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Filosofia

Anhanguera
Em mesa de estudo sobre categorias de defeitos processuais, analisou-se, em perspectiva conceitual, como diferentes intensidades de desconformidade se articulam com respostas institucionais distintas. Debateram-se critérios para classificar defeitos de baixa repercussão, contrapondo-os a situações que esvaziam o próprio conteúdo de um ato. Considerou-se, ainda, a utilidade de distinguir efeitos práticos: necessidade (ou não) de renovação, possibilidade de prosseguimento regular e a maneira de lidar com eventos que não alcançam plano mínimo de existência. A proposta foi organizar parâmetros para orientar decisões sobre quando simplesmente se segue adiante e quando se impõe desconsiderar integralmente algo que não se sustenta nos elementos mínimos exigidos para um ato. A distinção entre irregularidade e ato inexistente, quanto às consequências operacionais no processo Escolha uma: a. revela que a irregularidade, por não gerar prejuízo relevante, é ignorada pelo prosseguimento, enquanto o ato inexistente, por carecer de elementos mínimos, deve ser desconsiderado e não se sujeita à preclusão. b. autoriza tratar irregularidade como vício grave, impondo desconstituição integral do procedimento. c. estabelece que o ato inexistente se cura com a mera passagem do tempo, desde que haja continuidade do feito. d. equipara irregularidade e inexistência, pois nenhum deles admite distinções quanto a efeitos processuais. e. indica que ambos reclamam sempre renovação formal obrigatória, sob pena de nulidade futura automática
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carlanr.rodrigues

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Vamos analisar as alternativas com base na distinção entre irregularidade e ato inexistente no processo: - Irregularidade: defeito que não gera prejuízo relevante, permitindo o prosseguimento do processo sem necessidade de anulação. - Ato inexistente: falta dos elementos mínimos essenciais, devendo ser desconsiderado, não produzindo efeitos e não estando sujeito à preclusão. Analisando as alternativas: a) revela que a irregularidade, por não gerar prejuízo relevante, é ignorada pelo prosseguimento, enquanto o ato inexistente, por carecer de elementos mínimos, deve ser desconsiderado e não se sujeita à preclusão. — CORRETA, pois reflete a distinção conceitual correta. b) autoriza tratar irregularidade como vício grave, impondo desconstituição integral do procedimento. — Incorreta, pois irregularidade não é necessariamente vício grave. c) estabelece que o ato inexistente se cura com a mera passagem do tempo, desde que haja continuidade do feito. — Incorreta, ato inexistente não se cura com o tempo. d) equipara irregularidade e inexistência, pois nenhum deles admite distinções quanto a efeitos processuais. — Incorreta, pois há distinção clara entre eles. e) indica que ambos reclamam sempre renovação formal obrigatória, sob pena de nulidade futura automática. — Incorreta, pois irregularidade pode ser sanada sem renovação formal. Portanto, a alternativa correta é: a) revela que a irregularidade, por não gerar prejuízo relevante, é ignorada pelo prosseguimento, enquanto o ato inexistente, por carecer de elementos mínimos, deve ser desconsiderado e não se sujeita à preclusão.

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