Ed
anteontem
Para responder à pergunta sobre a teoria de Donald Winnicott e a importância do objeto transicional, vamos analisar cada alternativa: A) Funciona como reprodução fiel de um objeto externo, garantindo ao bebê referência concreta para sua adaptação. - Essa opção não reflete a ideia de que o objeto transicional é uma criação do bebê, mas sim uma cópia do externo. B) Se situa em uma zona experiencial que não é definida como interna nem externa, possibilitando ao bebê sustentar uma criação própria. - Esta opção está correta, pois o objeto transicional realmente ocupa esse espaço intermediário, permitindo ao bebê explorar sua própria realidade. C) Desloca totalmente o investimento afetivo do bebê, rompendo a ligação com experiências autoeróticas anteriores. - Essa afirmação não é precisa, pois o objeto transicional não rompe, mas sim complementa as experiências afetivas. D) Promove a distinção precoce entre fantasia e realidade, estruturando o julgamento objetivo. - Embora o objeto transicional ajude na distinção entre fantasia e realidade, essa não é sua função principal. E) Atua como substituto estável da presença materna diante de falhas de cuidado. - Embora o objeto transicional possa ajudar em momentos de ausência da mãe, a descrição não abrange completamente sua função. A alternativa que melhor representa a teoria de Winnicott sobre o objeto transicional é: B) Se situa em uma zona experiencial que não é definida como interna nem externa, possibilitando ao bebê sustentar uma criação própria.