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O Decreto n. 9.278/2018 estabelece que a cédula de identidade deve conter itens de segurança para garantir sua autenticidade e dificultar falsificações. Entre esses itens, destacam-se: 1. Tarja em talho doce: bordas ou moldura em cor verde escura com superfície rugosa, perceptível nas novas cédulas. Essa tarja é difícil de ser reproduzida em documentos escaneados, pois perde o efeito tridimensional e possui elementos reativos à luz ultravioleta, que revelam mensagens ou siglas do órgão expedidor. 2. Elemento reativo à luz ultravioleta: pigmentos sensíveis à luz UV que, ao serem expostos, exibem informações ocultas, como números ou siglas, reforçando a segurança do documento. 3. Perfuração mecânica: feita por máquina específica que perfura a fotografia do titular no documento, dificultando a substituição ou falsificação da imagem, pois a espessura e o formato da perfuração são adaptados para essa finalidade. 4. Numeração tipográfica sequencial no verso: número único e sequencial que identifica o documento, dificultando a criação de cópias ilegais. Esses elementos combinados garantem maior controle do órgão expedidor sobre a autenticidade da cédula de identidade, dificultando fraudes e falsificações.
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