DESAFIO PROFISSIONAL DA DISCIPLINA DE TEORIAS E DINÂMICAS DE TRABALHO EM GRUPO
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Vamos adiante. Leia com atenção.
Seja bem-vindo(a) ao Desafio Profissional da disciplina de Teorias e Dinâmicas de Grupo.
Aqui, você assume o papel de profissional responsável por analisar a situação, tomar decisões e propor soluções. É o momento de aplicar seus conhecimentos de forma prática e mostrar como lidaria com um desafio real.
ETAPA 1 - Apresentação do Desafio Profissional
O Centro de Reabilitação Juvenil Horizonte, integrado à Fundação CASA (Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente), atende adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa por envolvimento em contextos de vulnerabilidade social, como negligência familiar, violência urbana, abandono e exposição à criminalidade. Nesse centro, foi implementado um grupo terapêutico para adolescentes (13 a 17 anos) em situação de vulnerabilidade social.
Esses jovens, muitos com histórico de negligência familiar, violência ou vivência nas ruas, participam de um programa socioeducativo que visa à sua reinserção social e ao desenvolvimento pessoal. O grupo terapêutico em foco, composto por oito adolescentes, busca promover habilidades de socialização, resiliência emocional e reinserção comunitária por meio de atividades adaptadas, como oficinas de expressão corporal, discussões em círculo e projetos colaborativos de arte urbana.
As sessões semanais ocorrem em um setting seguro e flexível, com espaços para atividades individuais e coletivas, facilitadas por uma equipe interdisciplinar: uma terapeuta ocupacional (com foco em autonomia, cidadania, participação social e fortalecimento de redes), um psicólogo (suporte emocional e comportamental) e uma oficineira de atividades criativas (expressão lúdica). As sessões semanais buscam promover a comunicação, a coesão e o desenvolvimento de habilidades sociais.
Desde o início, o grupo tem enfrentado desafios complexos que refletem as profundas marcas de suas experiências de vida. Apesar do potencial transformador, as dificuldades afetam o engajamento e o progresso terapêutico. A comunicação é fragmentada e carregada de desconfiança: muitos adolescentes, moldados por experiências de traição e autoridade opressiva, evitam compartilhar sentimentos, optando por respostas curtas ou silêncios prolongados. Isso cria barreiras à reciprocidade, com monólogos defensivos sobre “sobrevivência na rua”, que não evoluem para conexões autênticas.
Os relatos de traumas passados ou experiências de conflito interrompem as trocas, dificultando a construção de narrativas coletivas e a escuta ativa. A coesão grupal é frágil, com a formação de subgrupos baseados em antigas afiliações (como gangues ou bairros de origem) ou em desconfiança mútua, o que impede a formação de laços mais profundos e a sensação de pertencimento.
Conflitos emocionais, como explosões de raiva, desconfiança generalizada e apatia, são comuns, muitas vezes desencadeados por gatilhos externos ou pela dificuldade em lidar com as emoções de forma construtiva. As sessões iniciais demonstram entusiasmo em atividades criativas, mas rapidamente surgem conflitos, como explosões de raiva por disputas de espaço.
As barreiras à participação são evidentes. Muitos adolescentes demonstram medo de julgamento, relutância em se expor ou em participar de atividades coletivas, influenciados por experiências anteriores de exclusão e estigmatização. A dificuldade em seguir regras ou em colaborar em tarefas conjuntas é constante. A influência do ambiente externo agrava esse cenário: relatos de visitas familiares tensas ou pressões da comunidade geram retraimento ou agressividade.
A ansiedade pela reinserção social ou a preocupação com a família permeia as sessões, desviando o foco dos objetivos terapêuticos, com alguns adolescentes abandonando as sessões prematuramente. O progresso do grupo é lento, e alguns adolescentes permanecem retraídos, sem conseguir se engajar plenamente. O impacto é visível: o grupo luta para avançar além de interações superficiais, limitando o desenvolvimento de laços de apoio e habilidades para a reinserção social.
Você, como terapeuta ocupacional recém-integrado(a) ao Centro Horizonte, foi designado(a) para auxiliar nesse grupo. Sua tarefa inicial é analisar as dificuldades das dinâmicas grupais dos adolescentes e seus impactos no desenvolvimento terapêutico e no processo de reinserção social.
Eusoumayara
há 2 semanas
Eu tenho disponível esse desafio profissional completo, quem quiser ajuda me chama nesse Whats (61) 9 9958-5792 me chamo Carla.


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