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1. (FV 2023) Débora, arquiteta e sem vínculo permanente com a Administração Pública, atuando como perita judicial, recebe honorários, mas não realiza o trabalho pericial. Intimada pelo juiz da causa para devolver a quantia, não o faz. A conduta de Débora se amolda ao crime de: a) apropriação indébita (Art.168 do CP); b) peculato (Art. 312 do CP); c) estelionato (Art. 171 do CP); d) advocacia administrativa (Art. 321 do CP); e) falsa perícia (Art. 342 do CP).
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CarreiraPro360

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação à conduta de Débora: a) Apropriação indébita (Art. 168 do CP) - Este crime ocorre quando alguém se apropria de um bem que lhe foi confiado. No caso, Débora não se apropriou de um bem, mas sim de honorários. b) Peculato (Art. 312 do CP) - Este crime se refere à apropriação ou desvio de bens públicos por um funcionário público. Débora não é funcionária pública, portanto, essa alternativa não se aplica. c) Estelionato (Art. 171 do CP) - Este crime envolve obter vantagem ilícita em prejuízo alheio, mediante fraude. Se Débora recebeu honorários sem realizar o trabalho, isso pode se encaixar na definição de estelionato. d) Advocacia administrativa (Art. 321 do CP) - Este crime se refere a um advogado que atua em causa própria ou de terceiros em detrimento da Administração Pública. Não se aplica ao caso de Débora. e) Falsa perícia (Art. 342 do CP) - Este crime ocorre quando alguém apresenta um laudo pericial falso. No caso, não há menção de que o laudo foi apresentado, apenas que ela não realizou o trabalho. Diante da análise, a conduta de Débora se amolda ao crime de: c) estelionato (Art. 171 do CP).

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