Um químico recebe algumas amostras de certo material, cada uma com massa distinta das demais: a primeira tem massa de meio quilograma, a segunda, metade desse valor, a terceira, metade do valor da anterior, e assim sucessivamente. Como forma de controle, o profissional cria etiquetas com o valor de massa de cada amostra e sempre os registra convertendo o valor para alguma unidade submúltipla do quilograma, que faça com que o valor anotado seja o menor número inteiro possível. Ao registrar diversos valores sucessivos de massa das amostras, o químico se dá conta de que a unidade de medida empregada se altera a cada amostra, mas o último algarismo do valor é sempre 0. Riscar amostra, mas o último algarismo do valor é sempre 2. Riscar amostra, mas o último algarismo do valor é sempre 5. Riscar duas amostras, mas o último algarismo do valor é sempre 2. Riscar duas amostras, mas o último algarismo do valor é sempre 5.