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Página 1 de 23 RESUMO COM EXERCÍCIOS RESUMO COM EXERCÍCIOS RESUMO COM EXERCÍCIOS RESUMO COM EXERCÍCIOS APOSTILA APOSTILA APOSTILA APOSTILA –––– ADMINISTRAÇÃO NA AERONAÚTICAADMINISTRAÇÃO NA AERONAÚTICAADMINISTRAÇÃO NA AERONAÚTICAADMINISTRAÇÃO NA AERONAÚTICA CAPÍTULO 1 : ESTADO E PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃOCAPÍTULO 1 : ESTADO E PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃOCAPÍTULO 1 : ESTADO E PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃOCAPÍTULO 1 : ESTADO E PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAPÚBLICAPÚBLICAPÚBLICA ESTADOESTADOESTADOESTADO: : : : Pode ser definido como o exercícioo exercícioo exercícioo exercício de um poder político, administrativo e jurídicoum poder político, administrativo e jurídicoum poder político, administrativo e jurídicoum poder político, administrativo e jurídico, exercido dentro de um determinado territódentro de um determinado territódentro de um determinado territódentro de um determinado territóriorioriorio, e imposto para aqueles indivíduos que ali habitam. O Estado é umaumaumauma criação humana destinada a manter a coexistência pacífica doscriação humana destinada a manter a coexistência pacífica doscriação humana destinada a manter a coexistência pacífica doscriação humana destinada a manter a coexistência pacífica dos indivíduosindivíduosindivíduosindivíduos, a ordem social, de forma que os seres humanos consigam se desenvolver edesenvolver edesenvolver edesenvolver e proporcionar o bemproporcionar o bemproporcionar o bemproporcionar o bem----estar a estar a estar a estar a toda sociedtoda sociedtoda sociedtoda sociedadeadeadeade. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICAADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: : : : Pode ser definida objetivamenteobjetivamenteobjetivamenteobjetivamente como a atividade concreta econcreta econcreta econcreta e imediataimediataimediataimediata que o Estado desenvolve para assegurar os interesses coletivos e, subjetivamentesubjetivamentesubjetivamentesubjetivamente, como o o o o conjunto de órgãos e de pessoas jurídicas aos quais a Lei atribui o conjunto de órgãos e de pessoas jurídicas aos quais a Lei atribui o conjunto de órgãos e de pessoas jurídicas aos quais a Lei atribui o conjunto de órgãos e de pessoas jurídicas aos quais a Lei atribui o exercício da funçãoexercício da funçãoexercício da funçãoexercício da função administrativa do Estadoadministrativa do Estadoadministrativa do Estadoadministrativa do Estado. Sob o aspecto operacional, administração pública é o desempenho perene e sistemático, legal e desempenho perene e sistemático, legal e desempenho perene e sistemático, legal e desempenho perene e sistemático, legal e técnico dos serviços próprios do Estadotécnico dos serviços próprios do Estadotécnico dos serviços próprios do Estadotécnico dos serviços próprios do Estado, em benefício da coletividade. A administração pública pode ser DIRETADIRETADIRETADIRETA, quando composta pelas suas entidades estatais (União, Estados, Municípios e DFUnião, Estados, Municípios e DFUnião, Estados, Municípios e DFUnião, Estados, Municípios e DF), que possuem personalidade jurídica própria, ou INDIRETAINDIRETAINDIRETAINDIRETA quando composta por entidades autárquicas, fundacionais, empresas públicas e sociedades de autárquicas, fundacionais, empresas públicas e sociedades de autárquicas, fundacionais, empresas públicas e sociedades de autárquicas, fundacionais, empresas públicas e sociedades de economia mistaeconomia mistaeconomia mistaeconomia mista.... Segundo ensina Maria Sylvia Zanella Di Pietro o conceito de administração pública divide-se em dois sentidos: a) Em sentido OBJETIVO, MATERIAL OU FUNCIONALOBJETIVO, MATERIAL OU FUNCIONALOBJETIVO, MATERIAL OU FUNCIONALOBJETIVO, MATERIAL OU FUNCIONAL: A administração pública pode ser definida como a atividade concreta e imediata como a atividade concreta e imediata como a atividade concreta e imediata como a atividade concreta e imediata que o Estado desenvolve, sob regime jurídico de direito público, para a consecução dos interesses coletivosinteresses coletivosinteresses coletivosinteresses coletivos. b) Em sentido SUBJETIVO, FORMAL OU ORGÂNICOSUBJETIVO, FORMAL OU ORGÂNICOSUBJETIVO, FORMAL OU ORGÂNICOSUBJETIVO, FORMAL OU ORGÂNICO: Administração Pública como sendo o o o o conjunto de órgãosconjunto de órgãosconjunto de órgãosconjunto de órgãos e de pessoas jurídicase de pessoas jurídicase de pessoas jurídicase de pessoas jurídicas aos quais a lei atribui o exercício da função administrativa do Estado. Assim, administração pública em: Sentido MaterialSentido MaterialSentido MaterialSentido Material:::: significa administrar os interessesinteressesinteressesinteresses dadadada coletividadecoletividadecoletividadecoletividade: e Sentido FormalSentido FormalSentido FormalSentido Formal:::: significa o conjunto de entidades, órgãos e agentesconjunto de entidades, órgãos e agentesconjunto de entidades, órgãos e agentesconjunto de entidades, órgãos e agentes que executam a função administrativa do Estado. POVOPOVOPOVOPOVO: É o elemento humano, grupamento social organizadogrupamento social organizadogrupamento social organizadogrupamento social organizado. Reunião de indivíduos num determinado local, submetidos a um poder centralsubmetidos a um poder centralsubmetidos a um poder centralsubmetidos a um poder central. O Estado vai controlar essas pessoas, visando, através do Direito, o bem comumatravés do Direito, o bem comumatravés do Direito, o bem comumatravés do Direito, o bem comum. NAÇÃONAÇÃONAÇÃONAÇÃO: Que representa um grupo social com atributos comunsgrupo social com atributos comunsgrupo social com atributos comunsgrupo social com atributos comuns: étnicos, culturais, língua e religião. POPULAÇÃOPOPULAÇÃOPOPULAÇÃOPOPULAÇÃO: É o conjunto de residentes no territórioconjunto de residentes no territórioconjunto de residentes no territórioconjunto de residentes no território, sejam eles nacionais ou estrangeirosnacionais ou estrangeirosnacionais ou estrangeirosnacionais ou estrangeiros (bem como os apátridas ou heimatlos). TERRITÓRIOTERRITÓRIOTERRITÓRIOTERRITÓRIO: Espaço geográficoEspaço geográficoEspaço geográficoEspaço geográfico onde reside determinada população. É limite de atuação dosÉ limite de atuação dosÉ limite de atuação dosÉ limite de atuação dos podpodpodpoderes do Estadoeres do Estadoeres do Estadoeres do Estado. Vale dizer que não poderá haver dois Estados exercendo seu poder num único território, e os indivíduos que se encontram num determinado território estão submetidos a esse poder uno. SOBERANIASOBERANIASOBERANIASOBERANIA: É o exercício do poder do Estadoexercício do poder do Estadoexercício do poder do Estadoexercício do poder do Estado, internamente e externamente. O Estado, dessa forma, deverá ter ampla liberdade para controlar seus recursosampla liberdade para controlar seus recursosampla liberdade para controlar seus recursosampla liberdade para controlar seus recursos, decidir os rumos políticos, econômicos e sociais internamente e não depender de nenhum outro Estado ou órgão internacional, assegurando a sua autonomia no cenário mundial. Página 2 de 23 A administração pública DIRETADIRETADIRETADIRETA e INDIRETAINDIRETAINDIRETAINDIRETA de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios: LIMPELIMPELIMPELIMPE • LLLLegalidade • IIIImpessoalidade • MMMMoralidade • Publicidade • EEEEficiência PRINCÍPIO DA LEGALIDADE:PRINCÍPIO DA LEGALIDADE:PRINCÍPIO DA LEGALIDADE:PRINCÍPIO DA LEGALIDADE: Este princípio, junto ao de controle da Administração pelo Poder Judiciário, nasceu com o Estado de Direitonasceu com o Estado de Direitonasceu com o Estado de Direitonasceu com o Estado de Direito e constitui uma das principais garantias de respeito aos aos aos aos direitos individuaisdireitos individuaisdireitos individuaisdireitos individuais. Este é o principal conceito para a configuração do éo principal conceito para a configuração do é o principal conceito para a configuração do é o principal conceito para a configuração do regime jurídicoregime jurídicoregime jurídicoregime jurídico----aaaadministrativodministrativodministrativodministrativo, pois se justifica no sentido de que a Administração Pública só poderá ser exercida quando estiver em em em em conformidade com a Leiconformidade com a Leiconformidade com a Leiconformidade com a Lei. PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADEPRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADEPRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADEPRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE: Por tal princípio temos que a Administração Pública tem que manter uma posição de neutuma posição de neutuma posição de neutuma posição de neutralidaderalidaderalidaderalidade em relação aos seus administrados, não podendo prejudicar nem mesmo privilegiar quem quer que seja. Uma consequência expressa a essa regra, quando, no § 1º do artigo 37, proíbe que conste nome, proíbe que conste nome, proíbe que conste nome, proíbe que conste nome, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoasímbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoasímbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoasímbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos em l de autoridades ou servidores públicos em l de autoridades ou servidores públicos em l de autoridades ou servidores públicos em publicidade de atospublicidade de atospublicidade de atospublicidade de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos. PRINCÍPIO DA MORALIDADE: PRINCÍPIO DA MORALIDADE: PRINCÍPIO DA MORALIDADE: PRINCÍPIO DA MORALIDADE: A moral administrativa difere da moral comum, justamente por ser jurídica e pela possibilidade de invalidação dos atos administrativos que sejam praticados com inobservância desse princípio. O ato contrário à moralato contrário à moralato contrário à moralato contrário à moral administrativo Não Deve Ser RevogadoNão Deve Ser RevogadoNão Deve Ser RevogadoNão Deve Ser Revogado, , , , DEVE SER DECLARADO DEVE SER DECLARADO DEVE SER DECLARADO DEVE SER DECLARADO NULO.NULO.NULO.NULO. Mais importanteMais importanteMais importanteMais importante!!!! como se trata de controle de legalidade ou legitimidadecontrole de legalidade ou legitimidadecontrole de legalidade ou legitimidadecontrole de legalidade ou legitimidade, este pode ser efetuado pela Administraçãopela Administraçãopela Administraçãopela Administração e, também, pelo Poder Judiciáriopelo Poder Judiciáriopelo Poder Judiciáriopelo Poder Judiciário (quando provocado). A noção de moral administrativa não está vinculada às convicções íntimas e pessoais donão está vinculada às convicções íntimas e pessoais donão está vinculada às convicções íntimas e pessoais donão está vinculada às convicções íntimas e pessoais do agente públicoagente públicoagente públicoagente público, mas sim a noção de atuação adequada e ética perante a coletividade, durante a gerência da coisa pública. PRINCÍPIO DA PUBLICIDADEPRINCÍPIO DA PUBLICIDADEPRINCÍPIO DA PUBLICIDADEPRINCÍPIO DA PUBLICIDADE: Por este princípio constitucional, temos que a administração tem o tem o tem o tem o dever de oferecer transparênciadever de oferecer transparênciadever de oferecer transparênciadever de oferecer transparência de todos os atos que praticar e de todas as informações que estejam armazenadas em seus bancobancobancobancos de dados referentes aos administrados.s de dados referentes aos administrados.s de dados referentes aos administrados.s de dados referentes aos administrados. PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIAPRINCÍPIO DA EFICIÊNCIAPRINCÍPIO DA EFICIÊNCIAPRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA: O constitucionalista Alexandre de Moraes define o princípio da eficiência como aquele que “impõe à Administração Públicaimpõe à Administração Públicaimpõe à Administração Públicaimpõe à Administração Pública direta e indireta e a seus agentes a persecução do bempersecução do bempersecução do bempersecução do bem comumcomumcomumcomum, por meio do exercício de suas competências de forma imparcial, neutra, transparente, participativa, eficaz, sem burocracia, e sempre em busca da qualidade, primando pela primando pela primando pela primando pela adoção dosadoção dosadoção dosadoção dos critérios legais e moraiscritérios legais e moraiscritérios legais e moraiscritérios legais e morais necessários para a melhor utilização possível dos recursos públicos, de maneira a evitar desperdícios e garantir-se uma maior rentabilidade social”. PRINCÍPIOS IMPLÍCITOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAPRINCÍPIOS IMPLÍCITOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAPRINCÍPIOS IMPLÍCITOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICAPRINCÍPIOS IMPLÍCITOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PRINCÍPIO DA SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICOPRINCÍPIO DA SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICOPRINCÍPIO DA SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICOPRINCÍPIO DA SUPREMACIA DO INTERESSE PÚBLICO: Assim, a supremacia do interesse público deve se sobressair sobre odeve se sobressair sobre odeve se sobressair sobre odeve se sobressair sobre os interessess interessess interessess interesses particulares dos administradosparticulares dos administradosparticulares dos administradosparticulares dos administrados, pois decorre deste princípio que, na hipótese de conflito entre o interesse público e o interesse particular, é evidente e lógico que o interesse coletivo deve prevalecer, respeitadorespeitadorespeitadorespeitado os direitos e garantias indios direitos e garantias indios direitos e garantias indios direitos e garantias individuaisviduaisviduaisviduais expressos na Constituição ou dela decorrentes. PRINCÍPIO DA INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE PÚBLICOPRINCÍPIO DA INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE PÚBLICOPRINCÍPIO DA INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE PÚBLICOPRINCÍPIO DA INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE PÚBLICO: O princípio da indisponibilidade do interesse público é um dos dois pilares do regime jurídico-administrativo (o outro é o princípio da supremacia do interesse público, estudado anteriormente). Página 3 de 23 Em decorrência do princípio da indisponibilidade do interesse público são vedados aosão vedados aosão vedados aosão vedados ao administrador da coisa pública qualquer ato que implique em renúncia a direitos daadministrador da coisa pública qualquer ato que implique em renúncia a direitos daadministrador da coisa pública qualquer ato que implique em renúncia a direitos daadministrador da coisa pública qualquer ato que implique em renúncia a direitos da administraçãoadministraçãoadministraçãoadministração, ou que de maneira injustiinjustiinjustiinjustificada e excessiva onerem a sociedadeficada e excessiva onerem a sociedadeficada e excessiva onerem a sociedadeficada e excessiva onerem a sociedade. PRINCÍPIO DA AUTOTUTELAPRINCÍPIO DA AUTOTUTELAPRINCÍPIO DA AUTOTUTELAPRINCÍPIO DA AUTOTUTELA: Diz-se que o princípio da autotutela autoriza o controleautoriza o controleautoriza o controleautoriza o controle, pela Administração, dos atosdos atosdos atosdos atos por ela praticadospor ela praticadospor ela praticadospor ela praticados, sob dois aspectos: a) DE LEGALIDADEDE LEGALIDADEDE LEGALIDADEDE LEGALIDADE, em que a Administração pode (e deve), de ofício ou provocada, anular osanular osanular osanular os seus seus seus seus atos ilegais;atos ilegais;atos ilegais;atos ilegais; b) DE MÉRITODE MÉRITODE MÉRITODE MÉRITO, em que examina a conveniência e oportunidade de manter ou desfazerexamina a conveniência e oportunidade de manter ou desfazerexamina a conveniência e oportunidade de manter ou desfazerexamina a conveniência e oportunidade de manter ou desfazer um ato legítimoato legítimoato legítimoato legítimo, nesse último caso mediante a denominada revogaçãorevogaçãorevogaçãorevogação.... PRINCÍPIO DA RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADEPRINCÍPIO DA RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADEPRINCÍPIO DA RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADEPRINCÍPIO DA RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADE: A Administração deve agir com bom deve agir com bom deveagir com bom deve agir com bom sensosensosensosenso, de modo razoável e proporcional à situação fática que se apresenta. Diante de situações concretas, sempre no contexto de uma relação meio-fim, devem ser aferidos os critérios da razoabilidade e proporcionalidadeaferidos os critérios da razoabilidade e proporcionalidadeaferidos os critérios da razoabilidade e proporcionalidadeaferidos os critérios da razoabilidade e proporcionalidade, podendo o Poder Judiciário, desdePoder Judiciário, desdePoder Judiciário, desdePoder Judiciário, desde quequequeque provocadoprovocadoprovocadoprovocado, apreciar se as restrições impostas pela Administração Pública são adequadas, necessárias e justificadas pelo interesse público: se o ato implicar limitações inadequadas, desnecessárias ou desproporcionais (além da medida) deverá ser anuladodeverá ser anuladodeverá ser anuladodeverá ser anulado. PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOSPRINCÍPIO DA CONTINUIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOSPRINCÍPIO DA CONTINUIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOSPRINCÍPIO DA CONTINUIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS: Os serviços públicos não podem serviços públicos não podem serviços públicos não podem serviços públicos não podem pararpararpararparar, devendo manter-se sempre em funcionamento, dentro das formas e períodos pdentro das formas e períodos pdentro das formas e períodos pdentro das formas e períodos próprios de sua róprios de sua róprios de sua róprios de sua regular prestaçãoregular prestaçãoregular prestaçãoregular prestação, dada a importância que a execução de tais serviços representa para a coletividade. CAPÍTULO 2 : PODERES VINCULADOS À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICACAPÍTULO 2 : PODERES VINCULADOS À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICACAPÍTULO 2 : PODERES VINCULADOS À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICACAPÍTULO 2 : PODERES VINCULADOS À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PODER VINCULADOPODER VINCULADOPODER VINCULADOPODER VINCULADO: Obriga o administrador obedecer ao princípio da legalidadeobedecer ao princípio da legalidadeobedecer ao princípio da legalidadeobedecer ao princípio da legalidade, e, dessa forma, somente poderá produzir atos administrativos desde que estejam em consonância com a leidesde que estejam em consonância com a leidesde que estejam em consonância com a leidesde que estejam em consonância com a lei, , , , não não não não havendohavendohavendohavendo flexibilidade sobre a execução do ato, tendo em vista que está diretamente vinculado à leidiretamente vinculado à leidiretamente vinculado à leidiretamente vinculado à lei. EXEMPLOS NA ESFERA MILITAR DE PODER VINCULADO: a) transferênciatransferênciatransferênciatransferência para a reservapara a reservapara a reservapara a reserva remunerada ex officio do militarex officio do militarex officio do militarex officio do militar que atingir a idade-limite descrita no art. 98, I, da Lei 6.880/1980; b) reforma ex officioreforma ex officioreforma ex officioreforma ex officio prevista no art. 106, I, da Lei 6.880/1980; c) demissão ex officio do oficialdemissão ex officio do oficialdemissão ex officio do oficialdemissão ex officio do oficial que tomar posse em cargo ou emprego público permanente estranho à sua carreira (art. 142, § 3.º, II, da CF/1988, e art. 117 da Lei 6.880/1980). PODER DISCRICIONÁRIOPODER DISCRICIONÁRIOPODER DISCRICIONÁRIOPODER DISCRICIONÁRIO: Temos pelo Poder Discricionário aquele mediante o qual o administrador tem a liberdade de praticar a ação adminisadministrador tem a liberdade de praticar a ação adminisadministrador tem a liberdade de praticar a ação adminisadministrador tem a liberdade de praticar a ação administrativatrativatrativatrativa, escolhendo por parâmetros de conveniência, necessidade, oportunidade e conteúdo do atoconveniência, necessidade, oportunidade e conteúdo do atoconveniência, necessidade, oportunidade e conteúdo do atoconveniência, necessidade, oportunidade e conteúdo do ato, mas dentro dos limites impostos pela lei.limites impostos pela lei.limites impostos pela lei.limites impostos pela lei. O Poder Discricionário tem como base a autorização legal conferida ao administrador público para que decida, nos limites da lei, sobre a conveniência e oportunidade da prática do ato sobre a conveniência e oportunidade da prática do ato sobre a conveniência e oportunidade da prática do ato sobre a conveniência e oportunidade da prática do ato discricionáriodiscricionáriodiscricionáriodiscricionário, bem como de escolher seu conteúdo, sendo passível de análise sobre o mérito administrativo. EXEMPLOS NA ESFERA MILITAREXEMPLOS NA ESFERA MILITAREXEMPLOS NA ESFERA MILITAREXEMPLOS NA ESFERA MILITAR DE PODER DISCRICIONÁRIODE PODER DISCRICIONÁRIODE PODER DISCRICIONÁRIODE PODER DISCRICIONÁRIO:::: a) licenciamento ex officio dlicenciamento ex officio dlicenciamento ex officio dlicenciamento ex officio de militarese militarese militarese militares temporáriostemporáriostemporáriostemporários por conveniência do serviço (art. 121, § 3.º, alínea b, da Lei 6.880/1980; b) agravamento ou atenuação de punições disciplinaresagravamento ou atenuação de punições disciplinaresagravamento ou atenuação de punições disciplinaresagravamento ou atenuação de punições disciplinares impostas por seus subordinados quando a autoridade competente as julgar insuficientes ou excessivas em face da transgressão cometida (art. 50 do RDAer); Página 4 de 23 c) relevação do cumprimento de punição disciplinarrelevação do cumprimento de punição disciplinarrelevação do cumprimento de punição disciplinarrelevação do cumprimento de punição disciplinar quando a autoridade competente verificar que a reprimenda surtiu o efeito desejado (art. 51, 1, do RDAer). O PODER HIERÁRQUICOO PODER HIERÁRQUICOO PODER HIERÁRQUICOO PODER HIERÁRQUICO: É o poder que dispõe o ExeExeExeExecutivo para distribuir e organizar as funções cutivo para distribuir e organizar as funções cutivo para distribuir e organizar as funções cutivo para distribuir e organizar as funções de seus agentes e órgãosde seus agentes e órgãosde seus agentes e órgãosde seus agentes e órgãos, estabelecendo relação de subordinação entre seus servidores, tal subordinação, vale destacar, é de caráter internoé de caráter internoé de caráter internoé de caráter interno, somente é aplicável dentro da própria Administração Pública. ART. 1ART. 1ART. 1ART. 14, § 1º, DA LEI Nº 6.880/80 (ESTATUTO DOS MILITARES)4, § 1º, DA LEI Nº 6.880/80 (ESTATUTO DOS MILITARES)4, § 1º, DA LEI Nº 6.880/80 (ESTATUTO DOS MILITARES)4, § 1º, DA LEI Nº 6.880/80 (ESTATUTO DOS MILITARES): A hierarquia militar é a é a é a é a ordenação da autoridadeordenação da autoridadeordenação da autoridadeordenação da autoridade, em níveis diferentes, dentro da estrutura das Forças Armadas. A ordenação se faz por postos ou graduações; dentro de um mesmo posto ou graduação se faz pela antiguidade no posto ou na graduação. O respeito à hierarquia é consubstanciado no espírito de acatamento à sequência de autoridade. PODER DISCIPLINARPODER DISCIPLINARPODER DISCIPLINARPODER DISCIPLINAR: É o poder de punir internamentepunir internamentepunir internamentepunir internamente não só as infrações funcionais dos servidores, sendo indispensávelsendo indispensávelsendo indispensávelsendo indispensável à apuração regular da faltaà apuração regular da faltaà apuração regular da faltaà apuração regular da falta, mas também as infrações de todas as todas as todas as todas as pessoas sujeitas à disciplinapessoas sujeitas à disciplinapessoas sujeitas à disciplinapessoas sujeitas à disciplina dos órgãos e serviços da Administração. O exercício do poder disciplinar é obrigatório (poderobrigatório (poderobrigatório (poderobrigatório (poder----dever)dever)dever)dever), o que significa dizer que a infração administrativa, uma vuma vuma vuma vez identificada ou denunciada, deve ser apuradaez identificada ou denunciada, deve ser apuradaez identificada ou denunciada, deve ser apuradaez identificada ou denunciada, deve ser apurada. Assim,não há margem de discricionariedade ao administrador com relação ao exercício do poder disciplinar. Também não se confunde com o PODER PUNITIVO PODER PUNITIVO PODER PUNITIVO PODER PUNITIVO do Estado, que é realizado através do Poder Judiciário e é aplicado com finalidade social, visando à repressão de crimes e contravenções devidamente tipificados nas leis penais. Cumpre ressaltar que a atuação do Poder Disciplinar deve obedecer necessariamente aos princípios informativos e constitucionais da Administração, entre eles o princípio da legalidade e o princípio da legalidade e o princípio da legalidade e o princípio da legalidade e o princípio da motivaçãoprincípio da motivaçãoprincípio da motivaçãoprincípio da motivação, aos quais se anexa ao princípio da ampla defesa, do contraditório e do devido processo legal. PODER REGULAMENTARPODER REGULAMENTARPODER REGULAMENTARPODER REGULAMENTAR: : : : OOOO Poder Regulamentar é o poder inerente e privativo do Chefe do é o poder inerente e privativo do Chefe do é o poder inerente e privativo do Chefe do é o poder inerente e privativo do Chefe do Poder Poder Poder Poder ExecutivoExecutivoExecutivoExecutivo, indelegável a qualquer subordinado, trata-se do poder atribuído ao chefe do Poder Executivo para editar atos, com o objetivo de dar fiel cumprimento às leis. Diante de tais conceitos, podemos concluir que o regulamento é a explicitação da explicitação da explicitação da explicitação da lei emlei emlei emlei em forma forma forma forma de de de de decreto executivodecreto executivodecreto executivodecreto executivo, não se inscrevendo como tal os decretos autônomos, até porque não “há em nosso ordenamento jurídico o instituto dos regulamentos autônomos com força de lei”, cuja competência de edição fica sob a responsabilidade do Chefe do Poder Executivo (o tema é controverso, pois há intérpretes que aceitam o regulamento autônomo). DISCIPLINADISCIPLINADISCIPLINADISCIPLINA: É a rigorosa observância e o acatamento integral das leisobservância e o acatamento integral das leisobservância e o acatamento integral das leisobservância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas eregulamentos, normas eregulamentos, normas eregulamentos, normas e disposições que fundamentam o organismo militardisposições que fundamentam o organismo militardisposições que fundamentam o organismo militardisposições que fundamentam o organismo militar e coordenam seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo perfeito cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos componentes desse organismo. PODER DE POLÍCIAPODER DE POLÍCIAPODER DE POLÍCIAPODER DE POLÍCIA: Por meio do Poder de PolíciaPor meio do Poder de PolíciaPor meio do Poder de PolíciaPor meio do Poder de Polícia que a Administração limita o exercício dos limita o exercício dos limita o exercício dos limita o exercício dos direitos indidireitos indidireitos indidireitos individuais e coletivosviduais e coletivosviduais e coletivosviduais e coletivos com o objetivo de assegurar a ordem pública, estabelecendo assim um nível aceitável de convivência socialnível aceitável de convivência socialnível aceitável de convivência socialnível aceitável de convivência social. É o poder deferido ao Estado, necessário ao estabelecimento das medidas que a ordem, a saúde que a ordem, a saúde que a ordem, a saúde que a ordem, a saúde e a moralidade pública exigem. e a moralidade pública exigem. e a moralidade pública exigem. e a moralidade pública exigem. O princípio norteador da aplicação do Poder de Polícia é a predominância do interesse público a predominância do interesse público a predominância do interesse público a predominância do interesse público sobre o interesse privado.sobre o interesse privado.sobre o interesse privado.sobre o interesse privado. Mesmo sendo considerado como poder discricionário da Administraçãosendo considerado como poder discricionário da Administraçãosendo considerado como poder discricionário da Administraçãosendo considerado como poder discricionário da Administração, o Poder de Polícia é controlado e limitado pelo ordenamento jurídicocontrolado e limitado pelo ordenamento jurídicocontrolado e limitado pelo ordenamento jurídicocontrolado e limitado pelo ordenamento jurídico, que regula a atuação da própria Administração, isto porque o Estado deve sempre perseguir o interesse público, mas sem que haja ofensa aos direitos individuais garantidos por lei. Página 5 de 23 PODER DE POLÍCIA ADMINISTRATIVAPODER DE POLÍCIA ADMINISTRATIVAPODER DE POLÍCIA ADMINISTRATIVAPODER DE POLÍCIA ADMINISTRATIVA: : : : Tem o objetivo principal da manutenção da oobjetivo principal da manutenção da oobjetivo principal da manutenção da oobjetivo principal da manutenção da ordem pública rdem pública rdem pública rdem pública em geralem geralem geralem geral, atuando em situações em que é possível a prevenção de possíveis cometimentos de infrações legais. Entretanto, poderá atuar tanto PREVENTIVAMENTEPREVENTIVAMENTEPREVENTIVAMENTEPREVENTIVAMENTE como de forma REPRESSIVAREPRESSIVAREPRESSIVAREPRESSIVA, porém, em ambos os casos, a atuação da Polícia Administrativa tem a finalidade de evitar e impedir comportamentos dos indivíduos que possam causar prejuízos para a sociedade. Importante esclarecer que o poder de polícia administrativapolícia administrativapolícia administrativapolícia administrativa incide incide incide incide sobre atividades e sobre sobre atividades e sobre sobre atividades e sobre sobre atividades e sobre bensbensbensbens, não diretamente sobre os cidadãos, haja vista que não existem sançõesnão existem sançõesnão existem sançõesnão existem sanções aplicadas decorrentes do poder de polícia administrativapoder de polícia administrativapoder de polícia administrativapoder de polícia administrativa que impliquem em restrição ao direito de liberdade das pessoas, como detenção e prisão. Assim, várias são as sanções decorrentes do poder de polícia administrativa, tais como:multa administrativa; demolição de construções irregulares; apreensão de mercadorias com entrada irregular no território nacional; interdição de estabelecimentos comerciais, etc. DIFERENÇAS ENTRE POLÍCIA ADMINISTRATIVA E POLÍCIADIFERENÇAS ENTRE POLÍCIA ADMINISTRATIVA E POLÍCIADIFERENÇAS ENTRE POLÍCIA ADMINISTRATIVA E POLÍCIADIFERENÇAS ENTRE POLÍCIA ADMINISTRATIVA E POLÍCIA JUDICIÁRIAJUDICIÁRIAJUDICIÁRIAJUDICIÁRIA: : : : A POLÍCIA AA POLÍCIA AA POLÍCIA AA POLÍCIA ADMINISTRATIVADMINISTRATIVADMINISTRATIVADMINISTRATIVA: : : : É regida pelas normas do Direito Administrativopelas normas do Direito Administrativopelas normas do Direito Administrativopelas normas do Direito Administrativo, sendo considerada infração administrativa a não observância aos preceitos normativos constantes das normas e regulamentos administrativos. AAAA POLÍCIA JUDICIÁRIAPOLÍCIA JUDICIÁRIAPOLÍCIA JUDICIÁRIAPOLÍCIA JUDICIÁRIA:::: é regulamentada pelaspelaspelaspelas normas donormas donormas donormas do Direito Penal e Processual Penal.Direito Penal e Processual Penal.Direito Penal e Processual Penal.Direito Penal e Processual Penal. A atividade de A atividade de A atividade de A atividade de PPPPolícia olícia olícia olícia AAAAdministrativadministrativadministrativadministrativa é executada pelos órgãos e agentes públicospelos órgãos e agentes públicospelos órgãos e agentes públicospelos órgãos e agentes públicos escalonados e mantidos pela Administração Pública; a a a a PPPPolícia olícia olícia olícia JJJJudiciáriaudiciáriaudiciáriaudiciária, por sua vez, tem suas atividades executadas privativamente por organizações especializadas no combate e repressão à prática criminosa, ou seja, pela Polícia Civil e pela Polícia Civil e pela Polícia Civil e pela Polícia Civil e Polícia MilitarPolícia MilitarPolícia MilitarPolícia Militar, via de regra. As penalidades no caso da polícia administrativaAs penalidades no caso da polícia administrativaAs penalidadesno caso da polícia administrativaAs penalidades no caso da polícia administrativa incidem exclusivamente em produtos eprodutos eprodutos eprodutos e serviçosserviçosserviçosserviços, enquanto as penalidades previstas para a atuação da polícia judiciária recaempolícia judiciária recaempolícia judiciária recaempolícia judiciária recaem sobresobresobresobre pessoaspessoaspessoaspessoas, podendo, em alguns casos, ocorrer em face de apreensão de produtos, desde que sejam de origem criminosa. CARACTERÍSTICAS DO PODER DE POLÍCIACARACTERÍSTICAS DO PODER DE POLÍCIACARACTERÍSTICAS DO PODER DE POLÍCIACARACTERÍSTICAS DO PODER DE POLÍCIA a) AUTOEXECUTORIEDADEAUTOEXECUTORIEDADEAUTOEXECUTORIEDADEAUTOEXECUTORIEDADE: Os atos de autoexecutoriedadeatos de autoexecutoriedadeatos de autoexecutoriedadeatos de autoexecutoriedade do Poder de Polícia são aqueles que podem serpodem serpodem serpodem ser materialmente implementadosmaterialmente implementadosmaterialmente implementadosmaterialmente implementados pela administração, de maneira direta, inclusive mediante o uso de força, caso seja necessário, sem que a Administração Pública precise de uma sem que a Administração Pública precise de uma sem que a Administração Pública precise de uma sem que a Administração Pública precise de uma autorização judicialautorização judicialautorização judicialautorização judicial préviapréviapréviaprévia. b) COERCIBILCOERCIBILCOERCIBILCOERCIBILIDADEIDADEIDADEIDADE: Trata-se da imposição coercitiva das decisões adotadas pela imposição coercitiva das decisões adotadas pela imposição coercitiva das decisões adotadas pela imposição coercitiva das decisões adotadas pela Administração PúblicaAdministração PúblicaAdministração PúblicaAdministração Pública, objetivando a garantia do cumprimento, mesmo que forçado, do ato emanado mediante o Poder de Polícia. Cumpre esclarecer que todo ato de Polícia tem caráter que todo ato de Polícia tem caráter que todo ato de Polícia tem caráter que todo ato de Polícia tem caráter imperativoimperativoimperativoimperativo e obrigatórioe obrigatórioe obrigatórioe obrigatório, ou seja, temos a possibilidade de a administração pública, de maneira unilateral, criar obrigações para os administrados, ou então impor-lhes restrições. Dessa forma, nãonãonãonão existeexisteexisteexiste ato de polícia de cumprimento facultativo pelo administradocumprimento facultativo pelo administradocumprimento facultativo pelo administradocumprimento facultativo pelo administrado, haja vista que todo o ato adotado com fundamento no Poder de Polícia admite a coerção estatal para fim de admite a coerção estatal para fim de admite a coerção estatal para fim de admite a coerção estatal para fim de tornátornátornátorná----lo efetivolo efetivolo efetivolo efetivo, sendo certo que tal coerção independe de prévia autorização judicial.independe de prévia autorização judicial.independe de prévia autorização judicial.independe de prévia autorização judicial. c) DISCRICIONARIEDADEDISCRICIONARIEDADEDISCRICIONARIEDADEDISCRICIONARIEDADE: são aqueles que a Administração Pública podpodpodpode praticar come praticar come praticar come praticar com certacertacertacerta liberdade de escolha e decisãoliberdade de escolha e decisãoliberdade de escolha e decisãoliberdade de escolha e decisão, sempre dentro dos termos e limites legais, quanto ao seu conteúdo, seu modo de realização, sua oportunidade e conveniência administrativa. d) LIMITES DO PODER DE POLÍCIALIMITES DO PODER DE POLÍCIALIMITES DO PODER DE POLÍCIALIMITES DO PODER DE POLÍCIA: Toda atuação administrativa pautada dentro dos limites legais, seja quanto à competência do agente que executou a atividade administrativa ou então a forma em que foi realizada, será considerada um ato legal e legítimo, desde queum ato legal e legítimo, desde queum ato legal e legítimo, desde queum ato legal e legítimo, desde que atenda o interesse atenda o interesse atenda o interesse atenda o interesse coletivocoletivocoletivocoletivo. Página 6 de 23 De outra forma, o ato administrativo que for praticado com vícios de competência,com vícios de competência,com vícios de competência,com vícios de competência, ilegalidades, ilegalidades, ilegalidades, ilegalidades, ilegitimidades, ou ainda que contrariem o interesse públicoilegitimidades, ou ainda que contrariem o interesse públicoilegitimidades, ou ainda que contrariem o interesse públicoilegitimidades, ou ainda que contrariem o interesse público, será considerado um ato ilegal, praticado praticado praticado praticado com abuso ou desvio de podercom abuso ou desvio de podercom abuso ou desvio de podercom abuso ou desvio de poder. ABUSO DE PODERABUSO DE PODERABUSO DE PODERABUSO DE PODER: : : : Dessa maneira, o abuso de poder ocorre diaocorre diaocorre diaocorre diante de uma nte de uma nte de uma nte de uma ilegitimidadeilegitimidadeilegitimidadeilegitimidade, ou diante diante diante diante de umade umade umade uma ilegalidadeilegalidadeilegalidadeilegalidade, cometida por agente público no exercício de suas funções administrativas. Importante destacar que é plenamente possível o abuso de poder assumir tanto a forma comissivacomissivacomissivacomissiva, quanto à omissivaomissivaomissivaomissiva, ou seja, o abuso tanto pode ocorrer devido a uma ação ilegal douma ação ilegal douma ação ilegal douma ação ilegal do agente agente agente agente públicopúblicopúblicopúblico, quanto de uma omissão considerada ilegalomissão considerada ilegalomissão considerada ilegalomissão considerada ilegal. O abuso de poder pode ocorrer de duas maneiras, quais sejam: excesso de poder ouexcesso de poder ouexcesso de poder ouexcesso de poder ou desvio de desvio de desvio de desvio de poder poder poder poder (desvio de finalidade). a) EXCESSO DE PODEREXCESSO DE PODEREXCESSO DE PODEREXCESSO DE PODER: Ocorre quando o agente público atua fora dos limites de suaatua fora dos limites de suaatua fora dos limites de suaatua fora dos limites de sua competênciacompetênciacompetênciacompetência, ou seja, o agente público não tinha a competência funcionalnão tinha a competência funcionalnão tinha a competência funcionalnão tinha a competência funcional prevista em lei para executar a atividade administrativa. b) DESVIO DE PODERDESVIO DE PODERDESVIO DE PODERDESVIO DE PODER (DESVIO (DESVIO (DESVIO (DESVIO DE FINALIDADEDE FINALIDADEDE FINALIDADEDE FINALIDADE)))): Ocorre quando a atuação do agente é pautadaé pautadaé pautadaé pautada dentro dos seus limites de competênciadentro dos seus limites de competênciadentro dos seus limites de competênciadentro dos seus limites de competência, mas contraria a finalidade administrativacontraria a finalidade administrativacontraria a finalidade administrativacontraria a finalidade administrativa que determinou ou autorizou a sua atuação. CAPÍTULO 3 : ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVACAPÍTULO 3 : ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVACAPÍTULO 3 : ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVACAPÍTULO 3 : ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA A base constitucional da improbidade é o art. 37, § 4º, da CF6, onde importarão as sanções: perda da função pública, indisponibilidade dos bens e ressarcimento ao erárioperda da função pública, indisponibilidade dos bens e ressarcimento ao erárioperda da função pública, indisponibilidade dos bens e ressarcimento ao erárioperda da função pública, indisponibilidade dos bens e ressarcimento ao erário. Então, o ato de improbidade ainda pode resultar em ação penal. A natureza jurídicanatureza jurídicanatureza jurídicanatureza jurídica da improbidade é de ação civilé de ação civilé de ação civilé de ação civil, não tendo prerrogativas de foro nem de função, tendo sua propositura na Vara Cível, iniciando-se em primeiro grau, com o Juiz singular. Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda suspensão dos direitos políticos, a perda suspensão dos direitos políticos, a perda suspensãodos direitos políticos, a perda dadadada função públicafunção públicafunção públicafunção pública, a indisponibilidade dos bens e o ressara indisponibilidade dos bens e o ressara indisponibilidade dos bens e o ressara indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao eráriocimento ao eráriocimento ao eráriocimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabívelsem prejuízo da ação penal cabívelsem prejuízo da ação penal cabívelsem prejuízo da ação penal cabível. Reputa-se agente público, para os efeitos da referida lei, todo aquele que exerce, ainda que todo aquele que exerce, ainda que todo aquele que exerce, ainda que todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designaçãtransitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designaçãtransitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designaçãtransitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer o, contratação ou qualquer o, contratação ou qualquer o, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou funçãooutra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou funçãooutra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou funçãooutra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades mencionadas parágrafo anterior. (Art. 2º) As disposições desta lei são aplicáveissão aplicáveissão aplicáveissão aplicáveis, no que couber, àquele que, mesmo não sendomesmo não sendomesmo não sendomesmo não sendo agente agente agente agente públicopúblicopúblicopúblico, induza ou concorra para a prática do ato de improbidadeconcorra para a prática do ato de improbidadeconcorra para a prática do ato de improbidadeconcorra para a prática do ato de improbidade ou dele se beneficiese beneficiese beneficiese beneficie sob qualquer forma direta ou indiretadireta ou indiretadireta ou indiretadireta ou indireta. (Art. 3º) Os agentes públicos de qualquer nível ou hierarquiaOs agentes públicos de qualquer nível ou hierarquiaOs agentes públicos de qualquer nível ou hierarquiaOs agentes públicos de qualquer nível ou hierarquia são obrigados a velar pela estrita observância dos princípios de legalidade, legalidade, legalidade, legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidadeimpessoalidade, moralidade e publicidadeimpessoalidade, moralidade e publicidadeimpessoalidade, moralidade e publicidade no trato dos assuntos que lhe são afetos. (Art. 4º) Ocorrendo lesão ao patrimônio público por ação ou omissão, dolosa ou culposa, do agente ou de terceiro, dar-se-á o integral ressarcimento do danointegral ressarcimento do danointegral ressarcimento do danointegral ressarcimento do dano. (Art. 5º) No caso de enriquecimento ilícitoenriquecimento ilícitoenriquecimento ilícitoenriquecimento ilícito, perderá o agente público ou terceiro beneficiário os bens ou valores acrescidos ao seu patrimônio. (Art. 6º) Quando o ato de improbidade causar lesão ao patrimônio público ou ensejarcausar lesão ao patrimônio público ou ensejarcausar lesão ao patrimônio público ou ensejarcausar lesão ao patrimônio público ou ensejar enriquecimento enriquecimento enriquecimento enriquecimento ilícitoilícitoilícitoilícito, caberá a autoridade administrativa responsável pelo inquérito representarrepresentarrepresentarrepresentar ao Ministério ao Ministério ao Ministério ao Ministério Público, para a indisponibilidade dos bens do indiciadoPúblico, para a indisponibilidade dos bens do indiciadoPúblico, para a indisponibilidade dos bens do indiciadoPúblico, para a indisponibilidade dos bens do indiciado. (Art. 7º) O sucessor daquele que causar lesãosucessor daquele que causar lesãosucessor daquele que causar lesãosucessor daquele que causar lesão ao patrimônio público ou se enriquecer ilicitamente está sujeito às cominações desta lei até o limite do valor da herançaaté o limite do valor da herançaaté o limite do valor da herançaaté o limite do valor da herança. CAPÍTULO 4 : FORÇAS ARMADAS E AERONÁUTICACAPÍTULO 4 : FORÇAS ARMADAS E AERONÁUTICACAPÍTULO 4 : FORÇAS ARMADAS E AERONÁUTICACAPÍTULO 4 : FORÇAS ARMADAS E AERONÁUTICA A HIERARQUIA E A DISCIPLINAA HIERARQUIA E A DISCIPLINAA HIERARQUIA E A DISCIPLINAA HIERARQUIA E A DISCIPLINA: Princípios constitucionais inerentes às instituições militares, são são são são os alicerces institucionais das Forças Armadasos alicerces institucionais das Forças Armadasos alicerces institucionais das Forças Armadasos alicerces institucionais das Forças Armadas. Página 7 de 23 A Hierarquia MilitarA Hierarquia MilitarA Hierarquia MilitarA Hierarquia Militar consiste na ordenação da autoridade por postos e graduaçõesordenação da autoridade por postos e graduaçõesordenação da autoridade por postos e graduaçõesordenação da autoridade por postos e graduações dentro da estrutura organizacional das Forças Armadasestrutura organizacional das Forças Armadasestrutura organizacional das Forças Armadasestrutura organizacional das Forças Armadas. A autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico. A DISCIPLINAA DISCIPLINAA DISCIPLINAA DISCIPLINA é a rigorosa observância e o acatamento integral das leisacatamento integral das leisacatamento integral das leisacatamento integral das leis, regulameregulameregulameregulamentos, ntos, ntos, ntos, normas e disposições que fundamentam o organismo militarnormas e disposições que fundamentam o organismo militarnormas e disposições que fundamentam o organismo militarnormas e disposições que fundamentam o organismo militar e coordenam seu funcionamento regular e harmônico. A A A A DISCIPLINADISCIPLINADISCIPLINADISCIPLINA e o e o e o e o RESPEITO HIERÁRQUICORESPEITO HIERÁRQUICORESPEITO HIERÁRQUICORESPEITO HIERÁRQUICO devem ser mantidos em todas as mantidos em todas as mantidos em todas as mantidos em todas as circunstâncias da vida entre militarescircunstâncias da vida entre militarescircunstâncias da vida entre militarescircunstâncias da vida entre militares da ativa, da reserva remunerada e reformados. Tradicionalmente, o legislador constitucional tem submetido as Forças Armadas ao Comando Comando Comando Comando Supremo do Chefe do Poder Executivo FederalSupremo do Chefe do Poder Executivo FederalSupremo do Chefe do Poder Executivo FederalSupremo do Chefe do Poder Executivo Federal. Trata-se de COMANDO POLÍTICOCOMANDO POLÍTICOCOMANDO POLÍTICOCOMANDO POLÍTICO. O comando TÁTICO E OPERACIONALTÁTICO E OPERACIONALTÁTICO E OPERACIONALTÁTICO E OPERACIONAL compete aos Comandantes da Marinha, do ExércitComandantes da Marinha, do ExércitComandantes da Marinha, do ExércitComandantes da Marinha, do Exército e o e o e o e da Aeronáutica.da Aeronáutica.da Aeronáutica.da Aeronáutica. Quanto mais bem treinadas e aparelhadasmais bem treinadas e aparelhadasmais bem treinadas e aparelhadasmais bem treinadas e aparelhadas forem as Forças Armadas brasileiras, maiormaiormaiormaior será o será o será o será o grau de intimidação à prática de atos internos ou externosgrau de intimidação à prática de atos internos ou externosgrau de intimidação à prática de atos internos ou externosgrau de intimidação à prática de atos internos ou externos que atentem contra a soberania nacional, a garantia dos poderes constitucionais e da lei e da ordem. São vedados aos militares o direito de greve, o de sindicalização e o de filiação partidária de greve, o de sindicalização e o de filiação partidária de greve, o de sindicalização e o de filiação partidária de greve, o de sindicalização e o de filiação partidária (CF, art. 142, § 3º, IV e V8). Caso o MILITAR DA ATIVAMILITAR DA ATIVAMILITAR DA ATIVAMILITAR DA ATIVA seja empossado em cargo ou emprego público civilcargo ou emprego público civilcargo ou emprego público civilcargo ou emprego público civil, duas situações poderão ocorrer, conforme a natureza do vínculo e nos termos da lei: SSSSEPERMANENTEE PERMANENTEE PERMANENTEE PERMANENTE: O militar seráseráseráserá transferido para a reservatransferido para a reservatransferido para a reservatransferido para a reserva; SSSSE TEMPORÁRIOE TEMPORÁRIOE TEMPORÁRIOE TEMPORÁRIO: Não se tratando de função eletiva, ficará agregado aoficará agregado aoficará agregado aoficará agregado ao respectivo quadrorespectivo quadrorespectivo quadrorespectivo quadro, sendo, depois de dois anos de afastamentodepois de dois anos de afastamentodepois de dois anos de afastamentodepois de dois anos de afastamento, contínuos ou não, transfetransfetransfetransferido pararido pararido pararido para a reservaa reservaa reservaa reserva (CF, art. 142, § 3º, II (CF, art. 142, § 3º, II (CF, art. 142, § 3º, II (CF, art. 142, § 3º, II e III9).e III9).e III9).e III9). CAPÍTULO 5 : RESPONSABILIDADES NA ADMINISTRAÇÃO DA AERONÁUTICACAPÍTULO 5 : RESPONSABILIDADES NA ADMINISTRAÇÃO DA AERONÁUTICACAPÍTULO 5 : RESPONSABILIDADES NA ADMINISTRAÇÃO DA AERONÁUTICACAPÍTULO 5 : RESPONSABILIDADES NA ADMINISTRAÇÃO DA AERONÁUTICA FuncionalFuncionalFuncionalFuncional ---- SSSSolidolidolidolidáriaáriaáriaária ---- Individual ou PessoalIndividual ou PessoalIndividual ou PessoalIndividual ou Pessoal RESPONSABILIDADE FUNCIONALRESPONSABILIDADE FUNCIONALRESPONSABILIDADE FUNCIONALRESPONSABILIDADE FUNCIONAL: A responsabilidade dos Agentes da Administração no Agentes da Administração no Agentes da Administração no Agentes da Administração no COMAERCOMAERCOMAERCOMAER, quando no exercício de cargos, encargos ou funções,cargos, encargos ou funções,cargos, encargos ou funções,cargos, encargos ou funções, previstas na estrutura regimental do previstas na estrutura regimental do previstas na estrutura regimental do previstas na estrutura regimental do COMAERCOMAERCOMAERCOMAER ou comissões, decorre do Princípio da Prevalência e Relevância do Interesse Público e do Princípio da Transparência dos atos e dos fatos administrativos praticados pelos agentes na gestão das atividades da Organização. a) As disposições do Regulamento de Administração da AeronáuticaRegulamento de Administração da AeronáuticaRegulamento de Administração da AeronáuticaRegulamento de Administração da Aeronáutica são aplicáveis, no que são aplicáveis, no que são aplicáveis, no que são aplicáveis, no que couber, àquele que, mesmo não sendo Agente da Administraçãocouber, àquele que, mesmo não sendo Agente da Administraçãocouber, àquele que, mesmo não sendo Agente da Administraçãocouber, àquele que, mesmo não sendo Agente da Administração, induza ou concorra para a prática de atos de improbidadeatos de improbidadeatos de improbidadeatos de improbidade ou que dele se beneficie sob qualquer forma,sob qualquer forma,sob qualquer forma,sob qualquer forma, direta ou indiretadireta ou indiretadireta ou indiretadireta ou indireta. b) Todo Agente da Administração, investido em função, cargo ou encargo/comissão, que vier a Todo Agente da Administração, investido em função, cargo ou encargo/comissão, que vier a Todo Agente da Administração, investido em função, cargo ou encargo/comissão, que vier a Todo Agente da Administração, investido em função, cargo ou encargo/comissão, que vier a causar prejuízos à Uniãocausar prejuízos à Uniãocausar prejuízos à Uniãocausar prejuízos à União, às pessoas físicas e/ou jurídicas ou ao serviço, terá sua responsabilidade administrativa, civil e/ou criminal, vinculadvinculadvinculadvinculadas às omissões ou atos ilegais em as às omissões ou atos ilegais em as às omissões ou atos ilegais em as às omissões ou atos ilegais em que incorrer ou praticarque incorrer ou praticarque incorrer ou praticarque incorrer ou praticar. c)c)c)c) A responsabilidade civil não isentanão isentanão isentanão isenta o responsável da sanção administrativa e/ou criminal administrativa e/ou criminal administrativa e/ou criminal administrativa e/ou criminal relativa ao evento.relativa ao evento.relativa ao evento.relativa ao evento. d) A responsabilidade civil imputada ao agente ou auxiliar culpado acarretará o ressarcimeacarretará o ressarcimeacarretará o ressarcimeacarretará o ressarcimento nto nto nto dos danos ou prejuízos causados à União ou a terceirosdos danos ou prejuízos causados à União ou a terceirosdos danos ou prejuízos causados à União ou a terceirosdos danos ou prejuízos causados à União ou a terceiros, com as cominasses legais. A apuração das irregularidades administrativasirregularidades administrativasirregularidades administrativasirregularidades administrativas será realizada mediante Sindicância ou Sindicância ou Sindicância ou Sindicância ou Inquérito Policial militarInquérito Policial militarInquérito Policial militarInquérito Policial militar.... Aos agentes apontados pelas irregularidades serão asseguserão asseguserão asseguserão assegurados sempre o Direito da Ampla rados sempre o Direito da Ampla rados sempre o Direito da Ampla rados sempre o Direito da Ampla Defesa e do ContraditórioDefesa e do ContraditórioDefesa e do ContraditórioDefesa e do Contraditório, com os meios e recursos a ela inerentes, inclusive, mas não mas não mas não mas não necessariamente obrigatórionecessariamente obrigatórionecessariamente obrigatórionecessariamente obrigatório, contando com a participação de advogado. Página 8 de 23 RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIARESPONSABILIDADE SOLIDÁRIARESPONSABILIDADE SOLIDÁRIARESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA: A responsabilidade dos Agentes da Administração que participarem de determinado caso ou evento será solidáriaserá solidáriaserá solidáriaserá solidária quando, em uma mesma obrigação, houver mais de um responsávelmais de um responsávelmais de um responsávelmais de um responsável pelo seu cumprimentopelo seu cumprimentopelo seu cumprimentopelo seu cumprimento, só não abrangendo aquele que, por meio da indispensável argumentação, seguida de registro escrito, deixar definida a sua discordância com relação ao caso ou evento considerado. Todos os membrosTodos os membrosTodos os membrosTodos os membros das comissões serão responsabilizadosserão responsabilizadosserão responsabilizadosserão responsabilizados quando praticarem qualquer ato lesivo aos interesses da União, de terceiros, ou contrários às disposições pertinentes. O votO votO votO voto vencidoo vencidoo vencidoo vencido, obrigatoriamente justificado e formalizado em documento, isenta deisenta deisenta deisenta de responsabilidaderesponsabilidaderesponsabilidaderesponsabilidade aquele que o emitiu. As comissões, incluindo as de Tomada de Contas Especial (TCE)As comissões, incluindo as de Tomada de Contas Especial (TCE)As comissões, incluindo as de Tomada de Contas Especial (TCE)As comissões, incluindo as de Tomada de Contas Especial (TCE), e os agentes encarregados por auditorias, inspeções ou fiscalização serão resserão resserão resserão responsabilizados, solidariamenteponsabilizados, solidariamenteponsabilizados, solidariamenteponsabilizados, solidariamente, com os Agentes da Administração quando, apuradas as irregularidades cometidas, ficar provado que dispunham de ficar provado que dispunham de ficar provado que dispunham de ficar provado que dispunham de elementos para responsabilizar os faltosos e não o fizeram.elementos para responsabilizar os faltosos e não o fizeram.elementos para responsabilizar os faltosos e não o fizeram.elementos para responsabilizar os faltosos e não o fizeram. Participará da responsabilidade solidáriaParticipará da responsabilidade solidáriaParticipará da responsabilidade solidáriaParticipará da responsabilidade solidária qualquer agente que deixar de comunicardeixar de comunicardeixar de comunicardeixar de comunicar a seu superior imediato as faltas e omissões que seu subordinadoas faltas e omissões que seu subordinadoas faltas e omissões que seu subordinadoas faltas e omissões que seu subordinado houver praticado ou nelas tiver incorrido.RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL OU PESSOALRESPONSABILIDADE INDIVIDUAL OU PESSOALRESPONSABILIDADE INDIVIDUAL OU PESSOALRESPONSABILIDADE INDIVIDUAL OU PESSOAL:::: Quando o Comandante, o Agente Diretor ou Ordenador de Despesas, salvo conivência e o disposto nos incisos pertinentes ao art. 284 do RADA, decidir com fundamento em informaçõesdecidir com fundamento em informaçõesdecidir com fundamento em informaçõesdecidir com fundamento em informações ou parecer incompleto, incorreto ou inverídicoou parecer incompleto, incorreto ou inverídicoou parecer incompleto, incorreto ou inverídicoou parecer incompleto, incorreto ou inverídico, a responsabilidade recairá somente no autor daautor daautor daautor da informação ou parecerinformação ou parecerinformação ou parecerinformação ou parecer.... O Comandante, o Agente Diretor ou o Ordenador de Despesas, salvo conivência, nãonãonãonão será será será será responsável por prejuízos causados à Fazenda Nacionalresponsável por prejuízos causados à Fazenda Nacionalresponsável por prejuízos causados à Fazenda Nacionalresponsável por prejuízos causados à Fazenda Nacional decorrentes de atos praticados por agente subordinado que exorbitar das ordens recebidas.subordinado que exorbitar das ordens recebidas.subordinado que exorbitar das ordens recebidas.subordinado que exorbitar das ordens recebidas. Apurada qualquer divergência na conferência de bens, valores e dinheiros em procedimento de TCE, ou por ocasião da substituição do respectivo agente ou gestor, ser-lhe-á imputada a responsabilidade pelo ressarcimento dos eventuais danos ou prejuízos verificados, assegurando-lhe, sempre, o Direito da Ampla Defesa e do ConDireito da Ampla Defesa e do ConDireito da Ampla Defesa e do ConDireito da Ampla Defesa e do Contraditóriotraditóriotraditóriotraditório, com os meios e recursos inerentes, inclusive, mas não necessariamente obrigatório, contando com a participação de advogado. O O O O agente que subscrever qualquer documento administrativo será responsável pelaagente que subscrever qualquer documento administrativo será responsável pelaagente que subscrever qualquer documento administrativo será responsável pelaagente que subscrever qualquer documento administrativo será responsável pela autenticidade das informações nele contiautenticidade das informações nele contiautenticidade das informações nele contiautenticidade das informações nele contidasdasdasdas. O agente incumbido de conferir documento administrativo responderá pela exatidãoresponderá pela exatidãoresponderá pela exatidãoresponderá pela exatidão dos cálculos e das importâncias nele registradasdos cálculos e das importâncias nele registradasdos cálculos e das importâncias nele registradasdos cálculos e das importâncias nele registradas. Das sanções administrativas previstas no RADA não elide (elimina) a aplicação da sançãosançãosançãosanção disciplinardisciplinardisciplinardisciplinar prevista no Regulamento Disciplinar da Aeronáutica (RDAer). O fato de uma inspeção, verificação, auditoria ou processo de contas ter considerada regular a situação de qualquer agente da administração, não impede que este agente se tornenão impede que este agente se tornenão impede que este agente se tornenão impede que este agente se torne responsável por responsável por responsável por responsável por irregularidades apuradairregularidades apuradairregularidades apuradairregularidades apuradas posteriormentes posteriormentes posteriormentes posteriormente. Neste caso, o agente encarregado pela inspeção, auditoria, verificação ou tomada de contas, compartilhará da responsabilidadecompartilhará da responsabilidadecompartilhará da responsabilidadecompartilhará da responsabilidade em que tiver incorrido o agente se for verificado que dispunha de dispunha de dispunha de dispunha de elementos para tornar efetiva a responsabilidelementos para tornar efetiva a responsabilidelementos para tornar efetiva a responsabilidelementos para tornar efetiva a responsabilidadeadeadeade. Compete ao Agente Diretor ou ao Comandante da OMAgente Diretor ou ao Comandante da OMAgente Diretor ou ao Comandante da OMAgente Diretor ou ao Comandante da OM determinar a realização dos descontos decorrentes das sanções administrativas previstas no RADA, ou ainda aos órgãos competentes, “ex- ofício”, quando constatarem, no exame dos processos, que os descontos não foram executados. A responsabilidade que resultar de perda, dano ou extravio de recursos, valores ou outros bensresultar de perda, dano ou extravio de recursos, valores ou outros bensresultar de perda, dano ou extravio de recursos, valores ou outros bensresultar de perda, dano ou extravio de recursos, valores ou outros bens entregues aos Agentes Auxiliares do Agente da Administração, será a estes, imputada, exceto se ficar , exceto se ficar , exceto se ficar , exceto se ficar comprovada a culpa de seu chefe ou comprovada a culpa de seu chefe ou comprovada a culpa de seu chefe ou comprovada a culpa de seu chefe ou de outremde outremde outremde outrem. OS CASOS FORTUITOS E OS MOTIVOS DE FORÇA MAIOROS CASOS FORTUITOS E OS MOTIVOS DE FORÇA MAIOROS CASOS FORTUITOS E OS MOTIVOS DE FORÇA MAIOROS CASOS FORTUITOS E OS MOTIVOS DE FORÇA MAIOR: : : : PPPPodem ser considerados para fins de fins de fins de fins de isenção de responsabilidade do Agente da Administraçãoisenção de responsabilidade do Agente da Administraçãoisenção de responsabilidade do Agente da Administraçãoisenção de responsabilidade do Agente da Administração. Os casos fortuitos e os motivos de força maior verificam-se no fato necessário, cujoscujoscujoscujos efeitos não efeitos não efeitos não efeitos não eram peram peram peram possíveis de serem evitados ou impedidos.ossíveis de serem evitados ou impedidos.ossíveis de serem evitados ou impedidos.ossíveis de serem evitados ou impedidos. Página 9 de 23 1. Podem ser considerados, para fins de isenção de responsabilidade, do Agente da Administração, dentre outros: a) Incêndio, sinistro aéreo, fluvial, marítimo ou terrestre; b) Inundação, submersão, terremoto ou outras intempéries; c) Epidemia ou moléstia contagiosa; d) Saque ou destruição pelo inimigo, ou destruição ou abandono forçados pela aproximação deste; e) Estrago produzido em armas, ou em quaisquer outros bens, por explosão ou acontecimento imprevisível; e f) Inutilização involuntária do bem em serviço ou em instrução. Conforme o RADA, todo militar ou servidor público investido de cargo, encargo/comissão ou função que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudênciapor ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudênciapor ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudênciapor ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, vier a causar prejuízos à União ou a terceiros, responderá por suas condutas nas esferas administrativa, civil e criminaladministrativa, civil e criminaladministrativa, civil e criminaladministrativa, civil e criminal. O COMAER responderá pelos danos que os Agentes da Administração causaremresponderá pelos danos que os Agentes da Administração causaremresponderá pelos danos que os Agentes da Administração causaremresponderá pelos danos que os Agentes da Administração causarem a terceiros, cabendocabendocabendocabendo----lhe ação regressiva contra os agentes responsáveislhe ação regressiva contra os agentes responsáveislhe ação regressiva contra os agentes responsáveislhe ação regressiva contra os agentes responsáveis, nos casos de culpa ou dolo, apurados em procedimentos administrativos pertinentes, observada a legislação vigente. Assim, a responsabilidade do Estado É OBJETIVAÉ OBJETIVAÉ OBJETIVAÉ OBJETIVA, devendo arcar com o custo financeiro da ação do agente. Em momento posteriorEm momento posteriorEm momento posteriorEm momento posterior, o Estado pode buscar o ressarcimento da quantia paga ao terceiro, mediante a apuração da conduta do agente público (dolo ou culpa), lançando mão dalançando mãodalançando mão dalançando mão da chamada chamada chamada chamada ação regressivaação regressivaação regressivaação regressiva. Os casos fortuitos ou motivos de força maiorOs casos fortuitos ou motivos de força maiorOs casos fortuitos ou motivos de força maiorOs casos fortuitos ou motivos de força maior, quando comprovados mediante procedimento administrativo competente, iseiseiseisentarão de responsabilidadentarão de responsabilidadentarão de responsabilidadentarão de responsabilidade os agentes. Ocorrendo roubo, furto, extorsão, incêndio ou dano materialroubo, furto, extorsão, incêndio ou dano materialroubo, furto, extorsão, incêndio ou dano materialroubo, furto, extorsão, incêndio ou dano material, a isenção da responsabilidade responsabilidade responsabilidade responsabilidade ficará subordinada ficará subordinada ficará subordinada ficará subordinada à ausência de culpaà ausência de culpaà ausência de culpaà ausência de culpa do Agente da Administração. A isenção de culpa, quando for o caso, só beneficiará o ressó beneficiará o ressó beneficiará o ressó beneficiará o responsável que tenha tomadoponsável que tenha tomadoponsável que tenha tomadoponsável que tenha tomado as as as as providências adequadasprovidências adequadasprovidências adequadasprovidências adequadas e da sua alçada para evitar o prejuízo. Todo agente responsável pelo cumprimento de ordens que, a seu ver, impliquem prejuízo à União ou que contrariem dispositivos legais deverá ponderar a respeito com adeverá ponderar a respeito com adeverá ponderar a respeito com adeverá ponderar a respeito com a autoridade que as autoridade que as autoridade que as autoridade que as determinou, ressaltando as consequências da sua execuçãodeterminou, ressaltando as consequências da sua execuçãodeterminou, ressaltando as consequências da sua execuçãodeterminou, ressaltando as consequências da sua execução. Página 10 de 23 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃOEXERCÍCIOS DE FIXAÇÃOEXERCÍCIOS DE FIXAÇÃOEXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1) Pode ser definido como o exercício de um poder político, administrativo e jurídico, exercido dentro de um determinado território, e imposto para aqueles indivíduos que ali habitam. a) Administração Pública b) Povo c) Estado d) Soberania 2) Pode ser definida objetivamente como a atividade concreta e imediata que o Estado desenvolve para assegurar os interesses coletivos e, subjetivamente, como o conjunto de órgãos e de pessoas jurídicas aos quais a Lei atribui o exercício da função administrativa do Estado. a) Administração Pública b) Governo c) Estado d) Soberania 3) É uma criação humana destinada a manter a coexistência pacífica dos indivíduos, a ordem social, de forma que os seres humanos consigam se desenvolver e proporcionar o bem-estar a toda sociedade. a) Administração Pública b) Povo c) Estado d) Soberania 4) Sob o aspecto operacional, administração pública é o desempenho: a) perene e sistemático, legal e técnico dos serviços próprios do Estado b) sistemático e orgânico, legal e técnico dos serviços próprios do Estado c) perene e sistemático, legal e técnico dos serviços diretos do Estado d) direto e indireto, legal e técnico dos serviços próprios do Estado 5) A administração pública pode ser: a) Direta e Fundacional b) Direta e Indireta c) Fundacional e Indireta d) Estatal e Privada 6) União, Estados, Municípios e DF estão inseridos na Administração pública: a) Estatal b) Fundacional c) Indireta d) Direta 7) Entidades autárquicas, fundacionais, empresas públicas e sociedades de economia mista estão inseridos na administração pública: a) Estatal b) Fundacional c) Indireta d) Direta 8) Segundo ensina Maria Sylvia Zanella Di Pietro o conceito de administração pública divide-se em dois sentidos: a) objetivo, direto ou funcional e subjetivo, indireto ou orgânico b) objetivo, material ou direto e subjetivo, formal ou funcional c) objetivo, material ou funcional e subjetivo, formal ou indireto d) objetivo, material ou funcional e subjetivo, formal ou orgânico Página 11 de 23 9) É o exercício do poder do Estado, internamente e externamente. O Estado, dessa forma, deverá ter ampla liberdade para controlar seus recursos, decidir os rumos políticos, econômicos e sociais internamente e não depender de nenhum outro Estado ou órgão internacional, assegurando a sua autonomia no cenário mundial. a) Soberania b) Território c) Governo d) Administração 10) É o conjunto de residentes no território, sejam eles nacionais ou estrangeiros (bem como os apátridas ou heimatlos). a) População b) Povo c) Nação d) Estado 11) Espaço geográfico onde reside determinada população. É limite de atuação dos poderes do Estado. a) Território b) Estado c) Nação d) País 12) Representa um grupo social com atributos comuns: étnicos, culturais, língua e religião. a) Território b) Estado c) Nação d) País 13) É o elemento humano, grupamento social organizado. Reunião de indivíduos num determinado local, submetidos a um poder central. a) População b) Povo c) Nação d) Estado 14) A administração pública em sentido _______________ significa administrar os interesses da coletividade: a) Formal b) Material c) Objetivo d) Direto 15) A administração pública em sentido ______________ significa o conjunto de entidades, órgãos e agentes que executam a função administrativa do Estado: a) Formal b) Material c) Objetivo d) Direto 16) Segundo ensina Maria Sylvia Zanella Di Pietro a administração pública pode ser definida como a atividade concreta e imediata que o Estado desenvolve, sob regime jurídico de direito público, para a consecução dos interesses coletivos, em sentido: a) objetivo, material ou subjetivo b) subjetivo, formal ou orgânico c) objetivo, material ou funcional d) subjetivo, formal ou funcional Página 12 de 23 17) Segundo ensina Maria Sylvia Zanella Di Pietro a Administração Pública como sendo o conjunto de órgãos e de pessoas jurídicas aos quais a lei atribui o exercício da função administrativa do Estado, em sentido: a) objetivo, material ou subjetivo b) subjetivo, formal ou orgânico c) objetivo, material ou funcional d) subjetivo, formal ou funcional 18) São elementos do Estado: a) Povo, território e nação b) Povo, território e soberania c) Povo, nação e soberania d) Povo, nação e governo 19) A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios: a) Legalidade, Independência, Impessoalidade, Publicidade e Eficiência b) Liberdade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficácia c) Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência d) Legalidade, Impessoalidade, Mobilidade, Publicidade e Eficiência 20) O constitucionalista Alexandre de Moraes define este princípio como aquele que “impõe à Administração Pública direta e indireta e a seus agentes a persecução do bem comum, por meio do exercício de suas competências de forma imparcial, neutra, transparente, participativa, eficaz, sem burocracia, e sempre em busca da qualidade: a) Moralidade b) Legalidade c) Moralidade d) Eficiência 21) O que autoriza o controle, pela Administração, dos atos por ela praticados, é o: a) Moralidade b) Legalidade c) Eficiência d) Autotutela 22) O principio que a Administração deve agir com bom senso, de modo razoável e proporcional à situação fática que se apresenta, é o: a) Razoabilidade e Proporcionalidade b) Moralidade c) Legalidade d) Eficiência 23) O ato contrário à moral administrativo deve Ser: a) Revogado b) Revisado c) Nulo d) Reformado 24) Este princípio, junto ao de controle da Administração pelo Poder Judiciário, nasceu com o Estado de Direito e constitui uma das principais garantias de respeito aos direitos individuais: a) Moralidade b) Legalidadec) Eficiência d) Autotutela Página 13 de 23 25) Por tal princípio temos que a Administração Pública tem que manter uma posição de neutralidade em relação aos seus administrados, não podendo prejudicar nem mesmo privilegiar quem quer que seja: a) Moralidade b) Impessoalidade c) Eficiência d) Autotutela 26) É um dos dois pilares do regime jurídico-administrativo, onde é vedado ao administrador da coisa pública qualquer ato que implique em renúncia a direitos da administração, ou que de maneira injustificada e excessiva onerem a sociedade: a) supremacia do interesse público b) indisponibilidade do interesse privado c) indisponibilidade do interesse público d) continuidade do serviço público 27) Os serviços públicos não podem parar, devendo manter-se sempre em funcionamento, dentro das formas e períodos próprios de sua regular prestação, dada a importância que a execução de tais serviços representa para a coletividade: a) supremacia do interesse público b) indisponibilidade do interesse privado c) supremacia do interesse público d) continuidade do serviço público 28) Diz-se que o princípio da autotutela autoriza o controle, pela Administração, dos atos por ela praticados, sob dois aspectos: a) Legalidade e Moralidade b) Mérito e Continuidade c) Moralidade e Impessoalidade d) Legalidade e Mérito 29) Em decorrência do princípio da ______________________ são vedados ao administrador da coisa pública qualquer ato que implique em renúncia a direitos da administração, ou que de maneira injustificada e excessiva onerem a sociedade: a) supremacia do interesse público b) indisponibilidade do interesse privado c) indisponibilidade do interesse público d) continuidade do serviço público 30) Por este princípio constitucional, temos que a administração tem o dever de oferecer transparência de todos os atos que praticar e de todas as informações que estejam armazenadas em seus bancos de dados referentes aos administrados. a) Moralidade b) Publicidade c) Eficiência d) Autotutela 31) É o principio que proíbe que conste nome, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos em publicidade de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos: a) Moralidade b) Publicidade c) Eficiência d) Impessoalidade 32) De acordo com o Princípio da Moralidade, o ato contrário à moral administrativa, deve ser: a) Revogado b) Aperfeiçoado Página 14 de 23 c) Validado d) Nulo 33) Um ato legítimo praticado pela Administração Pública na análise de mérito, de acordo com a conveniência e oportunidade, pode ser: a) Revogado b) Aperfeiçoado c) Validado d) Nulo 34) Se o ato implicar limitações inadequadas, desnecessárias ou desproporcionais (além da medida) deverá ser: a) anulado b) Mantido c) Revogado d) Reformado 35) O poder que obriga o administrador obedecer ao princípio da legalidade, e, dessa forma, somente poderá produzir atos administrativos desde que estejam em consonância com a lei, não havendo flexibilidade sobre a execução do ato, tendo em vista que está diretamente vinculado à lei. a) Poder discricionário b) Poder hierárquico c) Poder disciplinar d) Poder vinculado 36) São exemplos de Poder vinculado, exceto: a) transferência para a reserva remunerada ex officio do militar que atingir a idade-limite descrita no art. 98, I, da Lei 6.880/1980; b) reforma ex officio prevista no art. 106, I, da Lei 6.880/1980; c) demissão ex officio do oficial que tomar posse em cargo ou emprego público permanente estranho à sua carreira. d) licenciamento ex officio de militares temporários por conveniência do serviço (art. 121, §3.º, alínea b, da Lei 6.880/1980 37) O Poder que aquele mediante o qual o administrador tem a liberdade de praticar a ação administrativa, escolhendo por parâmetros de conveniência, necessidade, oportunidade e conteúdo do ato, mas dentro dos limites impostos pela lei. a) Poder discricionário b) Poder hierárquico c) Poder disciplinar d) Poder vinculado 38) É o poder de que dispõe o Executivo para distribuir e escalonar as funções de seus órgãos e a atuação de seus agentes, estabelecendo assim a relação de subordinação. a) Poder discricionário b) Poder hierárquico c) Poder disciplinar d) Poder vinculado 39) São exemplos de poder discricionário, exceto: a) licenciamento ex officio de militares temporários por conveniência do serviço (art. 121, § 3.º, alínea b, da Lei 6.880/1980 b) agravamento ou atenuação de punições disciplinares impostas por seus subordinados quando a autoridade competente as julgar insuficientes ou excessivas em face da transgressão cometida (art. 50 do RDAer) c) reforma ex officio prevista no art. 106, I, da Lei 6.880/1980; Página 15 de 23 d) relevação do cumprimento de punição disciplinar quando a autoridade competente verificar que a reprimenda surtiu o efeito desejado (art. 51, 1, do RDAer) 40) Temos pelo Poder Discricionário aquele mediante o qual o administrador tem a liberdade de praticar a ação administrativa, escolhendo por parâmetros de: a) conveniência, necessidade, discricionalidade e conteúdo da ação b) conteúdo da ação, conveniência, liberdade e conteúdo do ato c) conveniência, necessidade, oportunidade e conteúdo do ato d) conveniência, necessidade, oportunidade e hierarquia 41) É o poder que dispõe o Executivo para distribuir e organizar as funções de seus agentes e órgãos, estabelecendo relação de subordinação entre seus servidores, tal subordinação, vale destacar, é de caráter interno, somente é aplicável dentro da própria Administração Pública. a) Poder discricionário b) Poder hierárquico c) Poder disciplinar d) Poder vinculado 42) É a ordenação da autoridade, em níveis diferentes, dentro da estrutura das Forças Armadas. A ordenação se faz por postos ou graduações; dentro de um mesmo posto ou graduação se faz pela antiguidade no posto ou na graduação. O respeito à hierarquia é consubstanciado no espírito de acatamento à sequência de autoridade: a) Poder Militar b) Poder hierárquico c) Poder Regulamentar d) Hierarquia Militar 43) É o poder de punir internamente não só as infrações funcionais dos servidores, sendo indispensável à apuração regular da falta, mas também as infrações de todas as pessoas sujeitas à disciplina dos órgãos e serviços da Administração. a) Poder discricionário b) Poder hierárquico c) Poder disciplinar d) Poder punitivo 44) O exercício do poder disciplinar é: a) Discricionário b) Facultativo c) Obrigatório d) Parcial 45) É realizado através do Poder Judiciário e é aplicado com finalidade social, visando à repressão de crimes e contravenções devidamente tipificados nas leis penais. a) Poder regulamentar b) Poder hierárquico c) Poder disciplinar d) Poder punitivo 46) Poder Disciplinar deve obedecer necessariamente aos princípios informativos e constitucionais da Administração, entre eles o princípio da: a) Legalidade e Moralidade b) Moralidade e Motivação c) Motivação e Disciplinar d) Legalidade e Motivação 47) É a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições que fundamentam o organismo militar e coordenam seu funcionamento regular e harmônico, Página 16 de 23 traduzindo-se pelo perfeito cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos componentes desse organismo. a) Hierarquia b) Disciplina c) Subordinação d) Legalidade 48) É o poder inerente e privativo do Chefe do Poder Executivo, indelegável a qualquer subordinado, trata-se do poder atribuído ao chefe do Poder Executivo para editar atos, com o objetivo de dar fiel cumprimento às leis: a) Poder regulamentar b) Poder hierárquico c) Poder disciplinar d) Poder punitivo 49) O Regulamento é a explicitação da lei em forma de: a) Decreto legislativo b) Decreto regulamentar c) Decreto executivo d) Decreto explicativo50) Por meio do Poder __________________ que a Administração limita o exercício dos direitos individuais e coletivos com o objetivo de assegurar a ordem pública, estabelecendo assim um nível aceitável de convivência social. a) Poder de policia b) Poder hierárquico c) Poder disciplinar d) Poder punitivo 51) O princípio norteador da aplicação do Poder de Polícia é: a) A predominância do interesse público sobre o interesse privado b) A predominância do interesse coletivo sobre o interesse privado c) A predominância do interesse público sobre o interesse particular d) A predominância do interesse coletivo sobre o interesse pessoal 52) O poder de polícia é considerado pela administração como sendo poder: a) Vinculado b) Disciplinar c) Discricionário d) Punitivo 53) O poder que tem o objetivo principal da manutenção da ordem pública em geral, atuando em situações em que é possível a prevenção de possíveis cometimentos de infrações legais. a) Poder de polícia b) Poder de policia judiciária c) Poder de polícia administrativa d) Poder de policia ostensiva 54) A atividade de polícia _________________ é executada pelos órgãos e agentes públicos escalonados e mantidos pela Administração Pública e a polícia ______________, por sua vez, tem suas atividades executadas privativamente por organizações especializadas no combate e repressão à prática criminosa, ou seja, pela Polícia Civil e Polícia Militar, via de regra. a) Administrativa e Penal b) Disciplinar e Judiciária c) Judiciária e Administrativa d) Administrativa e Judiciária 55) As penalidades no caso da polícia administrativa incidem exclusivamente em: Página 17 de 23 a) Produtos e Pessoas b) Produtos e Serviços c) Produtos e Bens d) Pessoas e Serviços 56) A doutrina administrativa majoritária considera as principais características do Poder de Polícia: a) autotutela, autoexecutoriedade, discricionalidade e limites de poder b) coercibilidade, autotutela, interesse publico e limite de poder c) autoexecutoriedade, coercibilidade, discricionalidade e autotutela d) autoexecutoriedade, coercibilidade, discricionalidade e limite de poder 57) Os atos de _________________ do Poder de Polícia são aqueles que podem ser materialmente implementados pela administração, de maneira direta, inclusive mediante o uso de força, caso seja necessário, sem que a Administração Pública precise de uma autorização judicial prévia. a) Coercibilidade b) Autotutela c) Autoexecutoriedade d) Disciplinares 58) Toda atuação administrativa pautada dentro dos limites legais, seja quanto à competência do agente que executou a atividade administrativa ou então a forma em que foi realizada, será considerada um ato legal e legítimo, desde que atenda o: a) Interesse particular b) Interesse coletivo c) Interesse publico d) Interesse privado 59) Todo ato de Polícia tem caráter _____________ e ______________, ou seja, temos a possibilidade de a administração pública, de maneira unilateral, criar obrigações para os administrados, ou então impor-lhes restrições: a) direto e mediato b) imperativo e mediato c) mediato e obrigatório d) imperativo e obrigatório 60) O Ato que a Administração pública pode praticar com certa liberdade de escolha e decisão, sempre dentro dos termos e limites legais, quanto ao seu conteúdo, seu modo de realização, sua oportunidade e conveniência administrativa. a) Discricionalidade b) autoexecutoriedade c) Coercibilidade d) Autotutela 61) O Ato que a Administração pública que toda atuação administrativa pautada dentro dos limites legais, seja quanto à competência do agente que executou a atividade administrativa ou então a forma em que foi realizada, será considerada um ato legal e legítimo, desde que atenda o interesse coletivo. a) Discricionalidade b) Autoexecutoriedade c) Limites do Poder de Polícia d) Coercibilidade 62) O abuso de poder pode ocorrer de duas maneiras, quais sejam: a) Desvio de poder e excesso de poder b) Desvio de poder e desvio de finalidade c) Excesso de poder e excesso de finalidade d) Excesso de finalidade e excesso de poder Página 18 de 23 63) Importante destacar que é plenamente possível o abuso de poder assumir tanto a forma ___________ , quanto à ____________, ou seja, o abuso tanto pode ocorrer devido a uma ação ilegal do agente público, quanto de uma omissão considerada ilegal. a) Comissiva e Omissiva b) Direta e indireta c) Indireta e omissiva d) Comissiva e direta 64) Reputa-se ____________________, para os efeitos da referida lei, todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades mencionadas parágrafo anterior. a) Agente público b) Agente do estado c) Funcionário público d) Empregado público 65) A natureza jurídica da ação de atos de improbidade administrativa é de: a) Ação penal b) Ação administrativa c) Ação civil d) Ação penal e civil 66) A base constitucional da improbidade é o art. 37, § 4º, da CF6, onde importarão as sanções: a) Perda da função pública, indisponibilidade de bens e prisão b) Prisão, ressarcimento e perda do cargo c) Perda da função, prisão e ressarcimento d) Perda da função, indisponibilidade dos bens e ressarcimento ao erário 67) A_______________ e a _______________ princípios constitucionais inerentes às instituições militares, são os alicerces institucionais das Forças Armadas. a) Hierarquia e disciplina b) Moral e hierarquia c) Disciplina e a lealdade d) Lealdade e a moral 68) É a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições que fundamentam o organismo militar e coordenam seu funcionamento regular e harmônico. a) Hierarquia b) Cumprimento das normas c) Disciplina d) Autoridade 69) A hierarquia militar consiste na ordenação da autoridade por postos e graduações dentro da estrutura organizacional das Forças Armadas. A _______________ e a ________________ crescem com o grau hierárquico. a) Hierarquia e disciplina b) Autoridade e responsabilidade c) Autoridade e disciplina d) Responsabilidade e hierarquia 70) Tradicionalmente, o legislador constitucional tem submetido as Forças Armadas ao Comando Supremo do Chefe do Poder Executivo Federal. Trata-se de comando: a) Estratégico b) Tático c) Operacional Página 19 de 23 d) Político 71) Compete aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, o comando: a) Tático e Operacional b) Político e Operacional c) Operacional e Estratégico d) Estratégico e Político 72) Quanto mais bem ______________ e _____________ forem as Forças Armadas brasileiras, maior será o grau de intimidação à prática de atos internos ou externos que atentem contra a soberania nacional, a garantia dos poderes constitucionais e da lei e da ordem. a) Treinadas e aparelhadas b) Aparelhadas e estratégicas c) Treinadas e bélicas d) Equipadas e treinadas 73) São vedados aos militares o direito de greve, o de sindicalização e o de filiação partidária (CF, art. 142, § 3º, IV e V8). a) Verdadeiro b) Falso 74) Caso o militar da ativa seja empossado em cargo ou emprego público civil, duas situações poderão ocorrer, conforme a natureza do vínculo e nos termos da lei: se permanente, o militar será: a) Transferido para reserva b) Reformado c) Colocado em disponibilidade d) Ficará agregado ao respectivo quadro 75) São os tipos de responsabilidades na administração: a) Solidária, civil e penal b) Civil, funcional e individual ou coletiva c) Solidária, funcional e individual ou pessoal d) Funcional, civil e penal 76) É a responsabilidade dos Agentes da Administração no COMAER, quando no exercício de cargos, encargos ou funções, previstas na estrutura regimental do COMAER ou comissões: a) Solidaria b) Civil e penal c) Funcionald) Individual 77) As disposições do Regulamento de Administração da Aeronáutica não são aplicáveis, no que couber, àquele que, mesmo não sendo Agente da Administração, induza ou concorra para a prática de atos de improbidade ou que dele se beneficie sob qualquer forma, direta ou indireta. a) Verdadeiro b) Falso 78) Todo Agente da Administração, investido em função, cargo ou encargo/comissão, que vier a causar prejuízos à União, às pessoas físicas e/ou jurídicas ou ao serviço, terá sua responsabilidade administrativa, civil e/ou criminal, vinculadas às omissões ou atos ilegais em que incorrer ou praticar. a) Verdadeiro b) Falso 79) A responsabilidade civil isenta o responsável da sanção administrativa e/ou criminal relativa ao evento. a) Verdadeiro Página 20 de 23 b) Falso 80) A responsabilidade civil imputada ao agente ou auxiliar culpado acarretará o ressarcimento dos danos ou prejuízos causados à União ou a terceiros, com as cominassões legais, no que lhe couber o dano, somente em caso de dolo. a) Verdadeiro b) Falso 81) A apuração das irregularidades administrativas será realizada mediante: a) Sindicância b) IPM c) Sindicância e IPM d) Processo Disciplina e conselho de Disciplina 82) Aos agentes apontados pelas irregularidades serão assegurados sempre o Direito da Ampla Defesa e do Contraditório, com os meios e recursos a ela inerentes, inclusive, sendo obrigatório, contando com a participação de advogado. a) Falso b) Verdadeiro 83) Quando, em uma mesma obrigação, houver mais de um responsável pelo seu cumprimento, só não abrangendo aquele que, por meio da indispensável argumentação, seguida de registro escrito, deixar definida a sua discordância com relação ao caso ou evento considerado, responsabilidade será: a) Funcional b) Proporcional c) Solidária d) Coletiva 84) O voto vencido, obrigatoriamente justificado e formalizado em documento, não isenta de responsabilidade aquele que o emitiu. a) Verdadeiro b) Falso 85) As comissões, incluindo as de Tomada de Contas Especial (TCE), e os agentes encarregados por auditorias, inspeções ou fiscalização serão responsabilizados, solidariamente, com os Agentes da Administração quando, apuradas as irregularidades cometidas, ficar provado que dispunham de elementos para responsabilizar os faltosos e não o fizeram. a) Verdadeiro b) Falso 86) Participará da responsabilidade solidária qualquer agente que deixar de comunicar a seu superior imediato as faltas e omissões que seu subordinado houver praticado ou nelas tiver incorrido. a) Falso b) Verdadeiro 87) O Comandante, o Agente Diretor ou o Ordenador de Despesas, salvo conivência, será responsável por prejuízos causados à Fazenda Nacional decorrentes de atos praticados por agente subordinado que exorbitar das ordens recebidas. a) Falso b) Verdadeiro 88) O agente que subscrever qualquer documento administrativo será responsável pela autenticidade das informações nele contidas. a) Falso b) Verdadeiro Página 21 de 23 89) O agente incumbido de conferir documento administrativo não responderá pela exatidão dos cálculos e das importâncias nele registradas. a) Falso b) Verdadeiro 90) Das sanções administrativas previstas no RADA elide (elimina) a aplicação da sanção disciplinar prevista no Regulamento Disciplinar da Aeronáutica (RDAer). a) Falso b) Verdadeiro 91) A responsabilidade que resultar de perda, dano ou extravio de recursos, valores ou outros bens entregues aos Agentes Auxiliares do Agente da Administração, será a estes, imputada, exceto se ficar comprovada: a) O desconhecimento do fato b) A culpa de seu chefe ou de outrem c) A culpa de seu chefe de forma solidária d) Estava obedecendo ordem expressa 92) Os casos fortuitos e os motivos de força maior não podem ser considerados para fins de isenção de responsabilidade do Agente da Administração: a) Falso b) Verdadeiro 93) Os casos fortuitos e os motivos de força maior verificam-se no fato necessário, cujos efeitos não eram possíveis de serem: a) Previsto ou evitados b) Evitados ou impedidos c) Conhecidos e previstos d) Evitados ou resolvidos 94) Podem ser considerados, para fins de isenção de responsabilidade, do Agente da Administração, dentre outros, exceto: a) Incêndio, sinistro aéreo, fluvial, marítimo ou terrestre b) Saque ou destruição pelo inimigo, ou destruição ou abandono forçados pela aproximação deste c) Estrago produzido em armas, ou em quaisquer outros bens, por explosão ou acontecimento imprevisível d) Inutilização voluntária do bem em serviço ou em instrução. 95) Conforme o RADA, todo militar ou servidor público investido de cargo, encargo/comissão ou função que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, vier a causar prejuízos à União ou a terceiros, responderá por suas condutas nas esferas: a) Civil, Administrativa e criminal b) Administrativa e Criminal c) Criminal, Civil e RDAer d) Civil, Administrativa e RDAer 96) Assim, a responsabilidade do Estado é subjetiva, não devendo arcar com o custo financeiro da ação do agente. Em momento posterior, o Estado pode buscar o ressarcimento da quantia paga ao terceiro, mediante a apuração da conduta do agente público (dolo ou culpa), lançando mão da chamada ação regressiva. a) Falso b) Verdadeiro 97) Os casos fortuitos ou motivos de força maior, quando comprovados mediante procedimento administrativo competente, isentarão de responsabilidade os agentes. a) Falso b) Verdadeiro Página 22 de 23 98) Ocorrendo roubo, furto, extorsão, incêndio ou dano material, a isenção da responsabilidade não ficará subordinada à ausência de culpa do Agente da Administração. a) Falso b) Verdadeiro 99) A isenção de culpa, quando for o caso, beneficiará o responsável e o chefe que deu a ordem, mesmo que não tenha tomado as providências adequadas e da sua alçada para evitar o prejuízo. a) Falso b) Verdadeiro 100) Todo agente responsável pelo cumprimento de ordens que, a seu ver, impliquem prejuízo à União ou que contrariem dispositivos legais não deverá ponderar a respeito com a autoridade que as determinou, ressaltando as consequências da sua execução. a) Falso b) Verdadeiro 101) A responsabilidade dos Agentes da Administração que participarem de determinado caso ou evento será solidária quando, em uma mesma obrigação, houver mais de um responsável pelo seu cumprimento, abrangendo aquele que, por meio da indispensável argumentação, seguida de registro escrito, deixar definida a sua discordância com relação ao caso ou evento considerado. a) Falso b) Verdadeiro 102) Todos os membros das comissões serão responsabilizados quando praticarem qualquer ato lesivo aos interesses da União, de terceiros, ou contrários às disposições pertinentes. a) Falso b) Verdadeiro 103) O voto vencido, obrigatoriamente justificado e formalizado em documento, não isenta de responsabilidade aquele que o emitiu. a) Falso b) Verdadeiro 104) O Comandante, o Agente Diretor ou o Ordenador de Despesas, será responsável por prejuízos causados à Fazenda Nacional decorrentes de atos praticados por agente subordinado que exorbitar das ordens recebidas. a) Falso b) Verdadeiro Página 23 de 23 GABARITO 1 C 53 C 2 A 54 D 3 C 55 B 4 A 56 D 5 B 57 C 6 D 58 B 7 C 59 D 8 D 60 A 9 A 61 C 10 A 62 A 11 A 63 A 12 C 64 A 13 B 65 C 14 B 66 D 15 A 67 A 16 C 68 C 17 B 69 B 18 B 70 D 19 C 71 A 20 D 72 A 21 D 73 A 22 A 74 A 23 C 75 C 24 B 76 C 25 B 77 B 26 C 78 A 27 D 79 B 28 D 80 B 29 C 81 C 30 B 82 A 31 D 83 C 32 D 84 B 33 A 85 A 34 A 86 B 35 D 87 A 36 D 88 B 37 A 89 A 38 B 90 A 39 C 91 B 40 C 92 A 41 B 93 B 42 D 94 D 43 C 95 A 44 C 96 A 45 D 97 B 46 D 98 A 47 B 99 A 48 A 100 A 49 C 101 B 50 A 102 B 51 A 103 A 52 C 104 A