Ed
mês passado
Vamos analisar as alternativas apresentadas sobre as ações indigenistas no período colonial e no império: a) Com a implementação da política indigenista voltada à catequização e ao aldeamento, consolidou-se o chamado Diretório Pombalino, regulamentado pelo Decreto nº 426, de 24 de julho de 1845, que instituiu o Regulamento das Missões, e pela Lei nº 601, de 18 de setembro de 1850. - Esta opção menciona eventos históricos relevantes, mas não é a única característica das ações indigenistas. b) Pela implementação da Constituição de 1824, surgida junto com o Estado-nação brasileiro, que menciona explicitamente os povos indígenas em seus artigos. - A Constituição de 1824 não aborda de forma significativa os direitos dos indígenas. c) Pela implementação de uma política baseada na alteridade, que buscava valorizar os saberes dos indígenas, suas culturas e suas espiritualidades. - Essa descrição não reflete a realidade das políticas indigenistas da época, que eram mais voltadas para a catequização e controle. d) Pela implementação da política indigenista de catequização e aldeamento, visto que foram essas ações que realmente se efetivaram. - Esta opção é mais precisa, pois reflete a realidade das ações indigenistas que realmente ocorreram, focando na catequização e no aldeamento dos indígenas. e) Pela adoção de medidas legislativas e normativas que passaram a reconhecer os indígenas como cidadãos com direitos próprios, respeitando suas culturas, suas línguas e seus modos de vida distintos. - Embora essa ideia seja desejável, não foi uma característica predominante das políticas indigenistas no período colonial e império. Diante da análise, a alternativa que melhor representa as ações indigenistas no período colonial e no império é: d) Pela implementação da política indigenista de catequização e aldeamento, visto que foram essas ações que realmente se efetivaram.
Já tem uma conta?
Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade