Ed
há 2 meses
Para responder a essa questão, precisamos considerar o que Morin (2004) defende sobre a mobilização de recursos cognitivos e a superação de uma visão técnica do uso das tecnologias. Ele enfatiza a importância de desenvolver competências que vão além do uso técnico das ferramentas digitais, promovendo uma educação que capacite os estudantes a pensar criticamente e agir de forma responsável. Vamos analisar as alternativas: a) Práticas que possibilitem uma crescente instrumentalização técnica dos estudantes - Foca apenas na parte técnica, o que não é o objetivo de Morin. b) Práticas que possibilitem uma crescente autonomia dos recursos tecnológicos - Essa opção sugere viver sem as TDIC, o que vai contra a proposta de Morin. c) Práticas que possibilitem uma crescente individualidade dos estudantes - Essa alternativa ignora a importância da mediação e do papel do professor. d) Práticas que possibilitem uma crescente integração de competências técnicas e pessoais - Embora essa opção mencione a integração, ainda foca em interesses pessoais e relações não reguladas, o que não é o foco principal. e) Práticas que possibilitem uma crescente autonomia dos estudantes - Esta opção enfatiza o desenvolvimento pessoal e a capacidade de pensar e agir de forma informada e responsável, alinhando-se com a proposta de Morin. A alternativa que melhor reflete a visão de Morin sobre a superação da visão técnica do uso das tecnologias é: e) Práticas que possibilitem uma crescente autonomia dos estudantes, visando seu desenvolvimento pessoal e provendo-os com ferramentas para pensar e agir de modo informado e responsável, num mundo cada vez mais permeado pela ciência e tecnologia.
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