A adoção de modelos clínicos nas práticas escolares era acompanhada por uma forte carga de desconhecimento e patologização dos fenômenos educacionais, sobretudo no que concerne aos alunos provenientes das classes mais desprivilegiadas, que se constituem na maioria da população escolar brasileira. Surgiram, nesse período, várias iniciativas - provenientes dos cursos de Psicologia, dos Conselhos Profissionais, dos órgãos de pesquisa – mobilizadas pela preocupação de melhor responder à urgência de conectar a formação profissional às novas exigências da sociedade. MALUF, M. R.; CRUCES, A. V. V. Psicologia Escolar na contemporaneidade. Boletim da Academia Paulista de Psicologia, São Paulo, v. 28, n.1, 2008. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/946/94600111.pdf. Acesso em: 08 set. 2021. Ao buscar um novo olhar sobre a Psicologia Educacional, autoras como Maluf e Cruces (2008), apontam diferentes perspectivas de formação e atuação no campo educacional. Essas novas perspectivas surgem a partir de críticas direcionadas às teorias e práticas inadequadas à realidade social. Identifique, dentre as alternativas abaixo, quais delas correspondem às críticas direcionadas à Psicologia Escolar/Educacional a partir da década de 1980. Muitas práticas abusaram da psicometria, estabelecendo diagnósticos e prognósticos mal fundamentados. A falta de compreensão da realidade social transformava indivíduos em problemas, diferenças em doenças. Os fenômenos psicológicos se tornaram dinâmicos e complexos em função dos contextos socioculturais que os produziam. As perspectivas de formação e atuação em Psicologia Escolar deveriam se estruturar a partir do paradigma positivista. Somente as proposições I e IV estão corretas. As proposições I, III e IV estão corretas. As proposições I, II e III estão corretas. Somente as proposições I e II estão corretas. As proposições I, II e IV estão corretas.