excedida. DO NOT EXCEED [speed] W/U FANS 1/A UM 116 Instrução para que a velocidade normal da aeronave seja retomada. As restrições de velocidade anteriormente atribuídas serão canceladas. RESUME NORMAL SPEED W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 189 Instrução para que a presente velocidade seja modificada para a velocidade especificada. ADJUST SPEED TO [speed] W/U N/A UM 222 Notificação para que a aeronave possa permanecer com sua velocidade desejada sem restrições. FANS 1/A-ATN. — Uso do texto livre UM 169z para aeronaves FANS 1/A. NO SPEED RESTRICTION R ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 223 Instrução para reduzir a presente velocidade para a velocidade de aproximação mínima de segurança. REDUCE TO MINIMUM APPROACH SPEED W/U N/A Solicitações Contact/Monitor/Surveillance (uplink) UM 117 Instrução para que se entre em contato com a unidade ATC especificada na frequência especificada. CONTACT [unit name] [frequency] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 118 Instrução para que se entre em contato com a unidade ATC especificada na posição especificada e na frequência especificada. AT [position] CONTACT [unit name] [frequency] W/U FANS 1/A UM 119 Instrução para que se entre em contato com a unidade ATC especificada no tempo especificado e na frequência especificada. AT [time] CONTACT [unit name] [frequency] W/U FANS 1/A 120/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 238 Notificação da frequência secundária especificada. FANS1/A. — Usa o texto livre UM 169o aeronaves FANS 1/A. SECONDARY FREQUENCY [frequency] R N/A UM 120 Instrução para que se monitore a unidade ATC especificada na frequência especificada. Nota — A tripulação não é exigida a chamar na frequência. MONITOR [unit name] [frequency] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 121 Instrução para que na posição especificada se monitore a unidade ATC especificada na frequência especificada. Nota — A tripulação não é exigida a chamar na frequência. AT [position] MONITOR [unit name] [frequency] W/U FANS 1/A UM 122 Instrução para que no tempo especificado se monitore a unidade ATC especificada na frequência especificada. Nota — A tripulação não é exigida a chamar na frequência. AT [time] MONITOR [unit name] [frequency] W/U FANS 1/A UM 123 Instrução para que o código especificado (código SSR) seja acionado. SQUAWK [code] W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 124 Instrução para que as respostas do transponder SSR sejam desabilitadas. STOP SQUAWK W/U FANS 1/A UM 239 Instrução para que as transmissões ADS-B sejam terminadas. STOP ADS-B TRANSMISSION W/U N/A UM 125 Instrução para que as respostas do transponder SSR incluam as informações de altitude. SQUAWK MODE CHARLIE Or SQUAWK ALTITUDE W/U FANS 1/A UM 240 Instrução para que as transmissões ADS-B incluam as informações de altitude. TRANSMIT ADS-B ALTITUDE W/U N/A UM 126 Instrução para que as respostas do transponder SSR não mais incluam as informações de altitude. STOP SQUAWK MODE CHARLIE Or STOP ALTITUDE SQUAWK W/U FANS 1/A UM 241 Instrução para que as transmissões ADS-B não mais incluam as informações. STOP ADS-B ALTITUDE TRANSMISSION W/U N/A MCA 100-13/2017 121/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 179 Instrução para que a função ‘ident’ no transponder SSR seja acionada. SQUAWK IDENT W/U FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 242 Instrução para que a função “ident” do emissor ADS-B seja ativada. FANS 1/A. — Uso do texto livre UM 169ai para aeronaves FANS 1/A. O texto livre é considerado aceitável na medida em que seu uso desejado não modifique o volume do espaço aéreo protegido (ou seja, não uma autorização). TRANSMIT ADS-B IDENT W/U Ou R (free text) FANS 1/A UM 243 Instrução para que a aeronave reporte quando estiver livre das condições meteorológicas adversas e uma autorização para retornar à rota de voo autorizada possa ser aceita. REPORT CLEAR OF WEATHER W/U N/A Solicitações de Reporte/Confirmação (uplink) UM 127 Instrução para que a aeronave reporte quando estiver de volta à rota autorizada. REPORT BACK ON ROUTE W/U Ou R FANS 1/A UM 128 Instrução para que a aeronave reporte quando livrar o nível especificado que estava mantendo ou que passou durante uma subida ou descida. Nota — Ou um nível que estava sendo mantido, ou um nível que a aeronave passou durante a subida ou descida. REPORT LEAVING [level] W/U Ou R FANS 1/A UM 129 Instrução para que a aeronave reporte quando estiver no nível de voo especificado. Nota — Este elemento de mensagem só deve ser usado para autorizações únicas. REPORT MAINTAINING [level] Ou REPORT LEVEL [altitude] W/U Ou R FANS 1/A UM 175 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste element de mensagem, REPORT REACHING [level], como é reservado no Doc 4444 da OACI. N/A W/U Ou R FANS 1/A UM 200 Instrução usada em conjunto com uma autorização de nível para reportar mantendo o nível atribuído. REPORT MAINTAINING W/U N/A 122/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 180 Instrução para que a aeronave reporte quando estiver dentro da faixa vertical especificada. REPORT REACHING BLOCK [level] TO [level] W/U Ou R FANS 1/A UM 130 Instrução para que a aeronave reporte quando passar a posição especificada. REPORT PASSING [position] W/U Ou R FANS 1/A UM 181 Instrução para reportar a presente distância para ou da posição especificada. REPORT DISTANCE [to/from] [position] Y Ou NE FANS 1/A UM 184 Instrução para reportar o tempo especificado a distância para ou da posição especificada. AT TIME [time] REPORT DISTANCE [to/from] [position] Y N/A UM 228 Instrução para reportar o tempo estimado de chegada na posição especificada. FANS 1/A. — Uso do texto livre UM 169d para aeronaves FANS 1/A. REPORT ETA [position] Y DM104 FANS 1/A [free text] UM 131 Instrução para reportar a quantidade de combustível remanescente e o número de pessoas a bordo. REPORT REMAINING FUEL AND PERSONS ON BOARD Ou REPORT REMAINING FUEL AND SOULS ON BOARD Y Ou NE FANS 1/A (Urgent) UM 132 Instrução para reportar a presente posição. REPORT POSITION Ou CONFIRM POSITION Y Ou NE FANS 1/A UM 133 Instrução para reportar o presente nível. REPORT PRESENT LEVEL Ou CONFIRM ALTITUDE Y Ou NE DM32 FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 134 Instrução para reportar a velocidade solicitada. Nota — Instrução para reportar a presente velocidade. FANS 1/A. — Uso do texto livre UM 169b para aeronaves FANS 1/A quando o controlador solicitar a tripulação para reportar a velocidade de solo atual. REPORT [speed type] [speed type] [speed type] SPEED Ou CONFIRM SPEED Y Ou NE Ou R DM113 FANS 1/A MCA 100-13/2017 123/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 135 Instrução para confirmar o nível atual atribuído. CONFIRM ASSIGNED LEVEL Ou CONFIRM ASSIGNED ALTITUDE Y Ou NE DM38 DM77 (TBC) FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 136 Instrução para confirmar a velocidade atual atribuída. CONFIRM ASSIGNED SPEED Y Ou NE FANS 1/A UM 137 Instrução para confirmar a rota atual atribuída. CONFIRM ASSIGNED ROUTE Y Ou NE FANS 1/A UM 138 Instrução para confirmar o tempo reportado antes do último reporte de waypoint. CONFIRM TIME OVER REPORTED WAYPOINT Y Ou NE FANS 1/A UM 139 Instrução para confirmar a identidade do waypoint reportado anteriormente. CONFIRM REPORTED WAYPOINT Y Ou NE FANS 1/A UM 140 Instrução para confirmar a identidade do próximo waypoint. CONFIRM NEXT WAYPOINT Y Ou NE FANS 1/A UM 141 Instrução para confirmar o tempo estimado para o próximo waypoint. CONFIRM NEXT WAYPOINT ETA Y Ou NE FANS 1/A UM 142 Instrução para confirmar a identidade do próximo +1 waypoint. CONFIRM ENSUING WAYPOINT Y Ou NE FANS 1/A UM 143 A solicitação não foi entendida. Deve ser esclarecida e reenviada. CONFIRM REQUEST Y Ou NE FANS 1/A UM 144 Instrução para reportar o código (SSR) selecionado. CONFIRM SQUAWK Y Ou NE FANS 1/A UM 145 Instrução para reportar a presente proa. REPORT HEADING Ou CONFIRM HEADING Y Ou NE FANS 1/A UM 146 Instrução para reportar o presente curso. REPORT GROUND TRACK Ou CONFIRM GROUND TRACK Y Ou NE FANS 1/A UM 182 Instrução para reportar o código de identificação do último ATIS recebido. CONFIRM ATIS CODE Y Ou NE FANS 1/A 124/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 147 Instrução para fazer um reporte de posição. Nota — Para ser usado caso o controlador não receba um reporte de posição programado. REQUEST POSITION REPORT Y Ou NE FANS 1/A UM 216 Instrução para apresentar um plano de voo.REQUEST FLIGHT PLAN Y N/A UM 217 Instrução para reportar o pouso da aeronave. REPORT ARRIVAL Y N/A UM 229 Instrução para reportar o aeródromo alternativo de preferência para o pouso. REPORT ALTERNATE AERODROME Y N/A UM 231 Instrução para indicar o nível de preferência do piloto. FANS 1/A e FANS 1/A-ATN. — uso do texto livre UM 169c para aeronaves FANS 1/A. STATE PREFERRED LEVEL Y DM106 Ocean SPR FANS 1/A [free text] ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 232 Instrução para indicar o tempo e/ou posição de preferência do piloto para iniciar a descida para o aeródromo de chegada. FANS 1/A e FANS 1/A-ATN. — Uso do texto livre UM 169aa para aeronaves FANS 1/A. STATE TOP OF DESCENT Y DM109 FANS 1/A [free text] ATN B1 FANS 1/A- ATN Solicitações de Negociação (uplink) UM 148 Solicitação para que no tempo ou posição mais próxima o nível especificado possa ser aceito. WHEN CAN YOU ACCEPT [level] Y Ou NE DM81 DM82 FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 149 Instrução para reportar se o nível especificado pode ou não ser aceito na posição especificada. CAN YOU ACCEPT [level] AT [position] A/N FANS 1/A UM 150 Instrução para reportar se o nível especificado pode ou não ser aceito no tempo especificado. CAN YOU ACCEPT [level] AT [time] A/N FANS 1/A UM 151 Instrução para reportar o tempo ou posição mais próxima quando a velocidade especificada pode ser aceita. WHEN CAN YOU ACCEPT [speed] Y Ou NE DM83 DM84 FANS 1/A MCA 100-13/2017 125/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 152 Instrução para reportar o tempo ou posição mais próxima quando a rota offset especificada pode ser aceita. WHEN CAN YOU ACCEPT [specified distance] [direction] OFFSET Y Ou NE DM85 DM86 FANS 1/A Avisos de Tráfego Aéreo (uplink) UM 153 Aviso ATC no qual o ajuste de altímetro deve ser o especificado. ALTIMETER [altimeter] R FANS 1/A UM 213 Aviso ATC no qual o ajuste de altímetro especificado é relativo à facilidade especificada. FANS 1/A-ATN. — Uso do texto livre UM 169y para aeronaves FANS 1/A. [facility designation] ALTIMETER [altimeter] R ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 154 Aviso ATC que o serviço radar está terminado. RADAR SERVICE TERMINATED Ou RADAR SERVICES TERMINATED R FANS 1/A UM 244 Aviso ATC que serviço radar e/ou ADS-B está terminado. FANS 1/A. — uso do texto livre UM 169aj para aeronaves FANS 1/A. IDENTIFICATION TERMINATED R FANS 1/A [free text] UM 191 Aviso ATC que a aeronave está entrando no espaço aéreo no qual os serviços de tráfego aéreo são prestados, porém todos os serviços existentes foram terminados. ALL ATC TERMINATED R N/A UM 155 Aviso ATC que o contato radar foi estabelecido na posição especificada. RADAR CONTACT [position] R FANS 1/A UM 156 Aviso ATC que o contato radar foi perdido. RADAR CONTACT LOST R FANS 1/A UM 210 Aviso ATC que a aeronave foi identificada no radar e/ou ADS-B na posição especificada. IDENTIFIED [position] R N/A UM 193 Notificação que a identificação radar e/ou ADS-B foi perdida. IDENTIFICATION LOST R N/A UM 157 Instrução que uma transmissão continua é detectada na frequência especificada. Verificar o botão do microfone. CHECK STUCK MICROPHONE [frequency] N Ou R FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN (Urgent) UM 158 Aviso ATC que a informação ATIS identificada pelo código especificado é a informação ATIS atual. ATIS [atis code] R FANS 1/A 126/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 212 Aviso ATC que a informação ATIS especificada no aeroporto especificado é a atual. [facility designation] ATIS [atis code] CURRENT R N/A UM 214 Aviso ATC que indica o valor RVR para a pista especificada. RVR RUNWAY [runway] [rvr] R N/A UM 224 Aviso ATC que nenhum atraso é esperado. NO DELAY EXPECTED R N/A UM 225 Aviso ATC que o atraso esperado não foi determinado. DELAY NOT DETERMINED R N/A UM 226 Aviso ATC para que a aeronave possa aguardar a autorização para iniciar seu procedimento de aproximação no tempo especificado. EXPECTED APPROACH TIME [time] R N/A Mensagens de Gerenciamento do Sistema (uplink) UM 159 Uma mensagem gerada pelo sistema para notificar que o sistema de solo detectou um erro. ERROR [error information] N Ou NE FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN (Urgent) UM 160 Notificação para os aviônicos cuja autoridade de dados especificada é a próxima autoridade. Caso nenhuma autoridade de dados seja especificada, isto indica que qualquer autoridade de dados previamente especificada não é mais válida. NEXT DATA AUTHORITY [facility designation] N Ou NE FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 161 Notificação para os aviônicos cuja conexão data link com a autoridade de dados atual está sendo terminada. END SERVICE N Ou NE FANS 1/A UM 162 Notificação que o sistema de solo não suporta esta mensagem. FANS 1/A. — Uso do texto livre UM 169u para aeronaves FANS 1/A. MESSAGE NOT SUPPORTED BY THIS ATC UNIT Ou SERVICE UNAVAILABLE N Ou NE FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 234 Notificação que o sistema de solo não tem um plano de voo para essa aeronave. FLIGHT PLAN NOT HELD N N/A UM 163 Notificação ao piloto de um identificador ATCU. [facility designation] Ou [OACI facility designation] [tP4+Table] N Ou NE FANS 1/A MCA 100-13/2017 127/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 227 Confirmação do sistema da aeronave que o sistema de solo recebeu a mensagem para a qual a confirmação de recebimento lógico se refere e é aceitável para a exibição perante o responsável. FANS 1/A-ATN. — Apenas ATN B1. Não está disponível para FANS 1/A. LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT N ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 233 Notificação ao piloto que mensagens enviadas solicitando uma confirmação de recebimento lógico não serão aceitas por este sistema de solo. USE OF LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT PROHIBITED N N/A Mensagens Adicionais (uplink) UM 164 A instrução associada pode ser cumprida em qualquer tempo futuro. Nota — Intenção equivalente à UM 177 AT PILOTS DISCRETION. WHEN READY N Ou NE FANS 1/A UM 230 A instrução associada deve ser cumprida imediatamente. IMMEDIATELY N N/A (Distress) UM 165 Usado para conectar duas mensagens, indicando a ordem apropriada de execução de autorizações / instruções. THEN N Ou NE FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 166 A instrução associada é emitida devido às considerações do tráfego. DUE TO [traffic type] TRAFFIC Ou DUE TO TRAFFIC N Ou NE FANS 1/A UM 167 A instrução associada é emitida devido às restrições do espaço aéreo. DUE TO AIRSPACE RESTRICTION N Ou NE FANS 1/A UM 168 A comunicação indicada deve ser ignorada. Nota — A mensagem uplink CPDLC enviada anteriormente deve ser ignorada. DISREGARD não deve se referir à uma autorização ou instrução. Caso DISREGARD seja usado, outro elemento deve ser adicionado para esclarecer qual mensagem deve ser desconsiderada. DISREGARD R FANS 1/A UM 176 Instrução para que o piloto responsável mantenha a separação de outro tráfego e também seja responsável por manter condições meteorológicas visuais. MAINTAIN OWN SEPARATION AND VMC W/U FANS 1/A 128/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 177 Usada em conjuntocom uma autorização/instrução para indicar que o piloto pode executar a instrução quando pronto. Nota — Intenção equivalente à UM 164 WHEN READY. AT PILOTS DISCRETION N FANS 1/A UM 178 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento, TRACK DETAIL MESSAGE, como é reservado no Doc 4444 da OACI. (not defined) Y Ou W/U FANS 1/A Texto Livre Normal (uplink) UM 169 Atributo de urgência normal, atributo de alerta baixo [free text] R FANS 1/A FANS 1/A- ATN Texto Livre de Perigo (uplink) UM 170 Atributo de urgência de perigo, atributo de alerta alto [free text] R FANS 1/A Texto Livre – Outros UM 183 Atributo de urgência normal, atributo de alerta médio FANS 1/A-ATN. — apenas ATN B1. O sistema de solo usa o UM 169 [free text] para aeronaves FANS 1/A. [free text] N ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 187 urgência baixa, alerta normal [free text] N N/A UM 194 urgência normal, alerta baixo [free text] Y N/A UM 195 urgência baixa, alerta baixo [free text] R N/A UM 196 urgência normal, alerta médio [free text] W/U ATN B1 FANS 1/A- ATN UM 197 urgência urgente, alerta médio [free text] W/U N/A (Urgent) UM 198 urgência de perigo, alerta alto [free text] W/U N/A (Distress) UM 199 urgência normal, alerta baixo [free text] N N/A UM 201 não usado, urgência baixa, alerta baixo [free text] N N/A UM 202 não usado, urgência baixa, alerta baixo [free text] N N/A UM 203 urgência normal, alerta médio [free text] R N/A UM 204 urgência normal, alerta médio [free text] Y N/A MCA 100-13/2017 129/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de mensagem Resp. Sistema(s) data link UM 205 urgência normal, alerta médio [free text] A/N N/A UM 206 urgência baixa, alerta normal [free text] Y N/A UM 207 urgência baixa, alerta baixo [free text] Y N/A UM 208 urgência baixa, alerta baixo [free text] N N/A Elementos de mensagem downlink CPDLC Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link Respostas/Confirmações de recebimento (downlink) DM 0 A instrução é entendida e será cumprida. WILCO N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 1 A instrução não pode ser cumprida. UNABLE N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 2 Esperar por uma resposta. Nota — O controlador é informado que a solicitação está sendo processada e haverá um atraso de curto prazo (dentro de 10 minutos). A troca não é fechada e a solicitação será respondida quando as condições permitirem. STANDBY N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 3 Mensagem recebida e entendida. Nota — ROGER é a única resposta correta para uma mensagem uplink de texto livre. Sob nenhuma circunstância ROGER será usado no lugar de AFFIRM. ROGER N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 4 Sim. Nota — AFFIRM é uma resposta apropriada para uma mensagem de solicitação de negociação enviada (por exemplo, UM 150 CAN YOU ACCEPT [level] at [time]). AFFIRM N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN 130/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link DM 5 Não. Nota — NEGATIVE é uma resposta apropriada para uma mensagem de solicitação de negociação enviada (por exemplo, UM 150 CAN YOU ACCEPT [level] at [time]). NEGATIVE N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN Solicitações Verticais (downlink) DM 6 Solicitação para voar no nível especificado. REQUEST [level] Y UM0 UM1 UM19 UM20 UM23 UM26 UM27 UM28 UM29 UM46 UM47 UM48 UM159 + UM183 UM162 UM211 FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 7 Solicitação para voar em um nível dentro da faixa vertical especificada. FANS 1/A-ATN. — Aeronaves FANS 1/A apenas. Aeronaves ATN B1 usam DM 6 REQUEST [level], onde [level] é uma faixa vertical. REQUEST BLOCK [level] TO [level] Y FANS 1/A FANS 1/A -ATN DM 8 Solicitação para subida em cruzeiro para um nível especificado. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. REQUEST CRUISE CLIMB TO [level] Y FANS 1/A MCA 100-13/2017 131/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link DM 9 Solicitação de subida para o nível especificado. REQUEST CLIMB TO [level] Y UM0 UM1 UM19 UM20 UM23 UM26 UM27 UM28 UM29 UM46 UM47 UM48 UM159 + UM183 UM162 UM211 FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 10 Solicitação de descida para o nível especificado. REQUEST DESCENT TO [level] Y UM0 UM19 UM20 UM23 UM26 UM27 UM28 UM29 UM46 UM47 UM48 UM159 + UM183 UM162 UM211 FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 11 Solicitação que na posição especificada, uma subida para o nível especificado seja aprovada. AT [position] REQUEST CLIMB TO [level] Y FANS 1/A DM 12 Solicitação que na posição especificada, uma descida para o nível especificado seja aprovada. AT [position] REQUEST DESCENT TO [level] Y FANS 1/A DM 13 Solicitação que no tempo especificado, uma subida para o nível especificado seja aprovada. AT [time] REQUEST CLIMB TO [level] Y FANS 1/A DM 14 Solicitação que na posição especificada, uma descida para o nível especificado seja aprovada. AT [time] REQUEST DESCENT TO [level] Y FANS 1/A 132/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link DM 69 Solicitação que uma descida seja aprovada em condições visuais. Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem devido a erros de interpretação. REQUEST VMC DESCENT Y FANS 1/A Solicitações Offset Laterais (downlink) DM 15 Solicitação que uma rota paralela, offset a partir da rota autorizada pela distância especificada na direção especificada, seja aprovada. REQUEST OFFSET [specified distance] [direction] OF ROUTE Y FANS 1/A DM 16 Solicitação que uma rota paralela, offset a partir da rota autorizada pela distância especificada, na direção especificada, seja aprovada a partir da posição especificada. AT [position] REQUEST OFFSET [specified distance] [direction] OF ROUTE Y FANS 1/A DM 17 Solicitação que uma rota paralela, offset a partir da rota autorizada pela distância especificada, na direção especificada, seja aprovada a partir do tempo especificado. AT [time] REQUEST OFFSET [specified distance] [direction] OF ROUTE Y FANS 1/A Solicitações de velocidade (downlink) DM 18 Solicitação para voar na velocidade especificada. REQUEST [speed] Y UM0 UM1 UM162 UM211 UM55 UM61 UM106 UM107 UM108 UM109 UM116 UM222 UM159 + UM183 FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 19 Solicitação para voar dentro da faixa de velocidade especificada. REQUEST [speed] TO [speed] Y FANS 1/A Solicitações de contato de voz (downlink) DM 20 Solicitação para contato de voz. REQUEST VOICE CONTACT Y FANS 1/A DM 21 Solicitação para contato de voz na frequência especificada. REQUEST VOICE CONTACT [frequency] Y FANS 1/A MCA 100-13/2017 133/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link Solicitações de Modificação de Rota (downlink) DM 22 Solicitação para seguir da presente posição para uma posição especificada. REQUEST DIRECT TO [position] Y UM0 UM162 UM211 UM74 UM96 UM190 UM159 + UM183 FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 23 Solicitação para a autorização do procedimento especificado. REQUEST [procedure name] Y FANS 1/A DM 24 Solicitação para uma autorização de rota. REQUEST CLEARANCE [route clearance] Ou REQUEST [route clearance] Y FANS 1/A DM 25 Solicitaçãopara uma autorização. Nota — Ou pré-decolagem ou rota. REQUEST [clearance type] CLEARANCE Ou REQUEST CLEARANCE Y FANS 1/A DM 26 Solicitação de um desvio de formações para a posição especificada através da rota especificada. REQUEST WEATHER DEVIATION TO [position] VIA [route clearance] Y FANS 1/A DM 27 Solicitação de um desvio de formações até a distância especificada fora da rota na direção especificada. REQUEST WEATHER DEVIATION UP TO [specified distance] [direction] OF ROUTE Y UM0 UM162 UM211 UM64 UM74 UM82 UM96 UM190 UM159 + UM183 FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 70 Solicitação de uma autorização para adotar a proa especificada. REQUEST HEADING [degrees] Y FANS 1/A DM 71 Solicitação de uma autorização para adotar o curso especificado. REQUEST GROUND TRACK [degrees] Y FANS 1/A Reportes (downlink) DM 28 Notificação para quando estiver livrando o nível especificado. LEAVING [level] N FANS 1/A 134/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link DM 29 Notificação para quando estiver subindo para um nível especificado. CLIMBING TO [level] N FANS 1/A DM 30 Notificação para quando estiver descendo para um nível especificado. DESCENDING TO [level] N FANS 1/A DM 31 Notificação para quando estiver passando pela posição especificada. PASSING [position] N FANS 1/A DM 78 Notificação que no tempo especificado, a posição da aeronave esteja como especificada. AT [time] [distance] [to/from] [position] N FANS 1/A DM 32 Notificação do nível presente. PRESENT LEVEL [level] Ou PRESENT ALTITUDE [altitude] N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 33 Notificação da presente posição. PRESENT POSITION [position] N FANS 1/A DM 34 Notificação da presente velocidade. PRESENT SPEED [speed] N FANS 1/A DM 113 Notificação da velocidade solicitada. FANS 1/A. — Uso do texto livre DM 67l GS [speed] para intenção parcial. A tripulação notifica o controlador da velocidade de solo presente, em resposta ao UM 169b, REPORT GROUND SPEED. [speed type] [speed type] [speed type] SPEED [speed] N FANS 1/A DM 35 Notificação da presente proa em graus. PRESENT HEADING [degrees] N FANS 1/A DM 36 Notificação do presente curso em graus. PRESENT GROUND TRACK [degrees] N FANS 1/A DM 37 Notificação que a aeronave está mantendo o nível especificado. MAINTAINING [level] Ou LEVEL [altitude] N FANS 1/A DM 72 (Reservado) Nota — Evitar o uso deste elemento de mensagem, REACHING [level], como reservado no Doc 4444 da OACI. N/A N FANS 1/A DM 76 Notificação que a aeronave atingiu um nível dentro da faixa vertical especificada. REACHING BLOCK [level] TO [level] N FANS 1/A DM 38 Cotejamento do nível atribuído. ASSIGNED LEVEL [level] Ou ASSIGNED ALTITUDE [altitude] N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN MCA 100-13/2017 135/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link DM 77 Cotejamento da faixa vertical atribuída. FANS 1/A-ATN. — Aeronaves FANS 1/A apenas. Aeronaves ATN B1 usam o DM 38 ASSIGNED LEVEL [level], onde [level] é uma faixa vertical. ASSIGNED BLOCK [level] TO [level] N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 39 Cotejamento da velocidade atribuída. ASSIGNED SPEED [speed] N FANS 1/A DM 40 Cotejamento da rota atribuída. ASSIGNED ROUTE [route clearance] N FANS 1/A DM 41 A aeronave retornou à rota autorizada. BACK ON ROUTE N FANS 1/A DM 114 Notificação que a aeronave está livre das formações e é capaz de aceitar uma autorização para retornar à rota de voo autorizada. CLEAR OF WEATHER N N/A DM 42 O próximo waypoint é a posição especificada. NEXT WAYPOINT [position] N FANS 1/A DM 43 O ETA no próximo waypoint, conforme especificado. NEXT WAYPOINT ETA [time] N FANS 1/A DM 44 O próximo +1 waypoint é a posição especificada. ENSUING WAYPOINT [position] N FANS 1/A DM 45 Esclarecimento da passagem do waypoint reportado anteriormente. REPORTED WAYPOINT [position] N FANS 1/A DM 46 Esclarecimento do tempo no qual o waypoint foi reportado anteriormente. REPORTED WAYPOINT [time] N FANS 1/A DM 47 O código (SSR) que foi selecionado. SQUAWKING [code] N FANS 1/A DM 48 Reporte de posição. Nota — Reporta a posição atual da aeronave quando a tripulação pressiona o botão para enviar esta mensagem. O ATC espera o reporte de posição baseado na mensagem downlink. POSITION REPORT [position report] N FANS 1/A DM 79 O código do último ATIS recebido, conforme especificado. ATIS [atis code] N FANS 1/A DM 89 A unidade ATC especificada que está sendo monitorada na frequência especificado. FANS 1/A-ATN. — Aeronaves FANS 1/A usam o texto livre DM 67aa. Pode exigir pré-formatação. MONITORING [unit name] [frequency] N ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 102 Usado para reportar o pouso de uma aeronave. LANDING REPORT N N/A 136/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link DM 104 Notificação do tempo estimado de chegada na posição especificada. FANS 1/A. — Uso do texto livre DM 67n. Resposta ao texto livre UM 169d REPORT ETA [position] ETA [position] [time] Ou [position] [time] N FANS 1/A [free text] DM 105 Notificação do aeródromo alternativo para pouso. ALTERNATE AERODROME [airport] N N/A DM 106 Notificação do nível de preferência. FANS 1/A. — Uso do DM 67m. Resposta ao texto livre UM 169c STATE PREFERRED LEVEL. FANS 1/A – ATN. — Aeronaves FANS 1/A respondem ao UM 231 STATE PREFERRED LEVEL. PREFERRED LEVEL [level] Ou FL[altitude] N FANS 1/A [free text] ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 109 Notificação do tempo de preferência para iniciar a descida para aproximação. FANS 1/A. — Uso do DM 67v. Resposta ao texto livre UM 169aa STATE TOP OF DESCENT. FANS 1/A – ATN. — Aeronaves FANS 1/A respondem ao UM 232 STATE TOP OF DESCENT. TOP OF DESCENT [time] Ou TOD [time] N FANS 1/A [free text] ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 110 Notificação da posição de preferência para começar a descida para aproximação. TOP OF DESCENT [position] N N/A DM 111 Notificação do tempo e posição de preferência para iniciar a descida para aproximação. TOP OF DESCENT [time] [position] N N/A Solicitações de Negociação (downlink) DM 49 Solicitação para o tempo mais próximo no qual a autorização para a velocidade especificada pode ser esperada. WHEN CAN WE EXPECT [speed] Y FANS 1/A DM 50 Solicitação para o tempo mais próximo no qual a autorização para a velocidade dentro da faixa especificada pode ser esperada. WHEN CAN WE EXPECT [speed] TO [speed] Y FANS 1/A DM 51 Solicitação para o tempo mais próximo no qual a autorização para retornar à rota planejada pode ser esperada. WHEN CAN WE EXPECT BACK ON ROUTE Y FANS 1/A MCA 100-13/2017 137/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link DM 52 Solicitação para o tempo mais próximo no qual a autorização para a descida pode ser esperada. WHEN CAN WE EXPECT LOWER LEVEL Ou WHEN CAN WE EXPECT LOWER ALTITUDE Y FANS 1/A DM 53 Solicitação para o tempo mais próximo no qual uma autorização para subir pode ser esperada. WHEN CAN WE EXPECT HIGHER LEVEL Ou WHEN CAN WE EXPECT HIGHER ALTITUDE Y FANS 1/A DM 54 Solicitação para o tempo mais próximo no qual uma autorização para a subida de cruzeiro para um nível especificado pode ser esperada. WHEN CAN WE EXPECT CRUISE CLIMB TO [level] Y FANS 1/ADM 87 Solicitação para o tempo mais próximo no qual uma autorização para subir para um nível especificado pode ser esperada. FANS 1/A. — Uso do texto livre pré- formatado DM 67h. WHEN CAN WE EXPECT CLIMB TO [level] Y FANS 1/A DM 88 Solicitação para o tempo mais próximo no qual uma autorização para descer a um nível especificado pode ser esperada. FANS 1/A. — Uso do texto livre pré- formatado DM 67i. WHEN CAN WE EXPECT DESCENT TO [level] Y FANS 1/A Mensagens de Emergência (downlink) DM 55 Prefixo de urgência. PAN PAN PAN Y Ou N FANS 1/A FANS 1/A- ATN (Urgent) DM 56 Prefixo de socorro. MAYDAY MAYDAY MAYDAY Y Ou N FANS 1/A FANS 1/A- ATN (Distress) DM 112 Indica especificamente que a aeronave está sendo submetida à interferência ilícita. SQUAWKING 7500 N N/A (Urgent) 138/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link DM 57 Notificação do combustível remanescente e pessoas a bordo. [remaining fuel] OF FUEL REMAINING AND [persons on board] PERSONS ON BOARD Ou [remaining fuel] OF FUEL REMAINING AND [remaining souls] SOULS ON BOARD Y Ou N FANS 1/A FANS 1/A- ATN (Urgent) DM 58 Notificação que o piloto deseja cancelar a condição de emergência. CANCEL EMERGENCY Y Ou N FANS 1/A FANS 1/A- ATN (Urgent) DM 59 Notificação que a aeronave está desviando para a posição especificada através da rota especificada devido a uma necessidade urgente. DIVERTING TO [position] VIA [route clearance] Y Ou N FANS 1/A FANS 1/A- ATN (Urgent) DM 60 Notificação que a aeronave está desviando a distância especificada na direção especificada for a da rota autorizada e mantendo uma rota paralela devido a uma necessidade urgente. OFFSETTING [specified distance] [direction] OF ROUTE Y Ou N FANS 1/A FANS 1/A- ATN (Urgent) DM 61 Notificação que a aeronave está descendo para o nível especificado devido a uma necessidade urgente. DESCENDING TO [level] Y Ou N FANS 1/A FANS 1/A- ATN (Urgent) DM 80 Notificação que a aeronave está desviando até a distância de desvio a partir da rota autorizada na direção especificada devido a uma necessidade urgente. FANS 1/A. — Notificação que a aeronave está operando em offset (incluindo SLOP). O atributo de urgência para este elemento de mensagem não está definido. DEVIATING UP TO [specified distance] [direction] OF ROUTE Or DEVIATING [distanceoffset] [direction] OF ROUTE Y Ou N FANS 1/A FANS 1/A- ATN (Urgent) Mensagens de Gerenciamento do Sistema (downlink) DM 62 Uma mensagem gerada pelo sistema que os aviônicos detectaram um erro. ERROR [error information] N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN (Urgent) MCA 100-13/2017 139/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link DM 63 Uma negação gerada pelo sistema para qualquer mensagem da aplicação CPDLC enviada de uma facilidade de solo que não é a autoridade de dados atual. NOT CURRENT DATA AUTHORITY N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 99 Uma mensagem gerada pelo sistema para informar uma facilidade de solo que é agora a autoridade de dados atual. CURRENT DATA AUTHORITY N ATN B1 FANS 1/A- ATN (Urgent) DM 64 Notificação ao sistema de solo que a ATCU especificada é a autoridade de dados atual. FANS 1/A – ATN. — Aeronaves FANS 1/A usam esta mensagem. [facility designation] N FANS 1/A FANS 1/A- ATN DM 107 Uma mensagem gerada pelo sistema enviada para um sistema de solo que tenta conectar a uma aeronave quando a autoridade de dados não designou o sistema de solo como a NDA. FANS 1/A – ATN. — Aeronaves ATN B1 usam esta mensagem. NOT AUTHORIZED NEXT DATA AUTHORITY N ATN B1 DM 73 Uma mensagem gerada pelo sistema indicando o número da versão do software. FANS 1/A – ATN. — Aeronaves FANS 1/A usam esta mensagem. [version number] N FANS 1/A FANS 1/A- ATN DM 100 Confirmação ao sistema de solo que o sistema da aeronave recebeu a mensagem para a qual a confirmação de recebimento lógico se refere e é aceitável para a exibição perante o responsável. FANS 1/A – ATN. — O sistema de solo ATN B1 usa meios alternativos, tais como a garantia da mensagem MAS recebida das aeronaves FANS 1/A, para copiar LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT. LOGICAL ACKNOWLEDGEMENT N ATN B1 Mensagens adicionais (downlink) DM 65 Usada para explicar razões para as mensagens do piloto. DUE TO WEATHER N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 66 Usada para explicar razões para as mensagens do piloto. DUE TO AIRCRAFT PERFORMANCE N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN 140/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link DM 74 Mostra um desejo do piloto para fornecer seu/sua própria separação e permanecer em VMC. REQUEST TO MAINTAIN OWN SEPARATION AND VMC Ou MAINTAIN OWN SEPARATION AND VMC Y Ou N FANS 1/A DM 75 Usada em conjunto com outra mensagem para indicar que piloto deseja executar a solicitação quando estiver pronto. AT PILOTS DISCRETION N FANS 1/A DM 101 Permite ao piloto indicar um desejo para terminar a aplicação CPDLC com a autoridade de dados atual. REQUEST END OF SERVICE Y N/A DM 103 Permite ao piloto indicar que ele/ela cancelou o plano de voo IFR. CANCELLING IFR Y N/A DM 108 Notificação que a ação de degelo foi concluída. DE-ICING COMPLETE N N/A Texto Livre – Normal (downlink) DM 67 Urgência normal, alerta baixo FANS 1/A – ATN. — Aeronaves FANS 1/A apenas. O ATN B1 usa o DM 98. [free text] N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN Texto Livre – Perigo (downlink) DM 68 Urgência de perigo, alerta alto Nota — Selecionando qualquer um dos elementos de mensagem de emergência resultará na habilitação do elemento de mensagem para a tripulação incluir na mensagem de emergência a seu critério. [free text] Y FANS 1/A DM 90 urgência normal, alerta médio [free text] N N/A DM 91 urgência normal, alerta baixo [free text] Y N/A DM 92 urgência baixa, alerta baixo [free text] Y N/A DM 93 urgência urgente, alerta alto [free text] N N/A (Urgent) DM 94 urgência de perigo, alerta alto [free text] N N/A (Distress) DM 95 urgência urgente, alerta médio [free text] N N/A (Urgent) DM 96 urgência urgente, alerta baixo [free text] N N/A (Urgent) DM 97 urgência baixa, alerta baixo [free text] N N/A MCA 100-13/2017 141/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Sistema(s) data link DM 98 urgência normal, alerta normal FANS 1/A – ATN. — Aeronaves ATN B1 apenas. FANS 1/A usa DM 67. [free text] N ATN B1 FANS 1/A- ATN Respostas de Negociação (downlink) DM 81 Nós podemos aceitar o nível no tempo especificado. FANS 1/A. — Uso do texto livre pré- formatado DM 67b. WE CAN ACCEPT [level] AT [time] N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 115 Nós podemos aceitar o nível especificado na posição especificada. WE CAN ACCEPT [level] AT [position] N N/A DM 82 Nós não podemos aceitar o nível especificado. FANS 1/A. — Uso do texto livre pré- formatado DM 67e. WE CANNOT ACCEPT [level] N FANS 1/A ATN B1 FANS 1/A- ATN DM 83 Nós podemos aceitar a velocidade especificada no tempo especificado. FANS 1/A. — Uso do texto livre pré- formatado DM 67c. WE CAN ACCEPT [speed] AT [time] N FANS 1/A DM 116 Nós podemos aceitar a velocidade especificada na posição especificada. WE CAN ACCEPT [speed] AT [position] N N/A DM 84 Nós não podemos aceitar a velocidade especificada.FANS 1/A. — Uso do texto livre pré- formatado DM 67f. WE CANNOT ACCEPT [speed] N FANS 1/A DM 85 Nós podemos aceitar uma rota paralela offset na distância e direção especificadas e no tempo especificado. FANS 1/A. — Uso do texto livre pré- formatado DM 67d. WE CAN ACCEPT [specified distance] [direction] AT [time] N FANS 1/A DM 117 Nós podemos aceitar uma rota paralela offset na distância e direção especificadas e na posição especificada. WE CAN ACCEPT [specified distance] [direction] AT [position] N N/A DM 86 Nós não podemos aceitar uma rota paralela offset na distância e direção especificadas. FANS 1/A. — Uso do texto livre pré- formatado DM 67g. WE CANNOT ACCEPT [specified distance] [direction] N FANS 1/A Mensagens de texto livre padronizado CPDLC Mensagens uplink de texto livre padronizado CPDLC Quando uma mensagem uplink de texto livre for recebida, a tripulação deve responder com ROGER antes de responder a mensagem. 142/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Respostas/Confirmações de recebimento do Texto Livre Padronizado (uplink) UM 169q Confirmação de recebimento de uma mensagem MAYDAY downlink CPDLC. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. ROGER MAYDAY R UM 169r Confirmação de recebimento de uma mensagem PAN downlink CPDLC. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. ROGER PAN R UM 169ak Notificação que um reporte de emergência ADS-C foi recebido da aeronave. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. CONFIRM ADS-C EMERGENCY R UM 169s Notificação que uma solicitação downlink CPDLC foi: 1) parte do conjunto de mensagem aprovada; e 2) recebida pelo controlador. A aeronave receberá qualquer outra comunicação sobre a solicitação através de contato de voz com a unidade específica. [unit_description] é o nome da facilidade de rádio com o qual a resposta será comunicada. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. REQUEST RECEIVED RESPONSE WILL BE VIA [unit_description] R UM 169x Indicação que a solicitação foi recebida e foi encaminhada para a próxima ATCU. Nota — Mesma intenção do Doc 4444 da OACI UM 211. REQUEST FORWARDED R UM 169ab Indica que a solicitação não pode ser respondida pela unidade atual e que deve ser solicitada para a próxima unidade. Nota — Mesma intenção do Doc 4444 da OACI UM 237. REQUEST AGAIN WITH NEXT UNIT R Modificações de Rota de Texto Livre Padronizado (uplink) MCA 100-13/2017 143/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. UM 169al Notificação de um nome de chegada guiada padronizada associada com uma rota específica e suas restrições. Usada em conjunto com o UM 83 AT [position] CLEARED [route clearance] e UM 19 MAINTAIN [level]. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. [TA designator] R Modificações de Velocidade de Texto Livre Padronizado (uplink) UM 169p Notificação que uma velocidade previamente emitida pode ser esperada para ser mantida até a posição ou tempo específico. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. EXPECT TO MAINTAIN [speed] UNTIL [time / position] R UM 169z Notificação que a aeronave pode permanecer com sua velocidade de preferência sem restrição. Nota — Mesma intenção do UM 222 Doc 4444 da OACI. NO SPEED RESTRICTION R Solicitações Contact/Monitor/Surveillance de Texto Livre Padronizado (uplink) UM 169ai Instrução que a função “ident” do emissor ADS-B deve ser ativada. Nota — Mesma intenção do UM 242 Doc 4444 da OACI. TRANSMIT ADS-B IDENT R Solicitações Reporte/Confirmação de Texto Livre Padronizado (uplink) UM 169b Instrução para reportar a velocidade de solo da aeronave. Nota — Intenção parcialmente similar ao UM 134 Doc 4444 da OACI. REPORT GROUND SPEED R, then DM 67l UM 169c Instrução para avisar o nível de voo de preferência para o voo. Nota — Mesma intenção do UM 231 Doc 4444 da OACI. STATE PREFERRED LEVEL R, then DM 67m UM 169d Instrução para reportar o tempo estimado de chegada na posição especificada. Nota — Mesma intenção do UM 228 Doc 4444 da OACI. REPORT ETA [position] R, then DM 67n 144/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. UM 169e Instrução para notificar se o tráfego especificado foi observado pelo contato visual e já passou. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. REPORT SIGHTING AND PASSING OPPOSITE DIRECTION [traffic description] ETP [time] R, then DM 67o DM 67p UM 169aa Instrução para indicar o tempo de preferência para iniciar uma descida para o aeródromo de chegada. Nota — Mesma intenção do UM 232 Doc 4444 da OACI para tempo apenas. STATE TOP OF DESCENT R, then DM 67v Avisos de Tráfego Aéreo de Texto Livre Padronizado (uplink) UM 169k Notificação que o check SELCAL na frequência HF especificada deve ser aguardado. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. EXPECT SELCAL CHECK HF [frequency] R UM 169l Notificação que o processo de transferência CPDLC não será concluído no limite da FIR e será atrasado até o tempo especificado. Se a transferência não for concluída no tempo especificado, a tripulação deve desconectar manualmente e fazer o logon com o próximo centro. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. EXPECT CPDLC TRANSFER AT [time] R UM 169aj Aviso ATC que o serviço radar e/ou ADS-B terminou. Nota — Mesma intenção do UM 244 Doc 4444 da OACI. IDENTIFICATION TERMINATED R UM 169m Notificação que uma conexão CPDLC não é exigida pela próxima FIR (por exemplo, devido ao curto tempo de trânsito na próxima FIR) e a conexão CPDLC será transferida para a FIR subsequente. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. EXPECT NEXT CENTER [facility designation]. CONTACT WITH [facility designation] NOT REQUIRED R UM 169n Notificação de um tráfego significante para o voo. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. TRAFFIC IS [traffic description] R, then, (optionally) DM 67q UM 169o Notificação da frequência secundária para a área. Nota — Mesma intenção do UM 238 Doc 4444 da OACI. SECONDARY FREQUENCY [frequency] R MCA 100-13/2017 145/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. UM 169ag Aviso ATC que a comunicação normal por voz não está disponível. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. TRY SATCOM VOICE OR RELAY THROUGH ANOTHER AIRCRAFT R UM 169y Aviso ATC que o ajuste de altímetro especificado é relativo à facilidade especificada. Nota — Mesma intenção do UM 213 Doc 4444 da OACI. [facility designation] ALTIMETER [altimeter] R Mensagens de Gerenciamento do Sistema de Texto Livre Padronizado (uplink) UM 169j Instrução para a verificação do status das mensagens CPDLC e responder mensagens uplink abertas. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. CHECK AND RESPOND TO OPEN CPDLC MESSAGES R UM 169w Instrução para ajustar o cronômetro de latência para o valor especificado. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. SET MAX UPLINK DELAY VALUE TO [delayed message parameter] SECONDS R UM 169u Notificação que um elemento contido em uma mensagem downlink CPDLC não fazia parte do conjunto de mensagem CPDLC aprovado. Nota — Equivalente ao UM 162 Doc 4444 da OACI. MESSAGE NOT SUPPORTED BY THIS ATC UNIT R UM 169ah Notificação que um elemento contido em uma mensagem downlink CPDLC não fazia parte do conjunto de mensagem aprovado. A mensagem deve ser transmitida por voz, ou seja, radiotelefonia (RTF). Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. MESSAGE NOT SUPPORTED BY THIS ATCUNIT, CONTACT RTF R UM 169am Instrução para desligar a aplicação CPDLC e fazer o logon com a ATCU especificada. SELECT ATC COMM OFF THEN LOGON TO [facility designation] R UM 169an Instrução para a tripulação de voo verificar se a função ADS-C está ligada. CONFIRM ADS-C ARMED R UM 169ao Instrução para transmitir reportes de posição CPDLC devido a falha do ADS- C. ADS-C SHUT DOWN. REVERT TO CPDLC POSITION REPORTS R UM 169at Instrução para transmitir reportes de posição por voz devido a falha do ADS- C. ADS-C SHUT DOWN REVERT TO VOICE POSITION REPORTS R 146/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. UM 169ap Instrução para uma aeronave capacitada CPDLC intermediária para retransmitir uma mensagem à uma aeronave que não está em contato com o ATC. RELAY TO [call sign] [unit name] [text of message to be relayed] R, then DM67new Texto Livre Padronizado Militar (uplink) UM 169aq Notificação que os procedimentos MARSA com a aeronave especificada terminaram. MARSA TERMINATED WITH [call sign(s) of receiver aircraft] R UM 169ar CLEARED TO DELAY FOR AIR REFUEL AT [position] UNTIL [time] R UM 169as CLEARED TO CONDUCT REFUELING R Mensagens de texto livre padronizadas CPDLC Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. Solicitações de Modificação de Rota por Texto Livre Padronizado (downlink) DM 67ad Solicitação para uma chegada guiada. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. REQ TA [TA designator] N Reporte de Texto Livre Padronizado (downlink) DM 67k Notificação de um estimado revisado para a posição especificada. Nota — Intenção similar ao DM 43. REVISED ETA [position] [time] N DM 67l Notificação da velocidade de solo. Nota — Intenção parcial ao DM 113 Doc 4444 da OACI. GS [speed] N DM 67m Notificação do nível de preferência. Nota — Mesma intenção do DM 106 Doc 4444 da OACI. FL[altitude] N DM 67n Notificação do tempo estimado de chegada na posição especificada. Nota — Same intent as OACI Doc 4444 DM 104. [position] [time] N DM 67o Notificação que a tripulação de voo avistou e passou o tráfego especificado. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. [traffic identification] SIGHTED AND PASSED N DM 67p Notificação que a tripulação de voo NÃO avista o tráfego especificado. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. [traffic identification] NOT SIGHTED N MCA 100-13/2017 147/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. DM 67q Notificação que o tráfego descrito anteriormente foi avistado. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. TRAFFIC SIGHTED N DM 67v Notificação do tempo de preferência para iniciar uma descida para uma aproximação. Nota — Mesma intenção do DM 109 Doc 4444 da OACI. TOD [time] N DM 67aa A ATCU especificada está sendo monitorada na frequência especificada. Atributo de urgência urgente. Nota 1 — A automatização aérea (ou seja, mensagem pré-formatada em vez da tripulação ter que digitá-la) pode ser necessária para a composição da mensagem e para garantir a precisão do conteúdo da mensagem. Consequentemente, nem todas as aeronaves serão equipadas com tal automatização. Nota 2 — Mesma intenção do DM 89 OACI Doc 4444 da OACI. MONITORING [unit name] [frequency] N Mensagens de Gerenciamento do Sistema por Texto Livre Padronizado (downlink). DM 67u Notificação que o tempo de entrega de uma mensagem uplink excedeu o máximo permitido pelo cronômetro de latência. A mensagem uplink deve ser reenviada ou transmitida por outros meios. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. UPLINK DELAYED IN NETWORK AND REJECTED - RESEND OR CONTACT BY VOICE N DM 67ab Notificação que o modo emergência ADS-C foi inadvertido e ajustado para desligado. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. ADS-C RESET N DM 67ae Notificação da aeronave capacitada CPDLC intermediária que a outra aeronave sem comunicação recebeu as instruções. RELAY FROM [call sign] [response parameters] N Mensagens Adicionais de Texto Livre Padronizadas (downlink). DM 67ac Usado com DM 27, indicando uma solicitação para o desvio de formação para qualquer lado da rota. AND [specified distance] [direction] N Respostas de Negociação de Texto Livre Padronizadas (downlink). 148/149 MCA 100-13/2017 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. DM 67b Nós podemos aceitar o nível especificado no tempo especificado. Nota — Intenção equivalente ao DM 81 Doc 4444 da OACI. WE CAN ACCEPT [altitude] AT [time] N DM 67c Nós podemos aceitar a velocidade especificada no tempo especificado. Nota — Intenção equivalente ao DM 83 Doc 4444 da OACI. WE CAN ACCEPT [speed] AT [time] N DM 67d Nós podemos aceitar uma rota paralela offset na distância e direção especificadas no tempo especificado. Nota — Intenção equivalente ao DM 85 Doc 4444 da OACI. WE CAN ACCEPT [specified distance] [direction] AT [time] N DM 67e Nós não podemos aceitar o nível especificado. Nota — Intenção equivalente ao DM 82 Doc 4444 da OACI. WE CANNOT ACCEPT [altitude] N DM 67f Nós não podemos aceitar a velocidade especificada. Nota — Intenção equivalente ao DM 84 Doc 4444 da OACI. WE CANNOT ACCEPT [speed] N DM 67g Nós não podemos aceitar uma rota paralela offset na distância e direção especificadas. Nota — Intenção equivalente ao DM 86 Doc 4444 da OACI. WE CANNOT ACCEPT [specified distance] [direction] N DM 67h Solicitação para que no tempo mais próximo uma autorização para subir ao nível especificado seja esperada. Nota — Intenção equivalente ao DM 87 Doc 4444 da OACI. WHEN CAN WE EXPECT CLIMB TO [altitude] N DM 67i Solicitação para que no tempo mais próximo uma autorização para descer ao nível especificado seja esperada. Nota — Intenção equivalente ao OACI Doc 4444 DM 88. WHEN CAN WE EXPECT DESCENT TO [altitude] N Texto Livre Padronizado Militar (downlink). MCA 100-13/2017 149/149 Ref # Uso/Intenção da Mensagem Elemento de Mensagem Resp. DM 67w Solicitação de um atraso na posição especificada até o tempo especificado para o encontro com a aeronave receptora. Nota 1 — [position] é o ARCP como foi apresentado no plano de voo da aeronave tanque. [time] é o tempo que a aeronave tanque espera para passar no ARCP e iniciar o reabastecimento ao longo da rota. É também o fim do tempo de atraso. Nota 2 — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. TO DELAY FOR AIR REFUEL AT [position] UNTIL [time] N DM 67x Notificação que o reabastecimento terminará no tempo e posição especificados. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. EXPECT END OF REFUEL AT [time/position] N DM 67y Notificação que a aeronave entrará na ALTRV especificada na posição ou tempo especificados. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. JOINING ALTRV [ALTRV designator] AT [time/position] N DM 67z Notificação que a aeronave tanque irá aceitar a MARSA com a aeronave (receptora) especificada. Nota — Sem equivalente no Doc 4444 da OACI. ACCEPT MARSA WITH [call sign(s) of receiver aircraft] N MCA 100-13/2017 Tráfego Aéreo PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA O USO DE COMUNICAÇÃO POR ENLACE DE DADOS CONTROLADOR-PILOTO (CPDLC) E DE VIGILÂNCIA DEPENDENTE AUTOMÁTICA-CONTRATO (ADS-C) NO ATS O MCA 100-13/2017, aprovada pela Portaria DECEA nº 143/DGCEA, de 18 de agosto de 2017, é assim modificada: 1 SUBSTITUIÇÃO DE PÁGINAS: RETIRE ANO COLOQUE ANO 15-16 2017 15-16 2017 77-78 2017 77-78 2017 81-82 2017 81-82 2017 2 CORREÇÃO: PÁGINA ITEM13 2.3.1 (modificação) 77 3.5.2.1 (modificação) 81 3.6.1.1 (modificação) 3 ARQUIVO Depois de efetuar as substituições, inserir esta folha após a página de rosto da publicação original. 4 APROVAÇÃO Portaria DECEA nº 168/DGCEA, de 18 de outubro de 2017.