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UNIDERP - ANHANGUERA
No vibrante cenário político do estado fictício de Florândia, as eleições para o governo prometem ser acirradas. O ex-governador, Dr. Sabichão, figura carismática e com histórico de grande aprovação popular, manifesta seu interesse em retornar ao cargo. Contudo, ele foi condenado, há 5 anos, por um Tribunal de Contas Estadual por irregularidade insanável de contas públicas que configurou ato doloso de improbidade administrativa, sem que a decisão tenha sido contestada judicialmente. Além disso, sua esposa, Dra. Virtuosa, é atualmente Deputada Estadual e pretende concorrer à vaga de Senadora pelo mesmo estado. Paralelamente, surge o nome do jovem e promissor empresário Sr. Visão, que, apesar de nunca ter tido filiação partidária e ter vivido os últimos 10 anos em outro país, deseja se candidatar a Governador. Ele retornou ao Brasil há apenas 5 meses, e, embora tenha alistamento eleitoral ativo, não regularizou seu domicílio eleitoral no estado de Florândia. A complexidade dos casos desafia os advogados eleitoralistas, que buscam interpretar a Lei de Inelegibilidades para orientar seus potenciais clientes. - Considerando a hipótese e a aplicação das normas eleitorais é correto afirmar que... Escolha uma: a. ...o Sr. Visão, por não possuir filiação partidária com o tempo mínimo exigido e por não ter comprovado domicílio eleitoral na circunscrição por seis meses antes do processo, possui impedimentos que não podem ser superados para sua candidatura a Governador. b. ...a Dra. Virtuosa pode se candidatar a Senadora no mesmo estado sem que a inelegibilidade por parentesco a atinja, porque a regra constitucional veda a candidatura de cônjuges e parentes apenas para o mesmo cargo. c. ...o Sr. Visão poderá contornar a ausência de domicílio eleitoral no prazo legal caso comprove o alistamento eleitoral na circunscrição, uma vez que a lei eleitoral prioriza a regularidade do alistamento sobre o tempo de domicílio. d. ...a condenação do Dr. Sabichão por irregularidade insanável de contas o torna inelegível pelo período de oito anos, contados da decisão definitiva do Tribunal de Contas, mesmo que sua esposa possa se candidatar a Senadora, pois a inelegibilidade por parentesco não se estende a cônjuges para cargos diferentes. e. ...o Dr. Sabichão poderá ser candidato a Governador, pois a inelegibilidade por rejeição de contas não se aplica a ex-governadores que já exerceram o mandato e cujas contas foram rejeitadas por órgão colegiado, não se tratando de decisão judicial. Fim conteúdo principal Minhas Mensagens Meus Pontos Contatos do curso Prova digital Foto do aluno: JACQUELINE PRISCILA DE OLIVEIRA JACQUELINE PRISCILA DE OLIVEIRA b1efb06f2a82024f9193 Sair Acessibilidade Recursos de acessibilidade Direito Político e Eleitoral Participantes Emblemas Notas Página inicial Painel Calendário Meus cursos Aula Magna Nacional Ciências Biológicas Competências para a Vida Direito Civil - Contratos Direito Penal - Teoria das Penas e Execução Penal Direito Político e Eleitoral Educação Alimentar Educação Ambiental Educação Cívica Matemática Modelo Multiportas e Meios Integradores de Resolução de Conflitos Português Processo Seletivo Projeto de Extensão - Direito II © 2018. Todos os direitos reservados.
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jacqueline priscila de oliveira

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Vamos analisar cada alternativa com base na Lei de Inelegibilidades (Lei Complementar nº 64/1990) e na Constituição Federal: a) Sr. Visão não possui filiação partidária com tempo mínimo exigido e não tem domicílio eleitoral no estado há pelo menos 6 meses antes do pleito. Isso o impede de ser candidato. Correto. b) A inelegibilidade por parentesco (art. 14, §4º da CF) veda candidatura de cônjuges e parentes para o mesmo cargo, não para cargos diferentes. Portanto, Dra. Virtuosa pode se candidatar a Senadora mesmo sendo esposa do ex-governador. Correto. c) A lei eleitoral exige domicílio eleitoral na circunscrição por pelo menos 6 meses antes do pleito, o alistamento eleitoral ativo não substitui esse requisito. Incorreto. d) A condenação por irregularidade insanável de contas pelo Tribunal de Contas gera inelegibilidade por 8 anos a partir da decisão definitiva, e a inelegibilidade por parentesco não se aplica a cônjuges para cargos diferentes. Correto. e) A inelegibilidade por rejeição de contas por órgão colegiado (Tribunal de Contas) é sim aplicável, mesmo que não seja decisão judicial, e impede candidatura pelo prazo legal. Incorreto. Agora, verificando as alternativas: - a) fala do Sr. Visão e está correta. - b) fala da Dra. Virtuosa e está correta. - c) incorreta. - d) fala do Dr. Sabichão e da inelegibilidade por parentesco, está correta. - e) incorreta. Porém, a questão pede a alternativa correta, ou seja, a que contém a afirmação correta e completa. Analisando as alternativas, apenas a alternativa d) está correta e completa, pois aborda a inelegibilidade do Dr. Sabichão e a questão do parentesco da esposa, sem erros. Resposta correta: d) ...a condenação do Dr. Sabichão por irregularidade insanável de contas o torna inelegível pelo período de oito anos, contados da decisão definitiva do Tribunal de Contas, mesmo que sua esposa possa se candidatar a Senadora, pois a inelegibilidade por parentesco não se estende a cônjuges para cargos diferentes.

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