Ed
mês passado
A alternativa A apresenta um erro ao afirmar que a fase de preparação é relevante para a materialização da intenção criminosa. No Direito Penal, a preparação não é punível, e o início da execução ocorre quando o agente começa a realizar atos que diretamente conduzem à consumação do crime. No caso de João, ao arrombar a porta e entrar na joalheria com a intenção de furtar, ele já iniciou a execução do crime, pois está praticando atos que constituem o núcleo do tipo penal (furto). A tentativa ocorre porque ele não consumou o crime, pois abandonou o local antes de subtrair qualquer bem, motivado pelo acionamento do alarme e pela chegada iminente da polícia. Portanto, a conduta de João configura tentativa de furto, não consumação, e não há excludente de ilicitude ou culpabilidade evidente no relato.
Cadastre-se ou realize login